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	<title>Políticas Públicas |</title>
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	<title>Políticas Públicas |</title>
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		<title>Seis anos após primeira morte de covid, relatório aponta necessidade de políticas públicas na saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lorena Barberia defende proposta segundo a qual políticas públicas devem ter como objetivo ajudar as famílias socialmente mais vulneráveis, justamente as que mais estiveram expostas ao coronavírus A primeira morte por covid-19 no Brasil ocorreu no dia 12 de março de 2020, há exatamente seis anos. A epidemia felizmente ficou no passado, mas seus efeitos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Lorena Barberia defende proposta segundo a qual políticas públicas devem ter como objetivo ajudar as famílias socialmente mais vulneráveis, justamente as que mais estiveram expostas ao coronavírus</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira morte por covid-19 no Brasil ocorreu no dia 12 de março de 2020, há exatamente seis anos. A epidemia felizmente ficou no passado, mas seus efeitos, de uma forma ou de outra, se fazem presentes ainda hoje, acima de tudo por trazer lembranças para as muitas pessoas que perderam entes queridos e que gostariam de se ver livres dessas recordações. Num cenário que resultou em mais de 776 milhões de casos confirmados em todo o planeta, com mais de sete milhões de mortes, o vilão é o coronavírus e o mocinho, a ciência, que concluiu um&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2026/03/2026-Final-Version-.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo&nbsp;</a>sobre a doença e as populações vulneráveis no Brasil, estudo esse feito em parceria com o Instituto Butantã. Na verdade, é o primeiro trabalho a avaliar a soroprevalência de Sars-Cov-2 entre participantes do Programa Saúde da Família, uma população socioeconomicamente vulnerável, atendida pelo sistema público de saúde da atenção primária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo sorológico, denominado Avaliação da Incidência da Infecção de Sars-Cov-2 no Brasil, foi liderado pelo Instituto Butantã e consistiu em recrutar famílias em 11 cidades, distribuídas em quatro regiões do País, buscando avaliar evidências, por meio de testes mensais de sangue, de infecções prévias por Sars-Cov-2. Um total de 2.986 de indivíduos participou da primeira avaliação do estudo, que apresentou um índice de evidência de contaminação pelo coronavírus de quase 36%. Para efeitos de comparação, basta dizer que, em populações representativas de outros estratos sociais, o nível de soroprevalência ficou entre 9% e 11%.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_639008"><a class="oceanwp-lightbox" href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/05/20230512_lorenabarberia.png"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/05/20230512_lorenabarberia-300x300.png" alt="" class="wp-image-639008"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Lorena Barberia – Foto: Léo Ramos Chaves/<em>Revista Fapesp</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A contribuição do estudo foi mostrar que, quanto mais vulnerável socialmente, mais essa camada da população, que dependia do SUS,&nbsp; esteve exposta ao vírus, informa a professora Lorena Barberia, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, uma das autoras desse trabalho. Segundo ela, entre algumas constatações, algumas se sobressaem, como a que mostra que os indivíduos que se autodeclaravam brancos tiveram uma menor chance de ter infecção prévia do que aqueles que se autodeclaravam pretos ou pardos. “Os indivíduos que moravam em famílias com mais de seis pessoas em casa tinham mais chances de ter uma infecção prévia por Sars-Cov-2”, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra constatação foi a de que moradores das regiões Norte e Nordeste (como Boa Vista e Fortaleza, retrospectivamente) tinham maiores chances de testar positivo para o vírus do que os habitantes localizados na região Sudeste do País.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância do estudo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para Lorena, “esse estudo é superimportante, que não nos ajuda só retrospectivamente para compreender o que aconteceu durante a pandemia, [mas também] porque a gente está mostrando que as famílias mais vulneráveis tiveram uma exposição maior, e essa é uma questão importante para trazer para futuras emergências sanitárias. Sabemos que essas famílias, por causa da renda menor, tinham de frequentar transporte público, tinham que normalmente sair de casa, e moravam com mais pessoas em casa. A consequência de tudo isso é que estamos trazendo evidências muito diretas de qual foi a magnitude da diferença, nessa população, de quanto a mais essa exposição se traduziu em casos positivos nessas famílias”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora deposita suas esperanças em que esse tipo de estudo ajude na elaboração de políticas públicas para atender essa população mais vulnerável em futuras emergências sanitárias. “Temos que desenhar