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	<title>Skate |</title>
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	<title>Skate |</title>
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		<title>Rayssa Leal chora, ri e vai à final do skate street de maneira dramática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 03:14:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas ocorreram na parte da disputa em que as atletas têm duas voltas de 45 segundos, com liberdade para executar sua performance pela pista. Vale a maior das duas notas, mas a adolescente caiu em ambas as tentativas e, embora tenha executado boas manobras, teve apenas uma pontuação mediana de 59,88. MARCOS GUEDES &#8211; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Os problemas ocorreram na parte da disputa em que as atletas têm duas voltas de 45 segundos, com liberdade para executar sua performance pela pista. Vale a maior das duas notas, mas a adolescente caiu em ambas as tentativas e, embora tenha executado boas manobras, teve apenas uma pontuação mediana de 59,88.</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>M</strong>ARCOS GUEDES &#8211; Segunda, 29 de julho de 2024<br>PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) &#8211; Tida como uma das grandes esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris, Rayssa Leal teve uma classificação dramática à final do skate street. A maranhense de 16 anos passou por dificuldades no início de suas apresentações, na tarde francesa de domingo (28), mas se recuperou em grande estilo e, por pouco, obteve a pontuação necessária para avançar, com a sétima das oito vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os problemas ocorreram na parte da disputa em que as atletas têm duas voltas de 45 segundos, com liberdade para executar sua performance pela pista. Vale a maior das duas notas, mas a adolescente caiu em ambas as tentativas e, embora tenha executado boas manobras, teve apenas uma pontuação mediana de 59,88.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="786" height="255" data-id="127671" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/07/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-1-1.gif" alt="" class="wp-image-127671"/></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Acho que poderia ter sido melhor. Eu errei bastante. Todos os dias dei o meu melhor nos treinamentos, mas era muita gente, muito barulho, e eu me deixei levar&#8221;, afirmou. &#8220;Eu estava um pouco emocionada porque isso normalmente não acontece, eu errar as duas voltas, ainda mais em uma manobra simples, que é o flip. Deixei o nervosismo me levar.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após as quedas, ela pegou seu skate chorando e buscou conforto nos braços dos pais e irmãos, ao lado da área de competição. Em seguida, recuperou a concentração e foi muito bem na fase seguinte da disputa, com cinco tentativas de manobra única, com pontuação válida nas duas maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse momento, o desempenho foi excepcional. Rayssa chegou a descartar um 85,87, pois conseguiu um 88,87 e um 92,68, a maior nota da história do skate street nos Jogos Olímpicos. Essa pontuação a deixou na quinta colocação, mas ainda faltava uma bateria, com cinco atletas, que definiria o ranking final e as oito classificadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Restava à brasileira torcer, e a torcida foi bem-sucedida. As japonesas Liz Akama e Funa Nakayama a ultrapassaram, mas as norte-americanas Poe Pinson e Mariah Duran e a tailandesa Vareeraya Sukasem ficaram atrás. A maranhense, aliviada, avançou à decisão com a sétima colocação geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As brasileiras Pamela Rosa e Gabi Mazetto também participaram na etapa classificatória, mas não conseguiram pontuar para ficar entre as classificadas e encerram a participação no skate street. A decisão acontece também neste domingo no Parque Urbano Concorde, como foi rebatizada a histórica place de la Concorde no período olímpico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas Olimpíadas, o skate é divido em dois tipos de modalidade: park e street. O park tem a pista em formato de uma grande piscina, com rampas e lombadas. O objetivo dos atletas é fazer o maior número de acrobacias. As provas acontecem nos dias 6 e 7 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no street, a pista traz elementos das ruas, como corrimões, trilhos e degraus, e a forma de competição é diferente. Cada skatista tem direito a duas voltas de 45 segundos na pista, sendo permitido fazer quantas manobras quiser, e cinco tentativas para manobras únicas com maior grau de dificuldade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Noticias ao Minuto / © Getty Images</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Campeão do STU aos 15 anos, Dan Sabino aprendeu a andar de skate bebê e ainda sonha com Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 13:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Skate]]></category>
