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	<title>São Francisco |</title>
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	<title>São Francisco |</title>
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		<title>Codeba inicia estudo de fundos do São Francisco e espera chegar no final de 2026 com concessão de hidrovia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por&#160;Francis Juliano Com foco na reativação da Hidrovia do São Francisco, a Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba) inicia neste mês de setembro os estudos de sondagem e batimetria, esta última consiste em medir e mapear o relevo dos fundos do rio. O objetivo é chegar em dezembro de 2026 com todas as etapas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Francis Juliano</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com foco na reativação da Hidrovia do São Francisco, a Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba) inicia neste mês de setembro os estudos de sondagem e batimetria, esta última consiste em medir e mapear o relevo dos fundos do rio.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O objetivo é chegar em dezembro de 2026 com todas as etapas cumpridas, o que inclui licenciamento ambiental e abertura de consulta pública, para assim leiloar a concessão da hidrovia. Isso tudo, porém, terá de ter aval do Ministério de Portos e Aeroportos, o mesmo que autorizou a Codeba a fazer os estudos de viabilidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" alt="" src="https://www.bahianoticias.com.br/fotos/municipios_noticias/46934/mg/antonio%20gobbo%20presidente%20codeba.jpg"><br><em>Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo o presidente da entidade portuária da Bahia, Antonio Gobbo, as ações vão ocorrer em dois momentos. “A primeira fase já começa agora. São feitos os estudos de batimetria, sondagem, diagnóstico socioambiental e estudos preliminares de viabilidade. Em uma segunda etapa paralela, iniciam-se os estudos para uma futura modelagem de concessão”, disse ao Bahia Notícias durante evento no Centro de Convenções de Salvador, na última sexta-feira (29). &nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com extensão de 1.371 quilômetros navegáveis entre Petrolina (PE),&nbsp;<a href="https://www.bahianoticias.com.br/tags/juazeiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Juazeiro</a>&nbsp;(BA) e Pirapora (MG), a hidrovia tem por objetivo o transporte de cargas do Nordeste para Minas Gerais, um comboio hidroviário que pode substituir até 1,2 mil caminhões.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" alt="" src="https://www.bahianoticias.com.br/fotos/municipios_noticias/46934/mg/cronograma%20hidrovia%20s%C3%A3o%20francisco..jpg"><br><em>Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre os produtos transportados cargas de insumos agrícolas, soja, milho, gipsita, minérios, bebidas e sal. No detalhamento feito por Antônio Gobbo, só nos 604 km navegáveis entre Juazeiro e Petrolina, passando por&nbsp;<a href="https://www.bahianoticias.com.br/tags/sobradinho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sobradinho</a>&nbsp;e chegando a&nbsp;<a href="https://www.bahianoticias.com.br/tags/ibotirama" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ibotirama</a>, diversas empresas podem usar a rota, casos de Icofort, Mauriceia, Cargill, Bung Alimentos, Eter Draywall e Arcelormittal, antes de chegar por rodovias ao Porto de Aratu, em&nbsp;<a href="https://www.bahianoticias.com.br/tags/candeias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Candeias</a>, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). &nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conforme Gobbo, a hidrovia vai abranger 505 municípios em uma população de mais de 11 milhões de pessoas. Para o presidente da Codeba, a viabilização do projeto representará um marco para o transporte de cargas na região, além de reativar um modelo de desenvolvimento já testado na história.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Esse é talvez um dos maiores e mais emblemáticos projetos de desenvolvimento humano que esse país já viu. É uma extensão territorial absolutamente gigantesca, e o desenvolvimento da região do São Francisco foi feito ao longo do tempo às suas margens e utilizando os caminhos que a hidrovia proporcionava”, afirmou.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BN / Foto: Divulgação / Codeba</p>



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<iframe title="OS DIREITOS DO SERVIDOR PUBLICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JmS3y4WgfPc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Região do Médio São Francisco é vista como nova fronteira agrícola na Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 11:00:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Barra]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A região do município de Barra, no Vale São Franciscano da Bahia, está sendo vista como uma nova fronteira agriculta devido ao potencial agroindústria e bioenergética. O destaque foi dado por uma reportagem do Canal Rural. A publicação destaca que o território, distante aproximadamente 340 km do polo do agronegócio do oeste baiano, em Luis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A região do município de Barra, no Vale São Franciscano da Bahia, está sendo vista como uma nova fronteira agriculta devido ao potencial agroindústria e bioenergética. O destaque foi dado por uma reportagem do Canal Rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação destaca que o território, distante aproximadamente 340 km do polo do agronegócio do oeste baiano, em Luis Eduardo Magalhães e Barreiras, tem atraído produtores que estão apostando no potencial produtivo do local. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 11.428 mi km².</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados das autoridades da Bahia e agricultores locais, os rios que cortam o oeste da Bahia, são um dos motivos para a região de Barra receber o título de nova fronteira agrícola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 580 km de extensão, o Rio Grande, por exemplo, é um dos mais importantes cursos de água da região. Ele nasce na Serra Geral, em São Desidério, corta a cidade de Barreiras e em Barra encontra um dos maiores rios do Brasil, o Rio São Francisco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o assessor técnico da Secretaria de Agricultura da Bahia (Seagri), Carlito Souza Nunes, são muitos os pontos positivos da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós temos na região banhada lá pelo Rio São Francisco e o Rio Grande, eles se encontram justamente na cidade de Barra e se potencializa. Os solos são de excelente qualidade e o preço de terras da Bahia ainda é relativamente baixo em relação aos outros estados do país. E tem um outro fator muito importante que contribui para isso, que são as condições climáticas da região”, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empresário português José Coimeiro visitou a região em 2014 e, a partir de 2016, juntamente com um sócio, começou a produção de grãos e confinamento de gado em uma área de 2,5 mil hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, possui cerca de 4 mil cabeças de gado, além de produzir milho. Ele conta que foi um dos primeiros a investir na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu era na altura vice-presidente da Câmara Portuguesa de Comércio na Bahia. Tinha a responsabilidade de apresentar aos investidores portugueses oportunidades de negócio na Bahia”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cacau e banana são as culturas produzidas em 300 hectares da região pelo presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marco Caviola também investiu em 10 hectares de uva. O parreiral está pronto para receber as mudas, no entanto, ele explica que um dos desafios é encontrar mão de obra qualificada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tem muita coisa legal que está ocorrendo lá, assim como as pessoas estão apoiando muito, e o próprio sindicato agora já começa também uma coisa importante que eu ia citar, que é a formação de mão de obra. Por ser uma região nova, ela é essencial e a mão de obra lá não tem essa experiência”, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem também destaca que, além da necessidade de mão de obra qualificada, outras condições locais são o déficit energético e o escoamento da produção agrícola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem apostou nessa região agora espera a construção de ferrovias e rodovias. Carlito Souza Nunes afirma que já foi construída uma ponte sobre o Rio São Francisco em Barra. Também foi implementada uma rodovia que margeia o rio até Bom Jesus da Lapa (BA), e que haverá ligação com a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema ferroviário da Fiol passa nas proximidades onde existirá um ramal para interligar com a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). A FCA vai escoar essas produções todas para o Porto de Aratu em Salvador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empresário José Coimeiro acredita que a região tem grande potencial de crescimento e cita possíveis avanços sociais para a população local com o crescimento econômico e concretização da fronteira agrícola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um espaço de grande capacidade produtiva, de geração de riqueza e sobretudo de mudança da vida das pessoas daquela região, que tem uma vida sofrida e não precisam de ter”, conclui.</p>



