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	<title>povos indígenas |</title>
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	<title>povos indígenas |</title>
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		<title>Professores de História conhecem coleção ‘Minha África Brasileira e Povos Indígenas’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 19:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[África Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professores de História da 1ª série do ensino médio da rede estadual de educação da Bahia iniciaram hoje (02), no Instituto Anísio Teixeira, a formação para uso do material didático ‘Minha África Brasileira e Povos Indígenas’. A coleção foi apresentada aos docentes pelo diretor da Griô Educacional, Natanael dos Santos, e pela gerente de produtos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Professores de História da 1ª série do ensino médio da rede estadual de educação da Bahia iniciaram hoje (02), no Instituto Anísio Teixeira, a formação para uso do material didático ‘Minha África Brasileira e Povos Indígenas’.</p>



<p>A coleção foi apresentada aos docentes pelo diretor da Griô Educacional, Natanael dos Santos, e pela gerente de produtos, Heloísa Bombonatti, que discorreram sobre o legado e a contribuição dos povos africano, afro-brasileiro e indígena para a humanidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>“Não há Brasil sem África nem povos indígenas. E é por isso que estamos aqui. Para falar sobre quem somos, o que trouxemos de contribuição para a humanidade e como o passado impacta no presente. Para os professores, este é um material revolucionário, porque ele traz novas formas de ensinar história”, destacou Heloísa Bombonatti.</p>



<p>“Não estamos aqui para ensinar, mas para contar a história dos nossos ancestrais. Acredito no projeto. Ele é transformador. Eu trago o africano como colonizador intelectual, um povo escravizado pelo seu conhecimento, na possibilidade de reconhecermos quem somos. Temos o mundo aos nossos pés, porque por onde passamos temos tecnologia do povo preto e é uma pena que eles não saibam disso, que o povo branco não deixe a gente saber disso. Mas com esta coleção maravilhosa estamos trazendo estas informações ”, pontuou Natanael dos Santos.</p>



<p>“Este momento é único e só vai agregar ao nosso fazer pedagógico. O IAT está de parabéns por esta formação. Sempre tivemos uma visão eurocêntrica e agora vamos fazer um trabalho com o olhar afro centrado. Então é de extrema importância momentos como este”, elogiou o professor do Colégio Estadual Anna Junqueira Ayres Tourinho, de São Francisco do Conde (NTE 21) José Marcelo Conceição Silva.</p>



<p>A ação formativa tem por objetivo promover o aprofundamento das relações étnico-raciais nas escolas da rede estadual da Bahia, assegurando o cumprimento das legislações vigentes e articulando-se às políticas nacionais e estaduais de formação e educação, com foco na equidade, valorização docente, diversidade cultural e fortalecimento da identidade dos estudantes.</p>



<p>Destinada aos profissionais de História das 1ª séries, a formação possui carga horária de 20h e será realizada em formato híbrido, combinando encontros presenciais, síncronos &nbsp;e transmissões online pelo canal oficial do Instituto Anísio Teixeira (IAT) no YouTube, além de dispor de uma carga horária assíncrona na a plataforma Colaborativus.</p>



<p>A proposta formativa contempla reflexões o sobre práticas educativas, metodologias de ensino e a formação continuada de professores de modo a promover uma educação inclusiva e democrática, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais, e ampliar a compreensão dos educadores sobre a trajetória dos povos africanos e indígenas, valorizando suas heranças culturais, sociais e históricas na constituição da sociedade brasileira.</p>



<p><strong>A coleção ‘Minha África Brasileira e Povos Indígenas’</strong></p>



<p>A coleção, com livros para estudantes e professores desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, foi concebida com o objetivo de oferecer subsídios para o trabalho em sala de aula com temas vinculados à história e cultura africana, afro-brasileira e indígena.</p>



<p>O material busca desenvolver no estudante um conjunto de valores, atitudes e habilidades, por meio da abordagem de diferentes temáticas, práticas e atividades pedagógicas, para além dos conhecimentos específicos de cada componente curricular.</p>



<p>O trabalho interdisciplinar proposto destina-se a promover a autonomia, o respeito ao próximo, a cooperação, o pensamento crítico e a argumentação, de forma contextualizada e próxima à realidade do estudante.</p>