políticas e pensar na prevenção para proteger essas camadas mais vulneráveis, talvez desenvolver especificamente programas para essas populações, além do auxílio emergencial, uma transferência de renda que foi importante para garantir apoio material, mas, além disso, existem outras questões sobre as quais se debruçar, incluindo o fato de que pessoas que tinham doenças, que precisavam frequentar os postos de saúde não poderiam isolar-se em casa. Precisamos desenvolver e pensar nisso de uma forma de como podemos reagir melhor, e isso requer preparação.” Ela entende que o que se viveu durante a pandemia de covid-19 pode ensinar muito no enfrentamento de outras emergências sanitárias, focando, acima de tudo, no universo das famílias socialmente mais desfavorecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(texto atualizado em 13/03)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jornal da USP no Ar </strong><br><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/jornal-da-usp-no-ar/">Jornal da USP no Ar</a> no ar veiculado pela Rede USP de Rádio, de segunda a sexta-feira: 1ª edição das 7h30 às 9h, com apresentação de Roxane Ré, e demais edições às 14h, 15h, 16h40 e às 18h. Em Ribeirão Preto, a edição regional vai ao ar das 12 às 12h30, com apresentação de Mel Vieira e Ferraz Junior. Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em <a href="https://www.jornal.usp.br/">www.jornal.usp.br</a> ou pelo aplicativo do Jornal da USP no celular. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O estudo sorológico, denominado Avaliação da Incidência da Infecção de Sars-Cov-2 no Brasil, foi liderado pelo Instituto Butantã – Arte sobre fotos: </em><a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/a-equipe-medica-esta-verificando-o-idoso-controle-antes-de-entrar-na-area-com-epidemia-de-covid-19_17090748.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=49&amp;uuid=c1c9644a-3a04-422a-ab1c-62ac38ce9604&amp;query=isolamento+costa+medico+luva+coronavirus">prostooleh/Freepik</a><em> e</em><a href="https://www.freepik.com/free-photo/3d-render-coronavirus-cells_11923930.htm"><br>kjpargeter/Freepik</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PREPARATIVOS PARA A ESTRÉIA NO CAMPEONATO IPIRAENSE 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2dbWot0WNaU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impacto desse período é maior para mulheres negras Um estudo divulgado pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade. Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Impacto desse período é maior para mulheres negras<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo divulgado pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680453&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680453&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho.&nbsp;</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&gt;&gt; Siga o canal da&nbsp;<strong>Agência Brasil&nbsp;</strong>no WhatsApp</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Ameaça no âmbito profissional&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa vulnerabilidade deixa a mulher numa posição pior em relação aos outros estratos sociais.&nbsp;“Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”, ressaltou.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas da menopausa, incluindo os físicos e psicológicos&nbsp;não tratados, levam, segundo a pesquisadora, a uma insustentabilidade da relação profissional, o que impacta todo o núcleo familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É por isso que no Brasil, segundo as considerações do estudo, é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Saúde mental</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora, que é da área do direito&nbsp;e que trabalhou no estudo com a médica Fabiane Berta de Sousa, acrescenta que os sintomas não tratados podem gerar sérias consequências também de saúde mental.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”, explicou.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo ela, existe um fenômeno hoje em dia de menopausa precoce. Nosso modo de vida está aumentando a menopausa e a andropausa precoce”. Em relação à faixa etária, o documento aborda que, com o envelhecimento populacional, é necessário, mais atenção das redes públicas.&nbsp;</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“São fases complicadas, de altos e baixos emocionais. Pode&nbsp;haver rupturas em nível pessoal das quais a pessoa precisa se recuperar com o tempo e não está entendendo o que ocorre&nbsp;consigo mesma”.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O afastamento do trabalho gera reflexos, como explica a pesquisadora, como maior pressão previdenciária. “Ao invés de estarmos com trabalhadoras na sua melhor fase intelectual, surgem mais problemas previdenciários e sociais”, diz.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Necessidade de mapeamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ideal, nesse momento, de acordo com&nbsp;o estudo, é que o Brasil possa fazer um mapeamento sobre a menopausa para que haja compreensão da realidade nacional.