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	<title>Obesidade |</title>
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	<title>Obesidade |</title>
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		<title>Obesidade, principal fator de risco à saúde no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>• Estudo sobre carga de doenças mostra riscos da obesidade • Formação em enfermagem tem novas diretrizes curriculares • E MAIS: VSR e influenza; mães encarceradas e seus direitos; OMS declarará emergência pelo clima? • O Estudo Global sobre Carga de Doenças, publicado na revista&#160;The Lancet, aponta que a obesidade se torna o principal fator [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>• Estudo sobre carga de doenças mostra riscos da obesidade • Formação em enfermagem tem novas diretrizes curriculares • E MAIS: VSR e influenza; mães encarceradas e seus direitos; OMS declarará emergência pelo clima? •</p>



<p>O Estudo Global sobre Carga de Doenças, publicado na revista&nbsp;<em>The Lancet</em>, aponta que a obesidade se torna o principal fator de risco à saúde no Brasil. A mudança coloca em segundo lugar a hipertensão, que liderou os rankings no país por décadas. Segundo a pesquisa, alterações no estilo de vida da população ao longo dos últimos anos e a urbanização do país são a principal explicação.&nbsp;</p>



<p>Em&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/obesidade-se-torna-principal-fator-de-risco-saude-no-brasil">entrevista</a>&nbsp;à&nbsp;<em>Agência Brasil</em>, Alexandre Hohl, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia explica o impacto da urbanização nesse processo. Para o médico, os brasileiros passaram a viver em “ambientes obesogênicos”, com redução de atividades físicas e dietas com alta adoção de ultraprocessados.&nbsp;</p>



<p>“A obesidade não é apenas excesso de peso, mas uma doença crônica inflamatória e metabólica que aumenta simultaneamente o risco de diabetes tipo 2, hipertensão, infarto, AVC e vários tipos de câncer”, ressalta o médico.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Diretrizes para formação em Enfermagem pedem mais integração ao SUS</strong></h3>



<p>O Ministério da Educação&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/05/19/mec-oficializa-novas-regras-para-cursos-de-enfermagem-graduacao-tera-minimo-de-4-mil-horas-presenciais.ghtml">aprovou novas diretrizes</a>&nbsp;curriculares para os cursos de graduação em Enfermagem no Brasil, substituindo as regras em vigor desde 2001. A resolução determina que os bacharelados tenham carga horária mínima de 4 mil horas em regime presencial, com prazo mínimo de cinco anos para conclusão. Os estágios supervisionados deverão representar ao menos 30% da carga horária total, e metade dessa formação prática deve ocorrer obrigatoriamente na atenção primária à saúde (como unidades básicas e Estratégia Saúde da Família) e os outros 50% em hospitais ou serviços de média complexidade.</p>



<p>A formação dos enfermeiros deverá seguir os princípios do SUS, com foco em atenção integral, ética, humanização, atuação interdisciplinar, segurança do paciente, redução de desigualdades e valorização da diversidade. As instituições de ensino terão até junho de 2028 para se adaptar às novas exigências. O perfil esperado do profissional, segundo o texto, é “generalista, humanista, crítico, reflexivo, ético e político”, com compromisso com a cidadania e a dignidade humana.</p>



<p>*****</p>



<p><strong>• Período de gripe</strong></p>



<p>A cidade de São Paulo abriu a vacinação contra a gripe para a população geral –&nbsp;não está mais restrita a idosos e outros grupos de risco. O infectologista Renato Kfouri falou à&nbsp;<em>Folha</em>&nbsp;sobre as características desse atual surto de doenças respiratórias, em especial VSR e influenza.&nbsp;<a href="https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/05/19/temos-um-ano-atipico-para-a-gripe-com-uma-temporada-precoce-e-maior-taxa-de-transmissao-diz-infectologista.ghtml">Saiba os detalhes</a></p>



<p><strong>• Lactantes encarceradas</strong></p>



<p>A amamentação de bebês filhos de mulheres encarceradas é negligenciada, apontaram estudos recentes desenvolvidos na Faculdade de Saúde Pública da USP. Em 2024, havia 212 gestantes encarceradas e 117 lactantes. As pesquisas registraram suas condições.&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/diversidade/como-o-sistema-prisional-nega-o-direito-a-saude-de-maes-e-bebes/">Veja o que descobriram</a></p>



<p><strong>• Emergência climática</strong></p>



<p>A Comissão Pan-Europeia sobre Clima e Saúde concluiu que a crise climática é uma ameaça mundial à saúde e deve ser declarada emergência de saúde pública de preocupação internacional pela Organização Mundial de Saúde.&nbsp;<a href="https://climainfo.org.br/2026/05/18/especialistas-pedem-a-oms-que-declare-crise-climatica-como-emergencia-de-saude-publica/">O que alega o grupo</a>?</p>



<p>Fonte: Outra Saúde / (Foto: EBC)</p>



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<iframe title="OAB NAS ESCOLAS : COMBATE A EXPLORAÇÃO SE..AL DA CRIANÇA E ADOLESCENTE”" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/D6EGhGZTHb8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/obesidade-principal-fator-de-risco-a-saude-no-brasil/">Obesidade, principal fator de risco à saúde no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Saúde amplia em 58% atendimentos contra obesidade em três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou em Brasília (DF), do Seminário Nacional do Programa Academia da Saúde: I Mostra de Boas Práticas. Na ocasião, anunciou o investimento de R$ 51 milhões por ano para a habilitação de 582 Academias da Saúde em 451 municípios. Esses espaços públicos, onde são ofertadas práticas de atividades físicas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou em Brasília (DF), do Seminário Nacional do Programa Academia da Saúde: I Mostra de Boas Práticas. Na ocasião, anunciou o investimento de R$ 51 milhões por ano para a habilitação de 582 Academias da Saúde em 451 municípios. Esses espaços públicos, onde são ofertadas práticas de atividades físicas para a população, registraram um aumento de 95,10% nas atividades físicas desde 2023.</p>



