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	<title>sistema de saúde |</title>
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	<title>sistema de saúde |</title>
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		<title>Estudo inédito vai revelar o estágio de Interoperabilidade do sistema de saúde brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/abcis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABCIS</a>&nbsp;</strong>– Associação Brasileira CIO e Líderes de Tecnologia em Saúde, a&nbsp;<a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbis/"><strong>SBIS</strong>&nbsp;</a>– Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, e o Instituto&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/hl7/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">HL7 Brasil</a></strong>, organização desenvolvedora de padrões (SDOs) internacional, se uniram para&nbsp;<a href="https://ti.abcis.org.br/grupo-de-trabalho-interoperabilidade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lançar</a>&nbsp;o “Panorama da interoperabilidade na saúde brasileira”, uma série histórica que pretende retratar a partir de 2025 os avanços do país sobre o tema.</p>



<p>A interoperabilidade, que é a capacidade de diferentes sistemas se comunicarem de forma padronizada e segura, ainda é um dos maiores desafios no Brasil. Problemas como silos de informação, falta de padronização, custos de integração elevados e barreiras regulatórias comprometem a continuidade do cuidado, a eficiência operacional e a segurança do paciente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O estudo será feito a partir de realização de uma pesquisa de âmbito nacional. Trata-se de um questionário com 24 questões e com um tempo médio estimado de 20 minutos para responder na sua totalidade.</p>



<p>Voltado para os hospitais, laboratórios, operadoras e demais atores de saúde, a pesquisa tem como objetivo coletar dados sobre como as instituições estão lidando com a troca de informações, seja internamente ou com atores externos.</p>



<p>O comitê técnico da pesquisa é formado por representantes de três instituições reconhecidas: ABCIS, que traz a visão estratégica dos CIOs e líderes de tecnologia em saúde; SBIS, referência em conhecimento técnico, normativo e científico em informática em saúde; e o Instituto HL7 Brasil, responsável por fomentar no país os padrões internacionais de interoperabilidade, fundamentais para que os dados circulem de forma segura e eficiente.</p>



<p>A soma das expertises traz legitimidade, representatividade e força técnica à iniciativa, criando uma oportunidade inédita para construir uma visão integrada sobre o estágio da interoperabilidade no Brasil.</p>



<p>Segundo Jussara Rötzsch, presidente do HL7 Brasil, e terminologista e especialista em modelagem de informação no Hospital Sírio-Libanês, a união das entidades é um marco. “É a primeira vez que as principais instituições de saúde digital do Brasil se unem em uma pesquisa nacional sobre interoperabilidade. Esse diagnóstico é histórico porque nos ajudará a enxergar onde estamos e para onde precisamos ir. Cada avanço nessa agenda traz mais eficiência ao sistema de saúde e salva vidas”, comenta.</p>



<p>“A realização conjunta nasce da convergência de propósitos e da complementaridade de atuação dessas três entidades cíveis referenciadas pelo setor. Essa união inédita fortalece o propósito comum, que é acelerar a transformação digital da saúde no Brasil, tornando a interoperabilidade uma realidade em benefício de pacientes, profissionais e instituições, complementa Sonia Poloni, CEO da ABCIS.</p>



<p>“A interoperabilidade é mais que um desafio, ela é o futuro da saúde quebrando todos os paradigmas que conhecemos e criando realidades no Brasil e no mundo. Com isso, essa pesquisa se torna fundamental para todos nós que trabalhamos nesse sentido, unindo esforços institucionais de diferentes frentes para ampliar a nossa capilaridade de alcance e engajamento. As respostas com as informações de forma colaborativa serão uma grande bússola para orientar a consolidação da interoperabilidade no Brasil”, afirma Antônio Carlos Onofre de Lira, presidente da SBIS.</p>



<p><strong>Contexto Regulatório</strong></p>



<p>No Brasil, a interoperabilidade no sistema de saúde tem ganhado destaque nos últimos anos, especialmente com a evolução da saúde digital. Diversos marcos regulatórios, estratégias e normas técnicas vêm sendo implementados para garantir a troca segura, padronizada e eficiente de dados de saúde entre diferentes sistemas e instituições.</p>



<p>O recente Decreto Presidencial n° 12560 de julho de 2025 estabelece diretrizes nacionais para interoperabilidade em saúde. Na prática, determina que os sistemas de informação em saúde, tanto públicos quanto privados, sigam os padrões de interoperabilidade definidos pelo Ministério da Saúde.</p>



<p>A Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) se consolidou como o ambiente central de interoperabilidade nacional, permitindo que diferentes sistemas compartilhem dados clínicos, exames, vacinação.</p>



