<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Parkinson em mulheres |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/parkinson-em-mulheres/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 May 2023 14:29:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>Parkinson em mulheres |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Atividades físicas podem reduzir Parkinson em mulheres</title>
		<link>https://ipiracity.com/atividades-fisicas-podem-reduzir-parkinson-em-mulheres/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=atividades-fisicas-podem-reduzir-parkinson-em-mulheres</link>
					<comments>https://ipiracity.com/atividades-fisicas-podem-reduzir-parkinson-em-mulheres/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 14:29:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson em mulheres]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=87558</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa francesa divulgada na revista Neurology traz resultados animadores no que diz respeito a prevenção da doença de Parkinson De causas ainda desconhecidas, o Parkinson é uma doença que afeta cerca de&#160;200 mil pessoas&#160;apenas aqui no Brasil. Conhecida por ser uma doença neurológica que afeta os movimentos, essa condição atinge 1% da população mundial acima de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/atividades-fisicas-podem-reduzir-parkinson-em-mulheres/">Atividades físicas podem reduzir Parkinson em mulheres</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa francesa divulgada na revista Neurology traz resultados animadores no que diz respeito a prevenção da doença de Parkinson</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/13-2.jpg" alt="" class="wp-image-86864" width="837" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/13-2.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/13-2-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 837px) 100vw, 837px" /></figure>



<p>De causas ainda desconhecidas, o Parkinson é uma doença que afeta cerca de&nbsp;<strong>200 mil pessoas</strong>&nbsp;apenas aqui no Brasil. Conhecida por ser uma doença neurológica que afeta os movimentos, essa condição atinge 1% da população mundial acima de 65 anos, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p>Apesar de estar relacionada com a terceira idade, a doença de Parkinson também pode ocorrer em pessoas mais jovens, desencadeando quadros precoces. Em todos os casos, o problema é causado pela <strong>degeneração progressiva das células nervosas</strong> responsáveis pela produção de <a href="https://www.altoastral.com.br/astrologia/moda-dopamina-invista-na-cor-certa-para-o-seu-signo.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dopamina</a>, neurotransmissor importante no que diz respeito a coordenação dos movimentos.</p>



<p>Entre&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/dia-mundial-do-parkinson-sintomas-causas-e-tratamento.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seus sintomas</a>&nbsp;estão os&nbsp;<strong>tremores</strong>&nbsp;<strong>nos membros superiores e inferiores</strong>&nbsp;quando paciente está em repouso. Ainda que essa seja uma das características mais persistentes do Parkinson, essa não é a única manifestação da doença. Por isso, é comum que surjam outros indicadores como a rigidez muscular, lentidão nos movimentos e uma progressiva instabilidade postural.</p>



<p>O surgimento de outros problemas de saúde como a depressão, os distúrbios de sono, problemas de memória e até a dificuldade no controle da pressão arterial também podem ser indicativos do Parkinson. Esses são considerados <strong>sintomas não motores da doença</strong>, que exigem investigação e diagnóstico médico.</p>



<p>Além disso, a doença também possui um fator de prevalência maior em homens, o que não isenta de que&nbsp;<strong>o Parkinson também acometa mulheres</strong>. Mas, neste caso, estudos indicam que é possível reduzir as chances da manifestação do problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-importancia-da-atividade-fisica">Importância da atividade física</h2>



<p>Divulgado nesta quarta-feira (24) pela&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/exercicio-fisico-pode-reduzir-risco-de-parkinson-em-mulheres/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal da USP</a>&nbsp;e pelo médico e professor da Universidade de São Paulo, Octávio Pontes Neto, pesquisadores franceses descobriram que&nbsp;<strong>mulheres que se exercitam com mais frequência têm até 25% menos risco de desenvolver doença de Parkinson</strong>. O dado foi obtido através de comparação com mulheres da mesma faixa de idade menos ativas fisicamente.</p>



<p>Dr. Octávio Pontes Neto ressaltou que a atividade física regular na meia-idade pode representar um papel importante na prevenção do Parkinson. Isso porque, além da causa desconhecida — fatores associam uma combinação de fatores genéticos e ambientais —, essa também é uma&nbsp;<strong>doença sem cura</strong>. Por isso, os tratamentos existentes atualmente visam apenas reduzir os sintomas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entendo a pesquisa</h3>



<p>O especialista explica que estudos anteriores sobre a relação entre atividade física e Parkinson foram inconsistentes, com uma associação significativa encontrada em homens, mas não em mulheres.</p>



<p>Já a pesquisa publicada na revista&nbsp;<em>Neurology</em>, se baseou em dados de quase 99 mil mulheres participantes do estudo E3N, que preencheram questionários sobre atividades físicas ao longo dos anos.</p>



<p>Embora a notícia seja animadora, a relação entre <a href="https://www.altoastral.com.br/estilo-de-vida/melhores-atividades-fisicas-corpo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atividade física</a> e Parkinson ainda exige <strong>mais pesquisas para entender</strong> <strong>completamente</strong> para o desenvolvimento de estratégias eficazes de prevenção.</p>



<p>Fonte: Alto Astral</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Benefícios previdenciários, seus requisitos e canais de acesso" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/usjZhjIPv-I?start=147&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/atividades-fisicas-podem-reduzir-parkinson-em-mulheres/">Atividades físicas podem reduzir Parkinson em mulheres</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/atividades-fisicas-podem-reduzir-parkinson-em-mulheres/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