<p>A iniciativa integra a estratégia Viva Mais Brasil e tem como objetivo fortalecer as políticas de promoção da atividade física e ampliar a rede de cuidado às pessoas com obesidade no âmbito do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a></strong>, com foco nas doenças crônicas não transmissíveis. Medidas como essa têm contribuído para avanços importantes: nos últimos três anos, houve um aumento de 58% no acompanhamento de pessoas com obesidade na Atenção Primária à Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/atencao-primaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">APS</a></strong>), passando de 6,2 milhões de atendimentos em 2022 para 9,7 milhões em 2025.</p>



<p>O ministro destacou o avanço da obesidade no país, defendendo o fortalecimento de estratégias de promoção da saúde, com abordagem ampla e integrada, ressaltando a importância da Academia da Saúde no enfrentamento desse desafio.</p>



<p>“A obesidade, dobrou desde 2006 até agora. A gente percebe isso no dia a dia. Então, a Academia da Saúde vai nos ajudar a enfrentar o excesso de peso, que impacta as doenças cardiovasculares, as doenças articulares e as dores que as pessoas sentem, ao mesmo tempo em que estimula a prática de atividade física, uma alimentação melhor e o convívio social, contribuindo também para enfrentar problemas de saúde mental nos territórios”, enfatiza.</p>



<p>O cenário acompanha o avanço da obesidade no Brasil. Entre 2006 e 2024, a prevalência de excesso de peso passou de 42,6% para 62,6%, enquanto a obesidade subiu de 11,8% para 25,7%, segundo dados do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/vigitel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vigitel</a>&nbsp;</strong>2025, reforçando a necessidade de fortalecer ações de prevenção, promoção da saúde e cuidado integral.</p>



<p>Nesse contexto, a Estratégia Saúde Mais Brasil, o Programa Academia da Saúde e a expansão das Equipes de Saúde da Família, que em 2024 contou com orçamento de R$ 54,9 bilhões para o cofinanciamento de 53 mil equipes, além do avanço, a partir de 2023, na implementação da Linha de Cuidado do Sobrepeso e Obesidade pelos estados, estão entre as principais estratégias adotadas nos últimos três anos pelo Governo do Brasil.</p>



<p><strong>Academia da Saúde expande atuação</strong></p>



<p>O Programa Academia da Saúde vem ampliando de forma consistente sua presença nos territórios e fortalecendo o acesso da população a práticas corporais, atividades físicas e ações de promoção da saúde. Esse avanço se reflete na expansão da rede, que em 2025 alcançou 1.779 estabelecimentos credenciados, o que consolida sua presença em todo o território nacional.</p>



<p>O fortalecimento da iniciativa também está relacionado ao reforço do financiamento federal, com atualização das regras de custeio e reajustes que podem chegar a 233%, ampliando a capacidade de funcionamento dos serviços e fortalecendo a oferta de ações nos territórios, além de ampliar a composição multiprofissional das equipes, qualificando a atuação e o cuidado ofertado à população.</p>



<p><em>(Com informações do Ministério da Saúde e Janaína Oliveira)</em></p>



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<iframe title="“A VERDADE SOBRE O CONSEG DE DIAS D’DAVILA”" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/GFRsacZs57g?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Obesidade avança no Brasil e acende alerta para impactos na saúde pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 12:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento da obesidade no Brasil tem chamado a atenção de especialistas e autoridades de saúde. Nas últimas duas décadas, a prevalência da doença no País aumentou 118%, segundo dados do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde (SNVS) do Ministério da Saúde (MS). O avanço está associado a transformações no estilo de vida da população, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento da obesidade no Brasil tem chamado a atenção de especialistas e autoridades de saúde. Nas últimas duas décadas, a prevalência da doença no País aumentou 118%, segundo dados do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde (SNVS) do Ministério da Saúde (MS). O avanço está associado a transformações no estilo de vida da população, como mudanças nos hábitos alimentares, maior consumo de alimentos ultraprocessados e redução da prática de atividades físicas. O que mais assusta nesse cenário é a situação de crianças e adolescentes.</p>



<p>De acordo com o World Obesity Atlas 2026 da Federação Mundial de Obesidade (WOF), o Brasil registra quase o dobro de jovens com excesso de peso em comparação com a média global. A tendência levanta um alerta para possíveis impactos na saúde ao longo da vida e reforça a importância de ampliar as estratégias de prevenção e promoção de hábitos saudáveis.</p>



<p>Para o professor José Ernesto dos Santos, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o crescimento da obesidade está relacionado principalmente ao alto valor calórico dos alimentos consumidos, especialmente os ultraprocessados, aliado à redução da atividade física. “Isso acontece especialmente porque a capacidade de identificar fome e saciedade tem tido um lugar muito distante na vida dos seres humanos. Nós não conseguimos comer só quando estamos com fome e parar de comer quando nós matamos essa fome. Comemos vendo televisão, em um shopping center, com uma barulheira que você nem repara no que está comendo.”</p>



<p>obesidade</p>



<p>Segundo o cirurgião pediátrico Evandro Luís Cunha de Oliveira, do Hospital das Clínicas da FMRP, a obesidade é uma condição multifatorial e pode começar ainda na infância. “Nós sabemos que 50% das crianças obesas se tornarão adolescentes obesos e 80% desses adolescentes se tornarão adultos obesos. Ano passado, no Brasil, foi a primeira vez que o número de obesos ultrapassou o número de desnutridos.”</p>



