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	<title>pâncreas |</title>
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	<title>pâncreas |</title>
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		<title>ANS: planos de saúde devem oferecer novos tratamentos a púrpura e pâncreas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento para púrpura e teste para insuficiência pancreática terão maior cobertura pelos planos de saúde, segundo decisão da Agência Nacional de Saúde Complementar A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a atualização de diretrizes de utilização (DUTs) de tratamento para púrpura e de teste para insuficiência pancreática que já contavam com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Medicamento para púrpura e teste para insuficiência pancreática terão maior cobertura pelos planos de saúde, segundo decisão da Agência Nacional de Saúde Complementar</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a atualização de diretrizes de utilização (DUTs) de tratamento para púrpura e de teste para insuficiência pancreática que já contavam com cobertura no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, ampliando o acesso dos beneficiários. Assim, após a revisão das DUTs, a cobertura passa a ser da seguinte forma:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Romiplostim, medicamento para tratar púrpura trombocitopênica idiopática refratária (doença autoimune), crônica ou dependente de corticosteroide em crianças e adolescentes, por meio da atualização da DUT 158 do procedimento “Terapia medicamentosa injetável ambulatorial (com diretriz de utilização)”; e</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Teste da elastase-1 fecal, para o diagnóstico de insuficiência pancreática exócrina&nbsp; (doença em que o pâncreas não produz enzimas digestivas suficientes para a digestão adequada dos alimentos), por meio da atualização da DUT 151, contemplando o diagnóstico da doença em indivíduos de quaisquer condições de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atualizações seguiram a Lei 14.307/2022, que determina que, após a recomendação positiva pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) para inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS), as tecnologias devem ser incluídas no Rol da Agência. Como o Romiplostim e o teste da elastase-1 fecal já constavam da lista de cobertura obrigatória pelos planos de saúde, a ANS adequou os critérios estabelecidos pela Conitec para a saúde suplementar. Assim, eles passam a ter cobertura obrigatória, de acordo com suas diretrizes de utilização, a partir de 14/7.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde conta com tecnologias disponíveis aos beneficiários entre terapias, exames, procedimentos e cirurgias, atendendo às doenças listadas na Classificação internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias/sobre-ans/ans-amplia-acesso-a-tratamento-e-diagnostico-na-saude-suplementar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias/sobre-ans/ans-amplia-acesso-a-tratamento-e-diagnostico-na-saude-suplementar</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O QUE É ESPIRITISMO? UMA CONVERSA ABERTA SOBRE FÉ, RAZÃO E AMOR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/snKhMQURfN0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/ans-planos-de-saude-devem-oferecer-novos-tratamentos-a-purpura-e-pancreas/">ANS: planos de saúde devem oferecer novos tratamentos a púrpura e pâncreas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que câncer de pâncreas entrou para a lista dos que mais matam no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 14:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada dois ou três anos, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publica um documento em que faz projeções sobre os números de casos e mortes relacionados aos tumores mais comuns na população brasileira. “E pela primeira vez na série histórica, o Inca incluiu o câncer de pâncreas como um dos mais frequentes no país”, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A cada dois ou três anos, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publica um documento em que faz projeções sobre os números de casos e mortes relacionados aos tumores mais comuns na população brasileira.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-70023" width="824" height="103"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“E pela primeira vez na série histórica, o Inca incluiu o câncer de pâncreas como um dos mais frequentes no país”, informa a oncologista clínica Mariana Bruna Siqueira, da Oncologia D’Or, no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O aumento da incidência desse tumor acontece nas regiões economicamente mais desenvolvidas, e ele já aparece entre os dez tumores que mais acometem as mulheres das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste”, complementa a especialista, que também integra o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.inca.gov.br/publicacoes/livros/estimativa-2023-incidencia-de-cancer-no-brasil">O Inca estima que</a>, em 2023, serão diagnosticados 10.980 casos de câncer de pâncreas no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de letalidade também está em ascensão. Entre 2011 e 2020, as mortes por ano relacionadas a essa enfermidade saltaram de 7,7 mil para 11,8 mil — um incremento de mais de 50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em números absolutos,&nbsp;<a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros">o Inca calcula que</a>&nbsp;em 2020 essa doença matou 5.882 homens e 6.011 mulheres. Isso faz com que esse tumor seja o sétimo mais mortal para eles e o quinto para elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que o pâncreas é uma glândula responsável por produzir a insulina, um hormônio essencial no aproveitamento da glicose como fonte de energia para as células trabalharem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a tendência de subida não é apenas nacional: nos Estados Unidos,&nbsp;<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33825840/">cientistas apontam que</a>&nbsp;o câncer de pâncreas se tornará o segundo tipo mais letal, atrás apenas dos tumores de pulmão. Os números de casos também se elevarão em mais de 65% entre os americanos nas próximas duas décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que justifica essa mudança de cenário? Por trás desse aumento, há pelo menos quatro motivos: o envelhecimento da população, o estilo de vida, os sintomas tardios e a agressividade do quadro.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Longevidade-e-hábitos-inadequados">Longevidade e hábitos inadequados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O médico Duílio Rocha, diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, destaca que o câncer de pâncreas é uma condição que costuma aparecer em indivíduos de idade mais avançada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Portanto, o próprio envelhecimento da população contribui para esse aumento”, raciocina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A idade média do diagnóstico é 70 anos. E o Brasil só superou uma expectativa de vida acima das setes décadas a partir do ano 2000”, complementa o especialista, que também é chefe da Unidade de Oncologia do Hospital Universitário Walter Cantídio, em Fortaleza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: se as pessoas vivem mais, é natural que um número maior delas desenvolva um tumor na glândula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo fator tem a ver com o estilo de vida adotado, especialmente nos lugares mais desenvolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Boa parte da comunidade científica acredita que o aumento de casos está diretamente relacionado a mudanças de hábitos nas gerações que nasceram a partir de 1970, como o maior consumo de alimentos ultraprocessados e ricos em gorduras saturadas, e o aumento na proporção de pessoas sedentárias e obesas”, lista Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas essas alterações estão relacionadas a um aumento geral de enfermidades crônicas não transmissíveis, como a hipertensão, o diabetes e diversos tipos de câncer, como aqueles que acometem o pâncreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falando em diabetes, os pesquisadores têm muitas dúvidas sobre qual a relação entre os dois quadros. Afinal, pacientes com diabetes possuem um risco mais elevado de câncer de pâncreas? Ou é o tumor na glândula produtora de insulina que provoca um descontrole nos níveis de açúcar no sangue?