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	<title>seguranca alimentar |</title>
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	<title>seguranca alimentar |</title>
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		<title>Brasil e Trinidad e Tobago Avançam em Parceria Estratégica para Segurança Alimentar e Inovação Agrícola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 19:14:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 9 de novembro de 2025 O Ministro da Agricultura e Pesca de Trinidad e Tobago, Ravi Ratiram, e o Diretor Executivo do Instituto Caribenho de Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola (CARDI), Ansari Hosein, reuniram-se na última quinta-feira (6/11) com o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Clenio Pillon, para estabelecer as bases de uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 9 de novembro de 2025</p>



<p>O Ministro da Agricultura e Pesca de Trinidad e Tobago, Ravi Ratiram, e o Diretor Executivo do Instituto Caribenho de Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola (CARDI), Ansari Hosein, reuniram-se na última quinta-feira (6/11) com o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Clenio Pillon, para estabelecer as bases de uma parceria técnica estratégica. O encontro visa impulsionar a segurança alimentar de Trinidad e Tobago, reduzir a dependência de importações e modernizar o setor agrícola caribenho por meio da expertise brasileira em grãos, genética animal e sistemas produtivos tropicais. A iniciativa dá seguimento às discussões bilaterais iniciadas em 4 de novembro, em Brasília, entre Ravi Ratiram e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Fávaro.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>



<p>Segundo o ministro Ravi Ratiram, Trinidad e Tobago têm uma necessidade urgente de diminuir sua dependência externa por alimentos, uma prioridade intensificada pela necessidade de conservar as limitadas reservas de divisas do país após o fechamento de sua refinaria de petróleo. “Nós importamos cerca de 7,3 bilhões de dólares em produtos alimentícios. Só no caso da avicultura, importamos dos Estados Unidos 60 milhões de ovos por ano. Isso representa um dreno enorme para as nossas reservas e por isso temos muito interesse na colaboração com o Brasil para incrementar nossa produção agrícola.”&nbsp;</p>



<p><strong>Demandas de Cooperação</strong></p>



<p>Durante as discussões foram identificadas possibilidades de parceria na produção de soja e grãos, em particular o trigo tropical, genética animal e intercâmbio de material genético. O diretor Clenio Pillon, respondeu positivamente, colocando à disposição a estrutura de 43 centros de pesquisa e os mais de 98 programas de melhoramento genético da Embrapa. “Temos total interesse em fortalecer o intercâmbio de germoplasma e cooperar também no âmbito das boas práticas para os sistemas de produção. Atualmente temos uma plataforma digital de treinamento e capacitação, chamada eCampo, que pode ser acessada de qualquer lugar do mundo e&nbsp; já conta com muitos conteúdos em inglês”, explicou o diretor.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De acordo com o diretor, o próximo passo será a formalização da cooperação, com a criação de grupos de trabalho para detalhar os tópicos prioritários e assinatura de um Memorando de Entendimento (MOU) entre os dois países. A delegação de Trinidad e Tobago se comprometeu a enviar um comunicado oficial para dar início à definição das áreas de interesse e das equipes que conduzirão os projetos.</p>



<p><strong>Impacto Regional: O Papel do CARDI</strong></p>



<p>A parceria transcende o âmbito bilateral, ganhando uma dimensão regional com o envolvimento direto do CARDI. A instituição atua como o braço de pesquisa e desenvolvimento agrícola para 14 nações da Comunidade do Caribe (CARICOM). O diretor executivo, Ansari Hosein, manifestou a intenção de reativar e atualizar um Memorando de Entendimento anterior com a Embrapa. &#8220;Queremos ressuscitar essa relação. Somos responsáveis por 14 países membros da CARICOM e queremos solidificar essa cooperação para facilitar o intercâmbio de germoplasma, o intercâmbio científico e a capacitação, para que outros países também possam se beneficiar&#8221;, afirmou Hosein.</p>