<p>Oliveira destaca ainda que o aumento do tempo de tela, a diminuição da atividade física e a falta de um padrão alimentar adequado estão entre os principais fatores que contribuíram para o agravamento do problema. “Quando nós paramos para pensar nos alimentos que ingerimos, o valor de um alimento ultraprocessado, enquanto o pacote de bolacha custa por volta de R$ 2 e o valor de um alimento in natura, como uma maçã, custa por volta de R$ 7, fica fácil entender por que uma família compra uma bolacha ou uma massa, algo que seja um ultraprocessado, em detrimento de um alimento mais natural, com melhor qualidade nutricional.”</p>



<p>Consequências da doença</p>



<p>De acordo com Santos, entre os principais problemas clínicos associados à obesidade estão a hipertensão arterial, diabetes, intolerância à glicose e problemas ortopédicos. “As consequências que a hipertensão, diabetes e os problemas articulares podem causar, por si só, já são um problema grave e, com o decorrer dos anos, esses problemas podem se tornar cada vez mais graves.”</p>



<p>Para Oliveira, a obesidade também se torna um problema de saúde pública quando se consideram os custos gerados para o sistema de saúde. “Os pacientes obesos têm maior risco de asma, problemas renais, problemas hepáticos, hipertensão, AVC, infartos, gerando custos extremamente elevados, além de diabetes mellitus. Isso acaba levando a uma demanda maior por atendimentos, exames, internações, com toda certeza. Por isso a importância de se trabalhar antes que essas complicações aconteçam”, explica o cirurgião pediátrico.</p>



<p>Políticas públicas adequadas</p>



<p>Segundo Santos, o enfrentamento da obesidade envolve tanto o tratamento individual quanto a implementação de políticas públicas. “Políticas que controlem, por exemplo, a produção e a divulgação de alimentos obesogênicos. Nós devemos começar a ensinar as crianças na escola o que é uma boa alimentação, porque no celular elas não são expostas a nenhuma propaganda de vegetais ou de frutas, e sim a alimentos obesogênicos.”</p>



<p>Para Oliveira, o combate à obesidade também exige políticas que incentivem mudanças estruturais no ambiente alimentar e nos hábitos da população. “É preciso uma política pública austera, em que eu tenha uma limitação nas propagandas de processados e ultraprocessados, estímulo para atividade física ao ar livre, diminuição do tempo de tela, alteração da merenda na escola. Precisa ser um trabalho conjunto, não adianta eu querer apenas que as mudanças individuais dos pacientes possam surtir algum efeito.”</p>



<p>A cartilha Guia Alimentar para a População Brasileira, lançada pelo Ministério da Saúde em 2014 e constantemente atualizada, apresenta orientações práticas para uma alimentação saudável no dia a dia. O material aborda temas como a importância de refeições equilibradas, a valorização de alimentos naturais e a redução do consumo de produtos ultraprocessados.</p>



<p>Com relação a Ribeirão Preto, Evandro Luís Cunha de Oliveira afirma que a cidade já desenvolve iniciativas voltadas ao tratamento da obesidade. “No ano passado foi assinado, e é a primeira cidade do País em que isso existe, uma lei para criar um Centro de Tratamento de Prevenção e Tratamento à Obesidade Infantil, que é a fonte inicial que vai gerar no futuro a obesidade no adulto. Além disso, foi criada uma estrutura de atendimento em diferentes níveis. O atendimento primário acontece nos postos de saúde, onde as crianças recebem acompanhamento e ações de prevenção. Já o nível secundário funciona em um centro localizado na Rua Minas, com tratamento multidisciplinar. Nos casos em que há indicação cirúrgica, os pacientes são encaminhados para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, responsável pelo atendimento terciário.” </p>



<p>(Com informações do Jornal da USP)</p>



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<iframe title="ABERTURA DO CAMPEONATO MUNICIPAL DE IPIRÁ DE FUTEBOL 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pNieRMS0VYQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Projeto cria regras para prevenir a obesidade em crianças e adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6274/25 cria a Política Nacional de Prevenção e Combate à Obesidade, com atenção especial para crianças e adolescentes. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Apresentado pelo deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), o texto estabelece uma série de diretrizes divididas em eixos principais, como o incentivo à alimentação saudável, o estímulo à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6274/25 cria a Política Nacional de Prevenção e Combate à Obesidade, com atenção especial para crianças e adolescentes. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.</p>



<p>Apresentado pelo deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), o texto estabelece uma série de diretrizes divididas em eixos principais, como o incentivo à alimentação saudável, o estímulo à atividade física e o apoio à pesquisa e ao tratamento.</p>



<p>Entre as medidas previstas para promover uma alimentação melhor estão:</p>



<p>campanhas educativas contínuas em escolas, comunidades e meios de comunicação;<br>rotulagem obrigatória com informações claras sobre calorias, açúcares, gorduras saturadas e sódio, seguindo normas da Organização Mundial da Saúde (OMS);<br>incentivos fiscais para a produção e venda de alimentos frescos, como frutas, legumes e hortaliças.</p>



<p><strong>Infraestrutura e trabalho</strong></p>



<p>No eixo da atividade física, o projeto prevê a construção e manutenção de parques, ciclovias e academias ao ar livre, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.</p>



<p>O texto também incentiva empresas a adotarem programas de bem-estar, como ginástica laboral e horários flexíveis para exercícios.</p>



<p><strong>Tratamento pelo SUS</strong></p>



<p>A proposta busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) para o atendimento de pessoas com sobrepeso e obesidade. O projeto prevê:</p>



