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	<title>Remédios |</title>
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	<title>Remédios |</title>
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		<title>Projeto caracteriza o acesso a remédios como direito humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[direito humano]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5110/23, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que altera a Lei Orgânica da Saúde para qualificar o acesso aos medicamentos como um direito humano. Na prática, a medida pode fortalecer a posição do cidadão em situações de falta de remédios no Sistema Único [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5110/23, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que altera a Lei Orgânica da Saúde para qualificar o acesso aos medicamentos como um direito humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a medida pode fortalecer a posição do cidadão em situações de falta de remédios no Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto estabelece que o acesso aos medicamentos é considerado um direito humano para todos os efeitos legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida também poderá influenciar decisões judiciais, tornando mais ágil a concessão de liminares para fornecimento de medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Crédito da imagem: www.medicinasa.com.br (proibida a reprodução sem autorização)<br>Crédito da imagem: www.medicinasa.com.br (proibida a reprodução sem autorização)<br>Efetivação do direito</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Alice Portugal argumenta que o direito à saúde está ligado ao direito à vida e à dignidade da pessoa, sendo um dos direitos humanos. Porém, segundo ela, o direito de acesso aos medicamentos, mesmo sendo um dos mais importantes desdobramentos do direito à saúde, nem sempre tem sido reconhecido como um direito humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que se verifica na prática é a negativa de acesso aos medicamentos, sendo este um dos principais obstáculos para a concretização do direito à saúde nos moldes delineados pela Carta Magna”, afirmou a autora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a relatora, deputada Ana Pimentel (PT-MG), a proposta reforça a centralidade do acesso a medicamentos na efetivação do direito à saúde. “A explicitação dessa natureza jurídica contribui para fortalecer a coerência do sistema normativo sanitário, orientar a formulação de políticas públicas e favorecer interpretações jurídicas que priorizem a garantia do tratamento adequado à população”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Pimentel destacou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e as Nações Unidas têm reiterado que o acesso a medicamentos seguros, eficazes e de qualidade constitui parte integrante das obrigações estatais decorrentes do direito à saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Próximos passos</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> (Com informações da Agência Câmara de Notícias) / Foto: Kayo Magalhães</p>



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<iframe title="A CÂMARA COMO A VOZ DA POPULAÇÃO !" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qVe4792Zsys?start=1931&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Remédios: sigilo em compras públicas é má ideia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sigilo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriela Costa Chaves e Thiago Azeredo Ministro sugere que Brasil assine acordos confidenciais com Big Pharma para adquirir fármacos de alto custo. Seria um retrocesso. Transparência garante preços internacionais mais justos – e proposta põe em risco posição autônoma e soberana do país Recentemente, o Ministro da Saúde Alexandre Padilha anunciou a intenção de adotar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Gabriela Costa Chaves e Thiago Azeredo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ministro sugere que Brasil assine acordos confidenciais com Big Pharma para adquirir fármacos de alto custo. Seria um retrocesso. Transparência garante preços internacionais mais justos – e proposta põe em risco posição autônoma e soberana do país</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, o Ministro da Saúde Alexandre Padilha anunciou a intenção de adotar uma nova modalidade de&nbsp;<a href="https://futurodasaude.com.br/acordos-sigilosos-de-medicamentos/">compra de medicamentos de alto custo baseada na garantia da confidencialidade dos preços negociados</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Argumenta-se que tal abordagem, que concederia exceções ao atual modelo de transparência dos preços dos medicamentos adquiridos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), poderia acelerar a incorporação e estimular o investimento no país, favorecendo o acesso. Também se argumenta que ela já é adotada por países europeus e nos Estados Unidos das Américas. Mas nem tudo que vem de fora é bom.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Experiências de negociação de preços em países que também são a sede das empresas farmacêuticas transnacionais, líderes do mercado mundial em vendas, devem ser analisadas com cautela quando consideradas para países periféricos como o Brasil, que representam grandes mercados farmacêuticos para essas mesmas empresas, mas que talvez não estejam na mesma posição de negociação que países de renda alta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que a promessa de garantia oportuna do acesso a tecnologias sanitárias traga um sentido de urgência ao desenho e implementação de políticas públicas, ela não deve justificar respostas que priorizem abordagens onde o país atua em posição isolada na negociação e que ponha em risco uma perspectiva autônoma e soberana na aquisição de tecnologias para o setor público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia todos os textos da coluna&nbsp;<strong><em><a href="https://outraspalavras.net/saudenaoemercadoria/">Saúde Não É Mercadoria</a></em></strong>, do&nbsp;<strong>Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que diz a experiência internacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito multilateral, em 2019 os países Membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovaram uma resolução para “<a