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	<title>Soldados |</title>
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	<title>Soldados |</title>
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		<title>Ucrânia já perdeu mais de 1,7 milhão de soldados mortos e desaparecidos, revelam hackers russos (FOTOS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quarta, 20 de agosto de 2025 Grupo de hackers russo KillNet confirmou à Sputnik que hackeou a base de dados do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia com informações sobre 1,7 milhão de soldados ucranianos mortos e desaparecidos. Canal Mash no Telegram informou nesta quarta-feira (20), com uma referência à base de dados do&#160;Estado-Maior do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta, 20 de agosto de 2025</p>



<p>Grupo de hackers russo KillNet confirmou à Sputnik que hackeou a base de dados do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia com informações sobre 1,7 milhão de soldados ucranianos mortos e desaparecidos.</p>



<p>Canal Mash no Telegram informou nesta quarta-feira (20), com uma referência à base de dados do&nbsp;<a href="https://noticiabrasil.net.br/20250816/militar-russo-ucranianos-perdem-vidas-para-fazer-video-de-tomada-de-povoado-na-regiao-de-sumy-42421687.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estado-Maior do Exército ucraniano</a>, que foi hackeada por hackers russos, que a Ucrânia perdeu mais de 1,7 milhão de soldados desde o início da operação militar especial.</p>



<p>&#8220;Confirmamos, sim&#8221;, disse um representante do grupo à Sputnik em resposta à pergunta se eles realmente têm confirmação de tais <a href="https://noticiabrasil.net.br/20250817/jornal-ha-apenas-2-opcoes-de-fim-do-conflito-ucraniano-e-em-qualquer-deles-kiev-perde-territorios-42450528.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perdas das tropas ucranianas</a>.<a href="https://noticiabrasil.net.br/20250820/ucrania-ja-perdeu-mais-de-17-milhao-de-soldados-mortos-e-desaparecidos-revelam-hackers-russos-fotos-42554733.html#"></a></p>



<p>Ele também forneceu à agência uma série de fotos de soldados ucranianos mortos, seus passaportes e carteiras militares, certificados de óbito e distintivos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f631.png" alt="😱" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/203c.png" alt="‼" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1e6.png" alt="🇺🇦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ucrânia já perdeu mais de 1,7 milhão de soldados mortos e desaparecidos, revelam hackers russos<br><br>O grupo de hackers russo KillNet confirmou à Sputnik que conseguiu aceder às bases de dados do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia que mostraram que Kiev perdeu mais de… <a href="https://t.co/APszk8mG8u">pic.twitter.com/APszk8mG8u</a></p>&mdash; Sputnik Brasil (@sputnik_brasil) <a href="https://twitter.com/sputnik_brasil/status/1958137614529073590?ref_src=twsrc%5Etfw">August 20, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>As <a href="https://noticiabrasil.net.br/20250820/paris-londres-e-berlim-vao-ter-dificuldades-para-enviar-tropas-a-ucrania-diz-midia-42545261.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">forças ucranianas</a> teriam perdido 118,5 mil pessoas em 2022, 405,4 mil em 2023, 595 mil em 2024 e 621 mil em 2025, segundo os hackers, o que faz as perdas de Kiev totalizar 1,721 milhão de mortos e desaparecidos desde 2022.<a href="https://noticiabrasil.net.br/20250820/ucrania-ja-perdeu-mais-de-17-milhao-de-soldados-mortos-e-desaparecidos-revelam-hackers-russos-fotos-42554733.html#"></a></p>



<p>A base de dados do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia com informações sobre as perdas dos militares ucranianos foi hackeada através do computador do chefe do Departamento de Logística, disse um representante do KillNet à Sputnik.</p>



<p>De acordo com o interlocutor, trata-se de um computador do chefe do departamento com o apelido Chernykh. Após sua &#8220;fuga&#8221;, as funções de chefe são temporariamente desempenhadas pelo seu adjunto Chaika.</p>