<p>Ao professor é oferecido um conjunto de ferramentas teórico-metodológicas sobre o trabalho com heranças de povos africanos e heranças indígenas para o desenvolvimento do trabalho com a ancestralidade, a identidade e a valorização da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena na formação do Brasil e na vida cotidiana dos estudantes.<br>&nbsp;</p>



<p>Fonte: ASCOM/IAT </p>



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<iframe title="REAVALIAÇÃO DO BPC" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rLPr935nzHE?start=853&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Operação contra garimpo ilegal é deflagrada em áreas de povos indígenas isolados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 17:55:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Operação Nindaid Isquim foi deflagrada na segunda maior terra indígena do Brasil, que concentra a maior população de indígenas isolados do mundo A Polícia Federal, o Ibama e a Frente de Proteção Etnoambiental Vale do Javari da Funai realizam entre os dias 24 de abril a 1° de maio a Operação Nidaid Isquim, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Operação Nindaid Isquim foi deflagrada na segunda maior terra indígena do Brasil, que concentra a maior população de indígenas isolados do mundo</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A Polícia Federal, o Ibama e a Frente de Proteção Etnoambiental Vale do Javari da Funai realizam entre os dias 24 de abril a 1° de maio a Operação Nidaid Isquim, no Rio Jandiatuba e adjacentes, dentro do Vale do Javari, região situada no extremo oeste do Amazonas, com foco no combate ao garimpo ilegal, que ameaça comunidades indígenas isoladas, ribeirinhas e ecossistemas únicos da Amazônia.</p>



<p>Durante os primeiros dias de ação, já foram inutilizadas 16 dragas e maquinários de garimpo. A Polícia Federal também promoveu diligências para colheita de elementos de inteligência, que subsidiarão futuras ações visando identificar os líderes e financiadores da atividade ilícita, bem como suas conexões com o crime organizado.</p>



<p>O Vale do Javari é a segunda maior terra indígena do Brasil, com cerca de 8,5 milhões de hectares, e concentra a maior população de indígenas isolados do mundo. Atualmente, há 9 referências confirmadas de grupos isolados e outras 5 em estudo, além de aproximadamente 7.000 indígenas de etnias como os Matis, Matsés, Mayoruna, Marubo, Kanamary, Kulina Pano, Korubo e Tshom Dyapa. O garimpo ilegal, ao avançar sobre esse território, coloca essas populações em risco de contaminação por mercúrio e enseja prejuízos culturais.</p>



<p>O local da deflagração da Operação Nindaid Isquim é a segunda maior terra indígena do Brasil, e concentra a maior população de indígenas isolados do mundo.</p>



<p><a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2025/04/pf-ibama-e-funai-deflagram-operacao-contra-garimpo-ilegal-em-areas-de-povos-indigenas-isolados" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2025/04/pf-ibama-e-funai-deflagram-operacao-contra-garimpo-ilegal-em-areas-de-povos-indigenas-isolados</a></p>



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<iframe title="AÇÕES DA SECRETARIA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/NgnJPmwzw3E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Ministra da Saúde assina acordo para criação da Unidade de Retaguarda Hospitalar aos Povos Indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 20:33:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Retaguarda Hospitalar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anúncio foi feito durante a inauguração da Casa de Governo em Roraima. Evento reuniu ministros, autoridades políticas locais e representantes de organizações como Funai e Ibama Em uma movimentação estratégica para fortalecer a assistência à saúde dos povos indígenas em Roraima, o Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade Federal de Roraima (UFRR) e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Anúncio foi feito durante a inauguração da Casa de Governo em Roraima. Evento reuniu ministros, autoridades políticas locais e representantes de organizações como Funai e Ibama</p>



<p>Em uma movimentação estratégica para fortalecer a assistência à saúde dos povos indígenas em Roraima, o Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade Federal de Roraima (UFRR) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), anunciou, nesta quinta-feira (29), a criação da Unidade de Retaguarda Hospitalar aos Povos Indígenas (URHPI). O protocolo de intenções foi assinado durante a cerimônia de instalação da Casa de Governo no estado, marcando um momento histórico para a saúde indígena no Brasil.</p>



