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		<title>Governo da Bahia apresenta projetos do Novo PAC para Salvador com ampla participação social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 19:14:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Estado da Bahia, por meio da Coordenação de Articulação Social (COAS) da Secretaria de Relações Institucionais (SERIN), em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), apresentou os novos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltados para Salvador e municípios do interior. A ação, que aconteceu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Governo do Estado da Bahia, por meio da Coordenação de Articulação Social (COAS) da Secretaria de Relações Institucionais (SERIN), em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), apresentou os novos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltados para Salvador e municípios do interior. A ação, que aconteceu na manhã desta terça-feira (08), no Centro de Operações e Inteligência da Segurança Pública, reuniu mais de 200 pessoas, entre deputados estaduais e federais, vereadores, suplentes, representantes de entidades e movimentos sociais, além de líderes comunitários de diversos bairros da capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador de Articulação Social da Serin, Joel Meireles, destacou a importância do diálogo entre o Governo do Estado e as lideranças locais. “Esse momento é muito importante para nós, e eu digo isso me reconhecendo também como liderança de Salvador. Conhecer o trabalho do Estado é fundamental. A gente precisa saber o que está acontecendo no nosso bairro, se apropriar disso e fazer a defesa do nosso projeto político, liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues. Nossas obras são estruturantes e estamos transformando a vida das pessoas na capital e no interior”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as intervenções previstas estão 29 obras de macrodrenagem, 97 contenções de encostas, 13 urbanizações integradas, 5 hospitais e maternidades, 23 CEUs da Cultura e 4 obras diversas, distribuídas por Salvador e dezenas de municípios baianos. Segundo Trindade, o protagonismo da Bahia no Novo PAC é resultado direto da parceria entre os governos Lula e Jerônimo Rodrigues, fortalecida pela atuação do ministro Rui Costa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as atualizações feitas pelo Governo Federal, novas intervenções foram incorporadas ao portfólio, e o total de obras sob responsabilidade da Conder chegou a 171, somadas as seleções do Novo PAC de 2023 e 2025, o que representa R$ 2,8 bilhões em investimentos. “Como diria o presidente Lula, nunca antes na história da Bahia tivemos uma parceria tão forte com o Governo Federal. Esse alinhamento Bahia-Brasil é garantido pelo trio formado por Jerônimo, Lula e Rui, que criou as condições para um volume recorde de investimentos no nosso estado”, destacou o diretor-presidente da Conder, José Trindade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conjunto de macrodrenagens representa R$ 910,7 milhões em investimentos e inclui obras estruturantes como as Bacias da Cidade Baixa, do Rio Jaguaribe e do Camarajipe, além de intervenções em Juazeiro, Ilhéus, Itapetinga, Porto Seguro, Vitória da Conquista, Candeias e outros municípios. Apenas em Salvador, serão mais de 750 mil pessoas beneficiadas pelas obras de macrodrenagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As 97 contenções de encostas, com investimento de R$ 325 milhões, vão garantir mais segurança a mais de 150 mil pessoas que vivem em áreas de risco na capital e no interior. Salvador reúne o maior conjunto de intervenções, com 69 contenções distribuídas em 38 bairros. O investimento na capital soma R$ 236 milhões e beneficiará diretamente mais de 100 mil pessoas que vivem em áreas de risco. Já as urbanizações integradas, com valor total de R$ 1,1 bilhão, contemplam projetos emblemáticos em Salvador, como Alto de Pituaçu, Baixinha de Santo Antônio, Pau da Lima e São Gonçalo do Retiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento também contou com a participação do coordenador executivo da Conder, Ide Saffe, e da secretária estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Jusmari Oliveira. “Estamos realizando obras que não apenas previnem alagamentos e garantem segurança hídrica, mas também devolvem dignidade às comunidades historicamente atingidas pelas chuvas. O PAC é um exemplo de como o Governo Federal e o Governo da Bahia trabalham juntos pelo desenvolvimento urbano e social”, afirmou a secretária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a iniciativa, o Governo do Estado da Bahia reafirma seu compromisso de investir em infraestrutura urbana, prevenção de alagamentos e melhoria da qualidade de vida, aproximando cada vez mais as políticas públicas da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Política Livre / Foto: Divulgação</p>



