<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Parto |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/parto/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Sep 2025 11:35:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>Parto |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Estudo investiga obstáculos na implementação da humanização do parto no Brasil</title>
		<link>https://ipiracity.com/estudo-investiga-obstaculos-na-implementacao-da-humanizacao-do-parto-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estudo-investiga-obstaculos-na-implementacao-da-humanizacao-do-parto-no-brasil</link>
					<comments>https://ipiracity.com/estudo-investiga-obstaculos-na-implementacao-da-humanizacao-do-parto-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[humanização]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=160694</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo investigou os obstáculos enfrentados por obstetras que atuam em defesa da humanização da assistência ao parto em maternidades brasileiras. As últimas décadas têm sido marcadas por avanços na assistência obstétrica sem, no entanto, superar as elevadas taxas de intervenções desnecessárias no parto, de cesarianas e de mortalidade materna, apesar de um contingente de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-investiga-obstaculos-na-implementacao-da-humanizacao-do-parto-no-brasil/">Estudo investiga obstáculos na implementação da humanização do parto no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um estudo investigou os obstáculos enfrentados por obstetras que atuam em defesa da humanização da assistência ao parto em maternidades brasileiras. As últimas décadas têm sido marcadas por avanços na assistência obstétrica sem, no entanto, superar as elevadas taxas de intervenções desnecessárias no parto, de cesarianas e de mortalidade materna, apesar de um contingente de obstetras alinhados à humanização do parto no País. Quem explica mais sobre o assunto é a autora do estudo, Luisa Jacques de Brito Veiga, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/usp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">USP</a></strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa se apoia em dados nacionais, como o estudo&nbsp;<em>Nascer no Brasil</em>, de 2012, e a&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/rede-cegonha/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede Cegonha</a></strong>, criada em 2017. Os dados mostram pequenas melhorias na qualidade do atendimento, apesar de ainda estar aquém do adequado. Luisa destaca uma queda em intervenções que são consideradas inadequadas e exemplifica algumas das mais comuns: “A realização de episiotomia, aquela incisão perineal, a manobra de Kristeller, que é uma manobra proscrita atualmente, o passo impositor ginecológico, uso de ocitocina de forma universal”. Ela destaca que houve também uma melhora, embora discreta, na oferta de métodos de alívio de dor e na assistência ao parto por enfermeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, quando o tema são as cesarianas, o cenário é de piora. “A gente tem, nas últimas décadas, um crescente em relação às nossas taxas de cesariana. Em 2003, a taxa de cesariana estava próxima de 40% e, em 2023, que são os últimos dados que a gente tem do DataSUS, está quase em 60% de cesarianas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As barreiras investigadas mostram que grande parte delas vêm da própria estrutura hospitalar. “Muitos dos estudos que foram feitos em relação à investigação de barreiras, de maneira justa, atribuíram à própria categoria médica parte da barreira. Há muita resistência. É uma categoria historicamente mais refratária a essas mudanças de modelo. Há muitas barreiras, mais ou menos explícitas colocadas na cultura institucional das maternidades, que dificultam muito a implementação de práticas alinhadas às evidências científicas e à garantia de direitos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais barreiras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A amostra do estudo foi formada majoritariamente por profissionais femininas, brancas, jovens e atuantes em grandes centros urbanos, especialmente no Sudeste. A maioria havia iniciado a prática obstétrica há menos de dez anos. Luisa exemplifica as principais barreiras apontadas na pesquisa: mais de 90% relataram comentários depreciativos informais na sua trajetória; quase 70% relataram a perda de autonomia durante a assistência, por imposição de uma conduta mais intervencionista. Outras barreiras investigadas foram o sentimento de isolamento durante a prática, reclamações formalizadas e até o desligamento de vínculo de trabalho, descredenciamento da