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	<title>OMS |</title>
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	<title>OMS |</title>
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		<title>OMS declara surto de ebola na África emergência global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 01:06:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão internacional anuncia medida após 80 mortes na República Democrática do Congo, oito contágios confirmados e 246 casos suspeitos. Uganda também registra casos. Domingo, 17 de maio de 2026 O gabinete do diretor-geral da&#160;Organização Mundial da Saúde&#160;(OMS) emitiu na noite de sábado (16/05) uma declaração de &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221; devido ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Órgão internacional anuncia medida após 80 mortes na República Democrática do Congo, oito contágios confirmados e 246 casos suspeitos. Uganda também registra casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 17 de maio de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gabinete do diretor-geral da&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/organiza%C3%A7%C3%A3o-mundial-da-sa%C3%BAde/t-19570721">Organização Mundial da Saúde</a>&nbsp;(OMS) emitiu na noite de sábado (16/05) uma declaração de &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221; devido ao novo surto de&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/ebola/t-36571791">ebola</a>&nbsp;causado pelo vírus Bundibugyo que afeta a República Democrática do Congo e Uganda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração, dada após consultas aos Estados afetados, inclui um anúncio de &#8220;emergência pandêmica&#8221;, embora o comunicado ressalte que o surto ainda &#8220;não cumpre os critérios de emergência pandêmica&#8221;, tal como são definidos no Regulamento Sanitário Internacional (RSI) de 2005.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as condições que levaram o organismo internacional a qualificar a situação como emergência estão os oito casos de contágio confirmados na sexta-feira por laboratórios, 246 casos suspeitos e 80 supostas mortes na província de Ituri, na República Democrática do Congo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, dois laboratórios confirmaram casos, incluindo um óbito, sem vínculo aparente entre eles, em um período de 24 horas, em Kampala, em Uganda, entre sexta-feira e sábado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possível&nbsp;propagação&nbsp;internacional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estes eventos constituem uma preocupação maior devido à possibilidade de &#8220;propagação internacional da doença&#8221;, da qual já foram documentados dois casos confirmados em Uganda de pessoas que viajaram a partir da República Democrática do Congo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças da África (CDC África) demonstraram preocupação com a possibilidade de transmissão devido à intensa mobilidade populacional e convocaram uma reunião urgente de coordenação de alto nível com entidades regionais e internacionais, como a OMS e os CDC dos&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/estados-unidos/t-17444908">Estados Unidos</a>, da&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/china/t-36343070">China</a>&nbsp;e da Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na declaração, a entidade sanitária afirma que se &#8220;requer coordenação e cooperação em nível internacional para compreender o alcance do surto, coordenar as medidas de vigilância, prevenção e resposta, ampliar e reforçar as operações e garantir a capacidade para aplicar medidas de controle&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo documento, a OMS recomendou &#8220;ativar os mecanismos nacionais de gestão de desastres e emergências e estabelecer um centro de operações de emergência e envolver a comunidade – por meio de líderes locais, religiosos e tradicionais, bem como de curandeiros –, de modo que ajudem na identificação de casos, no rastreamento de contatos e na educação sobre os riscos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último surto na RD Congo ocorreu no final de 2025 na província de Kasai (centro). Tratou-se do décimo sexto no país desde a descoberta do vírus em 1976.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a OMS, o ebola apresenta uma taxa de mortalidade de entre 60% e 80%, é transmitido por fluidos corporais e causa febre alta, fraqueza intensa e hemorragias graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">md (EFE, AFP) / O ebola, que se acredita ter se originado em morcegos, pode causar sangramento grave e falência de órgãos<small>Foto: IMAGE POINT FR/NIH/NIAID/BSIP/picture alliance</small></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-declara-surto-de-ebola-na-africa-emergencia-global/">OMS declara surto de ebola na África emergência global</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>OMS lança plano global para eliminar hepatites virais até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatites Virais]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[plano global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) acaba de lançar um novo&#160;manual&#160;global com estratégias para acelerar a eliminação das hepatites virais até 2030, colocando novamente o tema no centro das discussões de saúde pública mundial. A iniciativa surge em um momento crítico, marcado por baixas taxas de vacinação e alto número de pessoas que ainda desconhecem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) acaba de lançar um novo&nbsp;<a href="https://www.who.int/publications/i/item/9789240119529" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manual</a>&nbsp;global com estratégias para acelerar a eliminação das hepatites virais até 2030, colocando novamente o tema no centro das discussões de saúde pública mundial. A iniciativa surge em um momento crítico, marcado por baixas taxas de vacinação e alto número de pessoas que ainda desconhecem o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As hepatites virais seguem como um problema relevante de saúde pública, com impacto direto não só na saúde individual, mas também no sistema de saúde e na economia. “Estamos falando de doenças silenciosas, que