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	<title>Radioterapia |</title>
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	<title>Radioterapia |</title>
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		<title>Radioterapia em tumores urológicos vai além do câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A radioterapia consolidou-se como um dos principais tratamentos para o câncer de próstata, ao lado da cirurgia. Segundo o estudo clínico PACE-A, publicado na European Urology, a radioterapia ultrahipofracionada, capaz de tratar o tumor em apenas cinco frações, apresentou resultados semelhantes aos da prostatectomia radical, com ganhos em qualidade de vida e menor impacto na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A radioterapia consolidou-se como um dos principais tratamentos para o câncer de próstata, ao lado da cirurgia. Segundo o estudo clínico PACE-A, publicado na European Urology, a radioterapia ultrahipofracionada, capaz de tratar o tumor em apenas cinco frações, apresentou resultados semelhantes aos da prostatectomia radical, com ganhos em qualidade de vida e menor impacto na rotina. “Essa técnica tem se mostrado uma das principais inovações no tratamento do câncer de próstata, permitindo manter a eficácia terapêutica com menos idas ao hospital e excelente tolerância”, afirma o radio-oncologista Wilson José de Almeida Jr., novo presidente eleito da Sociedade Brasileira de Radioterapia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbrt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBRT</a></strong>).</p>



<p>Os resultados de cinco anos do estudo PACE-B, apresentados na ASTRO 2024, reforçam essa evidência mostrando que em 874 pacientes com câncer de próstata localizado a radioterapia estereotáxica corporal foi não inferior à radioterapia convencional, com taxas de controle bioquímico superiores a 95% e os efeitos colaterais urinários e intestinais foram raros e leves. Na prática clínica, o método com apenas cinco frações já é considerado um novo padrão de tratamento para tumores de risco baixo e intermediário, por unir eficácia, conveniência e preservação funcional.</p>



<p>Nos tumores renais, a radioterapia ablativa tem mostrado alta eficácia no controle local em pacientes inoperáveis ou com rim único. Além de tratar tumores primários, essa abordagem vem sendo usada em metástases de origem renal, retardando ou até evitando o início de terapias sistêmicas mais agressivas. “A SBRT oferece uma alternativa segura e altamente eficaz à cirurgia, sobretudo para pacientes com limitações clínicas”, explica Almeida Jr. Em alguns casos, acrescenta o especialista, o uso de técnicas avançadas como a protonterapia permite liberar energia diretamente no tumor, poupando tecidos renais sadios e preservando a função do órgão.</p>



<p>O tratamento conservador da bexiga, que combina radioterapia e quimioterapia, também tem se mostrado uma opção eficaz à cistectomia radical em casos selecionados de câncer músculo-invasivo, preservando o órgão e a qualidade de vida. Já nos tumores de testículo, especialmente os seminomas, a radioterapia adjuvante continua sendo um componente essencial do cuidado oncológico. A radiação, administrada em doses altamente direcionadas, destrói células malignas residuais após a cirurgia e reduz significativamente o risco de recidiva. Embora a técnica possa causar fadiga ou queda temporária na contagem de espermatozoides, os efeitos são transitórios e bem manejáveis.</p>



<p>Nos últimos anos, a radioterapia tornou-se mais precisa e acessível graças à incorporação de sistemas de imagem guiada (IGRT), planejamento tridimensional e modulação de intensidade (IMRT e VMAT), que permitem ajustar as doses com exatidão milimétrica e reduzir a exposição de tecidos vizinhos. Essa revolução tecnológica é resultado do trabalho conjunto entre físicos médicos, enfermeiros e radio-oncologistas, que atuam de forma integrada para garantir segurança e resultados duradouros.</p>



<p><strong>Além da próstata: olhar integral para a saúde urológica</strong></p>



<p>Embora o Novembro Azul seja tradicionalmente voltado à conscientização sobre o câncer de próstata, o movimento ganha novo significado ao incluir outros tumores urológicos. De acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/inca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">INCA</a></strong>), 71.730 brasileiros devem receber o diagnóstico de câncer de próstata em 2025, representando cerca de 30% de todos os tumores masculinos. O câncer de bexiga deve atingir 11.370 brasileiros, sendo 7.870 homens, enquanto o câncer renal apresenta incidência de 7 a 10 casos por 100 mil habitantes e o de testículo é mais comum entre jovens de 15 a 35 anos, com altas taxas de cura quando diagnosticado precocemente.</p>



<p>Os principais fatores de risco para os cânceres urológicos envolvem idade, genética, hábitos de vida e condições clínicas associadas. No câncer de próstata, o risco cresce a partir dos 50 anos e é mais alto entre homens negros e aqueles com histórico familiar da doença ou mutações hereditárias nos genes BRCA1 e BRCA2. Obesidade e tabagismo podem aumentar a agressividade e a chance de recidiva. Já o câncer de testículo afeta principalmente homens jovens entre 15 e 45 anos e pode estar relacionado à criptorquidia (testículo não descendido) e a antecedentes familiares. No câncer de rim, o risco aumenta com a idade avançada, tabagismo, obesidade e hipertensão arterial, além de síndromes genéticas raras como a von Hippel-Lindau e outras formas hereditárias de câncer renal.</p>



