<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>OMS |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/oms/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 31 Jul 2026 12:38:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.3</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>OMS |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Hepatites virais evoluem em silêncio e ainda matam por falta de diagnóstico</title>
		<link>https://ipiracity.com/hepatites-virais-evoluem-em-silencio-e-ainda-matam-por-falta-de-diagnostico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=hepatites-virais-evoluem-em-silencio-e-ainda-matam-por-falta-de-diagnostico</link>
					<comments>https://ipiracity.com/hepatites-virais-evoluem-em-silencio-e-ainda-matam-por-falta-de-diagnostico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=181568</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao contrário do que se espera de uma doença grave, as hepatites virais B e C não doem, não causam febre alta e raramente dão sinais nos primeiros anos. É justamente esse silêncio que as torna perigosas: o vírus pode permanecer décadas no organismo, destruindo o fígado aos poucos, até que a doença já esteja [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/hepatites-virais-evoluem-em-silencio-e-ainda-matam-por-falta-de-diagnostico/">Hepatites virais evoluem em silêncio e ainda matam por falta de diagnóstico</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que se espera de uma doença grave, as hepatites virais B e C não doem, não causam febre alta e raramente dão sinais nos primeiros anos. É justamente esse silêncio que as torna perigosas: o vírus pode permanecer décadas no organismo, destruindo o fígado aos poucos, até que a doença já esteja em estágio avançado. A boa notícia é que o diagnóstico é simples, rápido e gratuito pelo&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números recentes mostram por que a testagem continua sendo urgente. Segundo o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2025, divulgado pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 826 mil casos confirmados da doença entre 2000 e 2024, com quase 50 mil mortes associadas. A hepatite C concentra a maior parte da tragédia: responde por 41,5% dos casos, mas por 75,3% dos óbitos, justamente porque costuma ser descoberta tarde. A hepatite B vem em seguida, com 36,6% dos casos e 22% das mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, existem sinais de que o país está no caminho certo. O mesmo boletim aponta queda de 50% na mortalidade por hepatite B e de 60% na mortalidade por hepatite C entre 2014 e 2024, resultado da ampliação da vacinação, da testagem e do acesso ao tratamento. O avanço foi reconhecido também pela Organização Mundial da Saúde (OMS): o Relatório Global de Hepatites 2026 destacou o Brasil como exemplo internacional por já ter atingido, entre crianças menores de 5 anos, a meta de eliminação da transmissão vertical da hepatite B, de mãe para filho, com prevalência abaixo de 0,1%, a mesma que a OMS estipulou para o mundo todo até 2030. Apesar dos avanços, o próprio boletim do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ministerio-da-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a></strong>&nbsp;alerta que ainda é preciso ampliar a testagem e a adesão ao tratamento, especialmente para a hepatite B.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Rogério de Jesus Pedro, infectologista e professor da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sao-leopoldo-mandic/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Faculdade São Leopoldo Mandic</a></strong>, o maior desafio é a falta de sinais perceptíveis. “As hepatites B e C podem evoluir por décadas sem provocar qualquer sinal visível. Muitas pessoas descobrem a infecção apenas quando o fígado já apresenta comprometimento importante. Por isso, a testagem é tão valiosa: ela permite identificar a doença antes que ocorram danos irreversíveis e iniciar o tratamento no momento em que ele é mais eficaz.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução silenciosa pode se estender por 20 ou 30 anos de inflamação crônica no fígado sem qualquer sintoma perceptível, até culminar em fibrose avançada, cirrose e, em alguns casos, câncer de fígado (carcinoma hepatocelular). É por isso que o diagnóstico precoce muda tanto o desfecho: identificada a tempo, a hepatite C tem hoje índice de cura de cerca de 97%, com tratamento à base de comprimidos orais por três a seis meses, oferecido gratuitamente pelo SUS. Há uma década, os tratamentos disponíveis eram mais agressivos e tinham menos da metade dessa taxa de sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onde e como se testar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O teste é gratuito e está disponível em Unidades Básicas de Saúde e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) em todo o país, por meio de um teste rápido feito com uma gota de sangue e resultado em minutos. É essa agilidade que sustenta a campanha nacional “Um Teste Pode Mudar Tudo”, lançada pelo Ministério da Saúde como parte da mobilização do Julho Amarelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação médica é que todo adulto se teste ao menos uma vez na vida, com atenção redobrada para grupos de maior exposição, como pessoas com histórico de transfusão de sangue antes de 1993, uso de agulhas compartilhadas, relações sexuais sem preservativo e profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Fazer o teste não é burocracia, é a diferença entre descobrir a doença a tempo de tratar ou descobrir tarde demais, quando o fígado já está comprometido. Não é preciso esperar nenhum sintoma para se cuidar”, conclui Rogério de Jesus Pedro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações do Site Medicina SA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SAIBA MAIS SOBRE AS HEPATITES VIRAIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/hFr_td-dTJs?start=1795&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/hepatites-virais-evoluem-em-silencio-e-ainda-matam-por-falta-de-diagnostico/">Hepatites virais evoluem em silêncio e ainda matam por falta de diagnóstico</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/hepatites-virais-evoluem-em-silencio-e-ainda-matam-por-falta-de-diagnostico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Congresso da Rede D’Or discutirá avanços da medicina cardiovascular</title>
		<link>https://ipiracity.com/congresso-da-rede-dor-discutira-avancos-da-medicina-cardiovascular/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=congresso-da-rede-dor-discutira-avancos-da-medicina-cardiovascular</link>
					<comments>https://ipiracity.com/congresso-da-rede-dor-discutira-avancos-da-medicina-cardiovascular/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Rede D’Or]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=181475</guid>

