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	<title>monkeypox |</title>
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	<title>monkeypox |</title>
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		<title>Artigo aponta risco da monkeypox não ser contida no Brasil caso se repitam erros da resposta à covid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 16:18:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores alertam que combate à monkeypox deve contornar estigma associado à infecção, deficiências do sistema de saúde, dependência de vacinas e tratamentos estrangeiros e crise de governança Por Júlio Bernardes &#8211; Quinta, 24 de novembro de 2022 Artigo escrito por pesquisadores da USP e do Queen Mary College da University of London (Reino Unido) adverte que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Pesquisadores alertam que combate à monkeypox deve contornar estigma associado à infecção, deficiências do sistema de saúde, dependência de vacinas e tratamentos estrangeiros e crise de governança</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://jornal.usp.br/author/jubern/">Júlio Bernardes</a> &#8211; Quinta, 24 de novembro de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo escrito por pesquisadores da USP e do Queen Mary College da University of London (Reino Unido) adverte que há um grande risco do surto de monkeypox (também conhecida como varíola dos macacos) não ser contido adequadamente no Brasil caso se repitam erros semelhantes cometidos na resposta à covid-19. Ao analisar as medidas tomadas pelos governos contra o coronavírus, principalmente na esfera federal, o artigo aponta cinco perigos que devem ser contornados no combate à doença: o estigma associado à infecção, as deficiências do sistema de saúde, a dependência de vacinas e tratamentos estrangeiros e a crise de governança em que se desenrola a luta contra a epidemia. Os pesquisadores esperam poder dialogar com o novo governo para melhorar a resposta à covid e à monkeypox. O&nbsp;<a href="https://doi.org/10.1016/j.lana.2022.100394" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo</a>&nbsp;foi publicado na revista científica&nbsp;<em>The Lancet Regional Health Americas</em>&nbsp;no último dia 10 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Alertamos para a situação da monkeypox no Brasil pois, embora os dados indiquem que o surto teve uma desaceleração quanto ao pico da circulação viral (como ocorreu em outros países) entre agosto e setembro, mesmo assim o Brasil tem hoje mais de 9.500 casos confirmados e um total de 11 mortes, sendo o país com mais mortes pela doença no mundo”, afirma ao&nbsp;<strong>Jornal da USP</strong>&nbsp;o professor Mário Scheffer, da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), primeiro autor do artigo. “Conforme observado ao longo da história em outras epidemias e doenças transmissíveis no Brasil, entre elas o HIV, tuberculose, sífilis e, mais recentemente, a covid-19, caso medidas não sejam adotadas para o controle mais eficaz, há chance da dispersão do monkeypox no imenso território brasileiro e entre grupos mais vulneráveis, que tenderão a ser desproporcionalmente mais atingidos.”</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized" id="attachment_428222"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2021/06/20210622_lorena.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-428222" width="126" height="126"/><figcaption>Lorena G. Barberia – Foto: Reprodução</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“O texto destaca as omissões e erros cometidos pelo governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia de covid e alerta para medidas necessárias visando ao controle mais eficaz da propagação da monkeypox no Brasil”, diz a professora Lorena Barberia, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que participou da elaboração do artigo. “Procuramos chamar a atenção de que não é só uma questão técnica, existem questões mais complexas, inter-relacionadas, que ajudam a entender por que houve uma falha muito importante na pandemia, e como isso ajuda também a entender as falhas que podem acontecer no enfrentamento da monkeypox.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a covid-19, Lorena Barberia observa que as informações disponíveis já alertavam para o problema de uma infecção respiratória grave causada pelo vírus em janeiro de 2020. “No início, não se compreendia como o vírus era transmitido pelo ar, a necessidade de usar máscaras, distanciamento e isolamento dos casos, e, nos primeiros meses, houve uma ênfase em detecção de casos suspeitos entre viajantes e não em pessoas com sintomas respiratórios graves que eram hospitalizadas”, relata. “Hoje entendemos que está acontecendo o mesmo com a monkeypox. Nós temos uma capacidade muito grande de evitar a transmissão fazendo rastreamento de contágios e testagem mais aprofundada desses casos, esse sistema de vigilância teria sido muito importante se tivesse sido implantado durante a covid-19. Essa falta de controle contribuiu para o Brasil ser o segundo país do mundo com mais mortes pela doença.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mário Scheffer destaca que a situação da monkeypox é “especialmente preocupante” pela péssima resposta recente do Brasil e pelos erros cometidos em relação à covid (e que não podem ser repetidos). “Também preocupa que ocorreram cortes no orçamento do Ministério da Saúde para 2023, e os recursos não serão suficientes nem mesmo para cobrir as ações de tratamento e prevenção de HIV, tuberculose, hepatite e hanseníase”, ressalta. “Assim, apresentamos no artigo cinco fatores críticos que estão interligados, e que deveriam ser considerados em um novo plano de combate à doença.”</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_584960"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/11/20221121_vacina-testes.jpg?resize=1200%2C630&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-584960"/><figcaption>Foto: Freepik</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fake news</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_578448"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/10/20221031_mario_cesar.