instituição e denúncias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto na saúde mental dos profissionais também se mostrou expressivo. “A gente fez uma investigação em relação ao desenvolvimento de síndrome de burnout, transtorno depressivo, transtorno de ansiedade. Mais de 70% dos profissionais relataram ter passado por isso e quase metade deles com necessidade de uso de medicação.” A pesquisadora aponta, também, que quase 1/4 desses profissionais relataram ter iniciado uma prática mais defensiva e intervencionista a partir desse cenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Luisa, o estudo mostra que a questão central está na cultura organizacional das instituições de saúde. “A grande contribuição do meu trabalho é entender mais a fundo essa questão da cultura organizacional, que é uma cultura ainda muito cesarista, a despeito de todas as evidências que a gente vem acumulando ao longo das últimas décadas.” Ela relata situações de hostilidade e intimidação contra profissionais que adotam práticas alinhadas às diretrizes do Ministério da Saúde. “Por exemplo, de pessoas que relataram o estranhamento de quando uma mulher chega parindo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos de perseguição também foram documentados. “Pessoas que tiveram que se deslocar a horas de distância da cidade original porque as portas foram se fechando, porque essa pessoa praticava ali uma assistência alinhada com as diretrizes do Ministério da Saúde, ou pessoas que foram desligadas da instituição por um mau desfecho.” Por fim, Luisa critica a tendência a relacionar maus desfechos no parto normal à escolha de ter um parto normal, o que não ocorre em situações de cesariana. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA TERAPIA DE CASAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/H_Hzjy9WBFY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-investiga-obstaculos-na-implementacao-da-humanizacao-do-parto-no-brasil/">Estudo investiga obstáculos na implementação da humanização do parto no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/estudo-investiga-obstaculos-na-implementacao-da-humanizacao-do-parto-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mortes de bebês durante parto registra aumento de 13% na Bahia de 2020 a 2023; entenda</title>
		<link>https://ipiracity.com/mortes-de-bebes-durante-parto-registra-aumento-de-13-na-bahia-de-2020-a-2023-entenda/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mortes-de-bebes-durante-parto-registra-aumento-de-13-na-bahia-de-2020-a-2023-entenda</link>
					<comments>https://ipiracity.com/mortes-de-bebes-durante-parto-registra-aumento-de-13-na-bahia-de-2020-a-2023-entenda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 06:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[Sesab]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=138149</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sexta-feira, 15/11/2024 &#8211; 00h00 Por&#160;Victor Hernandes O número de mortes de bebês durante o parto obteve um aumento de 13% entre os anos de 2020 a 2023, na rede estadual de saúde pública da Bahia. Os dados foram constatados pelo Sistema de Informação sobre Mortalidade da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).&#160; O [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/mortes-de-bebes-durante-parto-registra-aumento-de-13-na-bahia-de-2020-a-2023-entenda/">Mortes de bebês durante parto registra aumento de 13% na Bahia de 2020 a 2023; entenda</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sexta-feira, 15/11/2024 &#8211; 00h00</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Victor Hernandes</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de mortes de bebês durante o parto obteve um aumento de 13% entre os anos de 2020 a 2023, na rede estadual de saúde pública da Bahia. Os dados foram constatados pelo Sistema de Informação sobre Mortalidade da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento mostrou que de 2020 até 2024 foram registrados cerca de 702 óbitos do tipo. Deste número, 135 ocorreram em 20; 137 em 21; 144 em 22 e 153 em 23. Neste ano, foram notificados até última atualização na última sexta-feira (8). As taxas de casos do tipo também tiveram um crescimento, indo de 4,9% para 7,4%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No pós-parto, o número também subiu, indo de 2 em 2020 para 6 em 2023. O óbito fetal, que acontece durante a gestação, diminuiu e foi de 2419 para 2220, no comparativo do mesmo período.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">MORTALIDADE MATERNA&nbsp;<br>A morte materna, quando ocorro o óbito de uma mulher durante a gestação ou&nbsp;até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou da localização da gravidez, também foi apresentada no estudo. A morte é decorrente de qualquer fator relacionado ou agravado pela gravidez, ou por medidas tomadas em relação a ela.