<p>ampliação de serviços com nutricionistas, psicólogos e médicos especializados;<br>oferta gratuita de tratamentos farmacológicos e cirúrgicos para casos de obesidade grave, conforme critérios médicos;<br>suporte psicológico focado em distúrbios alimentares, em colaboração com a Secretaria Nacional de Saúde Mental.<br>Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2025 indicam que cerca de 31% da população brasileira vive com a condição. “Não estamos diante de um problema individual, mas sim de um problema estrutural e coletivo”, diz o autor.</p>



<p><strong>Próximas etapas</strong></p>



<p>A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. </p>



<p>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</p>



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<iframe title="EMAGRECIMENTO MODERNO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FeGat2T796U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Brasil pode evitar 1 em cada 4 casos de obesidade com políticas integradas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[políticas integradas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil caminha para que, em 2035, um terço da população adulta viva com obesidade, cenário que traria impactos bilionários para os sistemas público e suplementar de saúde. Mas este não é um destino inevitável. De acordo com&#160;estudo&#160;inédito do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), a implementação de estratégias integradas – que combinam políticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil caminha para que, em 2035, um terço da população adulta viva com obesidade, cenário que traria impactos bilionários para os sistemas público e suplementar de saúde. Mas este não é um destino inevitável. De acordo com&nbsp;<a href="https://www.iess.org.br/sites/default/files/2025-08/05%20-%20SS%202035%20-%20Obesidade.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>&nbsp;inédito do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/iess/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IESS</a></strong>), a implementação de estratégias integradas – que combinam políticas públicas, reorganização do cuidado e incentivos econômicos – pode reduzir em até 25% a prevalência projetada e frear o crescimento dos custos assistenciais.</p>



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<p>A pesquisa, intitulada<em>&nbsp;“Obesidade no Horizonte 2035: Desafios Sistêmicos e Perspectivas para o Brasil”</em>, apresenta uma abordagem multidimensional para o enfrentamento da obesidade, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) como pandemia global. No Brasil, a prevalência saltou de 12,2% em 2006 para 22,5% em 2020. Entre os beneficiários da saúde suplementar, o avanço foi de 55,8% em 14 anos.</p>



<p>No enfrentamento desse desafio, o estudo cita casos internacionais de sucesso, como a taxação de bebidas açucaradas no México, que reduziu o consumo em 7,6% em dois anos; o modelo britânico de serviços escalonados de gestão de peso, que ampliou a retenção de pacientes; e os centros especializados em obesidade infantil da Dinamarca, articulados com a atenção primária.</p>



<p><strong>Medidas-chave recomendadas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mudança nos modelos de remuneração em serviços prestados na saúde suplementar: migrar de pagamento por episódio (fee-for-service) para o cuidado baseado em valor, incentivando desfechos clínicos como redução de IMC e complicações.</li>



<li>Linhas de cuidado específicas para obesidade, com triagem sistemática, acesso a equipes multiprofissionais e protocolos clínicos padronizados.</li>



<li>Medidas fiscais e regulatórias, como maior taxação de alimentos calóricos e de baixo conteúdo nutritivo (entre eles muitos dos ultraprocessados e bebidas açucaradas), com reinvestimento em programas de educação nutricional e subsídios a alimentos saudáveis.</li>



<li>Sistemas robustos de vigilância epidemiológica, integrando dados do SUS e da saúde suplementar para monitoramento contínuo e tomada de decisão baseada em evidências.</li>
</ul>



<p><strong>Impacto econômico</strong></p>



<p>Atualmente, a obesidade custa ao Brasil mais de R$ 70 bilhões por ano, considerando despesas médicas e perdas de produtividade. Sem mudanças, a projeção é de aumento de 60% nos custos até 2035. “O combate à obesidade é não apenas um imperativo de saúde pública, mas também uma estratégia econômica inteligente. Prevenir e tratar de forma integrada significa economizar recursos e melhorar a qualidade de vida e a longevidade de milhões de brasileiros”, afirma José Cechin, superintendente executivo do IESS.</p>



<p>O estudo integra a série Caminhos da Saúde Suplementar: Perspectivas 2035, que reúne a visão de especialistas em economia da saúde, gestão hospitalar, promoção da saúde e profissionais especializados em políticas públicas para indicar as tendências da saúde na próxima década e propor soluções sustentáveis capazes de enfrentar os desafios projetados.</p>



<p>Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="MARCHA PARA JESUS 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-MXf3TAahHU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Anvisa aprova Mounjaro para tratamento de sobrepeso e obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 18:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mounjaro]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Anvisa aprovou o uso do medicamento Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, para o tratamento de sobrepeso (com comorbidades) e obesidade. A aprovação, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 9, abrange diferentes dosagens da caneta injetável e já está em vigor. O Mounjaro, que já era autorizado para tratar o diabetes tipo 2, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Anvisa aprovou o uso do medicamento Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, para o tratamento de sobrepeso (com comorbidades) e obesidade. A aprovação, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 9, abrange diferentes dosagens da caneta injetável e já está em vigor. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O Mounjaro, que já era autorizado para tratar o diabetes tipo 2, demonstrou eficácia também na perda de peso, segundo dados do programa SURMOUNT, que envolveu mais de 20 mil pacientes. Nos testes, os usuários perderam até 22,5% do peso corporal com a dose mais alta (15 mg), em comparação com 0,3% no grupo placebo.</p>



<p>Além disso, cerca de 40% dos participantes que usaram Mounjaro perderam mais de 40% do peso corporal total, em comparação a 0,3% do grupo placebo. Os participantes do estudo que conciliaram o uso de Mounjaro à dieta e ao exercício observaram mudanças no colesterol e reduções na pressão arterial e na medida da cintura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona o Mounjaro?</strong></h2>



