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	<title>Proteina |</title>
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	<title>Proteina |</title>
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		<title>Pesquisadora descobre proteína que pode combater o câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 13:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A professora de Biologia da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Mortari, descobriu, junto com sua equipe, que o veneno do marimbondo da espécie Chartergellus communis tem potencial para tratar tumores cancerígenos. Segundo ela, a substância no veneno do marimbondo apresenta propriedades capazes de destruir células de câncer de mama e também de melanoma, um tipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A professora de Biologia da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Mortari, descobriu, junto com sua equipe, que o veneno do marimbondo da espécie Chartergellus communis tem potencial para tratar tumores cancerígenos.</p>



<p>Segundo ela, a substância no veneno do marimbondo apresenta propriedades capazes de destruir células de câncer de mama e também de melanoma, um tipo agressivo de câncer de pele. Márcia e sua equipe trabalham agora para que a substância possa ser usada no desenvolvimento de novos tratamentos.</p>



<p>“O marimbondo tem um veneno que é um coquetel de compostos, com várias funções, desde proteger o ninho até atacar presas. Já trabalhei com venenos de vespas e conhecia estudos sobre compostos antitumorais em abelhas, então imaginei que poderíamos encontrar algo promissor também nos marimbondos.” explicou Márcia, em entrevista&nbsp;ao Metrópoles.</p>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cdn.atarde.com.br/img/Artigo-Destaque/1290000/1200x720/Pesquisadora-descobre-proteina-que-pode-combatater0129550500202411132241-ScaleDownProportional.webp?resize=750%2C423&amp;ssl=1" alt="Imagem ilustrativa da imagem Pesquisadora descobre proteína que pode combater o câncer" width="750" height="423"></p>



<p>Foto: Reprodução TV Senado</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Superação</strong></h2>



<p>A pesquisadora sempre teve interesse pelo potencial da natureza em fornecer remédios para doenças. No entanto, segundo ela, há cinco anos, esse interesse tornou-se pessoal quando ela foi diagnosticada com câncer de mama.</p>



<p>Após obter a cura, Márcia intensificou suas pesquisas, conferindo a elas uma nova dimensão e propósito: buscar meios naturais para combater o câncer. Segundo a professora, seu trabalho na área agora se assemelha a uma “pequena vingança” contra a doença que ela superou.</p>



<p>*Via A Tarde / Foto Destaque : Pixabay</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CONVIVÊNCIA COM A SECA, COM FOCO NA PALMA FORRAGEIRA E ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/NxQa5d98lbA?start=1941&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pesquisadora-descobre-proteina-que-pode-combater-o-cancer/">Pesquisadora descobre proteína que pode combater o câncer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Nova estratégia para tratar doença inflamatória intestinal tem efeitos positivos em animais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 06:44:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uso de anticorpo monoclonal reduziu sintomas e levou ao desaparecimento da colite ulcerativa, recuperando as células do sistema nervoso envolvidas no funcionamento do intestino Texto: Júlio BernardesArte: Diego Facundini* Segunda, 29 de abril de 2024 Uma das estratégias mais recentes para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais (DII), como a colite ulcerativa e a doença [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uso de anticorpo monoclonal reduziu sintomas e levou ao desaparecimento da colite ulcerativa, recuperando as células do sistema nervoso envolvidas no funcionamento do intestino</p>



<h2 class="wp-block-heading">Texto: Júlio Bernardes<br>Arte: Diego Facundini*</h2>



<p>Segunda, 29 de abril de 2024</p>



<p>Uma das estratégias mais recentes para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais (DII), como a colite ulcerativa e a doença de Crohn é analisada em pesquisa do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP. Em um trabalho de revisão de artigos científicos, os pesquisadores verificaram que o medicamento Adalimumabe, em testes com animais, conseguiu reduzir sintomas e levar ao desaparecimento da colite ulcerativa. O medicamento, que age sobre a citocina Fator de Necrose Tumoral alfa (TNFa), proteína responsável pela atividade das células de defesa e que promove a inflamação no intestino, conseguiu recuperar as células do sistema nervoso entérico envolvidas no funcionamento do órgão.</p>



<p>O estudo mostra que a incidência de DII, distúrbios que afetam o sistema digestório, é crescente no Brasil, especialmente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo. Nas áreas urbanas ocorrem 90% dos casos, possivelmente devido a mudanças no padrão de vida nas últimas décadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desequilíbrio</h2>



