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	<title>Startups |</title>
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		<title>Ministério da Saúde lança guia para ampliar acesso de startups ao Sistema Único de Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Startups, pesquisadores e empresas de tecnologia em saúde passam a contar com um novo instrumento de orientação para levar soluções inovadoras ao&#160;Sistema Único de Saúde (SUS)&#160;. Criado pelo Ministério da Saúde, o guia&#160;Acesso e Inovação de Dispositivos Médicos ao SUS&#160;reúne informações sobre regulação, incorporação tecnológica, financiamento e desenvolvimento de dispositivos médicos voltados à rede pública [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Startups, pesquisadores e empresas de tecnologia em saúde passam a contar com um novo instrumento de orientação para levar soluções inovadoras ao&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus">Sistema Único de Saúde (SUS)&nbsp;</a>. Criado pelo Ministério da Saúde, o guia&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acesso_inovacao_dispositivos_medicos_startups.pdf">Acesso e Inovação de Dispositivos Médicos ao SUS&nbsp;</a>reúne informações sobre regulação, incorporação tecnológica, financiamento e desenvolvimento de dispositivos médicos voltados à rede pública de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação foi lançada durante a Feira Hospitalar 2026, um dos maiores eventos de saúde da América Latina, que reúne anualmente novidades, tendências e soluções inovadoras do setor. Durante o evento, o Ministério da Saúde participou de debates sobre a importância da produção nacional e da integração entre governo, indústria, centros de pesquisa e empresas de base tecnológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do Departamento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, vinculado à Secretaria de&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics">Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde&nbsp;</a>do ministério, Igor Bueno, destacou que o guia foi elaborado para reduzir as barreiras enfrentadas por startups e pequenas empresas no acesso ao mercado público de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essas empresas desempenham papel estratégico no ecossistema de inovação em saúde, ao impulsionarem o desenvolvimento de soluções tecnológicas, ampliarem a competitividade nacional e contribuírem para a sustentabilidade do SUS. A publicação inédita consolida, em um único documento, uma visão integrada de todas as etapas do processo, do fomento à pesquisa, do desenvolvimento até a incorporação no SUS”, explicou o diretor.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Dispositivos médicos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os dispositivos médicos fazem parte da rotina dos serviços de saúde e incluem desde produtos simples, como curativos e ataduras, até tecnologias de alta complexidade, como marca-passos, próteses ortopédicas, cirurgias robóticas e equipamentos com inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados citados no guia, existem atualmente mais de 2 milhões de tipos diferentes desses dispositivos no mundo, utilizados para prevenção, diagnóstico, tratamento e monitoramento de doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço tecnológico tem ampliado as possibilidades de atendimento e contribuído para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Além dos equipamentos utilizados em hospitais, o setor também cresce no desenvolvimento de dispositivos voltados para uso doméstico e pessoal (home care).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a publicação, o mercado brasileiro de dispositivos médicos cresce acima da média mundial. Apesar disso, o Brasil ainda depende da importação de equipamentos e insumos de alta complexidade. Hoje, grande parte da produção nacional está concentrada em produtos de média e baixa complexidade tecnológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais desafios do setor estão os custos para inovação, a dependência tecnológica externa e a necessidade de maior integração entre pesquisa científica, política industrial e demanda do sistema público de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados apresentados no X Fórum da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde apontam que o mercado global de dispositivos médicos movimenta mais de US$ 540 bilhões e segue em expansão. No Brasil, o setor também tem impacto econômico relevante. Os segmentos que lideram o mercado são os dispositivos terapêuticos (25,8%), seguidos pelos implantáveis (24,3%) e pelo diagnóstico in vitro (15,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números citados no guia demonstram que, em 2024, a indústria de dispositivos médicos criou quase 6 mil novos empregos diretos, alcançando mais de 85 mil postos de trabalho no país. O desempenho representa um crescimento de aproximadamente 7% em relação ao ano anterior, evidenciando a relevância econômica e a expansão do complexo industrial da saúde.