<p>Fonte: Sputniknews / © AP Photo / Efrem Lukatsky</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Nova diretoria e CONSEG RECONHECE!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/8AQk4t_ioWQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Na Ucrânia, Alemanha ainda busca restos mortais de soldados da 2º Guerra Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 11:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[2ª Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados]]></category>
		<category><![CDATA[túmulos]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comissão Alemã de Túmulos de Guerra continua a atuar na Ucrânia, mesmo em meio à nova guerra que assola país. Em 2022, restos mortais de 816 soldados alemães foram localizados – alguns durante a construção de trincheiras A indicação foi dada pelo pastor do vilarejo de Sopiv, no oeste da Ucrânia: um avião de resgate alemão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comissão Alemã de Túmulos de Guerra continua a atuar na Ucrânia, mesmo em meio à nova guerra que assola país. Em 2022, restos mortais de 816 soldados alemães foram localizados – alguns durante a construção de trincheiras</em></p>



<p>A indicação foi dada pelo pastor do vilarejo de Sopiv, no oeste da Ucrânia: um avião de resgate alemão caiu nas proximidades do vilarejo, que fica no oblast de Ivano-Frankivsk, durante a Segunda Guerra Mundial .</p>



<p>Os moradores do local teriam recolhido os cadáveres, na maioria de soldados feridos que estavam sendo evacuados, e os enterrado num cemitério atrás da igreja. Depois da independência da Ucrânia, em 1991, moradores teriam colocado cruzes sobre os túmulos improvisados.</p>



<p>Em abril, em meio à guerra na Ucrânia, os restos mortais desses 41 soldados da antiga Wehrmacht, as forças armadas do regime nazista, foram desenterrados por especialistas da Comissão Alemã de Túmulos de Guerra (VdK, em alemão) para serem sepultados formalmente em cemitérios militares mantidos pela organização.</p>



<p>Os horrores da Segunda Guerra Mundial voltaram à lembrança com a atual guerra na Ucrânia. Em especial depois de uma outra descoberta, no norte da capital, Kiev, já no início da invasão russa.</p>



<p>Lá, perto da cidade de Vyshhorod, nas proximidades de uma represa do rio Danápris, militares ucranianos encontraram os restos mortais de dois soldados alemães da Segunda Guerra Mundial durante as escavações de uma trincheira. Chapas metálicas permitiram a identificação.</p>



<p>Isso aconteceu em abril de 2022, ainda no início da invasão russa da Ucrânia. Naquela época, um comboio militar russo de 40 quilômetros de extensão estava parado perto de Vyshhorod, a caminho de Kiev.</p>



<p>Os soldados ucranianos comunicaram o achado a Vladimir Ioseliani, o responsável pela seção da Ucrânia na VdK. À época, a comissão havia suspendido seus trabalhos nas regiões conflituosas da Ucrânia e se concentrado no oeste e no centro do país.</p>



<p>Cerca de 3 milhões de soldados alemães que serviram na Segunda Guerra Mundial morreram no leste europeu, onde ocorreram as batalhas mais sangrentas.</p>



<p>Na maioria das vezes, as condições não permitiam que os mortos fossem enterrados em túmulos identificáveis. Centenas de milhares ficaram em covas coletivas. Nas últimas décadas, a VdF vem atuando para localizar os corpos e enterrá-los em cemitérios militares. A comissão normalmente usa testemunhos e antigos registros militares no seu trabalho.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Trabalho interrompido pela guerra</h2>



<p>O achado em Sopiv foi um caso isolado este ano. Em 2022, a comissão conseguiu desenterrar os restos mortais de 816 soldados alemães da Segunda Guerra Mundial. Eles participaram da invasão da União Soviética pela&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/alemanha/">Alemanha</a>&nbsp;nazista. Esse número é cerca de metade do alcançado em anos anteriores.</p>



<p>A Comissão de Cemitérios de Guerra Alemães foi fundada após a Primeira Guerra Mundial, inicialmente para localizar e sepultar os restos mortais das batalhas de Verdun e Ypern. Depois da Segunda Guerra Mundial, a organização humanitária passou a se dedicar à&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/alemanha/">Alemanha</a>&nbsp;Ocidental e, mais tarde, aos países ocidentais vizinhos.</p>



<p>Com a queda da Cortina de Ferro, a associação pôde ampliar seus trabalhos para os países do Leste Europeu e da antiga União Soviética. Sobretudo a Polônia, Belarus e Ucrânia, mas também a Rússia, ou seja, países atacados pela Wehrmacht, sob ordens de Adolf Hitler.</p>



<p>Desde 1992, o a VdK localizou e exumou cerca de 990.000 soldados, principalmente na Europa Oriental. Espera-se que a marca de um milhão seja alcançada até o outono europeu.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados na identificação</h2>



