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	<title>Pólio e sarampo |</title>
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		<title>Pólio e sarampo: como imunização em escolas pode ajudar a reverter queda da cobertura vacinal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 21:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pólio e sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As campanhas de vacinação contra o sarampo e a poliomielite começam no mês de maio e vão estar disponíveis em escolas públicas — uma estratégia dos Ministérios da Saúde e da Educação com o objetivo de tentar recuperar parte da cobertura da imunização contra as doenças, que ficou muito abaixo do esperado em 2022. Para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Giulia Granchi</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">As campanhas de vacinação contra o sarampo e a poliomielite começam no mês de maio e vão estar disponíveis em escolas públicas — uma estratégia dos Ministérios da Saúde e da Educação com o objetivo de tentar recuperar parte da cobertura da imunização contra as doenças, que ficou muito abaixo do esperado em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a poliomielite, a faixa de cobertura vacinal recomendada é de 80%. No ano passado, mesmo com a prorrogação da campanha, o reforço da vacina chegou a somente 54% das crianças brasileiras entre um e quatro anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já contra o sarampo, apenas 47,08% das crianças receberam o imunizante em 2022, sendo que a meta de cobertura vacinal é 95%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2016, o Brasil recebeu o certificado de país livre do sarampo pela (Organização Pan-Americana da Saúde), mas o perdeu em 2019, após a confirmação de um caso da doença no Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano passado,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-61114798">casos em São Paulo reacenderam o alerta para a importância da proteção contra a doença</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta à BBC News Brasil, o Ministério da Saúde afirmou que vai reforçar o Programa Saúde na Escola, mas ainda não há detalhes de quais serão as estratégias usadas para isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o público-alvo sejam crianças menores de cinco anos de idade, a ideia do plano é alcançar também aquelas que estão com as doses atrasadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-sucesso-da-vacinação-em-escolas-em-campanhas-anteriores">O sucesso da vacinação em escolas em campanhas anteriores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A eficácia dessa estratégia varia de acordo com o contexto e a doença em questão, mas há evidências de que ela pode ser bastante efetiva em aumentar a cobertura vacinal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, por exemplo, a vacinação em escolas públicas foi responsável por aumentar a cobertura vacinal contra a poliomielite, em 2011, protegendo crianças de 5 a 6 anos, e um ano antes, contra a meningite C, esta campanha focada em jovens de 11 a 19 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2014, outro exemplo de sucesso bastante celebrado entre os médicos: o Ministério da Saúde lançou a campanha de vacinação contra o HPV em escolas públicas para meninas de 11 a 13 anos, as doses eram dadas dentro do ambiente escolar, e a primeira dose teve adesão de 92% na época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Depois, na segunda dose, já caiu bastante, mas quando passou para o ambiente de postos de saúde, no ano seguinte, caiu ainda mais&#8221;, disse a oncologista clínica Andréa Guimarães, coordenadora do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA) à BBC News Brasil em uma reportagem sobre o HPV, explicando que, para o público jovem, levar a imunização até eles é considerada uma boa estratégia para aumentar a adesão, mas que requer um planejamento forte de logística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2017, a campanha foi estendida para meninos de 12 a 13 anos. Dados levantados pelo Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA) no DataSUS, do Ministério da Saúde, indicam que 72% menos meninas e 52% menos meninos foram imunizados, após o primeiro ano de vacinação no Brasil (entre 2015 e 2021 e 2018 e 2021, respectivamente).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/25a7/live/df738e30-e7c1-11ed-a142-ab0e42bfd9c3.jpg" alt="adolescente usando máscara e com curativo pós-vacina no braço"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-confiança-na-vacinação-em-escolas-">A confiança na vacinação em escolas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo menos 6 em cada 10 mães brasileiras relatam que já atrasaram a vacinação dos filhos ou deixaram de imunizá-los por motivos como falta de tempo, distância entre sua casa e o local da aplicação, perda da carteirinha ou dificuldades para lembrar das datas das doses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são de uma pesquisa recente conduzida pelo Instituto Locomotiva a pedido da Pfizer, com a participação de 2 mil mães de crianças e adolescentes com idade até 15 anos nas cinco regiões do Brasil. A pesquisa considerou as mães como as principais responsáveis pela saúde dos filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as entrevistadas, 68% disseram já terem se sentido confusas sobre a imunização dos filhos, 39% já deixaram de vacinar por dificuldades de chegar aos postos e 56% relatam que já acabaram esquecendo as datas de vacinação dos filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 35% das participantes indicam que já atrasaram a vacinação dos filhos ou deixaram de imunizá-los por residirem longe do local de vacinação, e essa taxa sobe para 41% entre aquelas das classes D/E, chegando a 51% na região Norte. Também são as mães nortistas as que mais relatam a experiência de perder um dia de trabalho para poder levar a criança para se vacinar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse [o Programa Nacional de Imunização] é o maior programa de inclusão social do Brasil &#8211; está disponível para todos. Mas quando se olha de perto, reconhecemos que não é bem assim, não está chegando para todos de fato. A pandemia absolutamente escancarou a maneira que há problemas no acesso da saúde e educação&#8221;, avalia Renato Kfouri, pediatra e presidente do departamento de imunologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, a pesquisa oferece a imunização nas escolas como uma possível solução &#8211; e as respostas demonstram uma alta aceitação entre as participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oito em cada dez mães concordaram com a frase &#8220;seria muito prático se a vacinação do/da meu/minha filho/filha pudesse ocorrer dentro da escola&#8221;; 91% das mães afirmam que provavelmente autorizariam os filhos a receber as doses na escola. Entre elas, três em cada quatro dizem que a decisão independeria, inclusive, do tipo de vacina administrada.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Os-desafios-da-vacinação-em-escolas">Os desafios da vacinação em escolas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os motivos que fazem as classes menos favorecidas do país não se vacinar não são os mesmos motivos das classes mais altas. Entre as famílias mais pobres, falta o acesso ao local, dinheiro para transporte, informação. Ainda falta muita gente nas classes mais elevadas. O que falta é confiança nas vacinas e a percepção de risco [do que pode acontecer à uma criança não vacinada]&#8221;, aponta Kfouri.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante lembrar que a estratégia é focada em parte específica da população, já que as crianças brasileiras começam a frequentar escolas aos quatro anos de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ela não aumenta, por exemplo, a imunização no primeiro ano de vida, que também é fundamental&#8221;, comenta o pediatra Renato Kfouri, presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro desafio, na avaliação de Kfouri, é o investimento financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É preciso o Ministério estabelecer que essa realmente é uma prioridade do ponto vista de investimentos. Para funcionar, equipes das unidades de saúde precisam ser deslocadas, e esses profissionais precisam de transporte e substitutos, por exemplo. A gente não vai sair desse lugar com todas as ideias maravilhosas que a gente possa ter e o reconhecimento de todos os problemas existentes se não tiver verba destinada à estratégia.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil</p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/polio-e-sarampo-como-imunizacao-em-escolas-pode-ajudar-a-reverter-queda-da-cobertura-vacinal/">Pólio e sarampo: como imunização em escolas pode ajudar a reverter queda da cobertura vacinal</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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