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologias na rede pública</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde tem atuado no fortalecimento do C&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/deceiis">omplexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS)&nbsp;</a>que reúne setores produtivos, tecnológicos e de serviços. A iniciativa busca estimular o mercado nacional, reduzir a dependência de produtos importados, ampliar o acesso a tecnologias seguras e tornar mais eficiente o uso dos recursos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do guia ocorre nesse cenário de expansão das iniciativas de saúde digital, fortalecimento da cadeia produtiva nacional e incentivo à inovação tecnológica no SUS. Assim, além de orientar startups e empresas, o material destaca a importância estratégica dos dispositivos médicos para melhorar o atendimento à população e explica, de forma acessível, como funcionam os processos e etapas para incorporação dessas tecnologias ao sistema público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento também reforça que, para que a tecnologia seja financiada e utilizada em larga escala pelo SUS, é necessário cumprir critérios técnicos, científicos, regulatórios e econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acesso_inovacao_dispositivos_medicos_startups.pdf">Confira o guia Acesso e Inovação de Dispositivos Médicos ao SUS</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Janine Russczyk</em> <em>Ministério da Saúde</em> / Foto: Internet</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/ministerio-da-saude-lanca-guia-para-ampliar-acesso-de-startups-ao-sistema-unico-de-saude" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/ministerio-da-saude-lanca-guia-para-ampliar-acesso-de-startups-ao-sistema-unico-de-saude</a></p>



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		<title>Queda nos preços abre o apetite de grandes companhias por startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 12:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com os juros subindo no Brasil e no exterior, investidores estão menos afeitos ao risco. Por isso, a quantia de dinheiro antes direcionado para empresas de tecnologia deve cair por um tempo. A empresa de tecnologia Locaweb foi uma compradora em série nos últimos anos. Desde 2018, adquiriu 15 startups para complementar seus serviços, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Com os juros subindo no Brasil e no exterior, investidores estão menos afeitos ao risco. Por isso, a quantia de dinheiro antes direcionado para empresas de tecnologia deve cair por um tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa de tecnologia Locaweb foi uma compradora em série nos últimos anos. Desde 2018, adquiriu 15 startups para complementar seus serviços, que vão desde hospedagem de sites a gestão de redes sociais e e-mail marketing. Após reduzir o ritmo de aquisições nos últimos meses &#8211; por considerar os preços pedidos &#8220;irreais&#8221; -, a companhia começa a ver um cenário mais promissor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Fernando Cirne, presidente da Locaweb, isso ocorre porque a virada na economia fez os fundos fecharem a torneira dos investimentos. Agora, diz ele, o mercado está tendo um choque de realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Alguns estão ainda cobrando valores altíssimos, mas outros estão caindo na real. Quem não entender isso vai quebrar. Estamos no início de um momento difícil, e não no fim&#8221;, afirma Fernando Cirne. &#8220;E esse momento vai trazer oportunidades.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após dois anos de investimentos bilionários em startups por fundos de capital de risco (ou venture capital), o segmento passa por uma mudança. Com os juros subindo no Brasil e no exterior, investidores estão menos afeitos ao risco. Por isso, a quantia de dinheiro antes direcionado para empresas de tecnologia deve cair por um tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com menos recurso no mercado, startups e fintechs que dependem de aportes para seguir em crescimento terão de buscar alternativas. As medidas vão de cortes de custos à busca por um sócio que traga dinheiro novo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim surgem as grandes empresas em busca de startups com desconto. &#8220;Para quem tiver dinheiro em caixa, a crise vai apresentar uma grande oportunidade, e as grandes empresas devem liderar esse movimento com o uso de ferramentas como os CVCs, ou corporate venture capital (fundos criados por empresas para aquisições)&#8221;, diz Renato Mendes, sócio da consultoria F5.