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	<title>Reino Unido |</title>
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	<title>Reino Unido |</title>
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		<title>Brasil e Reino Unido fortalecem parceria econômica, comercial e tecnológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião com ministro britânico, liderada pelo secretário-executivo do MDIC, alinha cooperação bilateral e aumento do comércio entre os dois países Autoridades do Brasil e Reino Unido se reuniram em Brasília (DF), para consolidar e ampliar laços econômicos, comerciais e tecnológicos. O encontro foi liderado pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Reunião com ministro britânico, liderada pelo secretário-executivo do MDIC, alinha cooperação bilateral e aumento do comércio entre os dois países</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autoridades do Brasil e Reino Unido se reuniram em Brasília (DF), para consolidar e ampliar laços econômicos, comerciais e tecnológicos. O encontro foi liderado pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e pelo ministro para Política Comercial e Segurança Econômica do Reino Unido, Chris Bryant.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, que contou a participação de todas as secretarias do MDIC, foram debatidos temas em que os dois países podem ampliar parcerias nas áreas de sustentabilidade, política industrial e inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram assinados memorandos de entendimento para cooperação em seguro de crédito à exportação e para fortalecimento de boas práticas regulatórias, além criação de um Grupo de Trabalho que pretende superar barreiras técnicas ao comércio bilateral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião celebrou os 200 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Reino Unido, que no ano passado alcançaram R$ 6,2 bilhões em trocas comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este encontro histórico reforça a força da economia brasileira e nosso compromisso com a inovação. Com a Nova Indústria Brasil, que prevê R$ 1,2 trilhão em investimentos até 2026, estamos avançando em transição energética, transformação digital e competitividade industrial. É assim que transformamos oportunidades em crescimento e abrimos caminho para uma parceria estratégica de longo prazo com o Reino Unido&#8221;, afirmou Márcio Elias Rosa, secretário-executivo do MDIC.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Política e Economia</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, o Brasil apresentou suas principais políticas voltadas para o investimento, como a Nova Indústria Brasil (NIB) e o Novo PAC. O Reino Unido, por seu lado, detalhou suas novas Estratégias Comercial e Industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Márcio Elias aproveitou o encontro para reafirmar o compromisso do Brasil com o multilateralismo e com a valorização da Organização Mundial do Comércio (OMC), em contraposição a medidas unilaterais que prejudicam o comércio global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minha visita ajudou a destravar algumas das dificuldades enfrentadas por empresas britânicas ao exportar para esses mercados extremamente importantes, trazendo benefícios práticos e abrindo novas oportunidades comerciais em todo o Reino Unido”, concluiu o recém-nomeado ministro do Comércio, Sir Chris Bryant.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2025/setembro/brasil-e-reino-unido-fortalecem-parceria-economica-comercial-e-tecnologica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2025/setembro/brasil-e-reino-unido-fortalecem-parceria-economica-comercial-e-tecnologica</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ESCOLA SOL MAIOR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/uRQy8eJKPuo?start=3464&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-e-reino-unido-fortalecem-parceria-economica-comercial-e-tecnologica/">Brasil e Reino Unido fortalecem parceria econômica, comercial e tecnológica</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Reino Unido, Canadá e Austrália reconhecem oficialmente Estado da Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 01:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[estado da palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 21 de setembrode 2025 Decisão é inédita entre países do G7; França deve anunciar posição na ONU nesta semana O Reino Unido anunciou neste domingo (21) o reconhecimento formal do Estado da Palestina, após Israel não cumprir condições impostas em julho, como a implementação de um cessar-fogo em Gaza e o compromisso com negociações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 21 de setembrode 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">Decisão é inédita entre países do G7; França deve anunciar posição na ONU nesta semana</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Reino Unido anunciou neste domingo (21) o reconhecimento formal do Estado da Palestina, após Israel não cumprir condições impostas em julho, como a implementação de um cessar-fogo em Gaza e o compromisso com negociações para a solução de dois Estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, para reavivar a esperança de paz para palestinos e israelenses, o Reino Unido reconhece formalmente o Estado da Palestina”, declarou o primeiro-ministro Keir Starmer no X. O gesto, inédito entre países do G7, foi seguido por Canadá e Austrália e deve ser acompanhado por outras nações, como a França, durante a Assembleia Geral da ONU em Nova York.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento tem forte peso simbólico: o Reino Unido foi ator central na criação do Estado de Israel após a Segunda Guerra Mundial e sempre manteve proximidade com o país. Agora, Starmer rompe o alinhamento com o presidente dos EUA, Donald Trump, que se opõe ao reconhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo britânico, Israel não cumpriu exigências apresentadas em julho, que incluíam cessar-fogo com o Hamas, ampliação da entrada de ajuda humanitária em Gaza, fim de planos de anexação da Cisjordânia e avanço em um processo de paz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Husam Zomlot, chefe da Missão Palestina em Londres, classificou a decisão como um “reconhecimento há muito esperado” e um passo “irreversível” em direção à justiça e à correção de erros históricos.</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/reino-unido-canada-e-australia-reconhecem-oficialmente-estado-da-palestina/">Reino Unido, Canadá e Austrália reconhecem oficialmente Estado da Palestina</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O teste que pode detectar mulheres com mais risco de perder o bebê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 03:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Bebe]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[saude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas do&#160;Reino Unido&#160;afirmam ter desenvolvido um teste que pode ajudar a identificar mulheres com um revestimento anormal do útero que aumenta o risco de&#160;aborto&#160;espontâneo. Eles afirmam que seu trabalho pode abrir caminho para novos tratamentos para quem está passando por repetidas perdas de&#160;gravidez. Em algumas mulheres com histórico de aborto espontâneo, o revestimento do útero [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Philippa Roxby</strong></li>



<li>Role,<strong>Repórter de saúde</strong></li>



