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	<title>Reggae |</title>
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	<title>Reggae |</title>
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		<title>Praça do Reggae será revitalizada no Centro Histórico de Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Obra terá participação da comunidade reggae e já conta com aprovação do Iphan O&#160;Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia&#160;(IPAC) e a&#160;Secretaria de Cultura do Estado da Bahia&#160;(Secult-BA) anunciaram, nesta segunda-feira (11),&#160;Dia Nacional do Reggae, o avanço do projeto de revitalização da&#160;Praça do Reggae, localizada no&#160;Centro Histórico de Salvador. De acordo com publicação divulgada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Obra terá participação da comunidade reggae e já conta com aprovação do Iphan</p>



<p>O&nbsp;<strong>Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia</strong>&nbsp;(IPAC) e a&nbsp;<strong>Secretaria de Cultura do Estado da Bahia</strong>&nbsp;(Secult-BA) anunciaram, nesta segunda-feira (11),&nbsp;<strong>Dia Nacional do Reggae</strong>, o avanço do projeto de revitalização da&nbsp;<strong>Praça do Reggae</strong>, localizada no&nbsp;<strong>Centro Histórico de Salvador</strong>.</p>



<p>De acordo com publicação divulgada pelos órgãos nas redes sociais, o processo de contratação da empresa responsável pelas obras já está em fase de tramitação administrativa.</p>



<p>O projeto de requalificação foi elaborado a partir de consultas públicas com participação da comunidade local e de representantes do movimento reggae baiano. A proposta também recebeu aprovação do&nbsp;<strong>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional</strong>&nbsp;(Iphan).</p>



<p>Em nota, o IPAC destacou a importância histórica e simbólica da Praça do Reggae, classificando o espaço como um local de “memória, encontro e resistência cultural”.</p>



<p>A praça é considerada um dos principais pontos de referência da cultura reggae em Salvador, movimento que possui forte presença na capital baiana e influência em diferentes manifestações artísticas e culturais da cidade.</p>



<p>Celebrado em 11 de maio, o Dia Nacional do Reggae homenageia a contribuição do gênero musical para a cultura brasileira e para a identidade afro-diaspórica no país.</p>



<p>Fonte: Bahia.ba / Fotos: Reprodução/@ipac.ba/@welk.foto<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OAB NAS ESCOLAS : COMBATE A EXPLORAÇÃO SE..AL DA CRIANÇA E ADOLESCENTE”" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/D6EGhGZTHb8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/praca-do-reggae-sera-revitalizada-no-centro-historico-de-salvador/">Praça do Reggae será revitalizada no Centro Histórico de Salvador</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dionorina, referência do reggae baiano, se apresenta no carnaval de Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 22:47:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Francis Juliano &#8211; terça-feira, 17/02/2026 &#8211; 18h54 O cantor e compositor Dionorina se apresenta nesta terça-feira (17) no Largo Pedro Archanjo [circuito Batatinha] durante a programação do carnaval de Salvador. Foto: Davi Ribeiro / Ag. Fred Pontes / Bahia Notícias O artista é um dos nomes mais longevos do reggae no Brasil e tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>por Francis Juliano &#8211; terça-feira, 17/02/2026 &#8211; 18h54</p>



<p>O cantor e compositor Dionorina se apresenta nesta terça-feira (17) no Largo Pedro Archanjo [circuito Batatinha] durante a programação do carnaval de Salvador.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.bahianoticias.com.br/fotos/municipios_noticias/49463/mg/dionorina%202.jpg" alt=""/></figure>



<p><em>Foto: Davi Ribeiro / Ag. Fred Pontes / Bahia Notícias</em></p>



<p>O artista é um dos nomes mais longevos do reggae no Brasil e tem trajetória ligada a Feira de Santana, onde vive na maior parte de seus 73 anos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.bahianoticias.com.br/fotos/municipios_noticias/49463/mg/dionorina%203.jpg" alt=""/></figure>