		<category><![CDATA[STU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nascido na Zona Leste de SP, skatista foi morar ao lado de uma pista em São Bernardo do Campo para se desenvolver e, agora, quer somar pontos na corrida olímpica rumo a Paris 2024 Em meio a um medalhista olímpico de prata e o atual vice-líder do ranking mundial de skate park, quem brilhou foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Nascido na Zona Leste de SP, skatista foi morar ao lado de uma pista em São Bernardo do Campo para se desenvolver e, agora, quer somar pontos na corrida olímpica rumo a Paris 2024</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio a um medalhista olímpico de prata e o atual vice-líder do ranking mundial de skate park, quem brilhou foi o atleta mais jovem da final. Dan Sabino, de apenas 15 anos, superou Pedro Barros e Augusto Akio para ser campeão do STU de Florianópolis, etapa que abre o circuito nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas quem é essa revelação do skate brasileiro? Paulista, nascido na Zona Leste de São Paulo, Dan começou a chamar a atenção pela ousadia nas manobras e também pelos shapes, diferentes a cada competição. Os desenhos, feitos pelo irmão mais velho, Caique, já homenagearam desde a banda Charlie Brown Jr. a personagens de Dragon Ball Z.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E sobre as pranchinhas coloridas pelo irmão, Dan foi campeão brasileiro profissional em dezembro passado. Neste domingo, na primeira competição de 2024, voltou a mostrar que o garoto cresceu e vai em busca de voos ainda mais altos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Nem acredito. É a realização de um sonho para mim. São todos meus ídolos e meus amigos. Estou muito feliz. Alto nível de skate, foi um show de skate &#8211; disse Dan, após terminar o STU com a nota 85, a frente de Pedro Barros (82,55) e Augusto Akio, o Japinha (82,40).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois, aliás, estão os melhores do mundo. Japinha é o atual segundo colocado do ranking olímpico e Pedro, o sexto. Os 20 melhores vão para as Olimpíadas de Paris, com o limite de três por país. Hoje, o terceiro brasileiro seria Luigi Cini, quinto do mundo. Dan Sabino é o 72º, com cerca de mil pontos no ranking, contra 12 mil, 11 mil e 9 mil dos principais brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda faltam três competições para definir os skatistas que vão a Paris: Emirados Árabes, China e Hungria. E vale muito. Muitos pontos. Respectivamente, 50 mil ao campeão em Dubai, a partir de 25 de fevereiro, depois 210 mil em cada uma das outras duas. Ou seja, os Jogos Olímpicos de Paris parecem um sonho distante. Mesmo assim continua sendo um sonho?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Sonho, sim, com as Olimpíadas. Vou correr a classificatória olímpica que vai ocorrer agora em Dubai. Espero conseguir me classificar no primeiro corte. Nada é impossível para Deus &#8211; afirma Dan Sabino, que começou a andar de skate enquanto ainda estava deixando de engatinhar, por influência do pai, Hemerson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O patriarca da família Sabino, que sempre acompanha o filho nas viagens e competições, é personagem importante nessa história. Vendedor de comida para cachorros, apaixonado por surfe e skate, por causa do filho Hemerson deixou a Zona Leste da capital paulista para morar em São Bernardo do Campo. Mais precisamente ao lado da principal pista de skate da cidade que respira o esporte sobre rodinhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Desde pequenininho eu sempre vi meu pai andando de skate. E falava: &#8220;Eu quero fazer isso&#8221;. Com um aninho eu já andava no skate do meu pai. Peguei gosto e não parei nunca &#8211; conta Dan Sabino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não dá para saber onde esse garoto pode mesmo parar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