href="https://cdn.who.int/media/docs/default-source/essential-medicines/intellectual-property/gspa/a72_r8-en.pdf?sfvrsn=8ecefe84_3&amp;download=true;">Melhorar a transparência dos mercados de medicamentos, vacinas e outros produtos de saúde</a>” (resolução WHA72.8), da qual o Brasil foi um dos&nbsp;<a href="https://healthpolicy-watch.news/world-health-assembly-approves-milestone-resolution-on-price-transparency/">co-patrocinadores</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu preâmbulo, são ressaltadas preocupações com os altos preços de certas tecnologias e os seus efeitos na produção de iniquidades no acesso entre os diferentes países e destaca a importância de informações públicas sobre preços de medicamentos como um facilitador dos esforços para garantir equidade e preços acessíveis. A resolução aponta uma agenda de trabalho para a OMS nesse mesmo sentido de ampliar os esforços para promover a transparência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os instrumentos de regulação de preços está a utilização de preços de referência, sejam eles internos (aqueles praticados dentro do país) ou externos (praticados em diferentes países). A adoção de preços de referência em licitações públicas favorece a concorrência e, se associada a outros elementos, como o volume da aquisição e a garantia da compra, pode trazer resultados satisfatórios para os sistemas de saúde. O uso do poder de compra do Estado, nesse caso, assegura o volume e a garantia da aquisição.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sentido inverso, acordos sigilosos de preços de medicamentos, à medida que diferentes países deixem de publicizar seus preços sob a alegação de possíveis descontos ou outras vantagens de compra favoráveis ao país para casos específicos, minam as opções de preços de referência, desconstroem as próprias fontes de informação que permitiriam avaliar as supostas vantagens dos contratos e reforçam a opacidade do mercado farmacêutico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo recente é o da África do Sul. Embora o&nbsp;<a href="https://haiweb.org/storage/2025/05/Report-pharmaceutical-transparency-Wemos-HAI-2025-1.pdf">governo tenha iniciativas</a>&nbsp;para tornar públicos os preços dos medicamentos adquiridos no setor público, durante a pandemia de Covid-19 o governo negociou contratos para a aquisição de vacinas com empresas farmacêuticas transnacionais que não estavam públicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma&nbsp;<a href="https://health-e.org.za/2024/05/23/south-africa-bullied-by-big-pharma-in-covid-19-vaccines-contract-negotiations/?utm_source=chatgpt.com">ação judicial</a>&nbsp;apresentada pela organização sul-africana&nbsp;<em>Health Justice Initiative</em>&nbsp;resultou em decisão favorável à obrigatoriedade de o governo sul-africano tornar público esses acordos e outros documentos sobre o processo de negociação.&nbsp;<a href="https://www.news24.com/citypress/news/contracts-show-how-sa-govt-was-bullied-into-unfair-covid-19-vaccine-deals-20230905?utm_source=chatgpt.com">Revelou-se</a>&nbsp;que o governo sul-africano pagou 15% mais caro que o preço praticado na União Europeia pela vacina da Johnson &amp; Johnson e 33% mais caro que o preço praticado a União Africana para a vacina da Pfizer-BioNTech.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência não só ilustra os riscos de acordos sigilosos e dos preços resultantes desse tipo de negociação como também aponta para uma vulnerabilização do governo de países de renda média em tempos de pandemia, já que diante da emergência sanitária e da situação de monopólio das tecnologias o governo ficou em posição desvantajosa no momento da aquisição da tecnologia. O mesmo aconteceu no Brasil, já que para a aquisição da vacina da Pfizer/BioNtech e da Johnson &amp; Johnson, o governo aceitou não divulgar o preço praticado ao SUS [1].&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fortalecer o Estado e evitar o retrocesso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É mais provável que o Brasil seja excluído de preços de desconto do que do fornecimento de tecnologias no mercado nacional. Estando entre os dez países no&nbsp;<em>ranking</em>&nbsp;do mercado farmacêutico mundial, é pouco provável que as empresas vão abrir mão da enorme fatia que o mercado farmacêutico brasileiro – incluindo o setor público – representa. O&nbsp;<a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0247853">exemplo do ecolizumab</a>, indicado para algumas doenças raras, é emblemático em ilustrar o peso importante das vendas no mercado brasileiro na fatia de vendas do produto mundialmente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por este mesmo motivo que se deve direcionar o poder de compra do Estado a políticas que fortaleçam o poder de negociação do Estado em compras públicas, reconhecendo as assimetrias de poder entre empresas e governo, principalmente para tecnologias de alto preço envolvendo plataformas tecnológicas específicas e em situação de monopólio decorrente, entre outros, da&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/patentes-trinta-anos-de-submissao-e-dependencia/">situação patentária</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As políticas no contexto do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) se anunciam como&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/saude-e-desenvolvimento-estamos-no-rumo-certo/">estratégia para superar a vulnerabilidade do SUS</a>&nbsp;frente à dependência tecnológica. Nesse sentido, ao invés de atender às demandas do setor regulado de fechar ainda mais a “caixa-preta” dos custos e dos preços dos medicamentos, devemos nos perguntar quais são os caminhos de políticas industriais e tecnológicas que fortaleçam o poder de negociação do governo na aquisição de tecnologias sanitárias promissoras e que salvam vidas por meio de estimativas de custos de produção, preços de referência e capacidade de produção e fornecimento oportunos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que a aposta esteja centrada em tecnologias específicas, como as de alto custo, corre-se o risco de que a exceção vire regra e represente um retrocesso nos esforços de transparência de preços de medicamentos no setor público que estão em vigor há décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde / Foto: Divulgação/CFM</p>