muitas vezes só dão sinais em fases mais avançadas, quando já há comprometimento do fígado. Isso torna o diagnóstico precoce e a prevenção ainda mais importantes”, explica Patrícia Almeida Hepatologista, doutora pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBH</a></strong>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os tipos mais comuns estão as hepatites A, B e C. A hepatite A tem transmissão fecal-oral e costuma ter evolução aguda. Já as hepatites B e C são transmitidas principalmente por contato com sangue contaminado, relações sexuais desprotegidas ou objetos perfurocortantes, podendo evoluir para formas crônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando não tratadas, as hepatites B e C podem levar a complicações graves como cirrose e câncer de fígado. E o grande problema é que muitos pacientes convivem com o vírus sem saber”, alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vacinação abaixo da meta preocupa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da existência de vacinas seguras e eficazes contra as hepatites A e B, a cobertura vacinal ainda está aquém do ideal no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2021, a cobertura da segunda dose da vacina contra hepatite B em crianças menores de um ano foi de 77,8%, abaixo da meta de 90%. Já para hepatite A, a cobertura ficou em 64,8% entre crianças e adolescentes, também distante do recomendado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As hepatites virais continuam a representar uma ameaça significativa à saúde pública no Brasil. Somente em 2024, o país registrou mais de 34 mil casos da doença e cerca de 1.100 mortes diretas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses números são preocupantes porque indicam uma população ainda vulnerável. A vacinação é a principal ferramenta de prevenção e precisa ser ampliada com urgência”, reforça a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a vacina contra hepatite A é aplicada em duas doses, enquanto a vacina contra hepatite B segue esquema de três doses. Ambas oferecem proteção eficaz e duradoura. Já a hepatite C ainda não possui vacina disponível, o que torna o diagnóstico e tratamento ainda mais essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impacto vai além da saúde individual</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A baixa cobertura vacinal e o grande número de casos não diagnosticados podem resultar em aumento de internações, complicações graves e custos elevados para o sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o estigma ainda associado às hepatites virais contribui para o atraso no diagnóstico e no tratamento. “Muitas pessoas evitam falar sobre o tema ou buscar ajuda por preconceito ou falta de informação. Isso precisa mudar. Informação também é uma forma de prevenção”, destaca Patrícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alerta global e necessidade de ação imediata</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo manual da OMS reforça que eliminar as hepatites virais como problema de saúde pública até 2030 é possível, mas depende de ações coordenadas entre governos, profissionais de saúde e população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente tem vacina, tem tratamento e tem conhecimento. O que falta, muitas vezes, é ampliar o acesso e conscientizar a população sobre a importância de se prevenir e se testar”, finaliza a hepatologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicina SA / Foto: SES-MG / Divulgação</p>



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<iframe title="OS EFEITOS DA MUDANÇA CLIMÁTICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/b_CiIReHsQk?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-lanca-plano-global-para-eliminar-hepatites-virais-ate-2030/">OMS lança plano global para eliminar hepatites virais até 2030</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>USP busca enfermeiros para avaliar treinamento da OMS em saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP precisam de voluntários para a pesquisa Treinamento on-line da Iniciativa QualityRights da OMS sobre saúde mental, recuperação e inclusão: um estudo de métodos mistos com enfermeiros(as) brasileiros(as), que vai avaliar a implementação do QualityRights, treinamento on-line, gratuito e desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP precisam de voluntários para a pesquisa Treinamento on-line da Iniciativa QualityRights da OMS sobre saúde mental, recuperação e inclusão: um estudo de métodos mistos com enfermeiros(as) brasileiros(as), que vai avaliar a implementação do QualityRights, treinamento on-line, gratuito e desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para qualificar práticas em saúde mental com foco em direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem participar enfermeiros, especialistas ou generalistas, que vão realizar o treinamento da OMS, com duração média de 24h, além de preencher dois questionários on-line, um antes e outro após a formação, em cerca de dez minutos cada. Os interessados podem se inscrever pelo site da OMS, neste link, ou pelo aplicativo Who Academy, na aba QualityRights em Saúde Mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe coordenadora da pesquisa preparou um vídeo com o passo a passo de como se cadastrar, que pode ser acessado neste link. Após a conclusão da formação, os participantes receberão um certificado da OMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de fortalecer a atuação dos enfermeiros para um cuidado mais ético e inclusivo, o estudo, coordenado pela professora da EERP Carla Aparecida Arena Ventura, quer colaborar para a adaptação e promoção de ferramentas educativas que reforcem os direitos humanos nos cuidados de saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações pelo e-mail: etrainingqualityrights@gmail.com, ou pelo telefone: (16) 99319-9233. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(Com informações do Jornal da USP)</p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/usp-busca-enfermeiros-para-avaliar-treinamento-da-oms-em-saude-mental/">USP busca enfermeiros para avaliar treinamento da OMS em saúde mental</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Acesso mundial à cirurgia de catarata avança, mas milhões ainda estão sem tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de catarata]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A catarata é atualmente a principal causa de cegueira evitável no mundo. Embora a cirurgia seja considerada um procedimento seguro, eficaz e de baixo custo, milhões de pessoas ainda convivem com deficiência visual por falta de acesso ao tratamento adequado. Apesar da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) para um aumento de 30% na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A catarata é atualmente a principal causa de cegueira evitável no mundo. Embora a cirurgia seja considerada um procedimento seguro, eficaz e de baixo custo, milhões de pessoas ainda convivem com deficiência visual por falta de acesso ao tratamento adequado. Apesar da meta da Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) para um aumento de 30% na qualidade e cobertura nesses procedimentos até 2030, um&nbsp;<a href="https://www.thelancet.com/journals/langlo/article/PIIS2214-109X(25)00435-8/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>&nbsp;global acaba de informar que esse número não deve passar dos 8,4 pontos porcentuais até a data definida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da baixa estimativa projetada, o estudo coloca em evidência as desigualdades entre regiões ricas e pobres, com acesso amplo aos ricos e falta de especialistas, serviços limitados e custos elevados como barreiras ao acesso das populações mais pobres. Destaca ainda diferenças de acesso entre gêneros, maior déficit de atendimento às mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicados na revista The Lancet Global Health, esses são os principais resultados da revisão bibliográfica de artigos abrangendo diferentes regiões do planeta. Professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/fmrp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FMRP</a></strong>) da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/usp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">USP</a>&nbsp;</strong>e integrante da equipe de pesquisadores, João Marcello Furtado conta que a principal motivação do estudo foi “medir, de forma comparável entre países e regiões, se as pessoas que precisam de cirurgia de catarata estão, de fato, conseguindo acessar o procedimento e, além disso, estão obtendo um bom resultado visual”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dados globais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão utilizou dados de 233 levantamentos populacionais, abrangendo 68 países no período entre 2003 e 2024. A amostra incluiu principalmente adultos com 50 anos ou mais, contemplando indivíduos com diferentes graus de comprometimento visual. Além disso, o estudo reuniu participantes de diversas regiões do mundo, o que permitiu uma análise mais ampla e representativa das desigualdades no acesso à cirurgia de catarata em escala global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Informa o professor Furtado que esses dados foram obtidos a partir de bases abertas do Global Vision Database e também por contato direto com investigadores para acesso a bancos individuais. “A padronização ocorreu com a aplicação de uma definição comum de cobertura cirúrgica efetiva de catarata, usando critérios uniformes para necessidade de cirurgia e para bom resultado visual pós-operatório”, detalha ele. Além disso, as estimativas foram ponderadas por idade e gênero, e os autores priorizaram, para cada país, os estudos mais recentes e mais representativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desigualdades persistentes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultados centrais, embora tenham encontrado avanços relativos no acesso global à cirurgia de catarata, os pesquisadores constataram a persistência de lacunas importantes que fazem da meta da OMS para 2030 um objetivo distante. A projeção indica um aumento de apenas 8,4 pontos porcentuais entre 2020 e 2030, bem abaixo dos 30 pontos propostos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, observa-se uma tendência de crescimento na cobertura efetiva desde os anos 2000. Segundo o professor, esse avanço pode ser explicado por uma combinação de fatores, como a ampliação da oferta de cirurgias em diversos países, a maior organização dos programas de saúde ocular, a adoção de metodologias padronizadas de monitoramento, o fortalecimento de iniciativas nacionais e regionais de combate à cegueira evitável e os avanços na formação de profissionais e na capacidade cirúrgica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços observados, a pesquisa evidencia uma grande desigualdade entre os países. Em nações de alta renda, o acesso à cirurgia é mais amplo e estruturado. Já em regiões de baixa renda, persistem desafios como a escassez de especialistas, a limitação dos serviços oftalmológicos e os custos, que ainda representam uma barreira significativa para a população.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qualidade nos cuidados pós-cirúrgicos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto destacado pelo estudo é a qualidade do cuidado ao longo da linha assistencial. “Não basta operar mais; é preciso operar bem e garantir refração, óculos quando necessários e manejo de complicações”, explica o professor. Nesse contexto, parte dos resultados insatisfatórios após a cirurgia poderia ser evitada ou tratada. Segundo Furtado, “o erro refrativo residual, por exemplo, foi responsável por cerca de 26,4% dos desfechos visuais considerados inadequados, sugerindo que melhor refração e correção óptica após a cirurgia poderiam aumentar de forma mensurável a cobertura efetiva”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise também evidencia desigualdades de gênero no acesso ao tratamento. Em alguns países, as mulheres apresentam menor acesso à cirurgia de catarata em comparação aos homens. “A explicação mais provável é estrutural. Em muitos contextos, mulheres enfrentam maior dependência econômica, menor autonomia para buscar cuidado, mais barreiras de mobilidade, maior carga de trabalho doméstico e de cuidado, e menor prioridade dentro da própria família para procedimentos eletivos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desafios definem os próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o professor avalia que, apesar dos avanços, o progresso ainda está aquém do necessário. “A cirurgia de catarata é uma das intervenções mais custo-efetivas da saúde, mas milhões de pessoas seguem sem acesso ao procedimento. Mantido o ritmo atual, a meta global para 2030 dificilmente será alcançada”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Furtado também destaca que a ampliação do acesso precisa caminhar junto com a qualidade do atendimento. “A distância entre a cobertura cirúrgica total e a cobertura cirúrgica efetiva mostra que parte dos pacientes chega à cirurgia, mas não atinge o resultado esperado.