<p>O procedimento de identificação segue passos bem definidos. Soldados alemães costumam ser reconhecidos por objetos encontrados juntos aos restos mortais. Por exemplo botas militares da Wehrmacht costumam estar bem preservadas mesmo sete décadas depois.</p>



<p>Mais importante, porém, são chapas militares de identificação. &#8220;Soldados alemães quase sempre as carregavam consigo&#8221;, comenta Diane Tempel-Bornett, da VdK. Mas isso não significa automaticamente que a placa metálica seja de fato de quem a carregava, observa.</p>



<p>Ao todo são necessários mais de sete passos para identificar de quem são os restos mortais encontrados. A idade pode ser determinada pela dentição ou pelo crânio. Já a altura aproximada pode ser calculada pelo tamanho do fêmur.</p>



<p>As informações dos restos mortais são comparadas com informações do Arquivo Nacional da Alemanha. Muitas vezes são antigos documentos militares que levam à localização de um cemitério de soldados.</p>



<p>Familiares sempre são informados, mas apenas quando a identidade de um soldado alemão morto em combate pôde ser indubitavelmente determinada.</p>



<p>Depois disso, os restos mortais são enterrados, frequentemente com a presença de familiares, em cemitérios da VDK em toda a Europa – também na Ucrânia. Enterros no país eram comuns. Agora a VdK espera pelo fim da guerra para enterrar os 816 soldados mortos localizados em 2022.</p>



<p>Fonte: <strong>G1</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Atividades do Legislativo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/1RhLnUEJHBw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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			</item>
		<item>
		<title>Otan aumenta número de soldados em prontidão para ameaça russa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 18:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[OTAN]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordou nesta quarta-feira (29) em colocar mais de 300 mil soldados em alta prontidão a partir de 2023, acima dos 40 mil anteriores, uma nova formação militar projetada para melhor combater a Rússia, o país que a aliança designou como a maior ameaça. A medida substitui a Força de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordou nesta quarta-feira (29) em colocar mais de 300 mil soldados em alta prontidão a partir de 2023, acima dos 40 mil anteriores, uma nova formação militar projetada para melhor combater a Rússia, o país que a aliança designou como a maior ameaça.</p>



<p>A medida substitui a Força de Resposta da Otan, que foi durante anos a primeira a responder a qualquer ataque russo ou outra crise. O novo modelo assemelha-se à forma como as forças da Otan foram organizadas durante a Guerra Fria.</p>



<p>Naquela época, países aliados específicos receberam a defesa de setores específicos da fronteira entre a Alemanha Ocidental e Oriental.</p>



<p>“Hoje, os líderes da Otan decidiram uma mudança fundamental em nossa defesa e dissuasão para responder a uma nova realidade de segurança”, disse o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, a repórteres.</p>



<p>“Aprimoraremos nossos grupos de batalha na parte leste da aliança até o nível de brigada. Transformaremos a Força de Resposta da Otan e aumentaremos o número de forças de alta prontidão para mais de 300 mil”, acrescentou.</p>



<p>Uma brigada tem cerca de 3 mil a 5 mil soldados, enquanto um batalhão – a unidade que compunha um grupo de batalha no passado – normalmente tem entre 300 a 1.000 soldados.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a Otan designará forças para a defesa de regiões específicas ao longo de seu flanco leste e armazenará mais equipamentos militares para acelerar o envio de quaisquer reforços que possam ser necessários.</p>



<p>“Esta é a primeira vez desde a Guerra Fria que temos esse tipo de plano com forças pré-atribuídas”, disse Stoltenberg.</p>



<p>“Eles trabalharão com as forças de defesa domésticas e se familiarizarão com o terreno local, instalações e estoques preposicionados para que possamos reforçar ainda mais rápido”, disse ele.</p>



<p>Após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro, os aliados da Otan aumentaram suas tropas nos países bálticos, vistos como particularmente vulneráveis ​​a um ataque russo, expandindo fortemente os batalhões multinacionais baseados lá.</p>



<p>A Alemanha já avançou com esses planos, prometendo uma brigada designada para a defesa da Lituânia e uma divisão geral – cerca de 15.000 soldados – para as forças de alta prontidão, bem como cerca de 65 aviões e 20 navios.</p>



