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	<title>parana |</title>
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		<title>Governo federal autoriza R$ 2 bi em obras de infraestrutura no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 23:57:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Recursos incluem porto de Paranaguá, aeroporto de Maringá e rodovias Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Quinta, 12 de março de 2026 O governo federal autorizou nesta quinta-feira (12) o início de obras que somam investimentos de mais de R$ 2,08 bilhões nos setores de infraestrutura de transportes do estado do Paraná, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Recursos incluem porto de Paranaguá, aeroporto de Maringá e rodovias</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong> &#8211; Quinta, 12 de março de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O governo federal autorizou nesta quinta-feira (12) o início de obras que somam investimentos de mais de R$ 2,08 bilhões nos setores de infraestrutura de transportes do estado do Paraná, incluindo rodovias, porto e aeroporto.&nbsp;</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1681760&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1681760&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento, no Palácio do Planalto, contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros dos Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, e dos Transportes,&nbsp;Renan Filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pelo Ministério dos Transportes, foram assinadas duas ordens de serviço que somam R$ 730 milhões em recursos públicos.&nbsp;</strong>Uma delas autoriza o início das obras do Contorno Sul Metropolitano de Maringá (BR-376/PR), com aporte de R$ 409 milhões, destinado a melhorar o tráfego urbano e reduzir o fluxo de veículos pesados na cidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda ordem de serviço viabiliza a execução do quarto e último trecho da BR-487/PR, conhecida como Estrada Boiadeira, entre Serra dos Dourados e Cruzeiro do Oeste. Com investimento de R$ 321,2 milhões, serão concluídos 37 quilômetros (km) da rodovia que conecta regiões produtoras de grãos ao Porto de Paranaguá.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Paraná não tinha a Estrada Boiadeira concluída, o Paraná não tinha o contorno da cidade de Maringá, e sua região metropolitana, e essas obras começam hoje. Além disso, o estado do Paraná está recebendo o maior ciclo de investimento de infraestrutura de sua história&#8221;, destacou o ministro Renan Filho.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, já foram realizadas seis concessões rodoviárias no estado desde 2023, de um total de 35 concessões de rodovias em andamento em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pelo Ministério de Portos e Aeroportos, foi assinada a autorização da licitação para reforma e ampliação do terminal de passageiros e modernização da torre de controle do Aeroporto Regional de Maringá, com investimento de R$ 129,1 milhões.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma deverá fazer com que o terminal salte da capacidade atual de 855 mil passageiros para cerca de 1,4 milhão por ano. A área de passageiros do aeroporto terá o tamanho praticamente duplicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porto de Paranaguá</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Também foi assinado o contrato de concessão para exploração e administração da infraestrutura do acesso aquaviário ao Porto de Paranaguá, estimado em R$ 1,23 bilhão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A concessão, com duração de 25 anos, deve assegurar as obras de manutenção do canal e o aumento do calado de 13,5 metros para 15,5 metros, ampliando a capacidade da operação de carga no terminal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Porto de Paranaguá é o segundo maior do Brasil em movimentação de cargas, atrás apenas do Porto de Santos, e tem uma importância estratégica para o setor de agronegócio, já que é por ali que são escoados os fertilizantes importados pelo Brasil e o embarque de carne suína e frango oriunda principalmente da Região Sul.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso é fundamental para o desenvolvimento do setor portuário brasileiro. Com essa concessão, por 25 anos, nós teremos a dragagem de manutenção sendo feita ano a ano, e isso dará segurança e previsibilidade para o setor produtivo&#8221;, enfatizou o ministro Silvio Costa Filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agencia Brasil / © Ricardo Stuckert/PR<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PREPARATIVOS PARA A ESTRÉIA NO CAMPEONATO IPIRAENSE 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2dbWot0WNaU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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		<title>Vida dos irmãos de Toffoli no interior de SP destoa de luxo de resort no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 15:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[parana]]></category>
