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	<title>Oceanos |</title>
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	<title>Oceanos |</title>
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		<title>Revista da Turma da Mônica conscientiza sobre os oceanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 19:06:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obra produzida pelos estúdios de Maurício de Sousa será lançada nesta quarta-feira, dia 28, na Cidade Universitária, em São Paulo Uma revista de história em quadrinhos da Turma da Mônica que busca conscientizar a sociedade sobre a importância dos oceanos será lançada nesta quarta-feira, dia 28, às 13 horas, na Biblioteca Brasiliana Guita e José [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Obra produzida pelos estúdios de Maurício de Sousa será lançada nesta quarta-feira, dia 28, na Cidade Universitária, em São Paulo</p>



<p>Uma revista de história em quadrinhos da Turma da Mônica que busca conscientizar a sociedade sobre a importância dos oceanos será lançada nesta quarta-feira, dia 28, às 13 horas, na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP. Intitulada <em>Oceanos – Edição Especial da Década do Oceano</em>, a revista é produzida pelos estúdios do desenhista Maurício de Sousa – criador da Turma da Mônica – e deverá ser distribuída para o público infantojuvenil nas escolas. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A iniciativa é da Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano – vinculada ao Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP -, com coordenação do professor Alexander Turra, do Instituto Oceanográfico (IO) da USP. Interessados em participar do evento precisam confirmar presença pelo e-mail renatabezerra.philoscultural@gmail.com. “Isso é muito importante porque a gente tem a missão de propagar a cultura oceânica no Brasil e no mundo, e é isso que a gente está fazendo aqui”, declarou o professor Turra no boletim <em>Dica Cultural</em>, da Rádio USP.</p>



<p>Durante o evento, 120 estudantes da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP vão participar de atividades desenvolvidas por professores do Instituto Oceanográfico da USP, com o objetivo de promover “uma imersão educativa e interativa sobre a importância dos mares para a vida no planeta”, como divulgou a cátedra.</p>



<figure class="wp-block-image is-style-rounded" id="attachment_381627"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2021/01/20200501_alexander_turra-300x300.jpg" alt="Homem de cabelos pretos, tendo ao fundo o mar e uma ilha." class="wp-image-381627"/><figcaption class="wp-element-caption">O professor Alexander Turra – Foto: Reprodução</figcaption></figure>



<p>Entre as atividades estão as ações chamadas&nbsp;<em>Barraca do Peixe</em>&nbsp;(atividade sensorial sobre consumo consciente de pescado, com exposição de peixes preservados, apetrechos de pesca e uma “pesca” lúdica em piscina de bolinhas),&nbsp;<em>De Onde Vem a Areia da Praia?&nbsp;</em>(manuseio de diferentes tipos de areia, observação com lupas e explicações sobre sua origem e composição) e&nbsp;<em>De Onde Vem o Lixo em Uma Praia Deserta?</em>&nbsp;(simulações e debates sobre a chegada de resíduos em áreas sem presença humana). Haverá também as exposições&nbsp;<em>Joias do Mar,</em>&nbsp;que exibirá imagens ampliadas de organismos microscópicos marinhos, incluindo observação com lupas e microscópios, e&nbsp;<em>Pequenos Notáveis</em>&nbsp;(sobre micro-organismos que sustentam a vida nos oceanos, como fitoplâncton, zooplâncton e seres bentônicos) e a oficina&nbsp;<em>Assumo Meu Compromisso com o Oceano</em>, em que crianças vão assinar com tinta ecológica uma tela coletiva, simbolizando o compromisso com a proteção dos oceanos.</p>



<p><em>O lançamento da revista em quadrinhos</em>&nbsp;Oceanos<em>, para convidados, será nesta q</em><em>uarta-feira, dia 28, às&nbsp;</em><em>13 horas, na&nbsp;</em><em>Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP (Rua da Biblioteca, 21, Cidade Universitária, em São Paulo). Entrada grátis. Interessados em participar do evento precisam confirmar presença pelo e-mail renatabezerra.philoscultural@gmail.com.&nbsp;</em><em>Mais informações estão disponíveis no&nbsp;<a href="https://catedraoceano.iea.usp.br/">site da Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano</a>.</em></p>