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<iframe title="A importância de uma alimentação adequada na infância!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/riTXU_Kl42E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>GE</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/campeao-do-stu-aos-15-anos-dan-sabino-aprendeu-a-andar-de-skate-bebe-e-ainda-sonha-com-paris/">Campeão do STU aos 15 anos, Dan Sabino aprendeu a andar de skate bebê e ainda sonha com Paris</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rayssa Leal é campeã da Liga Mundial de Skate Street</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Nov 2022 16:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Campeadomundo]]></category>
		<category><![CDATA[Raissa]]></category>
		<category><![CDATA[Skate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasileira venceu de virada na última manobra e coroou uma temporada perfeita Por Clara Casé&#160;— Rio de Janeiro 06/11/2022 12h13 Rayssa Leal é a grande campeã da Liga Mundial de Skate Street. Coroando uma temporada perfeita, a maranhense, de apenas 14 anos, venceu a grande final no Rio de Janeiro na última manobra. Rayssa se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Brasileira venceu de virada na última manobra e coroou uma temporada perfeita</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por Clara Casé&nbsp;— Rio de Janeiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">06/11/2022 12h13</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rayssa Leal é a grande campeã da Liga Mundial de Skate Street. Coroando uma temporada perfeita, a maranhense, de apenas 14 anos, venceu a grande final no Rio de Janeiro na última manobra. Rayssa se torna campeã da Liga Mundial da modalidade após vencer todas as etapas até aqui.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/Q10P0XhEmbY5gdroTNJkJxOegcc=/0x0:1170x1084/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2022/d/B/APRxsIRpKtjisd5QZuXg/whatsapp-image-2022-11-06-at-12.32.19-pm.jpeg" alt="Rayssa campeã do SLS SUper Crown — Foto: Júlia Gumarães"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Rayssa campeã do SLS SUper Crown — Foto: Júlia Gumarães</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A final masculina acontece nesta tarde</strong><a href="https://ge.globo.com/skate/noticia/2022/11/05/felipe-gustavo-e-gabi-mazetto-conseguem-vaga-na-final-da-sls.ghtml"><strong>, Felipe Gustavo vai representar o Brasil.</strong></a><strong> Você acompanha a cobertura completa no </strong><a href="https://ge.globo.com/"><strong>ge.globo</strong></a><strong> e a transmissão no sportv3 às 17h.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A skatista brasileira deu um susto para quem assistia a competição. Ao final de sua segunda volta, Rayssa teve uma tensão respiratória que causou uma pontada de dor e a fez interromper a volta. Mesmo assim, a maranhense conseguiu seguir na competição e vencer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rayssa virou, mais uma vez, na última manobra. Pressionada e com muito apoio da torcida no Rio de Janeiro, a jovem skatista cresceu e conseguiu acertar uma grande manobra no maior corrimão da pista que a rendeu um 7,4. Antes da última tentativa, a maranhense ocupava a terceira posição do torneio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a conquista, a skatista estava muito emocionada. Potencializada pelo susto que levou, Rayssa celebrou muito ter conseguido continuar na competição. A skatista afirmou estar vivendo um sonho e agradeceu o apoio da torcida e da família. Quem também se emocionou muito foi a mãe de Rayssa, Lílian, que desabou a chorar e celebrar como a filha era &#8220;merecedora&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Junto com Rayssa no pódio ficaram as medalhistas olímpicas Funa Nakayama e Momiji Nishiya. Funa somou 19,4 pontos, Momiji 19,2 enquanto Rayssa teve 21,1. A brasileira Pamela Rosa ficou com a quinta colocação e Gabi Mazetto terminou em sétimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A prova de Rayssa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Rayssa trouxe a Arena Carioca 1 abaixo com sua primeira volta. A maranhense fez uma linha perfeita e assumiu a primeira colocação com um 6,7. Em sua segunda volta, um susto. A skatista freou sua volta e teve uma “tensão respiratória”. A contração no diafragma causou uma pontada na skatista e ela acabou levando um susto. Rayssa seguiu bem pra segunda parte da competição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na fase das manobras ela já abriu com uma nota 7 no corrimão maior. Na segunda a manobra, Rayssa acabou errando ao tentar um complicadíssimo feeble backside smith grind na hubba. Na terceira, Rayssa optou pela segurança de um 50-50 na hubba mais alta e ficou com um 5,2. Na última tentativa Rayssa quase voltou sua manobra mais difícil, mas acabou ficando entre as quatro últimas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas manobras extras, Rayssa errou sua primeira tentativa, deixando-a em terceiro lugar. Mas, como sempre, na última manobra, ela virou a competição. Ao usar o maior corrimão, ela conseguiu um 7,4 e venceu.