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		<title>SUS: O papel da participação social na luta pelo financiamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[participação social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriel Brito Programação do Seminário SUS 35 anos debateu desfinanciamento estrutural da saúde pública a partir da compreensão do contexto político mais amplo. Desmercantilizar o SUS por dentro e atualizar os mecanismos de controle social são as chaves para lutar por seu adequado financiamento. Essa é a síntese que pode ser feita do debate Financiamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Gabriel Brito</p>



<p class="wp-block-paragraph">Programação do Seminário SUS 35 anos debateu desfinanciamento estrutural da saúde pública a partir da compreensão do contexto político mais amplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desmercantilizar o SUS por dentro e atualizar os mecanismos de controle social são as chaves para lutar por seu adequado financiamento. Essa é a síntese que pode ser feita do debate Financiamento e Gestão do SUS, parte da programação do Seminário SUS 35 anos, realizado na semana passada.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mediada por&nbsp;<strong>Nivaldo Carneiro Júnior</strong>, médico e professor do departamento de Saúde Coletiva da pós-graduação da Santa Casa de São Paulo, a mesa fez um debate sobre o desfinanciamento estrutural do SUS a partir da compreensão do contexto político mais amplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aparecida Campos</strong>, do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde de São Paulo (Cosems/SP),&nbsp;<strong>Mariana Melo</strong>,economista da Saúde e representante da Associação Brasileira de Estudos em Saúde (ABrES) e&nbsp;<strong>Marília Louvison</strong>, sanitarista, professora e pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública da USP, convergiram na crítica à racionalidade de Estado vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O cenário político opera com lógica de mercado e se preocupa com ‘entregas’ imediatistas. E isso depende muito de acordos espúrios”, analisou Aparecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, há uma lógica de gestão compartimentada, que afeta linhas de cuidado, sobrecarrega a atenção primária e ignora necessidades intermunicipais em saúde, aspecto que precisa ser retomado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cidades pequenas têm dificuldade de ter equipe de gestão e em SP encontram muitas dificuldades de apoio técnico do governo estadual. Uma tarefa enorme dos municípios, por exemplo, é transportar pacientes para atendimento de média e alta complexidade. Isso tem custo elevadíssimo, mas não há apoio”, explicou a assessora do Cosems/SP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Municípios têm gastado em média 27,5% do orçamento em saúde e o estado de SP tem média histórica de 12,5% (quase o piso de 12%). Há municípios que investem 40% e isso os coloca no limiar da insustentabilidade e desfalca outras políticas públicas decisivas para o bem estar do povo, com influência sobre sua própria saúde”, corroborou Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com doutorado em Saúde Pública no qual estudou o desfinanciamento arquitetado no governo Bolsonaro, através de seu programa Previne Brasil, a economista ainda lembrou que “esquecemos de cobrar os R$ 60 bilhões de reais retirados do SUS” no governo do ex-presidente agora condenado Jair Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão das especialistas, há um clamoroso viés neoliberal na própria mentalidade administrativa, que estabelece planos e objetivos pouco afeitos às funções reais de um sistema de saúde e às necessidades de quem o utiliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, problemas como a questão da regionalização se destacam, uma vez que desaparece a solidariedade entre gestores locais, acentuada pela disputa irracional e clientelista das emendas parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos sempre no arremedo. Nunca tivemos reforma tributária, garantia de vários outros direitos como acesso a comida, terra, casa… Com toda a disputa com o privado, se não entendermos que os impostos servem para garantia de um direito, o SUS vai escapando pelos dedos. É a sensação que tenho”, resume Marília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal como ressaltado pelo sanitarista Jairnilson Paim em entrevista especial ao <strong><em>Outra Saúde</em></strong>, as conferencistas afirmam que a realização do SUS e da Reforma Sanitária exigirá novas ondas de luta social, sensação reforçada pelas manifestações de domingo contra uma casta política que parece ter perdido qualquer resquício de ética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se comparamos com o resto do mundo, a proporção de gastos privados no país não caracteriza um sistema universal. E tem a corrupção. As emendas desviam parte do dinheiro do SUS e devemos enfrentar. Sem controle e participação dos trabalhadores da saúde e usuários, não será possível reconstruir o pacto social”, finalizou Marília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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