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	<title>Preço dos remédios |</title>
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	<title>Preço dos remédios |</title>
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		<title>Faz sentido o alto preço dos remédios no Brasil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 13:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumento foi de 5,6%, mas estudo do Idec aponta que o teto para os preços de medicamentos está em desacordo com a realidade. Há falta de transparência das farmacêuticas, na lei de patentes e na produção nacional de fármacos Matheus Falcão&#160;em entrevista a&#160;Alessandra Monterastelli, no PULSO O Governo aprovou, no início da semana, o reajuste de 5,6% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Aumento foi de 5,6%, mas estudo do Idec aponta que o teto para os preços de medicamentos está em desacordo com a realidade. Há falta de transparência das farmacêuticas, na lei de patentes e na produção nacional de fármacos</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-77220" width="836" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 836px) 100vw, 836px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Matheus Falcão</strong>&nbsp;em entrevista a&nbsp;<strong>Alessandra Monterastelli</strong>, no PULSO</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo aprovou, no início da semana, o <a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/reajuste-no-preco-dos-remedios-vem-ai/">reajuste</a> de 5,6% para os preços dos remédios, válido em todo território nacional na última segunda-feira (3/4). O valor foi calculado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), obedecendo ao teto de medicamentos brasileiro. Contudo, uma pesquisa promovida pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) <a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/a-farsa-do-teto-de-preco-dos-medicamentos-no-brasil/">revela</a> que o valor estabelecido pelo teto é muito alto – e, portanto, não cumpre a função de controlar variações de preços como deveria. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Cmed é o órgão responsável por vincular um preço máximo aos medicamentos comercializados nacionalmente. As indústrias farmacêuticas, assim como o varejo, são obrigadas a respeitar o limite de valor pré-estabelecido e que varia para cada remédio. “Por ser muito alto, esse teto não impede, por exemplo, um aumento muito elevado no preço de remédios que possa prejudicar o acesso ou a própria compra pelo Sistema Único de Saúde”, afirmou,&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=wDdANbBa3ok">no programa PULSO</a>, do&nbsp;<em>Outra Saúde</em>, Matheus Falcão, assessor do Programa de Saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O programa foi ao ar na terça-feira, 4/4.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa acompanhou dados de acesso a remédios desde a implementação do sistema de regulação, nos anos 2000, até agora. Apesar de especialistas considerarem o teto defasado, as regras jurídicas não permitem que a Cmed altere o limite atual. Para o Idec, a única possibilidade de alterar o teto de forma efetiva seria através de um projeto de lei. Falcão cita o PL 591, que tramita no Senado e propõe um conjunto de mudanças na regulação existente – inclusive o aumento da transparência exigida das farmacêuticas quanto aos custos reais de produção e distribuição de seus produtos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um medicamento novo chega ao Brasil, a Cmed compara o seu preço com aquele praticado em outros países – como os Estados Unidos e Alemanha. “São países que naturalmente vão ter um preço mais elevado do que aquele que nós observamos na seleção brasileira”, afirma Falcão. Essa, segundo ele, deveria ser outra norma a ser revisada. Hoje, as indústrias responsáveis pela criação e produção dos princípios ativos – geralmente estrangeiras – não devem declarar quando gastam em sua produção. A falta de transparência, segundo Falcão, é uma “luta global” e leva ao monopólio das farmacêuticas sobre determinados medicamentos, além do estabelecimento de preços muito altos sem qualquer tipo de justificativa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falcão cita que, no geral, os processos de criação de medicamentos contam com um alto grau de investimento público – especialmente para a inovação. “Seria interessante saber quanto do investimento em novos medicamentos provém do Estado e quanto vem do setor privado”, reflete. Hoje, a falta de transparência não permite calcular esse tipo de parâmetro. Mas, segundo ele, estudos vêm mostrando que o Estado costuma financiar o início da pesquisa, quando há maiores riscos. “Quem capitaliza, depois, via patente é o setor privado”, conclui.