<p><em>Foto: Davi Ribeiro / Ag. Fred Pontes / Bahia Notícias</em></p>



<p>Conhecido por composições que abordam a valorização da negritude, Dionorina traz nas músicas referências à Bahia e ao continente africano. Ao longo da carreira, se consolidou como um dos expoentes do reggae.</p>



<p>No fim do ano passado, o artista ficou internado após apresentar um quadro de hematêmese (vômito com presença de sangue), como informou o <a href="https://www.acordacidade.com.br/feira-de-santana/tonho-dionorina-e-extubado-apos-internacao-no-hgca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acorda Cidade</a>, parceiro do Bahia Notícias. Posteriormente, retomou as atividades profissionais.</p>



<p>Nascido como Antônio Evaldo Barboza Machado, adotou o nome artístico Tonho Dionorina em homenagem à mãe, Honorina.</p>



<p>Após a apresentação de Dionorina, outra artista de Feira de Santana sobe ao palco do Largo Pedro Archanjo. A cantora Jôh Ras também integra a programação com repertório voltado ao reggae.</p>



<p>Fonte: Bahia Noticias. / Foto: Davi Ribeiro / Ag. Fred Pontes / Bahia Notícias<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COMO FAZER UMA BOA INTERPRETAÇÃO DAS ESCRITURAS?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/i-kywYY-vZw?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/dionorina-referencia-do-reggae-baiano-se-apresenta-no-carnaval-de-salvador/">Dionorina, referência do reggae baiano, se apresenta no carnaval de Salvador</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Banda Magic! planeja retorno para o Brasil ainda em 2024: &#8220;Nossos fãs brasileiros são os mais conectados”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 14:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 04/05/2024 &#8211; 00h00 Por Bianca Andrade Há quem goste de usar a expressão &#8220;foi uma experiência mágica&#8221; para descrever algo bom, afinal algo mágico dificilmente está relacionado a algo ruim &#8211; claro, isso para quem não interpreta a magia como o processo para atos malévolos.  Para a banda canadense Magic!, a experiência da última turnê no Brasil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, 04/05/2024 &#8211; 00h00</p>



<p>Por Bianca Andrade</p>



<p>Há quem goste de usar a expressão &#8220;foi uma experiência mágica&#8221; para descrever algo bom, afinal algo mágico dificilmente está relacionado a algo ruim &#8211; claro, isso para quem não interpreta a magia como o processo para atos malévolos. </p>



<p>Para a banda canadense Magic!, a experiência da última turnê no Brasil pode facilmente levar o nome do grupo. Pela terceira vez no país, o cantor Nasri Atweh não esconde o encanto de ser recebido pelos fãs com a mesma energia do primeiro encontro e já planeja o retorno ainda para 2024 com a &#8216;second leg&#8217; da turnê.</p>



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<iframe title="#BNEntrevista: Banda Magic" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/I_8wIXg-6QY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Em entrevista ao Bahia Notícias, o cantor celebrou o reencontro e a possibilidade de trazer o novo projeto para o Brasil, &#8216;Inner Love Energry&#8217;, que mostra ao público um &#8220;Magic! mais maduro&#8221;.</p>



<p>&#8220;Nós amamos estar aqui no Brasil, tivemos bons momentos nos shows. Então, nós só queremos continuar trazendo as músicas que sabemos que nossos fãs brasileiros gostam, e também apresentar as nossas novas músicas. Acho que o Inner Love Energy mostra o nosso crescimento. O primeiro álbum foi a gente se conhecendo pela primeira vez como parceiros de banda e foi como se a gente estivesse tentando descobrir o que poderíamos ser juntos e tentando ser também o The Police moderno, sabe?&#8221;, brinca.</p>



<p>Para quem conheceu o grupo em 2014, o sucesso &#8216;Rude&#8217; conseguiu ser tocado em todo o mundo com a mesma intensidade, alcançando o Top 1 em diversos países, entre eles os Estados Unidos, que dita a indústria da música, e o desafio era conseguir se manter conectado com os fãs, além de mostrar outras facetas.</p>