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“A ausência de política pública nacional estruturada para a menopausa não é neutra. Produz efeitos concretos sobre a saúde, a economia e a cidadania de milhões de mulheres, com custos que se projetam sobre o sistema de saúde, a Previdência Social e a produtividade nacional”, mostra&nbsp;o documento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados internacionais demonstram que esses custos são mensuráveis: US$ 26,6 bilhões por ano nos Estados Unidos e US$ 150 bilhões globalmente, além de queda de 10% nos rendimentos das mulheres afetadas.&nbsp;<strong>No Brasil, segundo a estimativa, 29 milhões de mulheres estariam nessa fase e 87,9% apresentariam sintomas. Apenas 22,4% delas buscam&nbsp;tratamento.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“A magnitude do problema é proporcional à sua invisibilidade. Tratar a menopausa como política pública não significa patologizar o envelhecimento feminino, mas reconhecê-lo como etapa legítima do ciclo de vida que demanda cuidado, informação e proteção institucional”, diz&nbsp;o documento.&nbsp;</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">&#8220;Maior atenção&#8221;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No evento do Instituto Esfera, em Brasília, no lançamento do estudo e também de premiação de “mulheres exponenciais”, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, disse que identifica atualmente maior atenção na prevenção da saúde da mulher com o envelhecimento populacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">”Essas questões das fases do ciclo de vida feminino também se colocam em&nbsp;outra direção. Recentemente, tivemos um fórum de mulheres criado pelo Ministério da Saúde e é interessante que o grupo que representava as mulheres na menopausa foi um dos mais ativos”, lembrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil / Foto: © Frame TV Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EDUCAÇÃO DE QUALIDADE SE CONSTRÓI COM A PARTICIPAÇÃO SOCIAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/E4ivz9h_L0k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa/">Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Educadores da rede estadual têm até quinta (24) para se inscrever na formação sobre políticas públicas educacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professores e gestores escolares da rede estadual de ensino interessados em participar da quinta edição do projeto itinerante “Educação é da nossa conta &#8211; na estrada&#8221; podem se inscrever até esta quinta-feira (24), através do endereço&#160;https://abrir.link/gzzxe. A iniciativa visa a formação e troca de experiências relacionadas às políticas públicas educacionais, entre gestores públicos, representantes do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Professores e gestores escolares da rede estadual de ensino interessados em participar da quinta edição do projeto itinerante “Educação é da nossa conta &#8211; na estrada&#8221; podem se inscrever até esta quinta-feira (24), através do endereço&nbsp;<a href="https://abrir.link/gzzxe" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://abrir.link/gzzxe</a>. A iniciativa visa a formação e troca de experiências relacionadas às políticas públicas educacionais, entre gestores públicos, representantes do controle social e comunidade escolar. O evento será realizado no dia 31 de julho, às 8h, no Colégio Estadual Barros Barreto, no bairro de Paripe, em Salvador.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Promovido pelo Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA) e Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia (TCM-BA), com apoio de órgãos parceiros do Controle, da Educação e da Justiça, o evento oportunizará aos participantes o acesso a dois minicursos presenciais gratuitos escolhidos no ato da inscrição entre os 11 disponíveis. Dentre as opções, se destacam “Financiamento da Educação: as fontes de recursos e seus usos ”, “Direitos humanos e educação inclusiva” e “Uso de dados e indicadores no acompanhamento de políticas públicas educacionais”, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No local, também será prestado atendimento técnico especializado do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da Ouvidoria do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA), além de orientações práticas do Ministério Público de Contas (MPC) sobre acesso à informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre a iniciativa &#8211;</strong>&nbsp;O “Educação é da nossa conta – na estrada” integra o Projeto Educação é da Nossa Conta, constituindo uma ação pioneira de articulação entre os poderes e órgãos públicos, com o intuito de promover em diferentes territórios da Bahia atividades de orientação e formação para gestores públicos, controle social e comunidade escolar sobre as políticas públicas educacionais, com ênfase nas dimensões de planejamento, governança e controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: SEC-BA / Foto: Emerson Santos</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O QUE É ESPIRITISMO? UMA CONVERSA ABERTA SOBRE FÉ, RAZÃO E AMOR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/snKhMQURfN0?start=4509&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