<p>Fonte: Jornal da USP / <em>Fotos: </em>IO-USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PARABÉNS DANÇAR À VIDA PELOS SEUS 20 ANOS DE EXISTÊNCIA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/0C2njSBzQPg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/revista-da-turma-da-monica-conscientiza-sobre-os-oceanos/">Revista da Turma da Mônica conscientiza sobre os oceanos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>OVNIs: relatório dos EUA cita mais de 750 avistamentos em um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 18:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[misterio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Departamento de Defesa dos EUA acaba de divulgar o mais recente relatório sobre avistamentos de OVNIs Por Flávia Correa &#8211; Terça, 19 de novembro de 2024 Como parte do recente esforço em abordar avistamentos misteriosos de maneira mais aprofundada e séria (que o Olhar Digital explica aqui), o Departamento de Defesa dos EUA (DoD) acaba de divulgar o mais recente relatório do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento de Defesa dos EUA acaba de divulgar o mais recente relatório sobre avistamentos de OVNIs</p>



<p>Por Flávia Correa &#8211; Terça, 19 de novembro de 2024</p>



<p>Como parte do recente esforço em abordar <a href="https://olhardigital.com.br/2023/09/14/ciencia-e-espaco/ovnis-nasa-nao-reconhece-origem-extraterrestre-em-avistamentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">avistamentos </a>misteriosos de maneira mais aprofundada e séria (que o <strong>Olhar Digital</strong> <a href="https://olhardigital.com.br/2024/11/14/ciencia-e-espaco/ovnis-como-um-ex-pentagono-revolucionou-a-postura-dos-eua-sobre-o-tema/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">explica aqui</a>), o Departamento de Defesa dos <a href="https://olhardigital.com.br/2024/11/14/ciencia-e-espaco/bola-de-fogo-explode-no-ceu-dos-eua-e-e-vista-ate-do-espaco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EUA </a>(DoD) <a href="https://www.defense.gov/News/Releases/Release/Article/3964824/department-of-defense-releases-the-annual-report-on-unidentified-anomalous-phen/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acaba de divulgar</a> o mais recente relatório do Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios (<a href="https://olhardigital.com.br/2022/07/21/ciencia-e-espaco/departamento-de-defesa-dos-eua-cria-escritorio-para-rastrear-ovnis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AARO</a>) sobre os antes chamados de OVNIs.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="155" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/11/patroci-2.png" alt="" class="wp-image-138365" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/11/patroci-2.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/11/patroci-2-300x45.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/11/patroci-2-768x116.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Atualmente, a nomenclatura oficial foi alterada de “objetos voadores não identificados” para “fenômenos anômalos não identificados” (UAP, na sigla em inglês). A razão da mudança foi para abranger a variedade de eventos observados em diferentes ambientes, incluindo não apenas o ar, como também o espaço e os&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2022/05/05/ciencia-e-espaco/fundo-dos-oceanos-contem-acucar-equivalente-a-32-bilhoes-de-latas-de-coca-cola/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">oceanos</a>.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ovni-1024x595.jpg" alt="ovnis" class="wp-image-554029"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem de avistamento de um objeto voador não identificado feito por piloto da Força Aérea dos EUA. Crédito: Departamento de Defesa dos EUA</figcaption></figure>



<p><strong>Em resumo:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Relatório dos EUA revela centenas de avistamentos de UAPs em um ano;</li>



<li>Maioria dos incidentes foi atribuída a balões, drones e satélites, sem evidências de vida extraterrestre;</li>



<li>Casos como um quase acidente envolvendo um avião comercial estão sendo investigados;</li>