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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/remedios-sigilo-em-compras-publicas-e-ma-ideia/">Remédios: sigilo em compras públicas é má ideia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Remédio genérico funciona como o original? Farmacêutico responde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[originais]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo disponível há 24 anos no mercado, muitas pessoas ainda resistem ao optar pelo remédio genérico ao invés do medicamento referência O remédio genérico está disponível nas farmácias brasileiras há 24 anos, competindo diretamente com os produtos de referência – mas com um menor valor. Graças a isso, ampliou o acesso a tratamentos de saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Mesmo disponível há 24 anos no mercado, muitas pessoas ainda resistem ao optar pelo remédio genérico ao invés do medicamento referência</p>



<p class="wp-block-paragraph">O remédio genérico está disponível nas farmácias brasileiras há 24 anos, competindo diretamente com os produtos de referência – mas com um menor valor. Graças a isso, ampliou o acesso a tratamentos de saúde para a população, principalmente as de baixa renda. Ele é resultado Lei 9.787/1999, que permitiu o registro e comercialização, por qualquer laboratório farmacêutico, de medicamentos com patentes que já expiraram. Mas será que ele é tão eficaz quanto o remédio “original”?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“O genérico aumentou a competitividade do mercado farmacêutico. Isso resultou em melhores ofertas para os consumidores e facilitou o acesso e a adesão da população ao tratamento de diversas doenças”, explica o farmacêutico e gerente de inovação e pesquisa clínica da Prati-Donaduzzi, Liberato Brum Junior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O valor do medicamento genérico é no mínimo 35% menor em comparação com o medicamento de referência. O que garante a continuidade do tratamento de saúde e, consequentemente, melhora a qualidade de vida, aliviando sintomas e curando <a href="https://www.saudeemdia.com.br/doencas">doenças</a>”, complementa Liberato. No entanto, mesmo assim, muitas pessoas ainda resistem ao genérico e optam por pagar mais caro pelo produto de referência. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual a diferença entre o remédio genérico e o de referência?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Liberato explica que, de forma geral, o medicamento de referência é aquele que traz inovação e é o primeiro a ser comercializado no país. Claro, após a certificação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso requer um trabalho de pesquisa que garante a segurança e a qualidade, e comprovação científica junto ao órgão regulador por meio de ensaios clínicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, vem o genérico, que contém os mesmos princípios ativos, mesma dose e forma farmacêutica, mesma posologia e mesma indicação terapêutica. Dessa forma, ele oferece eficácia e segurança equivalentes ao medicamento de referência, comprovados por meio de ensaios de equivalência e bioequivalência farmacêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A médica de Família e Comunidade e professora da Universidade Positivo, Nathalie de Paula Damião, reforça que o medicamento genérico possui a mesma eficácia que o de referência. Ela é comprovada por laboratórios e com todas as certificações necessárias para garantir a segurança do tratamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando pensamos em um paciente que toma vários medicamentos de uso contínuo e, muitas vezes, precisa de mais algum para fases agudas da doença, a diferença no custo final é muito grande. Se ampliarmos isso para municípios e estados que precisam fornecer medicamentos para o SUS, a importância do genérico é ainda maior”, destaca a médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A eficácia é a mesma</strong><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O medicamento genérico possui a mesma qualidade, segurança e eficácia do medicamento de referência. Isso porque sua intercambialidade tem garantia através de testes de equivalência, que incluem comparações in vitro e estudos de bioequivalência em humanos e apresentados para avaliação final da Anvisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As grandes indústrias farmacêuticas utilizam tecnologia de ponta e realizam avaliações rigorosas para cumprir todos os procedimentos de boas práticas de fabricação e controle de qualidade lote a lote, empregando e validando metodologias e processos de acordo com padrões internacionais de qualidade e referência. Isso garante que a classe médica e os pacientes tenham acesso a medicamentos genéricos que atendam a todos os padrões de qualidade, segurança e eficácia”, ressalta Liberato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saúde em dia / Foto: Shutterstock</p>



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<iframe title="EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL NA BACIA DO JACUÍPE: DESAFIOS E PERSPECTIVAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/jSNBjbl51kQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/remedio-generico-funciona-como-o-original-farmaceutico-responde/">Remédio genérico funciona como o original? Farmacêutico responde</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pessoas preferem remédios à terapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 15:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia do Psicólogo, profissional analisa imediatismo por resultados e a importância do autoconhecimento Apenas 5,1% dos brasileiros fazem tratamento com psicoterapia, uma indicação geralmente adotada como terapia primária para lidar com questões de saúde mental. Cerca de 19% chegaram a se consultar em algum momento com um psicólogo ou um psiquiatra no decorrer do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Neste Dia do Psicólogo, profissional analisa imediatismo por resultados e a importância do autoconhecimento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas 5,1% dos brasileiros fazem tratamento com psicoterapia, uma indicação geralmente adotada como terapia primária para lidar com questões de saúde mental. Cerca de 19% chegaram a se consultar em algum momento com um psicólogo ou um psiquiatra no decorrer do último ano, porém a maioria não passou de cinco encontros. O estudo está no Índice Instituto