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próximos passos da pesquisa se concentram em duas frentes principais: o aprimoramento da mensuração, com a ampliação de dados provenientes de países ainda pouco representados, e o aprofundamento da avaliação da qualidade do cuidado oferecido ao longo de toda a linha assistencial. “Em termos práticos, a agenda agora é menos descrever o problema de forma geral, e identificar onde, em cada contexto, a linha de cuidado está falhando e como corrigi-la.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



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<iframe title="ELEIÇÕES 2026:A POLARIZAÇÃO NA POLÍTICA BRASILEIRA CONFIRMADA…." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oJYguq8dtM8?start=3720&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/acesso-mundial-a-cirurgia-de-catarata-avanca-mas-milhoes-ainda-estao-sem-tratamento/">Acesso mundial à cirurgia de catarata avança, mas milhões ainda estão sem tratamento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Práticas domésticas de segurança dos alimentos têm falhas persistentes no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 20:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CITY RURAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo avalia práticas de higiene e manipulação de alimentos em lares brasileiros, indicando a necessidade urgente de ações educativas Texto: Alicia Nascimento Aguiar* &#8211; Terça, 17 de fevereiro de 2026 Dados epidemiológicos de diversos países indicam que a maioria dos surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) ocorre dentro das residências, porém há pouca informação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Estudo avalia práticas de higiene e manipulação de alimentos em lares brasileiros, indicando a necessidade urgente de ações educativas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Texto: Alicia Nascimento Aguiar* &#8211; Terça, 17 de fevereiro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados epidemiológicos de diversos países indicam que a maioria dos surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) ocorre dentro das residências, porém há pouca informação sobre práticas domésticas de higiene e manipulação de alimentos.&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2949824426000273?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um estudo</a>&nbsp;realizado em parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP avaliou práticas de higiene e manipulação de alimentos em lares brasileiros e revelou dados preocupantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para estabelecer um paralelo entre as falhas de higiene identificadas no Brasil e no mundo, o estudo revelou que as Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA) ocorrem em todas as regiões do mundo e estão frequentemente associadas a falhas de higiene na manipulação e no armazenamento dos alimentos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 600 milhões de pessoas, ou seja, quase um em cada dez indivíduos no mundo adoece todos os anos após consumir alimentos contaminados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em território brasileiro, dados do Ministério da Saúde no Brasil revelam que, entre 2014 e 2023, foram notificados 6.874 surtos de DTHA, resultando em 110.614 casos de doença e 121 óbitos. As bactérias&nbsp;<em>Escherichia coli</em>&nbsp;(34,8%),&nbsp;<em>Staphylococcus aureus</em>&nbsp;(9,7%) e&nbsp;<em>Salmonella</em>&nbsp;(9,6%) foram as mais prevalentes. Já o principal local de ocorrência foram as residências (34%), quase o dobro do observado em restaurantes e padarias, que aparecem em seguida com 14,6%, evidenciando o papel do ambiente doméstico na ocorrência de DTHA no País.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para compilar os dados, um estudo foi conduzido por pesquisadores brasileiros, com participação da professora Daniele Maffei, do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Esalq, e&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2949824426000273?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado</a>&nbsp;recentemente na revista&nbsp;<em>Food and Humanity,</em>&nbsp;da Elsevier. Por meio de um questionário on-line aplicado a 5 mil pessoas em todo o País, os pesquisadores buscaram as práticas de higiene, manipulação e armazenação de alimentos em domicílios brasileiros.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized" id="attachment_971803"><a class="no-lightbox" href="https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-agrarias/praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil/attachment/20260122_daniele-maffei/"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2026/01/20260122_Daniele-Maffei.jpg" alt="Mulher branca de cabelos pretos compridos, blusa de mangas curtas preta. Sorri para a foto" class="wp-image-971803" style="width:169px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Daniele Maffei – Foto:&nbsp;<a href="https://www.researchgate.net/profile/Daniele-Maffei-2">ResearchGate GmbH</a></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O estudo registrou temperaturas de 216 refrigeradores domésticos, sendo que, destes, 91% estavam dentro da faixa recomendada (0 a 10°C), além de mostrar que a maioria dos participantes (81%) não utiliza bolsas ou sacolas térmicas para transportar alimentos refrigerados ou congelados do mercado até suas casas. “O transporte sem bolsa térmica permite que alimentos refrigerados fiquem em temperatura favorável ao desenvolvimento microbiano”, alerta Daniele Maffei. Muitos também relataram descongelar alimentos à temperatura ambiente (39,5%) ou em um recipiente com água (18,3%). “Descongelar fora da refrigeração