<p>O câncer de bexiga é fortemente associado ao tabagismo, responsável pela liberação de substâncias tóxicas na urina que danificam o revestimento do órgão. Outros fatores incluem exposição ocupacional a produtos químicos (usados em tintas, borracha, couro e têxteis), tratamentos prévios com quimioterapia ou radioterapia pélvica e infecções urinárias crônicas que provocam inflamação persistente. A idade superior a 55 anos e o sexo masculino também elevam o risco, assim como histórico pessoal ou familiar de tumores no trato urinário ou síndrome de Lynch, que aumenta a predisposição a diversos tipos de câncer, incluindo os de bexiga e rim.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="ANSIEDADE, PRESSÃO ESTÉTICA E REDES SOCIAIS: A SAÚDE MENTAL DA MULHER MODERNA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/xrmQCRyhv90?start=2199&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/radioterapia-em-tumores-urologicos-vai-alem-do-cancer-de-prostata/">Radioterapia em tumores urológicos vai além do câncer de próstata</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>ANS aprova inclusão de radioterapia IMRT em rol de procedimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a incorporação da radioterapia de intensidade modulada (IMRT) no rol de procedimentos obrigatórios dos planos de saúde, com vigência a partir de 1º de setembro de 2025. A decisão foi fundamentada em relatório técnico elaborado pela Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT), que demonstrou a eficácia do tratamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ans/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANS</a></strong>) aprovou a incorporação da radioterapia de intensidade modulada (IMRT) no rol de procedimentos obrigatórios dos planos de saúde, com vigência a partir de 1º de setembro de 2025. A decisão foi fundamentada em relatório técnico elaborado pela Sociedade Brasileira de Radioterapia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbrt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBRT</a></strong>), que demonstrou a eficácia do tratamento no aumento da sobrevida e na redução de toxicidades.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A decisão da ANS ocorreu após a Consulta Pública nº 157, em que a mobilização da comunidade científica e de pacientes reforçou a relevância da tecnologia. Antes dessa decisão, a IMRT já constava no Rol de Procedimentos da ANS para tumores de cabeça e pescoço, neoplasias torácicas (câncer de pulmão, mediastino e esôfago) e, mais recentemente, câncer de próstata. Além da SBRT, também participaram do processo entidades como o Instituto Oncoguia, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), a Associação Brasileira de Câncer Gástrico (ABCG) e o movimento Todos Juntos Contra o Câncer.</p>



<p>De acordo com o relatório da ANS, a IMRT representa um aprimoramento da radioterapia convencional. A técnica permite o direcionamento de doses elevadas de radiação de forma precisa ao tumor, com menor exposição de tecidos saudáveis — o que torna o tratamento mais efetivo e reduz significativamente os efeitos colaterais.</p>



<p>Para o presidente da SBRT, Gustavo Nader Marta, a decisão representa um avanço importante na qualidade do cuidado oncológico. Ele explica que a IMRT é a única técnica capaz de concentrar a radiação no tumor com alta precisão. “No caso do canal anal, conseguimos modular a dose para atingir, de forma segura, apenas a área tumoral, poupando estruturas saudáveis próximas, como bexiga, intestino e genitais, e assim reduzindo o risco de efeitos colaterais”, afirma.</p>



<p>“Esse tipo de precisão é especialmente importante em regiões muito sensíveis. Com a IMRT, conseguimos tratar com eficácia e, ao mesmo tempo, preservar a qualidade de vida do paciente.”, complementa o também radio-oncologista.</p>



<p>Embora a técnica já seja utilizada no Brasil há mais de 20 anos, a incorporação no Rol é fundamental para ampliar o acesso a esse padrão internacional de tratamento. “A IMRT é considerada o padrão em grande parte do mundo”, destaca Marta.</p>



<p>Segundo a SBRT, o próximo passo é manter o tema em evidência para ampliar a cobertura da técnica em tumores de outras regiões do corpo. O documento embasado pela SBRT mostra que, em países com sistemas públicos de saúde, como Reino Unido e Canadá, mais da metade dos pacientes recebem tratamento com IMRT para diferentes tipos de câncer, não apenas os já contemplados no Brasil.</p>



<p>A entidade reforça que a IMRT deve ser a técnica de escolha sempre que houver intenção de aumentar significativamente as chances de cura do paciente ou quando houver alto risco de toxicidade, em que a proteção aos tecidos saudáveis se torna decisiva.</p>



<p>O Relatório RT2030, também elaborado pela SBRT, revela que cerca de 70% dos serviços privados no Brasil já utilizam a técnica de IMRT. Com a inclusão no Rol, a expectativa é que os 30% restantes invistam na tecnologia, agora com possibilidade de remuneração pelos planos de saúde.</p>