<p>Enquanto parte da brigada permanecerá de prontidão na Alemanha e apenas ocasionalmente circulará pelo país, a unidade terá um quartel-general permanente com funcionários na Lituânia.</p>



<p>A Grã-Bretanha tem planos semelhantes para a defesa da Estônia.</p>



<p>Mas para a Otan, o novo modelo de força não é apenas um retorno à sua postura da Guerra Fria. Com o alargamento a leste da Otan, a fronteira a proteger expandiu-se significativamente e agora vai do Báltico ao Mar Negro.</p>



<p>A Otan não precisou se preocupar com drones, ataques cibernéticos ou armas hipersônicas durante a Guerra Fria. “A maneira como usamos e empregamos forças não será a mesma que tínhamos na Guerra Fria, especialmente porque reconhecemos domínios adicionais”, disse uma autoridade dos Estados Unidos.</p>



<p>“Agora temos cinco domínios de operação – as pessoas falam sobre terra, ar e mar, mas também temos cibernética, temos espaço. E isso também é importante.”</p>



<p>Fonte: <strong>CNN</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-15-at-10.41.14-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-53290"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/otan-aumenta-numero-de-soldados-em-prontidao-para-ameaca-russa/">Otan aumenta número de soldados em prontidão para ameaça russa</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rússia diz que mais de mil soldados da Ucrânia se renderam em Mariupol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2022 11:57:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Mariupol]]></category>
		<category><![CDATA[Rendidos]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; O Ministério da Defesa da Rússia afirmou nesta quarta (13) que mais de mil fuzileiros navais da Ucrânia, incluindo 162 oficiais, renderam-se na cidade portuária de Mariupol, um dos principais símbolos do conflito que se desenrola no Leste Europeu. A defesa ucraniana, por sua vez, nega ter informações sobre a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>S</strong>ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; O Ministério da Defesa da Rússia afirmou nesta quarta (13) que mais de mil fuzileiros navais da Ucrânia, incluindo 162 oficiais, renderam-se na cidade portuária de Mariupol, um dos principais símbolos do conflito que se desenrola no Leste Europeu. A defesa ucraniana, por sua vez, nega ter informações sobre a rendição.</p>



<p>O porto de Mariupol, o principal do mar de Azov, está em disputa há semanas, levando a cidade de 400 mil habitantes ao caos humanitário.</p>



<p>De localização estratégia, ela representa para as tropas de Vladimir Putin a possibilidade de construir uma ponte terrestre entre a península da Crimeia, anexada em 2014, e a região do Donbass, onde estão as duas autoproclamadas repúblicas separatistas de maioria russa que Moscou reconheceu pouco antes de dar início à invasão -região onde, agora, as forças russas concentram seus efetivos.</p>



<p>A mídia estatal divulgou imagens do que seria a rendição dos ucranianos, muitos deles com ferimentos, mas a alegação da defesa russa não pôde ser confirmada de maneira independente. Jornalistas da agência de notícias Reuters no local relataram ter visto chamas na usina siderúrgica de Azovstal, criada na época soviética, também em Mariupol, na noite de terça (12).</p>



<p>Uma publicação na página oficial dos fuzileiros navais ucranianos feita na segunda (11) dizia que eles estavam praticamente sem munição e que se preparavam para a batalha final, mas o conteúdo foi depois desmentido por autoridades locais, segundo as quais a página havia sido hackeada anteriormente.</p>



<p>O governo de Mariupol afirma que cerca de 100 mil pessoas ainda aguardam para serem retiradas da cidade, alvo de intensos bombardeios. Mas nenhum corredor humanitário será aberto nesta quarta, informou a vice-primeira-ministra da Ucrânia, Irina Vereschuk, em um aplicativo de mensagens.</p>



<p>Ela atribuiu a impossibilidade da retirada de civis às ações russas, que, seguiu, &#8220;violam as normas do direito internacional&#8221;, tornando a situação perigosa para a população. A política afirma que em Zaporíjia, região central do país, tropas russas bloquearam a passagem de ônibus e, em Lugansk, no Donbass, violaram o cessar-fogo. &#8220;Os ocupantes não conseguem controlar de maneira efetiva seus homens.&#8221;</p>