					<description><![CDATA[<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no mundo e vivem um momento de rápida transformação, impulsionado por avanços científicos e tecnológicos que vêm mudando a forma de prevenir, diagnosticar e tratar essas condições. É nesse cenário que o Congresso Internacional de Cardiologia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/congresso-da-rede-dor-discutira-avancos-da-medicina-cardiovascular/">Congresso da Rede D’Or discutirá avanços da medicina cardiovascular</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no mundo e vivem um momento de rápida transformação, impulsionado por avanços científicos e tecnológicos que vêm mudando a forma de prevenir, diagnosticar e tratar essas condições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que o Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or 2026 organizou os painéis para sua próxima edição, que será realizada entre os dias 6 e 8 de agosto, no Hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, reunindo especialistas brasileiros e internacionais para discutir as principais evidências científicas e os desafios que estão redefinindo a prática cardiovascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições estão abertas e, neste ano, o congresso terá caráter solidário. O investimento na inscrição é de R$ 30, valor integralmente destinado ao Lar Maria Dolores e à ONG Mãos Unidas. O evento é voltado a médicos, residentes, acadêmicos de Medicina e de outras áreas da saúde, além de profissionais da assistência, da Rede D’Or e de outras instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema “Cardiologia além do coração: da evidência à decisão clínica”, o encontro reunirá mais de 240 palestrantes, com uma densa programação científica que abordará os desafios atuais da prática cardiovascular e a integração entre diferentes especialidades, reforçando uma visão cada vez mais ampla e personalizada do cuidado ao paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de três dias, especialistas discutirão temas como inteligência artificial aplicada à medicina, cardiometabolismo e obesidade, saúde cardiovascular da mulher, medicina personalizada, genética cardiovascular, cardio-oncologia, cirurgia cardíaca robótica, doenças raras, suplementação, emergências cardiovasculares, transplantes, e as principais atualizações em doença coronariana, insuficiência cardíaca, arritmias, hipertensão, valvopatias e cardiologia intervencionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O congresso contará com a participação internacional de Lee Benson, referência mundial em cateterismo congênito, que apresentará avanços nos procedimentos percutâneos para o acompanhamento tardio da Tetralogia de Fallot, com foco na valva pulmonar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de conferências e mesas-redondas, o congresso contará com workshops, atividades hands on, simulações clínicas, discussão de casos e sessões multiprofissionais, promovendo a troca de experiências entre pesquisadores, especialistas e profissionais que atuam diretamente na assistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As doenças cardiovasculares continuam sendo o maior desafio da saúde global e evoluem em um ritmo acelerado. Nosso objetivo é oferecer uma programação científica conectada à prática clínica, que reúna as evidências mais atuais e ajude os profissionais a transformar conhecimento em melhores decisões para os pacientes”, afirma a cardiologista Jacqueline Miranda, presidente do Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o vice-presidente do congresso, Fabio Augusto De Luca, o encontro também reforça a importância da colaboração entre diferentes áreas da medicina. “A cardiologia moderna dialoga cada vez mais com outras especialidades e incorpora novas tecnologias para oferecer um cuidado mais preciso, integrado e individualizado. O congresso foi estruturado para refletir essa realidade e promover um ambiente de aprendizado, troca de experiências e construção coletiva do conhecimento”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As doenças cardiovasculares permanecem como a principal causa de morte no mundo e representam um dos maiores desafios para os sistemas de saúde. Nesse cenário, o Congresso Internacional de Cardiologia Rede D’Or se consolida como um espaço estratégico para atualização científica, intercâmbio entre especialistas e discussão das inovações que devem impactar a prática clínica nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações do Site Medicina SA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO COM  MAURÍCIO DINIZ ,PRESIDENTE DO CONSELHO TUTELAR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/RD9XeIZWtD8?start=766&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/congresso-da-rede-dor-discutira-avancos-da-medicina-cardiovascular/">Congresso da Rede D’Or discutirá avanços da medicina cardiovascular</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/congresso-da-rede-dor-discutira-avancos-da-medicina-cardiovascular/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OMS declara surto de ebola na África emergência global</title>
		<link>https://ipiracity.com/oms-declara-surto-de-ebola-na-africa-emergencia-global/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=oms-declara-surto-de-ebola-na-africa-emergencia-global</link>
					<comments>https://ipiracity.com/oms-declara-surto-de-ebola-na-africa-emergencia-global/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 01:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[africa]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
		<category><![CDATA[emergencia]]></category>
		<category><![CDATA[global]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=176386</guid>

					<description><![CDATA[<p>Órgão internacional anuncia medida após 80 mortes na República Democrática do Congo, oito contágios confirmados e 246 casos suspeitos. Uganda também registra casos. Domingo, 17 de maio de 2026 O gabinete do diretor-geral da&#160;Organização Mundial da Saúde&#160;(OMS) emitiu na noite de sábado (16/05) uma declaração de &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221; devido ao [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-declara-surto-de-ebola-na-africa-emergencia-global/">OMS declara surto de ebola na África emergência global</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Órgão internacional anuncia medida após 80 mortes na República Democrática do Congo, oito contágios confirmados e 246 casos suspeitos. Uganda também registra casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 17 de maio de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gabinete do diretor-geral da&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/organiza%C3%A7%C3%A3o-mundial-da-sa%C3%BAde/t-19570721">Organização Mundial da Saúde</a>&nbsp;(OMS) emitiu na noite de sábado (16/05) uma declaração de &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221; devido ao novo surto de&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/ebola/t-36571791">ebola</a>&nbsp;causado pelo vírus Bundibugyo que afeta a República Democrática do Congo e Uganda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração, dada após consultas aos Estados afetados, inclui um anúncio de &#8220;emergência pandêmica&#8221;, embora o comunicado ressalte que o surto ainda &#8220;não cumpre os critérios de emergência pandêmica&#8221;, tal como são definidos no Regulamento Sanitário Internacional (RSI) de 2005.