<p><strong>Investimento e custo-efetividade –</strong>&nbsp;Para ser realizada, a IMRT exige investimentos em hardware e software específicos e se utiliza o mesmo equipamento que as demais técnicas de radioterapia, que é o acelerador linear. Os tratamentos com IMRT consomem mais tempo de pessoal durante a simulação e planejamento, mais tempo de equipamento para entrega de dose, além de cuidados mais precisos com controle de qualidade e segurança de tratamento, exigindo maior treinamento de toda a equipe envolvida. Por sua vez, estudos evidenciam ser uma técnica custo-efetiva e com impacto na redução de mortalidade.</p>



<p><strong>Tumor de canal anal –</strong> Embora raro quando comparado a outros tipos de câncer, o tumor de canal anal tem apresentado aumento de incidência, especialmente entre pessoas com mais de 50 anos, mulheres e pacientes imunossuprimidos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que esse tipo de tumor representa cerca de 2% das neoplasias do trato gastrointestinal. A técnica de intensidade modulada (IMRT) é especialmente indicada para garantir eficácia e reduzir complicações, dada a proximidade do tumor com estruturas sensíveis, como reto, bexiga, intestino e genitais.</p>



<p>Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="ORIENTAÇÃO PARENTAL NOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-64iTgMAcCY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Congresso debate os avanços e desafios no acesso à radioterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vitória será a sede do 27º Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT), que acontece entre os dias 30 de julho e 2 de agosto de 2025, reunindo os principais especialistas da área de&#160;radioterapia&#160;para discutir avanços tecnológicos e desafios no acesso ao tratamento. Os vitorienses receberão pela primeira vez o maior evento nacional da área, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vitória será a sede do 27º Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbrt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBRT</a></strong>), que acontece entre os dias 30 de julho e 2 de agosto de 2025, reunindo os principais especialistas da área de&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/radioterapia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">radioterapia</a>&nbsp;</strong>para discutir avanços tecnológicos e desafios no acesso ao tratamento. Os vitorienses receberão pela primeira vez o maior evento nacional da área, com foco em destacar inovações transformadoras por meio da colaboração, com um foco especial em práticas que garantam um cuidado ao paciente cada vez mais acessível e de alta qualidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O&nbsp;<a href="https://congressosbrt.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Congresso</a>, que representa a maior imersão em radioterapia também conta com a realização simultânea do 15º Encontro de Residentes Médicos em Radioterapia, da 24ª Jornada de Física Médica, do 21º Encontro de Enfermagem, do 20º Encontro de Técnicos e Tecnólogos em Radioterapia e do 6º Encontro de Dosimetristas. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT), Gustavo Nader Marta, o encontro é uma oportunidade estratégica para fortalecer a radioterapia no Brasil. “É um momento de integração entre profissionais de todo o país, que permite alinhar práticas, apresentar inovações e debater soluções para garantir um tratamento mais eficaz e acessível aos pacientes oncológicos”, diz Marta.</p>



<p><strong>Programação do 27º Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia</strong></p>



<p>A programação inicia com um workshop prático sobre delineamento de tumores torácicos e abdominais. Já o segundo dia do evento, traz debates aprofundados sobre o câncer de mama, com foco em decisões terapêuticas baseadas em escore molecular, uso de radioterapia após resposta patológica completa e abordagens modernas como o ultrahipofracionamento com destaque para a participação da professora da Universidade de Cambridge, Charlotte Coles, referência internacional no tema em radioterapia para o câncer de mama.</p>



<p>Também ganham espaço os desafios do atendimento oncológico pelo SUS, com uma sessão dedicada à política do Ministério da Saúde e à realidade enfrentada pelos pacientes na rede pública. A tecnologia e inovação no setor público e suplementar também estarão em pauta, incluindo uma aguardada palestra do especialista canadense Alejandro Berlin, que é radio-oncologista e pesquisador clínico no Princess Margaret Cancer Center sobre aplicações reais de inteligência artificial na radioterapia. O evento ainda contará com nomes como Fabio Ynoe de Moraes e Jay Detsky, ambos do Canadá, em sessões sobre tumores cerebrais e avanços em imagem e terapias integradas.</p>



<p>No terceiro dia de Congresso ganham foco nas aplicações avançadas da radioterapia e no uso de tecnologia de ponta. Entre os destaques da programação, o norte-americano Sean Collins, professor de Radiologia e diretor de Radioterapia Robótica da Georgetown University, participa de sessões sobre a radioterapia estereotáxica corporal (SBRT) robótica da próstata e critérios para drenagem pélvica em radioterapia de resgate. Já o canadense Alejandro Berlin palestrará evidências sobre o papel da hormonioterapia no risco intermediário e o uso de SBRT em câncer de rim. Na sequência, Jay Detsky falará sobre SBRT em metástases vertebrais. A alemã Stefanie Corradini, chefe de radioterapia para câncer de mama na LMU de Munique, abordará os avanços tecnológicos no tratamento desse tipo de tumor. Completando o time internacional, Daniel Moore, do Princess Margaret Cancer Center, discute o uso da ressonância multiparamétrica e da radiômica como ferramentas para personalizar a radioterapia.</p>