<p>Imagens de satélite divulgadas pela empresa americana Maxar Technologies mostram centenas de veículos militares russos, incluindo tanques, blindados e artilharia, posicionando-se no leste ucraniano, em uma estrada perto da vila de Vilkhuvatka, nos arredores de Kharkiv. Ao longo das últimas semanas, os próprios russos afirmaram que concentrariam tropas na porção leste.</p>



<p>Em Kharkiv, ao menos sete pessoas teriam morrido e 22 teriam ficado feridas após bombardeios que o governador Oleg Sinegubov atribui a Moscou. Ele afirmou que uma criança de dois anos estava entre as vítimas e que ao menos 53 ataques de artilharia foram realizados.</p>



<p>A Rússia também ameaçou atacar centros de controle da capital Kiev, região que assistiu ao recuo das tropas de Putin há duas semanas. O porta-voz da pasta da Defesa, Igor Konachenkov, disse que isso ocorrerá caso as forças ucranianas ataquem o território russo. O comentário veio horas após autoridades regionais de Kursk, cidade russa perto da fronteira com a Ucrânia, relatarem tiroteios -ainda que sem registro de feridos; uma mensagem sobre o caso foi apagada horas depois.</p>



<p>Na frente diplomática, o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, recebeu em Kiev a visita dos presidentes da Polônia e dos países bálticos -Lituânia, Letônia e Estônia.</p>



<p>O líder lituano, Gitanas Nauseda, disse em uma mensagem no Twitter que o objetivo da visita era levar uma mensagem consistente de apoio político, mas também discutir maior assistência militar, no que foi ecoado pelo letão Egils Levits. &#8220;É nosso dever ajudar a Ucrânia com todo tipo de armas.&#8221;</p>



<p>Depois de visitar Butcha e a capital, o polonês Andrzej Duda reforçou as acusações de crimes de guerra por parte da Rússia. &#8220;Isso não é guerra, é terrorismo&#8221;, disse o presidente do membro da Otan de retórica mais agressiva contra Putin. &#8220;Não estamos falando só sobre soldados, mas sobre aqueles que emitiram as ordens. Todos devem ser julgados.&#8221;</p>



<p>Moscou nega mirar civis e usar armas proibidas, mas Kiev manteve o tom de acusação. Ao Parlamento da Estônia, Zelenski voltou a dizer que os russos têm usado munições de fósforo branco, tipo de arma similar às incendiárias, que causa graves ferimentos por queimar a carne humana profundamente.</p>



<p>&#8220;O Exército russo está usando todos os tipos de artilharia, mísseis e bombas, em especial as de fósforo, contra distritos residenciais e infraestrutura civil; isso é terrorismo contra a população civil&#8221;, disse o ucraniano, que semanalmente tem discursado a parlamentares de diferentes nações na tentativa de angariar apoio internacional.</p>



<p>A acusação também cresce por parte dos fóruns internacionais. Em relatório divulgado nesta quarta, a Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), que criou uma missão especial com 45 dos 57 países-membros para monitorar o assunto, diz ter encontrado evidências de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.</p>



<p>A OSCE menciona, entre outros, o ataque a uma maternidade de Mariupol em 9 de março e o ataque a um teatro da mesma cidade que servia de abrigo para deslocados internos do conflito uma semana depois como crimes de guerra evidentes, ainda que Moscou negue atacar civis.</p>



<p>Já o procurador-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Khan, disse ter motivos razoáveis para acreditar que crimes dentro da jurisdição do tribunal -ou seja, de guerra, de agressão, de genocídio ou contra a humanidade- estão sendo cometidos na guerra.</p>



<p>Ele esteve nesta quarta em Butcha, cidade nos arredores de Kiev onde centenas de corpos foram encontrados nas ruas após o recuo russo, e se encontrou com a procuradora-geral ucraniana, Irina Venediktova.</p>



<p>Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-29-at-10.05.25-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-45897"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/russia-diz-que-mais-de-mil-soldados-da-ucrania-se-renderam-em-mariupol/">Rússia diz que mais de mil soldados da Ucrânia se renderam em Mariupol</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bolsonaro inicia programa em Moscou homenageando soldados comunistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 11:10:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IGOR GIELOW- (FOLHAPRESS) presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou seu dia de programação oficial em Moscou como todo chefe de Estado que visita a Rússia: na cerimônia de aposição de uma coroa de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido. Não deixa de ser uma pequena ironia para um político que, no seu discurso de posse em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>I</strong>GOR GIELOW- (FOLHAPRESS) presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou seu dia de programação oficial em Moscou como todo chefe de Estado que visita a Rússia: na cerimônia de aposição de uma coroa de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido.</p>