<p>“A doença de Crohn, assim como a colite ulcerativa, é uma doença inflamatória intestinal (DII), distúrbio que afeta o sistema digestório”, explica a professora Patricia Castelucci, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, uma das responsáveis pela pesquisa. “A colite é caracterizada por uma complexa relação entre fatores genéticos, imunológicos, ambientais e da própria microbiota intestinal, que resultam em um desequilíbrio nos mecanismos de defesa do organismo, levando a uma resposta imune exagerada e inadequada”.</p>



<p>“Os pacientes apresentam desequilíbrios das funções intestinais, acompanhada de perda de peso e diarreia com sangue, porém, a doença de Crohn se distingue pela ocorrência de um distúrbio segmentar que pode afetar todo o trato gastrintestinal”, observa a professora. “O levantamento de dados sobre a ocorrência de DII aponta que no Brasil não se pode mais considerar essas doenças como raras, levando em conta o aumento gradual de suas frequências nos últimos anos, onde é chamada a atenção para os Estados de São Paulo e Minas Gerais”.</p>



<p>De acordo com Patrícia Castelucci, principalmente no Estado de São Paulo, as pesquisas demonstram que 91% dos casos de DII estão associados a pessoas de etnia branca e 90% dos casos aconteceram em áreas urbanas. “Isso mostra que as incidências da doença podem estar relacionadas a mudanças no padrão de vida nas últimas décadas”, aponta. “As estratégias de tratamento incluem medicamentos direcionados a receptores associados ao controle da dor, opioides, serotoninérgicos, dopaminérgicos e colinérgicos, em um esforço para melhorar os sintomas relacionados à doença”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/04/20240424_patricia.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-747693" style="width:136px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Patrícia Castelucci &#8211; Foto: ICB</figcaption></figure>
</div>


<p>“Quando o tecido é acometido por lesão ou doenças e está em desequilíbrio, uma resposta imunológica é regulada por uma série de enzimas e citocinas, entre elas o Fator de Necrose Tumoral alfa (TNFa), que desempenha papéis importantes na promoção da inflamação, inclusive nos casos de DII”, relata a professora do ICB. “A pesquisa analisou em camundongos os efeitos da colite ulcerativa experimental e o tratamento com o anti-TNFa (Adalimumabe) nas classes neuronais que compõem o sistema nervoso entérico, como os neurônios motores excitatórios envolvidos na contração intestinal e os neurônios motores inibitórios envolvidos no relaxamento da víscera”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/04/20240424_NOSn-ChAT.jpg?fit=1454%2C544&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-748915"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem de gânglio entérico, conjunto de neurônios que atuam no funcionamento do trato intestinal; à esquerda, neurônios imunorreativos a enzima óxido nítrico sintase neuronal (NOSn), e à direita, neurônios positivos para a enzima acetilcolinatransferase (ChAT), regulando sua atuação – Imagem: Cedida pelos pesquisadores</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Anticorpos</h2>



<p>Segundo os pesquisadores, a aplicação de anticorpos visando a neutralização do TNFa em pacientes com DII induziu a redução ou desaparecimento da doença em grande parte dos pacientes. “O Adalimumabe foi o medicamento testado no estudo, demonstrou eficácia e segurança no tratamento da colite ulcerativa moderada à grave”, descreve Patrícia Castelucci. “A remissão clínica foi observada em aproximadamente 40% dos pacientes na 8ª e 26ª semana, e em quase um quarto dos pacientes após um ano de acompanhamento, porém não havia ainda sido descrito o efeito sobre as diferentes classes dos neurônios entéricos”.</p>



<p>“O tratamento no estudo experimental foi eficaz na recuperação dos animais referente à perda de peso, consistência das fezes e sangue nas mesmas, características clínicas encontradas em pacientes que sofrem com colite ulcerativa’, destaca a professora. “Além disso, as classes neuronais que compõem o intestino se recuperaram com o uso do medicamento”.</p>



<p>A pesquisa foi realizada por Roberta Figueiroa de Souza, doutoranda do Programa de Pós-graduação de Biologia de Sistemas do ICB. O estudo teve a colaboração do pesquisador Felipe Alexandre Machado e da professora Patricia Castelucci, do Departamento de Anatomia do ICB.</p>



<p>O artigo de revisão&nbsp;<a href="https://doi.org/10.3748/wjg.v29.i18.2733" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Study of tumor necrosis factor receptor in the inflammatory bowel disease</em></a>&nbsp;foi publicado na revista científica&nbsp;<em>World Journal ou Gastroenterlogy</em>&nbsp;em maio de 2023. O trabalho teve apoio da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>