<li>Domingo, 29 de junho de 2025</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cientistas do&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknxvp53t">Reino Unido</a>&nbsp;afirmam ter desenvolvido um teste que pode ajudar a identificar mulheres com um revestimento anormal do útero que aumenta o risco de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c8y94y3z7jjt">aborto</a>&nbsp;espontâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles afirmam que seu trabalho pode abrir caminho para novos tratamentos para quem está passando por repetidas perdas de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/czpv7knmm2nt">gravidez</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas mulheres com histórico de aborto espontâneo, o revestimento do útero não reage da maneira que deveria, transformando-se em um local de apoio para o embrião se implantar, descobriu a equipe da Universidade de Warwick.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instituições de caridade afirmam que as descobertas podem ajudar a explicar, em alguns casos, o trauma e a devastação de abortos espontâneos recorrentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de uma em cada seis gestações é perdida, a maioria antes de doze semanas, e cada aborto espontâneo aumenta o risco de ocorrer outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, a maioria das pesquisas nessa área tem se concentrado na qualidade do embrião, e muito menos se sabe sobre o papel do revestimento do útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jo Muter, autora do estudo e pesquisador da Warwick Medical School, disse: &#8220;Muitas mulheres dizem que tiveram apenas &#8216;má sorte&#8217;, mas nossas descobertas mostram que o próprio útero pode estar preparando o terreno para a perda da gravidez, mesmo antes de ocorrer a concepção.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A função do revestimento do útero é receber o embrião e ajudá-lo a se desenvolver durante a gravidez, graças a uma reação que converte as células em um estado diferente e de suporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, quando essa reação é prejudicada e não acontece completamente, o risco de sangramento e perda precoce da gravidez aumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez que a mulher tenha tido uma reação defeituosa, é mais provável que ela tenha outra, dizem os pesquisadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles desenvolveram um novo teste que pode medir sinais de uma reação saudável ou defeituosa no revestimento do útero, que está sendo testado para ajudar mais de 1.000 pacientes no Centro Nacional Tommy de Pesquisa sobre Perda Gestacional, no Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Um-pequeno-milagre">&#8216;Um pequeno milagre&#8217;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Charlie Beattie, 37 anos, teve inúmeros abortos espontâneos ao longo de quatro anos, até o ponto em que &#8220;um teste de gravidez positivo não era mais emocionante&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela e seu marido Sam, de Leamington Spa, sentiram-se arrasados e se resignaram a considerar outras opções para ter uma família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, souberam de um estudo que estava sendo realizado no centro de pesquisa de abortos espontâneos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Charlie colheu uma amostra de seu útero, e o novo teste mostrou que ele não era &#8220;hospitaleiro para bebês&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de tomar o medicamento sitagliptina por três meses, ela teve uma gravidez que finalmente se manteve &#8211; e June, de nove semanas, é o alegre resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ela é um pequeno milagre. Não parece real&#8221;, diz Charlie.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela admite ter ficado ansiosa durante toda a gravidez até que June estivesse em segurança em seus braços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até mesmo os exames de gravidez foram uma nova experiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nunca tínhamos visto nada em um exame antes de nos emocionarmos&#8221;, diz ela. &#8220;Quando eles disseram: &#8216;Estou vendo, está no lugar certo&#8217;, nós dois começamos a chorar.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer pessoa pode se encaminhar para a clínica, mas há uma longa lista de espera e problemas de financiamento, o que significa que pacientes precisam contribuir com o custo do exame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jyotsna Vohra, diretora de pesquisa da Tommy&#8217;s, disse que o atendimento e o tratamento para as pessoas que perderam a gravidez ou o bebê variavam inaceitavelmente no Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não deve haver barreiras para o acesso a qualquer teste ou tratamento que comprovadamente faça a diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esperamos que os tomadores de decisão do NHS analisem cuidadosamente os resultados do projeto-piloto de Coventry e considerem a possibilidade de implementar esse teste em todo o país, para que todos que possam se beneficiar tenham essa oportunidade.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muter diz que a próxima etapa é usar o teste para avaliar possíveis tratamentos medicamentosos. A sitagliptina, normalmente usada para tratar o diabetes, é a opção de escolha para problemas de revestimento do útero, mas pode haver outros medicamentos existentes que podem ser reaproveitados, acrescentou ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como 80% dos medicamentos não são testados em mulheres grávidas, não se sabe ao certo quais podem ser eficazes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / Charlie BeattieLegenda da foto,Charlie Beattie segura seu bebê de nove semanas nos braços depois de muitos anos de abortos espontâneos</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL NA BACIA DO JACUÍPE: DESAFIOS E PERSPECTIVAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/jSNBjbl51kQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/o-teste-que-pode-detectar-mulheres-com-mais-risco-de-perder-o-bebe/">O teste que pode detectar mulheres com mais risco de perder o bebê</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Trump e Starmer assinam acordo comercial entre EUA e Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acordo reduz tarifas sobre diversos produtos, mas ainda negocia isenção para o aço; Trump promete geração de empregos Opresidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, assinaram nesta segunda-feira (16) um novo acordo comercial entre os dois países. O pacto prevê a redução de tarifas sobre diversos produtos, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Acordo reduz tarifas sobre diversos produtos, mas ainda negocia isenção para o aço; Trump promete geração de empregos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O</strong>presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, assinaram nesta segunda-feira (16) um novo acordo comercial entre os dois países. O pacto prevê a redução de tarifas sobre diversos produtos, com exceção do aço — um item central na balança comercial bilateral.