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as condições que levaram o organismo internacional a qualificar a situação como emergência estão os oito casos de contágio confirmados na sexta-feira por laboratórios, 246 casos suspeitos e 80 supostas mortes na província de Ituri, na República Democrática do Congo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, dois laboratórios confirmaram casos, incluindo um óbito, sem vínculo aparente entre eles, em um período de 24 horas, em Kampala, em Uganda, entre sexta-feira e sábado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possível&nbsp;propagação&nbsp;internacional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estes eventos constituem uma preocupação maior devido à possibilidade de &#8220;propagação internacional da doença&#8221;, da qual já foram documentados dois casos confirmados em Uganda de pessoas que viajaram a partir da República Democrática do Congo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças da África (CDC África) demonstraram preocupação com a possibilidade de transmissão devido à intensa mobilidade populacional e convocaram uma reunião urgente de coordenação de alto nível com entidades regionais e internacionais, como a OMS e os CDC dos&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/estados-unidos/t-17444908">Estados Unidos</a>, da&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/china/t-36343070">China</a>&nbsp;e da Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na declaração, a entidade sanitária afirma que se &#8220;requer coordenação e cooperação em nível internacional para compreender o alcance do surto, coordenar as medidas de vigilância, prevenção e resposta, ampliar e reforçar as operações e garantir a capacidade para aplicar medidas de controle&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo documento, a OMS recomendou &#8220;ativar os mecanismos nacionais de gestão de desastres e emergências e estabelecer um centro de operações de emergência e envolver a comunidade – por meio de líderes locais, religiosos e tradicionais, bem como de curandeiros –, de modo que ajudem na identificação de casos, no rastreamento de contatos e na educação sobre os riscos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último surto na RD Congo ocorreu no final de 2025 na província de Kasai (centro). Tratou-se do décimo sexto no país desde a descoberta do vírus em 1976.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a OMS, o ebola apresenta uma taxa de mortalidade de entre 60% e 80%, é transmitido por fluidos corporais e causa febre alta, fraqueza intensa e hemorragias graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">md (EFE, AFP) / O ebola, que se acredita ter se originado em morcegos, pode causar sangramento grave e falência de órgãos<small>Foto: IMAGE POINT FR/NIH/NIAID/BSIP/picture alliance</small></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-declara-surto-de-ebola-na-africa-emergencia-global/">OMS declara surto de ebola na África emergência global</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/oms-declara-surto-de-ebola-na-africa-emergencia-global/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OMS lança plano global para eliminar hepatites virais até 2030</title>
		<link>https://ipiracity.com/oms-lanca-plano-global-para-eliminar-hepatites-virais-ate-2030/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=oms-lanca-plano-global-para-eliminar-hepatites-virais-ate-2030</link>
					<comments>https://ipiracity.com/oms-lanca-plano-global-para-eliminar-hepatites-virais-ate-2030/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatites Virais]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[plano global]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=175293</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) acaba de lançar um novo&#160;manual&#160;global com estratégias para acelerar a eliminação das hepatites virais até 2030, colocando novamente o tema no centro das discussões de saúde pública mundial. A iniciativa surge em um momento crítico, marcado por baixas taxas de vacinação e alto número de pessoas que ainda desconhecem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-lanca-plano-global-para-eliminar-hepatites-virais-ate-2030/">OMS lança plano global para eliminar hepatites virais até 2030</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) acaba de lançar um novo&nbsp;<a href="https://www.who.int/publications/i/item/9789240119529" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manual</a>&nbsp;global com estratégias para acelerar a eliminação das hepatites virais até 2030, colocando novamente o tema no centro das discussões de saúde pública mundial. A iniciativa surge em um momento crítico, marcado por baixas taxas de vacinação e alto número de pessoas que ainda desconhecem o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As hepatites virais seguem como um problema relevante de saúde pública, com impacto direto não só na saúde individual, mas também no sistema de saúde e na economia. “Estamos falando de doenças silenciosas, que muitas vezes só dão sinais em fases mais avançadas, quando já há comprometimento do fígado. Isso torna o diagnóstico precoce e a prevenção ainda mais importantes”, explica Patrícia Almeida Hepatologista, doutora pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Hepatologia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBH</a></strong>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os tipos mais comuns estão as hepatites A, B e C. A hepatite A tem transmissão fecal-oral e costuma ter evolução aguda. Já as hepatites B e C são transmitidas principalmente por contato com sangue contaminado, relações sexuais desprotegidas ou objetos perfurocortantes, podendo evoluir para formas crônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando não tratadas, as hepatites B e C podem levar a complicações graves como cirrose e câncer de fígado. E o grande problema é que muitos pacientes convivem com o vírus sem saber”, alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vacinação abaixo da meta preocupa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da existência de vacinas seguras e eficazes contra as hepatites A e B, a cobertura vacinal ainda está aquém do ideal no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2021, a cobertura da segunda dose da vacina contra hepatite B em crianças menores de um ano foi de 77,8%, abaixo da meta de 90%. Já para hepatite A, a cobertura ficou em 64,8% entre crianças e adolescentes, também distante do recomendado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As hepatites virais continuam a representar uma ameaça significativa à saúde pública no Brasil. Somente em 2024, o país registrou mais de 34 mil casos da doença e cerca de 1.100 mortes diretas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses números são