Cactus-Atlas de Saúde Mental (iCASM), levantamento feito pelo Instituto Cactus, entidade filantrópica ligada à promoção do bem-estar psíquico, junto à AtlasIntel, empresa especializada em pesquisas e dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo de 2023 mostra ainda que, dos poucos brasileiros que acessam a terapia, 43% haviam começado há menos de um ano. A pesquisa destaca a diferença considerável entre a adesão à psicoterapia e o número de pessoas que fazem uso de medicamentos contínuos para problemas emocionais, comportamentais ou relacionados ao uso de substância. Segundo o levantamento, 16,6% da população, 1 a cada 6 brasileiros, faz uso de remédios, 77,7% há mais de um ano. Os números valem uma reflexão neste Dia do Psicólogo, celebrado em 27 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A psicóloga Ana Beatriz Sahium, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, analisa que o uso de remédios é maior, pois no mundo imediatista que vivemos, as pessoas querem resultados rápidos. “Só o medicamento vai resolver parcialmente, vai contribuir pra pessoa sentir menos o sintoma da tristeza, o desânimo, só que se eu não trato o que que está me causando aquilo, eu não tenho uma melhora 100%. A pessoa sente que está muito bem, só que na verdade aquilo pode voltar a qualquer momento porque ela não está tratando o que causa. Se eu for para a terapia e tratar e descobrir qual que é o início destes sintomas da depressão, da tristeza, eu vou ter uma melhora muito grande dos meus sintomas. Se estou aprendendo técnicas de como resolver aquele problema e ainda tenho a medicação, aí temos o que hoje nós chamamos de tratamento padrão ouro, que é medicação e terapia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela explica que, por meio da terapia, o paciente encontra o autoconhecimento, a base para o fortalecimento das emoções. “Ele compreende o que tem de bom, o que precisa melhorar, e se fortalece como indivíduo. Consegue resolver conflitos, consegue se impor, consegue ter essa força própria. Trabalha sua autoestima e passa a acreditar em sua capacidade. Com autoconhecimento, cada um consegue resolver problemas com mais facilidade porque também consegue compreender o que é seu e o que é do outro”, pontua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dificuldade de se expor</strong><strong><br></strong>Normalmente, explica a psicóloga, o processo de começar a fazer terapia está ligado ao incômodo do paciente com um problema específico que afeta o seu bem-estar profissionalmente, emocionalmente e em relações sociais. Porém, ela nota que muitas pessoas possuem dificuldade de expor suas questões, algo cultural em sua visão. “Eu vejo que isso é muito enraizado na nossa sociedade, o ponto de ter uma fraqueza, de precisar de ajuda, também existe muito o preconceito do psicólogo, do estar em tratamento. A nossa sociedade condena, de certa forma, uma pessoa que está, às vezes, precisando de tratamento. Então, as pessoas têm dificuldade de assumir que está com alguma dificuldade emocional”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Beatriz Sahium explica como se dá&nbsp;o processo de terapia. “Ali é um ambiente aberto, sem julgamentos, para que o paciente fale do assunto que ele quiser, do jeito que ele quiser, da forma que ele quiser e quando ele quiser. É um ambiente pronto para receber isso e tratar essa dificuldade”, detalha. Ela explica que a frequência no processo terapêutico vai depender muito de cada caso. “Em algumas situações, o indicado é que a gente comece com duas vezes na semana, mas o padrão é de uma vez na semana. Com a evolução do tratamento, nós espaçamos para 15 dias e depois caminhamos para o processo de alta”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Portal saúde no ar / Foto: Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Político:o representante legal escolhido pelo povo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/aZt0iM8KjfI?start=3471&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>ANS incorpora mais remédios para tratar pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 18:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem psoríase e asma ganha mais opções na saúde suplementar A diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a incorporação de cinco medicamentos ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. São eles, Brodalumabe, destinado a tratar psoríase em placas, moderada a grave, em pacientes adultos que são elegíveis para terapia sistêmica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quem tem psoríase e asma ganha mais opções na saúde suplementar<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a incorporação de cinco medicamentos ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. São eles, Brodalumabe, destinado a tratar psoríase em placas, moderada a grave, em pacientes adultos que são elegíveis para terapia sistêmica ou fototerapia; e Ibrutinibe &#8211; em combinação com venetoclax &#8211; para adultos com leucemia linfocítica crônica/linfoma linfocítico de pequenas células (LLC/LLPC), em primeira linha.<br><br>Também foram incorporados Tezepelumabe, remédio complementar para o tratamento da asma alérgica grave; Tezepelumabe, remédio para tratar a asma eosinofílica grave; e Belimumabe, &nbsp;destinado a pacientes adultos com nefrite lúpica (doença inflamatória que atinge os rins).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1606713&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1606713&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As cinco tecnologias terão cobertura obrigatória na saúde suplementar, de acordo com diretrizes de utilização, a partir de 2 de setembro próximo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Coberturas obrigatórias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde é a lista de coberturas obrigatórias pelas operadoras de planos de saúde para os seus beneficiários. Ele conta com tecnologias disponíveis entre terapias, exames, procedimentos e cirurgias que atendem doenças listadas na Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).