<p>&#8220;Acredito que nesse álbum nós conseguimos ser nós mesmos, crescemos como a banda Magic!, criamos uma identidade e nos mostramos bastante confortáveis em cantar diferentes gêneros musicais”.</p>



<p>E um questionamento que fica é: Foi preciso mágica para seguir em alta após um grande hit como &#8216;Rude&#8217; em 2014? Ao Bahia Notícias, Nasri afirmou que não temeu a pressão do público para lançar algo tão forte como foi a música que fez com que eles se tornassem conhecidos em todo o mundo. A faixa, que também rotulou o grupo como uma &#8220;banda de reggae&#8221;, foi o motivo pelo qual os artistas se propuseram a fazer algo diferente.</p>



<p>“Nós não estamos interessados em ser conhecidos como uma banda de reggae. Não temos problemas com bandas de reagge, mas somos um grupo diversos de produtos e compositores, e isso seria limitar o grupo se continuassemos a fazer a mesma música. Nós queremos que as pessoas abracem a gente como uma banda pop&#8221;, disse Nas.</p>



<p>Ao longo desses 10 anos, desde o lançamento do 1º disco, a banda passou por algumas mudanças e ganhou um DNA brasileiro antes mesmo da nova turnê pelo país através do músico Carlos Lazzari, novo baterista do grupo.</p>



<p>O artista, que é radicado em Los Angeles, chegou ao Magic! primeiro como um fã, para depois receber uma ligação com um convite para integrar a banda no final de 2022. Ao BN, o artista, que tem sido o guia do grupo na turnê brasileira, se divertiu ao falar sobre a receptividade do público e as experiências que o grupo vem passando no país.</p>



<p><br>“A banda sempre foi muito fã do Brasil e por causa disso eles sempre foram muito atentos ao que tava rolando aqui, e sempre foram muito abertos a novas possibilidades. Por causa desse carinho e desse respeito, musicalmente, tem muita coisa boa acontecendo”, avaliou, citando, entre as experiências, que teve um encontro com o grupo de pagode Akatu.</p>



<p>ESTADIA NO BRASIL<br>Salvador seria uma das cidades a receber o show da banda Magic! com uma apresentação inédita na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, no entanto, o festival em que os artistas se apresentariam foi cancelado, adiando a passagem de Nas e sua trupe pela cidade.  Apesar do cancelamento do show, a experiência da banda pelo país continuou sendo mágica. O grupo passou por São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Ao site, Nas afirmou que o Brasil faz com que ele se sinta em casa.</p>



<p>&#8220;Nós passamos vinte dias aqui, então, estou tentando pensar&#8230; Ter descendência árabe faz o Brasil parecer &#8216;normal&#8217; para mim, sabe? Nós gostamos de comer, beber e festejar bastante, então tem essa semelhança. E para mim, acho que essa sensação de estar em família é algo que eu gosto bastante. Eu percebi isso quando conversei com algumas pessoas e eles falam bastante sobre as esposas, os filhos e eu sou um pouco assim também. E esteticamente falando, eu acho o Brasil lindo. Cada estado, cada lugar é uma experiência diferente e a comida é realmente difícil de resistir&#8221;, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="614" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1.png" alt="" class="wp-image-120915" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1-300x180.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-1-768x461.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Fernando Costa</em></figcaption></figure>



<p>Para rodar o Brasil com a turnê, Nas conta que o grupo precisou adaptar a setlist para um estilo que combine com o público, que o artista considera ter um estilo mais sexy. “Nossos fãs brasileiros, acho que são os mais conectados musicalmente falando. Eles realmente entendem o groove da banda. [&#8230;] No Brasil a gente faz um repertório um pouco mais sexy. É bem divertido. Eu consigo dançar bastante nos shows no Brasil, eu não toco guitarra, eu só danço”, disse.</p>



