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		<title>Maioria das cidades do Brasil não tem plano de ação para calor extremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:46:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo indica falhas em planejamento e resposta contra o fenônemo Sexta, 5 de junho de 2026 &#8211; Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil A maioria das cidades brasileiras (66%) ainda não iniciou ou está apenas começando a elaborar&#160;planos de ação para enfrentar o calor extremo. O dado faz parte de um estudo divulgado nesta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo indica falhas em planejamento e resposta contra o fenônemo</p>



<p>Sexta, 5 de junho de 2026 &#8211; <strong>Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A maioria das cidades brasileiras (66%) ainda não iniciou ou está apenas começando a elaborar&nbsp;planos de ação para enfrentar o calor extremo. O dado faz parte de um estudo divulgado nesta quarta-feira (3) pela presidência brasileira da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) e pelo Programa das Nações Unidas para o&nbsp;Meio Ambiente (Pnuma).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692215&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692215&amp;o=node"></p>



<p>O levantamento é parte da iniciativa Mutirão Contra o Calor Extremo (<em>Beat the Heat</em>), que integra a plataforma global Coalizão pelo Resfriamento&nbsp;(<em>Cool Coalition</em>). A iniciativa reúne atualmente 258 cidades em todo o mundo, incluindo 105 no Brasil.</p>



<p>O estudo divugado nesta quarta foi realizado em 53 cidades brasileiras e mostra sinais contraditórios.&nbsp;<strong>Apesar de 93% dos gestores classificarem o calor extremo como um problema relevante e 68% o colocarem entre os três principais desafios locais, o reconhecimento do risco ainda não se traduziu em capacidade de resposta efetiva</strong>. Há lacunas de dados, governança e financiamento para avançar na adaptação.</p>



<p>Três quartos (75%)&nbsp;das cidades não utilizam dados de forma estruturada para apoiar decisões sobre o tema, enquanto 85% dependem de recursos externos para implementar medidas de adaptação. Apenas 42% possuem sistemas de informações geográficas para mapear riscos relacionados ao fenômeno.</p>



<p>O estudo também aponta que as ações adotadas atualmente se concentram principalmente em soluções baseadas na natureza.&nbsp;<strong>Medidas como arborização urbana, criação de áreas sombreadas, parques, telhados verdes e restauração de áreas úmidas estão presentes em 77% dos municípios participantes</strong>.</p>



<p>Em contrapartida, estratégias de resfriamento passivo em edificações e espaços urbanos, como ventilação cruzada, pavimentos permeáveis, isolamento térmico e uso de materiais refletivos, aparecem em apenas 21% ou menos das cidades.</p>



<p>Outra fragilidade identificada está nas compras públicas. Mais de 80% dos municípios ainda não desenvolveram critérios sustentáveis voltados ao resfriamento urbano, indicando que o tema permanece pouco incorporado às políticas estruturantes de gestão pública.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/PqG3Y524AlwcKUFOacs9YtjVWMU=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_dsc4326.jpg?itok=WViNF6gA" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/11/2023 – População enfrenta forte onda de calor no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">População enfrentou forte onda de calor no Rio de Janeiro em 2024. Foto:&nbsp;<strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></h6>



<h2 class="wp-block-heading">Ameaça crescente</h2>



<p>Os pesquisadores explicam que&nbsp;<strong>calor extremo não é apenas “um dia muito quente”, mas quando, por dois ou mais dias seguidos, o calor acumulado durante o dia não é dissipado à noite</strong>.</p>



<p>A temperatura é acumulada em um efeito “escada”, que pode ser percebido quando a casa não esfria ao anoitecer, o mormaço sobe do asfalto, o sono piora e a disposição desaparece. Corpos, edificações, sistemas de água, energia e agricultura deixam de se recuperar, e os riscos à saúde e ao funcionamento da cidade aumentam.</p>



<p>Segundo os pesquisadores,&nbsp;<strong>o calor extremo deixou de ser apenas um desconforto sazonal para se tornar uma ameaça crescente à saúde pública</strong>.</p>



<p>O Pnuma alerta que o fenômeno provoca cerca de meio milhão de mortes por ano no mundo.&nbsp;<strong>No Brasil, entre 2000 e 2020, ondas de calor estiveram associadas a aproximadamente 50 mil mortes em regiões metropolitanas, número superior ao de fatalidades causadas por enxurradas e deslizamentos no mesmo período</strong>.</p>



<p>A&nbsp;CEO da COP30, Ana Toni, avalia que a adaptação a essa&nbsp;nova realidade demanda colaboração entre diferentes setores da sociedade e níveis de governo, com apoio nacional e internacional.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O calor extremo é uma catástrofe a conta-gotas que deixa cidades, comunidades e territórios inabitáveis, forçando bilhões de pessoas a mudar suas rotinas. Estudantes perdem aulas, atletas alteram seus treinos e militares precisam mudar suas atividades, por exemplo&#8221;, destaca Ana Toni.</p>
</blockquote>



<p>Criado em 2025, o Mutirão Contra o Calor Extremo busca apoiar municípios na elaboração de diagnósticos, planos de ação e estratégias de financiamento para ampliar a resiliência urbana.</p>



<p>Nos próximos 12 a 18 meses, 51% das cidades participantes pretendem desenvolver políticas municipais completas para o tema, enquanto 28% planejam implementar intervenções em áreas consideradas mais vulneráveis. A expectativa é que as ações beneficiem cerca de 7 milhões de pessoas entre os 50 milhões de habitantes das cidades envolvidas.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/sYdCF3WrJzfsIAp5pUj__LH-PhY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/12/27/pint9944.jpg?itok=I0W3ay0z" alt="São Paulo (SP), 27/12/2025 - Pessoas na rua durante forte onda de calor. Operação Altas Temperaturas em São Paulo, devido ao forte calor na cidade. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Pessoas na rua durante forte onda de calor em São Paulo. Foto:&nbsp;<strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong></h6>



<h2 class="wp-block-heading">Super El Niño</h2>



<p><strong>A necessidade de acelerar essas iniciativas ganha ainda mais relevância diante da possibilidade de formação de um “Super El Niño” na segunda metade de 2026</strong>. As previsões foram corroboradas pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).</p>



<p>O fenômeno poderá intensificar secas e incêndios no Norte e Nordeste, aumentar a frequência de ondas de calor no Centro do país e provocar chuvas extremas na Região Sul.</p>



<p>Fonte: Agencia Brasil. &#8211; © Tomaz Silva/Agência Brasil</p>



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<iframe title="“UMA BREVE HISTÓRIA DA IGREJA CATÓLICA EM IPIRÁ&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/aFis_pujKJY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/maioria-das-cidades-do-brasil-nao-tem-plano-de-acao-para-calor-extremo/">Maioria das cidades do Brasil não tem plano de ação para calor extremo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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