preocupantes porque indicam uma população ainda vulnerável. A vacinação é a principal ferramenta de prevenção e precisa ser ampliada com urgência”, reforça a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a vacina contra hepatite A é aplicada em duas doses, enquanto a vacina contra hepatite B segue esquema de três doses. Ambas oferecem proteção eficaz e duradoura. Já a hepatite C ainda não possui vacina disponível, o que torna o diagnóstico e tratamento ainda mais essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impacto vai além da saúde individual</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A baixa cobertura vacinal e o grande número de casos não diagnosticados podem resultar em aumento de internações, complicações graves e custos elevados para o sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o estigma ainda associado às hepatites virais contribui para o atraso no diagnóstico e no tratamento. “Muitas pessoas evitam falar sobre o tema ou buscar ajuda por preconceito ou falta de informação. Isso precisa mudar. Informação também é uma forma de prevenção”, destaca Patrícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alerta global e necessidade de ação imediata</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo manual da OMS reforça que eliminar as hepatites virais como problema de saúde pública até 2030 é possível, mas depende de ações coordenadas entre governos, profissionais de saúde e população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente tem vacina, tem tratamento e tem conhecimento. O que falta, muitas vezes, é ampliar o acesso e conscientizar a população sobre a importância de se prevenir e se testar”, finaliza a hepatologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicina SA / Foto: SES-MG / Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OS EFEITOS DA MUDANÇA CLIMÁTICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/b_CiIReHsQk?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-lanca-plano-global-para-eliminar-hepatites-virais-ate-2030/">OMS lança plano global para eliminar hepatites virais até 2030</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/oms-lanca-plano-global-para-eliminar-hepatites-virais-ate-2030/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>USP busca enfermeiros para avaliar treinamento da OMS em saúde mental</title>
		<link>https://ipiracity.com/usp-busca-enfermeiros-para-avaliar-treinamento-da-oms-em-saude-mental/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=usp-busca-enfermeiros-para-avaliar-treinamento-da-oms-em-saude-mental</link>
					<comments>https://ipiracity.com/usp-busca-enfermeiros-para-avaliar-treinamento-da-oms-em-saude-mental/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=174886</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP precisam de voluntários para a pesquisa Treinamento on-line da Iniciativa QualityRights da OMS sobre saúde mental, recuperação e inclusão: um estudo de métodos mistos com enfermeiros(as) brasileiros(as), que vai avaliar a implementação do QualityRights, treinamento on-line, gratuito e desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/usp-busca-enfermeiros-para-avaliar-treinamento-da-oms-em-saude-mental/">USP busca enfermeiros para avaliar treinamento da OMS em saúde mental</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP precisam de voluntários para a pesquisa Treinamento on-line da Iniciativa QualityRights da OMS sobre saúde mental, recuperação e inclusão: um estudo de métodos mistos com enfermeiros(as) brasileiros(as), que vai avaliar a implementação do QualityRights, treinamento on-line, gratuito e desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para qualificar práticas em saúde mental com foco em direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem participar enfermeiros, especialistas ou generalistas, que vão realizar o treinamento da OMS, com duração média de 24h, além de preencher dois questionários on-line, um antes e outro após a formação, em cerca de dez minutos cada. Os interessados podem se inscrever pelo site da OMS, neste link, ou pelo aplicativo Who Academy, na aba QualityRights em Saúde Mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe coordenadora da pesquisa preparou um vídeo com o passo a passo de como se cadastrar, que pode ser acessado neste link. Após a conclusão da formação, os participantes receberão um certificado da OMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de fortalecer a atuação dos enfermeiros para um cuidado mais ético e inclusivo, o estudo, coordenado pela professora da EERP Carla Aparecida Arena Ventura, quer colaborar para a adaptação e promoção de ferramentas educativas que reforcem os direitos humanos nos cuidados de saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações pelo e-mail: etrainingqualityrights@gmail.com, ou pelo telefone: (16) 99319-9233. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(Com informações do Jornal da USP)</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ELEIÇÕES 2026: UM PANORAMA REAL NO CENÁRIO POLÍTICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AudYU1cuGaA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/usp-busca-enfermeiros-para-avaliar-treinamento-da-oms-em-saude-mental/">USP busca enfermeiros para avaliar treinamento da OMS em saúde mental</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/usp-busca-enfermeiros-para-avaliar-treinamento-da-oms-em-saude-mental/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acesso mundial à cirurgia de catarata avança, mas milhões ainda estão sem tratamento</title>
		<link>https://ipiracity.com/acesso-mundial-a-cirurgia-de-catarata-avanca-mas-milhoes-ainda-estao-sem-tratamento/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=acesso-mundial-a-cirurgia-de-catarata-avanca-mas-milhoes-ainda-estao-sem-tratamento</link>
					<comments>https://ipiracity.com/acesso-mundial-a-cirurgia-de-catarata-avanca-mas-milhoes-ainda-estao-sem-tratamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de catarata]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=174343</guid>