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a agência Associated Press, ainda estão em curso negociações para que as tarifas sobre o aço sejam eliminadas completamente, conforme previa o acordo provisório anteriormente divulgado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assinatura foi anunciada à margem da cúpula do G7, realizada na estância de Kananaskis, nas Montanhas Rochosas do Canadá. O evento ocorre em meio a tensões comerciais entre os Estados Unidos e seus tradicionais aliados, num momento em que Trump amplia sua política protecionista global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio, Trump e Starmer já haviam anunciado um acerto que previa cortes nas tarifas de importação americanas para automóveis, aço e alumínio britânicos, em troca de maior abertura do mercado britânico para produtos dos EUA, como carne bovina e etanol. No entanto, o pacto não entrou em vigor imediatamente, gerando incertezas entre empresários do Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apreensão aumentou no início do mês, quando Trump elevou as tarifas sobre metais de diversos países para 50%. Dias depois, esclareceu que a taxa para o Reino Unido permaneceria nos 25%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, Starmer afirmou que o acordo está “em fase final de implementação” e deve ser concluído “muito em breve”. Já Trump celebrou os benefícios econômicos: “Esse acordo vai gerar muitos empregos e muita receita”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, sinalizou na semana passada que o governo pode prorrogar a suspensão das tarifas recíprocas, que está prevista para terminar em 9 de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril, Trump havia anunciado a adoção dessas tarifas, que incidem sobre os produtos de países com os quais os EUA apresentam déficit comercial. A decisão causou forte reação política e instabilidade nos mercados financeiros. Pouco depois, o governo suspendeu a medida por 90 dias, abrindo espaço para novas negociações com os parceiros comerciais. A suspensão não afeta a sobretaxa mínima de 10%, que a gestão Trump considera essencial para proteger o mercado interno.</p>



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		<title>&#8216;O útero que minha irmã me doou me permitiu o milagre de ter um bebê&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 17:58:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma bebê &#8220;milagrosa&#8221; fez história ao se tornar a primeira criança a nascer de um útero transplantado no&#160;Reino Unido. A mãe da menina, Grace Davidson, de 36 anos, nasceu sem um útero funcional, e foi submetida a um transplante em 2023, graças à doação do órgão da irmã — no que foi, na época, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma bebê &#8220;milagrosa&#8221; fez história ao se tornar a primeira criança a nascer de um útero transplantado no&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknxvp53t">Reino Unido</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mãe da menina, Grace Davidson, de 36 anos, nasceu sem um útero funcional, e foi submetida a um transplante em 2023, graças à doação do órgão da irmã — no que foi, na época, o primeiro transplante de útero bem-sucedido no país.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Dois anos depois, em fevereiro deste ano, Grace deu à luz sua primeira filha — Amy, que recebeu este nome em homenagem à tia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, segurar a filha — que pesava pouco mais de dois quilos — nos braços pela primeira vez, foi uma experiência &#8220;incrível&#8221; e &#8220;surreal&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi muito emocionante porque nunca havíamos nos permitido imaginar como seria se ela estivesse aqui&#8221;, diz a mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi realmente maravilhoso.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto Grace quanto o marido, Angus, de 37 anos, esperam ter um segundo filho com o útero transplantado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, o casal desejava manter o anonimato, mas após o nascimento bem-sucedido de Amy, decidiu compartilhar com a BBC a história do seu &#8220;pequeno milagre&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe cirúrgica informou à reportagem que realizou outros três transplantes de útero a partir de doadoras falecidas desde o transplante de Grace. Eles pretendem realizar um total de 15 como parte de um ensaio clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro bebê gerado em um útero transplantado nasceu em 2014 na Suécia, e o primeiro da América Latina nasceu no Brasil em 2018.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/a7b9/live/ffa3b3a0-146b-11f0-90d3-7d5441ca7ed3.png.webp" alt="Grace com a filha no colo ao lado da irmã, Amy"/><figcaption class="wp-element-caption">Grace com a filha no colo ao lado da irmã, Amy, que doou o útero para ela<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, foram realizados cerca de 135 transplantes deste tipo em mais de dez países, incluindo Estados Unidos, China, França, Alemanha, Índia e Turquia — e cerca de 65 bebês nasceram a partir deste procedimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Bebê-milagrosa">&#8216;Bebê milagrosa&#8217;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Grace nasceu com uma condição rara, conhecida como síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH), em que o útero é inexistente ou não se desenvolve completamente, mas os ovários funcionam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, quando Grace conversou com a BBC pela primeira vez, ela contou que esperava que sua mãe pudesse doar o útero para que ela pudesse ter filhos. Mas acabou se mostrando incompatível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, a BBC voltou a conversar com Grace, quando uma de suas duas irmãs, Amy Purdie, estava sendo avaliada para descobrir se poderia doar o útero para ela. Ela já tinha dois filhos com o marido, e eles não queriam ter mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do transplante, as duas irmãs fizeram terapia. Grace e Angus também foram submetidos a um tratamento de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/ckdxnd3n81rt">fertilidade</a>, e ainda têm vários embriões congelados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grace diz que considerou outras opções, como&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-64426107">barriga de aluguel</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cde1722j2w2t">adoção</a>, mas para ela era importante engravidar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sempre tive um instinto maternal&#8221;, ela afirma. &#8220;Mas reprimi durante anos porque era muito doloroso falar sobre isso.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o transplante de útero estivesse programado para ser realizado em 2019, a cirurgia foi adiada por vários anos devido a várias questões — incluindo a pandemia de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/clmq8rgyyvjt">covid-19</a>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/da42/live/1dabb0a0-146c-11f0-b1b3-7358f8d35a35.jpg.webp" alt="Parto de Amy"/><figcaption class="wp-element-caption">WTUK<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, o transplante foi realizado em fevereiro de 2023. Levou cerca de 17 horas, e contou com uma equipe de mais de 30 médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isabel Quiroga, a cirurgiã que liderou a equipe de transplante no Churchill Hospital em Oxford, no Reino Unido, diz que, embora fosse um procedimento de risco, foi uma operação de &#8220;geração e promoção da vida — e não há nada melhor do que isso&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amy afirma que não sentiu a sensação de perda que algumas mulheres vivenciam após uma histerectomia, devido aos benefícios &#8220;enormes&#8221; e imediatos para a irmã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grace teve sua primeira&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-44283016">menstruação</a>&nbsp;duas semanas após o transplante — e engravidou na primeira tentativa de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0k86gxd8n1o">fertilização in vitro</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi &#8220;incrível&#8221; sentir o primeiro chute da bebê, diz ela, acrescentando que toda a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/czpv7knmm2nt">gestação</a>&nbsp;foi &#8220;muito especial&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amy nasceu de cesariana em 27 de fevereiro de 2025 no Queen Charlotte&#8217;s Hospital, em Londres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi um momento incrível, cheio de alegria&#8221;, diz a cirurgiã Isabel Quiroga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o casal espera ter mais um filho, o útero doado será removido após o nascimento do segundo bebê. Isso vai permitir que Grace deixe de tomar os medicamentos imunossupressores que precisa tomar diariamente para garantir que seu corpo não rejeite o útero doado pela irmã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tomar esses medicamentos pode aumentar o risco de desenvolver certos tipos de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c7zp5z8w981t">câncer</a>, por isso é recomendado que o útero doado seja removido uma vez que a concepção aconteça.