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	<title>rotavírus |</title>
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	<title>rotavírus |</title>
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		<title>Infecção por rotavírus mata mais de 200 mil crianças por ano; vacina previne a doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 10:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[rotavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertam para a importância de ampliação da cobertura vacinal para a prevenção de casos graves Apesar da disponibilidade de vacina, os rotavírus ainda são responsáveis pela maior parte dos casos graves de diarreia em crianças menores de cinco anos em países de baixa e média renda, provocando mais de 200 mil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertam para a importância de ampliação da cobertura vacinal para a prevenção de casos graves</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da disponibilidade de vacina, os <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/rotavirus/"><strong>rotavírus</strong></a> ainda são responsáveis pela maior parte dos casos graves de diarreia em crianças menores de cinco anos em países de baixa e média renda, provocando mais de 200 mil óbitos por ano.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="154" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-1-1024x154.png" alt="" class="wp-image-69853" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-1-1024x154.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-1-300x45.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-1-768x115.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-1.png 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são de um amplo estudo realizado pela Rede Global de Vigilância da Diarreia Pediátrica, coordenada pela&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/organizacao-mundial-da-saude-oms/">Organização Mundial da Saúde</a>&nbsp;(OMS) e com participação do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa reúne informações do monitoramento realizado entre 2017 e 2019 em hospitais sentinelas de 28 países, abrangendo as regiões das Américas, África,&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/europa/">Europa</a>, Ásia e Oceania. Os achados foram publicados na revista científica BMJ Global Health.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores da <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/fiocruz/">Fiocruz</a> apontam que os resultados do trabalho reforçam a importância da imunização contra o rotavírus. Considerando o conjunto dos países, o rotavírus foi responsável por 33% das internações. Nos locais com disponibilidade de vacinas, o impacto da infecção caiu pela metade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse resultado deixa claro o impacto positivo da vacina contra os rotavírus e a necessidade de fortalecer e expandir essa imunização. A OMS recomenda que todos os países ofereçam o imunizante, no entanto, menos da metade das crianças nascidas em 2018 foram vacinadas”, afirma o virologista José Paulo Gagliardi Leite, pesquisador do Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do IOC e um dos autores do estudo, em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos rotavírus, a pesquisa identificou outros microrganismos causadores de parcela expressiva das hospitalizações infantis: a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/bacteria/">bactéria</a>&nbsp;Shigella (responsável por 10% dos casos), os norovírus (detectados em 6,5% dos casos) e os adenovírus (confirmados em 5,5% dos casos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos dados coletados, os pesquisadores estimaram o número de mortes de crianças menores de 5 anos provocadas anualmente por cada um dos microrganismos em países de baixa e média renda: 208 mil pelos rotavírus; 63 mil pela Shigella; 37 mil pelos adenovírus; e 36 mil pelos norovírus.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022" width="830" height="104"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“A diarreia é uma das cinco principais causas de morte de crianças menores de cinco anos no mundo. São mais de mil óbitos por dia. Conhecer os microrganismos que provocam a doença é importante para traçar estratégias de prevenção e controle mais efetivas”, diz o virologista Tulio Fumian, também pesquisador do Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do IOC e um dos autores do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pensando em novas vacinas, já existem estudos em andamento para desenvolver imunizantes contra Shigella e norovírus. A partir dos dados, vemos que os adenovírus também podem ser considerados nessas iniciativas”, acrescenta José Paulo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter" id="attachment_2051797"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2022/12/rotavirus-fiocruz.jpg?w=1024" alt="" class="wp-image-2051797"/><figcaption>Pesquisadores da Fiocruz analisam panorama dos rotavírus / Gutemberg Brito/IOC/Fiocruz</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Panorama das Américas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O continente americano foi a única região analisada onde o rotavírus não foi a principal causa das internações. Na América do Sul, a maior parte das hospitalizações foi devida ao norovírus. Já na América Central, a bactéria Shigella foi mais prevalente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo destaca que os seis países da região com hospitais sentinelas incluídos na pesquisa (Honduras, Nicarágua, <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/bolivia/">Bolívia</a>, Equador, Peru e Paraguai) oferecem a vacina para os rotavírus em seus programas nacionais de imunização desde 2010.