					<description><![CDATA[<p>A catarata é atualmente a principal causa de cegueira evitável no mundo. Embora a cirurgia seja considerada um procedimento seguro, eficaz e de baixo custo, milhões de pessoas ainda convivem com deficiência visual por falta de acesso ao tratamento adequado. Apesar da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) para um aumento de 30% na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/acesso-mundial-a-cirurgia-de-catarata-avanca-mas-milhoes-ainda-estao-sem-tratamento/">Acesso mundial à cirurgia de catarata avança, mas milhões ainda estão sem tratamento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A catarata é atualmente a principal causa de cegueira evitável no mundo. Embora a cirurgia seja considerada um procedimento seguro, eficaz e de baixo custo, milhões de pessoas ainda convivem com deficiência visual por falta de acesso ao tratamento adequado. Apesar da meta da Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) para um aumento de 30% na qualidade e cobertura nesses procedimentos até 2030, um&nbsp;<a href="https://www.thelancet.com/journals/langlo/article/PIIS2214-109X(25)00435-8/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>&nbsp;global acaba de informar que esse número não deve passar dos 8,4 pontos porcentuais até a data definida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da baixa estimativa projetada, o estudo coloca em evidência as desigualdades entre regiões ricas e pobres, com acesso amplo aos ricos e falta de especialistas, serviços limitados e custos elevados como barreiras ao acesso das populações mais pobres. Destaca ainda diferenças de acesso entre gêneros, maior déficit de atendimento às mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicados na revista The Lancet Global Health, esses são os principais resultados da revisão bibliográfica de artigos abrangendo diferentes regiões do planeta. Professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/fmrp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FMRP</a></strong>) da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/usp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">USP</a>&nbsp;</strong>e integrante da equipe de pesquisadores, João Marcello Furtado conta que a principal motivação do estudo foi “medir, de forma comparável entre países e regiões, se as pessoas que precisam de cirurgia de catarata estão, de fato, conseguindo acessar o procedimento e, além disso, estão obtendo um bom resultado visual”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dados globais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão utilizou dados de 233 levantamentos populacionais, abrangendo 68 países no período entre 2003 e 2024. A amostra incluiu principalmente adultos com 50 anos ou mais, contemplando indivíduos com diferentes graus de comprometimento visual. Além disso, o estudo reuniu participantes de diversas regiões do mundo, o que permitiu uma análise mais ampla e representativa das desigualdades no acesso à cirurgia de catarata em escala global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Informa o professor Furtado que esses dados foram obtidos a partir de bases abertas do Global Vision Database e também por contato direto com investigadores para acesso a bancos individuais. “A padronização ocorreu com a aplicação de uma definição comum de cobertura cirúrgica efetiva de catarata, usando critérios uniformes para necessidade de cirurgia e para bom resultado visual pós-operatório”, detalha ele. Além disso, as estimativas foram ponderadas por idade e gênero, e os autores priorizaram, para cada país, os estudos mais recentes e mais representativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desigualdades persistentes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultados centrais, embora tenham encontrado avanços relativos no acesso global à cirurgia de catarata, os pesquisadores constataram a persistência de lacunas importantes que fazem da meta da OMS para 2030 um objetivo distante. A projeção indica um aumento de apenas 8,4 pontos porcentuais entre 2020 e 2030, bem abaixo dos 30 pontos propostos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, observa-se uma tendência de crescimento na cobertura efetiva desde os anos 2000. Segundo o professor, esse avanço pode ser explicado por uma combinação de fatores, como a ampliação da oferta de cirurgias em diversos países, a maior organização dos programas de saúde ocular, a adoção de metodologias padronizadas de monitoramento, o fortalecimento de iniciativas nacionais e regionais de combate à cegueira evitável e os avanços na formação de profissionais e na capacidade cirúrgica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços observados, a pesquisa evidencia uma grande desigualdade entre os países. Em nações de alta renda, o acesso à cirurgia é mais amplo e estruturado. Já em regiões de baixa renda, persistem desafios como a escassez de especialistas, a limitação dos serviços oftalmológicos e os custos, que ainda representam uma barreira significativa para a população.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qualidade nos cuidados pós-cirúrgicos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto destacado pelo estudo é a qualidade do cuidado ao longo da linha assistencial. “Não basta operar mais; é preciso operar bem e garantir refração, óculos quando necessários e manejo de complicações”, explica o professor. Nesse contexto, parte dos resultados insatisfatórios após a cirurgia poderia ser evitada ou tratada. Segundo Furtado, “o erro refrativo residual, por exemplo, foi responsável por cerca de 26,4% dos desfechos visuais considerados inadequados, sugerindo que melhor refração e correção óptica após a cirurgia poderiam aumentar de forma mensurável a cobertura efetiva”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise também evidencia desigualdades de gênero no acesso ao tratamento. Em alguns países, as mulheres apresentam menor acesso à cirurgia de catarata em comparação aos homens. “A explicação mais provável é estrutural. Em muitos contextos, mulheres enfrentam maior dependência econômica, menor autonomia para buscar cuidado, mais barreiras de mobilidade, maior carga de trabalho doméstico e de cuidado, e menor prioridade dentro da própria família para procedimentos eletivos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desafios definem os próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o professor avalia que, apesar dos avanços, o progresso ainda está aquém do necessário. “A cirurgia de catarata é uma das intervenções mais custo-efetivas da saúde, mas milhões de pessoas seguem sem acesso ao procedimento. Mantido o ritmo atual, a meta global para 2030 dificilmente será alcançada”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Furtado também destaca que a ampliação do acesso precisa caminhar junto com a qualidade do atendimento. “A distância entre a cobertura cirúrgica total e a cobertura cirúrgica efetiva mostra que parte dos pacientes chega à cirurgia, mas não atinge o resultado esperado.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próximos passos da pesquisa se concentram em duas frentes principais: o aprimoramento da mensuração, com a ampliação de dados provenientes de países ainda pouco representados, e o aprofundamento da avaliação da qualidade do cuidado oferecido ao longo de toda a linha assistencial. “Em termos práticos, a agenda agora é menos descrever o problema de forma geral, e identificar onde, em cada contexto, a linha de cuidado está falhando e como corrigi-la.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ELEIÇÕES 2026:A POLARIZAÇÃO NA POLÍTICA BRASILEIRA CONFIRMADA…." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oJYguq8dtM8?start=3720&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/acesso-mundial-a-cirurgia-de-catarata-avanca-mas-milhoes-ainda-estao-sem-tratamento/">Acesso mundial à cirurgia de catarata avança, mas milhões ainda estão sem tratamento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/acesso-mundial-a-cirurgia-de-catarata-avanca-mas-milhoes-ainda-estao-sem-tratamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Práticas domésticas de segurança dos alimentos têm falhas persistentes no Brasil</title>