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		<title>Enfrentamento do câncer de mama requer mudanças urgentes nas políticas públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos protagonistas na reunião anual da&#160;ASCO&#160;(American Society of Clinical Oncology). No encontro promovido por uma das mais respeitadas organizações médicas internacionais a orientar decisões no tratamento de pacientes com&#160;câncer&#160;em diversas partes do mundo, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), em conjunto com o Centro Avançado de Diagnóstico de Doenças da Mama [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Brasil é um dos protagonistas na reunião anual da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/asco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ASCO</a>&nbsp;</strong>(American Society of Clinical Oncology). No encontro promovido por uma das mais respeitadas organizações médicas internacionais a orientar decisões no tratamento de pacientes com&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oncologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;</strong>em diversas partes do mundo, a Sociedade Brasileira de Mastologia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBM</a></strong>), em conjunto com o Centro Avançado de Diagnóstico de Doenças da Mama (CORA) da Universidade Federal de Goiás, apresentou um estudo inédito sobre o rastreamento do câncer de mama no Brasil na última década. “Os resultados da investigação apontam para a necessidade urgente de mudanças de estratégia por parte do Ministério da Saúde no rastreamento mamográfico e no tratamento da doença no País”, afirma o mastologista Ruffo Freitas-Junior, assessor especial da SBM.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No evento realizado em Chicago (Illinois, EUA), entre 30 de maio e 3 de junho, Ruffo Freitas-Junior discorreu sobre o estudo&nbsp;<em>“Disparidades no rastreamento do câncer de mama no Sistema Único de Saúde (SUS): Um alerta para a necessidade de mudança nas políticas públicas”</em>. Autor da pesquisa, juntamente com Aline Bandeira de Melo Rocha, Leonardo Soares e Nilceana Freitas, o mastologista da SBM analisou dados extraídos de bancos de dados do Sistema Único de Saúde (DataSUS) no período de 2013 a 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre mulheres com 40 a 49 anos, faixa etária para a qual a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda o início do rastreamento mamográfico, a média de exames realizados chegou a 22% em uma década. No mesmo período analisado, 54% dos casos diagnosticados são dos estadios III e IV, os mais avançados da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também traz dados sobre mulheres de 50 a 69 anos, faixa que o Ministério da Saúde prioriza para a realização da mamografia. “Neste grupo, 33% estão incluídas no rastreamento mamográfico, com 48% dos diagnósticos nos estadios III e IV”, destaca Freitas-Junior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre mulheres com 70 anos ou mais, o total de mamografias realizadas chega a 10%, com 49% de casos avançados da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento considerou ainda o rastreamento mamográfico por regiões do País. “Nos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, observamos uma cobertura mais baixa, o que revela disparidades regionais a serem corrigidas”, enfatiza o mastologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando a Lei dos 60 Dias (Lei nº 12.732/2012), em vigor em todo o território nacional, que preconiza o período máximo de 60 dias para o início do tratamento após a confirmação do diagnóstico de câncer de mama, o representante da SBM destaca a partir de dados do DataSUS que apenas uma entre duas mulheres são tratadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ruffo Freitas-Junior ressalta que, embora os dados reflitam a necessidade de aumentar a cobertura do rastreamento do câncer de mama para além da faixa etária de 50 a 69 anos, as políticas públicas do Ministério da Saúde não sofreram alterações na última década. “Mais que nunca, é preciso garantir o acesso equitativo ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno, especialmente nas áreas menos favorecidas do Brasil”, conclui o especialista da Sociedade Brasileira de Mastologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicina S/A / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ACIDENTE DO TRABALHO E SUAS CONSEQUÊNCIAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/SR5hotPpYww?start=3077&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/enfrentamento-do-cancer-de-mama-requer-mudancas-urgentes-nas-politicas-publicas/">Enfrentamento do câncer de mama requer mudanças urgentes nas políticas públicas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Podcast Não Inviabilize conta histórias de pessoas beneficiadas por políticas públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 12:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A apresentadora Déia Freitas busca sensibilizar sobre a importância da ação do Estado na solução de problemas sociais &#8220;Oi, gente, cheguei!