<br><br>“Seu processo de atualização tem sido constantemente aprimorado, com ampla participação social e buscando garantir a segurança das tecnologias oferecidas aos consumidores, a partir de bases científicas e da sustentabilidade do setor de saúde suplementar”, diz nota da ANS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil / Foto: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-08/ans-incorpora-mais-remedios-para-tratar-pacientes#"></a>© Divulgação TV Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A influência africana na culinária da Bahia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/eKoGF1P9HqU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Os 2 únicos países que permitem propaganda na TV de remédios vendidos com receita (e por que médicos querem proibir)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 15:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda na TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Ôô-Ozempic!&#8221; canta um refrão ao fundo, enquanto famílias sorridentes praticam passeios em um campo de golfe ou brincam de jogar laço em uma cidade situada do Velho Oeste americano. Se você ligar a televisão nos Estados Unidos, é muito provável que tentem lhe vender um medicamento para tratar os mais diversos problemas de saúde, desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ôô-Ozempic!&#8221; canta um refrão ao fundo, enquanto famílias sorridentes praticam passeios em um campo de golfe ou brincam de jogar laço em uma cidade situada do Velho Oeste americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você ligar a televisão nos Estados Unidos, é muito provável que tentem lhe vender um medicamento para tratar os mais diversos problemas de saúde, desde obesidade, depressão, diabetes ou disfunção erétil até HIV e câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualquer hora do dia, a propaganda de um desses medicamentos é seguida de outra. E então outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas farmacêuticas gastaram US$ 1,68 bilhão em campanhas publicitárias só em 2022 para os 10 medicamentos mais veiculados, incluindo o famoso medicamento antidiabético emagrecedor Ozempic, além de outros remédios que tratam desde pólipos nasais até artrite reumatoide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicidade direta ao consumidor destes produtos sujeitos a receita médica é proibida em todos os países do mundo, exceto nos Estados Unidos e na Nova Zelândia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E levanta sérias preocupações sobre o seu impacto no comportamento do consumidor, no trabalho dos médicos e no preço dos medicamentos, que por vezes custam centenas ou, em alguns casos, milhares de dólares.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Uma-história-recente">Uma história recente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os comerciais de medicamentos que exigem receita nem sempre foram permitidos nos Estados Unidos — na verdade, são um fenômeno relativamente recente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a década de 1990, como em quase todos os países do mundo, as empresas farmacêuticas direcionavam os seus esforços de publicidade e marketing exclusivamente para os médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o paradigma mudou na última década do século passado. Por quê?</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Outros atores surgiram no setor da saúde, como as seguradoras, as empresas farmacêuticas tornaram-se muito mais poderosas e houve a ascensão do &#8216;movimento do consumidor&#8217; que ajudou a capacitar os pacientes para tomarem as suas próprias decisões”, explica a pesquisadora Jeanne Madden, especialista em sistemas de saúde da Northeastern University, em Boston.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FDA (Food and Drug Administration), o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios, relaxou gradualmente as restrições até finalmente abrir as portas — primeiro em jornais e revistas e mais tarde na rádio e na televisão — à publicidade de medicamentos com receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob as novas regras, os gastos com publicidade farmacêutica dispararam de cerca de US$ 1 bilhão em 1997 para mais de US$ 4 bilhões em 2005, segundo dados da empresa de consultoria IMS Health.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E desde então o número continuou a crescer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, as empresas farmacêuticas gastam anualmente entre US$ 8 bilhões e US$ 12 bilhões em publicidade, de acordo com estimativas de diversas fontes, e uma grande parte do orçamento corresponde a anúncios televisivos de medicamentos sujeitos a receita médica.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Duas-restrições">Duas restrições</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A FDA impõe duas limitações a qualquer anunciante que pretenda promover os seus medicamentos que exigem receita nos meios de comunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deve relatar os principais efeitos colaterais do produto — as empresas farmacêuticas geralmente fazem isso velozmente nos últimos segundos do comercial — e, claro, não pode prometer benefícios infundados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o que acontece com quem quebra essas regras? Primeiro é dada uma carta de advertência e, no caso de uma nova infração, há uma multa de US$ 250 mil por publicidade falsa ou enganosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, de acordo com alguns especialistas, as autoridades dos EUA aplicam os seus regulamentos de forma bastante negligente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A atividade da FDA nesta área tem sido medíocre nos últimos anos”, diz Robin Feldman, especialista em propriedade intelectual e legislação farmacêutica da Universidade da Califórnia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alega que a agência reguladora “tende a concentrar-se estritamente em detalhes como efeitos secundários, em vez de abordar questões mais amplas de publicidade médica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em teoria, ela exige que os anúncios de medicamentos sujeitos a receita médica comuniquem um equilíbrio justo entre benefícios e riscos. Mas, na prática, estudos sugerem que as empresas farmacêuticas não costumam transmitir uma imagem equilibrada do seu produto”, explica ela à BBC Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E especifica que, “apesar do aumento acentuado na publicidade ao consumidor e das evidências de publicidade problemática, a FDA emitiu apenas cinco cartas de advertência em 2020 , em comparação com 21 em 2008”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jeanne