<p><strong>Visita ao Banco Genético e Laboratórios</strong>A reunião que tratou da cooperação entre Embrapa e Trinidad e Tobago foi realizada na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF), onde a delegação foi recebida pelo chefe-geral Ricardo Alamino. Após tratar das possibilidades de parceria, Ravi Ratiram e Ansari Hosein visitaram o Laboratório de Biologia Sintética, onde a pesquisadora Daniela Bittencourt apresentou algumas pesquisas de ponta realizadas pela Unidade. O grupo também conheceu o Banco Genético da Embrapa, que conserva mais de 120 mil amostras de sementes de 765 espécies e mais de 1 milhão de amostras de material genético animal, como sêmen e embriões.&nbsp;</p>



<p>Marcos Esteves&nbsp;(4505/14/45v/DF)<br>Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologias<br><br><strong>Contatos para a imprensa</strong><br>recursos-geneticos-e-biotecnologia.imprensa@embrapa.br</p>



<p>Fonte: Embrapa &#8211; Bahia / Diretor Clenio Pillon presentou Ravi Ratiram e Ansari Hosein com publicações institucionais.<br></p>



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		<title>Cultivo de plantas em cidades pode ajudar no clima e na segurança alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 18:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 12 de outubro de 2025 Estudo analisa forma de plantio denominada forrageamento urbano como ferramenta de acesso à alimentação e para amenizar as adversidades climáticas Texto: Caio Albuquerque* Arte: Daniela Gonçalves** Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, pesquisadores apresentaram uma proposta de repensar a relação das pessoas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 12 de outubro de 2025</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudo analisa forma de plantio denominada forrageamento urbano como ferramenta de acesso à alimentação e para amenizar as adversidades climáticas</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Texto: Caio Albuquerque*</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Arte: Daniela Gonçalves**</h2>



<p>Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, pesquisadores apresentaram uma proposta de repensar a relação das pessoas com o ambiente urbano por meio de cultivos que proporcionem recursos alimentares, prática conhecida como forrageamento. O estudo defende que essa aproximação pode ser uma das chaves para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e ampliar o acesso à alimentação.</p>



<p>Realizada no Programa de Pós-Graduação em Recursos Florestais da Esalq, a pesquisa tem autoria do engenheiro florestal Eduardo Ribas e orientação do professor Demóstenes Ferreira Silva Filho, do Departamento de Ciências Florestais. “O forrageamento urbano é uma prática emergente no mundo e pode se tornar um aliado estratégico para cidades mais sustentáveis e resilientes”, destaca Ribas. “Nosso estudo mostra que as árvores podem oferecer muito mais do que sombra e beleza: elas também podem ajudar a colocar comida no prato das pessoas.”</p>



<p>A pesquisa se desenvolveu em três etapas: uma revisão de estudos internacionais sobre o tema, uma pesquisa com mais de 300 moradores de São Paulo e entrevistas com servidores públicos das áreas de meio ambiente em diferentes níveis de governo.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/20250925_eduardo_ribas-rcabm6py7mmgzcyoxnczvz5bj35t93gmuylar6ozlw.jpg" alt="Eduardo Ribas - Foto: ResearchGate" title="20250925_eduardo_ribas"/></figure>



<p>Eduardo Ribas – Foto:&nbsp;<a href="https://www.researchgate.net/profile/Eduardo_Ribas3">ResearchGate</a></p>



<p>Os resultados chamam a atenção. Mais de 60% dos entrevistados disseram já ter praticado o forrageamento, e cerca de 30% afirmaram fazê-lo para se alimentar.</p>



<p>Segundo Eduardo Ribas, há uma correlação direta entre renda e alimentação. Para famílias com menos recursos, coletar plantas pode ser um complemento importante. “Também percebemos que as gerações mais antigas carregam um conhecimento que está se perdendo nas cidades”, explica o pesquisador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contato com a natureza</h2>