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/PO2yXU1Hc8LfBd86yQQKLm8xfwI=/0x0:847x470/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2022/0/f/kgfBM7Q1msQbLC3QyB2Q/raissa-trof.jpg" alt="Raíssa Leal é campeã do mundo de Skate — Foto: reprodução/vídeo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Raíssa Leal é campeã do mundo de Skate — Foto: reprodução/vídeo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Globo Esporte</p>



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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/rayssa-leal-e-campea-da-liga-mundial-de-skate-street/">Rayssa Leal é campeã da Liga Mundial de Skate Street</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Gabi Mazetto vence medos e se fortalece no skate após nascimento da filha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Nov 2021 22:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Skate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As metas de Gabi no skate continuam incentivadas pela família POR FOLHAPRESS &#8211; Domingo, 7 de novembro de 2021 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Até o início deste ano, a skatista Gabriela Mazetto, 24, confiava que julho de 2021 poderia ficar marcado em sua vida pela participação nas Olimpíadas de Tóquio. O mês de fato [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As metas de Gabi no skate continuam incentivadas pela família</p>



<p class="wp-block-paragraph">POR FOLHAPRESS &#8211; Domingo, 7 de novembro de 2021</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>S</strong>ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Até o início deste ano, a skatista Gabriela Mazetto, 24, confiava que julho de 2021 poderia ficar marcado em sua vida pela participação nas Olimpíadas de Tóquio. O mês de fato representou um marco especial para ela, mas por outro motivo: o nascimento de sua filha, Liz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi no dia 12 de janeiro que a paulista de Praia Grande descobriu a gravidez durante um exame de rotina. Ficou em choque, pois, sem saber da gestação, participava de competições e treinava normalmente. Estava com a cabeça no Japão e sujeita a todo tipo de tombo que o skate proporciona aos seus praticantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucas pessoas souberam o motivo pelo qual Gabi precisou se afastar da corrida olímpica a partir daquele momento. Como quarta melhor brasileira no ranking mundial da modalidade street, a previsão era que ela disputasse a terceira vaga do país em Tóquio com Leticia Bufoni -Pâmela Rosa e Rayssa Leal, as outras representantes, já estavam mais à frente na classificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tive que parar de andar de skate e foi difícil aceitar. Era uma gravidez não planejada, então tivemos que trabalhar bem para entrar na minha cabeça que tudo aquilo era normal. Sinceramente, agora eu entendo que foi muito bom, mas quando descobri foi um choque&#8221;, conta à Folha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Liz nasceu em 20 de julho, a três dias do início dos Jogos de Tóquio. Foi quando Gabi se sentiu confortável para abordar o assunto publicamente em suas redes sociais. Até então, no mundo do esporte as conversas sobre o tema estavam restritas a integrantes da Confederação Brasileira de Skate (CBSk) e aos patrocinadores da atleta, que de acordo com ela mantiveram todo o apoio à sua carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica a liberou para voltar a andar de skate 15 dias após o parto. Ela decidiu esperar 17 antes de ir até a pista perto da casa da sua mãe, onde começou no esporte. &#8220;Estava meio com medo, era tipo voltar de uma lesão&#8221;, compara a atleta, que de 2018 a 2019 ficou 14 meses afastada após uma lesão no joelho esquerdo.