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	<title>pró-conservação |</title>
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		<title>Mostra na Biblioteca Brasiliana levanta bandeira pró-conservação ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 14:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Manuela Trafane* Arte: Simone Gomes Em cartaz até dia 29, exposição Artmosfera reúne obras de 33 artistas com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os efeitos das mudanças climáticas globais A crise climática é real. O ano de 2024 foi o mais quente registrado na história, com temperatura média mundial 1,5°C acima da temperatura na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="wp-block-heading">Texto: Manuela Trafane*</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Arte: Simone Gomes</h5>



<p>Em cartaz até dia 29, exposição <em>Artmosfera </em>reúne obras de 33 artistas com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os efeitos das mudanças climáticas globais</p>



<p>A crise climática é real. O ano de 2024 foi o mais quente registrado na história, com temperatura média mundial 1,5°C acima da temperatura na era pré-industrial. Com o objetivo de promover a conscientização coletiva sobre esse problema, 33 artistas se reuniram na mostra&nbsp;<em>Artmosfera</em>, em cartaz até o dia 29 deste mês na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP.&nbsp;“A arte tem papel fundamental em levantar a bandeira conservacionista, para fazer as pessoas refletirem sobre a questão ambiental”, afirma o artista gráfico Waldo Forte, curador da exposição, que foi inaugurada no dia 7 passado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Forte convida o público a se conectar com o teor emocional das obras expostas. Segundo ele, algumas delas são mais objetivas e literais, enquanto outras expressam o mais puro sentimento.&nbsp;“Os artistas ficaram muito engajados e muito motivados para, de alguma maneira,&nbsp;passar uma mensagem e fazer com que as pessoas reflitam sobre essas questões tão importantes na atualidade”, destaca Forte.</p>



<p>O curador lamenta que a população possa fazer pouco para combater as mudanças climáticas. “Os&nbsp;líderes mundiais são aqueles que podem trazer mudanças, e eles estão fechando os olhos diante da questão.” Mesmo assim, Forte insiste na execução desse pouco. Em sua perspectiva, a arte deve exercer seu papel de gerar reflexão e criar uma consciência coletiva.&nbsp;“É uma luta e um esforço muito grandes. Todos devemos estar envolvidos nisso.”</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Arte na perspectiva contemporânea</strong></h1>



<p>Ao entrar na sala BNDES&nbsp;da BBM – onde a mostra está instalada –, o espectador se depara com esculturas, fotografias, pinturas e instalações. Enquanto alguns artistas utilizam materiais como tinta acrílica e aquarela, outros optam por materiais reciclados, fibras naturais e até manequins. Essa diversidade de estilos é consequência da política&nbsp;do ateliê Contempoarte, localizado no bairro do Morumbi, em São Paulo, do qual Waldo Forte é artista-curador. De acordo com Forte, o ateliê busca promover o desenvolvimento da linguagem pessoal dos artistas na ótica contemporânea.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/08/20250819_expo8.jpg" alt="" class="wp-image-922963"/><figcaption class="wp-element-caption">Reflexões, assemblage de Yeda Sandoval &#8211; Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>



<p><em>Artmosfera&nbsp;</em>expressa essa política. A artista Lúcia Rosa, por exemplo, expõe na mostra a obra&nbsp;<em>Silêncios Tecidos</em>, formada por um totem com três rostos feitos de tecido, moldados a partir de máscaras. A&nbsp;obra usa fios orgânicos emaranhados com cipó e sisal, para sustentar as feições e formar um objeto longo. Entre as figuras, espalham-se pedaços da planta insulina. “Essa planta é muito resistente. Você pensa que a planta secou, mas dali a uma semana ela está verde de novo”, explica Rosa. A mensagem transmitida é de esperança pela resiliência da natureza e de tributo à memória e à ancestralidade daquilo que permanece, mas também é um aviso. O rosto humano entrelaçado à matéria natural visa a advertir sobre a presença do homem no ecossistema e como a humanidade sofrerá as consequências das agressões ao ambiente.</p>