<p><em>Mais informações: e-mail pcastel@usp.br, com a professora Patrícia Castelucci</em></p>



<p><em>*Estagiário sob supervisão de Moisés Dorado</em></p>



<p>Fonte: Jornal USP / A colite ulcerativa desequilibra mecanismos de defesa do organismo, levando a resposta imune exagerada. Doença de Crohn pode afetar todo o funcionamento do trato gastrointestinal &#8211; Fotomontagem Jornal da USP/Diego Facundini &#8211; Fotos: Freepik</p>



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		<title>Consumo excessivo de proteínas pode causar doenças cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 12:46:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dan Linetzky Waitzberg explica a importância de consultar nutricionistas antes de iniciar uma dieta proteica Segunda, 8 de abril de 2024 Pesquisa feita pela Universidade de Pittsburgh&#160;e publicada na revista especializada&#160;Nature Metabolism&#160;mostra que o excesso de proteínas pode prejudicar a saúde e indica que dietas com mais de 22% de proteína aumentam significativamente o risco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dan Linetzky Waitzberg explica a importância de consultar nutricionistas antes de iniciar uma dieta proteica</em></p>



<p>Segunda, 8 de abril de 2024</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/04/EXCESSO-DE-PROTEINAS-PREJUDICA-A-SAUDE_PROFo_DAN-LINETZKY_EDITADA.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p><a href="https://www.upmc.com/media/news/021924-too-much-protein" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa feita pela Universidade de Pittsburgh</a>&nbsp;e publicada na revista especializada&nbsp;<em>Nature Metabolism</em>&nbsp;mostra que o excesso de proteínas pode prejudicar a saúde e indica que dietas com mais de 22% de proteína aumentam significativamente o risco de aterosclerose, podendo levar a doenças cardiovasculares. Dan Linetzky Waitzberg, professor do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina (FM) da Universidade de São Paulo (USP) e do Laboratório de Nutrição e Cirurgia Metabólica do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas (HC), explica quais os impactos desse consumo excessivo no organismo e a importância de acompanhamento profissional nas dietas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aminoácido leucina</strong></h2>



<p>De acordo com o especialista, as proteínas animais estão associadas ao aumento da lipoproteína de baixa densidade, também conhecida como colesterol LDL, e também da inflamação crônica e estresse oxidativo, o que pode ser fator de risco para doenças cardiovasculares. Ele conta que, em parte, isso pode ser explicado pelas altas taxas de gordura saturada e colesterol que estão presentes nas fontes da proteína animal.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_567567"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/09/20220927_dan-waitzberg.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-567567" style="width:155px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Dan Linetzky Waitzberg – Foto: Researchgate</figcaption></figure>
</div>


<p>Waitzberg conta que a pesquisa feita nas universidades de Pittsburgh e Missouri com camundongos mostrou que não apenas o acúmulo de gordura é responsável pela aterosclerose, mas também o aminoácido leucina, que não é sintetizado pelo corpo humano e precisa ser ingerido nas carnes.&nbsp;“A novidade é que não é o acúmulo de gordura apenas como responsável, pois há uma sinalização desse aminoácido leucina contribuindo para que macrófagos sejam ativados e eles sinalizam para a formação da placa aterosclerótica. Então, é um mecanismo novo, eles encontraram e responsabilizaram um determinado aminoácido como sinalizador molecular”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dietas</strong></h2>



<p>Conforme o docente, a indicação de dietas proteicas precisa levar em conta as subjetividades de cada indivíduo, como peso, idade, gênero e rotina de atividades físicas. Ele conta que as dietas são divididas em normoproteica, hiperproteica ou hipoproteica, dependendo do quanto de proteína precisa ser consumida no dia pela pessoa.&nbsp;</p>



<p>“Uma pessoa saudável, que pratica atividade física regularmente e não tem nenhuma doença metabólica, precisa de cerca de 18% a 20% de proteína nas suas refeições diárias. O que acontece é que, nos Estados Unidos, local da pesquisa, eles consomem níveis alarmantes de proteína e gordura saturada, principalmente pela questão cultural de comer alimentos como bacon e hambúrguer a todo instante”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acompanhamento profissional</strong></h2>