&#8221;. O bordão de Deia Freitas, repetido em todos os episódios do podcast Não Inviabilize, prepara o ouvinte para histórias viciantes sobre trapaças, traições, amores, gafes e, até, assombrações. A produção é um dos cinco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A apresentadora Déia Freitas busca sensibilizar sobre a importância da ação do Estado na solução de problemas sociais</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Oi, gente, cheguei!&#8221;. O bordão de Deia Freitas, repetido em todos os episódios do podcast Não Inviabilize, prepara o ouvinte para histórias viciantes sobre trapaças, traições, amores, gafes e, até, assombrações. A produção é um dos cinco podcasts nacionais mais escutados na plataforma Spotify. Ao todo, o programa tem cerca de 940 mil ouvintes por mês e está chegando ao número de 100 milhões de reproduções totais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa&nbsp;tem, também, fãs participativos. O grupo de Telegram do podcast tem quase 70 mil pessoas, que comentam apaixonadamente todas as histórias publicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.brasildefato.com.br/2022/09/18/hino-ao-inominavel-wagner-moura-e-mais-artistas-lancam-musica-com-denuncia-a-jair-bolsonaro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">::&nbsp;&#8220;Hino ao Inominável”: Wagner Moura e mais artistas lançam música com denúncia a Jair Bolsonaro ::</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de não falar diretamente de política, Déia explica que sua abordagem ao contar as histórias é sempre crítica. &#8220;Você não vai pegar nenhum episódio meu falando de feminismo, mas a gente aborda muitas questões de feminismo, de relacionamento abusivo&#8221;, diz. Para as historias de relacionamento, umas das frases mais usadas pela podcaster é &#8220;não seja ONG de macho&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Chegamos ao último episódio sobre políticas publicas e o impacto positivo que elas causam na vida das pessoas e na sociedade<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br>O episódio de hoje tem comentários de um cara massa que já invadiu o seu coração: <a href="https://twitter.com/GuilhermeBoulos?ref_src=twsrc%5Etfw">@GuilhermeBoulos</a> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fã ou hater? kkkkk amo!<a href="https://t.co/1zZ3IF8pgM">https://t.co/1zZ3IF8pgM</a></p>&mdash; Podcast Não Inviabilize (@NaoInviabilize) <a href="https://twitter.com/NaoInviabilize/status/1570805529957769218?ref_src=twsrc%5Etfw">September 16, 2022</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de falar sobre políticas públicas veio como uma tentativa de deixar claro para os ouvintes a importância da atuação do estado na vida das pessoas. &#8220;Parece que a gente esquece como a gente teve tanta coisa. Pode ser que a gente não sinta tanto o impacto porque a gente não participava desses programas, mas para quem participava desses programas o impacto é muito grande&#8221;, afirma.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela conta que a personagem do episódio sobre o Minha Casa Minha Vida vivia em um imóvel que era invadido pelo esgoto todos os dias. &#8220;A gente não sabe o que é isso. E agora ela poder falar que está em um apartamento da Cohab que tem esgoto, tem água encanada, tem luz, é surreal a diferença&#8221;, conta. &#8220;Eu quis trazer isso, para a gente ver de fato como acontece a mudança na vida de quem é beneficiado por uma política pública&#8221;, diz.]</p>



<p class="wp-block-paragraph">A roteirista e apresentadora fez questão de explicar, no primeiro episódio, o que é uma política pública. &#8220;A&nbsp;ideia era desmistificar isso, de como funciona esse apoio que o governo dá por meio de políticas públicas. A pessoa não sabe que o governo também apoia empresários, com linhas de crédito. Se faz para o lado de lá, por que não pode fazer para o lado de cá?&#8221;, questiona.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela traz o exemplo do Minha Casa Minha Vida. &#8220;Por um lado você ajuda o setor da construção e por outro lado vocês está ajudando quem precisa de moradia&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Déia conta que pensa, num futuro próximo, em fazer um quadro fixo com as histórias sobre pessoas impactadas com políticas públicas. &#8220;As pessoas às vezes falam &#8216;ai, eu não quero saber de política&#8217;, mas quando a gente conta a história de alguém que foi impactado por uma política econômica, por um programa social, é mais palpável. De repente a gente está criando mais um ser consciente politicamente&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vagas afirmativas</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início de 2022, Déia virou notícia por outro motivo. O Não Inviabilize já era um dos maiores sucessos entre os podcasts do país e ela estava buscando aumentar a sua equipe. Por isso, anunciou uma vaga de roteirista, com preferência por mulheres pretas, pardas e indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa decisão &#8211; cada vez naus comum&nbsp;no mercado de trabalho &#8211; bastou para que ela recebesse ódio gratuito nas redes. Em menos de 24 horas, ela perdeu o acesso ao e-mail de seleção da vaga e recebeu ameaça de processo de pessoas brancas, que estariam sendo &#8216;discriminadas&#8217; na seleção.