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	<title>Oftalmologistas |</title>
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	<title>Oftalmologistas |</title>
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		<title>O daltonismo não possui impacto significativo na vida profissional de seus portadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2024 16:12:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Renata Moreto, o portador dessa condição não é capaz de atuar somente em áreas específicas, como a de piloto de avião e eletricista Por Felipe Bueno* &#8211; Sábado, 6 de janeiro de 2024 Daltonismo — discromatopsia ou discromopsia em termos científicos — é um distúrbio da visão que provoca no indivíduo afetado uma dificuldade na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Segundo Renata Moreto, o portador dessa condição não é capaz de atuar somente em áreas específicas, como a de piloto de avião e eletricista</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://jornal.usp.br/author/felipe-bueno/">Felipe Bueno*</a> &#8211; Sábado, 6 de janeiro de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daltonismo — discromatopsia ou discromopsia em termos científicos — é um distúrbio da visão que provoca no indivíduo afetado uma dificuldade na percepção das cores. É uma condição genética, ligada ao cromossomo X, que influi para que ambos os pais possam transmitir a condição para o filho, e estática, isto é, não apresenta piora no quadro de saúde da pessoa que a possui.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Condição genética</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A visão das cores está atribuída ao segmento do cromossomo X; dessa forma, indivíduos que possuem alteração nesse fragmento podem adquirir uma modificação congênita nessa percepção colorida. Nesse sentido, por conta da relação com o cromossomo X, as pessoas do sexo masculino possuem maior número de casos positivos para a condição, visto que são indivíduos XY, enquanto as mulheres são XX.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“As mulheres, indivíduos que possuem dois cromossomos X, em geral são carregadoras de genes alterados para visão de cores, mas, como elas possuem esse segundo cromossomo X, não manifestam a doença. Já os homens, que não recebem o segmento no cromossomo Y, apresentam maior incidência dessa alteração”, explica Renata Moreto, chefe do Departamento de Neuroftalmologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da Universidade de São Paulo, que estima que a incidência no sexo masculino seja em torno de 8% no mundo e de apenas 0,5% para o sexo feminino.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a médica, o diagnóstico começa a ser realizado enquanto o indivíduo ainda é criança e apresenta dificuldade para nomeação das cores, mas no início isso pode passar despercebido. Após algum tempo, os responsáveis costumam observar a complicação daquela condição e, para comprovar a diagnose, levam-na ao consultório oftalmológico.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_715429"><a href="https://jornal.usp.br/atualidades/o-daltonismo-nao-possui-impacto-significativo-na-vida-profissional-de-seus-portadores/attachment/20230104_renata-moreto-oftalmo/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/01/20230104_Renata-Moreto-oftalmo.jpeg?resize=250%2C250&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-715429" style="width:166px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Renata Moreto – Foto: Arquivo Pessoal/LinkedIn</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">No local, o diagnóstico é baseado em testes de visão de cores, sendo o Teste de Ishihara o mais utilizado, o qual consiste na apresentação de placas com números desenhados, de forma não definida e com certo contraste de cores. A partir disso, existe um gabarito, no qual se verifica se o paciente está pontuando de forma correta e, com esse dado, aponta-se a dificuldade visual que possui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista desenvolve formas de mitigar o problema e diz que não existem tratamentos ou curas para o distúrbio: “Temos os óculos, que tendem a promover uma melhor visualização das cores que já conseguem enxergar e aumenta o contraste, ou diminui, na intensidade de luz que possuem dificuldade, de forma a produzir uma pista do que está vendo e, assim, vai se conseguir nomear um número maior de cores. Os filtros medicinais promovem a diminuição no Efeito Glare, a entrada de luz e aumento do ofuscamento visual nesses pacientes”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Percepção das cores</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As funções visuais são divididas em categorias que definem diferentes aspectos da visão humana: acuidade visual, relacionada à clareza da visão; sensibilidade ao contraste, capacidade de reconhecer tons de cores diferentes; campo visual, campo de visão periférico; estereopsia, visão em terceira dimensão; e visão de cores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Os mamíferos que possuem origem placentária, como, por exemplo, os cães, conseguem enxergar apenas duas cores — são dicromatas; já os primatas, evolutivamente, ganharam um gene a mais relacionado à visão de cores e, portanto, são tricromatas, conseguem ter uma percepção do ambiente à sua volta em cores, visto que possuem três genes para processar três tipos de pigmentos”, explica Renata.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Os cones, células correspondentes à visão mais acurada do indivíduo, de forma geral, são divididos em três: azul, vermelho e verde. Apesar de ser possível identificar apenas esses três comprimentos de onda, eles são ativados em diferentes intensidades de luz e isso proporciona que as cores se misturem para produzir, a partir da ativação de porcentagem específicas de cada cone, cores diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A percepção das cores é iniciada na retina e o processamento visual termina no cérebro, região posterior onde se localiza o lobo occipital, responsável por realizar a interpretação dos espectros. Nesse sentido, o daltônico possui uma alteração que concebe um pigmento a menos ao indivíduo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mais comum dos diferentes tipos de daltonismo é a protanomalia, condição em que a pessoa tem dificuldade para enxergar cores relacionadas ao vermelho, porém, ainda consegue identificar alguma intensidade de luz nesse espectro. Quando o defeito é total, ou seja, sem nenhum pigmento nos cones vermelhos, é chamado de protanopia — o indivíduo é cego para a cor vermelha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tipo é a deuteranomalia, quando a condição está ligada a problemas na visualização de cores verdes, e deuteranopia, no caso da ausência de cones dessa cor. A tritanomalia, terceira categoria da doença e a mais rara, ocorre quando o indivíduo possui dificuldades para enxergar o espectro do azul; se ele for cego para o pigmento, tritanopia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Na última condição, há uma ausência total dos pigmentos nos cones, essa situação é chamada de acromatopsia, isto é, esse indivíduo é cego para todas as cores. Então, o acromata pode apresentar uma dificuldade na leitura, com luz alta, nistagmo e fotopsia.” A médica complementa que esse é um quadro considerado patológico e, dessa maneira, requer que haja uma maior atenção a esse paciente do que ao daltônico.