<p><strong>Diagnóstico estratégico para apoiar decisões</strong></p>



<p>De acordo com Atualpa Aguiar, diretor de tecnologia na MêdSenior, e coordenador do Grupo de Trabalho de Interoperabilidade na ABCIS, a iniciativa será fundamental para orientar políticas e investimentos. “Historicamente, a saúde suplementar e o SUS têm operado de forma paralela, com sistemas que não conversam entre si. Essa iniciativa permitirá mapear de forma realista o estágio da interoperabilidade no país, identificar lacunas e propor caminhos consistentes para evolução”, explica.</p>



<p>O levantamento também será uma ferramenta prática para os gestores. “Para hospitais, clínicas e operadoras, o diagnóstico será uma referência útil, vai ajudá-los a investir melhor, a escolher soluções mais alinhadas com padrões internacionais e a evoluir a partir do que já possuem hoje”, reforça Jussara.</p>



<p>Não se trata de uma ferramenta para medir o nível de maturidade em interoperabilidade de cada instituição e sim, um estudo estatístico que será útil do ponto de vista de benchmarking e referência no tema interoperabilidade em saúde. Nenhuma instituição terá os dados expostos, auditados. Serão dados que serão usados de forma anonimizada e macro”, explica Sonia.</p>



<p>Além disso, os resultados devem reduzir a tomada de decisão baseada apenas em percepções fragmentadas. “O grande valor dessa pesquisa está em oferecer um raio-x nacional sobre interoperabilidade. Em vez de decisões baseadas em percepções subjetivas, passaremos a ter dados concretos para orientar políticas públicas, investimentos e estratégias institucionais”, acrescenta Aguiar.</p>



<p><strong>Próximos passos</strong></p>



<p>O questionário já está disponível para participação de hospitais, clínicas, operadoras, laboratórios e demais instituições em todo o Brasil. Um recorte do resultado da pesquisa será apresentado publicamente durante o Healthcare Innovation Show (HIS), um dos mais importantes eventos de inovação em saúde do país, que acontece em outubro.</p>



<p>“A pesquisa tem potencial de criar uma base comum de entendimento para todo o setor. Com um diagnóstico nacional em mãos, passamos a falar a mesma língua e podemos estabelecer prioridades que tragam ganhos reais em eficiência, qualidade assistencial e sustentabilidade”, exalta Jussara. “Mais do que levantar dados, queremos provocar reflexão e mudança. Nosso objetivo é entregar ao setor um instrumento que sirva de guia para decisões estratégicas, de forma que a interoperabilidade deixe de ser apenas um discurso e se consolide como parte da infraestrutura crítica da saúde no Brasil”, completa Aguiar.</p>



<p>Para mais informações, acesse:&nbsp;<a href="https://ti.abcis.org.br/grupo-de-trabalho-interoperabilidade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ti.abcis.org.br/grupo-de-trabalho-interoperabilidade&nbsp;</a></p>



<p>Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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		<title>Como desmorona um sistema de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 18:30:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Sudão, a guerra civil leva a saúde pública ao precipício – fome, cólera e HIV afetam duramente a população. Mas ativistas locais denunciam: os equipamentos de saúde não estariam tão frágeis sem décadas de políticas neoliberais orientadas pelo FMI Pelo&#160;People’s Health Dispatch&#160;&#124; Tradução:&#160;Guilherme Arruda Desde o início da guerra civil no Sudão, o povo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Sudão, a guerra civil leva a saúde pública ao precipício – fome, cólera e HIV afetam duramente a população. Mas ativistas locais denunciam: os equipamentos de saúde não estariam tão frágeis sem décadas de políticas neoliberais orientadas pelo FMI</p>



<p>Pelo&nbsp;<strong><em><a href="https://peoplesdispatch.org/2024/09/03/the-conflict-in-sudan-has-devastated-health-and-healthcare-systems/">People’s Health Dispatch</a></em></strong>&nbsp;| Tradução:&nbsp;<strong>Guilherme Arruda</strong></p>



<p>Desde o início da guerra civil no Sudão, o povo sudanês enfrenta grandes desafios para receber cuidados adequados. “A saúde pública já estava fragilizada desde 1979, quando o então presidente Jaafar Nimeiri adotou as orientações do Fundo Monetário Internacional (FMI), que diziam que o governo devia abrir mão de oferecer serviços de Saúde e Educação para melhorar as contas”, explica Ihssane Fagiri, que atua em seu país no Sindicato dos Médicos, na Iniciativa de Combate à Opressão das Mulheres, na União de Mulheres Sudanesas e na Seção de Médicos do Partido Comunista local.</p>