<p>Maria Muniz e Maria Aparecida são donas de casa. Juntas, cuidam de uma área verde em frente onde moram, cerca de 10 km do centro da cidade de Piracicaba. Cultivam mais de 30 espécies de plantas, entre comestíveis, aromáticas e medicinais como guaco, ora-pro-nóbis e melissa. Entre pés de graviola, limão, manga, mamão, além de bananeiras e goiabeiras, passam o dia cuidando das árvores, da horta e de canteiros de plantas ornamentais. “Eu morava em São Paulo e nunca havia colocado as mãos na terra”, conta Maria Aparecida, enquanto rega suas suculentas.</p>



<p>A vizinha, Maria Muniz, já viveu na roça, no sul de Minas Gerais. “Meu marido era agrônomo, eu sempre gostei de lidar com plantas e hoje passo boa parte do meu dia por aqui.” Além de consumo próprio, ambas compartilham os frutos da colheita com a vizinhança e podem ser classificadas com o perfil de forrageadoras, pessoas que exploram recursos alimentares. Na prática, elas ainda reconstroem uma relação com o ambiente urbano a partir do contato com a natureza e com alimentos cultivados de forma orgânica.</p>



<p>Para Ribas, o estudo aponta caminhos para a formulação de políticas públicas que incorporem o forrageamento urbano no planejamento das florestas urbanas sem deixar de lado os desafios. Entre eles estão a falta de informação sobre espécies comestíveis e a necessidade de um plantio mais criterioso. “A educação ambiental é fundamental”, defende. “É preciso ensinar a população a reconhecer quais espécies podem ser usadas de forma segura e planejar o espaço urbano para que essas plantas estejam disponíveis sem gerar riscos.”</p>



<p>O pesquisador acredita que “as gerações mais antigas carregam um conhecimento que está se perdendo nas cidades”,&nbsp;<a href="https://www.viletim.com.br/p/cultivo-de-plantas-em-cidades-pode" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disse ao site Viletim</a>.</p>



<p>O trabalho teve apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), além de atender às demandas da FAO e da OMS sobre resiliência urbana.</p>



<p>“Vivemos em um país majoritariamente urbano, e nosso estudo propõe pensar em como as árvores e plantas das cidades podem nos ajudar a lidar com adversidades climáticas e, ao mesmo tempo, ampliar o acesso à alimentação é extremamente relevante”, afirma Ribas.</p>



<p>A tese&nbsp;<em>Forrageamento urbano: perspectivas para políticas públicas brasileiras</em>&nbsp;foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação Ciências Florestais da Esalq.</p>



<p>Mais informações: dfilho@usp.br, com Demóstenes Ferreira Silva Filho, ou no&nbsp;<a href="https://sites.google.com/usp.br/labor/principal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site do Laboratório de Silvicultura Urbana</a></p>



<p><em>*Da Assessoria de Comunicação da Esalq, adaptado por Júlio Bernardes</em></p>



<p><em>**Estagiária sob orientação de Moisés&nbsp;Dorado</em></p>



<p>Fonte: Jornal USP / Pomar em área urbana de Piracicaba; cultivos para produção de recursos alimentares podem se tornar aliados estratégicos para cidades mais sustentáveis e resilientes – Foto: Gehard Waller/Esalq</p>



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		<title>Governo do Estado anuncia projeto Bahia pela Infância e Segurança Alimentar para creches comunitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2025 13:39:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Estado e as Voluntárias Sociais da Bahia (VSBA) realizaram no sábado (24) a primeira Formação Pedagógica do Programa Mais Infância 2025, apresentando o projeto Bahia pela Infância e Segurança Alimentar no âmbito do Bahia Sem Fome, que vai beneficiar 200 creches comunitárias com kits de equipamentos no valor total de R$ 12 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Estado e as Voluntárias Sociais da Bahia (VSBA) realizaram no sábado (24) a primeira Formação Pedagógica do Programa Mais Infância 2025, apresentando o projeto Bahia pela Infância e Segurança Alimentar no âmbito do Bahia Sem Fome, que vai beneficiar 200 creches comunitárias com kits de equipamentos no valor total de R$ 12 milhões, capacitação e fortalecimento do serviço de alimentação. O evento aconteceu no Teatro da Uneb, no Cabula, com transmissão ao vivo pelo YouTube e telão externo para o público, que lotou o local.</p>