<p>Além da unidade para atendimento aos povos indígenas, o projeto do Hospital Universitário beneficiará a todo o estado de Roraima, como destacou a ministra da Saúde, Nísia Trindade. “Agradeço ao governador [de Roraima, Antonio] Denarium pela cessão do Hospital de Clínicas Wilson Franco, que, sob a gestão da Universidade Federal de Roraima, se transformará no hospital universitário, cumprindo as funções de assistência, educação e formação de profissionais de saúde”, reforçou.</p>



<p>Ela destacou que a iniciativa se soma a outros esforços, como a expansão da saúde da família e do cuidado no hospital da criança, e reflete o trabalho integrado para a saúde de Roraima, incluindo indígenas e crianças migrantes. “Com esse ato contínuo, teremos a construção de 22 novos pavilhões agregados ao hospital atual, incluindo uma unidade de terapia intensiva, aumentando em 180 leitos, o que será fundamental para toda a população”, celebrou a ministra.</p>



<p><strong>Experiência inédita no cuidado especializado dos povos originários</strong></p>



<p>A URHPI, primeira experiência do tipo no país, integrará o Complexo Hospitalar Universitário da UFRR, estabelecendo um marco inovador no atendimento especializado e diferenciado aos cerca de 100 mil indígenas residentes nos territórios do estado. Este projeto visa não apenas proporcionar um atendimento mais eficaz e humanizado, mas também desafogar as Casas de Apoio à Saúde Indígena (CASAI), otimizando o sistema de saúde voltado para esta população.</p>



<p>Espaço de cuidado intermediário, focado em atender indígenas aldeados em condições clínicas estáveis, a URHPI será equipada com infraestrutura e serviços que respeitam as particularidades culturais e de saúde dessa população. Além disso, o projeto arquitetônico da unidade hospitalar incorporará elementos essenciais para um atendimento que respeite as tradições e necessidades dos povos indígenas, como centros de medicina tradicional e leitos redários, garantindo um local de atendimento acolhedor e eficiente.</p>



<p>A construção da unidade é um processo coletivo, que contará com a participação ativa de lideranças indígenas, visando garantir que o projeto atenda às expectativas e necessidades das comunidades.</p>



<p><strong>Maior articulação entre entes federais, estaduais e municipais</strong></p>



<p>A inauguração da Casa de Governo em Boa Vista reforça o compromisso do Governo Federal com a saúde indígena, estabelecendo um precedente para futuras ações integradas de cuidado e proteção aos povos originários do Brasil. Durante a inauguração, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, destacou a importância da estrutura para a articulação de todas os órgãos públicos federais, estaduais e municipais. “É preciso a união de muitos para que a gente vença”, destacou. Costa lembrou que a questão indígena é premente no estado, mas ressaltou que também serão articuladas ações para Roraima de uma forma geral. “No dia 7 de março o</p>



<p>presidente Lula está lançando o resultado do PAC Seleções. E, nesse lançamento do PAC, ele vai anunciar obras para o Brasil inteiro, inclusive para Roraima”, lembrou.</p>



<p>A Casa de Governo, parte das ações para o enfrentamento da crise humanitária na Terra Indígena Yanomami, coordenará a execução de políticas públicas emergenciais e permanentes, contando com um investimento federal de R$ 1,2 bilhão em crédito extraordinário para 2024.</p>



<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, destacou a importância da ação conjunta dos ministérios e órgãos federais na cerimônia, enfatizando que o Poder Executivo tratará os problemas enfrentados pelos povos indígenas como uma &#8220;questão de Estado&#8221;. A integração entre ministérios como Saúde, Educação, Povos Indígenas e Direitos Humanos, juntamente com a atuação de órgãos como a Polícia Federal e o Ibama, visa assegurar a retomada do modo de vida indígena e o combate a práticas ilícitas.</p>