<p>A ligação com o Brasil é tanta que o artista até se dedicou a aprender o português e recorreu ao Duolingo. “Quando eu voltar para casa vou fazer aulas com um professor particular, uma pessoa com quem eu consiga falar todos os dias para que eu não precise ficar envergonhado quando for falar e possa errar. Mas acho que é uma língua muito bonita, e é preciso tempo e prática. Eu só tenho praticado 10 dias, mas sinto que aprendi bastante, mas ainda tenho vergonha de falar”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="840" height="1024" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-2.png" alt="" class="wp-image-120918" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-2.png 840w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-2-246x300.png 246w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/05/image-2-768x936.png 768w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Leandro Godoi</em></figcaption></figure>



<p>Quanto à música, Carlos ficou com a responsabilidade de apresentar novos artistas aos colegas de banda e afirmou que o rock brasileiro foi algo que encantou parceiros, mas todo mundo tem ouvido de tudo um pouco. “Nós estamos conhecendo bastante artistas e eu pergunto muito a Carlos quem é que está cantando, acho que ele está ficando cansado das perguntas porque eu pergunto a cada 10 minutos”, brinca Nas.</p>



<p>A data exata do retorno da banda ao Brasil ainda não foi definida, mas a recepção foi um dos motivos que fez o grupo pensar nessa segunda turnê ainda neste ano. Questionado se irá cantar em português para os fãs, Nas afirmou que já consegue fazer isso, mas o foco mesmo será conseguir falar sem errar. </p>



<p>Fonte: Bahia Notícias / Foto: Fernando Costa</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eleição 2024, trabalho realizado na Câmara e Federação partidária" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/6cnhMyrgYe0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Por que Bob Marley é um ícone dos direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 14:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Marley]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Silke Wünsch &#8211; Terça,20 de fevereiro de 2024 Crescido na pobreza – mas também solidariedade – de um gueto, músico jamaicano levou o movimento rastafari para o mundo através do reggae. Para além dos dreadlocks, uma mensagem de igualdade e justiça para todos. Ao se apresentar em junho de 1980 na cidade alemã de Colônia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Silke Wünsch &#8211; Terça,20 de fevereiro de 2024</p>



<p>Crescido na pobreza – mas também solidariedade – de um gueto, músico jamaicano levou o movimento rastafari para o mundo através do reggae. Para além dos dreadlocks, uma mensagem de igualdade e justiça para todos.</p>



<p>Ao se apresentar em junho de 1980 na cidade alemã de Colônia, Bob Marley já estava abatido pela doença. Ainda assim, seu carisma fascinou os 8&nbsp;mil espectadores. Sobretudo quando entoou sua&nbsp;<em>Redemption song</em>: totalmente só, sob o foco dos refletores, envolto pela nuvem de fumaça das centenas de baseados de maconha distribuídos entre o público.</p>



<p>Menos de um ano mais tarde, em 11 de maio de 1981, o cantor e compositor morria de câncer, aos 36 anos. Contudo suas ideias políticas e espirituais perduram até hoje e continuarão vivendo em sua música, pelo futuro adentro.</p>



<p>Marley levou o reggae e suas mensagens para o mundo de forma tão duradoura que esse gênero musical jamaicano hoje é tocado por toda parte, e a&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/unesco/t-51905882">Unesco</a>&nbsp;o declarou Patrimônio Imaterial da Humanidade.</p>



<p>Em 2024, o filme biográfico <em><a href="https://www.dw.com/pt-br/os-filmes-mais-aguardados-de-2024/a-67855872">Bob Marley: One love</a></em>, dirigido por Reinaldo Marcus Green e estrelado por Kingsley Ben-Adir – com lançamento no Brasil e Alemanha marcado para esta quinta-feira (15/02) –, constitui mais um memorial ao músico.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-13-1024x576.png" alt="" class="wp-image-113944" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-13-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-13-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-13-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-13.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Kingsley Ben-Adir encarna o cantor jamaicano em &#8220;Bob Marley: One love&#8221;<small>Foto: Chiabella James</small></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Rastafari: escravidão, religião, esperança, dreadlocks, reggae</h2>