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Renata, os indivíduos afetados pelo daltonismo não possuem impactos no seu desenvolvimento cognitivo, ou seja, não há influência na vida acadêmica nem na profissional. No entanto, eles não são capazes de atuar em algumas áreas específicas, por conta da dificuldade na nomeação de cores: carreira militar, piloto de avião e eletricista, por exemplo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Essas pessoas não apresentam dificuldade na leitura e não têm quaisquer outras alterações nos cinco componentes da visão. Então, elas têm boa percepção de campo visual, sensibilidade ao contraste e, também, visão em terceira dimensão”, finaliza.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Sob supervisão de Paulo Capuzzo e Cinderela Caldeira</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP</p>



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<iframe title="3 EIXOS  FUNDAMENTAIS PARA ENTENDER A POLITICA ATUAL DE IPIRÁ E UMA CONJECTURA PARA 2024" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/T2gOLRm5wrs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Oftalmologistas alertam para risco de suplementos com promessa de cura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 13:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmologistas]]></category>
		<category><![CDATA[risco de suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anvisa proibiu produtos que prometiam eficácia contra doenças oculares A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu na última segunda-feira (7) a fabricação, distribuição, venda, promoção e o uso de suplementos alimentares que alegavam, em sua publicidade, serem capazes de tratar doenças oculares como catarata, glaucoma e degeneração macular. Em nota, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Anvisa proibiu produtos que prometiam eficácia contra doenças oculares</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-08/anvisa-proibe-suplementos-irregulares-para-tratar-problemas-de-visao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">proibiu na última segunda-feira (7)</a> a fabricação, distribuição, venda, promoção e o uso de suplementos alimentares que alegavam, em sua publicidade, serem capazes de tratar doenças oculares como catarata, glaucoma e degeneração macular. Em nota, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) reforçou o alerta para os riscos da comercialização de tais produtos com a promessa de cura.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547931&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547931&amp;o=node"></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City.jpeg" alt="" class="wp-image-94783" width="842" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City.jpeg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City-300x38.jpeg 300w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O conselho chegou a receber diversos comunicados de seus associados sobre a venda de suplementos alimentares com a promessa de cura e tratamento de doenças oculares. Nas propagandas, os responsáveis pelos produtos alegavam que a ingestão dessas substâncias teria como efeito a melhora da visão de perto e longe, da visão embaçada e da pressão ocular e da catarata, além de prevenir o surgimento e o agravamento de problemas de visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A decisão da Anvisa é uma vitória importante, pois protege a população de propagandas enganosas e, principalmente, dos potenciais efeitos colaterais e da ineficácia de produtos que não auxiliarão no tratamento de doenças oculares”, avaliou, em nota, o presidente do conselho, Cristiano Caixeta Umbelino.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Propaganda enganosa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, a Anvisa alerta quanto às propagandas de produtos “com promessas milagrosas”, veiculadas na internet e em outros meios de comunicação, que prometem prevenir, tratar e curar doenças e agravos à saúde, além de melhorar problemas estéticos. “Muitas vezes, esses produtos são vendidos como suplementos alimentares, ou seja, alimentos fontes de nutrientes e outras substâncias bioativas, para os quais não há nenhuma comprovação junto à agência de ação terapêutica ou estética.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Anvisa não aprovou nenhuma alegação desse tipo para suplementos alimentares e a legislação sanitária proíbe expressamente que alimentos façam alegações de tratamento, cura, prevenção de doenças e agravos à saúde. Dessa forma, qualquer propaganda de suplementos alimentares que contenha esse tipo de alegação é irregular.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Orientações ao consumidor</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência recomenda que o consumidor não compre nem utilize suplementos alimentares que prometam agir nas situações listadas a seguir: &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Emagrecimento;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Aumento da musculatura; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Diminuição de rugas, celulite, estrias, flacidez; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Melhora das funções sexuais; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Aumento da fertilidade, melhora ou alívio de sintomas relacionados à tensão pré-menstrual, menopausa; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Aumento da atenção e foco; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Doenças degenerativas, como mal de Alzheimer, demência, doença de Parkinson; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Câncer;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Problemas de aumento da próstata e disfunção urinária;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Problemas de visão; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Doenças do coração, pressão alta, colesterol e triglicerídeos sanguíneos elevados; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Melhora da glicose sanguínea, diabetes e níveis de insulina; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Problemas gastrointestinais, como gastrite, má digestão; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Gripe, resfriado, covid-19, pneumonia; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Labirintite, zumbido no ouvido (tinitus); &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Distúrbios do sono, insônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Edição: Juliana Andrade</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Fisioterapia na terceira idade" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ZtyPkt7Sz5A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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