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Opções">Opções</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Richard Smith, cirurgião ginecológico do Imperial College Healthcare, que liderou a equipe de coleta de órgãos, pesquisa o transplante de útero há mais de duas décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele diz que sua equipe está entusiasmada com o nascimento da pequena Amy — que oferece esperança a muitas das 15 mil mulheres em idade fértil no Reino Unido que não têm um útero funcional, das quais cerca de 5 mil nasceram sem útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não costumo ser um cara de poucas palavras, mas quando a bebê nasceu, fiquei sem palavras — houve muitas lágrimas no centro cirúrgico naquele dia&#8221;, diz ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tudo isso é impressionante e incrivelmente comovente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Smith dirige uma instituição beneficente chamada Womb Transplant UK, que financiou os gastos do NHS, o sistema público de saúde britânico, para a operação de transplante de Grace. Toda a equipe médica dedicou seu tempo sem cobrar honorários.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/ec6d/live/a21dad10-146d-11f0-8a1e-3ff815141b98.jpg.webp" alt="Bebê nos braços da mãe cercada pela equipe médica"/><figcaption class="wp-element-caption">WTUK</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Smith disse à BBC que cerca de 10 mulheres têm embriões armazenados ou estão se submetendo a tratamento de fertilidade, um requisito para serem consideradas para o transplante de útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada transplante custa cerca de 30 mil libras (aproximadamente R$ 227 mil), segundo ele, e a instituição beneficente tem fundos suficientes para realizar mais dois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe cirúrgica tem permissão para realizar 15 transplantes de útero como parte de um ensaio clínico, cinco com doadoras vivas, e 10 com doadoras falecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum detalhe foi divulgado sobre as três mulheres que receberam até agora úteros de doadoras falecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Serviço Nacional de Doação de Sangue e Transplante explicou à BBC que é necessário o consentimento adicional das famílias para doações raras deste tipo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Angus, pai da bebê Amy, diz que ele e Grace nunca vão poder agradecer o suficiente à irmã da esposa por permitir que eles se tornassem pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, foi uma &#8220;decisão natural&#8221; chamar a filha de Amy, em homenagem à tia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo nome da menina é Isabel, em homenagem à cirurgiã que liderou a equipe de transplante de útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grace afirma que a filha a aproximou ainda mais da irmã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi incrivelmente difícil deixar que ela fizesse isso por mim&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi um grande ato de amor fraternal.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O útero que ela me doou me permitiu o milagre de ter um bebê.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / Foto: As irmãs Amy e Grace com a bebê Amy, que nasceu após o transplante de útero</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OS DESAFIOS ENFRENTADOS POR MÃES SOLO ATÍPICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rmEx2kaLduQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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		<title>Brasil e Reino Unido fazem parceria para descarbonizar indústrias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 12:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação conjunta foi celebrada na COP29, que aconteceu no Azerbaijão Os governos do Brasil e do Reino Unido iniciaram ações de cooperação para políticas conjuntas de descarbonização da indústria, o que é considerado fundamental para a proteção do meio ambiente. A parceria busca viabilizar a transição para energia limpa com minerais estratégicos e hidrogênio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ação conjunta foi celebrada na COP29, que aconteceu no Azerbaijão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os governos do Brasil e do Reino Unido iniciaram ações de cooperação para políticas conjuntas de descarbonização da indústria, o que é considerado fundamental para a proteção do meio ambiente. A parceria busca viabilizar a transição para energia limpa com minerais estratégicos e hidrogênio de baixo carbono, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura de cooperação entre os dois países foi chamada de “hub de descarbonização”. Essa ação conjunta foi celebrada na COP29, que aconteceu em Baku, no Azerbaijão, em novembro, e deve ser motivo de novas discussões na COP30, em Belém (PA), no ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o economista Clovis Zapata, representante da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), no Brasil, o principal desafio para a descarbonização da indústria no Brasil seria o desenvolvimento de modelos de negócios capazes de difundir tecnologias de baixo carbono aliadas ao crescimento econômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Incluindo segmentos cujo próprio processo industrial pode ser de difícil descarbonização (como aço, cimento e petroquímicos)”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investimento<br>Um ponto importante seria a necessidade, trazida pelo setor industrial brasileiro, de mais facilitação de investimentos em descarbonização e modernização sustentável da infraestrutura. A parceria entre os governos pretende atrair recursos técnicos e financeiros nacionais e internacionais para projetos e políticas públicas de descarbonização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Reino Unido contribui com financiamento climático, expertise em tecnologias inovadoras e experiência em políticas públicas voltadas para a descarbonização”, afirmou Zapata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brasil como referência<br>De acordo com o representante da Unido, essa colaboração dos europeus complementa iniciativas do Brasil já reconhecidas no desenvolvimento e na utilização de energias renováveis e biocombustíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses setores, para o economista, o Brasil seria referência global. “Juntos, os dois países podem criar um ambiente mutuamente benéfico de