<p>Além da ministra Nísia Trindade, e do Ministro Rui Costa, estiveram presentes na cerimônia de instalação os ministros: Ricardo Lewandowski (Justiça), José Múcio (Defesa), Sonia Guajajara (Povos Indígenas), Nísia Trindade (Saúde), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social), Esther Dweck (Gestão e Inovação), Marina Silva (Meio Ambiente), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) e Jorge Messias (AGU). Além de representantes de: Ibama, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança (FNS), Funai. Também participaram da cerimônia o Governador de Roraima, Antonio Denarium, o prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique Brandão, as lideranças indígenas Davi Kopenawa, Júnior Hekurari e outras autoridades locais.</p>



<p><strong>Ações do Ministério da Saúde: da emergência às estruturas permanentes</strong></p>



<p>Desde o início de 2023, o Ministério da Saúde tem sido uma peça fundamental na resposta à crise humanitária que afeta os povos Yanomami, atuando decisivamente para salvar vidas e garantir assistência integral à população. Com foco na reconstrução das políticas de saúde indígena, o Ministério não apenas enfrentou a situação de emergência gerada pela desassistência dos últimos anos mas também começou a implementar ações estruturantes, visando garantir uma vida digna e o acesso ao cuidado integral em todo ciclo de vida para os Yanomami.</p>



<p>Para 2024, o Ministério da Saúde, através da coordenação do Grupo de Trabalho Executivo Yanomami e com a integração de todo o Ministério, desenvolveu uma estratégia composta por 10 eixos fundamentais, delineando um plano de ação abrangente que inclui:</p>



<p>1.&nbsp;<strong>Cuidado Integral:&nbsp;</strong>implementação da primeira unidade de retaguarda hospitalar indígena, construção do Centro de Referência em Surucucu, e parcerias para apoio em território.</p>



<p>2.&nbsp;<strong>Malária:&nbsp;</strong>criação do núcleo de Telessaúde para manejo da malária e revisão de protocolos específicos para a região Yanomami.</p>



<p>3.&nbsp;<strong>Assistência Nutricional:&nbsp;</strong>revisão do protocolo de assistência nutricional e qualificação das equipes para manejo de casos de desnutrição grave.</p>



<p>4.&nbsp;<strong>Provimento e Qualificação de Profissionais:&nbsp;</strong>expansão do Programa Mais Médicos, suporte e qualificação contínua das equipes, e reforço das equipes da Força Nacional do SUS.</p>



<p>5.&nbsp;<strong>Assistência Farmacêutica:&nbsp;</strong>ampliação da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais para saúde indígena.</p>



<p>6.&nbsp;<strong>ISTs:&nbsp;</strong>escalação da testagem e tratamento para ISTs, dada a alta incidência em território Yanomami.</p>



<p>7.&nbsp;<strong>Doenças Respiratórias:&nbsp;</strong>organização de formação específica em espirometria para profissionais de saúde atuantes nos DSEI de Roraima.</p>



<p>8.&nbsp;<strong>Telessaúde:&nbsp;</strong>implementação do Núcleo de Telessaúde da UFRR, visando oferecer assistência aos povos indígenas e estruturar a equipe para desenvolvimento de telessaúde no estado.</p>



<p>9.&nbsp;<strong>Água Potável:&nbsp;</strong>instalação de sistemas de abastecimento de água no território Yanomami, com 20 sistemas já instalados em 2023.</p>



<p>10.&nbsp;<strong>Infraestrutura:&nbsp;</strong>construção e reforma de Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI), reforma completa da Casai, e reforma do polo base de Auaris.</p>



<p>Este conjunto de medidas marca a transição das ações emergenciais para ações estruturantes, enfatizando o compromisso do Ministério da Saúde em garantir o cuidado permanente para a população Yanomami, alinhado com a recente iniciativa do Governo Federal, que inclui a criação da Casa de Governo em Roraima. Essa estrutura, conforme anunciado durante a cerimônia de instalação, coordenará e monitorará a execução do Plano de Desintrusão e de Enfrentamento da Crise Humanitária na Terra Indígena Yanomami, integrando esforços de diversos órgãos federais e reforçando o papel essencial do Ministério da Saúde no processo.</p>



<p><em>Fonte: Ministério da Saúde</em> / Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</p>