<li>Um novo sistema de sensores, chamado GREMLIN, foi projetado para melhorar a detecção de objetos estranhos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-maioria-dos-avistamentos-foi-no-ar"><strong>Maioria dos avistamentos foi no ar</strong></h2>



<p>Publicado na última quinta-feira (14),&nbsp;<a href="https://media.defense.gov/2024/Nov/14/2003583603/-1/-1/0/FY24-CONSOLIDATED-ANNUAL-REPORT-ON-UAP-508.PDF" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o relatório</a>&nbsp;cita 757 incidentes reportados entre maio de 2023 e junho de 2024, detalhando tanto os avanços nas investigações quanto os desafios contínuos na identificação dessas ocorrências.</p>



<p>Segundo o documento, 708 avistamentos foram no ar, e 49 no espaço. Não houve relatos no oceano. Os fenômenos observados foram descritos como luzes no céu (65%), esferas ou objetos arredondados (22%) e a clássica forma de disco, característica comum em muitos relatos de OVNIs (1%).</p>



<p>Embora a quantidade de avistamentos seja alarmante, o relatório deixa claro que não há evidências de&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/26/ciencia-e-espaco/pesquisa-responde-se-vida-alienigena-precisa-de-planeta-para-sobreviver/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vida extraterrestre</a>&nbsp;ou de tecnologias alienígenas em nenhum dos casos. A maioria dos incidentes investigados foi resolvida com explicações banais.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.odcdn.com.br/wp-content/uploads/2024/11/OVNI-sul-da-asia.jpg" alt="" class="wp-image-1005402"/><figcaption class="wp-element-caption">Avistamento de um objeto voador não identificado (OVNI) – ou fenômeno anômalo não identificado (UAP) – no sul da Ásia, reportado ao DoD dos EUA. Crédito: Departamento de Defesa dos EUA</figcaption></figure>



<p>Dos 49 casos encerrados após uma análise mais aprofundada, 70% foram atribuídos a balões. Drones, pássaros, satélites e aeronaves também foram apontados como causas. Algo que chama bastante a atenção no relatório é o número crescente de ocorrências relacionadas aos satélites da megaconstelação Starlink, da SpaceX.</p>



<p>Além dos casos solucionados, 243 foram recomendados para arquivamento, mas que ainda vão passar por uma revisão detalhada por especialistas antes de uma decisão final.</p>



<p>Ainda existem 444 casos não concluídos devido à falta de dados suficientes para um desfecho definitivo. Esses incidentes estão sendo analisados para identificar padrões que possam surgir ao serem comparados com outros avistamentos.&nbsp;</p>



<p>O documento do AARO também classificou 21 incidentes como “anômalos”, ou seja, avistamentos com características ou comportamentos que merecem uma análise mais aprofundada. Segundo o órgão, esses fenômenos podem estar relacionados a tecnologias aeroespaciais avançadas, desenvolvidas por outros países, “e estão sendo investigados com a colaboração de parceiros de inteligência, ciência e tecnologia”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-aviao-comercial-quase-colidiu-com-ovni"><strong>Avião comercial quase colidiu com OVNI</strong></h2>



<p>Um dos casos de destaque envolveu a tripulação de um voo comercial que quase colidiu com um objeto cilíndrico próximo à costa de Nova York. Essa ocorrência está sob investigação.</p>



<p>O relatório também diz que drones têm sido uma preocupação crescente para a segurança. Dezoito casos de drones sobrevoando áreas protegidas foram registrados, incluindo uma instalação nuclear na Virgínia, onde os equipamentos transitaram por seis noites consecutivas em outubro de 2023. Em outro incidente, um drone caiu e foi recuperado pela polícia, que ainda investiga sua origem e propósito.</p>



<p>Para melhorar a coleta de dados e identificar fenômenos com maior precisão, o AARO está implementando um novo sistema de sensores chamado GREMLIN. Essa tecnologia combina radar 2D e 3D, GPS, câmeras infravermelhas e rastreamento de voo ADS-B, permitindo detecções e análise mais eficazes.&nbsp;</p>