<br>&#8220;Demorei um pouquinho para voltar a mandar algumas manobras, andar no corrimão, mas acho que a força de vontade foi maior e venci o medo. Depois de alguns dias já estava bem, porém ainda com alguns receios&#8221;, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quis o calendário que a primeira competição do seu retorno já fosse na Street League Skateboarding (SLS), principal circuito do mundo. Gabi precisou abdicar do convite para a primeira etapa, no fim de agosto, mas confirmou presença na segunda, disputada em Lake Havasu (EUA) no último fim de semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado conquistado, classificação à final e sexto lugar, surpreendeu. &#8220;Na minha opinião eu fui muito bem, muito mesmo. Até então não estava descendo corrimão, estava com medo de andar, assumo [risos]. Foi um resultado muito surpreendente para mim e para as pessoas que assistiram. Apenas três meses após a gestação estar andando em alto nível&#8221;, constata. &#8220;Depois que eu vi que poderia fazer mais, porque joguei manobras que nem estava treinando direito.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paulista voltou à Praia Grande por alguns dias, mas na quarta-feira (10) já vai embarcar novamente para os Estados Unidos. Nos dias 13 e 14, disputará o Super Crown, etapa final da SLS, em Jacksonville. A competição equivale a um campeonato mundial da modalidade street.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a retomada de uma caminhada que pode levá-la a alcançar os objetivos profissionais que ainda busca. Gabi deseja ter um shape comercializado com seu nome (chamado de promodel) e, se tudo der certo, se classificar aos Jogos de Paris-2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seria a realização do sonho olímpico para a menina que começou no esporte na ginástica artística e por volta dos 12 anos, quando uma pista de skate foi construída perto de sua casa, pensou que poderia ser mais feliz ali do que no ginásio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Minha mãe perguntou se era isso mesmo que eu queria, porque &#8216;o skate não é valorizado, é um esporte marginalizado, de vagabundo&#8217;. Disse &#8216;é isso que eu quero, vou andar de skate e ver no que dá&#8217;. Um ano depois disso fui campeã brasileira e vi que era boa mesmo. Comecei a ter bons resultados, e minha mãe foi vendo que era legal e me apoiando mais&#8221;, relembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As metas de Gabi no skate continuam incentivadas pela família. Ela conta que o pai de Liz, o educador físico Luan Rodrigues, foi o primeiro a querer ver a atleta na pista logo que a médica a liberou. A skatista, que chegou a pensar que não voltaria ao esporte, agora se sente fortalecida no equilíbrio entre vida pessoal e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu pensava que seria mais difícil do que está sendo. [A Liz] veio para me fortalecer, pensar mais na minha família do que apenas na carreira. Agora tenho que cuidar de uma vida que depende de mim e vou fazer de tudo para que ela fique bem e que eu me sinta bem. Por isso voltei a andar de skate. Quero deixar ela feliz e com orgulho de mim quando crescer e entender tudo o que aconteceu&#8221;, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficar seis dias longe da filha pela primeira vez -com direito a um cancelamento de voo que adiou o retorno ao Brasil em um dia- não foi fácil, mas Gabi também teve recompensas inesperadas em Lake Havasu. &#8220;Eu senti que as pessoas me acolheram mais e eu me senti mais feliz. Não sei se é porque não me cobrei tanto, tentei relaxar o máximo possível, mas senti que as pessoas ao redor foram muito receptivas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os que fizeram questão de cumprimentá-la estavam skatistas consagrados, como Paul Rodriguez e Manny Santiago. &#8220;Não pensava que iria receber um abraço por ser uma pessoa forte e voltar a andar de skate do jeito que estou andando agora. Não parece que eu parei de andar, foi o que eles me disseram. Isso me inspira.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A brasileira ainda tenta entender que agora ela também pode inspirar mulheres no esporte. Durante a transmissão da etapa da SLS no SporTV, a comentarista Karen Jonz comentou sua experiência pessoal, quando foi abandonada por um patrocinador após engravidar, e comemorou o retorno em grande estilo de Gabi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Karen falou que pode até ser que eu não entenda a inspiração que posso ser para pessoas que querem ter filhos, e eu ainda não entendo. Mas pode ser que eu seja uma grande inspiração para várias meninas e mulheres. Eu acho isso muito louco, então continuem acompanhando aí&#8221;, finaliza entre risos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Noticias ao