<p>O último dia será dedicado às inovações no tratamento do câncer de pulmão, com foco especial no uso da SBRT. Serão discutidas abordagens atuais da neoadjuvância no câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC), tanto em estágios iniciais quanto avançados, além de estratégias personalizadas com SBRT para pacientes com doença oligometastática e de alto risco. As sessões também abordarão a integração da SBRT com terapias sistêmicas, buscando potencializar os resultados clínicos, e os avanços no tratamento do carcinoma de pulmão de pequenas células. De forma inivadora, a sessão de pulmão é uma parceria da SBRT e Grupo de Oncologia Torácica (GBOT) e IASLC (International Association for the Study of Lung Cancer) que contará com a presença do Prof. Puneeth Iyengar ( Memorial Sloan Kettering Cancer Center).Espírito Santo e a radioterapia</p>



<p>Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT), apesar de o Espírito Santo ter registrado 3.562 sessões de radioterapia em 2024, o número está aquém da demanda estimada. Segundo o INCA, o estado deve registrar 13.410 novos casos de câncer este ano, dos quais 75% — ou aproximadamente 10.057 pacientes — buscarão tratamento pelo SUS. Considerando que cerca de 60% desses casos têm indicação para radioterapia, estima-se que 6.034 pessoas deveriam estar recebendo o tratamento na rede pública. No entanto, com base nos números atuais, aproximadamente 2.472 pacientes (59%) não estão tendo acesso ao procedimento, o que reforça a urgência de ampliar a oferta e a estrutura da radioterapia no sistema público de saúde. “Esses números evidenciam a importância de fortalecer o SUS com investimentos em infraestrutura e estratégias mais eficazes de distribuição de recursos.”, explica Gustavo.</p>



<p><strong>Plano de expansão da radioterapia no SUS não responde às necessidades do setor</strong></p>



<p>O Plano de Expansão da Radioterapia na saúde pública (PER-SUS), instituído com o objetivo de expandir e criar mais serviços de radioterapia nos hospitais do SUS, tem enfrentado dificuldades para alcançar sua proposta inicial. Após dez anos de execução, o projeto entregou 51% das soluções planejadas, mas ainda não conseguiu resolver a principal dificuldade do setor, que é a falta de sustentabilidade econômica, agravada pela desatualização do reembolso para os procedimentos. “Apesar das boas intenções do PER-SUS, a realidade mostra que não tem sido suficiente para atender à crescente demanda e nem para garantir a continuidade dos serviços oferecidos pelo SUS. O reembolso atual não cobre os custos operacionais, o que impacta diretamente a qualidade do atendimento e a ampliação da oferta de radioterapia para a população que, entre as consequências, em muitos casos precisa percorrer longas distâncias para receber o tratamento”, finaliza o especialista.</p>



<p>Fonte: Medicina S/A / Foto: Divulgação </p>



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<iframe title="ACIDENTE DO TRABALHO E SUAS CONSEQUÊNCIAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/SR5hotPpYww?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Equipe da USP vence Olimpíadas Nucleares com projeto para melhorar acesso à radioterapia no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 19:42:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 26 de novembro de 2024 Estudantes da Escola Politécnica da USP criaram plataforma que facilita agendamento de consultas médicas, exames e sessões de radioterapia; projeto vai passar por incubadora do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia Ipen/USP O grupo Nêutrons Politérmicos, da Escola Politécnica (Poli) da USP, foi o vencedor da categoria medicina nuclear [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Terça, 26 de novembro de 2024</p>



<p>Estudantes da Escola Politécnica da USP criaram plataforma que facilita agendamento de consultas médicas, exames e sessões de radioterapia; projeto vai passar por incubadora do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia Ipen/USP</p>



<p>O grupo Nêutrons Politérmicos, da Escola Politécnica (Poli) da USP, foi o vencedor da categoria medicina nuclear nas&nbsp;<a href="https://eventos.abdan.org.br/hackapower2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Olimpíadas Nucleares Brasileiras de 2024</a>, organizadas pela&nbsp;Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares&nbsp;(ABDAN). A competição teve início em abril deste ano e os vencedores foram anunciados no início de novembro, no evento&nbsp;<a href="https://eventos.abdan.org.br/nuclearsummit2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nuclear Summit 2024</a>, com&nbsp;o desafio do tema&nbsp;<em>Tratamento de câncer: como o Brasil pode avançar na implementação de novas tecnologias?</em>.</p>



<p>“Optamos por participar na categoria de medicina por ser algo novo para nós e por não termos tanto contato com esse setor na graduação”, conta Luana Gomes da Silva, uma das integrantes do grupo, do curso de Engenharia de Materiais. A&nbsp;equipe ainda tem os estudantes Álvaro Sant’Anna Ferreira Neto, Enzo Yamamoto, João Pedro Oliveira Glóder Prado e Thais Kaori Yazawa, todos da primeira turma do curso de Engenharia Nuclear da Poli, ingressantes de 2021.</p>