<p>Um primeiro teste foi realizado em março, e um experimento mais extenso está programado para ocorrer em uma área de segurança nacional nos próximos meses, segundo o DoD.</p>



<p>Embora o relatório descarte a possibilidade de vida extraterrestre, a introdução da nomenclatura UAP e a continuidade das investigações mostram que a questão ainda apresenta muitos mistérios a serem resolvidos, com implicações para a segurança e a ciência.</p>



<p>Fonte: Olhar Digital / Representação artística elaborada com Inteligência Artificial de um relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre avistamentos de OVNIs entre 2023 e 2024. Crédito: Flavia Correia via DALL-E/Olhar Digital<br></p>



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<iframe title="PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO NA ÁREA DA CULTURA A PARTIR DA PNAB (PLANO NACIONAL ALDIR BLANC)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ptfKUV1gJpY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Contaminação por metais pesados: a ameaça dos poluentes ao oceano e à saúde humana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2023 15:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[metais pesados]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[saude human]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Despejo inadequado de resíduos industriais e do lixo doméstico tem causado danos significativos ao oceano, resultando em impactos quase irreparáveis Por Guilherme Castro Sousa &#8211; Domingo, 18 de junho de 2023 Desde indústrias mineradoras até o lixo doméstico, diariamente, diversas atividades humanas liberam metais pesados na natureza. São raras as localidades livres dessa contaminação e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Despejo inadequado de resíduos industriais e do lixo doméstico tem causado danos significativos ao oceano, resultando em impactos quase irreparáveis</em></p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/DESVENDANDO-O-OCEANO_METAIS-PESADOS_15_06-1.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p>Por <a href="https://jornal.usp.br/author/guilhermecastrosouusp-br/">Guilherme Castro Sousa</a> &#8211; Domingo, 18 de junho de 2023</p>



<p>Desde indústrias mineradoras até o lixo doméstico, diariamente, diversas atividades humanas liberam metais pesados na natureza. São raras as localidades livres dessa contaminação e o oceano acaba absorvendo uma grande parcela desses poluentes. Sua toxicidade representa um perigo não apenas para a vida marinha, mas também para os seres humanos.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://radiowebipiracity.com.br/"><img decoding="async" data-id="70022" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></a></figure>
</figure>



<p>O professor Rubens Figueira, especialista em Oceanografia Química do Instituto Oceanográfico (IO) da USP, explica que o termo “metais pesados” não se refere necessariamente a metais, mas sim a “elementos químicos potencialmente tóxicos, entre os quais se destacam o arsênio, cádmio, cromo, cobre, mercúrio, níquel, chumbo e zinco”. Embora sejam encontrados naturalmente no meio ambiente, em grandes quantidades esses elementos tornam a água e os alimentos impróprios para o consumo, podendo causar disfunções no sistema nervoso e aumentar a incidência de câncer.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_613637"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/03/20230306_rubens2.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-613637" width="173" height="173"/><figcaption class="wp-element-caption">Rubens Lopes Figueira – Foto: IO-USP</figcaption></figure>
</div>


<p>Quando ingeridos, os metais pesados tendem a se acumular nos tecidos, como no fígado, nos rins e nos músculos. Dessa forma, quando um ser vivo na base da cadeia alimentar serve de alimento para outro animal, esse predador também fica contaminado. Como os predadores precisam se alimentar de várias presas, acabam desenvolvendo níveis mais elevados de contaminação. “O mercúrio, por exemplo, destaca-se entre esses elementos como um metal que pode aumentar sua concentração ao longo da cadeia alimentar, impactando predadores do topo da cadeia, como peixes, aves e mamíferos, incluindo nós, que também nos alimentamos desses organismos”, explica Figueira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acidentes e desastres ambientais</h2>