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-578448" width="149" height="149"/><figcaption>Mário César Scheffer – Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o professor da FMUSP, a monkeypox chama a atenção para dois temas que precisam compor as campanhas e medidas de saúde pública. “Primeiro, evitar o estigma associado a uma infecção que afeta desproporcionalmente populações mais vulneráveis”, enfatiza, “e segundo, o papel das fake news, mensagens enganosas ou imprecisas que dificultam a prevenção. Não só a monkeypox, mas ações de combate a epidemias precisam hoje considerar um plano específico de combate à desinformação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lorena Barberia lembra que na pandemia existia a percepção de que certos grupos, como as pessoas idosas, eram mais vulneráveis à covid-19 e apenas eles precisavam ser isolados, deixando de lado medidas de proteção que envolvessem o conjunto da sociedade, como o uso de máscaras e o pagamento de auxílios. “A desinformação também foi um problema muito grande, desde as falas de que era ‘só uma gripe’, as falas sobre como se transmitia, havia muita confusão. Dizia-se que usar álcool em gel era suficiente, não se considerando a transmissão pelo ar”, comenta a professora da FFLCH. “Com a monkeypox, estamos verificando a mesma situação de desinformação, inclusive entre lideranças públicas. Mencionamos no artigo o governo Jair Bolsonaro e o próprio presidente, que tem disseminado mensagens falsas, dificultando as pessoas a aderirem a medidas preventivas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mário Scheffer, o artigo alerta para a dependência do Brasil na importação de vacinas e insumos, como ocorreu também na covid. “Por isso é muito importante a iniciativa do Instituto Butantan, que está em negociação com o National Institute of Health (NIH), dos Estados Unidos, visando à produção da vacina contra monkeypox no Brasil, diante do aumento de casos e mortes no País”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por fim, destacamos que os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil têm um histórico de respostas exitosas no combate ao HIV e a outros surtos e epidemias, como de dengue, zika, febre amarela e chikungunya”, destaca Mário Scheffer. “Se o Ministério da Saúde, que abriu mão da coordenação nacional durante a covid, voltar a liderar a articulação com Estados e municípios, a monkeypox será mais adequadamente controlada no País.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lorena Barberia aponta que há muito interesse dos pesquisadores no diálogo com o novo governo federal sobre como o Brasil poderia responder melhor tanto à covid-19 quanto à monkeypox. “Estamos reunidos na Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade e parte do que tem orientado muito nosso trabalho desde a pandemia de covid-19 tem sido a questão de procurar produzir informações baseadas em evidências, que auxiliem os governos a reagir e responder melhor aos desafios provocados por estas ameaças, e como as evidências apontam certas falhas em políticas que precisam ser fortalecidas e respostas que precisam ser melhoradas”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Mais informações: e-mail lorenabarberia@usp.br, com Lorena Barberia</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="História do couro em Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rdtiNCXjmWk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/artigo-aponta-risco-da-monkeypox-nao-ser-contida-no-brasil-caso-se-repitam-erros-da-resposta-a-covid/">Artigo aponta risco da monkeypox não ser contida no Brasil caso se repitam erros da resposta à covid</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Vacinação contra monkeypox vai priorizar profissionais de saúde, diz Queiroga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 14:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[monkeypox]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil vai receber 50 mil doses do imunizante contra a doença em três remessas a partir de setembro O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (22), em entrevista à imprensa que a vacinação contra a&#160;varíola dos macacos&#160;no país irá priorizar, em um primeiro momento, grupos específicos de profissionais de saúde que atuam diretamente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Brasil vai receber 50 mil doses do imunizante contra a doença em três remessas a partir de setembro</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (22), em entrevista à imprensa que a vacinação contra a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/variola-dos-macacos/"><strong>varíola dos macacos</strong></a>&nbsp;no país irá priorizar, em um primeiro momento, grupos específicos de profissionais de saúde que atuam diretamente no diagnóstico da doença e contato próximo com infectados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos conseguir 50 mil doses, via fundo rotatório da Opas [<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/opas-organizacao-pan-americana-da-saude/">Organização Pan-Americana da Saúde</a>]. Essas 50 mil doses não tem o poder de controlar esse surto, essas vacinas estão aí para proteger os profissionais de saúde que lidam diretamente com os materiais contaminados – 50 mil doses não dá para proteger todos os profissionais de saúde do Brasil, até por que a grande maioria deles não lida com essa situação”, disse o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Queiroga explicou que as 50 mil doses poderão imunizar 25 mil pessoas, devido ao regime de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/imunizacao">imunização</a> de duas doses para a proteção contra a doença. Segundo o ministro, serão as vacinas serão enviadas em três remessas, com a primeira entrega prevista para o mês de setembro. A distribuição será discutida com estados e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a possibilidade de expansão para outros grupos prioritários, o