<p>Para Dan Linetzky Waitzberg, a dieta brasileira, composta geralmente por arroz, feijão, salada e um pedaço de carne, é altamente equilibrada do ponto de vista nutricional. Ele alerta, contudo, que o problema no País é o inverso do que ocorre nos EUA, já que, por motivos socioeconômicos, muitos indivíduos não têm acesso à proteína.</p>



<p>“Então, se alguém quer fazer um regime ou perder peso, é fundamental que procure um nutricionista para que seja feito um perfil metabólico e genético da pessoa. A partir dessa análise de qualidade de sono, nível de estresse e condições familiares e socioeconômicas, é possível traçar a melhor dieta para cada indivíduo”, finaliza.</p>



<p>Fonte: Jornal USP / <em>A indicação de dietas proteicas precisa levar em conta as subjetividades de cada indivíduo, como peso, idade, gênero e rotina de atividades físicas – Fotomontagem do Jornal da USP feita com fotos Freepik</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eu, o axé, a Bahia e o Brasil: uma história contada através da música" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5bxnoeTvXyk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/consumo-excessivo-de-proteinas-pode-causar-doencas-cardiovasculares/">Consumo excessivo de proteínas pode causar doenças cardiovasculares</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pequena proteína reduz níveis de açúcar, gera patente e pode ser aliada no combate ao diabete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2022 03:11:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sintetizado a partir de substância produzida no sangue, o peptídeo Ric4 reduz níveis de açúcar no organismo, e, futuramente, poderá ser usado em medicamentos para controle da doença Por: Júlio Bernardes &#8211; Domingo, 16 de janeiro de 2022 Arte: Ana Júlia Uma pequena proteína cuja origem são as células do corpo humano pode ter um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Sintetizado a partir de substância produzida no sangue, o peptídeo Ric4 reduz níveis de açúcar no organismo, e, futuramente, poderá ser usado em medicamentos para controle da doença</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Por: Júlio Bernardes &#8211; Domingo, 16 de janeiro de 2022</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Arte: Ana Júlia</h2>



<p>Uma pequena proteína cuja origem são as células do corpo humano pode ter um grande papel no controle da diabete. Em pesquisa com participação do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, cientistas descobriram que o peptídeo Ric4, sintetizado a partir de uma proteína produzida pelas células sanguíneas, aumentou a sensibilidade à insulina e reduziu a glicemia, ou seja, o nível de açúcar no sangue. Os estudos sobre a estrutura e as propriedades do Ric4, realizados em animais, geraram uma patente que, no futuro, poderá dar origem a medicamentos para tratar a diabete, e que sirvam de alternativa à terapia com insulina.</p>



<p>Os resultados do trabalho são mostrados em&nbsp;<a href="https://doi.org/10.3390/pharmaceutics13122175" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo</a>&nbsp;publicado no site da revista científica Pharmaceuticals, no último dia 16 de dezembro. A diabete tipo 2 acontece quando o corpo desenvolve resistência à insulina, responsável por processar o açúcar no organismo e levá-lo às células, o que aumenta a concentração de açúcar na corrente sanguínea.</p>



<p>“Há alguns anos, nosso laboratório desenvolveu um teste em modelo animal que encontrou alterações em um grupo de peptídeos intracelulares (InPeps), que são pequenas proteínas produzidas no interior das células, normalmente a partir de proteínas maiores”, explica ao&nbsp;<strong>Jornal da USP</strong>&nbsp;o professor Emer Ferro, do ICB, coordenador do estudo. “Os animais testados apresentaram maior sensibilidade à insulina e, consequentemente, maior captação de glicose e glicemia reduzida. Nossa hipótese era de que isso aconteceu devido às alterações nos níveis de InPeps.”</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/20220114_emerferro-pj0etj0qa5pw6nclbnemcx6l77eczbh19fo57r5k5g.png?w=1200&amp;ssl=1" alt="Emer Suavinho Ferro – Foto: Cecília Bastos/USP Imagem​" title="20220114_emerferro"/><figcaption>Emer Suavinho Ferro – Foto: Cecília Bastos/USP Imagem</figcaption></figure></div>



<p>Em seguida, os pesquisadores sintetizaram quimicamente em laboratório quatro peptídeos, que foram denominados Ric1, Ric2 e Ric3 e Ric4. “O Ric 1 e o Ric2 foram identificados no músculo gastrocnêmio (batata da perna) e são derivados da proteína troponina I; o Ric3 foi encontrado no tecido adiposo epididimal (na região do púbis), produzido a partir da proteína de ligação acil-CoA, e o Ric4 é derivado da subunidade alfa da hemoglobina, proteína existente no sangue”, descreve o professor. “Nosso objetivo foi identificar se algum desses peptídeos poderia reproduzir farmacologicamente a maior sensibilidade à insulina e à glicemia reduzida observada nos animais.”</p>