		<category><![CDATA[Resort]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Influentes na cidade, parentes do ministro do STF têm evitado serem vistos nas ruas Por Alex Sabino e Diego Felix &#8211; Sábado, 24 de janeiro de 2026 (Folhapress) – Ao ouvir o som do interfone, alguém olha pela janela e fecha imediatamente a cortina. Nem diante da insistência, responde. A casa em uma rua estreita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Influentes na cidade, parentes do ministro do STF têm evitado serem vistos nas ruas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Alex Sabino e Diego Felix</strong> &#8211; Sábado, 24 de janeiro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Folhapress) – Ao ouvir o som do interfone, alguém olha pela janela e fecha imediatamente a cortina. Nem diante da insistência, responde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A casa em uma rua estreita no bairro Jardim Universitário, em Marília, no&nbsp;interior de São Paulo, não parece com a do dono de um resort de luxo. São três carros espremidos na garagem. Um BYD, um Toyota Etios e um Volkswagen Taos. Somados, eles têm um valor de mercado de cerca de R$ 400 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o endereço de José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro do&nbsp;<a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STF&nbsp;(Supremo Tribunal Federal)</a>&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/judiciario-pagou-diarias-de-segurancas-em-cidade-com-resort-ligado-a-toffoli/">José Antonio Dias Toffoli</a>. A casa também foi colocada como sede da Maridt Participações, empresa que&nbsp;tinha participação no resort Tayayá e na DGEP Empreendimentos&nbsp;em Ribeirão Claro (PR), e vendeu sua parte por um total de R$ 6,7 milhões em duas etapas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta semana, a mulher de José Eugênio, Cássia, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que ela nunca soube que o imóvel era sede da empresa ou de ligações com o resort.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Funcionários do hotel relataram à&nbsp;Folha&nbsp;que os Toffolis&nbsp;ainda são vistos como donos do empreendimento&nbsp;junto com o atual proprietário Paulo Humberto Barbosa, advogado que atua para a&nbsp;JBS, a multinacional de carnes dos irmãos Joesley e Wesley Batista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resort oferece piscinas aquecidas, passeios de caiaques, quadras de beach tennis e cassino. O ministro&nbsp;Dias Toffoli&nbsp;costuma chegar ao local de helicóptero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas ligadas a parentes do ministro tiveram como sócio o fundo de investimento Arleen, ligado ao&nbsp;Banco Master, liquidado pelo&nbsp;Banco Central&nbsp;por fraudes contra o sistema financeiro. A atuação de Dias Toffoli, relator do caso no STF, é questionada e ele sofre pressão para deixar a função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem tocou várias vezes a campainha da casa onde moram José Eugênio e Cássia. Apesar da movimentação no interior do imóvel, ninguém respondeu ou deixou a residência nesta sexta-feira (23).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início da divulgação do caso, parentes do ministro têm evitado ser vistos nas ruas de Marília, onde são uma das famílias mais influentes. Luiz Toffoli, pai de Dias Toffoli, é nome de avenida: uma via ainda em obras, vizinha à área verde onde bois e vacas pastam e que serve de ligação da região central para a Chácara Recanto Quatro, no Condomínio Estância Uberlândia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Maridt já deu a sua comunicação. Passar bem e até logo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a resposta lacônica, José Carlos Dias Toffoli, o padre Carlão, desligou o interfone. Ele se refereriu à Maridt Participações S.A., empresa da qual é sócio, ao lado de José Eugênio, e que tinha participação no Tayayá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por causa da sociedade, ele se afastou da paróquia Sagrada Família e hoje, como cônego, tem o título de “uso de ordens”. De acordo com a assessoria da Diocese de Marília, isso significa que ele continua habilitado a rezar missas, mas apenas quando é convidado ou não há outro religioso para fazê-lo. Não tem uma paróquia própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Padre Carlão continua uma figura