		<link>https://ipiracity.com/praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil</link>
					<comments>https://ipiracity.com/praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 20:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CITY RURAL]]></category>
		<category><![CDATA[doencas]]></category>
		<category><![CDATA[higiene]]></category>
		<category><![CDATA[larews]]></category>
		<category><![CDATA[obitos]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[praticas domesticas]]></category>
		<category><![CDATA[seguranca domestica]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=170121</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo avalia práticas de higiene e manipulação de alimentos em lares brasileiros, indicando a necessidade urgente de ações educativas Texto: Alicia Nascimento Aguiar* &#8211; Terça, 17 de fevereiro de 2026 Dados epidemiológicos de diversos países indicam que a maioria dos surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) ocorre dentro das residências, porém há pouca informação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil/">Práticas domésticas de segurança dos alimentos têm falhas persistentes no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Estudo avalia práticas de higiene e manipulação de alimentos em lares brasileiros, indicando a necessidade urgente de ações educativas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Texto: Alicia Nascimento Aguiar* &#8211; Terça, 17 de fevereiro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados epidemiológicos de diversos países indicam que a maioria dos surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) ocorre dentro das residências, porém há pouca informação sobre práticas domésticas de higiene e manipulação de alimentos.&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2949824426000273?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um estudo</a>&nbsp;realizado em parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP avaliou práticas de higiene e manipulação de alimentos em lares brasileiros e revelou dados preocupantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para estabelecer um paralelo entre as falhas de higiene identificadas no Brasil e no mundo, o estudo revelou que as Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA) ocorrem em todas as regiões do mundo e estão frequentemente associadas a falhas de higiene na manipulação e no armazenamento dos alimentos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 600 milhões de pessoas, ou seja, quase um em cada dez indivíduos no mundo adoece todos os anos após consumir alimentos contaminados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em território brasileiro, dados do Ministério da Saúde no Brasil revelam que, entre 2014 e 2023, foram notificados 6.874 surtos de DTHA, resultando em 110.614 casos de doença e 121 óbitos. As bactérias&nbsp;<em>Escherichia coli</em>&nbsp;(34,8%),&nbsp;<em>Staphylococcus aureus</em>&nbsp;(9,7%) e&nbsp;<em>Salmonella</em>&nbsp;(9,6%) foram as mais prevalentes. Já o principal local de ocorrência foram as residências (34%), quase o dobro do observado em restaurantes e padarias, que aparecem em seguida com 14,6%, evidenciando o papel do ambiente doméstico na ocorrência de DTHA no País.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para compilar os dados, um estudo foi conduzido por pesquisadores brasileiros, com participação da professora Daniele Maffei, do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Esalq, e&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2949824426000273?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado</a>&nbsp;recentemente na revista&nbsp;<em>Food and Humanity,</em>&nbsp;da Elsevier. Por meio de um questionário on-line aplicado a 5 mil pessoas em todo o País, os pesquisadores buscaram as práticas de higiene, manipulação e armazenação de alimentos em domicílios brasileiros.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized" id="attachment_971803"><a class="no-lightbox" href="https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-agrarias/praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil/attachment/20260122_daniele-maffei/"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2026/01/20260122_Daniele-Maffei.jpg" alt="Mulher branca de cabelos pretos compridos, blusa de mangas curtas preta. Sorri para a foto" class="wp-image-971803" style="width:169px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Daniele Maffei – Foto:&nbsp;<a href="https://www.researchgate.net/profile/Daniele-Maffei-2">ResearchGate GmbH</a></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O estudo registrou temperaturas de 216 refrigeradores domésticos, sendo que, destes, 91% estavam dentro da faixa recomendada (0 a 10°C), além de mostrar que a maioria dos participantes (81%) não utiliza bolsas ou sacolas térmicas para transportar alimentos refrigerados ou congelados do mercado até suas casas. “O transporte sem bolsa térmica permite que alimentos refrigerados fiquem em temperatura favorável ao desenvolvimento microbiano”, alerta Daniele Maffei. Muitos também relataram descongelar alimentos à temperatura ambiente (39,5%) ou em um recipiente com água (18,3%). “Descongelar fora da refrigeração também favorece a multiplicação de microrganismos na superfície dos alimentos”, adverte a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas 38% dos participantes higienizam corretamente frutas e verduras; 46,3% relataram ter o hábito de lavar carnes na pia da cozinha; 24% consomem carnes malcozidas; e 17% consomem ovos crus ou malcozidos. A renda familiar mensal influenciou diretamente as práticas de higiene, manipulação e consumo de produtos de origem animal, indicando diferenças nos padrões sanitários entre faixas de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses resultados indicam que pequenas atitudes do dia a dia podem favorecer a contaminação e, consequentemente, o adoecimento, quando a higiene na manipulação e no armazenamento dos alimentos não é adequada. “Falhas significativas persistem nas práticas domésticas de segurança dos alimentos no Brasil, indicando a necessidade urgente de ações educativas e estratégias de comunicação voltadas à prevenção das Doenças Transmitidas por Alimentos no ambiente domiciliar. Isso reforça a importância de ações educativas para melhorar a segurança dos alimentos, algo que buscamos sempre disseminar por meio das atividades de extensão”, concluiu Daniele Maffei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo pode ser&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2949824426000273?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acessado neste link</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Da Divisão de Comunicação da Esalq</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Pequenas atitudes do dia a dia, como não descongelar alimentos fora da refrigeração, podem prevenir contaminação – Foto: Gerhard Waller/Esalq<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COMO FAZER UMA BOA INTERPRETAÇÃO DAS ESCRITURAS?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/i-kywYY-vZw?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil/">Práticas domésticas de segurança dos alimentos têm falhas persistentes no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/praticas-domesticas-de-seguranca-dos-alimentos-tem-falhas-persistentes-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</title>