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os anos de 2017 a 2021 foram identificadas cerca de 70,8 mortes maternas a cada 100 mil nascidos vivos. O número é considerado alta para a meta de 30 mortes/100 mil nascidos vivos pactuada pelo Brasil com a Organização Mundial de Saúde (OMS) até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, após o período foi notificado uma queda de casos na rede estadual de saúde pública baiana, entre 2021 a 2024. Os casos obtidos foram de 200 em 2021; 104 em 2022; 102 em 2023 e 77 até o mês de novembro deste ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo a médica ginecologista e obstetra, Tatiana Aguiar não há uma explicação específica que influencia o óbito neonatal. Porém, de uma forma geral, a prematuridade é uma das questões que impactam neste crescimento, em conjunto com a falta de assistência pré-natal.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“É difícil definir a causa dos óbitos neonatais sem uma análise mais profunda. Mas, de forma geral, a principal causa de óbito neonatal é a prematuridade, ou seja, nascimento antes das 37 semanas de gestação completas. Os principais fatores que influenciam estão associados a falta de uma assistência pré-natal adequada. É no pré-natal que conseguimos diagnosticar e tratar as doenças que acometem o binômio materno-fetal”, considerou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista elencou ainda os cuidados necessários durante o parto. “Diagnóstico adequado da fase ativa do trabalho de parto; acompanhamento da gestante durante o trabalho de parto, avaliando parâmetros maternos (dados vitais, contrações uterinas, dilatação cervical, líquido amniótico) e parâmetros fetais (movimentação do feto, batimentos cardíacos); atenção à fase de expulsão fetal (quando acontece o nascimento) e atenção ao quarto período do parto para evitar as hemorragias”, comentou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">TIPOS DE MORTES MATERNAS<br>Quatro tipo de mortes maternas são listadas pela Organização Mundial de Saúde e outras entidades do segmento. Entre elas a morte materna obstétrica direta, que ocorre por complicações obstétricas durante gravidez, parto ou puerpério devido a intervenções, omissões, tratamento incorreto ou a outros acontecimentos decorrentes do problema. Nos últimos 4 anos foram 361 casos deste tipo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A morte materna obstétrica indireta ocorre devido a doenças que já existiam antes da gestação ou que foram desenvolvidas durante o período, não sendo acometidas por causas obstétricas diretas, mas agravadas pelos efeitos fisiológicos da gravidez. No período dos quatro anos foram 252 do tipo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a morte materna não obstétrica acontece devido a fatores acidentais ou incidentais, a exemplo de acidentes de carro, transporte, entre outras fatalidades,&nbsp;foram 18 situações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A morte materna tardia acontece após um período superior a 42 dias e inferior a um ano após o término da gravidez não foi notificada no estado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia Noticias / Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CAGE MASTERS BRASIL II" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/7VewKoE-uvs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mortes-de-bebes-durante-parto-registra-aumento-de-13-na-bahia-de-2020-a-2023-entenda/">Mortes de bebês durante parto registra aumento de 13% na Bahia de 2020 a 2023; entenda</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/mortes-de-bebes-durante-parto-registra-aumento-de-13-na-bahia-de-2020-a-2023-entenda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Parto: obstetra explica por que não é comum gestantes serem sedadas</title>
		<link>https://ipiracity.com/parto-obstetra-explica-por-que-nao-e-comum-gestantes-serem-sedadas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=parto-obstetra-explica-por-que-nao-e-comum-gestantes-serem-sedadas</link>
					<comments>https://ipiracity.com/parto-obstetra-explica-por-que-nao-e-comum-gestantes-serem-sedadas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 17:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=56916</guid>