cooperação bilateral que promove soluções inovadoras e replicáveis globalmente, servindo como referência, em especial, para outros países do Sul Global com desenvolvimento semelhante ao Brasil”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O apoio do Reino Unido para o Brasil incluiria investimentos financeiros com a participação de governos, empresas, fundos, instituições financeiras e organizações internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O representante da Unido diz que o Hub de Descarbonização Industrial já está em operação com chamadas públicas abertas pela própria entidade da ONU para o desenvolvimento de projetos e estudos em segmentos estratégicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira os termos de acordo entre Brasil e Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Descartes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro desafio é que chamam a atenção da comunidade internacional os eventuais problemas de descarte de tecnologias que são utilizadas para implementação de energia limpa, como a solar e a eólica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O representante da Unido garantiu que já existem parceiros internacionais com projetos de coleta e tratamento adequado de produtos no final de seu ciclo de vida. “Tanto o Reino Unido como a União Europeia têm uma legislação avançada para estes produtos no final de seu ciclo de vida, e sistemas amplos de coleta e tratamento, que incluem descontaminação e reciclagem”. A ideia é que, em 2025, exista também no Brasil um projeto de cooperação com o governo federal para aprimorar o sistema de tratamento e a reciclagem de materiais e metais críticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil / Foto: Ralf Vetterle/Pixabay</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="INAUGURAÇÃO DA II GELOTECA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/lgoIIad96OE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-e-reino-unido-fazem-parceria-para-descarbonizar-industrias/">Brasil e Reino Unido fazem parceria para descarbonizar indústrias</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Reino Unido deporta 600 brasileiros em 2 meses, incluindo 109 crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 16:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Deportação]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os voos ocorreram em 9 e 23 de agosto, e em 27 de setembro Entre agosto e setembro, o Reino Unido realizou uma operação sem precedentes, deportando 607 brasileiros, incluindo 109 crianças, por meio de três voos. A informação foi publicada pelo jornal britânico The Guardian neste domingo (1º). Os voos ocorreram em 9 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Os voos ocorreram em 9 e 23 de agosto, e em 27 de setembro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E</strong>ntre agosto e setembro, o Reino Unido realizou uma operação sem precedentes, deportando 607 brasileiros, incluindo 109 crianças, por meio de três voos. A informação foi publicada pelo jornal britânico The Guardian neste domingo (1º).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os voos ocorreram em 9 e 23 de agosto, e em 27 de setembro, transportando centenas de pessoas de volta ao Brasil. Segundo a reportagem, muitas crianças deportadas frequentavam escolas britânicas e passaram a maior parte de suas vidas no Reino Unido, acompanhadas de suas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas ações refletem o endurecimento das políticas migratórias do governo britânico após o Brexit. Embora o governo do Reino Unido categorize as deportações como &#8220;retornos voluntários&#8221;, muitas das pessoas removidas estavam em situação irregular devido ao vencimento de seus vistos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Coalition of Latin Americans in the UK (Coalizão de Latino-Americanos no Reino Unido) alertou sobre os desafios enfrentados pela comunidade brasileira, a maior entre os latino-americanos no país. Barreiras linguísticas e mudanças nas regras de imigração agravaram as dificuldades de acesso a suporte jurídico, deixando muitas famílias em posições vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resposta do Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o Itamaraty esclareceu que os retornos foram organizados através do Programa de Retorno Voluntário (Voluntary Returns Service), gerido pelo governo britânico, que oferece passagens aéreas e assistência financeira para os migrantes que desejam retornar ao Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo brasileiro reforçou que a adesão ao programa deve ser completamente voluntária e informou que o acordo poderá ser reavaliado caso as condições estabelecidas sejam alteradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: <strong>Reprodução</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/reino-unido-deporta-600-brasileiros-em-2-meses-incluindo-109-criancas/">Reino Unido deporta 600 brasileiros em 2 meses, incluindo 109 crianças</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Buraco de 18 metros assusta moradores e evacua 30 casas no Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 12:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cratera]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As causas do surgimento do buraco ainda não foram confirmadas, mas, segundo um vereador local, há suspeitas de que o colapso tenha sido causado por um bueiro subterrâneo, uma estrutura projetada para permitir o fluxo de água sob as estradas Um enorme buraco, com aproximadamente 18 metros de profundidade, surgiu em uma área residencial de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>As causas do surgimento do buraco ainda não foram confirmadas, mas, segundo um vereador local, há suspeitas de que o colapso tenha sido causado por um bueiro subterrâneo, uma estrutura projetada para permitir o fluxo de água sob as estradas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>U</strong>m enorme buraco, com aproximadamente 18 metros de profundidade, surgiu em uma área residencial de Nant Morlais, Pant, em Merthyr Tydfil, no Reino Unido, neste domingo, 1º de dezembro de 2024. O incidente levou à evacuação de cerca de 30 casas na região, enquanto moradores expressam temores sobre a segurança de suas propriedades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rua sem saída, localizada em uma área tranquila, foi interditada. As causas do surgimento do buraco ainda não foram confirmadas, mas, segundo um vereador local, há suspeitas de que o colapso tenha sido causado por um bueiro subterrâneo, uma estrutura projetada para permitir o fluxo de água sob as estradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Municipal de Merthyr Tydfil usou as redes sociais para informar os moradores sobre o ocorrido. Em uma publicação no X (antigo Twitter), o conselho destacou que a segurança é a prioridade máxima e pediu que as pessoas evitem se aproximar da área para permitir que os engenheiros trabalhem com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Segurança é a nossa principal prioridade. Para permitir que os engenheiros continuem a trabalhar com segurança, por favor, mantenha distância da área&#8221;, afirmou o conselho na publicação.