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	<title>risco de morte |</title>
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	<title>risco de morte |</title>
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		<title>Obesidade sarcopênica aumenta em mais de 80% o risco de morte</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O acúmulo de gordura abdominal, associado à perda de massa muscular, condição conhecida como&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/obesidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">obesidade</a>&nbsp;</strong>sarcopênica, aumenta em mais de 80% o risco de&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/mortalidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">morte</a></strong>, se comparado a pessoas que não apresentam essas duas condições combinadas. A conclusão é de um estudo da Universidade Federal de São Carlos (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ufscar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFSCar</a></strong>), no interior paulista, em parceria com a University College London, no Reino Unido.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Segundo os pesquisadores, pode-se definir como obesidade abdominal a circunferência do abdômen maior que 102 centímetros para homens e 88 centímetros para mulheres. Já a condição muscular é verificada a partir de um índice de massa muscular esquelética.</p>



<p>Uma das pesquisadoras do estudo, a professora do Departamento de Gerontologia da UFSCar, Valdete Regina Guandalini, explica que a obesidade sarcopênica está relacionada também com a terceira idade, ligada a fatores como perda de autonomia da pessoa idosa e a piora na qualidade de vida nessa faixa etária.</p>



<p>Valdete Guandalini ressalta que, embora a perda muscular seja normal a partir dos 40 anos de idade, alguns fatores podem acentuar ou retardar o processo.</p>



<p>“A prática de atividade física, o consumo alimentar, o não consumo de bebida alcoólica, o uso de cigarro e o sono irão influenciar nesse declínio, tornando-o mais rápido ou não”.</p>



<p>A pesquisadora salienta que hábitos saudáveis reduzem a incidência de obesidade sarcopênica. Ela aponta outros dados do estudo, como a redução em 40% do risco de morte entre aqueles com baixa massa muscular, mas sem obesidade abdominal. O que também se observa em indivíduos com obesidade abdominal, mas massa muscular adequada. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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		<title>Remédio para rins pode reduzir risco de morte em pessoas com problemas cardíacos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 19:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Remédio]]></category>
		<category><![CDATA[risco de morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento chamado finerenona pode ser uma terapia eficaz em pessoas com insuficiência cardíaca que têm fração de ejeção levemente reduzida ou preservada, segundo novo estudo Um medicamento que é atualmente usado para doença renal crônica em pacientes com diabetes tipo 2 pode reduzir o risco de agravamento da insuficiência cardíaca e de morte cardiovascular em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Medicamento chamado finerenona pode ser uma terapia eficaz em pessoas com insuficiência cardíaca que têm fração de ejeção levemente reduzida ou preservada, segundo novo estudo</p>



<p>Um medicamento que é atualmente usado para doença renal crônica em pacientes com diabetes tipo 2 pode reduzir o risco de agravamento da insuficiência cardíaca e de morte cardiovascular em certas pessoas com a doença. A descoberta é de novo estudo no New England Journal of Medicine.</p>



<p>O medicamento, chamado <strong>finerenona</strong>, pode ser uma terapia eficaz em pessoas com <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-diferencas-entre-insuficiencia-ataque-e-parada-cardiaca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">insuficiência cardíaca</a> que têm fração de ejeção levemente reduzida ou preservada, segundo o <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2407107" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>.</p>



<p>“As pessoas não percebem isso, mas se você for hospitalizado por insuficiência cardíaca, sua expectativa de vida pode ser pior do que a da maioria dos cânceres, e por isso estamos desesperadamente buscando terapias que possam reduzir esse risco”, afirma Scott Solomon, professor de medicina na Harvard Medical School e titular da Cátedra Distinta Edward D. Frohlich no Brigham and Women’s Hospital, que foi um dos principais investigadores do estudo.</p>



<p>“Fizemos enormes progressos na área de insuficiência cardíaca nos últimos 20 a 25 anos, mas, na maioria das vezes, isso ocorreu no tipo de insuficiência cardíaca chamada insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, quando o coração não bombeia muito bem”, diz Solomon. Mas quando se trata de insuficiência cardíaca com fração de ejeção levemente reduzida ou preservada, poucas terapias estão disponíveis.</p>



<p>“Essa é a razão pela qual fizemos este estudo”, acrescenta. “Ainda há uma enorme necessidade não atendida nesta população.”</p>



<p>A fração de ejeção refere-se à porcentagem de sangue que o coração bombeia a cada batimento. Quando alguém tem insuficiência cardíaca com fração de ejeção levemente reduzida ou preservada, seu coração pode estar bombeando normalmente, ou quase normalmente, mas ainda assim apresentando sinais ou sintomas de insuficiência cardíaca.</p>



<p>Mais de 6 milhões de pessoas nos Estados Unidos vivem com insuficiência cardíaca, e estima-se que quase metade de todos os pacientes com insuficiência cardíaca tenha fração de ejeção levemente reduzida ou preservada.</p>



<p>O novo estudo “destaca a importância deste tipo de insuficiência cardíaca, que só está crescendo à medida que nossa população envelhece”, diz Solomon.</p>



<p>A insuficiência cardíaca com fração de ejeção levemente reduzida ou preservada muitas vezes pode ser tratada com medicamentos chamados inibidores do cotransportador sódio-glicose tipo 2 ou SGLT2, que ajudam a reduzir o açúcar no sangue. Mas o novo estudo sugere que a finerenona “poderia potencialmente ser um segundo pilar de terapia em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção levemente reduzida ou preservada”, afirma Solomon.</p>



<p>A finerenona, vendida sob as marcas Kerendia e Firialta, foi aprovada em 2021 pela Agência de Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) para reduzir o risco de complicações graves em certos adultos com doença renal crônica associada ao&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dormir-pouco-aumenta-risco-de-diabetes-tipo-2-mostra-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diabetes tipo 2</a>.</p>