<p><strong>Captação de Glicose</strong></p>



<p>“Caso isso acontecesse, poderíamos identificar um novo peptídeo que poderia ser usado no tratamento de pacientes diagnosticados com pré-diabete ou diabete tipo 2, que possuem elevados níveis de glicose e não respondem à insulina”, relata Ferro. “Foram realizados testes de viabilidade celular em cultura de células, de avaliação do efeito dos peptídeos nos níveis de expressão de proteínas específicas (Western Blotting), de estabilidade enzimática, de expressão gênica (PCR), de captação de glicose em tecidos animais e culturas de células de camundongos, e de tolerância e transporte de glicose, em células e modelos animais.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/01/23102014campanhadiabetesfotomarcossantos031.jpg?fit=1024%2C539&amp;ssl=1" alt=""/></figure>



<p>Pesquisas sobre a estrutura e as propriedades do peptídeo Ric4 e seus derivados geraram uma patente que pode ser aproveitada futuramente na pesquisa e criação de&nbsp; novos medicamentos para tratar a diabete tipo 2, e que sirvam de alternativa à terapia com insulina; na imagem, profissional da saúde medindo glicose de paciente – Foto: Marcos Santos/ USP Imagens</p>



<p>A pesquisa verificou que dois derivados do peptídeo Ric4 (Ric4-2 e Ric4-15) possuem ação hipoglicemiante, isto é, induzem a captação de glicose e reduzem a glicemia em animais após administração oral. “As análises sugerem que o peptídeo se liga ao receptor de insulina para induzir a captação de glicose, de forma independente da insulina, esta última também um peptídeo, aumentando sua sensibilidade”, aponta o professor do ICB. “Modificações estruturais do Ric4 natural, que geraram o Ric4-2 e o Ric4-15, reduziram sua degradação por enzimas digestivas, sem prejudicar a ação farmacológica. Em resumo, peptídeos como o Ric4 podem exercer ação similar à insulina e podem ser úteis no tratamento de pacientes com diabete tipo 2.”</p>



<p>De acordo com Ferro, apesar da significância biológica e farmacológica, as possíveis aplicações clínicas do Ric4 ainda merecem mais investigações. “O estudo indica que pacientes com pré-diabete ou diabete tipo 2, que têm hiperglicemia resistente à insulina, poderiam ser tratados com Ric4 ou com seus análogos, Ric4-2 e Ric4-15. Porém, ensaios adicionais precisam ser realizados para avaliar a potência do peptídeo em reduzir a glicemia de portadores de diabete tipo 2”, destaca Ferro. “Nosso trabalho reforça a perspectiva que os peptídeos podem manter sua atividade farmacológica após administração oral, ‘quebrando’ o dogma que dentro do corpo eles são imediatamente degradados por enzimas digestivas.”</p>



<p>Além da publicação do artigo, um pedido de patente do peptídeo Ric4 foi depositado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) pela Agência USP de Inovação (Auspin) e pela INOVA, Agência de Inovação da Unicamp. “Embora o pedido tenha sido depositado em maio de 2018, nenhuma empresa até o momento se interessou em licenciar a patente do Ric4 para desenvolvimento de um fármaco alternativo à insulina para o tratamento da diabete tipo 2”, conclui o professor.</p>



<p>O trabalho teve a participação dos pesquisadores Renée Silva, Ricardo Llanos, Rosangela Eichler e do professor Emer Ferro, do Departamento de Farmacologia do ICB, &nbsp;do pesquisador Thiago Oliveira e do professor William Festuccia, do Departamento de Fisiologia do ICB, e do professor Fabio Gozzo, do Instituto de Química da Unicamp.</p>



<p><strong>Mais informações: e-mail eferro@usp.br, com o professor Emer Ferro</strong></p>



<p>Fonte:Jornal USP</p>



<p>Foto: Marcos Santos/ USP Imagens</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pequena-proteina-reduz-niveis-de-acucar-gera-patente-e-pode-ser-aliada-no-combate-ao-diabete/">Pequena proteína reduz níveis de açúcar, gera patente e pode ser aliada no combate ao diabete</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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