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	<title>sistema teranóstico |</title>
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	<title>sistema teranóstico |</title>
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		<title>Sistema desenvolvido na USP pode otimizar técnica para tratar câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2022 10:57:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Teranóstico une diagnóstico e tratamento do câncer e pode colocar a hipertermia magnética na rotina clínica. Patente da invenção já foi depositada por Ana Beatriz Fogaça &#8211; Domingo, 4 de dezembro de 2022 Com o avanço da tecnologia, novas formas de tratamento para diversas doenças vêm surgindo. A&#160;hipertermia magnética, terapia que utiliza nanotecnologia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Teranóstico une diagnóstico e tratamento do câncer e pode colocar a hipertermia magnética na rotina clínica. Patente da invenção já foi depositada</p>



<h3 class="wp-block-heading">por Ana Beatriz Fogaça &#8211; Domingo, 4 de dezembro de 2022</h3>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/SISTEMA-TERANOSTICO-7.07-ANA-BEATRIZ-MATERIA-FECHADA-1.mp3"></audio><figcaption>Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da tecnologia, novas formas de tratamento para diversas doenças vêm surgindo. A&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/atualidades/nanomedicina-teranostica-quando-o-diagnostico-e-a-terapia-sao-simultaneos/">hipertermia magnética</a>, terapia que utiliza nanotecnologia no tratamento do câncer, é um exemplo. Durante o procedimento, nanopartículas se direcionam para as células cancerosas e são irradiadas em um campo magnético alternado, onde a temperatura entra em elevação até destruí-las. No entanto, localizar as nanopartículas magnéticas e controlar a temperatura durante esse processo ainda são um desafio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pensando nestas dificuldades, pesquisadores da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP desenvolveram um sistema, batizado de Teranóstico, para sanar os obstáculos e possibilitar que as aplicações terapêuticas e de diagnóstico possam ser alcançadas por meio de um sistema integrado. “O nosso objetivo é que nossa tecnologia, de alguma maneira, auxilie para que a hipertermia possa ser mais utilizada em pacientes oncológicos”, esclarece Théo Zeferino Pavan, professor de Física Médica da FFCLRP e um dos autores do estudo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema teve sua patente depositada em 2020, junto ao Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi). Atualmente, está em fase de aperfeiçoamento e deve entrar em testes pré-clínicos em breve. “A gente acredita que o nosso sistema tem um grande potencial para ajudar no entendimento desse tipo de tratamento, mesmo que seja por enquanto ainda com esses pequenos animais”,&nbsp;diz o professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como funciona o sistema?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pavan conta que o sistema é composto de um equipamento de ultrassom, “esse mesmo equipamento utilizado em clínicas de obstetrícia e cardiologia”, e que apresenta diversas vantagens. Além de portátil, tem baixo custo e não traz malefícios para a saúde. No entanto, com o uso da nanotecnologia, o ultrassom não apresenta uma boa resolução, e para a hipertermia magnética “é essencial que essas partículas estejam bem localizadas”, afirma o professor.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/20220930_theo_zeferino-pvjcecm4i1c7uwxg9ku0ne2wlip8t9zjcjjw96d9ok.png?w=1200&amp;ssl=1" alt="Théo Zeferino Pavan - Foto: Currículo Lattes" width="-71" height="-71" title="20220930_theo_zeferino"/><figcaption>Théo Zeferino Pavan &#8211; Foto: Currículo Lattes</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Para que as imagens de ultrassom tenham uma boa sensibilidade na detecção das nanopartículas, o Sistema Teranóstico utiliza campos magnéticos externos, gerados a partir de bobinas, onde passam correntes elétricas que interagem com as nanopartículas utilizadas na hipertermia magnética, produzindo uma vibração em baixa frequência. “O interessante é que a gente consegue detectar muito bem essas vibrações de baixa frequência com o ultrassom de imagem”, acrescenta Pavan.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/11/20221130_sistema-teranostico.jpg?fit=1024%2C538&amp;ssl=1" alt=""/><figcaption>Representação esquemática do sistema teranóstico – Foto: João Henrique Uliana/Grupo de Inovação em Instrumentação Médica e Ultrassom (GIIMUS)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Esta mesma bobina consegue também aplicar um campo magnético de alta frequência que, quando interage com as nanopartículas, provoca a dissipação de energia e o aquecimento do tecido visualizado. Desta forma, a equipe conseguiu “desenvolver um sistema que consegue tanto aplicar o tratamento de hipertermia, quanto localizar as nanopartículas”, informa o professor. Mais detalhes do sistema podem ser conferidos na reportagem da&nbsp;<a href="https://agencia.fapesp.br/estudos-apontam-novas-perspectivas-para-o-uso-de-ultrassom-em-oncologia/34335/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Fapesp</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aperfeiçoamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Teranóstico, desenvolvido com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fapesp, é resultado do trabalho de doutorado dos pesquisadores Yaser Hadadian, bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e João Henrique Uliana, bolsista Fapesp, ambos do Departamento de Física da FFCLRP. O artigo científico sobre o sistema foi publicado em 2020 e pode ser acessado&nbsp;<a href="https://ieeexplore.ieee.org/document/9079651" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. No mesmo ano, a invenção teve sua patente depositada junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), através da Agência USP de Inovação (Auspin).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pavan informa que na primeira versão, idealizada nos estudos de Hadadian e Uliana, a alternância entre os campos magnéticos e a sincronização com o equipamento de ultrassom não estavam completamente otimizadas. Assim, atualmente outro aluno de doutorado do professor Pavan, Ernesto Mazón, bolsista Capes, trabalha para solucionar esses obstáculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Mais informações: e-mail theozp@usp.br, com&nbsp;Théo Zeferino Pavan</em></p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/sistema-desenvolvido-na-usp-pode-otimizar-tecnica-para-tratar-cancer/">Sistema desenvolvido na USP pode otimizar técnica para tratar câncer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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