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Políticas sociais e produção nacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2004, através da Política Nacional de Assistência Farmacêutica, o Brasil passou a adotar uma série de medidas para melhorar o acesso da população aos medicamentos. Entre as políticas lançadas, estava o Farmácia Popular, existente até hoje, que consiste na distribuição gratuita ou venda de remédios a preços mais baixos através de estabelecimentos próprios ou farmácias conveniadas. Apesar dos avanços, Falcão defende que o debate deve ser ampliado, tocando em questões como a&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/patentes-na-omc-uma-derrota-para-os-paises-do-sul-global/">lei de patentes</a>&nbsp;e a produção nacional de remédios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na segunda-feira (3/4), o&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/comecam-os-trabalhos-para-o-complexo-industrial-da-saude/">Governo Federal anunciou</a>&nbsp;também a retomada do Complexo Industrial da Saúde, com o objetivo de diminuir a dependência de importações de insumos na área da saúde e aumentar a produção em solo brasileiro para uma média de 70% do total. “Além de debater o acesso a medicamentos, precisamos falar sobre uma política nacional de ciência, tecnologia, inovação e de produção industrial para garantir a cadeia de fornecimento”, argumenta Falcão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, o Brasil produz apenas cerca de 10% dos princípios ativos necessários para a produção de remédios. A maior parte dos insumos é importada de países como China e Índia. “A questão dos remédios não é uma questão simplesmente focada nesse ponto naquele; mas envolve um conjunto de questões”, conclui o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra saúde</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A cantora Lys é a nossa convidada de hoje(9)no Bate Papo na City" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FOrf4ShEVSg?start=2617&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Reajuste no preço dos remédios vem aí</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 21:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Preço dos remédios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>• Aumento dos medicamentos • Fiocruz e Butantan buscam parceria pelo SUS • Enchentes no Acre • Em Madri, saúde em greve novamente • A triste situação dos Estados Unidos • Microplástico na Antártida • Em 1º de abril, os medicamentos que o brasileiro encontra na farmácia passarão por&#160;reajuste&#160;de preços de até 5,6%, número estabelecido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>• Aumento dos medicamentos • Fiocruz e Butantan buscam parceria pelo SUS • Enchentes no Acre • Em Madri, saúde em greve novamente • A triste situação dos Estados Unidos • Microplástico na Antártida •</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022" width="836" height="105"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1º de abril, os medicamentos que o brasileiro encontra na farmácia passarão por&nbsp;<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzIzJmQ9cTNjOHAzZw==.gjcW8o1enJgOcc01ytFq02aaea04XXUPilW-pKXcNxI" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reajuste</a>&nbsp;de preços de até 5,6%, número estabelecido a partir do IPCA dos últimos 12 meses. Os reajustes são calculados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), subordinada à Anvisa, e a indústria farmacêutica tem direito a aumentar os preços anualmente. Como&nbsp;<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzI4JmQ9bjR3NHA0Yg==.UBfXYpNL0JetZEt6bEwbNmzpEqobm1AY9jhGZ8LHyVo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">demonstrado</a>&nbsp;pelo Idec, o teto de preço dos remédios passa longe do praticado – o que significa, em tese, que os produtos podem encarecer muito mais do que o planejado. No entanto, como já mostrou o<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzMyJmQ9czd5Nnk4aQ==.-x4UUXXPD7j6LYLo8p0O9dA1s-hggwwY4Vf8KWouodI" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;<em>Outra Saúde</em></a>, os atuais mecanismos de regulação estão claramente desatualizados e fazem o jogo da indústria farmacêutica, que pelas regras vigentes encontra margens para aumentar preços muito acima do valor regulamentar. Além disso, o declínio da própria indústria farmacêutica brasileira contribui para os grandes aumentos no preço dos remédios vistos em anos recentes. Trata-se, como&nbsp;<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzM2JmQ9ejdpMXY1Yw==.0xIg1vVb3dMH6s4eJy64F8jrdr4ByC7HCwx6bMovLDk" target="_blank" rel="noreferrer noopener">já assumido</a>&nbsp;várias vezes por autoridades públicas, de um tema