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		<title>Morre jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, símbolo da resistência à ditadura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 02:44:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, 02/05/2026 &#8211; 18h40</p>



<p>Por&nbsp;Bruno Ribeiro | Folhapress</p>



<p>O jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, que marcou a resistência da imprensa à ditadura militar, morreu neste sábado (2), no Rio de Janeiro, aos 85 anos. Nascido em Exu, cidade a 431 km do Recife, em 8 de setembro de 1940, Pereira tinha formação de físico e acabou sendo levado ao jornalismo enquanto cursava engenharia no ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), entre 1960 e 1964, onde escreveu para um jornal estudantil chamado O Suplemento.</p>



<p></p>



<p>Em 1967, trabalhou como editor na Folha da Tarde, vespertino que a empresa Folha da Manhã, que edita a Folha, possuía na época. A convite do jornalista Mino Carta, ele integrou a equipe que fundou a revista Veja, da editora Abril, em 1968.<br>&nbsp;</p>



<p>A ABI (Associação Brasileira de Imprensa) afirmou que Pereira foi &#8220;um dos nomes mais importantes da história da imprensa brasileira e figura central na resistência democrática durante a ditadura militar&#8221;. Não foi divulgada a causa da morte.<br>&nbsp;</p>



<p>Os textos do jornal estudantil em que Pereira escrevia repercutiram negativamente em 1964, ano do golpe militar, antes de sua formatura.<br>&nbsp;</p>



<p>Naquele ano, ele foi alvo de perseguição política, acabou sendo expulso do ITA e foi preso pelo Dops (Departamento de Ordem Política e Social) paulista. Ficou dois meses na Base Aérea de Santos, no Guarujá, litoral paulista.<br>&nbsp;</p>



<p>Após a soltura, sem emprego nem diploma, Pereira deu aulas de matemática e um de seus alunos o convidou para escrever em revistas técnicas que o levaram ao jornalismo profissional.<br>&nbsp;</p>



<p>Após a passagem pela Folha da Tarde em 1967 e a participação na equipe que fundou a Veja no ano seguinte, Pereira coordenou a equipe da revista que produziu uma das primeiras reportagens do país sobre a tortura praticada pela ditadura militar, valendo-se de uma frase de um assessor de Emílio Médici que disse que o então presidente não admitia tais práticas.<br>&nbsp;</p>



<p>A equipe relatou uma série de casos, a pretexto de informar o governo sobre ocorrências do tipo, e publicou uma edição com a palavra &#8220;Torturas&#8221; na capa. O episódio é detalhado no livro Contracorrente, biografia de Pereira produzida em 2013 por estudantes da Faculdade Cásper Líbero.<br>&nbsp;</p>



<p>Pereira atuou também em outros veículos de destaque, como a revista Realidade, até integrar os jornais Opinião e Movimento, publicações de resistência à ditadura no fim dos anos 1970.<br>&nbsp;</p>



<p>O Movimento circulou entre 1975 e 1981, sob censura prévia e dificuldades financeiras. O Memorial da Resistência, museu estatal sediado no antigo Dops paulista, descreve a publicação como &#8220;um dos mais importantes jornais de resistência do país&#8221;.<br>&nbsp;</p>



<p>Os pais de Pereira eram comerciantes que se mudaram para São Paulo na década de 1960. Nos últimos anos, ele vivia no Rio de Janeiro. O jornalista foi casado com a socióloga Sizue Imanishi, que morreu em 2020, e deixa quatro filhas.</p>



<p>Foto: Memorial da Resistência / Governo de São Paulo<br><br></p>



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