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	<title>missão lunar |</title>
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		<title>Próxima missão lunar da China pretende fazer o que nenhum país fez até agora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 20:57:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ambições chinesas fizeram com que país fosse o primeiro a enviar um veículo espacial para o lado oculto da Lua, concluísse a construção da estação espacial orbital e ser o segundo país a pousar uma missão tripulada na lua até 2030 A&#160;missão lunar&#160;da&#160;China&#160;para trazer de volta as primeiras amostras já recolhidas do lado oculto da&#160;lua&#160;está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ambições chinesas fizeram com que país fosse o primeiro a enviar um veículo espacial para o lado oculto da Lua, concluísse a construção da estação espacial orbital e ser o segundo país a pousar uma missão tripulada na lua até 2030</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/missao-a-lua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">missão lunar</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/china/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">China</a>&nbsp;para trazer de volta as primeiras amostras já recolhidas do lado oculto da&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/lua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lua</a>&nbsp;está programada para o próximo ano, dizem as autoridades, à medida que&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/pequim/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pequim</a>&nbsp;intensifica o seu ambicioso plano de enviar astronautas à Lua nesta década e construir uma estação internacional de pesquisa lunar.</p>



<p>Os preparativos para a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/missao-espacial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">próxima missão</a> – conhecida como Chang’e-6 – estavam progredindo sem problemas, afirmou a Administração Espacial Nacional da China (CNSA) em comunicado na semana passada, acrescentando que o satélite retransmissor que acompanha a missão seria implantado no primeiro semestre do próximo ano.</p>



<p>Esta semana, a CNSA também antecipou a sua missão Chang’e-8 prevista para 2028, com as autoridades chinesas pedindo na segunda-feira (2) uma maior colaboração global para a expedição lunar não tripulada durante o Congresso Astronáutico Internacional em Baku, no Azerbaijão.</p>



<p>A expedição chinesa em 2028 acolheria projetos conjuntos de “nível de missão” com outros países e organizações internacionais, de acordo com um documento de acompanhamento divulgado no site da CNSA.</p>



<p>Isto significa que a China e os parceiros internacionais poderiam trabalhar juntos no lançamento de naves espaciais e na operação em órbita, conduzir “interações” entre naves espaciais e explorar conjuntamente a superfície da lua, afirma o documento.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/espaconave/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">espaçonave</a>&nbsp;também abriria espaço para 200 quilogramas de cargas científicas estrangeiras, disse a agência em seu site. Isto poderia permitir que parceiros estrangeiros conduzissem pesquisas lunares “pegando carona” na missão, disse a mídia estatal chinesa.</p>



<p>A China espera que ambas as próximas missões, e a Chang’e-7 prevista para 2026, produzam dados valiosos para a construção de uma estação de pesquisa internacional permanente no pólo sul lunar até 2040 – parte do esforço mais amplo de Pequim para se tornar uma grande potência espacial.</p>



<p>Esses esforços fizeram com que a China se tornasse o primeiro país a enviar um veículo espacial para o outro lado da lua em 2019, concluísse a construção de sua estação espacial orbital Tiangong no ano passado e anunciasse planos para se tornar o segundo país a pousar uma missão tripulada na lua até 2030.</p>



<p>A expansão dos laços internacionais de Pequim através da colaboração espacial também faz parte desse plano – embora até agora apenas alguns países tenham aderido à sua planejada estação de pesquisa lunar. Eles incluem Rússia, Venezuela e África do Sul, segundo a mídia estatal chinesa.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft" id="attachment_3407270"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2023/10/231003085853-01-china-change-8-moon-mission.webp?w=1024" alt="" class="wp-image-3407270"/><figcaption class="wp-element-caption">Uma representação da missão Chang’e-8 foi mostrada no Congresso Astronáutico Internacional realizado em Baku, Azerbaijão, em 2 de outubro / China National Space Administration</figcaption></figure>
</div>


<p>A China não está sozinha na elevação do seu programa espacial e das ambições lunares, uma vez que vários países olham para o potencial benefício científico, o prestígio nacional e o acesso aos recursos e à exploração adicional do&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/espaco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">espaço</a>&nbsp;profundo que as missões lunares bem sucedidas podem trazer.</p>



<p>No mês passado, a Índia pousou a sua nave espacial Chandrayaan-3 na lua, tornando-se apenas a quarta nação a realizar o feito, com o seu pouso lunar chegando mais perto do polo sul da lua do que qualquer outra nave espacial na história.</p>



<p>Nessa mesma semana, a primeira missão lunar da Rússia em décadas terminou em fracasso, com a sua nave espacial Luna 25 colidindo com a superfície lunar.</p>



<p>Os Estados Unidos também impulsionaram o seu programa lunar – lançando o primeiro voo de teste em 2022 pelo programa Artemis, que visa levar os astronautas norte-americanos à lua em 2025 e construir lá um acampamento base científico, com a Nasa também de olho no polo sul lunar.</p>



<p>Assim como a China, os EUA também têm reunido parceiros internacionais, com mais de duas dezenas de países assinando as normas dos Acordos Artemis para a “exploração pacífica do espaço profundo”. A China não está entre os atuais signatários.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City.jpeg" alt="" class="wp-image-94783" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City.jpeg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City-300x38.jpeg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Próximas missões lunares da China</h3>



<p>A missão Chang’e-6 de Pequim no próximo ano aprofundará a compreensão do lado oculto da lua, coletando amostras após 10 missões anteriores ao lado mais próximo voltado para a Terra, disse a CSNA em nota na sexta-feira, coincidindo com o Festival do Meio Outono – um feriado nacional chinês associado à lua.</p>



<p>“Essas amostras permitirão que os cientistas avancem em seus estudos sobre o outro lado… (e) analisem a composição das amostras para ampliar o conhecimento sobre a lua”, disse Hu Hao, um funcionário do alto escalão que trabalha na missão Chang’e-6, à mídia estatal chinesa na semana passada.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft" id="attachment_378908"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2021/06/42674_50E5DF386DF2FC29-1.jpg?w=1024" alt="Estação espacial chinesa" class="wp-image-378908"/><figcaption class="wp-element-caption">Astronautas chinesas embarcam no módulo principal da estação espacial ainda em construção / Foto: CCTV</figcaption></figure>
</div>


<p>A espaçonave está programada para pousar na Bacia Aitken do polo sul do outro lado e coletar amostras de poeira e rocha lá, disse Hu, referindo-se a um importante relevo lunar de alto interesse científico.</p>



<p>O lado oculto da lua, que não pode ser visto da Terra, está coberto de crateras, mas, ao contrário do lado próximo, não é dominado por grandes mares lunares, ou marcas mais escuras de antigos fluxos de lava – uma diferença que confunde os cientistas.</p>



<p>A espaçonave Chang’e-6 também transportará cargas úteis e satélites de quatro parceiros internacionais, de acordo com a CNSA.</p>



<p>Isso inclui um instrumento de fabricação francesa para detectar gás radônio, um detector de íons negativos da Agência Espacial Europeia, um refletor de canto a laser italiano para calibrar sistemas de radar e o CubeSat do Paquistão, um satélite em miniatura de formato quadrado, disse.</p>



<p>Espera-se que a missão seja seguida pela Chang’e-7 em 2026, que visa procurar recursos lunares no polo sul da lua, e pela Chang’e-8 dois anos depois, que poderá estudar como utilizar materiais lunares, disseram as autoridades.</p>



<p>A China lançou cinco sondas robóticas desde 2007. A sua última missão, Chang’e-5, pousou na lua em dezembro de 2020 e regressou com amostras de rochas e solo lunares.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil </p>



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