<p>Aos 22 anos, Marley descobriu para si a religião rastafari. Ela é relativamente jovem: 2 de novembro de 1930, quando Haile Selassie 1º foi coroado imperador da Etiópia, é considerado o marco de sua fundação. O nome original de Selassie era Ras Tafari Makkonen: no idioma amárico,<em>&nbsp;ras&nbsp;</em>significa &#8220;príncipe&#8221;.</p>



<p>Seus seguidores viam nele a reencarnação de Jesus Cristo, como Deus vivo na Terra. Alguns anos antes, o ativista jamaicano Marcus Garvey (1887-1940) previra a coroação de um poderoso rei na África, que promoveria a libertação dos negros. Grande parte da crença dos rastafaris remonta à Bíblia, especialmente ao Velho Testamento.</p>



<p>Eles creem num retorno – também espiritual – à África, à terra prometida Etiópia. Os jamaicanos negros são descendentes de&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/%C3%A1frica-aumenta-press%C3%A3o-por-indeniza%C3%A7%C3%A3o-pela-escravid%C3%A3o/a-67531129">africanos escravizados</a>, sequestrados e traficados para a América e o Caribe. Com auxílio de sua fé, os rastafaris buscam superar a ruptura cultural provocada pelo sequestro e escravização de seus ancestrais.</p>



<p>A meta é uma vida o mais natural possível, seguindo os princípios de amor e paz, e guiada pela justiça, unidade e igualdade, numa luta contra a Babilônia – como sinônimo do mundo ocidental, que tanta infelicidade trouxe ao povo africano. Mas para eles Babilônia também representa a Jamaica, onde os antepassados acabaram confinados como escravos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-14-1024x576.png" alt="" class="wp-image-113945" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-14-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-14-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-14-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-14.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Manifesto pela legalização da cânabis em Varsóvia, maio de 2011, Polônia: Marley é a figura-símbolo<small>Foto: Jerzy Dabrowski/picture alliance</small></figcaption></figure>



<p>Estima-se que hoje o movimento mundial dos rastafaris reúna entre 700&nbsp;mil e 1&nbsp;milhão de adeptos, de todas as cores de pele, que rechaçam qualquer forma de subjugação humana, seja política, cultural ou religiosa.</p>



<p>Seus característicos dreadlocks – penteados em longas mechas de fios ásperos – têm como fim distingui-los das camadas superiores da sociedade. O tão enfatizado consumo de marijuana serve antes à expansão da consciência do que para inebriar, e não é parte integrante do rastafarianismo.</p>



<p>Com a ascensão de Bob Marley ao estrelato, também a música dos rastafaris ganhou palco mundial. O reggae nasceu na Jamaica da década de 1960, época em que distúrbios sociais dominavam e gângsteres geravam insegurança nas ruas. Reunidos nos assim chamados&nbsp;<em>sound systems</em>, DJs organizavam discotecas ambulantes, combinado estilos existentes como mento, ska, soul e jazz.</p>



<p>Marley contribuiu decisivamente para a evolução do reggae como gênero musical independente: o ritmo relaxado, porém propulsivo, se prestava idealmente para divulgar a mensagem de paz e amor. Apesar de conter bastante retórica religiosa, suas letras também têm os pés no chão, ao narrar os problemas de uma minoria discriminada, de guetos, escravidão e injustiça. Mas a fé rastafari atravessa as canções como um fio de Ariadne.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bob Marley e seu canto de libertação</h2>



<p>Hoje hino inoficial da Anistia Internacional,&nbsp;<em>Get up stand up</em>&nbsp;se originou na viagem de Marley ao Haiti, onde o chocou a miséria da população sob a ditadura de François Duvalier, o &#8220;Papa Doc&#8221;, que durou de 1957 a 1986. O texto exorta a confiar no próprio discernimento, a lutar pelos próprios direitos e não desistir.</p>



<p><em>Exodus</em>&nbsp;aborda a crença rastafari do retorno à África, em que o nome de Deus é Jah:</p>



<p><em>Are you satisfied / With the life you&#8217;re living // We know where we&#8217;re going / We know where we&#8217;re from // We&#8217;re leaving Babylon / We&#8217;re going to our father land // Exodus, movement of Jah people</em></p>



