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	<title>Programa Nacional de Imunizações |</title>
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		<title>Programa Nacional de Imunizações completa 49 anos em meio a baixa vacinação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 15:23:09 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>49 anos do PNI: o novo desafio da cobertura vacinal</p>



<p>O Programa Nacional de Imunizações (PNI) brasileiro, referência mundial na proteção e combate a doenças,&nbsp;<a href="https://oglobo.globo.com/saude/medicina/noticia/2022/09/um-dos-maiores-programas-de-imunizacao-do-mundo-pni-completa-49-anos-com-desafio-de-recuperar-coberturas-vacinais.ghtml">completou 49 anos no domingo (18/9)</a>. O programa foi responsável pela erradicação da varíola humana e da poliomielite no país, com o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OMS). O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, celebrou a data como se não tivesse responsabilidade pela forte queda vacinal que atinge o país&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2022/07/24/brasil-nao-atinge-metas-da-vacinacao-infantil-e-tem-taxas-abaixo-da-media-mundial-entenda-em-6-graficos.ghtml">em proporções maiores que a média mundial</a>. Declarou: “O PNI tem capacidade para vacinar, se for preciso, milhões de pessoas por dia, sem estratégias adicionais. Isso mostra a fantástica capacidade do Brasil em vacinar”. É verdade – mas para isso precisa de investimento e organização. O aniversário de quase cinco décadas é marcado pelo grande desafio de recuperar a cobertura vacinal, que caiu nos últimos anos, inclusive com a ajuda do negacionismo do governo – que ameaça o retorno de doenças&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/articulistas/gerson-salvador/sobre-o-risco-de-reintroducao-da-poliomielite-no-brasil/">como a própria pólio</a>. Apesar dos desafios, o PNI segue com grande potencial de vacinação: hoje, a rede pública disponibiliza 49 imunobiológicos e 19 vacinas no calendário de rotina.</p>



<p><strong>Crianças pequenas poderão ser imunizadas com a Pfizer</strong><br>A Anvisa aprovou o uso da vacina da Pfizer em crianças entre 6 meses e 4 anos. Em nota, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)&nbsp;<a href="https://www.abrasco.org.br/site/noticias/posicionamentos-oficiais-abrasco/liberacao-vacinas-criancas-6-meses-4-anos/68395/">comemorou a decisão</a>&nbsp;do órgão, e reforçou a importância de ampliar a cobertura vacinal da faixa etária – que tem apresentado média de duas mortes por dia por covid-19. “A ampliação de imunizantes para todas as faixas etárias de crianças e adolescentes é uma demanda da Abrasco e da sociedade brasileira, uma reparação ao atraso no cuidado em saúde dispensado a esse importante segmento de nossa população”, denuncia a entidade. Mais de 1.400 brasileiros até 11 anos morreram de covid na pandemia, e mesmo assim a vacinação infantil não avança como deveria na maior parte dos estados. Segundo a Câmara Técnica do PNI,&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2022/09/bebes-de-ate-1-ano-deverao-ter-prioridade-na-vacina-contra-covid-da-pfizer.shtml">crianças de até 1 ano</a>&nbsp;devem ter prioridade para a imunização.&nbsp;</p>



<p><strong>DaVita dá ultimato para continuar atendendo o SUS</strong></p>



<p>A rede de clínicas de diálise DaVita, responsável por atender&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/saude/maior-rede-de-dialise-do-pais-da-ultimato-a-estados-e-ao-ministerio-da-saude-por-mais-verba/">14 mil pacientes no SUS</a>, disse que não renovará contratos com a rede pública e que deixará de atender novos pacientes caso não receba, dos governos estaduais ou do ministério da Saúde, até outubro, os repasses necessários para cobrir os custos da terapia. A rede é a maior do país e é responsável por atender 15% do total da demanda do SUS por diálise – procedimento que substitui as funções de um rim deficitário. O ponto central do problema são os repasses de recursos públicos feitos aos prestadores privados que atendem os usuários do SUS. De acordo com associação do setor, o valor da sessão de diálise paga pelo sistema público é 39% menor que o custo real do procedimento. Mas como rever os repasses com&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/orcamento-2023-a-saude-financia-a-farra-fisiologica/">o orçamento da Saúde</a>&nbsp;caindo a cada ano?</p>



<p><strong>Alzheimer afeta mais os países pobres?</strong></p>



<p>A pesquisa Global Burden of Disease, publicada na&nbsp;<em>Lancet Public Health</em>, aponta&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/saude/alzheimer-por-que-o-brasil-deve-se-preocupar-mais-com-a-doenca-do-que-a-europa/">números alarmantes</a>&nbsp;em relação à doença de Alzheimer. A projeção é que, até 2050, o número de pessoas com demência aumente 166%. Mas há uma clara disparidade: em países do Norte Global, a tendência é de crescimento abaixo da média ou até de diminuição, enquanto nas regiões mais pobres estima-se forte aumento. No Brasil, o número de pessoas com demência chegará a cerca de 6 milhões em 2050 – um aumento de 200%. O envelhecimento populacional é o principal responsável, mas não o único. Baixa escolaridade e hábitos de vida pouco saudáveis, mais comuns em populações mais vulneráveis, são apontados pelo estudo como agravantes para a demência. A falta de acesso a tratamentos cardiovasculares também ajuda a aumentar o número de casos. Há ainda um problema que se refere ao cuidado: nações de alta renda costumam oferecer serviços de atenção e reabilitação, enquanto em países pobres esse trabalho fica a cargo da família – causando impacto também na economia. O Brasil não tem um plano elaborado para lidar com o Alzheimer em sua população, embora haja um projeto de lei que tramita na Câmara.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com/estadao/AL2AWX64KJDUBCPDLYTHDK4SSU.png" alt="https://cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com/estadao/AL2AWX64KJDUBCPDLYTHDK4SSU.png"/></figure>



<p><strong>2022 pode ter sido o ano mais seco pra Europa e China</strong></p>



<p>Uma&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/news/62751110">reportagem da&nbsp;<em>BBC</em>&nbsp;comparou imagens de satélite</a>&nbsp;do continente europeu e da China nos últimos 3 meses – que mostram os níveis de umidade do solo – com as condições médias de seca obtidas desde o início do século. O resultado mostrou que a Europa teve um verão muito mais seco neste ano se comparado com a média do período entre 2001 e 2016. Na China, muitas áreas foram categorizadas com clima de “seca extrema”; o Yangtze, maior rio do país, apresentou seu nível mais baixo desde a década de 1960. Imagens parecidas foram capturadas do leste da África e no oeste dos Estados Unidos, que teve as secas mais extremas nos últimos 20 anos.&nbsp;</p>



<p><strong>SUS: cirurgia pediátrica inédita para tratamento da escoliose</strong></p>



<p>Foi realizada a <a href="https://oglobo.globo.com/saude/medicina/noticia/2022/09/sus-realiza-cirurgia-pediatrica-inedita-para-tratamento-da-escoliose.ghtml">primeira cirurgia que utiliza uma nova técnica</a> para corrigir problemas graves na coluna vertebral de crianças. O procedimento, desenvolvido pelo médico ortopedista francês Lotfi Miladi, do Hospital Necker – Enfants Malades (Doenças Infantis), da Universidade de Paris, consiste na implementação de um dispositivo para acompanhar o alongamento da coluna da criança enquanto ela cresce, evitando o retorno do problema. A cirurgia única foi realizada em uma menina de 8 anos com paralisia cerebral pela equipe do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro.</p>



<p>Fonte: Outra Saúde</p>



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