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	<title>organismo |</title>
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		<title>Não podemos eliminar o estresse de nossas vidas, mas existem formas de tranquilizar o organismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 13:15:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antônio de Pádua Serafim fala sobre os aspectos psicobiológicos do estresse, enquanto Maria Cândida Barisson Villares Fragoso aborda a questão hormonal envolvida na resposta ao problema por Alessandra Ueno &#8211; Terça, 24 de janeiro de 2023 Oestresse é algo muito comum no dia a dia, seja por coisas simples, como bater o mindinho na porta, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Antônio de Pádua Serafim fala sobre os aspectos psicobiológicos do estresse, enquanto Maria Cândida Barisson Villares Fragoso aborda a questão hormonal envolvida na resposta ao problema</em></p>



<p>por Alessandra Ueno &#8211; Terça, 24 de janeiro de 2023</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/01/ESTRESSE-ALESSANDRA-UENO.mp3"></audio><figcaption>Radio USP</figcaption></figure>



<p>Oestresse é algo muito comum no dia a dia, seja por coisas simples, como bater o mindinho na porta, ou por problemas mais complicados, como dívidas e intrigas. Mas poucas pessoas sabem o que é estresse e como funciona o seu controle pelo nosso organismo.</p>



<p>“O estresse é definido como um estado de quebra do equilíbrio, seja por um estímulo interno ou externo. Em muitos casos, as complicações fisiopatológicas devido ao estresse levam a considerá-lo como um fator desencadeante ou até agravante de muitas doenças“, diz Maria Cândida Villares Fragoso, professora da Faculdade de Medicina da USP e também membro do corpo clínico da disciplina de Endocrinologia e Metabologia do Hospital das Clínicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o estresse</strong><strong>?</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_388556"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2021/02/20210209_antonio-padua-Serafim.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-388556" width="154" height="154"/><figcaption>Antônio de Pádua Serafim – IPq/HC/FM – Foto: Arquivo Pessoal&nbsp;</figcaption></figure>
</div>


<p>Como a professora comentou, o estresse, do ponto de vista fisiológico, é responsável pela quebra da homeostase, isto é, o equilíbrio interno, químico e físico do organismo. Porém, ele também pode ser observado pelo viés psicológico, como explica o professor Antônio de Pádua Serafim, do Instituto de Psicologia da USP: “Ele depende da tipologia da problemática. O que é uma problemática aos olhos de uns, pode ser uma situação simples para outros”.</p>



<p>O professor ainda acrescenta que o estresse é uma carga tensional psicobiológica, muito relacionada à resposta do organismo ao medo e situações ameaçadoras. As diferentes vivências e percepções fazem com que as pessoas reajam de formas distintas, mas as reações emocionais mais comuns são o aumento da ansiedade, do medo, da atenção e da fragilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sistema de resposta</strong></h2>



<p>Mas por que nós temos alguma reação ao estresse? A professora Maria Cândida explica que o nosso corpo possui um sistema de resposta a ele controlado por hormônios: “A organização neuroendócrina desse sistema de resposta ao estresse envolve o eixo hipotálamo, hipófise e adrenal e também o&nbsp;<em>locus cœruleus</em>”.&nbsp;</p>



<p>Conhecido como cerúleo, o&nbsp;<em>locus cœruleus</em>&nbsp;é uma estrutura do cérebro humano, localizada na massa cinzenta, e é formado por um aglomerado de neurônios capazes de sintetizar e produzir quantidades significativas de, especialmente, noradrenalina. Ele é fundamental no desencadeamento da resposta ao estresse e nas situações de perigo e fuga. Quanto à questão diretamente hormonal, a adrenalina e o cortisol, ambos produzidos pelas glândulas adrenais, são os responsáveis mais conhecidos pelo controle do estresse. O cortisol induz a produção de adrenalina, porém, caso ele se mantenha num nível elevado por um longo período, a professora adverte: “Quando um organismo tenta manter a homeostase frente aos diferentes desafios que o organismo tenta responder, se a carga for muito prolongada, pode levar a doenças e a uma situação de estresse crônico”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Controle</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized" id="attachment_601909"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/01/20230123_maria-candida.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-601909" width="153" height="153"/><figcaption>Maria Cândida Barisson Villares Fragoso – Foto: Researchgate</figcaption></figure>
</div>


<p>O Brasil, segundo dados da Associação Internacional do Controle do Estresse, ocupa o segundo lugar no mundo com o maior nível de estresse. Serafim comenta sobre o fator ambiental ser uma das causas do aumento do estresse: “Ele naturalmente vai afetar as pessoas, mas, quando você tem um ambiente que favorece, ele passa a ser um fator causal e até moderador do agravo desses quadros. Ou seja, ambientes que geram instabilidade, que geram vulnerabilidade às populações são ambientes causadores e desencadeadores do estresse”. O professor complementa explicando que uma forma importante de reduzir o estresse é identificando quais são os fatores desencadeadores.&nbsp;</p>



<p>A professora Maria Cândida acrescenta a naturalidade do estresse e a necessidade de nos adaptarmos a ele na atual sociedade: “Essa é a grande questão da sociedade moderna: como equilibrar o crescimento do nível de estresse, seja por qualquer motivação? É preciso adaptar-se a essa situação que é constante na nossa vida através da utilização de modelos melhores de qualidade de vida”. A especialista coloca que uma pausa é necessária para tranquilizar o organismo. Fazer atividades físicas, ter uma boa alimentação, obter tempo para si mesmo e fazer coisas que goste são algumas opções: “Cada um tem que descobrir o quanto deve ser feito para diminuir esse estímulo estressor, para que não apresentem efeitos maléficos comprometendo o bem-estar e, consequentemente, a qualidade de vida. É preciso buscar essa adaptação, porque não temos como tirar o estresse da vida”.</p>



<p>Fonte: Jornal USP</p>



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