<p>(Vocês estão satisfeitos / Com a vida que estão vivendo? // A gente sabe pra onde está indo / Sabe de onde vem // Vamos embora de Babilônia / Vamos pra nossa pátria // Êxodo, movimento do povo de Jah)</p>



<p>Em&nbsp;<em>Zimbabwe</em>, o poeta incita os africanos a liberarem o Zimbábue, denominado Rodésia sob a colonização britânica. Na festa da independência zimbabuana, Marley apresentou ao vivo esta canção, que se tornou o hino nacional inoficial do país.</p>



<p><em>No woman, no cry</em>&nbsp;expressa a sensação de viver em Trenchtown, o gueto da capital jamaicana, Kingston, onde Bob Marley cresceu, cercado de pobreza e laços familiares fortes, de apoio mútuo. Embora conste que ele é responsável ao menos pela melodia, a autoria é oficialmente atribuída a seu amigo Vincent Ford.&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/gilberto-gil/t-62524774">Gilberto Gil</a>&nbsp;dedicou uma&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/gilberto-gil-canta-reggae-em-bonn/a-592300">versão brasileira</a>&nbsp;a&nbsp;<em>No woman, no cry</em>, intitulada&nbsp;<em>Não chore mais</em>.</p>



<p>Mas&nbsp;<em>Redemption song</em>&nbsp;é talvez o maior legado musical do jamaicano. Nela ele cita o profeta rasta Marcus Garvey, que em 1937 disse, num discurso, aludindo ao cativeiro dos ancestrais africanos: &#8220;Emancipem-se da&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/na-%C3%A1frica-escravid%C3%A3o-est%C3%A1-longe-de-ser-abolida/a-60013762">escravidão mental</a>, ninguém pode libertar as nossas mentes senão nós mesmos.&#8221;</p>



<p>Essa ideia e a noção de que morreria em breve inspiraram Bob Marley a escrever a canção que até hoje traz esperança a muitos, por todo o mundo. Embora <em>Redemption song</em> exista em diversas gravações, a preferida de muitos fãs costuma ser a em que ele é acompanhado apenas por uma guitarra: a instrumentação rarefeita reforça a intensidade da canção.</p>



<p>Fonte: DW / Bob Marley foi um dos criadores do gênero reggae<small>Foto: Langevin/AP/ Photo/picture alliance</small></p>



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		<title>Jimmy Cliff, lenda do reggae, diz que hip-hop e pop atuais têm as suas raízes na Jamaica</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2021 00:54:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em termos de música, a Jamaica tem contribuído de maneira fundamental POR FOLHAPRESS &#8211; Sábado, 7 de agosto de 2021 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Nesta sexta-feira (6), a Jamaica completa seus 59 anos de independência. Mas, neste ano, as comemorações vão ser diferentes. &#8220;A maior parte da Jamaica está mais ou menos em lockdown. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em termos de música, a Jamaica tem contribuído de maneira fundamental</p>



<p>POR FOLHAPRESS &#8211; Sábado, 7 de agosto de 2021</p>



<p><strong>S</strong>ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Nesta sexta-feira (6), a Jamaica completa seus 59 anos de independência. Mas, neste ano, as comemorações vão ser diferentes. &#8220;A maior parte da Jamaica está mais ou menos em lockdown. Não sei como vão ser as comemorações&#8221;, diz Jimmy Cliff, um dos grandes nomes da cultura do país.</p>



<p>Os dois temas –a independência e a Covid-19– estão presentes em &#8220;Human Touch&#8221;, o novo single do cantor, primeiro de um álbum que ele pretende lançar no ano que vem. É uma canção de amor e de celebração, mas também de esperança, clamando pela volta do contato humano depois dos tempos de isolamento.</p>



<p>&#8220;Somos um país que não tem a própria vacina e, considerando isso, estamos até indo bem&#8221;, ele diz, sobre o controle do vírus no país. &#8220;Para mim não fez muita diferença. Continuei fazendo o que gosto, que é compor, nadar, caminhar. Ficar em casa não me incomoda.&#8221;</p>