<p>As considerações de Fagiri foram feitas em uma coletiva de imprensa sobre a guerra civil do Sudão de uma perspectiva crítica, promovida pela Assembleia Internacional dos Povos (AIP), o&nbsp;<em>People’s Dispatch</em>&nbsp;e a revista sudanesa&nbsp;<em>Madaar</em>. Ativistas de organizações do próprio Sudão, que estão na linha de frente das dificuldades, foram convidados a falar no evento.</p>



<p>“De acordo com as instruções do FMI, os hospitais deveriam ser administrados pelas autoridades locais. Como as cidades do Sudão eram muito pobres, o processo de “devolução”, como foi chamado, resultou na deterioração do sistema de saúde”, avaliou a médica.</p>



<p>Fagiri culpa os movimentos religiosos radicais [que estiveram no poder durante os trinta anos da presidência de Omar al-Bashir, de 1989 a 2019], que teriam implementado o que ela chama de “capitalismo parasita”, pela destruição do país e da saúde pública, particularmente por terem acelerado a implementação dos planos do FMI.</p>



<p>Quando o conflito irrompeu, as condições dos equipamentos de saúde ficaram piores do que nunca. Nas primeiras semanas de combate, hospitais, clínicas e postos de saúde se tornaram alvo da milícia Janjaweed [que se opõe ao governo na guerra civil] e das Forças Armadas Sudanesas. Como resultado, 70% dos equipamentos deixaram de funcionar, e a maioria dos sudaneses que sofriam de problemas renais graves faleceram. Outros muitos foram obrigados a se deslocar para outras regiões do país em busca de cuidados, que estão seriamente afetados em pelo menos nove estados.</p>



<p>A vacinação foi interrompida, porque os centros voltados para essa finalidade foram bombardeados. Os pacientes oncológicos, renais e hematológicos foram os mais afetados, particularmente nos estados de Al Jazeera e Madani. A invasão do estado de Al Jazeera desencadeou a maior catástrofe de saúde dos últimos tempos no Sudão.</p>



<p>A guerra também causou problemas sanitários e ambientais, visto que os corpos dos mortos estão sendo jogados nas ruas em grande quantidade – e sendo atacados por cachorros. O cenário resulta na disseminação de doenças: 9 mil pessoas já foram diagnosticadas com cólera, das quais 300 morreram.</p>



<p>A fome afeta principalmente as crianças. De acordo com&nbsp;<a href="https://www.who.int/news/item/30-05-2024-sudan-s-children-trapped-in-critical-malnutrition-crisis--warn-un-agencies">dados</a>&nbsp;da ONU e da OMS, a desnutrição infantil no Sudão está em níveis de emergência. Em áreas como o campo de refugiados ZamZam, mais de 30% das crianças de até 5 anos sofrem de desnutrição aguda. Segundo o Programa Alimentar Mundial,&nbsp;<a href="https://www.wfp.org/emergencies/sudan-emergency">25,6 milhões de sudaneses</a>&nbsp;enfrentam uma insegurança alimentar grave.</p>



<p>Além disso, o alastramento de casos de violência sexual também tem afetado duramente a saúde psicológica e mental das vítimas e seus familiares. A médica Fagiri relatou o trauma profundo de muitas mulheres que testemunharam suas filhas serem mortas nas ruas após serem sujeitas a estupros. Um dos grandes obstáculos que a saúde pública enfrentará será o trauma psicológico. “Isso não será possível sem o fim da guerra”, ela diz.</p>



<p>Em termos dos impactos físicos da violência sexual, em alguns casos se pôde oferecer tratamento de HIV às vítimas. Contudo, não foi possível fazer o mesmo outras condições crônicas de saúde que podem se desenvolver após o estupro.</p>



<p>A proibição da entrada de ajuda humanitária também significou a impossibilidade de garantir tratamento para várias doenças crônicas no país. Ainda que muitos médicos estejam prontos para oferecer cuidados de saúde e apoio psiquiátrico para os refugiados nos campos, não há clínicas e equipamentos para tornar isso possível.</p>



<p>Ainda que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) tenha estabelecido campos para os deslocados, suas instalações não conseguem atender às necessidades diárias mais básicas das pessoas, como sanitários, água potável, camas e lençois. Não há nem mesmo absorvente para as mulheres.</p>



<p>A médica Ihssane Fagiri defende que um apelo propondo o estabelecimento de novas clínicas no Sudão deve ser enviado às organizações humanitárias com o apoio dos veículos de mídia internacionais. Ela também pediu o estabelecimentos de campos de refugiados que respeitem a dignidade humana do povo sudanês, que está vivendo em tendas em meio a condições climáticas duras, sem água potável e nem abrigo para protegê-los dos elementos naturais.</p>



<p>Fonte: Outra Saúde / Foto: Eduardo Soteras Jalil/ACNUR</p>



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