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	<title>Reflexões |</title>
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	<title>Reflexões |</title>
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		<title>A Fé e a Depressão Reflexões com o Pastor Luciano Vaz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 17:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gleidson Souza (Ipirá City) Na noite de ontem, o programa Bate Papo na City recebeu o Pastor Luciano Vaz para uma conversa sobre um tema delicado e muito atual: a relação entre fé e depressão. Durante a entrevista, o pastor respondeu as perguntas que abordaram desde o papel da oração até o uso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Gleidson Souza (Ipirá City)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite de ontem, o programa Bate Papo na City recebeu o Pastor Luciano Vaz para uma conversa sobre um tema delicado e muito atual: a relação entre fé e depressão. Durante a entrevista, o pastor respondeu as perguntas que abordaram desde o papel da oração até o uso de medicamentos no tratamento da saúde mental.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o pastor, a fé pode ser uma fonte de força e esperança para quem enfrenta a depressão, mas não deve substituir o acompanhamento médico. Ele destacou que muitos cristãos ainda têm dificuldade em aceitar que a depressão é uma doença e não falta de fé. “Buscar ajuda profissional é um ato de coragem e responsabilidade”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrevista também trouxe reflexões sobre personagens bíblicos que passaram por momentos de sofrimento emocional, como Elias e Davi, mostrando que até os grandes homens de Deus enfrentaram crises. O pastor reforçou que a igreja deve ser um espaço de acolhimento, e não de julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, ele deixou uma mensagem de esperança para quem está passando por momentos difíceis: “Deus não se ofende com nossas dúvidas. Ele nos encontra nelas.”</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A FÉ É A DEPRESSÃO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/UemMeW7RQX8?start=2914&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Demografia Médica no Brasil: reflexões do setor privado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Demografia Médica]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Sérgio Okamoto O estudo “Demografia Médica no Brasil 2025”, lançado da parceria entre a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e o Ministério da Saúde, revelou um panorama atual sobre a realidade da medicina no país. Por um lado, os números mostram um crescimento expressivo no total de profissionais médicos. Por outro, o relatório aponta para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Sérgio Okamoto</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo “Demografia Médica no Brasil 2025”, lançado da parceria entre a Faculdade de Medicina da USP (<strong>FMUSP</strong>) e o <strong>Ministério da Saúde</strong>, revelou um panorama atual sobre a realidade da medicina no país.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por um lado, os números mostram um crescimento expressivo no total de profissionais médicos. Por outro, o relatório aponta para desafios estruturais que exigem reflexão, especialmente pelo setor privado de saúde. A formação de especialistas ainda é insuficiente frente à demanda e à complexidade crescentes dos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de profissionais médicos dobrou entre 2010 e 2024, eram 304 mil, hoje são mais de 635 mil. Se manter o ritmo, serão mais de 1,15 milhão de médicos em 10 anos. Nesse panorama, pela primeira vez, o Brasil tem mais mulheres em atividade, sendo 50,9%.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><a href="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Sergio-Okamoto-1b.jpg"><img decoding="async" src="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Sergio-Okamoto-1b-252x300.jpg" alt="" class="wp-image-110384"/></a></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Apesar do crescimento vertiginoso, a taxa de 2,98 médicos por mil habitantes está abaixo da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de 3,70. O Brasil ocupa a 33ª posição em densidade médica, dentre os 47 países estudados. O número de recursos humanos ainda é insuficiente para atender a demanda e a complexidade. Sobretudo se considerarmos que a distribuição no território nacional é bastante desigual, com a maioria dos especialistas atuando no Sudeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investir em saúde, em um país com tantas adversidades, é também investir em equidade, produtividade e, consequentemente, no futuro. Esse representa um compromisso que deve ser assumido por todos os atores que compõem o ecossistema no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Especialidades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre as 55 especialidades regulamentadas pela lei brasileira, algumas delas concentram 50,6% do total de especialistas, são elas: Clínica Médica, Pediatria, Cirurgia Geral, Ginecologia e Obstetrícia, Anestesiologia, Cardiologia e Ortopedia e Traumatologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais cirurgias realizadas no Brasil