Madden, por sua vez, acredita que as empresas do setor costumam cumprir as regulamentações e por isso quase não existem sanções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ela afirma que “há pressão para permitir que as empresas tenham cada vez mais ‘liberdade de expressão’ e digam o que querem sobre o que vendem, bem como um movimento conservador em massa para simplesmente desmantelar as regulamentações federais em todos os níveis”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-lado-obscuro">O lado obscuro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que as propagandas de medicamentos com receita começaram a invadir as casas, um intenso debate tem ocorrido nos Estados Unidos sobre seus benefícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os críticos argumentam que elas estimulam a procura de medicamentos caros e dispensáveis, além de aumentarem os custos dos cuidados médicos sem necessariamente melhorarem a saúde dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Médica Americana (AMA) apelou repetidamente para a proibição da publicidade direta ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta prática “inflaciona a procura de medicamentos novos e mais caros, mesmo quando esses medicamentos podem não ser apropriados”, diz um comunicado emitido em 2015 pela principal associação de médicos e estudantes de medicina do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algo que também preocupa os profissionais do setor é que muitas vezes os pacientes vão ao consultório médico com a decisão já tomada sobre quais remédios precisam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Talvez o médico não considere o medicamento apropriado ou haja contra-indicações significativas, e isso coloca o médico em uma posição desconfortável”, explica Gary Young, diretor do Centro de Políticas de Saúde e Pesquisa em Saúde da Northeastern University.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Young argumenta que, nesses casos, os médicos podem aceitar a vontade do paciente para evitar serem avaliados negativamente no formulário pós-consulta, o que afetaria reputação e renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os críticos também alegam que os anúncios promovem a medicalização de condições normais ou leves, incentivando os consumidores a procurarem intervenções farmacêuticas em situações que não necessitam tratamento médico.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="As-vozes-a-favor">As vozes a favor</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos, porém, a publicidade de medicamentos que exigem receita também tem um lado positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os defensores argumentam que a propaganda educa os consumidores sobre as doenças e as opções de tratamento, aumentando o seu conhecimento e capacitando-os a participar ativamente nos seus cuidados de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, ao estarem mais informados sobre as opções de tratamento e seus benefícios, os pacientes podem ter maior probabilidade de seguir o que foi recomendado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isto é consistente com a perspectiva dos Estados Unidos sobre os cuidados de saúde e outras questões, na medida em que colocamos muita ênfase na tomada de decisões individuais”, diz Young.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não queremos que o governo diga: &#8216;Você não pode ter esta informação&#8217;. A perspectiva americana é: &#8216;Sim, obtenha a informação, esperamos que a utilize da melhor maneira possível&#8217;, sem depender da autorização do governo. Mesmo que o médico tome a decisão final, você estará munido dessa informação”, argumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqueles que defendem a sua legalidade também acreditam que estes anúncios incentivam os pacientes a consultar os seus médicos sobre sintomas ou condições que, de outra forma, poderiam ignorar, facilitando o diagnóstico precoce e a intervenção médica apropriada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, os defensores desse tipo de publicidade afirmam que isso promove a concorrência no mercado farmacêutico, incentivando as empresas a melhorar os seus produtos e a desenvolver tratamentos inovadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-caso-da-Nova-Zelândia">O caso da Nova Zelândia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Nova Zelândia é o único outro país do mundo onde a publicidade direta ao consumidor de medicamentos com receita é permitida, embora existam algumas diferenças em relação aos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As regras da Nova Zelândia, supervisionadas pelo Ministério da Saúde local, impõem normas mais rigorosas para garantir que a publicidade seja precisa e equilibrada e evitar a propagação de informações enganosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, há um sistema que exige aprovação prévia dos anúncios antes de sua veiculação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraste com a abordagem dos EUA, que não requer aprovação prévia, o modelo da Nova Zelândia é considerado um pouco menos permissivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a agência governamental Pharmac negocia os preços dos medicamentos, tornando-os mais acessíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo especialistas, isso também limita indiretamente a necessidade de um marketing agressivo por parte das empresas farmacêuticas, o que faz diferença em relação ao ambiente altamente competitivo e caro dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em qualquer caso, há também um forte debate na Nova Zelândia sobre os potenciais efeitos negativos da publicidade a medicamentos sujeitos a receita médica, com numerosas vozes de oposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O New Zealand Medical Journal (NZMJ), principal revista científica da profissão médica no país, publicou um editorial no qual exigia que estes anúncios fossem tornados ilegais e culpava o poderoso lobby farmacêutico por sua manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As evidências disponíveis indicam que a proibição da publicidade direta ao consumidor ajudaria a promover a saúde da população, reduzindo o diagnóstico e o tratamento descabidos e os danos da má prática médica”, afirma a publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / GETTY IMAGES</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Análise Preliminar de Risco - APR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/mxl4sFHF03E?