<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>spodoptera frugiperda |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/spodoptera-frugiperda/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Jan 2026 02:44:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>spodoptera frugiperda |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Como Telenomus remus evita superparasitismo em ovos de Spodoptera frugiperda</title>
		<link>https://ipiracity.com/como-telenomus-remus-evita-superparasitismo-em-ovos-de-spodoptera-frugiperda/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-telenomus-remus-evita-superparasitismo-em-ovos-de-spodoptera-frugiperda</link>
					<comments>https://ipiracity.com/como-telenomus-remus-evita-superparasitismo-em-ovos-de-spodoptera-frugiperda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 03:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CITY RURAL]]></category>
		<category><![CDATA[spodoptera frugiperda]]></category>
		<category><![CDATA[superparasitismo]]></category>
		<category><![CDATA[telenomus remus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=168055</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quinta, 15 de janeiro de 2026 Pesquisa detalha marcação de ovos e aprendizado no controle biológico do milho A vespa&#160;Telenomus remus&#160;apresenta comportamento refinado para reconhecer ovos já parasitados da&#160;lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda). O inseto utiliza marcas deixadas após a oviposição e sinais internos do hospedeiro para evitar a superparasitização. O resultado amplia o entendimento sobre o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-telenomus-remus-evita-superparasitismo-em-ovos-de-spodoptera-frugiperda/">Como Telenomus remus evita superparasitismo em ovos de Spodoptera frugiperda</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta, 15 de janeiro de 2026</p>



<p>Pesquisa detalha marcação de ovos e aprendizado no controle biológico do milho</p>



<p>A vespa&nbsp;<em>Telenomus remus</em>&nbsp;apresenta comportamento refinado para reconhecer ovos já parasitados da&nbsp;<a href="https://revistacultivar.com.br/fitossanidade/spodoptera-frugiperda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lagarta-do-cartucho (<em>Spodoptera frugiperda</em>)</a>. O inseto utiliza marcas deixadas após a oviposição e sinais internos do hospedeiro para evitar a superparasitização. O resultado amplia o entendimento sobre o uso do parasitoide em programas de controle biológico da principal praga do milho.</p>



<p>Pesquisadores observaram que o parasitismo ocorre em etapas bem definidas. A fêmea procura o hospedeiro com as antenas. Em seguida, examina cada ovo por meio de toques repetidos. Caso considere o ovo adequado, introduz o ovipositor e deposita um único ovo. Logo após, executa um movimento característico em forma de “8” sobre a superfície do ovo. Esse gesto funciona como marca química.</p>



<p>Essa marca reduz a chance de outra fêmea utilizar o mesmo ovo. Quando encontra um ovo marcado, a vespa tende a evitá-lo. Se a informação externa não basta, ela perfura o ovo com o ovipositor para avaliar a condição interna. Ao detectar parasitismo prévio, abandona o local.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Densidade de ovos</h2>



<p>O estudo avaliou o efeito da densidade de ovos do hospedeiro. À medida que a quantidade de ovos aumentou, o tempo de busca diminuiu. A taxa de parasitismo cresceu até atingir um patamar estável. Em massas com 30 ovos, a eficiência já se aproximou do máximo observado.</p>



<p>O tempo de exposição também influenciou os resultados. Com 1,5 hora de contato entre a fêmea e a massa de ovos, o parasitismo alcançou cerca de 99%. Períodos menores limitaram o desempenho. Tempos maiores não ampliaram a eficiência e podem induzir desgaste da fêmea.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reconhecimento e experiência</h2>



<p>A pesquisa demonstrou que a experiência da fêmea altera o comportamento. Fêmeas com histórico de oviposição reconheceram ovos marcados em todas as temperaturas testadas, entre 16 ºC e 36 ºC. Também mantiveram essa capacidade por até 12 horas após a marcação.</p>



<p>Fêmeas sem experiência apresentaram desempenho distinto. Elas reconheceram ovos marcados apenas logo após a oviposição ou quando os ovos permaneceram a 16 ºC. Em temperaturas mais altas ou após maior intervalo de tempo, a capacidade de reconhecimento caiu. O resultado indica que o calor acelera a degradação da substância marcadora.</p>



<p>A experiência prévia parece compensar essa perda. O estudo sugere que fêmeas experientes utilizam aprendizado e memória para identificar sinais mais fracos. Esse mecanismo reduz erros e evita desperdício de ovos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Controle biológico</h2>



<p>Os resultados oferecem base prática para programas de criação massal e liberação em campo. A definição da densidade ideal de ovos e do tempo de exposição melhora a eficiência da produção do parasitoide. A constatação de que fêmeas experientes apresentam melhor desempenho reforça a importância do manejo adequado antes da liberação.</p>



<p>O comportamento de marcação também explica casos ocasionais de superparasitismo observados em laboratório. Em geral, cada ovo hospedeiro abriga apenas uma larva viável da vespa. A competição interna elimina excedentes, mas reduz a eficiência do sistema.</p>



<p>O estudo conclui que o sucesso de&nbsp;<em>Telenomus remus</em>&nbsp;no controle da lagarta-do-cartucho depende da combinação entre sinais químicos, temperatura, tempo e aprendizado.</p>



<p>Mais informações em doi.org/10.3390/insects17010093</p>



<p>Fonte: Revista Cultivar / Foto: Subramanian Sevgan, CC-BY-NC 4<br></p>



<p>Fonte: revista cultivar / Foto: Subramanian Sevgan, CC-BY-NC 4<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ATIVIDADES DO CONSELHO TUTELAR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/E4B1OIER-XI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-telenomus-remus-evita-superparasitismo-em-ovos-de-spodoptera-frugiperda/">Como Telenomus remus evita superparasitismo em ovos de Spodoptera frugiperda</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/como-telenomus-remus-evita-superparasitismo-em-ovos-de-spodoptera-frugiperda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