também favorece a multiplicação de microrganismos na superfície dos alimentos”, adverte a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas 38% dos participantes higienizam corretamente frutas e verduras; 46,3% relataram ter o hábito de lavar carnes na pia da cozinha; 24% consomem carnes malcozidas; e 17% consomem ovos crus ou malcozidos. A renda familiar mensal influenciou diretamente as práticas de higiene, manipulação e consumo de produtos de origem animal, indicando diferenças nos padrões sanitários entre faixas de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses resultados indicam que pequenas atitudes do dia a dia podem favorecer a contaminação e, consequentemente, o adoecimento, quando a higiene na manipulação e no armazenamento dos alimentos não é adequada. “Falhas significativas persistem nas práticas domésticas de segurança dos alimentos no Brasil, indicando a necessidade urgente de ações educativas e estratégias de comunicação voltadas à prevenção das Doenças Transmitidas por Alimentos no ambiente domiciliar. Isso reforça a importância de ações educativas para melhorar a segurança dos alimentos, algo que buscamos sempre disseminar por meio das atividades de extensão”, concluiu Daniele Maffei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo pode ser&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2949824426000273?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acessado neste link</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Da Divisão de Comunicação da Esalq</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Pequenas atitudes do dia a dia, como não descongelar alimentos fora da refrigeração, podem prevenir contaminação – Foto: Gerhard Waller/Esalq<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COMO FAZER UMA BOA INTERPRETAÇÃO DAS ESCRITURAS?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/i-kywYY-vZw?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil/">Práticas domésticas de segurança dos alimentos têm falhas persistentes no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para tratar a doença na gestação e cuidados para prevenir complicações. A endocrinologista Lívia Mara Mermejo, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (FMRP–USP), explica as causas da diabetes gestacional. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para tratar a doença na gestação e cuidados para prevenir complicações. A endocrinologista Lívia Mara Mermejo, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/fmrp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FMRP</a></strong>–<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/usp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">USP</a></strong>), explica as causas da diabetes gestacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diabetes gestacional ocorre quando a doença aparece pela primeira vez durante a gravidez, quando não há diagnóstico prévio. “A principal razão para o aparecimento de diabetes gestacional é o aumento do que a gente chama de resistência à insulina, que é provocado pelos hormônios da placenta. A placenta produz hormônios que antagonizam a ação da insulina e isso gera uma incapacidade do pâncreas em aumentar a secreção de insulina adequadamente em algumas pacientes.” Os fatores que aumentam as chances de desenvolver diabetes durante a gravidez são diversos e incluem: obesidade, ganho de peso excessivo, idade materna avançada, história familiar de diabetes, casos de diabetes gestacional anteriores e síndrome dos ovários policísticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desenvolvimento da doença e riscos ao bebê</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Lívia explica que a chance de desenvolver diabetes durante a gestação é maior por motivos biológicos e mudanças no corpo. “A gravidez é um período de mudanças metabólicas e fisiológicas que elevam a resistência à insulina. Mulheres que já tinham fatores de risco têm uma maior probabilidade de desenvolver o diabetes gestacional. Com o aumento da prevalência de obesidade e de diabetes tipo 2 na população, há mais gestantes com diabetes preexistente ou que desenvolvem hiperglicemia durante a gravidez, o que torna o rastreio e o acompanhamento ainda mais importantes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora também explica os riscos ao feto durante a gravidez. “Os riscos fetais estão relacionados à exposição dentro do útero à glicose aumentada que vem da mãe. A glicose da mãe atravessa a placenta e estimula a produção de insulina pelo feto, o que favorece um crescimento excessivo e aumenta os riscos durante o parto. Depois que o bebê nasce, no período neonatal imediato, o recém-nascido corre o risco de ter hipoglicemia, ou seja, do açúcar no sangue cair. Ele também tem o risco de desconforto respiratório e outras alterações metabólicas, maior chance de obesidade, síndrome metabólica e diabetes tipo 2 na infância ou na vida adulta.” Lívia destaca que o bebê não nasce com diabetes por ter sofrido exposição materna aguda, mas possui um risco aumentado no futuro para ter doenças metabólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medidas de prevenção e tratamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas de prevenção do diabetes gestacional começam ainda na fase pré-concepcional e se estendem por toda a gestação. “É necessário um rastreamento precoce logo na primeira consulta pré-natal para avaliar os níveis de glicemia da gestante. Entre 24 e 28 semanas de gravidez, todas as gestantes que não tinham diabetes previamente devem fazer um teste chamado Teste de Tolerância Oral à Glicose. Além disso, também são recomendadas intervenções não farmacológicas que incluem cuidar da alimentação, ter uma dieta balanceada — sempre que possível orientada por nutricionista–, prática de exercícios físicos que são apropriados à gestação previamente liberados pelo obstetra e realizados com educadores físicos,” finaliza a professora. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A SAÚDE PÚBLICA NEGLIGENCIADA E A MEDICINA VETERINÁRIA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/IinadPgsw-8?start=16&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez-2/">OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 20:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lívia Mara Mermejo comenta a respeito das novas diretrizes, as quais incluem causas e métodos para prevenir e tratar a diabetes durante a gestação Por Gabriel Albuquerque &#8211; Domingo, 21 de dezembro de 2025 A Organização Mundial da Saúde divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Lívia Mara Mermejo comenta a respeito das novas diretrizes, as quais incluem causas e métodos para prevenir e tratar a diabetes durante a gestação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Gabriel Albuquerque &#8211; Domingo, 21 de dezembro de 2025</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/12/DIABETES-NA-GRAVIDEZ_GABRIEL-ALBUQUERQUE-1.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para tratar a doença na gestação e cuidados para prevenir complicações. A endocrinologista Lívia Mara Mermejo, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, explica as causas da diabetes gestacional.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_947933"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/10/20251022_livia-mara-300x300.jpg" alt="" class="wp-image-947933" style="width:179px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Lívia Mara Mermejo – Foto: Currículo Lattes</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A diabetes gestacional ocorre quando a doença aparece pela primeira vez durante a gravidez, quando não há diagnóstico prévio. “A principal razão para o aparecimento de diabetes gestacional é o aumento do que a gente chama de resistência à insulina, que é provocado pelos hormônios da placenta. A placenta produz hormônios que antagonizam a ação da insulina e isso gera uma incapacidade do pâncreas em aumentar a secreção de insulina adequadamente em algumas pacientes.” Os fatores que aumentam as chances de desenvolver diabetes durante a gravidez são diversos e incluem: obesidade, ganho de peso excessivo, idade materna avançada, história familiar de diabetes, casos de diabetes gestacional anteriores e síndrome dos ovários policísticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desenvolvimento da doença e riscos ao bebê</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lívia explica que a chance de desenvolver diabetes durante a gestação é maior por motivos biológicos e mudanças no corpo. “A gravidez é um período de mudanças metabólicas e fisiológicas que elevam a resistência à insulina. Mulheres que já tinham fatores de risco têm uma maior probabilidade de desenvolver o diabetes gestacional. Com o aumento da prevalência de obesidade e de diabetes tipo 2 na população, há mais gestantes com diabetes preexistente ou que desenvolvem hiperglicemia durante a gravidez, o que torna o rastreio e o acompanhamento ainda mais importantes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora também explica os riscos ao feto durante a gravidez. “Os riscos fetais estão relacionados à exposição dentro do útero à glicose aumentada que vem da mãe. A glicose da mãe atravessa a placenta e estimula a produção de insulina pelo feto, o que favorece um crescimento excessivo e aumenta os riscos durante o parto. Depois que o bebê nasce, no período neonatal imediato, o recém-nascido corre o risco de ter hipoglicemia, ou seja, do açúcar no sangue cair. Ele também tem o risco de desconforto respiratório e outras alterações metabólicas, maior chance de obesidade, síndrome metabólica e diabetes tipo 2 na infância ou na vida adulta.” Lívia destaca que o bebê não nasce com diabetes por ter sofrido exposição materna aguda, mas possui um risco aumentado no futuro para ter doenças metabólicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Medidas de prevenção e tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas de prevenção do diabetes gestacional começam ainda na fase pré-concepcional e se estendem por toda a gestação. “É necessário um rastreamento precoce logo na primeira consulta pré-natal para avaliar os níveis de glicemia da gestante. Entre 24 e 28 semanas de gravidez, todas as gestantes que não tinham diabetes previamente devem fazer um teste chamado Teste de Tolerância Oral à Glicose. Além disso, também são recomendadas intervenções não farmacológicas que incluem cuidar da alimentação, ter uma dieta balanceada — sempre que possível orientada por nutricionista–, prática de exercícios físicos que são apropriados à gestação previamente liberados pelo obstetra e realizados com educadores físicos,” finaliza a professora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*<em>Sob supervisão de Paulo Capuzzo e Cinderela Caldeira</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / <em>A chance de desenvolver diabetes durante a gestação é maior por motivos biológicos e mudanças no corpo – Foto: </em><a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/jovem-latina-gravida-medindo-glicose-em-casa_49701274.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=0&amp;uuid=281c4dc3-58bc-4105-8304-d56ec67dc7c8&amp;query=gravida+diabete">krakenimagens.com/Freepik</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O PARTO NÃO TERMINA QUANDO O BEBÊ NASCE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QFh3smSzxVA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez/">OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>OMS reconhece o fim da transmissão do HIV de mãe para filho no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o maior país do mundo a eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, a chamada transmissão vertical, como problema de saúde pública. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, antecipou o anúncio durante o programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov. Segundo Padilha, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Brasil foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) como o maior país do mundo a eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, a chamada transmissão vertical, como problema de saúde pública. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, antecipou o anúncio durante o programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Padilha, o Conselho da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/unaids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unaids</a>&nbsp;</strong>(Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) em conjunto com representantes da OMS visitará o Brasil esta semana para a entrega oficial da certificação ao governo brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Significa que o Brasil conseguiu eliminar graças ao SUS [Sistema Único de Saúde], aos testes rápidos das unidades básicas de saúde, aos testes do pré-natal, às gestantes que têm HIV tomarem a medicação pelo SUS”, disse Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro lembrou que há algumas décadas o Brasil tinha iniciativas filantrópicas para manutenção de abrigos para órfãos com HIV, que haviam perdido os pais em decorrência da Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Abrigavam aqueles bebês que tinham nascido com HIV e seus pais tinham morrido. A gente não tem mais isso no nosso país, felizmente, nem a transmissão do HIV da gestante para o bebê”, comemorou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, o Brasil apresentou um dossiê à organização mundial no mês julho com os dados do SUS no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(<em>Com informações da Agência Brasil)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO SOBRE A SAÚDE DE IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gjoMMo2nivc?start=24&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>OMS: 840 milhões de mulheres no mundo foram alvo de violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase uma em cada três mulheres – cerca de 840 milhões em todo o mundo – já sofreu algum episódio de&#160;violência&#160;doméstica ou sexual ao longo da vida. O dado, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), praticamente não mudou desde o ano 2000. Apenas nos últimos 12 meses, 316 milhões de mulheres – 11% delas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quase uma em cada três mulheres – cerca de 840 milhões em todo o mundo – já sofreu algum episódio de&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/violencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">violência</a>&nbsp;</strong>doméstica ou sexual ao longo da vida. O dado, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>), praticamente não mudou desde o ano 2000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas nos últimos 12 meses, 316 milhões de mulheres – 11% delas com 15 anos ou mais – foram vítimas de violência física ou sexual praticada pelo parceiro. “O progresso na redução da violência por parceiro íntimo tem sido dolorosamente lento, com uma queda anual de apenas 0,2% nas últimas duas décadas”, destacou a OMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez, o relatório inclui estimativas nacionais e regionais de violência sexual praticada por alguém que não seja o parceiro. É o caso de 263 milhões de mulheres com 15 anos ou mais. “Um número que, segundo especialistas, é significativamente subnotificado devido ao estigma e ao medo”, alertou a OMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A violência contra mulheres é uma das injustiças mais antigas e disseminadas da humanidade e, ainda assim, uma das menos combatidas”, avaliou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nenhuma sociedade pode se considerar justa, segura ou saudável enquanto metade de sua população vive com medo”, completou, ao citar que acabar com a violência sexual contra mulheres não é apenas uma questão política, mas de dignidade, igualdade e direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por trás de cada estatística, há uma mulher ou menina cuja vida foi alterada para sempre. Empoderar mulheres e meninas não é opcional, é um pré-requisito para a paz, o desenvolvimento e a saúde. Um mundo mais seguro para as mulheres é um mundo melhor para todos”, concluiu Tedros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A OMS alerta que mulheres vítimas de violência enfrentam gestações indesejadas, maior risco de contrair infecções sexualmente transmissíveis e depressão. “Os serviços de saúde sexual e reprodutiva são um importante ponto de entrada para que as sobreviventes recebam o atendimento de alta qualidade de que precisam”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório destaca ainda que a violência contra mulheres começa cedo, e os riscos persistem ao longo da vida. Ao longo dos últimos 12 meses, 12,5 milhões de adolescentes com idade entre 15 e 19 anos (16% do total) sofreram violência física e/ou sexual praticada pelo parceiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora a violência ocorra em todos os países, mulheres em países menos desenvolvidos, afetados por conflitos e vulneráveis ​​às mudanças climáticas são afetadas de forma desproporcional”, ressaltou a OMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Oceania, por exemplo, com exceção da Austrália e da Nova Zelândia, registrou uma taxa de prevalência de 38% de violência praticada por parceiro ao longo do último ano – mais de três vezes a média global, de 11%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelo à ação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório, mais países coletam dados para fundamentar políticas públicas de combate à violência contra a mulher, mas ainda existem lacunas significativas – sobretudo em relação à violência sexual praticada por pessoas que não são parceiros íntimos, e a grupos marginalizados como mulheres indígenas, migrantes e com deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acelerar o progresso global e gerar mudanças significativas na vida de mulheres e meninas afetadas pela violência, o documento apela para ações governamentais decisivas e financiamento com o objetivo de:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Ampliar programas de prevenção baseados em evidências;</li>



<li>Fortalecer serviços de saúde, jurídicos e sociais centrados nas sobreviventes;</li>



<li>Investir em sistemas de dados para monitorar o progresso e alcançar grupos mais vulneráveis;</li>



<li>Garantir a aplicação de leis e políticas que empoderem mulheres e meninas. </li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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<iframe title="Varizes: cuidados, resultados e prevenção de novas varizes" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4jI7QAD8a18?start=486&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>OMS enfrentará lobby contra a saúde pública?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Lobby]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Brito e Luiza Brazuna • OMS: corporações são entrave ao tratamento de doenças crônicas • Volta debate sobre rol da ANS • Amamentação e saúde • E MAIS: obesidade; impacto das DNTs; institutos nacionais; afogamentos Reunião anual da OMS deve declarar nesta quinta-feira um&#160;dia mundial contra doenças crônicas não transmissíveis&#160;(DCNT), tais como cardiovasculares e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Gabriel Brito e Luiza Brazuna</p>