<p>O Mounjaro simula a ação dos hormônios GLP-1 e GIP. Eles, por sua vez, são associados à ativação da sensação de saciedade no cérebro e à redução da velocidade da digestão da comida. Com isso, o indivíduo sente menos fome, consome menos calorias e, consequentemente, perde peso.</p>



<p>No pâncreas, essa atuação também estimula a produção de insulina, motivo pelo qual os remédios são utilizados no tratamento do diabetes tipo 2.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os efeitos colaterais do Mounjaro?</strong></h2>



<p>Os efeitos colaterais costumam ser gastrointestinais e envolver náuseas, vômitos e diarréias. No entanto, ocorrem de forma leve a moderada e geralmente são transitórios. Especialistas alertam ainda que o medicamento deve ser usado apenas por pessoas com diabetes ou obesidade diagnosticadas.</p>



<p>O uso em pessoas saudáveis, principalmente em doses elevadas, pode ser perigoso, reforçam os médicos.</p>



<p>Com as informações do A Tarde / Foto: <em>MKPhoto12/Shutterstock</em><a href="https://www.facebook.com/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fwww.brasildefato.com.br%2F2025%2F05%2F21%2Fmounjaro-chega-ao-brasil-entenda-diferencas-riscos-e-indicacoes-do-concorrente-do-ozempic%2F"></a><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=Mounjaro%20chega%20ao%20Brasil%3A%20entenda%20diferen%C3%A7as%2C%20riscos%20e%20indica%C3%A7%C3%B5es%20do%20concorrente%20do%20Ozempic%0Ahttps%3A%2F%2Fwww.brasildefato.com.br%2F2025%2F05%2F21%2Fmounjaro-chega-ao-brasil-entenda-diferencas-riscos-e-indicacoes-do-concorrente-do-ozempic%2F"></a><a href="https://twitter.com/intent/tweet?text=Mounjaro%20chega%20ao%20Brasil%3A%20entenda%20diferen%C3%A7as%2C%20riscos%20e%20indica%C3%A7%C3%B5es%20do%20concorrente%20do%20Ozempic&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.brasildefato.com.br%2F2025%2F05%2F21%2Fmounjaro-chega-ao-brasil-entenda-diferencas-riscos-e-indicacoes-do-concorrente-do-ozempic%2F"></a><a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/05/21/mounjaro-chega-ao-brasil-entenda-diferencas-riscos-e-indicacoes-do-concorrente-do-ozempic/#"></a></p>



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<iframe title="FISIOTERAPIA PEDIÁTRICA INTEGRATIVA NO CUIDADO DE BEBÊS: CÓLICAS, ASSIMETRIAS CRANIANAS..." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ik5vAPuhES8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Atlas Mundial da Obesidade terá lançamento da versão em português nesta quinta-feira 20</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 14:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Painel Brasileiro da Obesidade apresenta a edição em português do Atlas Mundial da Obesidade, em parceria com a Federação Mundial da Obesidade (WOF), nesta quinta-feira, 20 de março, em um webinar debaterá questões como saúde pública, estratégias, prevenção, abordagens e políticas de enfrentamento à epidemia de obesidade. A edição 2025 do Atlas apresenta um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Painel Brasileiro da Obesidade apresenta a edição em português do Atlas Mundial da Obesidade, em parceria com a Federação Mundial da Obesidade (WOF), nesta quinta-feira, 20 de março, em um webinar debaterá questões como saúde pública, estratégias, prevenção, abordagens e políticas de enfrentamento à epidemia de obesidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A edição 2025 do Atlas apresenta um ranking de 189 países e revela o quanto cada nação está preparada para cuidar da obesidade e de doenças não transmissíveis, tanto por meio de seus sistemas de saúde pública, como por meio de políticas públicas com foco na prevenção.</p>



<p>Os avanços e desafios para o Brasil em políticas, legislação e vigilância estão detalhados no documento com um ponto positivo para o papel da sociedade civil – o documento diz que “O fato de países como México, Índia e Brasil possuírem políticas de sistema alimentar para prevenir a obesidade é uma prova do papel da sociedade civil na defesa e no sucesso da demanda por mudanças”.</p>



<p>Segundo o Atlas, 126 países tinham apenas uma política ou nenhuma em vigor para prevenir a obesidade e o Brasil tem três indicadores: impostos sobre bebidas açucaradas, restrições ao marketing de alimentos para crianças e tributação para promover a atividade física. Os especialistas do Painel Brasileiro da Obesidade entendem que o Brasil tem sistema de monitoramento bem estruturado e diretrizes de saúde pública, mas precisa avançar na implementação de políticas preventivas e no acesso ao tratamento da obesidade. No país, 1 a cada 3 adultos já vive com obesidade.</p>



<p>A epidemia de obesidade pode ter um impacto de cerca de 4,66% do PIB brasileiro, com os custos da doença ultrapassando US$ 218 bilhões até 2060.</p>



<p>A edição 2025 do Atlas Mundial da Obesidade está sendo apresentada ao mundo neste mês de março, dedicado a ações de conscientização e alerta sobre o tema, como parte da agenda de atividades que iniciou no dia 4 de março, instituído, em 2015, pela WOF, como o Dia Mundial da Obesidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Programação</strong></h2>



<p>Programação webinar</p>



<p>20 de março – 10h às 12h</p>



<p>Abertura</p>



<p>-Luis Fernando Villaça Meyer – diretor de Operações no Instituto Cordial</p>



<p>Apresentação da World Obesity Federation (WOF)</p>



<p>-Simón Barquera – presidente da WOF</p>



<p>Lançamento do Atlas Mundial da Obesidade 2025</p>



<p>-Guilherme Nafalski – coordenador do Painel Brasileiro da Obesidade</p>



<p>Mesa 1 – Obesidade e saúde pública: estratégias integradas para a prevenção</p>