ministro afirmou que a pasta seguirá as recomendações que têm sido adotadas por autoridades sanitárias internacionalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há subgrupos, as&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ministerio-da-saude-orienta-cuidados-a-gestantes-contra-a-variola-dos-macacos/">gestantes</a>, as crianças, outros que são indivíduos imunocomprometidos, que já fazem tratamento quimioterápico ou indivíduos com HIV. […] A vacina e o medicamento vêm como um elemento a mais, mas que nesse momento não é a pedra fundamental do enfrentamento a esse surto de varíola dos macacos no Brasil”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde está em tratativas para aquisição de vacinas e antivirais para o tratamento da doença junto às entidades internacionais,&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/organizacao-mundial-da-saude-oms/">Organização Mundial da Saúde</a>&nbsp;(OMS) e Opas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Campanha nacional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta segunda-feira, o ministério lançou a campanha nacional de prevenção à varíola dos macacos, com o objetivo de orientar a população sobre as&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-como-acontece-a-transmissao-da-variola-dos-macacos-pele-a-pele/">principais formas de transmissão</a>&nbsp;da doença. A ação reúne recomendações para evitar o contágio, sintomas e o que fazer em caso de suspeita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o conceito “Varíola dos Macacos. Fique bem com a informação certa”, a campanha será veiculada em TV, rádio, em lugares de grande circulação de pessoas, além de portais da internet e redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, o Brasil registra 3.788 casos confirmados de varíola dos macacos nos estados de São Paulo (2.506), Rio de Janeiro (422), Minas Gerais (206), Distrito Federal (141), Paraná (21), Goiás (143), Bahia (38),Ceará (29), Rio Grande do Norte (18), Espírito Santo (8), Pernambuco (20), Tocantins (1) , Acre (1), Amazonas (1), Rio Grande do Sul (58),Mato Grosso do Sul (12), Mato Grosso (13), Amazonas (15), Santa Catarina (59), Paraná (86), Pará (6), Tocantins (1), Alagoas (1), Maranhão (2), Paraíba (1) e Piauí (2).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gravidez e pós - parto ( dúvidas sobre alimentação )" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gn5p5s-kCsI?start=464&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/vacinacao-contra-monkeypox-vai-priorizar-profissionais-de-saude-diz-queiroga/">Vacinação contra monkeypox vai priorizar profissionais de saúde, diz Queiroga</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Salvador terá protocolo municipal de ação contra o &#8216;monkeypox&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 10:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[monkeypox]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quinta, 28 de Julho de 2022 por Bruno Leite A capital baiana terá um protocolo municipal para atuar no combate e prevenção ao monkeypox, surto da varíola dos macacos. Com cinco casos confirmados, a construção de uma diretriz própria para orientar a estratégia de saúde localmente está em processo de finalização. A informação foi confirmada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quinta, 28 de Julho de 2022 </p>



<p class="wp-block-paragraph">por Bruno Leite</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capital baiana terá um protocolo municipal para atuar no combate e prevenção ao monkeypox, surto da varíola dos macacos. Com cinco casos confirmados, a construção de uma diretriz própria para orientar a estratégia de saúde localmente está em processo de finalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação foi confirmada ao Bahia Notícias pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador. Enquanto não há a implementação, segundo a pasta, as recomendações utilizadas são as definidas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As equipes que atuam na rede municipal foram capacitadas com os protocolos destas instituições e estão conduzindo os atendimentos com base em tais documentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROTOCOLOS EM VIGOR</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Destinado a médicos, gestores de unidades de saúde, dentre outros profissionais de saúde, as orientações da OPAS preveem, dentre outras ações, a testagem de todos os pacientes com manifestações cutâneas e outros sintomas da varíola dos macacos, além da triagem destes indivíduos considerando a gravidade dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos leves podem dar continuidade ao tratamento em casa, seguindo cuidados como o isolamento social, a correta hidratação e alimentação. Pacientes infectados com o vírus devem se abster de relações sexuais enquanto houver sintomas. Os em situação de estresse a ansiedade devem receber acompanhamento psicossocial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O braço da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas também define ações para pessoas grávidas, crianças e bebês, a possibilidade da utilização de antivirais e o manejo de vítimas da varíola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de direcionar as ações da assistência e vigilância, o plano de ação criado pelo Ministério da Saúde visa, entre outras medidas, a implementação de uma sala de situação com uma atuação e atribuições coordenadas, a tomada de cuidados em ambientes hospitalares, a definição de critérios de gravidade e monitoramento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São consideradas como população de risco crianças com idade menor que 8 anos, gestantes e imunossuprimidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia Notícias</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Musicalização e contação de histórias na educação infantil" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/_gLYNfdpyC0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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