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Uso excessivo de remédios para cólicas traz riscos à saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 21:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cólicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso excessivo de analgésicos e anti-inflamatórios pode elevar o risco de infarto e AVC e disfarçar sintomas de doenças graves As cólicas podem ser um verdadeiro incômodo na rotina durante o&#160;ciclo menstrual, por isso quem sofre dessas dores, geralmente utiliza anti-inflamatórios não esteroides e analgésicos de venda livre para reduzir o desconforto. Mas o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O uso excessivo de analgésicos e anti-inflamatórios pode elevar o risco de infarto e AVC e disfarçar sintomas de doenças graves</p>



<p class="wp-block-paragraph">As cólicas podem ser um verdadeiro incômodo na rotina durante o&nbsp;<a href="https://www.altoastral.com.br/saude/menstruacao-ciclo-regular-nao-sinonimo-saude-entenda.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ciclo menstrual</a>, por isso quem sofre dessas dores, geralmente utiliza anti-inflamatórios não esteroides e analgésicos de venda livre para reduzir o desconforto. Mas o uso excessivo desses medicamentos pode trazer sérios prejuízos à saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Patrick Bellelis, ginecologista especializado em endometriose do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, o <strong>uso indiscriminado de analgésicos e anti-inflamatórios</strong> pode provocar problemas gastrointestinais, renais e elevar o risco de doenças cardiovasculares, como infarto e acidentes vasculares cerebrais (AVC). </p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7.jpg" alt="" class="wp-image-86858" style="width:838px;height:105px" width="838" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas do uso abusivo de analgésicos e anti-inflamatórios variam de acordo com a classe dos medicamentos. No entanto, entre os sintomas mais comuns estão <strong>úlceras estomacais, sangramento e dores de estômago</strong>. Além disso, podem ocorrer <a href="https://www.altoastral.com.br/saude/dor-de-cabeca-dicas-para-nao-sofrer-mais-com-crises.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dores de cabeça</a>, complicando ainda mais a situação de quem busca alívio.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-dificuldade-no-diagnostico-de-doencas">Dificuldade no diagnóstico de doenças</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outra consequência do uso frequente de analgésicos e anti-inflamatórios é que esses medicamentos&nbsp;<strong>podem disfarçar sintomas de doenças mais graves</strong>, como a&nbsp;<a href="https://www.altoastral.com.br/saude/endometriose-3-exames-medicos-que-auxiliam-no-diagnostico-da-doenca.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">endometriose</a>. A condição causa dores intensas que dificultam a realização de tarefas diárias e pode levar à&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/infertilidade-atinge-15-da-populacao-mundial-veja-como-tratar.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">infertilidade</a>&nbsp;se não for tratada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://ads.stickyadstv.com/auto-user-sync?_fw_gdpr=0&amp;_fw_gdpr_consent="><img decoding="async" src="https://ads.stickyadstv.com/user-matching?id=2545&amp;_fw_gdpr=0&amp;_fw_gdpr_consent="></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, além de atentar-se aos riscos e explorar formas alternativas de controlar as cólicas menstruais, também é fundamental procurar auxílio médico em caso de dores intensas. Isso ajuda a “descartar quaisquer condições ginecológicas ou desequilíbrios hormonais” que possam estar por trás delas, conforme o especialista.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Hábitos e alimentos ajudam a aliviar as cólicas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o ginecologista, a adoção de hábitos saudáveis, como a prática de exercícios físicos, a baixa ingestão de alimentos multiprocessados e o consumo de alimentos anti-inflamatórios, podem contribuir para a redução natural das dores menstruais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Um estilo de vida mais saudável, com preocupação com seu próprio corpo, aliado ao acompanhamento médico periódico, é capaz de promover melhora significativa das cólicas”, finaliza Bellelis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Alto astral</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Como resolver pendências na Receita Federal sem sair de casa" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DkqiAQDJM3M?start=3869&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/uso-excessivo-de-remedios-para-colicas-traz-riscos-a-saude/">Uso excessivo de remédios para cólicas traz riscos à saúde</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Medicamentos: 5 segredos para economizar na compra de remédios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 11:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a alta nos preços e também na procura por medicamentos, economizar é um diferencial. Confira dicas de especialista para comprar remédios com economia Oito em cada dez brasileiros escolhem a farmácia de acordo com o preço dos medicamentos. É o que mostra uma pesquisa sobre o comportamento do consumidor em farmácias do Brasil, finalizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Com a alta nos preços e também na procura por medicamentos, economizar é um diferencial. Confira dicas de especialista para comprar remédios com economia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oito em cada dez brasileiros escolhem a farmácia de acordo com o preço dos medicamentos. É o que mostra uma pesquisa sobre o comportamento do consumidor em farmácias do Brasil, finalizada em 2022 e realizada pelo&nbsp;&nbsp;<a href="https://www.febrafar.com.br/ferramentas/ifepec/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">IFEPEC</a>&nbsp;(Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa) em parceria com a Unicamp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo entrevistou quatro mil consumidores em todo o país. Desse total, 86% afirmou participar de algum