<p>-Doralice Ramos – analista de saúde do Painel Brasileiro da Obesidade</p>



<p>-Vilma Ramos – coordenadora de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Pernambuco</p>



<p>-Juliana Quaresma – pessoa com obesidade/representante da sociedade civil.</p>



<p>Encerramento</p>



<p>-Luis Fernando Villaça Meyer</p>



<p>As inscrições gratuitas podem ser feitas no&nbsp;<a href="https://lp2.institutocordial.com.br/pbo-220-wod-25-insc">link webinaratalsobesidade</a>.</p>



<p>Fonte: Portal Saúde News / Foto: Pixabay</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="LEI DO PIX E A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE E MEI ,DIREITOS E DEVERES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DHNUU9dWjnA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/atlas-mundial-da-obesidade-tera-lancamento-da-versao-em-portugues-nesta-quinta-feira-20/">Atlas Mundial da Obesidade terá lançamento da versão em português nesta quinta-feira 20</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Um a cada três brasileiros vive com obesidade, mostra relatório global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 13:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados são do Atlas Mundial da Obesidade 2025 Aproximadamente um a cada três brasileiros, 31%, vive com obesidade e essa porcentagem tende a crescer nos próximos cinco anos. No país cerca da metade da população adulta, entre 40% e 50%, não pratica atividade física na frequência e intensidade recomendadas. Os&#160;dados são do Atlas Mundial da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados são do Atlas Mundial da Obesidade 2025</p>



<p>Aproximadamente um a cada três brasileiros, 31%, vive com obesidade e essa porcentagem tende a crescer nos próximos cinco anos. No país cerca da metade da população adulta, entre 40% e 50%, não pratica atividade física na frequência e intensidade recomendadas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1632630&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1632630&amp;o=node"></p>



<p>Os&nbsp;<strong>dados são do Atlas Mundial da Obesidade 2025 (World Obesity Atlas 2024), da Federação Mundial da Obesidade (World Obesity Federation – WOF), lançado nessa segunda-feira (3).</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O relatório mostra que, no Brasil, 68% da população tem excesso de peso e, dessas, 31% tem obesidade e 37% tem sobrepeso. O Atlas traz ainda uma projeção de que o número de homens com obesidade até 2030 pode aumentar em 33,4%. Entre as mulheres, essa porcentagem pode crescer 46,2%.</p>



<p>O&nbsp;<strong>sobrepeso e a obesidade podem trazer riscos. Segundo o Atlas, 60,9 mil mortes prematuras no Brasil podem ser atribuídas as doenças crônicas não transmissíveis devido ao sobrepeso e obesidade, como diabetes tipo 2 e Acidente Vascular Cerebral (AVC) – a informação é baseada em dados de 2021.</strong></p>



<p>Diante desse cenário, o endocrinologista Marcio Mancini, diretor do Departamento de Tratamento Farmacológico da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), diz que o Brasil precisa tratar o sobrepeso e a obesidade com uma questão de saúde pública.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É um problema de saúde pública, não dá mais para responsabilizar um indivíduo. Não dá para falar para aquela pessoa que sai às 5h da manhã de casa e chega em casa às 21h, que passa várias horas em transporte público, para comer mais frutas e legumes e ir para academia fazer exercício”, defende. “O problema de saúde pública tem que ser enfrentado com medidas de saúde pública”, enfatiza.</p>
</blockquote>



<p>Ele cita exemplos de medidas<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-07/embalagens-de-alimentos-terao-alerta-sobre-excesso-de-nutrientes" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>como aumentar as taxas de bebidas açucaradas como formas de conscientizar a população e colocar avisos nos rótulos dos alimentos de que aquele produto possui altas taxas de açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Mas reforça que ainda são necessárias outras ações, como reduzir os preços de alimentos saudáveis e campanhas permanentes nas escolas.</p>



<p>“Tem um dia por ano que se fala de alimentação saudável na escola. Isso não adianta absolutamente nada. Ninguém vai mudar a sua alimentação por escutar uma vez do ano alguma coisa sobre a alimentação saudável. Tem muito a ser feito”, diz o médico.</p>



<p>Ele acrescenta que até mesmo medidas de segurança pública e urbanismo podem incentivar e permitir que a população tenha uma melhor qualidade de vida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Até mesmo violência urbana, iluminação urbana [têm impacto] porque as pessoas têm medo de andar na rua. As pessoas poderiam usar menos o carro e usar transporte público, se o transporte público fosse de qualidade”, diz. “Ter parques em todas as regiões da cidade, não só em regiões privilegiadas, ter calçadas adequadas para as pessoas caminharem. Vai muito além de só falar para a pessoa, olha, coma direito e vá se movimentar”.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Situação no mundo</h2>



<p>De acordo com o Atlas, atualmente, mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo vivem com obesidade. Projeções indicam que esse número pode ultrapassar 1,5 bilhão até 2030, caso medidas efetivas não sejam implementadas.</p>



<p>O relatório mostra que dois terços dos países estão despreparados para lidar com o aumento dos níveis de obesidade, com apenas 7% tendo sistemas de saúde adequadamente preparados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A obesidade está ligada a 1,6 milhão de mortes prematuras anuais por doenças não transmissíveis, superando as fatalidades em acidentes de trânsito. A Federação Mundial da Obesidade calcula um possível aumento de 115% na obesidade entre 2010 e 2030, e pede que a questão seja tratada por “toda a sociedade&#8221;, com políticas como&nbsp;rotulagem de alimentos, tributação e promoção da atividade física.</p>
</blockquote>