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-70023" width="821" height="103"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os pesquisadores, os dados observados no estudo são compatíveis com as análises realizadas no Brasil pelo laboratório da Fiocruz, que atua como centro de referência regional para rotaviroses para o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/ministerio-da-saude/">Ministério da Saúde</a>&nbsp;e para a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), recebendo cerca de mil amostras por ano de 11 estados do Sul, Sudeste e Nordeste do país, além de amostras de países da América Latina (Bolívia, Equador, Paraguai e Peru).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nas análises de 2022, observamos aumento de infecções por rotavírus. Além disso, como o país apresentou baixa&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/cobertura-vacinal/">cobertura vacinal</a>&nbsp;em 2020 e 2021, é primordial reverter essa queda”, aponta o pesquisador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Introduzida no Programa Nacional de Imunização (PNI) em março de 2006, a vacina para rotavírus é administrada por via oral, aos 2 e 4 meses de vida, para proteger contra gastroenterite aguda causada pelo patógeno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, o índice vacinal alcançou 95% das crianças com menos de um ano. No entanto, começou a declinar a partir de 2016 e a situação se agravou durante a pandemia de Covid-19. Em 2021, apenas 71% dos pequenos foram imunizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações da Comunicação do Instituto Oswaldo Cruz)</em></p>



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<iframe title="Escolas brasileiras e a escalada de violência" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JpUjN0p9fM0?start=18&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Quatro países africanos enfrentam falta de vacina infantil contra o rotavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 13:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[falta de vacina infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[rotavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>GSK confirmou que há um déficit de cerca de 4 milhões de doses de sua vacina Rotarix este ano Países como Quênia, Tanzânia, Senegal e Camarões, na&#160;África, enfrentam escassez ou falta de doses da vacina contra o rotavírus, que permite prevenir a infecção que pode ser fatal para crianças. O problema acontece após interrupções na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">GSK confirmou que há um déficit de cerca de 4 milhões de doses de sua vacina Rotarix este ano</p>



<p class="wp-block-paragraph">Países como Quênia, Tanzânia, Senegal e Camarões, na&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/africa-continente/">África</a>, enfrentam escassez ou falta de doses da vacina contra o rotavírus, que permite prevenir a infecção que pode ser fatal para crianças. O problema acontece após interrupções na farmacêutica GSK, de acordo com informações de autoridades próximas à produção ouvidas pela Reuters.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/organizacao-mundial-da-saude-oms/">Organização Mundial da Saúde</a>&nbsp;(OMS) estima que até 200 mil crianças morrem a cada ano da infecção altamente contagiosa, que é a principal causa global de gastroenterite grave e desidratação em crianças menores de cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autoridades no Quênia, Tanzânia, <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/senegal/">Senegal</a> e Camarões não tiveram resposta imediata aos pedidos de comentários da Reuters.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A GSK confirmou que há um déficit de cerca de 4 milhões de doses de sua vacina Rotarix este ano, com uma queda de 46 milhões para 42 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A farmacêutica britânica já havia cortado suas entregas acordadas em 10 milhões por ano para o período 2022-2028, disse Gavi, a Vaccine Alliance.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A GSK reconheceu a queda na oferta e disse que está buscando planos para lidar com o déficit.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A GSK comunicou a Gavi no início deste ano sobre os desafios de fabricação que levaram a uma queda não planejada e de curto prazo na produção do Rotarix para 2022, para a qual os planos prioritários de mitigação estão totalmente implementados”, disse um porta-voz da GSK à Reuters.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A GSK não deu mais detalhes sobre os problemas de fabricação ou quais planos estavam em vigor. Gavi disse que, além da queda nos suprimentos do Rotarix em 2022, também haverá atrasos na entrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma fonte próxima às negociações entre as duas partes disse entender que os atrasos se devem a ausências de funcionários durante a pandemia de Covid-19. A GSK não deu mais detalhes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações de Natalie Grover e edição de Alexander Smith)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dr. Marcelo Oliveira - Cand. a Dep. Estadual - PSB é o convidado do Bate Papo na City" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Ms3D7a6pnCA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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