<p>Eles desenvolveram a NPoli, um conjunto de&nbsp;softwares&nbsp;de agendamento de consultas médicas, exames e sessões de radioterapia que visa reduzir as barreiras e acelerar as etapas do tratamento nessa área da medicina. “Algumas das funções oferecidas pela plataforma são: o Agendamento Inteligente de Radioterapia; Integração com Sistemas de Regulação e Gestão de Exames; Painel de Controle para Médicos e Profissionais de Saúde; e Notificações Automatizadas e Interatividade com Pacientes”, explica Luana.</p>



<p>Inspirada nas principais soluções privadas internacionais, como o&nbsp;<a href="https://www.varian.com/pt-br/products/software/digital-oncology/oncology-management-systems/aria-oncology-information-system" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Varian’s ARIA</a>&nbsp;e a&nbsp;<a href="https://www.elekta.com/products/oncology-informatics/elekta-one/oncology-care/medical-oncology/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Elekta’s Mosaiq</a>, e nos sistemas utilizados no SUS, como o&nbsp;<a href="https://www.conass.org.br/guiainformacao/o-sisreg/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sisreg</a>&nbsp;e o&nbsp;<a href="https://sisaps.saude.gov.br/esus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e-SUS APS</a>, a NPoli apresenta uma interface simplificada, facilitando o seu uso por diversos públicos, e integra-se aos sistemas de regulação de saúde já existentes no Brasil. A ideia foi criar um sistema que se adaptasse à realidade descentralizada do SUS, atendendo tanto a grandes centros quanto a regiões menos favorecidas. Outro diferencial é que, ao contrário das soluções privadas, o foco da NPoli está na inclusão e acessibilidade, facilitando a comunicação com pacientes. A plataforma também oferece a possibilidade de gerenciar o uso de recursos hospitalares, como máquinas de radioterapia, otimizando sua utilização e reduzindo o tempo de espera.</p>



<p>O relatório do projeto está disponível em&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/11/20241125_projeto_radioterapia_no_brasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">formato PDF</a>. E a apresentação em vídeo pode ser conferida&nbsp;<a href="https://youtu.be/-OTD9jJjOSs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a>&nbsp;ou no player abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Pitch do software de agendamento NPOLI" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-OTD9jJjOSs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>Acesso desigual ao tratamento</strong></p>



<p>Atualmente, segundo o Ministério da Saúde,&nbsp;<a href="http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/obt10uf.def" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o câncer é a segunda principal causa de morte no Brasil</a>, podendo se tornar&nbsp;<a href="https://www.fdc.org.br/conhecimento/publicacoes/relatorio-de-pesquisa-35873" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a primeira em 2030</a>. Com este cenário, se destaca a desigualdade no acesso à radioterapia, tratamento que atende&nbsp;<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29859755/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">52% dos pacientes oncológicos na fase inicial</a>. No Brasil, em que mais de 75% da população depende do SUS, apenas&nbsp;<a href="https://abdan.org.br/a-medicina-nuclear-no-brasil-tempo-e-saude-acesso-para-todos-download/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">25% dos atendimentos de medicina nuclear</a>, essencial para o diagnóstico, são realizados pelo sistema público de saúde e cerca de 70% dos serviços de medicina nuclear e radioterapia se concentram nas regiões Sul e Sudeste.</p>



<p>Para desenvolver a plataforma, o grupo passou por diversas etapas que incluíram testes, palestras e reuniões mensais com mentores – indicadas pela ABDAN e divididas nas subáreas das Olimpíadas&nbsp; – para direcionar o desenvolvimento das ideias e discutir possíveis soluções. Os estudantes também tiveram a oportunidade de participar de palestras com especialistas renomados do setor de radioterapia, que trouxeram uma visão técnica e prática sobre os desafios dessa área no Brasil.&nbsp;</p>



<p>Ao longo do processo, os grupos tiveram que desenvolver um artigo científico e apresentar suas ideias&nbsp;e avanços em formato de&nbsp;<em>pitches&nbsp;</em>(apresentação curta em vídeo) para os mentores e coordenadores. “Não apenas adquirimos um conhecimento técnico aprofundado sobre a área de radioterapia, um campo até então desconhecido para nós, como também tivemos contato com a realidade enfrentada pelos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirma Luana.</p>



<p>O projeto está no estágio de desenvolvimento de Produto Mínimo Viável e apresenta viabilidade econômica, com potencial de escalabilidade, alinhando-se aos&nbsp;<a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU</a>. “Acreditamos que iniciativas como essa são fundamentais para conectar a ciência e a engenharia a soluções reais que podem impactar positivamente a sociedade”, afirmam os integrantes do grupo.&nbsp;<strong>.</strong></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_830947"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/11/20241118_00_poli_olimpiadas_nucleares-1.jpg" alt="" class="wp-image-830947"/><figcaption class="wp-element-caption">Equipe Nêutrons Poltérmicos na cerimônia de premiação das Olimpíadas Nucleares Brasileiras de 2024 durante o evento Nuclear Legacy realizado no início de novembro – Foto: Divulgação/ABDAN</figcaption></figure>