<br>Equipes do conselho e a polícia local estão no local desde a manhã do incidente, trabalhando em conjunto com outras agências para avaliar a situação e garantir a segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Stephen Regan, de 55 anos, é um dos moradores afetados e vive ao lado do buraco. Em entrevista à BBC, ele compartilhou o susto que sentiu no momento do incidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi muito assustador, podíamos ouvir o estrondo e o colapso enquanto acontecia. Quero voltar para casa, mas não sabemos qual será a situação. Meu maior medo é perder minha casa&#8230; Nunca vi nada assim na minha vida&#8221;, disse Regan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As autoridades continuam investigando as causas do colapso e monitorando a área para evitar novos riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: <strong> X/MerthyrCBC</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/buraco-de-18-metros-assusta-moradores-e-evacua-30-casas-no-reino-unido/">Buraco de 18 metros assusta moradores e evacua 30 casas no Reino Unido</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Reino Unido entregará dados de saúde à Palantir?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 12:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Peoples Health Dispatch Governo negocia, com empresa ligada à espionagem de guerra, a integração digital do sistema de saúde. Movimentos alertam: há risco de dependência e colaboração com softwares que podem servir para rastreamento de imigrantes e genocídio em Gaza Por&#160;Ana Vračar, no&#160;People’s Health Dispatch&#160;&#124; Tradução:&#160;Gabriela Leite Trabalhadores da saúde e ativistas no Reino Unido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Peoples Health Dispatch</p>



<p class="wp-block-paragraph">Governo negocia, com empresa ligada à espionagem de guerra, a integração digital do sistema de saúde. Movimentos alertam: há risco de dependência e colaboração com softwares que podem servir para rastreamento de imigrantes e genocídio em Gaza</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;<strong>Ana Vračar</strong>, no&nbsp;<a href="https://peoplesdispatch.org/2024/11/18/campaigners-in-the-uk-say-get-palantir-out-of-the-nhs/"><em>People’s Health Dispatch</em></a>&nbsp;| Tradução:&nbsp;<strong>Gabriela Leite</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhadores da saúde e ativistas no Reino Unido estão intensificando sua&nbsp;<a href="https://peoplesdispatch.org/2023/12/22/there-can-be-no-holidays-during-a-genocide-health-activists-warn/">campanha</a>&nbsp;contra a Palantir, empresa americana de vigilância e dados. Enquanto isso, o governo de Keir Starmer prossegue com sua tentativa de envolver a notória firma na gestão de dados do Serviço Nacional de Saúde (NHS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Palantir&nbsp;<a href="https://corporatewatch.org/palantir-in-the-uk/">conquistou espaço</a>&nbsp;no NHS durante a pandemia de covid-19, obtendo contratos fora dos processos padrões de licitação e ganhando popularidade entre autoridades de saúde de alto escalão. A empresa, conhecida por sua participação em operações como as invasões lideradas pelos EUA no Afeganistão e no Iraque e pela perseguição a migrantes sob o Departamento de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), rapidamente expandiu sua atuação no Reino Unido. Até o ano passado, havia conquistado um&nbsp;<a href="https://www.theguardian.com/society/2023/nov/21/patient-privacy-fears-us-spy-tech-firm-palantir-wins-nhs-contract">contrato</a>&nbsp;de £330 milhões (417 milhões de dólares) para implementar a&nbsp;<a href="https://morningstaronline.co.uk/article/concerns-raised-about-privacy-and-data-protected-patient-records-be-available-across">Plataforma de Dados Federados</a>&nbsp;(FDP, na sigla em inglês), destinada a modernizar a gestão de dados médicos na Inglaterra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, nem todas as instituições do NHS conseguem compartilhar os dados, devido a sistemas diferentes. Tanto os governos do partido conservador quanto os trabalhistas identificam esse como o principal motivo para gargalos no sistema de saúde, e confirmam que resolver o problema levaria a melhorias no atendimento. No entanto, organizações&nbsp; como Medact, Just Treatment e Corporate Watch&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=lGOrIyvS3wo">alertam</a>&nbsp;que confiar essa tarefa à Palantir pode aprofundar os problemas em vez de resolvê-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, muitos especialistas em saúde destacam que a FDP poderia de fato tornar o NHS dependente da Palantir. Os sistemas da empresa são projetados para dificultar a extração de dados e tornar cara e complicada a integração com ferramentas analíticas que seguem o padrão do setor, obrigando os usuários a continuar utilizando-os. “O sistema da Palantir força as pessoas a usarem seus sistemas proprietários; e os custos de mudança [para o NHS] serão muito altos”, alertaram a Doctors’ Association e a Foxglove em um&nbsp;<a href="https://www.foxglove.org.uk/wp-content/uploads/2023/06/2023_06_05-FINAL-The-NHS-Federated-Data-Platform-and-Palantir.pdf">relatório de 2023</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo britânico está indo adiante com essa forma de expansão do setor privado no NHS, apesar dos alertas de especialistas e conselhos de que os resultados ficarão muito&nbsp;<a href="https://www.medact.org/2024/resources/toolkits/no-palantir-in-the-nhs-campaign-toolkit/">aquém das expectativas</a>. Na verdade, algumas organizações do NHS que estão sendo forçadas a adotar a FDP sob a administração trabalhista afirmam que a nova plataforma pode resultar em perda de funcionalidade em comparação com os sistemas utilizados atualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora haja consenso entre analistas de que o compartilhamento e o uso de dados dentro do NHS poderiam ser significativamente aprimorados, eles argumentam que essas melhorias podem e devem ser alcançadas por meio de iniciativas locais e regionais. Em contraste com o modelo hierárquico introduzido pela FDP, essas iniciativas se baseariam em sistemas e conhecimentos existentes, evitando transferir o controle para uma empresa com histórico de violações de direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As preocupações de que a FDP poderia tornar o NHS totalmente dependente da Palantir se intensificam pelos temores sobre o&nbsp;<a href="https://justtreatment.org/protect-patient-data">uso dos dados dos pacientes</a>. Por ser um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, o NHS possui um conjunto de dados de saúde singular. Embora esses dados tenham um imenso&nbsp;<a href="https://peoplesdispatch.org/2024/04/23/digital-health-in-brazil-imperial-threat-or-promise-of-sovereignty/">potencial</a>&nbsp;de fortalecer os serviços públicos, confiar sua gestão a parceiros corporativos apresenta grandes riscos. Por exemplo, eles poderiam ser explorados para fins como rastreamento e criminalização de imigrantes – uma prática utilizada sistematicamente para hostilizá-los no Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Palantir se orgulha de encontrar&nbsp;<a href="https://www.theguardian.com/technology/2024/nov/16/tech-firm-palantir-spoke-with-moj-about-calculating-prisoners-reoffending-risks">novas aplicações para dados</a>, especialmente para reforçar a dominação ocidental. Dado que o escopo completo da FDP permanece incerto, há uma grande preocupação de que os dados do NHS também possam ser explorados para aprimorar as ferramentas de vigilância da Palantir. Essas ferramentas já estão sendo utilizadas no genocídio em andamento de Israel contra os palestinos na Faixa de Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os líderes da Palantir têm <a href="https://x.com/PalantirTech/status/1712248580558246065?lang=en">expressado abertamente</a> seu apoio a Israel, alinhando-se publicamente com o governo de Benjamin Netanyahu, mesmo enquanto este prossegue com o assassinato de dezenas de milhares de palestinos. A empresa está ativamente testando – ou melhor, exibindo – seus modelos de inteligência artificial (IA) por meio dos ataques de Israel na Palestina e no Líbano. Isso indica uma intenção clara de monetizar ainda mais essas ferramentas, comercializando-as para outros estados que planejam empreender campanhas de violência</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entregar os dados médicos do NHS à Palantir aprofundaria a cumplicidade do governo de Starmer com os crimes de guerra de Israel, alertam organizações de justiça em saúde. Tal movimento arrisca manchar a reputação do NHS, transformando seu conjunto de dados em uma ferramenta de opressão internacional, enquanto mina a confiança pública no sistema de saúde no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos esperavam que uma mudança de governo, em julho [quando o Partido Trabalhista conseguiu vitória expressiva no parlamento e indicou o primeiro-ministro], significasse o fim da FDP. No entanto, “em vez de interromper, os trabalhistas aceleraram”, comentou a Just Treatment durante uma reunião do movimento “No Palantir in the NHS”, em novembro. Essa resposta reflete as prioridades do Partido Trabalhista em relação ao sistema público de saúde. “Se o governo estivesse buscando implementar reformas na forma como nossos dados são mantidos para melhorar os resultados de saúde e fortalecer o NHS, eles fariam isso de uma maneira que ampliasse a confiança pública e restaurasse o apoio dos serviços de saúde e dos trabalhadores da saúde para essas iniciativas”, afirmou a organização na reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez disso, o governo parece mais interessado em usar os dados nacionais de saúde para ganhos econômicos. Essa abordagem está alinhada com recomendações de consultores de políticas neoliberais, como os do&nbsp;<a href="https://institute.global/insights/politics-and-governance/a-new-national-purpose-harnessing-data-for-health">Tony Blair Institute for Global Change</a>, que recentemente defenderam o uso dos dados do NHS como forma de impulsionar a posição econômica do Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a implementação da FDP esteja avançando, ativistas argumentam que ainda não é tarde para interrompê-la – especialmente se grupos locais intensificarem seus esforços. Eles enfatizam que, ao aumentar a pressão, trabalhadores da saúde e ativistas poderiam não apenas lutar pelo cancelamento do contrato da FDP com a Palantir, mas também exigir o término de todos os acordos com empresas cúmplices da ocupação de Israel. Embora a Palantir seja atualmente o foco principal, as organizações destacaram que essa campanha é apenas o começo, e pode servir como ponto de partida para ações mais amplas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde / Foto: Guy Smallman</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DO FUNDO DO POÇO AOS PALCOS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rEtCTzWw9rk?start=655&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Vítimas de Mariana tentam indenização de R$ 260 bi em processo contra BHP no Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 17:23:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[BHP]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começa nesta segunda-feira (21/10) um julgamento em Londres contra a mineradora anglo-australiana BHP para determinar sua responsabilidade sobre o&#160;desastre de Mariana, em novembro de 2015, quando uma barragem se rompeu na cidade em Minas Gerais, matando 19 pessoas e destruindo um distrito inteiro. Mais de 620 mil pessoas estão processando a mineradora no Reino Unido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Começa nesta segunda-feira (21/10) um julgamento em Londres contra a mineradora anglo-australiana BHP para determinar sua responsabilidade sobre o&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cndr11z684ro">desastre de Mariana</a>, em novembro de 2015, quando uma barragem se rompeu na cidade em Minas Gerais, matando 19 pessoas e destruindo um distrito inteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 620 mil pessoas estão processando a mineradora no Reino Unido por causa do desastre. Participam também da ação 46 governos locais e cerca de 2 mil empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor estimado da indenização pedida é de 36 bilhões de libras (R$ 266 bilhões) — o que seria o maior valor da história da Justiça britânica e uma das maiores do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desastre de Mariana é considerado a pior tragédia ambiental do Brasil. Além de destruir o distrito de Bento Rodrigues, a lama com rejeitos tóxicos de mineração que estava contida na barragem desceu o rio Doce até o litoral brasileiro, arrasando a fauna do rio e a fonte econômica de dezenas de comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A BHP — que é a maior mineradora do mundo em valor de mercado — é uma das donas da Samarco, empresa que controlava a barragem de Mariana. A outra é a mineradora brasileira Vale, que está sendo processada na Holanda por cerca de 70 mil pessoas. Ambas as empresas concordaram que se qualquer uma delas for considerada responsável pelos danos, elas dividirão os custos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados das vítimas do desastre conseguiram abrir o processo no Reino Unido contra a BHP em Londres porque a sede da mineradora anglo-americana estava no Reino Unido na época do rompimento da barragem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a BHP perder este caso, uma segunda etapa ocorrerá para determinar quais pessoas poderão ser indenizadas e os valores da indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A BHP e a Vale argumentam que a ação legal no Reino Unido é &#8220;desnecessária, pois duplica questões já cobertas pelo trabalho existente e em andamento da Fundação Renova e outros procedimentos legais no Brasil&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Renova foi criada pelas duas mineradoras para compensar as famílias afetadas pelo rompimento da barragem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas dizem que &#8220;seguem comprometidas&#8221; em reparar os danos causados. A BHP e a Vale fizeram uma nova oferta ao governo brasileiro, que pode ser assinada na sexta-feira (25/10), para pagar mais de R$ 170 bilhões em indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mineradoras disseram que já pagaram mais de R$ 57 bilhões em compensações a diferentes partes afetadas pelo desastre, através da Fundação Renova.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritório de advocacia Pogust Goodhead, que representa os demandantes, vinha desde 2018 tentando processar a BHP na Justiça inglesa, já que a multinacional é listada na bolsa de Londres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a BHP argumentava que seria desnecessário responder a qualquer processo no Reino Unido, pois a empresa já estava sendo acionada no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente a Justiça inglesa decidiu em favor da mineradora. Mas em julho do ano passado, um tribunal de apelação reverteu a decisão e aceitou o processo contra a mineradora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nossa conclusão é simplesmente que os recursos disponíveis no Brasil não são tão obviamente adequados que se possa dizer que é inútil prosseguir com os processos [na Inglaterra]&#8221;, disse a decisão unânime assinada pelos juízes na ocasião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão desencadeou uma briga jurídica entre as duas mineradoras: a BHP entrou na Justiça inglesa para incluir a Vale no processo por indenização. Já a mineradora brasileira argumentou que não deve ser incluída no processo, já que não estaria dentro da jurisdição britânica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas chegaram a um acordo posterior, em que concordam dividir os custos em caso de derrota nos processos que estão enfrentando na Holanda e no Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demora para o processo andar na Justiça britânica também fez com que o valor da indenização e o número de vítimas aumentassem ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, o escritório de advocacia representava 200 mil vítimas, que pediam US$ 6 bilhões em reparação.