<p>Jimmy Cliff é uma lenda viva. Aos 77 anos, conta histórias com a mesma facilidade que atinge agudos únicos com sua voz de tenor e prepara o retorno depois de um hiato de quase dez anos sem lançar disco. O último deles é o elogiado &#8220;Rebirth&#8221;, de 2012, que tem produção de Tim Armstrong, do Rancid, e venceu até Grammy.</p>



<p>Naquele álbum, Cliff conversava com a linha evolutiva da música jamaicana a partir dos anos 1950, do ska ao reggae, uma evolução que ele viveu de perto –e como protagonista. Essa música, diz, reflete o próprio processo de independência da Jamaica.<br>&#8220;A música na época era o ska, que expressava o espírito das pessoas, que estavam animadas. Tipo &#8216;olha, somos independentes&#8217;. Depois daquilo, a música ficou mais lenta, o rocksteady. Era assim &#8216;que independência é essa?&#8217;. Não somos independentes! Nada melhorou.&#8221;</p>



<p>Foi quando veio o reggae -Cliff, inclusive, foi quem fez a primeira audição de Bob Marley em estúdio. &#8220;Começamos a buscar algo que nos tornasse independentes. Olhamos para a África. E aí veio o reggae, uma música entre o rocksteady e o ska. E junto veio o rastafari, que é da cultura indígena jamaicana.&#8221;</p>



<p>Segundo Cliff, a Jamaica evoluiu bastante –tem grandes artistas, intelectuais e atletas. Também produz grande parte da própria comida. Mas não é totalmente independente. &#8220;Para isso, você precisa falar a própria língua. Você está no Brasil e fala português, que é de Portugal. Falamos inglês, de um país chamado Inglaterra. A língua une as pessoas, e é a coisa mais importante para mim.&#8221;</p>



<p>Em termos de música, a Jamaica tem contribuído de maneira fundamental. O hip-hop, que hoje tem uma das músicas mais ouvidas ao redor do mundo, tem como um de seus fundadores o DJ Kool Herc –jamaicano que levou consigo a cultura dos sound systems quando se mudou para Nova York.</p>



<p>&#8220;O hip-hop tem raízes na música jamaicana. Chamávamos [os raps] de toasting e de DJs as pessoas nos sound systems. Então, isso foi até os Estados Unidos e eles disseram &#8216;o que é isso?&#8217; e pegaram para eles. Fizeram aquilo no ambiente próprio deles e chamaram de hip-hop.&#8221;</p>



<p>E a influência do hip-hop, como uso de samples e batidas eletrônicas, está circunscrita em grande parte da música pop atual. &#8220;Se você olhar a música mainstream hoje, o hip-hop, o reggaeton, isso tudo tem raízes na Jamaica. A música mainstream internacional –tirando, por exemplo, o Brasil, que tem uma música própria–, olhando para Estados Unidos e Europa, mesmo falando de rock, tudo tem raiz na Jamaica.&#8221;</p>



<p>Para entender como uma ilha tão pequena pode ser tão influente numa área, ele lembra as características do próprio povo. &#8220;Foi um país em que os escravos se rebelaram contra os opressores. É o espírito de &#8216;você sabe quem eu sou?&#8217;. &#8216;Não vou abaixar a cabeça para você&#8217;. Sempre tivemos isso. A Inglaterra teve que nos dar um pedaço de terra, porque não podiam nos controlar. A música sai desse espírito. Mesmo pequenos, influenciamos o mundo.&#8221;</p>



<p>Mas Cliff também foi muito influenciado pelo Brasil. Veio ao país em 1968 para cantar no Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro. Ia ficar duas semanas, mas acabou ficando por quatro meses e ainda lançou o disco &#8220;Jimmy Cliff in Brazil&#8221;.</p>



<p>&#8220;Foi um momento de virada não só na minha carreira, mas na minha vida. Tinha ido à Inglaterra em 1965 cheio de ambições. Ia ser maior que Beatles e Stones. Mas não aconteceu. Quando veio a oportunidade de tocar no Brasil, fui na hora. Tinha ouvido que não existia preconceito no Brasil –e quando cheguei aí descobri que era mentira.&#8221;</p>