<p><strong>.<br>Olimpíadas Nucleares Brasileiras</strong></p>



<p>As Olimpíadas Nucleares Brasileiras têm duração de oito meses. Ao final, cada equipe apresenta um artigo científico escrito e um&nbsp;<em>vídeo-pitch</em>&nbsp;explicando a solução proposta. Um painel composto de cinco especialistas para cada tema analisa os artigos de acordo com critérios estabelecidos.&nbsp;</p>



<p>O objetivo é impulsionar a indústria nuclear ao promover a interação entre representantes da indústria, reguladores, academia e outros&nbsp;<em>stakeholders</em>&nbsp;(indivíduos e organizações impactados pelas ações de uma empresa). A competição cria bases para um ecossistema nuclear com resultados importantes para o Brasil e busca atrair jovens motivados e com potencial para serem os futuros gestores de projetos complexos na área nuclear.&nbsp;</p>



<p>Em 2024, a competição contou com um número recorde de participantes, com um total de 78 candidatos elegíveis de 29 universidades, distribuídos em oito estados e no Distrito Federal. Além do grupo da Poli, os vencedores da edição foram o NucleAtech – que propôs soluções para acelerar a construção de usinas nucleares – e a ANVerde – que buscou soluções para aumentar a sustentabilidade dos projetos de mineração de urânio.</p>



<p>As soluções vencedoras foram homenageadas no evento&nbsp;<a href="https://abdan.org.br/nuclear-legacy-2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nuclear Legacy 2024</a>, organizado pela ABDAN, no Rio de Janeiro, nos dias 5 e 6 de novembro de 2024. Além disso, foram selecionadas para participar de um período de incubação durante seis meses, de março a setembro de 2025, no&nbsp;<a href="https://cietec.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia</a>&nbsp;(Cietec), localizado no&nbsp;Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares&nbsp;(Ipen). “Estamos determinados a dar continuidade ao desenvolvimento da plataforma, que acreditamos ter o potencial de transformar a realidade da radioterapia no Brasil”, conclui Luana.</p>



<p>.</p>



<p><em>*Estagiária sob supervisão de Thais H Santos e Claudia Costa</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DESTAQUES DO DIA !" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DGkgWlLsCx8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/equipe-da-usp-vence-olimpiadas-nucleares-com-projeto-para-melhorar-acesso-a-radioterapia-no-brasil/">Equipe da USP vence Olimpíadas Nucleares com projeto para melhorar acesso à radioterapia no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Entenda como funciona a radioterapia no tratamento do câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 11:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Radioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em tratamento contra um câncer no intestino, a cantora Preta Gil anunciou que vai começar uma fase de radioterapia a partir da próxima semana. “A gente entra agora numa nova fase do meu tratamento. Os meus médicos resolveram que eu não vou mais fazer&#160;quimioterapia, que eu vou partir direto agora pra radioterapia. Então, eu começo daqui a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tratamento contra um câncer no intestino, a cantora <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/preta-gil/">Preta Gil</a> anunciou que vai começar uma fase de radioterapia a partir da próxima semana.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-77220" width="842" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" /></figure>



<p>“A gente entra agora numa nova fase do meu tratamento. Os meus médicos resolveram que eu não vou mais fazer&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/quimioterapia/">quimioterapia</a>, que eu vou partir direto agora pra radioterapia. Então, eu começo daqui a uma semana. Então essa semana agora vai ser uma semana de exames preparatórios para a radioterapia. Eu tô muito confiante, cheia de fé e com muita força para lutar e para vencer essa batalha”, disse a artista em vídeo publicado no Instagram no domingo (23).</p>



<p>O tratamento contra a doença pode incluir cirurgia, para remover a parte do órgão afetada; quimioterapia, que consiste no uso de medicamentos, e <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/radioterapia">radioterapia</a>, que é o uso de radiação. As estratégias são utilizadas para diminuir a possibilidade de retorno do tumor. O tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a radioterapia?</h2>



<p>A radioterapia é uma forma de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/tratamento/">tratamento</a>&nbsp;contra o câncer que utiliza radiações ionizantes (como raios-x, por exemplo), que são um tipo de energia para destruir as células do tumor ou impedir que elas se multipliquem. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), essas radiações não são vistas durante a aplicação e o paciente não sente nada durante o tratamento.</p>



<p>A maioria dos pacientes com&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/cancer/">câncer</a>&nbsp;é tratada com radiações e o resultado costuma ser positivo, incluindo o desaparecimento do tumor, o controle e cura da doença. Quando não é possível atingir a cura, a radioterapia pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida. As sessões de radioterapia diminuem o tamanho do tumor, o que alivia a pressão, reduz hemorragias, dores e outros sintomas, proporcionando alívio aos pacientes.</p>



<p>Em alguns casos, a radioterapia pode ser usada em conjunto com a quimioterapia, que utiliza&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/medicamentos/">medicamentos</a>&nbsp;específicos contra o câncer. A decisão sobre a melhor conduta de tratamento depende do tipo de tumor e das condições de saúde do paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o tratamento radioterápico</h2>



<p>O número de aplicações necessárias varia de acordo com a extensão e a localização do tumor, dos resultados dos exames e das condições clínicas de cada paciente. De acordo com a localização do tumor, a radioterapia pode ser feita de duas formas, radioterapia externa ou braquiterapia.</p>