<p>O&nbsp;<strong>relatório mostra que os índices brasileiros são melhores que os dos Estados Unidos, por exemplo, com 75% da população com excesso de peso e, dentro desse grupo, 44% das pessoas com obesidade. Mas, na outra ponta, são piores que países como a China, com 41% da população com excesso de peso e, desses, 9% com obesidade.</strong></p>



<p>“Apesar de a alimentação do brasileiro estar piorando ano a ano, cada vez se come menos arroz e feijão e se come mais esses alimentos processados, o Brasil não come tanto ultraprocessado como os Estados Unidos, por exemplo. É o momento de tentar reverter esse cenário”, defende Mancini.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudar o Mundo Pela Saúde</h2>



<p><strong>Diante desses dados, a campanha&nbsp;<em>Mudar o Mundo Pela Saúde</em>&nbsp;busca mobilizar governos, organizações de saúde e toda a sociedade para promover mudanças. Esta terça-feira (4) é o Dia Mundial da Obesidade, que buscar conscientizar população e governos sobre a obesidade.</strong></p>



<p>Como parte da campanha no Brasil, a Abeso, em parceria com a Sociedade SBEM, lança o <em>e-book</em> gratuito <em>Mudar o Mundo Pela Nossa Saúde</em>, que tem como objetivo analisar e propor mudanças em políticas públicas, iniciativas privadas e diversos setores para criar sistemas mais eficazes na prevenção e tratamento da obesidade.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil / Foto: © Reuters/Brendan McDermid/Proibida reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PORNOGRAFIA : MOCINHA OU VILÃ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EeeKhcI8jac?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Obesidade e tabagismo na adolescência indicam saúde cardiovascular futura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 13:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presença desses fatores e da hipertensão seria suficiente para avaliar risco e dispensaria dosagem de colesterol no sangue, sugere estudo Hipertensão, obesidade e tabagismo em adolescentes podem predizer o risco de algum problema cardiovascular no futuro, mesmo sem conhecer as taxas de colesterol, revela um novo estudo publicado no periódico Pediatrics. A dosagem de&#160;colesterol&#160;permite sinalizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Presença desses fatores e da hipertensão seria suficiente para avaliar risco e dispensaria dosagem de colesterol no sangue, sugere estudo</p>



<p>Hipertensão, obesidade e tabagismo em adolescentes podem predizer o risco de algum problema cardiovascular no futuro, mesmo sem conhecer as taxas de colesterol, revela um novo estudo publicado no periódico Pediatrics.</p>



<p>A dosagem de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-os-diferentes-tipos-de-colesterol-e-entenda-como-o-controle-faz-bem-a-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colesterol</a>&nbsp;permite sinalizar precocemente a probabilidade desses males aparecerem, mas também pode ser menos acessível em certos lugares ou para grupos sociais. Por isso, dizem os autores, seria importante criar estratégias de avaliação em situações em que a testagem no laboratório não seja possível.</p>



<p>Segundo os pesquisadores, avaliar o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exames-de-sangue-podem-estimar-risco-cardiovascular-em-mulheres-30-anos-antes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">risco cardiovascular</a>&nbsp;nessa faixa etária sem fazer exames de laboratório não é menos eficiente e pode facilitar a identificação dos jovens que se beneficiariam de uma investigação mais detalhada.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>“Esse achado é importante porque demonstra que, com informações simples, como peso, pressão arterial e histórico de tabagismo, podemos identificar adolescentes em risco para doenças cardiovasculares na vida adulta”, comenta o cardiologista Humberto Graner, do Hospital Israelita Albert Einstein em Goiânia. “Isso facilita a prevenção, reduz custos e dispensa exames laboratoriais iniciais. Também possibilita intervenções precoces, como mudanças no estilo de vida, antes que problemas mais graves surjam.”</p>



<p>Os autores chegaram a essa&nbsp;<a href="https://publications.aap.org/pediatrics/article/154/5/e2024066736/199627/Predictors-in-Youth-of-Adult-Cardiovascular-Events?autologincheck=redirected" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conclusão</a>&nbsp;após avaliar dados do International Childhood Cardiovascular Cohort, que inclui sete estudos longitudinais — ou seja, que acompanharam um grupo de pessoas ao longo do tempo —, totalizando 11.550 participantes nos Estados Unidos, na Austrália e na Finlândia. Eles cruzaram as informações de saúde coletadas na faixa etária dos 12 aos 19 anos com a ocorrência de desfechos cardiovasculares como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), isquemia, angina e doença arterial periférica depois dos 25 anos.Play Video</p>



<p>A presença de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pressao-12-por-8-passa-a-ser-considerada-alta-entenda-novas-diretrizes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pressão arterial elevada</a>, sobrepeso e obesidade, tabagismo e colesterol alto na adolescência foi significativamente associada à incidência de eventos cardiovasculares na vida adulta. E, após levar em conta os parâmetros não laboratoriais, a dosagem de lipídeos não foi essencial para apontar quem tinha maior risco.</p>



<p>A doença cardiovascular pode começar na infância, e a prevenção primordial deve ser dirigida a crianças e adolescentes com fatores de risco modificáveis. Condições como obesidade e pressão alta impactam negativamente a saúde vascular ainda nos primeiros anos de vida, pois aumentam o risco de desenvolver aterosclerose, que predispõe a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-o-estilo-de-vida-influencia-risco-de-infarto-especialistas-discutem-tema/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">infarto</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/avc-entenda-causas-riscos-e-a-importancia-do-diagnostico-precoce/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AVC</a>&nbsp;na vida adulta.</p>



<p>“A obesidade na juventude está associada a um aumento precoce da inflamação sistêmica, resistência à insulina e disfunção endotelial [camada que reveste internamente os vasos], condições que aceleram o processo de aterosclerose”, explica Graner.</p>