que representa<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzQzJmQ9ZjBxOGc1cA==.haSAGhR6B_IY7rbdb17DgeALLNae3qj7GF-r6_0bydE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;grandes desafios</a>&nbsp;de políticas públicas do novo governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fiocruz e Butantan estabelecem grupo de trabalho estratégico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira passada, 24/3, uma delegação de dirigentes do Instituto Butantan<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzQ1JmQ9ZTJqM3oxZA==.QpN_25fZm9fwM2b3g4QdnA-wtKcbLkhWZqZqePKA1bE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;visitou</a>&nbsp;a Fiocruz, ocasião em que os paulistas foram apresentados à fábrica Bio-Manguinhos da instituição. Em pauta, diversos planos de cooperação e desenvolvimento em favor do SUS. Produção de insumos industriais/imunobiológicos e inovação tecnológica foram os focos do encontro. “Não dá para resolver tudo, mas podemos identificar insumos críticos e fazer trabalho de logística, indução e produção local para estruturar uma cadeia produtiva, através de parceiros, como parte de um ecossistema de inovação”, disse Marco Krieger, vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz. Em abril, a visita será retribuída, e então oficinas de trabalho definirão as parcerias mais promissoras entre ambas as instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rio Branco começa a busca pela adaptação à mudança climática</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A capital do Acre acaba de publicar inédito mapeamento do histórico de enchentes, que apontou cheias em<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzUzJmQ9ZzhoNWM5Yg==.XvSmwf9u1dC3SwwR99OAtqtJlWbNKtXT9bVh0sZmZHY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;41 dos 52 anos</a>&nbsp;estudados, tendo os meses de fevereiro e março como os mais perigosos. O estudo faz parte do relatório que subsidia o Plano Municipal de Mitigação e Adaptação às Mudanças do Clima de Rio Branco, no Acre, criado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) em 2020 e ainda não implantado. Para além dos fenômenos climáticos mais recentes, o trabalho aponta uma antiga ocupação desordenada do solo urbano, o que explica o amplo histórico de enchentes a partir da subida do rio Acre. “É preciso criar e implementar, com urgência, planos que olhem para além das ações emergenciais, mas também para ações de médio e longo prazo de enfrentamento à mudança do clima em todos os municípios”, explica Jarlene Gomes, que trabalha no IPAM da cidade. O plano de mitigação, por sua vez, faz parte da Iniciativa de Governos Locais Pela Sustentabilidade para América do Sul, que conta inclusive com governos de países vizinhos, e também a colaboração da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Greve geral na saúde de Madri</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A capital espanhola vê o aprofundamento do conflito entre trabalhadores da saúde e governo. Após manifestações de desrespeito por parte do Conselho da Fazenda, Fernando Lasquetty, que recusou a exigência de recuo na jornada semanal de trabalho, os profissionais da saúde convocaram<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzU3JmQ9YTNvMXcwcA==.v_YNXI81KP2oKMjr5SGMPot4oX5tlQtEYaAUHIrNI6c" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;greves</a>&nbsp;para os dias 19 de abril, 8 e 26 de maio. O movimento recebeu adesão de todas as categorias do serviço de saúde de Madri, representadas em quatro sindicatos. Vale destacar que a cidade&nbsp;<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzYxJmQ9dDNzMGsydA==.-D7eLTuFIZzf0er0geFHFfkLaOGV86WB2Y7F2g0az10" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acabou de sair</a>&nbsp;de uma greve de médicos da atenção primária que durou impressionantes<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzY1JmQ9ejFiOXc5ag==.si8QSg1ghuRo6dmJdHsxWXCOjA17Q8nwG7Ui8GofuJE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;quatro meses</a>, momento também marcado por manifestações de massa em favor da saúde pública e contra a privatização de hospitais e centros médicos. Por trás de tudo, o receituário neoliberal de austeridade eterna sobre políticas sociais, que no país ibérico produz o fenômeno da<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzcwJmQ9azJjMXgycg==.rl8nWvY2tEifXLXAogpUKt0pMLF3YuGs-ArCwKgMUNQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;fuga</a>&nbsp;de médicos de família.