<p>Na radioterapia externa, também chamada de teleterapia, a&nbsp;radiação é emitida por um aparelho, que fica afastado do paciente, direcionado ao local a ser tratado, com o paciente deitado.</p>



<p>Sendo na área de cabeça e pescoço, o paciente usa uma máscara que ajuda a manter a posição correta durante o tratamento. Se for no restante do corpo, serão feitas marcações com uma tinta especial no local para os técnicos de radioterapia posicionarem o paciente corretamente, antes de iniciar o tratamento. As aplicações são, geralmente, diárias.</p>



<p>A técnica de braquiterapia, por sua vez, conta com aplicadores colocados pelo médico em contato com o local que deve receber o tratamento. A fonte de radiação sai do aparelho, percorre cateteres que são ligados aos aplicadores e irradia próximo à área a ser tratada. Depois, a fonte retorna ao aparelho fazendo o mesmo trajeto. Esse tipo de tratamento é feito em ambulatório, geralmente uma vez por semana, durante três semanas.</p>



<p>Dependendo do tumor e da anatomia do paciente podem ser utilizados diversos dispositivos para o tratamento, sendo que alguns necessitam de sedação. A sedação é realizada para evitar desconfortos no momento da colocação desses aplicadores.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A mulher nas religiões cristãs ao longo da história" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Lv7tmPD9jDU?start=3677&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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		<title>73 mil pacientes ficam sem radioterapia por ano no SUS, mostra relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Apr 2023 16:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[MInisterio da saude]]></category>
		<category><![CDATA[Pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[Radioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 09/04/2023 &#8211; 12h00 Por Claúdia Collucci &#124; Folhapress Uma média de 73 mil pacientes com câncer não têm acesso à radioterapia no SUS a cada ano. Entre 2008 e 2022, a soma chega a 1,1 milhão, o que pode ter sido causa direta de mais de 110 mil mortes, revela documento da SBR (Sociedade Brasileira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 09/04/2023 &#8211; 12h00</p>



<p>Por Claúdia Collucci | Folhapress</p>



<p>Uma média de 73 mil pacientes com câncer não têm acesso à radioterapia no SUS a cada ano. Entre 2008 e 2022, a soma chega a 1,1 milhão, o que pode ter sido causa direta de mais de 110 mil mortes, revela documento da SBR (Sociedade Brasileira de Radioterapia) entregue ao Ministério da Saúde.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="70022" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>
</figure>



<p><br> </p>



<p>Nesse período, a incidência acumulada de câncer no Brasil foi de 6,2 milhões de casos novos. Em alguma fase da doença, cerca de 60% dos pacientes vão precisar de radioterapia, que é um dos pilares do tratamento oncológico, ao lado das cirurgias, da quimioterapia e, mais recentemente, da imunoterapia.<br>&nbsp;</p>



<p>O relatório, feito em parceria com a Fundação Dom Cabral, mostra que, nesses 15 anos, 1,7 milhão de pacientes receberam tratamento nos serviços públicos ante uma demanda estimada de 2,8 milhões. Cerca de 75% dos pacientes dependem exclusivamente do SUS. Outros estudos já demonstraram a desigualdade no acesso a diagnóstico e tratamento oncológico no país.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Não ter acesso à radioterapia é um problema gravíssimo, tanto para o paciente, que vai sofrer sem um tratamento adequado e a doença vai progredir, quanto para o país, que terá custos maiores para tratar a doença avançada&#8221;, diz médico rádio-oncologista Marcus Simões Castilho, presidente da SBR.<br>&nbsp;</p>



<p>Os gargalos são vários, entre os quais o número insuficiente de aparelhos de radioterapia no SUS, muitos dos quais já obsoletos, e a defasagem da tabela SUS para pagamento dos tratamentos. Em última instância, além da falta de acesso, isso resulta em terapias ultrapassadas e menos eficazes.<br>&nbsp;</p>



<p>Em 2012, eram pagos pelo Ministério da Saúde US$ 1.567 (R$ 7.960) por tratamento. Em 2022, foram US$ 831 (R$ 4.221). Em uma década, houve 80% de inflação acumulada e 150% de desvalorização do câmbio.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Faltam recursos financeiros na quantidade adequada para que as instituições possam se sustentar, manter atualizados os seus parques tecnológicos e entregar um tratamento de qualidade&#8221;, reforça Castilho.<br>&nbsp;</p>



<p>O Ministério da Saúde lançou em 2012 um plano de expansão em radioterapia do SUS, mas, dez anos depois, só conseguiu instalar pouco mais da metade do total de aceleradores lineares proposto no projeto.<br>&nbsp;</p>



<p>Das 91 novas instalações previstas, foram concluídas 58. Dessas, 53 estão com licença de operação e cinco aguardam a tramitação de documentos e licença da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear).<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Além de a gente não conseguido colocar aqueles equipamentos em funcionamento, os que estão aí já precisam ser repostos, tanto em tecnologia quanto para substituir os velhos, que não têm mais condição.&#8221;<br>&nbsp;</p>