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<iframe title="Lixão de Ipirá: a realidade dos catadores" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3rlqk6w3R_M?start=46&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/ministra-da-saude-assina-acordo-para-criacao-da-unidade-de-retaguarda-hospitalar-aos-povos-indigenas/">Ministra da Saúde assina acordo para criação da Unidade de Retaguarda Hospitalar aos Povos Indígenas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Festival reúne pensamento e estética de 300 povos indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 13:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento inclui palestras sobre economia ancestral e crise climática O primeiro Festival Brasil É Terra Indígena começa nesta quarta-feira (13) em um complexo cultural montado na esplanada do Museu Nacional da República, região central da capital federal. Com entrada franca, o evento, que vai até quinta-feira (14), pretende mostrar a diversidade de pensamento e estética [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Evento inclui palestras sobre economia ancestral e crise climática</p>



<p>O primeiro Festival Brasil É Terra Indígena começa nesta quarta-feira (13) em um complexo cultural montado na esplanada do Museu Nacional da República, região central da capital federal.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1571845&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1571845&amp;o=node"></p>



<p>Com entrada franca, o evento, que vai até quinta-feira (14), pretende mostrar a diversidade de pensamento e estética dos mais de 300 povos indígenas do Brasil. Um dos destaques é a Feira de Arte dos Povos Indígenas, que reúne trabalhos de cerca de 80 artistas dos seis biomas do território brasileiro.&nbsp;</p>



<p>A Feira de Arte dos Povos Indígenas, aberta nos dois dias de festival, funcionará das 9h às 20h. Entre as etnias presentes estarão os povos Yanomami, Macuxi, Terena, Baré, Ashaninka, Kadiwéu, Guarani, Guajajara, Tremembé, Wauja e Mehinaku.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/16.jpg" alt="" class="wp-image-86867" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/16.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/16-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>“A ideia é retratar a diversidade de belezas da arte ligada à ancestralidade e apresentar a riqueza dos saberes de convivência e proteção desses biomas, porque a relação da arte indígena está muito conectada ao bioma, na relação que se estabelece ao viver completamente integrado na sabedoria da relação com a natureza”, disse o curador da mostra, arquiteto Marcelo Rosenbaum.&nbsp;</p>



<p>Em paralelo, ocorrerão debates e rodas de conversa no Espaço Tecnologia e Ancestralidade, montado no auditório do museu. Ao todo, 35 palestrantes falarão sobre temas como comunicação indígena e suas narrativas, economia ancestral e criativa, com moda e música, e crise climática.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Música</h2>



<p>O festival inclui ainda uma programação de&nbsp;<em>shows</em>&nbsp;com artistas indígenas, com nomes como Djuena Tikuna, Kaê Guajajara, Siba Puri, DJ Rapha Anacé, Tainara Takua, Gean Pankararu, Heloisa Araújo Tukue, Brisa Flow, DJ Eric Terena, MC Anarandá, Katú Mirim, Edvan Fulni-ô, Suraras do Tapajós, LaManxi, Brô MC’s e Grandão Vaqueiro.&nbsp;</p>



<p>Outros artistas consagrados da cena musical brasileira, como Lenine, Gaby Amarantos e Felipe Cordeiro participam como convidados dos músicos indígenas. Os Bro Mc’s convidam o&nbsp;<em>rapper&nbsp;</em>Xamã ao palco. Gaby Amarantos e Felipe Cordeiro são os convidados do&nbsp;<em>show</em>&nbsp;das Suraras do Tapajós. Gean Pankararu leva para a sua apresentação o cantor Lenine. Já Mariene de Castro participa do&nbsp;<em>show</em>&nbsp;da cantora Djuena Tikuna.</p>



<p>Organizado pela rede Mídia Indígena, o festival tem patrocínio do Instituto Cultural Vale, articulação do Centro Cultural Vale Maranhão e apoio dos&nbsp;ministérios da Cultura e&nbsp; dos Povos Indígenas.</p>



<p>Edição: Nádia Franco</p>



<p>Fonte: Agência Brasil </p>



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<iframe title="Os riscos do pé diabético com Dra. Séfora Oliveira" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YNbu6WEPcbw?start=727&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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