					<description><![CDATA[<p>Especialista esclarece como deve ser feita a anestesia para a cesárea e destaca os direitos das gestantes durante o parto Um estupro cometido por um médico anestesista durante uma cesárea chocou o país. Giovanni Quintella Bezerra violentou uma gestante enquanto a mulher estava em trabalho de parto. A vítima foi sedada pelo médico.&#160; A obstetra [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/parto-obstetra-explica-por-que-nao-e-comum-gestantes-serem-sedadas/">Parto: obstetra explica por que não é comum gestantes serem sedadas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Especialista esclarece como deve ser feita a anestesia para a cesárea e destaca os direitos das gestantes durante o parto</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estupro cometido por um médico anestesista durante uma cesárea chocou o país. Giovanni Quintella Bezerra violentou uma gestante enquanto a mulher estava em trabalho de parto. A vítima foi sedada pelo médico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obstetra Dra. Márcia Maria da Costa, diretora médica do Hospital Paulistano, esclarece que a sedação é indicada em situações muito raras e que o usual é a paciente permanecer totalmente acordada e consciente durante o efeito da anestesia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Durante o período em que a paciente está sob efeito da anestesia, ela permanece totalmente acordada e consciente, permitindo assistir o parto e ter o contato com o bebê na primeira hora de vida. A sedação é indicada em situações muito raras, geralmente em casos graves, quando a paciente precisa ser submetida à anestesia geral e consequentemente entubada”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Anestesia na cesárea</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a médica, a anestesia para cesárea é realizada através da inserção de uma agulha, própria para este fim, na “coluna materna”, na altura da região&nbsp;<a href="https://sportlife.com.br/treinar-lombar-pode-solucionar-dor-na-coluna/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">lombar</a>. “A anestesia indicada para a cesárea é o bloqueio loco-regional, ou seja, ela bloqueia uma determinada parte do corpo, impedindo o movimento e a sensação de dor”, comenta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista destaca ainda que o efeito anestésico é programado para durar o tempo necessário de acordo com cada procedimento. “No caso da cesárea, geralmente em duas horas do início da anestesia, a paciente já começa a mobilizar suas pernas e ter o retorno da sensibilidade”, completa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, após terminado o parto, a equipe de enfermagem transfere a paciente para uma sala chamada Recuperação Pós-Anestésica (RPA ou RA), onde ela deve permanecer por cerca de uma hora e meia em observação, para só então ser encaminhada ao quarto. “Este período é importante para avaliar os sinais vitais, presença de diurese (urina), sangramento vaginal (risco de hemorragia pós-parto) e aguardar o retorno dos movimentos das pernas”, justifica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equipe médica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A obstetra destaca que a&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/saude-da-mulher/dia-da-gestante-7-alimentos-que-devem-ser-evitados-para-uma-gestacao-saudavel/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">gestante</a>&nbsp;e a equipe médica se comunicam mesmo durante a cirurgia. “A paciente permanece consciente e se comunica com a equipe de enfermagem, com a equipe de obstetras, com o pediatra e com seu acompanhante, cuja presença é garantida por Lei”, declara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato, a Lei Federal 11.108 de 2005 garante às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato no SUS. Já a RDC (Resolução da Diretoria Colegiada) 36 de 2008 da ANVISA impõe que o direito ao acompanhante na rede privada é de livre escolha da mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Toda gestante tem direito ao cuidado seguro e respeitoso. Desta forma, durante o parto a gestante tem direito a condutas médicas corretas e atualizadas e à prática de intervenções comprovadamente benéficas para a mãe e para o bebê. Existem protocolos a serem seguidos e toda a equipe de saúde deve ser treinada e devidamente orientada”, finaliza a Dra. Márcia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saúde em dia</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Cenário político e econômico na Bahia e em Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9pYYJAP6-8c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/parto-obstetra-explica-por-que-nao-e-comum-gestantes-serem-sedadas/">Parto: obstetra explica por que não é comum gestantes serem sedadas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/parto-obstetra-explica-por-que-nao-e-comum-gestantes-serem-sedadas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