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Famílias-ainda-sofrem">Famílias ainda sofrem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as 620 mil pessoas pedindo reparação na Justiça britânica está Gelvana Rodrigues, que perdeu seu filho de sete anos, Thiago, quando a lama invadiu sua casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As últimas palavras que ouvi ele dizer foram: &#8216;você sabia que você é a melhor mãe do mundo?'&#8221;, contou ela à BBC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele foi uma das 19 vítimas fatais no dia 5 de novembro de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gelvana estava no trabalho quando o desastre aconteceu, e seu filho estava em casa com a avó.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ouvir a notícia do rompimento da barragem, Gelvana correu para casa, onde tudo havia sido destruído.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Passei três dias sem comer ou dormir, eu só queria achar meu filho&#8221;, ela conta. O corpo de Thiago só foi resgatado após sete dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Naquele dia, minha vida acabou, porque eu vivia para ele.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/e348/live/66b012f0-8bc8-11ef-b9e0-dbdcd2deee83.jpg.webp" alt="Terra cheia de lama"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos Muniz, conhecido como Marquinhos, se mudou para Bento Rodrigues em 1969, quando tinha seis anos de idade — para a mesma casa onde seu pai havia nascido. Quando adulto, ele construiu sua própria casa em terras de seu pai no distrito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marquinhos trabalhou na Samarco por quase 30 anos antes de se aposentar. Ele tinha animais e laranjeiras — que seriam sua fonte de renda e ocupação na aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu nunca imaginei que isso poderia acontecer&#8221;, disse. &#8220;Se eu soubesse que no futuro isso aconteceria, que a comunidade onde eu fui criado seria destruída, eu com certeza teria parado de trabalhar lá.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/b218/live/a020a9f0-8bc8-11ef-b9e0-dbdcd2deee83.jpg.webp" alt="Marquinhos perto de lago"/><figcaption class="wp-element-caption">Só uma parte da antiga casa de Marquinhos ainda é visível<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, Bento Rodrigues parece uma cidade-fantasma. As casas arrasadas ainda estão cobertas de uma lama densa. A casa de Marquinhos foi tomada por um lago que se formou. Só uma ponta dela ainda é visível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A BHP e a Vale formaram a Fundação Renova para compensar as vítimas. Foram feitas ofertas em dinheiro ou na forma de uma casa nova em uma nova cidade chamada Novo Bento, que foi criada pela fundação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação diz ter desembolsado R$ 57 bilhões em ações de reparo e compensação até hoje para mais de 445 mil pessoas — sendo 50% do montante destinado diretamente a pessoas afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas as empresas dizem que isso não significa que elas aceitam ser responsabilizadas pelo desastre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comunidade foi ouvida na decisão sobre a localização da nova cidade e no design das novas casas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marquinhos recebeu a oferta de uma casa, mas ele teme que na nova cidade moderna seu estilo de vida se perderá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova cidade, que parece mais moderna e urbana do que o velho distrito de Bento Rodrigues, ainda está sendo construída. Ela fica na parte de cima do morro, e não em um vale.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/fc50/live/85b01770-8bbb-11ef-88cc-639b2e7aa9e9.jpg.webp" alt="Casas em construção"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Darliza das Graças se mudou para a cidade há um ano. Ela era dona de um bar em Bento Rodrigues; na nova cidade ela tem um restaurante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A vida aqui é maravilhosa, é boa. Mas no começo foi muito duro, tinha muito pouco morador&#8221;, ela conta. &#8220;Eles estão começando a chegar, está bem melhor.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de cem pessoas já se mudaram até agora, mas — quase nove anos depois do desastre — alguns ainda não puderam se mudar porque suas casas não ficaram prontas e outros porque simplesmente não quiseram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Darliza diz que está feliz, mas que ainda assim preferia sua vida antiga, porque &#8220;a comunidade era mais unida&#8221;. Nem todos da comunidade antiga quiseram se mudar.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Compensação">Compensação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Samarco diz que a Fundação Renova pagou compensação às famílias de 18 das 19 vítimas fatais, e que continua em contato com elas e seus advogados nos processos que ainda não foram resolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fernanda Lavarello, diretora de assuntos corporativos da BHP Brasil, diz: &#8220;O que aconteceu em 2015 foi uma tragédia. Nós lamentamos sobre o que aconteceu. Desde então, a BHP nunca abandonou o país e está fazendo todo o possível para reparar o meio ambiente e a vida das famílias&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Alguns processos estão demorando mais do que o esperado, porque é muito complexo, mas para as famílias que rapidamente quiseram ter suas casas construídas aqui, suas casas estão prontas e elas já se mudaram.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/0c94/live/ee063900-8bc8-11ef-b6b0-c9af5f7f16e4.jpg.webp" alt="Fernanda Lavarello"/><figcaption class="wp-element-caption">A diretora de assuntos corporativos da BHP, Fernanda Lavarello, conversou com a BBC<br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Caso vençam seu caso na Justiça britânica, a indenização coletiva pode passar de R$ 260 bilhões — o que seria um dos maiores valores já pagos no mundo por danos ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Marquinhos, o importante é conseguir uma compensação maior do que a que foi oferecida até agora, para que ele possa ter condições de reconstruir sua vida conforme achar melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas para outros, não existe compensação financeira que possa ser suficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nada vai trazer de volta uma vida&#8221;, diz Gelvana, sobre o filho Thiago. &#8220;Não existe dinheiro no mundo que possa comprar uma vida. Eu quero justiça, para que nenhuma mãe precise passar pelo que estou passando.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Com reportagem em Mariana (MG) de Ione Wells, correspondente da BBC News na América do Sul.</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A influência africana na culinária da Bahia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/eKoGF1P9HqU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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