<p>Não deixa de ser uma pequena ironia para um político que, no seu discurso de posse em 2019, havia prometido trabalhar para &#8220;livrar o Brasil do socialismo&#8221;.</p>



<p>O túmulo é um dos pontos altos simbólicos da celebração da vitória da União Soviética, império comunista que durou de 1922 a 1991 e está no centro dos fetiches do bolsonarismo, na Segunda Guerra Mundial (1939-45, mas que começou para os soviéticos em 1941 e que é chamada no país de Grande Guerra Patriótica).</p>



<p>Sob a construção de 1967 repousam restos mortais dos defensores de Moscou, que seguraram os invasores nazistas a pouco quilômetros da capital. O monumento também traz em seu conjunto 12 pedestais com os nomes das chamadas cidades-herói, título soviético dado àquelas que resistiram a cercos brutais.</p>



<p>Em 2017, na mais recente visita de um presidente brasileiro a Moscou, Michel Temer (MDB) ouviu um &#8220;Fora Temer&#8221; gritado ao longe enquanto participava da cerimônia.</p>



<p>Putin, que receberá Bolsonaro nesta quarta (16) em meio à grave crise com a Ucrânia e o Ocidente, não é um saudosista do comunismo, mas estabeleceu uma cartilha de louvação aos aspectos heroicos do regime —centrado na experiência da guerra.</p>



<p><br>A Rússia, maior dos 15 países que compunham a União Soviética, é seu Estado sucessor. Em 2004, Putin inclusive mudou o nome de uma das 12 cidades homenageadas, Volgogrado, à sua denominação nos tempos da guerra.</p>



<p>Foi Stalingrado, ou cidade de Josef Stálin (1878-1953), que homenageava o ditador comunista e foi palco de uma das viradas de maré do conflito, quando os soviéticos derrotaram o Sexto Exército nazista que a havia conquistado.</p>



<p>Sob Putin, é crime tentar contar histórias alternativas à oficial sobre o conflito. Há uma razão emocional também: cerca de 70% das famílias russas perderam algum familiar na guerra, que levou 27 milhões de almas soviéticas (9 milhões fardadas), quase 40% do total de vítimas.</p>



<p>Mesmo que quisesse, Bolsonaro teria dificuldades de se livrar das lembranças comunistas em Moscou. A cidade é coalhada de reminiscências do período, embora elas tenham diminuído nos 30 anos de vida capitalista.</p>



<p>Seja como for, o mausoléu de Vladimir Lênin (1870-1924), o fundador do regime, segue lá em frente ao Kremlin onde Putin receberá o brasileiro. As estrelas vermelhas nas torres da fortaleza medieval, remetendo ao símbolo comunista, também.</p>



<p>Placas homenageando figuras do regime e da sociedade estão espalhadas pela cidade, que ainda tem um solitário busto de Karl Marx (1818-83) em frente ao famoso Teatro Bolshoi. Mesmo Lênin, que viu boa parte de suas estátuas cair após 1991, ainda é visto aqui e ali, inclusive com um grande monumento na praça Kaluga.​</p>



<p>O anticomunismo de Bolsonaro não difere, em formação, daquele de sua geração de oficiais, moldada na ditadura de 1964. Mas mesmo entre aqueles que permaneceram nas Forças Armadas, enquanto Bolsonaro deixou o Exército como capitão em 1988, não há quem acredite em socialismo ou comunismo nos dias de hoje.</p>



<p>O que há é um entendimento de que a esquerda subsiste de forma ideológica, adotando a defesa de temas alternativos ao socialismo nos campos comportamentais e ambiental, por exemplo. Bolsonaro também ataca nesta frente, mas insiste em que sua claque mantenha viva a ideia de que um espectro ronda o Brasil, para parafrasear o Manifesto Comunista de Marx (1848).</p>



<p>Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg" alt="" class="wp-image-35882" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-300x188.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/bolsonaro-inicia-programa-em-moscou-homenageando-soldados-comunistas/">Bolsonaro inicia programa em Moscou homenageando soldados comunistas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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