<p>Segundo o relatório, na última década, o crescimento de aceleradores nucleares foi de 17%, enquanto a alta da incidência de câncer foi 32%, ou seja, quase o dobro. A projeção é que, para 2030, o país vá precisar de 230 novos equipamentos. Castilho defende que haja mais parcerias com a iniciativa privada.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Uma radioterapia para [câncer] de mama já pode ser feita em cinco sessões. No passado, precisávamos de 25 a 30 sessões&#8221;, explica rádio-oncologista Renato Pierre Lima, do Hospital Haroldo Juaçaba, de Fortaleza (CE), ligado ao Instituto do Câncer, uma das referências oncológicas no Norte-Nordeste.<br>&nbsp;</p>



<p>O médico se refere à radioterapia hipofracionada, que reduz muito o tempo do tratamento. De acordo com o relatório, ela está presente em 67% dos serviços radioterápicos que atendem exclusivamente pacientes do SUS e em 88% daqueles exclusivos da saúde suplementar.<br>&nbsp;</p>



<p>Segundo Lima, seus pacientes do SUS só têm acesso a essa tecnologia porque o hospital investe recursos próprios na atualização das máquinas. Muitos dos doentes vêm de longe. É o caso do aposentado Francisco Nascimento Silva, 73, de Ibicuitinga (CE), cidade que fica a três horas da capital cearense.<br>&nbsp;</p>



<p>Silva está em tratamento de um tumor de próstata e passou por cinco sessões seguidas de radioterapia. &#8220;Ajuda muito o tratamento ser mais curto. Essas viagens são muito cansativas para o meu pai, que já está debilitado pela doença&#8221;, diz a filha Almerinda, 37.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Não precisa ser muito inteligente para perceber quanto isso impacta na redução de custos e também na acessibilidade aos serviços. Radioterapia com alta tecnologia está relacionada a tratamentos com menor toxicidade e, em algumas vezes, com melhores desfechos clínicos&#8221;, diz Gustavo Nader Mata, rádio-oncologista do Hospital Sírio-Libanês (SP).<br>&nbsp;</p>



<p>A radioterapia de intensidade modulada (IMRT), que gera maiores doses de radiação no tumor e menores nos tecidos sadios, está em 21% dos serviços do SUS e em 77% dos que atendem só planos de saúde.<br>&nbsp;</p>



<p>Outra técnica que permite mais precisão do feixe, com menor irradiação dos tecidos sadios, a radioterapia guiada por imagem (IGRT) é oferecida em 14% dos serviços do SUS e em 57% dos da rede suplementar.<br>&nbsp;</p>



<p>Outro problema, segundo Mata, é que os tratamentos do SUS são pagos em pacotes preestabelecidos, sem levar em conta se uma instituição oferece ou não uma técnica mais adequada que a outra.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Em vez de empacotar, o governo deveria hierarquizar os procedimentos, reconhecendo as diferentes tecnologias. Paga-se exatamente igual aos serviços que têm as tecnologias mais rudimentares e os que tentam oferecer uma radioterapia de qualidade.&#8221; Na saúde suplementar, existe essa hierarquização.<br>&nbsp;</p>



<p>No relatório, a SBR sugere mudanças nesse modelo, iniciado em 2019, além de reajuste do financiamento do setor, congelado desde 2010.<br>&nbsp;</p>



<p>Segundo Castilho, o documento já foi apresentado e discutido em várias reuniões no conselho do Inca (Instituto Nacional do Câncer) em 2022, e o relatório final foi apresentado no fim do ano ao ministério.<br>&nbsp;</p>



<p>Helvécio Magalhães Júnior, secretário da Atenção Especializada do Ministério da Saúde, diz que a atual gestão está discutindo vários pontos que constam no relatório da SBR.<br>&nbsp;</p>



<p>Um dos autores do plano de expansão da radioterapia, em 2012, ele diz que não houve avanço porque a área oncológica não foi prioridade do governo federal nos últimos anos. &#8220;Ninguém tomou conta.&#8221;<br>&nbsp;</p>



<p>O secretário afirma que sua equipe tem analisado cada um dos contratos dos cerca de 460 prestadores na área oncológica e que haverá um &#8220;grande investimento&#8221; (não especificou valores) para atualizar os aparelhos de radioterapia, uma vez que na última década a tecnologia foi muito aprimorada.<br>&nbsp;</p>



<p>Sobre a desatualização da tabela SUS, ele diz que essa é uma queixa é histórica, mas que não há previsão de rever esses valores por enquanto. &#8220;Vamos sim colocar recursos federais para equilibrar os contratos com os prestadores, especialmente os filantrópicos.&#8221;<br>&nbsp;</p>



<p>Outra proposta é individualizar dentro das Apacs (autorização de procedimentos ambulatoriais) e das AIHs (autorização de internações hospitalares) os valores dos produtos que serão utilizados, remunerando de forma diferenciada a instituição que trabalha com tecnologias mais atualizadas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Biomedicina na Análises clínicas:tudo sobre exames laboratoriais" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/E1Ci7dRM08Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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