</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ainda não está certo se o diabetes é causa ou consequência nesse cenário. Mesmo assim, encaramos essa enfermidade como um fator de risco adicional para o câncer de pâncreas”, responde Siqueira.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/ae59/live/488ec3c0-a871-11ed-8f65-71bfa0525ce3.jpg" alt="Pessoa com olho amarelado"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Pele e olhos amarelados são um dos poucos sintomas do câncer de pâncreas. Os incômodos só costumam aparecer num estágio mais avançado da doença</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Silenciosa-e-agressiva">Silenciosa e agressiva</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para completar, uma das grandes barreiras quando o assunto é tumor no pâncreas está no diagnóstico tardio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apenas 15 a 20% dos pacientes são identificados quando a doença está localizada na glândula e não se espalhou para outras partes do corpo”, calcula Siqueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em linhas gerais, detectar o quadro nas primeiras etapas de desenvolvimento é a principal maneira de garantir tratamentos menos invasivos e com maior potencial de cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa, porém, não é a realidade na maioria das vezes. “Os sintomas do câncer de pâncreas só costumam aparecer numa fase avançada e são muito genéricos, ou seja, se confundem com uma série de outras enfermidades possíveis”, caracteriza Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais manifestações desse tumor, os médicos destacam a perda de peso, a dor no abdômen ou nas costas e mudanças na coloração da pele e dos olhos, que ganham um aspecto amarelado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse último sinal tem a ver com o crescimento do tumor e o aperto de estruturas ao redor, como os ductos que ligam a vesícula biliar ao fígado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não há um exame de rotina que possa flagrar a enfermidade de forma precoce, em moldes parecidos aos da mamografia para câncer de mama e do papanicolau para o de colo de útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último fator por trás da ascensão dos tumores de pâncreas tem a ver com as próprias características dessa condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ela é uma doença mais agressiva. Mesmo os pacientes que são operados têm uma sobrevida menor em comparação a outros tipos de câncer”, diz Siqueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No câncer de intestino localizado tratável com a cirurgia, por exemplo, há uma chance de cura que supera os 80%. Num tumor de pâncreas que reúne condições parecidas, essa taxa fica em 30%”, completa a oncologista.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/f755/live/797dc5d0-a871-11ed-8f65-71bfa0525ce3.jpg" alt="Médicos fazendo cirurgia"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Cirurgias são a primeira escolha quando o câncer de pâncreas é diagnosticado nas fases iniciais</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-contraataque-da-medicina-">O contra-ataque da medicina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nem tudo são más notícias quando o assunto é câncer de pâncreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Durante muito tempo, tivemos a ideia que esse era um tumor contra o qual podíamos fazer muito pouco”, lembra Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mas, nos últimos anos, tivemos uma série de avanços que melhoraram esse cenário. Hoje, a chance de cura é seis vezes maior do que há duas décadas, principalmente quando somos capazes de usar as melhores ferramentas para diagnosticar e tratar de forma precoce”, complementa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o tumor na glândula é detectado nos estágios iniciais, a cirurgia costuma ser a primeira alternativa para lidar com o problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, se a doença já evoluiu ou se espalhou para outras partes do organismo, os profissionais de saúde apelam para a quimioterapia ou para a radioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, a própria químio consegue diminuir o tumor, o que abre a possibilidade de fazer uma cirurgia para remover as lesões localizadas na glândula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Opções mais avançadas também começam a entrar em jogo. Uma delas é a imunoterapia, uma classe de medicamentos que estimula o próprio sistema imunológico do paciente a combater as células cancerosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por ora, esses remédios só estão disponíveis para indivíduos com uma mutação genética específica, o que corresponde a cerca de 1% dos casos”, aponta Siqueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade recente é o uso das CAR-T Cells, um método já aprovado como tumores de sangue que consiste em extrair células imunológicas do próprio paciente, modificá-las em laboratório e reintroduzi-las no organismo, para que reconheçam e ataquem o tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse, porém, ainda é um tratamento experimental, que precisa ser mais estudado”, pondera a oncologista clínica.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-61839292">Câncer: 4 novidades que podem revolucionar tratamento da doença</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o transplante de pâncreas seja uma opção para os pacientes com diabetes que têm complicações graves, ele não está disponível como tratamento contra o câncer. Isso porque essa cirurgia exige o uso de medicamentos de inibem o sistema imunológico — que, num paciente com esse tumor, fariam as células cancerosas se espalharem mais rapidamente para outras partes do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se as perspectivas terapêuticas contra o câncer de pâncreas evoluem, as orientações para prevenir a doença continuam as mesmas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A nossa principal recomendação para evitar uma doença dessas é buscar hábitos de vida saudáveis”, sugere Rocha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso inclui manter um peso adequado, uma alimentação baseada em fontes vegetais e com pouca gordura saturada, praticar atividade física e evitar o tabagismo”, conclui o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O posicionamento da mulher" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Fv42kTJOiMs?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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