		<link>https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez-2</link>
					<comments>https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=167540</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para tratar a doença na gestação e cuidados para prevenir complicações. A endocrinologista Lívia Mara Mermejo, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (FMRP–USP), explica as causas da diabetes gestacional. A [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez-2/">OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para tratar a doença na gestação e cuidados para prevenir complicações. A endocrinologista Lívia Mara Mermejo, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/fmrp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FMRP</a></strong>–<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/usp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">USP</a></strong>), explica as causas da diabetes gestacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diabetes gestacional ocorre quando a doença aparece pela primeira vez durante a gravidez, quando não há diagnóstico prévio. “A principal razão para o aparecimento de diabetes gestacional é o aumento do que a gente chama de resistência à insulina, que é provocado pelos hormônios da placenta. A placenta produz hormônios que antagonizam a ação da insulina e isso gera uma incapacidade do pâncreas em aumentar a secreção de insulina adequadamente em algumas pacientes.” Os fatores que aumentam as chances de desenvolver diabetes durante a gravidez são diversos e incluem: obesidade, ganho de peso excessivo, idade materna avançada, história familiar de diabetes, casos de diabetes gestacional anteriores e síndrome dos ovários policísticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desenvolvimento da doença e riscos ao bebê</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Lívia explica que a chance de desenvolver diabetes durante a gestação é maior por motivos biológicos e mudanças no corpo. “A gravidez é um período de mudanças metabólicas e fisiológicas que elevam a resistência à insulina. Mulheres que já tinham fatores de risco têm uma maior probabilidade de desenvolver o diabetes gestacional. Com o aumento da prevalência de obesidade e de diabetes tipo 2 na população, há mais gestantes com diabetes preexistente ou que desenvolvem hiperglicemia durante a gravidez, o que torna o rastreio e o acompanhamento ainda mais importantes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora também explica os riscos ao feto durante a gravidez. “Os riscos fetais estão relacionados à exposição dentro do útero à glicose aumentada que vem da mãe. A glicose da mãe atravessa a placenta e estimula a produção de insulina pelo feto, o que favorece um crescimento excessivo e aumenta os riscos durante o parto. Depois que o bebê nasce, no período neonatal imediato, o recém-nascido corre o risco de ter hipoglicemia, ou seja, do açúcar no sangue cair. Ele também tem o risco de desconforto respiratório e outras alterações metabólicas, maior chance de obesidade, síndrome metabólica e diabetes tipo 2 na infância ou na vida adulta.” Lívia destaca que o bebê não nasce com diabetes por ter sofrido exposição materna aguda, mas possui um risco aumentado no futuro para ter doenças metabólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medidas de prevenção e tratamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas de prevenção do diabetes gestacional começam ainda na fase pré-concepcional e se estendem por toda a gestação. “É necessário um rastreamento precoce logo na primeira consulta pré-natal para avaliar os níveis de glicemia da gestante. Entre 24 e 28 semanas de gravidez, todas as gestantes que não tinham diabetes previamente devem fazer um teste chamado Teste de Tolerância Oral à Glicose. Além disso, também são recomendadas intervenções não farmacológicas que incluem cuidar da alimentação, ter uma dieta balanceada — sempre que possível orientada por nutricionista–, prática de exercícios físicos que são apropriados à gestação previamente liberados pelo obstetra e realizados com educadores físicos,” finaliza a professora. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A SAÚDE PÚBLICA NEGLIGENCIADA E A MEDICINA VETERINÁRIA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/IinadPgsw-8?start=16&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez-2/">OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</title>
		<link>https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez</link>
					<comments>https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 20:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=167093</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lívia Mara Mermejo comenta a respeito das novas diretrizes, as quais incluem causas e métodos para prevenir e tratar a diabetes durante a gestação Por Gabriel Albuquerque &#8211; Domingo, 21 de dezembro de 2025 A Organização Mundial da Saúde divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez/">OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Lívia Mara Mermejo comenta a respeito das novas diretrizes, as quais incluem causas e métodos para prevenir e tratar a diabetes durante a gestação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Gabriel Albuquerque &#8211; Domingo, 21 de dezembro de 2025</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/12/DIABETES-NA-GRAVIDEZ_GABRIEL-ALBUQUERQUE-1.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde divulgou as primeiras diretrizes sobre o tratamento de diabetes durante a gravidez, que incluem métodos para tratar a doença na gestação e cuidados para prevenir complicações. A endocrinologista Lívia Mara Mermejo, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, explica as causas da diabetes gestacional.