<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>pangenoma humano |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/pangenoma-humano/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 May 2023 14:48:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>pangenoma humano |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Por que primeiro pangenoma humano pode revolucionar a medicina</title>
		<link>https://ipiracity.com/por-que-primeiro-pangenoma-humano-pode-revolucionar-a-medicina/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-primeiro-pangenoma-humano-pode-revolucionar-a-medicina</link>
					<comments>https://ipiracity.com/por-que-primeiro-pangenoma-humano-pode-revolucionar-a-medicina/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 14:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pangenoma humano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=86072</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Pallab Ghosh Cientistas produziram um mapa atualizado de todo o DNA humano que pode ajudar a revolucionar a pesquisa médica. O genoma humano original, publicado há 20 anos, é majoritariamente de uma pessoa — e não representa a diversidade humana. A versão mais recente — chamada de pangenoma — é composta por dados de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/por-que-primeiro-pangenoma-humano-pode-revolucionar-a-medicina/">Por que primeiro pangenoma humano pode revolucionar a medicina</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Pallab Ghosh</strong></p>



<p>Cientistas produziram um mapa atualizado de todo o DNA humano que pode ajudar a revolucionar a pesquisa médica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-77220" width="838" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></figure>



<p>O genoma humano original, publicado há 20 anos, é majoritariamente de uma pessoa — e não representa a diversidade humana.</p>



<p>A versão mais recente — chamada de pangenoma — é composta por dados de 47 pessoas da África, Ásia, Américas e Europa.</p>



<p>A expectativa é de que leve a novos medicamentos e tratamentos que funcionem para uma variedade muito maior de pessoas.</p>



<p>De acordo com Eric Green, diretor do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano em Bethesda, no estado americano de Maryland, a pesquisa, publicada na revista científica Nature, tem o potencial de transformar a pesquisa médica.</p>



<p>&#8220;Isso representa uma tremenda conquista científica. Um pangenoma que reflete melhor a diversidade da população humana permitirá aos cientistas entender melhor como a variação genética influencia a saúde e as doenças, e nos levará a um futuro em que a medicina genômica beneficiará a todos.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/ab83/live/3c2c95d0-efd9-11ed-a142-ab0e42bfd9c3.jpg" alt="Sequência genética"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto, Os genes que compõem o DNA humano são formados por sequências químicas</figcaption></figure>



<p>O pangenoma consiste em 47 mapas separados de DNA de pessoas de diferentes ascendências, que também podem ser combinados e comparados por meio de novas ferramentas de software para encontrar diferenças genéticas importantes.</p>



<p>O objetivo é desenvolver tratamentos mais eficazes para mais pessoas, mas os cientistas especializados em genética estão cientes de que a pesquisa tem o potencial de ser mal utilizada.</p>



<p>Muzlifah Haniffa, do Sanger Institute, em Newcastle, no Reino Unido, que não fez parte da equipe de pesquisa, diz que a ciência não deve ser mal interpretada.</p>



<p>&#8220;As informações genéticas sobre diversidade devem ser usadas com responsabilidade, e não para fornecer evidências de diferenças raciais, que é uma construção social. Temos que entender o que isso mostra e, principalmente, o que não mostra. Temos que garantir que usar informações muito superficialmente para estabelecer características raciais falsas não aconteça.&#8221;</p>



<p>O genoma humano foi na maioria concluído em 2003. É um mapa das bases químicas que compõem o DNA humano. Os pesquisadores o utilizam para identificar genes envolvidos em doenças para desenvolver tratamentos mais adequados. Já levou a terapias melhores contra o câncer e ao desenvolvimento de testes para prever o aparecimento de doenças hereditárias, como a doença de Huntington (doença degenerativa causada pela perda de células em parte do cérebro).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/be7d/live/54a3b530-efd9-11ed-a142-ab0e42bfd9c3.jpg" alt="Máquinas de sequenciamento de genes"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto, Centenas de máquinas levaram 13 anos para ler todo o DNA que faz um ser humano</figcaption></figure>



<p>A desvantagem é que 70% do genoma veio de um único indivíduo: um americano com ascendência europeia e africana. Isso deixa de lado, portanto, importantes diferenças genéticas que desempenham um papel importante em doenças em pessoas de outras origens, explica Karen Miga, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.</p>



<p>&#8220;Ter um mapa de um único genoma humano não pode representar adequadamente toda a humanidade. Essa nova versão pode ser a base para que a comunidade científica tenha cuidados de saúde mais equitativos no futuro.&#8221;</p>



<p>Embora o mapa do genoma humano atualmente usado pelos pesquisadores contenha muito DNA africano, contra-intuitivamente esta população é uma das mais carentes, de acordo com Ewan Birney, vice-diretor geral do Laboratório Europeu de Biologia Molecular (EMBL, na sigla em inglês), perto de Cambridge.</p>



<p>&#8220;O lugar mais importante do mundo para obter genomas é a África Subsaariana. É onde começamos como espécie e tem a maior diversidade genética. Portanto, um genoma afro-americano não é suficiente para representar essa diversidade&#8221;, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Tratamentos-melhores">Tratamentos melhores</h2>



<p>Zamin Iqbal, pesquisador do Instituto Europeu de Bioinformática do EMBL, perto de Cambridge, acredita que um genoma mais representativo levará a tratamentos melhores para mais gente.</p>



<p>&#8220;Expandir a variedade de populações presentes no genoma humano de referência vai reduzir um viés implícito de longa data nos estudos da genética humana. Os seres humanos são diversos, e é importante que nossos métodos analíticos incorporem isso.&#8221;</p>



<p>Dois estudos recentes nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Irlanda descobriram que as crianças de ascendência europeia tinham duas vezes mais chances de serem diagnosticadas com testes genéticos do que as de ascendência africana.</p>



<p>Alexander Arguello, diretor do programa no Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, afirma que o objetivo do novo projeto era mudar esses resultados.</p>



<p>&#8220;A esperança é que, uma vez capturada diversidade suficiente, você obtenha os mesmos resultados de diagnóstico, independentemente da população.&#8221;</p>



<p>O novo pangenoma é formado por 47 pessoas, metade das quais tem ascendência da África subsaariana, um terço das Américas, 13% da China e 2% da Europa, com representação de indígenas.</p>



<p>Mas este é apenas o começo de um programa ambicioso para melhor representar a diversidade da população mundial.</p>



<p>O objetivo inicial é aumentar o número para 350. Depois disso, os cientistas que lideram o programa, na maioria dos EUA, planejam aumentar ainda mais os números e a diversidade, trabalhando com organizações de outros países no que eles esperam que se torne a fase dois do projeto do genoma humano.</p>



<p>Fonte: BBC Brasil </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CME- sua relação com a educação municipal" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DTpe4UsCFSc?start=1810&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/por-que-primeiro-pangenoma-humano-pode-revolucionar-a-medicina/">Por que primeiro pangenoma humano pode revolucionar a medicina</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/por-que-primeiro-pangenoma-humano-pode-revolucionar-a-medicina/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