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crônica de uma morte americana</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revista&nbsp;<em>The Atlantic</em>&nbsp;publicou um<a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0MzcyJmQ9ZDJqMWUycQ==.lo-1CW9a3ZY9Zj0OWd2kRJSeu9R8TaBq-vO8acgkmVo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;capítulo</a>&nbsp;do livro da escritora Nicole Chung sobre a morte de seu pai sob a ótica da ineficiência do sistema de saúde norte-americano, que deixa cerca de 40 milhões de cidadãos sem nenhuma cobertura. A crônica faz parte do livro&nbsp;<em>A living remedy</em>, ainda não lançado, e detalha a dolorosa experiência da autora, que cresceu em meio a uma família de pai e mãe trabalhadores que nunca alcançaram bem-estar econômico suficiente para garantir cuidados em saúde sem ajuda do Estado. A saga conta a história de pessoas que viveram na pele a precarização do mundo do trabalho e sempre deixaram os cuidados em saúde para um outro momento, até que um dia a diabetes do pai começa a cobrar um preço. A angústia em ter acesso ao serviço público, a disseminada cultura de responsabilização individual pela própria saúde e a incapacidade financeira da filha em prover os pais são alguns dos elementos que constituem o drama da vida de um cidadão comum deste país, conforme descreve o livro de Chung. Não à toa, o título da crônica é&nbsp;<em>Uma morte norte-americana comum</em>…</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Microplástico chega a animais da Antártida</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado pela <a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0Mzc2JmQ9aTV2M3I3aA==.7KclDI3q60FrWpS2eTc5C82GSOQHq5GNhspsoNYkr3g" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Royal Society Publishing</em></a> revela que microplásticos foram encontrados em amostras de organismos de krills e salpas, animais marinhos que vivem no Oceano Antártico. Os fragmentos de plástico oriundos de diversas cadeias produtivas já são realidade irreversível nos mares de todo o planeta, mas que tenham chegado a estes pequenos seres do polo sul é um novo alerta. O estudo destaca, como mostrado na matéria da <a href="https://click.mlsend2.com/link/c/YT0yMTgyNzEwNzgxODQwMjAxMDczJmM9bDZoMSZlPTE5MjgmYj0xMTEyMzI0Mzc4JmQ9eTdiMHkzeg==.ESjhScNGvFQlDfm4v4qDPuWb8S9UkDC_h6OX6y16GnI" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Galileu</em></a>, que krills e salpas têm participação importante na alimentação dos maiores predadores da região e sua contaminação pode afetar o processo de condução de carbono para o fundo dos mares, o que alivia a circulação de gases de efeito estufa na atmosfera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CME- sua relação com a educação municipal" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DTpe4UsCFSc?start=2912&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Preço dos remédios deve subir 10% em abril; confira lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 08:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Preço dos remédios]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É quando entra em vigor, usualmente, a autorização para reajuste dos remédios pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Os preços dos medicamentos devem ficar mais caros a partir do próximo mês: dia 1º de abril é quando entra em vigor, usualmente, a autorização para reajuste dos remédios pela Câmara de Regulação do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">É quando entra em vigor, usualmente, a autorização para reajuste dos remédios pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os preços dos medicamentos devem ficar mais caros a partir do próximo mês: dia 1º de abril é quando entra em vigor, usualmente, a autorização para reajuste dos remédios pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As farmácias e drogarias, assim como laboratórios, distribuidores e importadores, não podem cobrar pelos medicamentos preço acima do permitido pela CMED.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista de preços máximos permitidos para a venda de medicamentos é disponibilizada para consulta dos consumidores e é atualizada mensalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que vai reajustar é esse valor máximo, não quer dizer todos os remédios sofrerão reajustes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/cmed/precos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confira aqui a lista de medicamentos</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Metro 1</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="480" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc.jpg" alt="" class="wp-image-45345" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc-300x180.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/preco-dos-remedios-deve-subir-10-em-abril-confira-lista/">Preço dos remédios deve subir 10% em abril; confira lista</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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