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_947933"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/10/20251022_livia-mara-300x300.jpg" alt="" class="wp-image-947933" style="width:179px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Lívia Mara Mermejo – Foto: Currículo Lattes</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A diabetes gestacional ocorre quando a doença aparece pela primeira vez durante a gravidez, quando não há diagnóstico prévio. “A principal razão para o aparecimento de diabetes gestacional é o aumento do que a gente chama de resistência à insulina, que é provocado pelos hormônios da placenta. A placenta produz hormônios que antagonizam a ação da insulina e isso gera uma incapacidade do pâncreas em aumentar a secreção de insulina adequadamente em algumas pacientes.” Os fatores que aumentam as chances de desenvolver diabetes durante a gravidez são diversos e incluem: obesidade, ganho de peso excessivo, idade materna avançada, história familiar de diabetes, casos de diabetes gestacional anteriores e síndrome dos ovários policísticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desenvolvimento da doença e riscos ao bebê</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lívia explica que a chance de desenvolver diabetes durante a gestação é maior por motivos biológicos e mudanças no corpo. “A gravidez é um período de mudanças metabólicas e fisiológicas que elevam a resistência à insulina. Mulheres que já tinham fatores de risco têm uma maior probabilidade de desenvolver o diabetes gestacional. Com o aumento da prevalência de obesidade e de diabetes tipo 2 na população, há mais gestantes com diabetes preexistente ou que desenvolvem hiperglicemia durante a gravidez, o que torna o rastreio e o acompanhamento ainda mais importantes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora também explica os riscos ao feto durante a gravidez. “Os riscos fetais estão relacionados à exposição dentro do útero à glicose aumentada que vem da mãe. A glicose da mãe atravessa a placenta e estimula a produção de insulina pelo feto, o que favorece um crescimento excessivo e aumenta os riscos durante o parto. Depois que o bebê nasce, no período neonatal imediato, o recém-nascido corre o risco de ter hipoglicemia, ou seja, do açúcar no sangue cair. Ele também tem o risco de desconforto respiratório e outras alterações metabólicas, maior chance de obesidade, síndrome metabólica e diabetes tipo 2 na infância ou na vida adulta.” Lívia destaca que o bebê não nasce com diabetes por ter sofrido exposição materna aguda, mas possui um risco aumentado no futuro para ter doenças metabólicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Medidas de prevenção e tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas de prevenção do diabetes gestacional começam ainda na fase pré-concepcional e se estendem por toda a gestação. “É necessário um rastreamento precoce logo na primeira consulta pré-natal para avaliar os níveis de glicemia da gestante. Entre 24 e 28 semanas de gravidez, todas as gestantes que não tinham diabetes previamente devem fazer um teste chamado Teste de Tolerância Oral à Glicose. Além disso, também são recomendadas intervenções não farmacológicas que incluem cuidar da alimentação, ter uma dieta balanceada — sempre que possível orientada por nutricionista–, prática de exercícios físicos que são apropriados à gestação previamente liberados pelo obstetra e realizados com educadores físicos,” finaliza a professora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*<em>Sob supervisão de Paulo Capuzzo e Cinderela Caldeira</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / <em>A chance de desenvolver diabetes durante a gestação é maior por motivos biológicos e mudanças no corpo – Foto: </em><a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/jovem-latina-gravida-medindo-glicose-em-casa_49701274.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=0&amp;uuid=281c4dc3-58bc-4105-8304-d56ec67dc7c8&amp;query=gravida+diabete">krakenimagens.com/Freepik</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O PARTO NÃO TERMINA QUANDO O BEBÊ NASCE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QFh3smSzxVA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez/">OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/oms-determina-novas-diretrizes-sobre-diabetes-na-gravidez/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		<enclosure url="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/12/DIABETES-NA-GRAVIDEZ_GABRIEL-ALBUQUERQUE-1.mp3" length="0" type="audio/mpeg" />

			</item>
		<item>
		<title>OMS reconhece o fim da transmissão do HIV de mãe para filho no país</title>
		<link>https://ipiracity.com/oms-reconhece-o-fim-da-transmissao-do-hiv-de-mae-para-filho-no-pais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=oms-reconhece-o-fim-da-transmissao-do-hiv-de-mae-para-filho-no-pais</link>
					<comments>https://ipiracity.com/oms-reconhece-o-fim-da-transmissao-do-hiv-de-mae-para-filho-no-pais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=166764</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brasil foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o maior país do mundo a eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, a chamada transmissão vertical, como problema de saúde pública. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, antecipou o anúncio durante o programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov. Segundo Padilha, o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-reconhece-o-fim-da-transmissao-do-hiv-de-mae-para-filho-no-pais/">OMS reconhece o fim da transmissão do HIV de mãe para filho no país</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Brasil foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) como o maior país do mundo a eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, a chamada transmissão vertical, como problema de saúde pública. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, antecipou o anúncio durante o programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Padilha, o Conselho da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/unaids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unaids</a>&nbsp;</strong>(Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) em conjunto com representantes da OMS visitará o Brasil esta semana para a entrega oficial da certificação ao governo brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Significa que o Brasil conseguiu eliminar graças ao SUS [Sistema Único de Saúde], aos testes rápidos das unidades básicas de saúde, aos testes do pré-natal, às gestantes que têm HIV tomarem a medicação pelo SUS”, disse Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro lembrou que há algumas décadas o Brasil tinha iniciativas filantrópicas para manutenção de abrigos para órfãos com HIV, que haviam perdido os pais em decorrência da Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Abrigavam aqueles bebês que tinham nascido com HIV e seus pais tinham morrido. A gente não tem mais isso no nosso país, felizmente, nem a transmissão do HIV da gestante para o bebê”, comemorou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, o Brasil apresentou um dossiê à organização mundial no mês julho com os dados do SUS no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(<em>Com informações da Agência Brasil)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO SOBRE A SAÚDE DE IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gjoMMo2nivc?start=24&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-reconhece-o-fim-da-transmissao-do-hiv-de-mae-para-filho-no-pais/">OMS reconhece o fim da transmissão do HIV de mãe para filho no país</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/oms-reconhece-o-fim-da-transmissao-do-hiv-de-mae-para-filho-no-pais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