<p class="wp-block-paragraph">• OMS: corporações são entrave ao tratamento de doenças crônicas • Volta debate sobre rol da ANS • Amamentação e saúde • E MAIS: obesidade; impacto das DNTs; institutos nacionais; afogamentos </p>



<p class="wp-block-paragraph">Reunião anual da OMS deve declarar nesta quinta-feira um&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/09/gigantes-do-alcool-tabaco-e-ultraprocessados-impedem-novas-politicas-de-saude-diz-oms.shtml">dia mundial contra doenças crônicas não transmissíveis</a>&nbsp;(DCNT), tais como cardiovasculares e cânceres. O simbolismo vem em momento percebido como de bloqueio por parte da indústria de consumo de itens não saudáveis, a exemplo de comida ultraprocessada e tabaco.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão da agência, o capital de tais setores tem sistematicamente bloqueado políticas públicas para inibir o consumo de seus produtos – a exemplo de reformas tributárias que aumentem seus custos ou campanhas de educação. Para a OMS, milhões de vidas deixam de ser salvas e políticas direcionadas poderiam gerar US$ 1 trilhão em benefícios econômicos até 2030.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>STF cede a pressão empresarial para cobertura de tratamentos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Promulgada em 2022, a lei do rol exemplificativo foi aprovada pelo Congresso e acolhia exigências de famílias de usuários de planos de saúde que lutam por acesso a tratamentos não previstos pelos seguros. Segundo essa lei, os convênios médicos não devem se limitar a oferecer apenas tratamentos contidos na lista feita pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No entanto, nunca houve regulação definitiva do tema – e agora o STF decidiu limitá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/09/stf-amplia-criterios-para-que-planos-de-saude-cubram-procedimentos-que-estao-fora-do-rol-da-ans.shtml">Em decisão de quinta</a>&nbsp;(18), a corte afirma que os tratamentos não previstos no rol de um seguro de saúde devem ter autorização da Anvisa. Além disso, tenta limitar o alcance de terapias alternativas. A decisão atende à pressão empresarial e afeta especialmente portadores de doenças raras e famílias de pessoas do espectro autista, para o qual não há tratamentos específicos e definitivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ministros do STF alegam necessidade de conter a judicialização no setor, mas nada indica que ampliar a margem das empresas para negar tratamentos pacificará a relação com os usuários de seus serviços.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Os benefícios da amamentação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/09/estudo-desvenda-mecanismo-imunologico-envolvido-na-amamentacao.shtml">estudo</a>&nbsp;realizado nos EUA, publicado na revista&nbsp;<em>Nature Imunology</em>,&nbsp;<a href="https://www.nature.com/articles/s41590-025-02218-3">traz novas conclusões</a>&nbsp;positivas a respeito do leite materno. Segundo análises laboratoriais, a amamentação promove um deslocamento de células T, de proteção de tecidos e órgãos, para as glândulas mamárias, o que amplia a imunidade do bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a observação, há uma transferência destas células para a lactação, com três subtipos que se desenvolvem no corpo da mãe, com benefícios na saúde e desenvolvimento da criança. A descoberta reforça a importância da amamentação até pelo menos os 6 meses de vida. A OMS considera que esta forma de alimentação do bebê pode salvar até 820 mil vidas por ano.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obesidade e risco cardiovascular</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nova diretriz brasileira, elaborada por um conjunto de entidades, determina que todos os pacientes adultos com sobrepeso ou obesidade devem ter sua condição cardiovascular avaliada e categorizada.&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-09/nova-diretriz-sobre-obesidade-e-sobrepeso-foca-em-risco-cardiovascular">Saiba mais</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impacto do combate às DNTs na economia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Novo relatório da OMS revelou que um investimento de apenas 3 dólares por pessoa anualmente no combate às doenças não-transmissíveis poderia gerar benefícios econômicos de até US$ 1 trilhão até 2030.&nbsp;<a href="https://www.who.int/news/item/18-09-2025-who-urges-cost-effective-solutions-on-ncds-and-mental-health-amidst-slowing-progress">O que dizem as autoridades</a>?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rede dos INs dos Brics</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos encaminhamentos da 1ª Conferência dos Institutos Nacionais de Saúde Pública (INSP) dos Brics, organizada pela Fiocruz em parceria com o Ministério da Saúde, foi a criação da Rede Permanente dos INSPs do bloco.&nbsp;<a href="https://agencia.fiocruz.br/rede-dos-institutos-nacionais-de-saude-publica-dos-brics-e-criada-em-conferencia">Qual a finalidade da rede</a>?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção de afogamentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Opas, 77% dos países das Américas não contam com estratégias nacionais de prevenção para o afogamento, que continua sendo uma crise de saúde pública significativa.&nbsp;<a href="https://www.paho.org/pt/noticias/15-9-2025-regiao-das-americas-avanca-na-prevencao-afogamentos-mas-desafios-permanecem">Quais obstáculos são encontrados</a>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra <strong>Saúde</strong> </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O PODER DA TERAPIA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/RbQYHPQk5rI?start=1968&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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