<p>A primeira-dama Tatiana Velloso, presidente das Voluntárias Sociais da Bahia, destacou que o programa foi construído a partir de visitas a dezenas de creches em 2023 e 2024. &#8220;Ressalto a importância das escutas. Passamos o ano todo ouvindo as necessidades reais dessas instituições&#8221;, afirmou a doutora em Geografia. Velloso explicou que o Estado optou por comprar e entregar diretamente os equipamentos para evitar a burocracia de convênios.</p>



<p>O coordenador-geral do Programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, apresentou dados alarmantes: quatro em cada dez lares baianos enfrentam insegurança alimentar, e 5,26% das crianças menores de cinco anos estão abaixo do peso, índice acima da média nacional de 4,15%, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). “O Governo do Estado vai fortalecer o trabalho das creches comunitárias, para que possamos ampliar a segurança alimentar e nutricional no Estado&#8221;, detalhou Pereira.</p>



<p>Entre as beneficiadas, está a Creche Escola Comunitária O Menino do Dedo Verde, de Jardim Cajazeiras, que atende 104 crianças há 37 anos. &#8220;Nosso fogão tem mais de 15 anos de uso e está bastante desgastado&#8221;, contou a coordenadora Edileuza Aragão. &#8220;Esses equipamentos novos vão melhorar muito nosso trabalho, especialmente no preparo das 300 refeições diárias que servimos&#8221;.</p>



<p>O programa prevê a entrega dos kits a partir de agosto, acompanhada de capacitação para as educadoras. As creches beneficiadas foram selecionadas por critérios como tempo de atuação na comunidade e número de crianças atendidas. &#8220;É um reconhecimento importante para quem trabalha há décadas pela primeira infância&#8221;, completou Edileuza.</p>



<p>Além dos equipamentos, o programa inclui a distribuição de materiais didáticos licitados especialmente para o projeto. Com informações ascom governo da Bahia</p>



<p>Fotos: Thassio Ramos<br></p>



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<iframe title="DOENÇA HEPÁTICA METABÓLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vAYKQtrpgqM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/governo-do-estado-anuncia-projeto-bahia-pela-infancia-e-seguranca-alimentar-para-creches-comunitarias/">Governo do Estado anuncia projeto Bahia pela Infância e Segurança Alimentar para creches comunitárias</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Insegurança alimentar: fome atingiu 3,2 milhões de lares brasileiros em 2023, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Regiões Norte e Nordeste registraram situação mais crítica que as demais regiões do país Bruno Laforéda CNN &#8211; Quinta, 25 de abril de 2025 Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e divulgada nesta quinta-feira (25) aponta que a fome esteve presente em 3,2 milhões de residências brasileiras no ano passado. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/inseguranca-alimentar-fome-atingiu-32-milhoes-de-lares-brasileiros-em-2023-diz-ibge/">Insegurança alimentar: fome atingiu 3,2 milhões de lares brasileiros em 2023, diz IBGE</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Regiões Norte e Nordeste registraram situação mais crítica que as demais regiões do país</p>



<p><strong><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/autor/bruno-lafore/">Bruno Laforé</a></strong>da CNN &#8211; Quinta, 25 de abril de 2025</p>



<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e divulgada nesta quinta-feira (25) aponta que a fome esteve presente em 3,2 milhões de residências brasileiras no ano passado. O dado integra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Segurança Alimentar 2023.</p>



<p>Esse número de domicílios passou por privação de alimentos, algumas vezes, durante o período analisado no estudo, entre os meses de outubro a dezembro.</p>



<p>Nesses casos, a escassez afetou não só os adultos, mas as crianças e adolescentes residentes nos lares atingidos pela fome. Essa situação é definida como insegurança alimentar grave.</p>



<p>Em 2023, 72,4% dos mais de 78 milhões de domicílios brasileiros mapeados pelo IBGE encontravam-se em situação de segurança alimentar e 27,6% possuíam algum grau de insegurança. Já a insegurança alimentar grave foi notada em 4,1% do total de lares. Porcentagem inferior a observada cinco anos antes, mas ainda maior que a obtida no estudo de 2013.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2023</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>72,4% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>segurança alimentar</strong></li>