<p>Na época, Cliff era um desconhecido no mundo da música, mas lembra que o Maracanãzinho veio abaixo quando ele cantou –experiência que inspirou a canção &#8220;Wonderful World, Beautiful People&#8221;. Outra música que fez inspirado no Brasil foi &#8220;Many Rivers to Cross&#8221;, mas por outra razão.</p>



<p>&#8220;É um país lindo, tudo é bonito, mas existe um segredo por debaixo disso. Os pretos não lutavam contra as pessoas que os oprimiam. Eu entrava no banco e não via uma pessoa negra. Era opressor de tantas maneiras que eu não conseguia entender como eles não se revoltavam.&#8221;</p>



<p>Além das turnês e das colaborações com artistas brasileiros, o cantor morou um período em Salvador, quando gravou músicas com o Olodum –antes de Michael Jackson e Paul Simon– e Margareth Menezes, há 30 anos.</p>



<p>Ele rasga elogios à nossa música. &#8220;Vocês fazem músicas com muitos acordes e ainda assim ela soa simples&#8221;, diz. &#8220;Quando ouvi a batucada do samba na Bahia, enlouqueci. Queria aquilo para mim.&#8221;</p>



<p>Amigo de Gilberto Gil, Cliff lamenta que estão há um tempo sem se falar, mas dá risada quando lembrado de um show que fez com o brasileiro no Recife, em 1980. Segundo o Diário de Pernambuco, a dupla foi alvo de inquérito policial, por apologia de crime, quando cantaram uma versão de &#8220;Legalize It&#8221;, de Peter Tosh. Era o auge do reggae, e boa parte do público de 20 mil pessoas aproveitou o momento para acender um cigarro de maconha.</p>



<p>&#8220;Todos os artistas do reggae são tachados de maconheiros, assim como os roqueiros com cocaína, os de blues com álcool. Não me surpreende. Mas tudo bem, veja só, agora é até legalizado! Peter Tosh ficaria muito feliz. Nós previmos!&#8221;</p>



<p>Ele não fuma mais maconha, mas é a favor da legalização. &#8220;Claro, porque não faz mais mal que o álcool -na verdade, o álcool é mais perigoso. Mas, ainda assim, sobre fumar em geral, acho que a pessoa deveria zelar pelo templo que é o seu corpo, o manter limpo. Uma boa mente precisa de um bom corpo para funcionar.&#8221;</p>



<p>Preparando o novo álbum, Cliff acredita que ainda tem muito a fazer. Por exemplo, ele diz, nunca ganhou um Oscar, embora em diversos lugares do mundo seja mais conhecido pela atuação no filme &#8220;Balada Sangrenta&#8221;, de 1972, do que como cantor.</p>



<p>Com exceção do Brasil –onde foi trilha de diversas novelas– e países da África, Cliff diz &#8220;sou um artista de festival, às vezes de teatro&#8221;. &#8220;Mas o objetivo é tocar em arenas e estádios. Quero conseguir no mundo inteiro.&#8221;</p>



<p>Ele também tem mais um objetivo. Quer escrever dois livros -uma autobiografia, provavelmente cheia de histórias do Brasil, e outro volume sobre a história do reggae, dando luz a personagens menos conhecidos, como o influente engenheiro de som King Tubby. &#8220;As pessoas veem os artistas, mas não veem os transformadores, que são os músicos, os engenheiros. Não conhecem quem criou a música daqueles artistas. Vai ser a história verdadeira do reggae, porque eu sou qualificado para contar, estava lá desde o começo, desde quando ainda se chamava ska.&#8221;</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/jimmy-cliff-lenda-do-reggae-diz-que-hip-hop-e-pop-atuais-tem-as-suas-raizes-na-jamaica/">Jimmy Cliff, lenda do reggae, diz que hip-hop e pop atuais têm as suas raízes na Jamaica</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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