popular, mas tem aparecido pouco nas últimas semanas, segundo relatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vizinhos da casa onde morou no bairro Castelo Branco, próximo à Igreja Sagrada Família, dizem que ele costumava visitar o local, mas isso não acontece há algum tempo. A casa é modesta, de portão branco e quintal coberto, mas está toda fechada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele tem ficado mais na chácara, onde tem um chalé e área verde. Há uma placa com o nome da proprietária pendurada na grade, sinalizando que o imóvel é alugado pelo irmão do ministro Dias Toffoli. Desde seu afastamento, em 2021, ele deixou de receber a remuneração de padre que, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregos e Desempregados), está em R$ 2.467, em média.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A “comunicação” à qual o padre se refere é uma nota enviada por José Eugenio em que ele afirma que a participação da Maridt no resort foi encerrada em duas negociações: uma com o grupo Arleen, em setembro de 2021, e outra para a PHD Holding, em fevereiro de 2025. Ele diz que todas as informações foram declaradas à Receita Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da Junta Comercial do Paraná mostram, no entanto, que as vendas tiveram períodos mais esticados: em setembro de 2021, a Maridt vendeu ao fundo Arleen quase metade de sua participação no resort Tayayá por R$ 618,9 mil e saiu do negócio em fevereiro de 2025, quando recebeu R$ 698 mil da PHD.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DGEP Empreendimentos e Participações, que foi utilizada como veículo para o quadro societário do Tayayá, contou com a Maridt como sócia. Em setembro de 2021, os irmãos Toffoli venderam parte do negócio ao Arleen por R$ 3,1 milhões e as cotas remanescentes em fevereiro de 2025 à PHD por R$ 3,5 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Folha&nbsp;tentou falar com José Eugênio, mas ele não atendeu às ligações e nem respondeu às mensagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O integrante da família que aparenta melhor nível de vida é Mario Umberto Degani, primo do ministro Dias Toffoli e que fazia parte do grupo Tayayá. Ele reside em um condomínio fechado chamado Recreio Santa Gertrudes. Uma casa no local com três quartos é negociada por R$ 2,5 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentos da Junta Comercial do Paraná mostram que Degani integrava, desde 1999, o bloco fundador do grupo que construiu o resort. Ele deixou a sociedade entre julho e setembro de 2025 por um total de R$ 12 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na portaria, a reportagem foi informada que ele havia viajado a Londrina. Ele não atendeu aos telefonemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os nove irmãos da família, os Toffoli também tiveram um prefeito em Marília. José Ticiano Toffoli ocupou o cargo entre 2011 e 2012. Não há envolvimento registrado dele com o resort Tayayá. Ele também não respondeu aos contatos da Folha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ICL Noticias / </p>



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<iframe title="ATIVIDADES DO CONSELHO TUTELAR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/E4B1OIER-XI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Clima e falhas em manejo explicam aumento da incidência de ferrugem da soja no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 20:54:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda, 12 de janeiro de 2026 De acordo com o&#160;Consórcio Antiferrugem,&#160;&#160;a safra de soja 2025/2026 conta com 144 registros de ferrugem-asiática da soja, uma das doenças mais severas para a cultura da soja: sendo 88 casos no Paraná, 44 no Mato Grosso do Sul, 5 no Rio Grande do Sul, 4 em São Paulo, 2 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segunda, 12 de janeiro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o&nbsp;<strong><a href="http://www.consorcioantiferrugem.net/">Consórcio Antiferrugem</a>,</strong>&nbsp;&nbsp;a safra de soja 2025/2026 conta com 144 registros de ferrugem-asiática da soja, uma das doenças mais severas para a cultura da soja: sendo 88 casos no Paraná, 44 no Mato Grosso do Sul, 5 no Rio Grande do Sul, 4 em São Paulo, 2 em Santa Catarina e 1 registro em Minas Gerais. Ao se comparar o mesmo período do ano passado, observa-se que o Paraná havia registrado 41 no início de janeiro. Portanto, o Paraná tem o dobro das ocorrências da safra passada. “O aumento no número de relatos não indica perda de controle da doença, mas sim que a ferrugem foi identificada na região e precisa ser manejada adequadamente. É um sinal de que há esporos circulando e de que o produtor precisa utilizar fungicidas com eficiência