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		<title>Estudo mostra áreas de vulnerabilidade na bacia do São Francisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 10:40:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[São Francisco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo feito por pesquisadores brasileiros mostrou que 53% da bacia do Rio São Francisco apresenta vulnerabilidade alta e muito alta e que a área com fragilidades socioambientais totaliza 337.569 quilômetros quadrados (km2). No Parnaíba, a proporção foi de 37% (121.990 km2). No estudo, foi usada uma combinação de indicadores. Quando analisada a capacidade adaptativa, notou-se que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um<a href="https://www.mdpi.com/2071-1050/15/10/8029" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> estudo feito por pesquisadores brasileiros</a> mostrou que 53% da bacia do Rio São Francisco apresenta vulnerabilidade alta e muito alta e que a área com fragilidades socioambientais totaliza 337.569 quilômetros quadrados (km2). No Parnaíba, a proporção foi de 37% (121.990 km2). No estudo, foi usada uma combinação de indicadores.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/11.jpg" alt="" class="wp-image-86862" width="845" height="106" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/11.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/11-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 845px) 100vw, 845px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quando analisada a capacidade adaptativa, notou-se que 549.830 km2 da área, o que corresponde a 57%, estão no patamar baixo e muito baixo. A bacia do São Francisco apresentou área de exposição alta e muita alta maior do que a do Parnaíba (62,8% e 30,7%). A área de sensibilidade também é maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Índice de Vulnerabilidade Socioambiental (Sevi), que pretende expor diferentes níveis de vulnerabilidades socioambientais de acordo com as características da região, a principal limitação para reduzir as fragilidades socioambientais na região do Parnaíba é a capacidade adaptativa, com os problemas de infraestrutura, de renda e de condições para o desenvolvimento humano. Na região do São Francisco, tais fragilidades estão ligadas à densidade populacional, à degradação do solo, ao uso da terra e a indicadores de clima, como temperatura e precipitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com uma das autoras do trabalho, Rita Marcia da Silva Pinto Vieira, que estava no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) quando desenvolveu o estudo, a área analisada foi de 962 mil km2 , onde vivem 20 milhões de pessoas, predominantemente em zona urbana. Destes, 16 milhões vivem na bacia do São Francisco e 4 milhões na do Parnaíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bióloga explicou que o Sevi resultou de uma combinação de indicadores relacionados à adaptação (desenvolvimento humano, infraestrutura e renda), à sensibilidade (número de dias sem chuva, uso e cobertura da terra, temperatura e tipo de solo) e à exposição (densidade populacional, degradação e desertificação do solo). Os resultados foram classificados em muito alto, alto, moderado, baixo e muito baixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rita Marcia destacou que as mudanças climáticas devem piorar o cenário nas próximas décadas com a vazão dos dois rios diminuindo em 46% e 26%, devido ao aquecimento global, e que as populações em situação de pobreza dessas áreas serão atingidas com mais frequência por eventos climáticos extremos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A pesquisa é importante porque, sabendo quais são os locais mais vulneráveis, é possível analisar as políticas públicas necessárias para aquela área. Esta é a grande contribuição do estudo. Com os resultados, temos um mapa de vulnerabilidade socioambiental e, com isso, pode-se fazer várias coisas, porque os dados podem servir para tomada de decisões rápidas”, disse a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As conclusões estão em artigo publicado na revista Sustainability por cientistas do Inpe e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O estudo foi desenvolvido com apoio do Fundo de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do projeto Forests 2020, que é parte do International Academic Partnership Program (IAPP), da Agência Espacial do Reino Unido, e reúne especialistas em monitoramento florestal de vários países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também participou do trabalho o pesquisador sênior da Divisão de Impactos, Adaptação e Vulnerabilidades da Coordenação Geral de Ciências da Terra do Inpe Jean Pierre Ometto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Sertão</p>



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