Minuto/Foto:© Divulgação</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/gabi-mazetto-vence-medos-e-se-fortalece-no-skate-apos-nascimento-da-filha/">Gabi Mazetto vence medos e se fortalece no skate após nascimento da filha</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>ONG ajudada por Rayssa Leal aposta no skate para mudar vidas em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Oct 2021 22:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Skate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 24 de Outubro de 2021 por Daniel E. de Castro &#124; Folhapress Os cinco balões em alusão aos anéis olímpicos pendurados na grade da quadra poliesportiva e a frequência com que o nome de Rayssa Leal aparece nas conversas são marcas deixadas pelos Jogos de Tóquio no bairro Calmon Viana, em Poá, região metropolitana [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/ong-ajudada-por-rayssa-leal-aposta-no-skate-para-mudar-vidas-em-sp/">ONG ajudada por Rayssa Leal aposta no skate para mudar vidas em SP</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 24 de Outubro de 2021 </p>



<p class="wp-block-paragraph">por Daniel E. de Castro | Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cinco balões em alusão aos anéis olímpicos pendurados na grade da quadra poliesportiva e a frequência com que o nome de Rayssa Leal aparece nas conversas são marcas deixadas pelos Jogos de Tóquio no bairro Calmon Viana, em Poá, região metropolitana de São Paulo.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do recente fenômeno de popularidade do esporte em todo o Brasil, o uso do skate como ferramenta de transformação social já integra o cotidiano dessa comunidade do extremo leste da capital paulista há dez anos.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2011, o skatista Sandro Testinha e a pedagoga Leila Vieira passaram a ensinar a prática para crianças da cidade. A estrutura era informal, com dinheiro tirado do bolso, e as aulas aconteciam na rua. Foi a maneira encontrada por eles de manter vivo um projeto iniciado em 2000 na antiga Febem (hoje Fundação Casa), com o objetivo de levar o esporte para crianças e adolescentes que cumpriam medidas socioeducativas de privação de liberdade.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Na rua não tinha tanta regra. Era a lei do mais forte, palavrão, agressividade. Tentei controlar isso sozinho e foi um desastre. A Leila, que já trabalhava com pedagogia, fez o nosso primeiro slogan: &#8216;skate é bom, mas com educação é ótimo&#8217;. Passamos a organizar cadernos com os nome das crianças, dos pais e o seu rendimento escolar&#8221;, conta Testinha, 43, que foi contemporâneo de Bob Burnquist nas pistas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ONG Social Skate encontrou naquela altura o seu maior propósito, ao unir skate e educação, e se aventurou num mundo novo. Formalizada como entidade sem fins lucrativos em 2014, passou a buscar patrocínios de empresas e verbas públicas pelas leis de incentivo. Também recebeu apoios de amigos e aproveitou a exposição na mídia para crescer e ganhar autonomia.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2013, as aulas haviam migrado da rua para uma quadra até então ocupada como ponto de venda de drogas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como não sou segurança pública, minha expertise foi de convidar as crianças da rapaziada que estava aqui para participar. Entendi que nem mesmo o traficante quer que o filho dele esteja no lugar onde acontece o tráfico. Os caras gostaram, porque era aula grátis de skate com estrutura. Quando as crianças chegaram, os caras saíram&#8221;, relata o fundador da ONG.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, cerca de 180 crianças e adolescentes são atendidos pela Social Skate. Além das aulas ao longo de todo o dia, conduzidas por professores contratados, os participantes recebem um lanche. &#8220;Criou-se uma rotina de alívio nessa comunidade, pelo menos para as crianças atendidas&#8221;, destaca Testinha.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A princípio queríamos algo pequeno, para oferecer uma modalidade esportiva. Eles vêm andar de skate, mas não pode ser de qualquer jeito. Precisam se reeducar, se respeitar e aprender a conviver em grupo&#8221;, acrescenta Leila, 39.