<li>27,6% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>algum grau de insegurança alimentar</strong></li>



<li>4,1% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>insegurança alimentar grave</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">2018</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>63,3% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>segurança alimentar</strong></li>



<li>36,7% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>algum grau de insegurança alimentar</strong></li>



<li>4,6% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>insegurança alimentar grave</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">2013</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>77,4% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>segurança alimentar</strong></li>



<li>22,6% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>algum grau de insegurança alimentar</strong></li>



<li>3,2% dos domicílios possuíam&nbsp;<strong>insegurança alimentar grave</strong></li>
</ul>



<p>Esta é a quinta vez que a pesquisa sobre insegurança alimentar é realizada com a mesma metodologia pelo IBGE, mas pela primeira vez foi incluída na PNAD.</p>



<p>“O tema já foi investigado pelo Instituto anteriormente, nas edições de 2004, 2009 e 2013 da antiga PNAD e na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2017-2018, sempre utilizando a escala EBIA. Assim, embora não sejam diretamente comparáveis, por se tratarem de pesquisas diferentes, o IBGE vem mantendo um padrão quinquenal para essa investigação, permitindo traçar a trajetória de enfrentamento da fome no país”, explicou o instituto em comunicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Norte e Nordeste são as regiões mais afetadas</h2>



<p>No último trimestre de 2023, aproximadamente um quarto dos domicílios das regiões Norte e Nordeste do Brasil estavam em situação de insegurança alimentar leve. Nestes casos, os moradores vivem sob a preocupação ou incerteza quanto ao acesso a alimentos e acabam adotando estratégias que acabam comprometendo a qualidade da dieta e a chamada sustentabilidade alimentar da família.</p>



<p>As proporções de insegurança alimentar grave observadas nessas áreas ficaram acima do registrado no restante do país no mesmo período.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Proporção de domicílios com insegurança alimentar grave em 2023 por região:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Norte:</strong>&nbsp;7,7%&nbsp;dos domicílios possuíam insegurança alimentar grave</li>



<li><strong>Nordeste:&nbsp;</strong>6,2%&nbsp;dos domicílios possuíam insegurança alimentar grave</li>



<li><strong>Centro-Oeste:&nbsp;</strong>3,6% dos domicílios possuíam insegurança alimentar grave</li>



<li><strong>Sudeste:&nbsp;</strong>2,9% dos domicílios possuíam insegurança alimentar grave</li>



<li><strong>Sul:&nbsp;</strong>2% dos domicílios possuíam insegurança alimentar grave</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Características dos domicílios com insegurança alimentar grave em 2023:</h2>



<p>O levantamento do IBGE mostra que características da pessoa responsável pelo domicílio podem contribuir para os dados de segurança alimentar. No período analisado, 51,7% dos lares era chefiado por mulheres e 48,3% por homens.</p>



<p>Em contrapartida, situações de insegurança alimentar, independentemente do grau, foram observadas em 59,4% dos domicílios liderados por mulheres, valor 18,8 pontos percentuais maior em comparação com residências comandadas por homens, com proporção de 40,6%.</p>



<p>O recorte por cor ou raça também traz variações. No Brasil, em 2023, 42% dos responsáveis pelos domicílios eram brancos, 12% pretos e 44,7% pardos.</p>



<p>Entretanto, dos lares em situação de insegurança alimentar, 29% eram liderados por pessoas pretas, 15,2% brancas e 54,4% pardas.</p>



<p>Nos casos de insegurança alimentar grave a proporção de residências com responsável de cor ou raça parda atinge 58,1%, mais que o dobro do que era observado nas casas lideradas por pessoas brancas, de 23,4%.</p>



<p>Fonte: CNN / Insegurança alimentar grave atingiu mais de 3 milhões de lares brasileiros em 2023, segundo o IBGEAntonio Cruz/Agência Brasil</p>



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