<p>Indústrias de tintas, cloro, plásticos PVC, metalúrgicas, incineradores de lixo e mineradoras podem despejar grandes quantidades de metais pesados na natureza, caso não haja um sistema adequado de tratamento desses resíduos. Acidentes e desastres ambientais envolvendo essas indústrias também podem ter um impacto significativo. O caso do rompimento da barragem de Brumadinho, por exemplo, afetou severamente a população local. De acordo com a <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/pesquisa-mostra-que-populacao-de-brumadinho-tem-alta-exposicao-metais-pesados">Fiocruz</a>, mais da metade das crianças de 0 a 6 anos apresentava pelo menos um metal acima do valor de referência. Além disso, o lixo doméstico pode incluir metais pesados quando ocorre o descarte inadequado de tintas, pilhas, fertilizantes, pesticidas, canos de água, termômetros e lâmpadas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://radiowebipiracity.com.br/"><img decoding="async" width="720" height="90" data-id="89900" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Sabadao-VIP-1.jpeg" alt="" class="wp-image-89900" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Sabadao-VIP-1.jpeg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Sabadao-VIP-1-300x38.jpeg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a></figure>
</figure>



<p>As correntes oceânicas atuam como dispersoras desses poluentes pelo oceano, tornando praticamente impossível sua remoção. Dessa forma, Figueira destaca que “a instalação de aterros sanitários e industriais, sistemas de filtragem do ar e estações de tratamento de esgoto, entre outras estratégias, têm o potencial de reduzir significativamente a contaminação do ambiente marinho”. O professor explica que, associadas a políticas públicas, educação ambiental e à reciclagem, é possível diminuir ou até mesmo eliminar a propagação de metais pesados na natureza.</p>



<p>Parceria: <a href="http://www.catedraoceano.iea.usp.br/">Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano</a>, Instituto Oceanográfico e Instituto de Estudos Avançados<br>Boletim <em>Desvendando o Oceano</em><br>Produção: Alexander Turra e Katharina Grisotti<br>Coprodução: Cinderela Caldeira, Guilherme Castro Sousa, Julia Estanislau e Tulio Gonzaga<br>Edição: <a href="https://jornal.usp.br/radio/">Rádio USP</a><br>Você pode sintonizar a Rádio USP SP 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz, pela internet em www.jornal.usp.br ou nos principais agregadores de podcast.</p>



<p>Fonte: Jornal USP</p>



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		<title>Oceanos registram mês de maio mais quente da história, diz serviço europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 13:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em relação à temperatura do planeta, o mês de maio foi o segundo mais quente O Programa de Observação da Terra da União Europeia, Copernicus, divulgou nesta 4ª feira (07), um dado que merece atenção: a superfície dos oceanos teve o mês de maio mais quente já registrado pelo serviço europeu. Em nota, vice-diretora do Copernicus, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em relação à temperatura do planeta, o mês de maio foi o segundo mais quente</em></p>



<p>O Programa de Observação da Terra da União Europeia, Copernicus, divulgou nesta 4ª feira (07), um dado que merece atenção: a superfície dos oceanos teve o mês de maio mais quente já registrado pelo serviço europeu.</p>



<p>Em nota, vice-diretora do Copernicus, Samantha Burgess, disse que as temperaturas da superfície do oceano &#8220;estão atingindo níveis recordes&#8221;. Em relação à temperatura do planeta, o mês de maio foi o segundo mais quente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-88785" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1-1024x683.jpg 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1-300x200.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1-768x512.jpg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Organização Meteorológica Mundial, agência especializada no tema da ONU, disse que&nbsp;após três anos consecutivos de um clima influenciado pelo La Niña com padrões de chuvas em diferentes partes do mundo, há riscos&nbsp;do fenômeno El Niño retornar. Enquanto o primeiro representa o esfriamento, o segundo associa-se a um aumento das temperaturas.</p>



<p>Junto com o aquecimento global, a volta desse fenômeno poderia fazer do período de 2023-2027 o mais quente já registrado, diz a Organização.</p>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



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<iframe title="Escola aberta: uma escola em movimento" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JfVKsN3Po-w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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