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ONG trabalha com um orçamento anual de R$ 600 mil para manter suas atividades. Por ter virado referência, recentemente desenvolveu, em parceria com a CBSk (Confederação Brasileira de Skate), um mapeamento de projetos sociais da modalidade espalhados pelo país. Até o momento, já foram identificadas 103 iniciativas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Social Skate também chamou a atenção de Rayssa Leal, 13, e sua equipe. Tanto que acabou indicada pela atleta para receber um prêmio dado pela empresa Visa no valor de US$ 50 mil (R$ 282 mil).<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medalhista de prata no Japão foi escolhida em votação popular no mês de agosto como protagonista de um dos momentos mais inspiradores dos Jogos, pelo seu espírito esportivo em relação às concorrentes. A premiação foi oficializada em outubro pelo Comitê Olímpico Internacional.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sandro e Leila ainda não sabem de que forma o valor poderá ser utilizado, mas, quando essa verba chegar, não terá sido a primeira consequência positiva dos Jogos de Tóquio para o projeto.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do megaevento, o número de meninas inscritas nas aulas passou de 20 para 72. Muitas chegam tímidas, com vergonha de andar ao lado de meninos, tanto que nos últimos anos foram abertas turmas específicas só para elas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instrutora Brenda dos Santos, 19, cresceu dentro da ONG e se dedica especialmente aos grupos femininos. Um momento marcante para ela foi quando o projeto recebeu uma doação de tops e realizou um evento para que as garotas e mães que quisessem andar o fizessem com essas peças de roupa.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O preconceito na cabeça de alguns pais é muito grande, mas depois que conhecem o trabalho da ONG passam até a ser voluntários. Eles veem que o problema não é o skate, mas muitas vezes o ambiente. Se passa na TV uma menina andando de skate e um pai que nunca deixou a filha andar vê, ele fica na dúvida de por que não deixa&#8221;, afirma.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agatha dos Santos, 12, conheceu o projeto há seis anos e sentiu esse ganho de autoestima. &#8220;Quando eu entrei, era muito tímida, não conseguia fazer nada e tinha muita vergonha. Saí e voltei várias vezes, mas agora estou firme e gostando muito&#8221;, conta.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois de seus irmãos mais novos, Rafael e Nataline, também frequentam as aulas. Todos são incentivados pela mãe, Fernanda Felix, para quem o &#8220;efeito Rayssa&#8221; ajudou várias garotas a se soltarem não apenas no skate mas no futebol e em outros esportes.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medalhista também é fonte de inspiração para Felipe Gabriel, 11. &#8220;Skate é uma atividade para todo o mundo, meninos e meninas, sem preconceitos&#8221;, diz o garoto.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele e Agatha almejam se tornar skatistas profissionais. A ONG incentiva que aqueles que se destacam e desejam ir por esse caminho participem de torneios, mas esse não é foco.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Dependendo do lugar em que você está, todos os dias da sua vida são uma competição. Para saber se você vai ter o que comer, o que vestir, se vai ter algum trabalho. Então não vamos colocar mais uma competição na hora do lazer&#8221;, afirma Testinha.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mas quando eles crescem e entendem que existem os campeonatos, se o skate foi colocado dessa forma lúdica, educativa, ficam à vontade porque pensam em se divertir. É a mesma coisa que a Rayssa fez em Tóquio, dançando antes da manobra decisiva&#8221;, completa.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da grande procura pela Social Skate e por outros projetos no país, Leila pede atenção, especialmente às mães de meninas encantadas com a trajetória de Rayssa, para que não projetem expectativas irreais sobre as suas filhas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Cuidado com a pressão psicológica para que a criança apresente um resultado para o qual ela não está pronta&#8221;, diz. &#8220;Se insistirem nisso, eu convido a darem uma voltinha no skate e sentirem aquele friozinho na barriga antes de dropar, para não pressionar tanto assim.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Foto: Wander Roberto/COB</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/ong-ajudada-por-rayssa-leal-aposta-no-skate-para-mudar-vidas-em-sp/">ONG ajudada por Rayssa Leal aposta no skate para mudar vidas em SP</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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