<p>Outra obra exposta em&nbsp;<em>Artmosfera&nbsp;</em>é a tela&nbsp;<em>Conectando Micelios</em>, da artista chilena Karolina Mättig, que também aborda a coexistência entre homem e natureza. Com técnica mista, essa pintura retrata a camada exterior e a interior de uma floresta. As raízes de uma das árvores simulam o corpo humano. Delas se forma a figura de um braço, que dá origem ao tronco, unido às radículas das demais plantas. Nas laterais dessa pintura, dois quadros, intitulados&nbsp;<em>Brotes –</em>&nbsp;também de autoria de Mättig -, expõem árvores mortas, com raízes fracas, e, atrás delas, notícias de jornais anunciando os incêndios florestais ocorridos na região de&nbsp;La Araucanía, no Chile.</p>



<p>Há obras também que representam mais uma crítica do que uma advertência. A escultura em material reciclado&nbsp;<em>O Grande Banquete</em>, de Edson Verti, é feita de uma caixa de papelão colorida, sobre a qual se vê uma cabeça feita do mesmo material, em que estão escritas frases como “O futuro é reciclável. Pena que seu comportamento não é”, “Onde está seu plástico? No copo de água que você chama de potável”, “Proteção à natureza” e “Futuro verde”. Da boca da cabeça são regurgitadas garrafas plásticas, que chegam a se espalhar pelo chão. A contradição entre palavras pró-sustentabilidade e o plástico é uma ironia do artista, que revela uma sociedade que defende o discurso conservacionista mas continua poluindo. O objetivo é espelhar uma humanidade que se autocontamina, como explica Verti. “O que é descartado volta para a gente de uma forma ou de outra, seja no ar, seja pelos microplásticos”, diz o artista.&nbsp; “A obra mastiga a consciência coletiva e cospe verdades incômodas.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/08/20250819_expo4.jpg" alt="Paredes com quadros pendurados nelas e, ao centro do salão, uma estátua."/><figcaption class="wp-element-caption">Ao centro, a assemblage &#8220;Produto de Origem Humana&#8221;, de Guski &#8211; Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>



<p>Já a instalação de parede&nbsp;<em>O Último Sopro</em>, de Paulo Mattos, chama atenção por sua magnitude. A criação faz parte de um projeto pessoal: a sequência de seres com asas emergindo de portais para transmitir mensagens à raça humana. As obras usam papel reciclado, e as estruturas-base de figuras femininas indígenas são painéis móveis feitos de cabides velhos. Inspiradas nos povos originários, as aladas emergem como mensageiras dos elementos ar, fogo e água. A escolha da mulher indígena é um apelo à valorização dos hábitos dos povos originários, que incorporam a natureza como inerente ao ser. Mattos quer emocionar o espectador ao trazer luz à questão ambiental. “O importante é salvarmos nosso maior ser vivo: o planeta Terra”, fala.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/08/20250819_expo2.jpg" alt="Quadro com o desenho de uma floresta." class="wp-image-922958"/><figcaption class="wp-element-caption">A pintura &#8220;Conectando Micelios&#8221;, ao centro, e &#8220;Brotes&#8221;, pinturas das laterais, por Karolina Mättig &#8211; Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>



<p><em>A exposição&nbsp;</em>Artmosfera&nbsp;<em>fica em cartaz até o dia 29 deste mês, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP (Rua da Biblioteca, 21, Cidade Universitária, em São Paulo). Entrada grátis. Não é preciso fazer agendamento. Mais informações estão disponíveis no&nbsp;<a href="https://bbm.usp.br/pt-br/exposi%C3%A7%C3%B5es/nova-mostra-na-bbm-%C3%A9-uma-resposta-da-arte-%C3%A0-crise-clim%C3%A1tica/">site da BBM</a>.</em></p>



<p><em>* Estagiária sob supervisão de Marcello Rollemberg e Roberto C. G. Castro</em></p>



<p>Fonte: Jornal da USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TRATAMENTO DA INSÔNIA ATRAVÉS DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-AEs2Q7MpTE?start=942&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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