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.brasildefato.com.br/2022/09/18/cuba-finaliza-preparativos-para-referendo-de-codigo-de-familia-que-amplia-direitos-lgbtqia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">::&nbsp;Cuba finaliza preparativos para referendo de Código de Familia que amplia direitos LGBTQIA+ ::</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio foi a semente de mais uma iniciativa: a plataforma Não inviabilize a minha vaga. &#8220;A plataforma é fruto dos mais de 5 mil currículos que recebi na primeira seleção para a vaga afirmativa lançada em janeiro. Muita gente incrível se candidatou e diversas empresas entraram em contato&#8221;, explicou Déia no post de lançamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A &#8216;Não Inviabilize a Minha Vaga&#8217;&nbsp;faz essa ponte entre pessoas pretas, pardas, indígenas e empresas que querem implementar políticas de vagas afirmativas&#8221;, explica o texto. Para acessar a plataforma,&nbsp;<a href="https://ssi.naoinviabilize.com.br/vagas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Edição: Lucas Weber</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Brasil de Fato</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Francisco Alves ( Chico da Casa São Francisco ) é o convidado do Bate Papo na City" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gB__3TDlPwQ?start=67&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/podcast-nao-inviabilize-conta-historias-de-pessoas-beneficiadas-por-politicas-publicas/">Podcast Não Inviabilize conta histórias de pessoas beneficiadas por políticas públicas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>ABPTV: Políticas públicas no Brasil: História, evolução, situação e estigma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 20:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os últimos anos têm sido marcados por vitórias em prol da saúde mental em decorrência das mudanças ocorridas nas Políticas Públicas em Saúde Mental no Brasil. Em 2020, a Associação Brasileira de Psiquiatria em parceria com o Ministério da Saúde, lançou o Mentalize, uma série de palestras com o objetivo de desmistificar os transtornos mentais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os últimos anos têm sido marcados por vitórias em prol da saúde mental em decorrência das mudanças ocorridas nas Políticas Públicas em Saúde Mental no Brasil. Em 2020, a Associação Brasileira de Psiquiatria em parceria com o Ministério da Saúde, lançou o Mentalize, uma série de palestras com o objetivo de desmistificar os transtornos mentais e dessa forma diminuir o estigma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais as principais mudanças temos visto na atenção dada à saúde mental? Quais as principais medidas que devem ser tomadas para o oferecimento de tratamento de qualidade a todos? Quais as principais medidas devem ser tomadas para diminuição do estigma? Essas e outras questões serão respondidas no ABP TV da próxima terça-feira, dia 27 de abril, pelos doutores Rafael Bernardon e Quirino Cordeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça melhor os participantes:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rafael Bernardon</strong> – Mestre em psiquiatria clínica forense pelo Institute of Psychiatry do King’s College (London – UK). Foi coordenador adjunto na Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, do Ministério da Saúde. Foi diretor técnico do CAISM UNIFESP SPDM. Atualmente é coordenador na Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, do Ministério da Saúde. Atua na área de políticas públicas em saúde mental, gestão pública, psiquiatria forense e psiquiatria geral do adulto.Informações do site uniad.org.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quirino Cordeiro</strong>&nbsp;– Secretário Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania. Membro do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD) . Professor Adjunto do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, do qual foi Diretor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa ABPTV é transmitido ao vivo pelo<a href="http://www.facebook.com/abpbrasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Facebook da ABP,</a><a href="http://www.youtube.com/abptv" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Canal ABPTV no Youtube</a>, pelo Instagram da ABP (<a href="http://www.instagram.com/abpbrasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@abpbrasil</a>) ou pelo site da Associação. Participe você também enviando suas perguntas pelos espaços de comentários das transmissões ou pelo Linha Direta no site da ABP, clicando<a href="http://www.abp.org.br/abptv" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;aqui</a>.</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/abptv-politicas-publicas-no-brasil-historia-evolucao-situacao-e-estigma/">ABPTV: Políticas públicas no Brasil: História, evolução, situação e estigma</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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