programa de fidelidade, o que comprova a preocupação do brasileiro em economizar na compra de medicamentos, um gasto prioritário das famílias de todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o levantamento, também cresceu o número de consumidores que deixaram de adquirir algum produto por questão financeira, sendo que mais de 19% dos consumidores entrevistados reportaram ter deixado de adquirir produtos que desejavam comprar. Destes consumidores, mais da metade, 51,8%, alegaram questões financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&#8220;Fazer uma pesquisa sobre o retrato real do comportamento dos consumidores no varejo farmacêutico nacional é primordial para apoiar as iniciativas internas. Com dados atuais à disposição, podemos estruturar nossas estratégias e dessa forma sermos mais assertivos&#8221;, destaca Edison Tamascia, presidente da Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como economizar ao comprar medicamentos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a alta dos preços e o baixo poder de compra do brasileiro, torna-se imprescindível adotar maneiras de economizar na compra de&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/canal/medicamentos" rel="noreferrer noopener" target="_blank">remédios</a>&nbsp;e outros itens essenciais.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mesmo tendo os medicamentos preços tabelados é possível economizar nas compras. Uma coisa que poucas pessoas sabem é que se tabela apenas o valor máximo dos medicamentos, mas o mínimo as farmácias podem estabelecer de acordo com suas estratégias comerciais&#8221;, analisa o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN), Reinaldo Domingos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reinaldo revela 5 segredos que vão aliviar seu bolso nas compras de farmácia:</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Pesquise preços. </strong>O profissional recomenda conhecer os preços oferecidos por outras farmácias, já que os valores podem ser muito diferentes entre uma drogaria e outra. “Aconselho que o consumidor faça um cadastro de fidelidade e participe de programas de aquisição de medicamentos, pois a prática pode resultar em descontos futuros”, orienta.</li><li><strong>Defina o que quer comprar.</strong> Ter bem claro o que vai comprar na farmácia é muito importante, como destaca Reinaldo. “Por isso se atenha a uma lista pré-definida de produtos, evitando comprar por impulso, o que é muito comum nos dias de hoje”, aconselha.</li><li>Pesquise genéricos e similares. Na grande maioria das vezes os medicamentos genéricos ou similares são mais em conta, por isso Reinaldo recomenda solicitar ao médico que coloque o princípio ativo na prescrição, em vez da marca. “Pesquise também entre laboratórios, pois os preços são variados”, complementa.</li><li><strong>Cadastre-se no programa Farmácia Popular.</strong> O programa governamental Farmácia Popular oferece medicamentos gratuitos de hipertensão, diabetes ou asma para pessoas que possuem cadastro e receita. Ele também possibilita descontos de até 90%. “É necessário apenas ir a uma farmácia credenciada, apresentar a receita &#8211; que não precisa ser de um médico do Sistema Único de Saúde (SUS) &#8211; e a identidade para conseguir pegar medicamentos com desconto”, revela o presidente da ABEFIN.</li><li><strong>Utilize programas de fidelidade.</strong> Como informa Reinaldo, a grande maioria das farmácias possui programas de fidelidades com grandes benefícios. Além delas, existem também os programas dos laboratórios. “Faça seu cadastro, pois são aceitos em muitas farmácias, gerando economia de até 70%. Veja se sua empresa, plano de saúde, sindicato ou associação de classe profissional não possui parceria com alguma rede”, finaliza.</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saúde em dia</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="480" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc.jpg" alt="" class="wp-image-45345" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc-300x180.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/medicamentos-5-segredos-para-economizar-na-compra-de-remedios/">Medicamentos: 5 segredos para economizar na compra de remédios</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo autoriza reajuste de até 4,88% em remédios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 16:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reajuste já pode ser aplicado pelas farmacêuticas Por&#160;Juliana Rodrigues&#160;no dia 15 de Março de 2021 ⋅ 13:20&#160;&#160;&#160; A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) autorizou um aumento de até 4,88% nos preços de remédios. O reajuste, publicado na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União, já pode ser aplicado pelas farmacêuticas.A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Reajuste já pode ser aplicado pelas farmacêuticas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;<strong>Juliana Rodrigues</strong>&nbsp;no dia 15 de Março de 2021 ⋅ 13:20<a href="javascript:void(0);">&nbsp;</a><a href="javascript:void(0);">&nbsp;</a><a href="javascript:void(0);">&nbsp;</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) autorizou um aumento de até 4,88% nos preços de remédios. O reajuste, publicado na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União, já pode ser aplicado pelas farmacêuticas.<br>A regulação é aplicável a um universo de mais de 19 mil medicamentos disponíveis no mercado varejista brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi tomada no último dia 12 pelo Comitê Técnico-Executivo da CMED, órgão vinculado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por meio da entidade, o governo controla o reajuste de preços de medicamentos periodicamente e estabelece o aumento máximo que esses produtos podem atingir no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ajuste de preços foi feito 15 dias antes do usual, pois uma resolução da CMED estabelecia que os preços deveriam ser modificados em 31 de março de cada ano. A portaria não esclarece o motivo da antecipação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Metro 1</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/governo-autoriza-reajuste-de-ate-488-em-remedios/">Governo autoriza reajuste de até 4,88% em remédios</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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