<p>Para que o medicamento obtenha aprovação do FDA para uso nessas pessoas com insuficiência cardíaca, a Bayer, empresa farmacêutica responsável pela finerenona, precisaria solicitar à agência uma indicação expandida.</p>



<p>O novo estudo, financiado pela Bayer, incluiu mais de 6.000 pessoas com 40 anos ou mais em 37 países que tinham insuficiência cardíaca e fração de ejeção levemente reduzida ou preservada.</p>



<p>Entre setembro de 2020 e janeiro de 2023, os pacientes foram separados em dois grupos; 3.003 receberam uma dose diária de finerenona, e 2.998 receberam um placebo.</p>



<p>A equipe internacional de pesquisadores descobriu que houve 1.024 eventos de insuficiência cardíaca entre as pessoas no grupo do placebo, em comparação com 842 eventos no grupo da finerenona.</p>



<p>Além disso, 8,7% dos participantes do grupo do placebo&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/jejum-intermitente-pode-estar-associado-a-maior-risco-de-morte-diz-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">morreram por causas cardiovasculares</a>&nbsp;durante o estudo, em comparação com 8,1% do grupo da finerenona, mostraram os dados.</p>



<p>“A redução na morbidade e mortalidade que observamos se traduzirá em anos de vida livre de eventos de insuficiência cardíaca para esses pacientes”, diz Solomon, que apresentou os resultados do estudo no domingo, na conferência da Sociedade Europeia de Cardiologia em Londres.</p>



<p>A finerenona é um tipo de antagonista do receptor de mineralocorticoide, ou MRA. Esses medicamentos funcionam bloqueando o receptor do hormônio aldosterona. A aldosterona faz com que os rins retenham sal e água, o que pode aumentar a pressão arterial.</p>



<p>Quando o medicamento bloqueia o receptor, os rins liberam o excesso de água e sal do sangue, o que também pode afetar os níveis de potássio, mas o medicamento previne a perda de potássio. É importante manter os níveis de potássio em certos níveis, pois muito potássio no sangue pode danificar o coração, e níveis baixos podem afetar certas funções do corpo.</p>



<p>Os pesquisadores descobriram que as pessoas que tomavam finerenona apresentaram maior risco de hipercalemia, ou excesso de potássio no sangue. Mas muito poucas delas – 0,5% dos pacientes no grupo da finerenona e 0,2% no grupo do placebo – foram hospitalizadas por hipercalemia.</p>



<p>“Qualquer medicamento que funcione dessa maneira, os antagonistas do receptor de mineralocorticoide, aumentará o potássio no sangue”, diz Solomon. “Este é um efeito colateral muito bem estabelecido e conhecido, mas esses medicamentos reduzem o risco de baixo potássio, o que também coloca os pacientes em risco.”</p>



<p>A Bayer divulgou anteriormente os principais resultados deste estudo no início de agosto. No anúncio, Christian Rommel, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Divisão de Produtos Farmacêuticos da Bayer, diz que a empresa está “ansiosa para trazer a finerenona para pacientes elegíveis o mais rápido possível.”</p>



<p>Um artigo separado, publicado no domingo (1) na&nbsp;<a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(24)01733-1/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Lancet</a>, revisou quatro ensaios clínicos sobre MRAs em insuficiência cardíaca e encontrou “reduções significativas” nas hospitalizações por insuficiência cardíaca entre pacientes com insuficiência cardíaca.</p>



<p>A meta-análise mostrou que MRAs esteroidais reduziram o risco de morte cardiovascular ou hospitalização por insuficiência cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca que tinham fração de ejeção reduzida, e MRAs não esteroidais reduziram esse risco em pessoas com insuficiência cardíaca que tinham fração de ejeção levemente reduzida ou preservada. A finerenona, um MRA não esteroidal, estava entre os medicamentos nos ensaios.</p>



<p>Se o FDA expandir o uso da finerenona como terapia para insuficiência cardíaca, a cardiologista Michelle Bloom explica que consideraria isso como uma opção para seus pacientes com fração de ejeção levemente reduzida ou preservada.</p>



<p>“Certamente consideraria o uso de finerenona”, diz Bloom, cardiologista especializada em insuficiência cardíaca e diretora do Programa de Cardio-Oncologia do NYU Langone Health em Nova York, em um e-mail.</p>



<p>“No entanto, acho que a questão é qual será o benefício da finerenona em relação aos MRAs mais tradicionais, como espironolactona e eplerenona. Isso ainda precisa ser respondido”, acrescenta.</p>



<p>No geral, pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada “historicamente têm sido difíceis de tratar e gerenciar”, diz Jayne Morgan, cardiologista baseada em Atlanta e vice-presidente de assuntos médicos da empresa de saúde cardíaca Hello Heart, em um e-mail.</p>



<p>O novo estudo “certamente oferece suporte para terapia adicional com finerenona. No entanto, certamente são necessários mais dados, incluindo dados independentes não financiados pelo patrocinador”, diz Morgan. “Além disso, gostaríamos de ver mais negros e minorias incluídos para realmente tornar os dados relevantes para todos os pacientes.”</p>



<p>No estudo, os pesquisadores observaram que poucos pacientes negros foram incluídos. Ainda assim, os resultados do estudo dão “motivo para um otimismo cauteloso”, afirma Morgan.</p>



<p>Fonte:  Estudo mostrou que remédio usado para tratamento de doença renal crônica pode proteger pessoas com insuficiência cardíaca contra riscos cardiovasculares • Grace Cary/Getty Images</p>



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