para o manejo da ferrugem.”, destaca a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da pesquisadora, a maior ocorrência de relatos de ferrugem-asiática da soja na região Sul do Brasil está relacionada a maior sobrevivência de plantas voluntárias de soja na entressafra, à janela de semeadura, na região, e ao monitoramento da doença. A pesquisadora afirma que o clima mais úmido durante o inverno, no Sul, favorece a sobrevivência da soja voluntária — plantas que nascem espontaneamente após a colheita — e, consequentemente, do fungo causador da ferrugem. “Com a ocorrência de chuvas no inverno, há maior sobrevivência da soja voluntária, na qual o fungo acaba se mantendo”, explica. “No Cerrado, onde o inverno é mais seco, essa sobrevivência é menor”, diz a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vazio sanitário, período de 90 dias em que é proibido semear soja &#8211;&nbsp; determina a eliminação das plantas de soja. “Mesmo assim, há presença significativa dessas plantas em meio a outras lavouras na região Sul, o que contribui para a manutenção da doença”, diz. Outro fator apontado pela pesquisadora é a janela de semeadura. “Estados como o Paraná iniciam o plantio já no dia 1º de setembro, assim como regiões do Paraguai. Quanto mais cedo se semeia, mais cedo a ferrugem começa a aparecer, principalmente quando há proximidade com fontes de inóculo”, afirma Cláudia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o número elevado de relatos no Sul também está ligado à metodologia de registro. Os dados do Consórcio Antiferrugem são contabilizados por município, e o Paraná, por exemplo, possui um número maior de municípios em comparação a outros estados. “Os registros são voluntários e dependem da atuação de técnicos e agrônomos em campo. E as regiões com forte presença de cooperativas, como ocorre no Paraná, acabam apresentando maior número de notificações”, explica Cláudia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Centro-Oeste brasileiro, por outro lado, a colheita se aproxima e a ferrugem tende a causar menos impacto. “Os produtores estão conseguindo maior “escape” da doença. Porém, nessa região, outras enfermidades, como a mancha-alvo, têm maior relevância econômica”, ressalta Cláudia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Orientações ao produtor</strong><br>Com o avanço da resistência do fungo causador de ferrugem-asiática aos fungicidas há a necessidade do uso de produtos multissítios em associação. Esses fungicidas atacam o fungo em múltiplos pontos do seu metabolismo simultaneamente, por isso, o risco de o fungo desenvolver resistência a eles é mais baixo. “Essa estratégia é fundamental para aumentar a eficiência do controle e prolongar a vida útil dos fungicidas disponíveis”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os produtores podem baixar o aplicativo do Consórcio Antiferrugem na&nbsp;<em>Google Play e Apple Store</em>&nbsp;e acompanhar os dados do Consórcio Antiferrugem.&nbsp; A eficiência dos fungicidas disponíveis no mercado pode ser consultada no aplicativo “Classificação de eficácia de fungicidas químicos e biológicos: módulo soja” no site da rede de&nbsp;<a href="https://fitossanidadetropical.shinyapps.io/fungicidas/"><strong>fitossanidade tropical</strong></a>&nbsp;(RFT), com informações baseadas em ensaios cooperativos de quatro safras.&nbsp;As circulares técnicas com ensaios detalhados para ferrugem-asiática são disponibilizadas no&nbsp;<a href="https://www.fitossanidadetropical.org.br/informacoes-tecnicas/arquivo-de-publicacoes"><strong>site da RFT.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação&nbsp;<em><strong>E<a href="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1177349/eficiencia-de-fungicidas-para-o-controle-da-ferrugem-asiatica-da-soja-phakopsora-pachyrhizi-na-safra-20242025-resultados-sumarizados-dos-ensaios-cooperativos">ficiência de fungicidas para o controle da ferrugem-asiática da soja, Phakopsora pachyrhizi, na safra 2024/2025: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos</a>&nbsp;</strong></em>traz informações atualizadas para colaborar com a estratégia de manejo dos produtores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lebna Landgraf&nbsp;(MTb 2903 &#8211; PR)<br>Embrapa Soja<br><br><strong>Contatos para a imprensa</strong><br>soja.imprensa@embrapa.br<br><strong>Telefone:</strong>&nbsp;(43) 3371-6061 (whatsapp)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: EMBRAPA / Foto: ANeto/Arquivo Embrapa</p>



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<iframe title="POLÊMICA NA COPA MASTER IPIRAENSE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/fxMer3StuR0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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