são: apendicectomia, colecistectomia e correção de hérnias abdominais. Apesar do Sistema Único de Saúde (SUS) concentrar o maior número de procedimentos no geral, essas foram mais comuns na saúde suplementar. Isso reforça a importância de ampliar o acesso e o investimento em parcerias estratégicas. Até é relevante notar que 70% dos cirurgiões atuam em ambos os setores (público e privado), poucos trabalham com exclusividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em qualquer cenário, a valorização e remuneração adequadas da prática médica é indispensável para atrair e reter profissionais, e mais ainda para fornecer serviço de qualidade à população. O setor privado tem um papel fundamental nos desafios da área e deve se planejar para ampliar a oferta de serviços, contribuir com a formação de profissionais, se atualizar e inovar, trabalhar com sustentabilidade, previsibilidade e estrutura adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde e o futuro da população estão em nossas mãos. A medicina é vital para a qualidade de vida das pessoas, tanto que a expectativa de vida das pessoas tem aumentado cada vez mais. Devemos manter o ritmo e termos em mente que apesar de as instituições de saúde serem negócios, elas também têm como objetivo sempre aprimorar a qualidade assistencial para o paciente, no final das contas, é para ele que trabalhamos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>*Sérgio Okamoto é médico especialista em Saúde Ocupacional e Superintendente Geral do Hospital Nipo-Brasileiro.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotomontagem Jornal da USP &#8211; Foto: Ilustração extraída: https://www.fm.usp.br/fmusp/conteudo/DemografiaMedica2023.pdf<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/1QJ1kh5SXAo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Reflexões sobre uma pedalada vespertina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 17:25:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Figueredo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Priscila Soares &#8211; Quarta, 26 de maio de 2021 Era uma uma tarde ensolarada, de um desses dias infinitos da pandemia do coronavírus em 2020. Três mulheres, aqui no condomínio, resolveram sair para pedalar um pouco, afinal, atividades ao ar livre sem aglomerações não trariam riscos e fariam muito bem para corpo e mente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Priscila Soares &#8211;  Quarta, 26 de maio de 2021</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era uma uma tarde ensolarada, de um desses dias infinitos da pandemia do coronavírus em 2020. Três mulheres, aqui no condomínio, resolveram sair para pedalar um pouco, afinal, atividades ao ar livre sem aglomerações não trariam riscos e fariam muito bem para corpo e mente, numa época tão árida de interações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas das mulheres eram mães, assim, alguns coleguinhas do filho de uma queria ir também. Até aí tudo certo, sem problemas, afinal, são mulheres responsáveis, mães, donas de casa e profissionais exemplares, não ofereciam riscos a seus pimpolhos, desse modo as mães autorizaram a pedalada. Assim, saímos em grupo: três mulheres e três a quatro meninos, mantendo distância, rumo a um pedal vespertino nos arredores da cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observando esse fato, estava eu a pensar como seria diferente se fossem três homens e um grupo de meninas&#8230; será que os pais confiariam em entregar as meninas para uma pedalada junto a três homens, mesmo esses</p>



<p class="wp-block-paragraph">sendo pais de família, responsáveis e profissionais exemplares?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por que tememos tanto os homens? Por que nos oferecem tanto perigo? Que tipo de educação é ofertada a esses meninos que tornam-se predadores na vida adulta?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale destacar ainda o quanto nós mulheres mudamos a rota do pedal inúmeras vezes por nos sentirmos ameaçadas e vulneráveis diante da possibilidade de encontramos o bicho homem, afinal, o que querem essas mulheres pedalando em locais tão ermos e sozinhas? Assim dirão,&nbsp; caso sejamos vítimas de alguma atrocidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resta saber se os homens mudam de rota temendo as mulheres e se deixam de ir pedalar sozinhos por medo do julgamento da sociedade, afinal exercer o direito de ir e vir é um ato tão abominável, não é? (Contém ironia)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definitivamente, uma coisa tão simples e prazerosa como é pedalar não tem o mesmo peso e medida para homens e mulheres. Mulheres têm sua liberdade sempre questionada, mas ainda bem que não fugimos da luta e seguimos conquistando nossos espaços mesmo com tantos percalços na trilha!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Priscila Figueredo Soares é professora da rede pública estadual da Bahia e autora da página @estesiapoetica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">25/05/2021</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/reflexoes-sobre-uma-pedalada-vespertina/">Reflexões sobre uma pedalada vespertina</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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