<p>O excesso de peso em adolescentes leva frequentemente a elevações na pressão arterial e no colesterol, aumentando o risco de eventos cardiovasculares no futuro. Além disso, jovens com obesidade têm grande probabilidade de se tornarem adultos obesos, perpetuando essas ameaças à saúde.</p>



<p>Segundo o especialista, o primeiro check-up cardiovascular deve ser feito na pré-adolescência, entre 10 e 12 anos, principalmente naqueles com histórico familiar de doenças cardíacas ou fatores de risco.</p>



<p>A avaliação inclui medidas simples, como peso, altura, pressão arterial e questionário sobre hábitos de vida e alimentares. Para aqueles que têm estilo de vida saudável, o foco deve ser na manutenção de práticas como boa alimentação, exercícios regulares, sono de qualidade e não fumar.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Foto: MachineHeadz/GettyImages</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="LEI DO PIX E A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE E MEI ,DIREITOS E DEVERES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DHNUU9dWjnA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Obesidade: despreparo e falta de infraestrutura dificultam atendimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 18:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[gordofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades médicas recomendam campanhas de combate à gordofobia O atendimento a pacientes obesos em emergências de todo o país requer adaptações urgentes, incluindo adequações na estrutura hospitalar, como o uso de macas reforçadas, até a capacitação de equipes para procedimentos como intubação e obtenção de acesso venoso. O alerta é da Associação Brasileira de Medicina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades médicas recomendam campanhas de combate à gordofobia</p>



<p>O atendimento a pacientes obesos em emergências de todo o país requer adaptações urgentes, incluindo adequações na estrutura hospitalar, como o uso de macas reforçadas, até a capacitação de equipes para procedimentos como intubação e obtenção de acesso venoso. O alerta é da Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).</p>



<p>“O aumento da obesidade na população brasileira trouxe à tona importantes desafios para os profissionais de saúde, especialmente nos departamentos de emergência”, avaliam as entidades em nota conjunta. “A falta de preparação adequada em muitas unidades pode resultar em atrasos críticos ao tratamento, agravando condições que exigem intervenção rápida”, completa o documento.</p>



<p>Dados do Ministério da Saúde indicam que 61,4% da população nas capitais brasileiras apresenta sobrepeso, enquanto 24,3% vivem com obesidade. Em todo o planeta, a Federação Mundial de Obesidade estima que o número de adultos com sobrepeso ou obesidade chegará a 3,3 bilhões em 2035. Nesse contexto, as entidades avaliam que não se pode assistir à crescente demanda sem se preocupar com a qualidade da assistência prestada aos pacientes.</p>



<p>A nota conjunta destaca que, nos departamentos de emergência, a realização de exames físicos figura como um dos maiores desafios – o excesso de tecido adiposo dificulta exames clínicos essenciais, como palpação e ausculta, e compromete a identificação rápida de sinais clínicos críticos, como a pulsação em pacientes inconscientes. Tudo isso pode atrasar procedimentos que exigem resposta imediata, como a ressuscitação cardiopulmonar.</p>



<p>“Além disso, procedimentos rotineiros, como a obtenção de acesso venoso, tornam-se mais complicados e exigem maior número de tentativas, o que aumenta o risco de infecções e tromboses. Outro ponto crítico é a intubação em pacientes com obesidade, que demanda técnicas especializadas, como a ‘posição rampada’, que facilita a visualização das vias aéreas e melhora a ventilação.”</p>



<p>Exames de imagem, segundo as entidades, também enfrentam limitações entre pacientes com obesidade ou sobrepeso. Ultrassonografias e radiografias são prejudicadas pela presença de tecido adiposo, enquanto tomografias e ressonâncias, muitas vezes, requerem múltiplas varreduras, prolongando o tempo de exame e aumentando a exposição à radiação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recomendações</strong></h2>



<p>Em meio ao cenário, a Abramede e a Abeso recomendam:</p>



<p>– adaptar a infraestrutura dos departamentos de emergência para acomodar o peso e as dimensões de pacientes com obesidade, incluindo a disponibilização de macas reforçadas, cadeiras de rodas maiores e balanças de alta capacidade;</p>



<p>– capacitar equipes médicas, sobretudo para que os profissionais possam realizar exames físicos adaptados à obesidade e manusear corretamente equipamentos necessários para o atendimento desses pacientes;</p>



<p>– combater o estigma associado à obesidade por meio do incentivo para que profissionais da saúde utilizem linguagem empática e adequada, evitando atitudes preconceituosas que possam impactar negativamente o atendimento.</p>



<p>No âmbito de políticas públicas, o documento propõe medidas como a incorporação de treinamento sobre obesidade e suas comorbidades nos currículos de programas de residência em medicina de emergência, além da inclusão do peso do paciente nas informações de referenciamento, para que indivíduos com mais de 150 quilos sejam encaminhados a serviços devidamente capacitados e estruturados para seu atendimento.</p>



<p>As entidades defendem ainda a criação, em caráter de urgência, de protocolos clínicos padronizados para o cuidado de pacientes com obesidade grave em emergências, incluindo adaptações físicas e suporte psicológico necessário. “O combate à gordofobia deve ser promovido por meio de campanhas institucionais de conscientização e educação, a fim de reduzir o preconceito e garantir um atendimento humanizado e adequado”.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil / Foto: Wilson Dias/Agência Brasil</p>



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<iframe title="A IMPORTÂNCIA DO MARKETING NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AA0sFT7o6Y8?start=2833&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/obesidade-despreparo-e-falta-de-infraestrutura-dificultam-atendimento/">Obesidade: despreparo e falta de infraestrutura dificultam atendimento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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