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas negociações entre startups e grandes negócios devem esquentar a partir do segundo semestre, já que a atividade econômica deve se desacelerar até lá. Um indicador que aponta nessa direção é justamente a criação desses fundos de aquisição no Brasil &#8211; hoje, o País já tem cem deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os grupos abertos a fazer aquisições está o Bradesco. Em fevereiro, o banco concluiu a compra da Digio &#8211; pagou R$ 645 milhões por 50% do negócio. Outros negócios podem aparecer, segundo o presidente Octavio de Lazari Jr. &#8220;Nunca deixamos de olhar as oportunidades. Claro que, caso as empresas tenham reprecificações, vamos olhar com mais atenção&#8221;, disse o executivo ao&nbsp;<strong>Estadão</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Número de fundos para investir em startups dispara</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da piora do cenário econômico, que deixa em posição mais frágil as empresas que ainda não dão lucro, o movimento de aquisições de startups deve esquentar no segundo semestre. Esse panorama tende a reforçar a participação dos fundos criados por grandes empresas &#8211; os chamados CVCs (Corporate Venture Capital) &#8211; para investimentos nessas companhias &#8220;nascentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo levantamento da consultoria Bain &amp; Company, o número de fundos do gênero de empresas brasileiras teve um salto de nove, em 2015, para 73 em 2021. Para este ano, segundo Andre Fernandes, sócio da Bain e gerente global para o braço de inovação da consultoria Brain Innovation Exchange, o total de CVCs no País deve ultrapassar a marca de cem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Fernandes, os números seguirão crescendo à medida que a situação da economia se deteriorar, o que é previsto para os próximos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão se sustenta também na comparação dos investimentos das grandes companhias por meio de CVCs em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). &#8220;Essa relação nos Estados Unidos é de 0,45%, três vezes maior do que no Brasil (0,14%). Mesmo os americanos sendo referência, a proporção do Brasil mostra que ainda há muito espaço para esse investimento&#8221;, diz o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as empresas que decidiram abrir seu próprio &#8220;CVC&#8221; está a Locaweb, de serviços digitais. Em dezembro de 2021, a companhia direcionou R$ 100 milhões para esse fim, mas só usou 10% do total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente da Locaweb, Fernando Cirne, o objetivo do fundo é investir em negócios que tenham o potencial de se tornar eventuais subsidiárias da companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra empresa de tecnologia que separou dinheiro para comprar startups foi a Stefanini, pela Stefanini Ventures. Com a política de comprar participações &#8211; mas sem interferir no dia a dia da operação -, a Stefanini tenta deixar as startups livres para a criação de tecnologias disruptivas, afirma o fundador e presidente Marco Stefanini. Desde 2020, a empresa investiu mais de R$ 500 milhões em aquisições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do potencial do mercado, o fundador da Stefanini está criando um novo fundo, que ele pretende manter independente. A ideia é atender à crescente demanda de startups que não necessariamente têm ligação direta com os negócios da Stefanini. &#8220;Nosso sucesso com a Stefanini Ventures nos estimulou a investir em formatos diferentes. A indústria de venture capital no Brasil tem espaço para crescer, e estamos bem otimistas com o novo projeto&#8221;, diz Stefanini, que busca sócios para o CVC.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Campeãs</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo levantamento realizado pela consultoria Sling Hub, o Magazine Luiza foi o maior comprador de startups no ano passado, com 11 aquisições, à frente da Locaweb e da Méliuz, com oito negócios cada. De 2018 para cá, a liderança fica ainda mais folgada: 24 compras, nove a mais do que a segunda colocada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com esse DNA comprador, o Magazine Luiza seguirá realizando aquisições por meio do próprio caixa, sem optar por um fundo para centralizar as negociações. Isso deve ocorrer, de acordo com Vanessa Rossini, gerente de relações com os investidores do Magalu, porque a ideia é buscar empresas e empreendedores que se conectem ao ecossistema e ao modelo de negócio do Magalu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de aquisições chamou a atenção do mercado nos últimos anos. Agora, com queda de 80% no valor das ações nos últimos 12 meses, os mesmos investidores cobram a varejista sobre ter exagerado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na divulgação de resultados do primeiro trimestre, Frederico Trajano, presidente da companhia, afirmou que o foco agora será na integração das startups já adquiridas. Mesmo assim, segundo Vanessa, a empresa vai olhar para os bons negócios que possam aparecer. &#8220;Não nos fechamos para as oportunidades.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="480" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc.jpg" alt="" class="wp-image-45345" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc-300x180.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/03/parc-768x461.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/queda-nos-precos-abre-o-apetite-de-grandes-companhias-por-startups/">Queda nos preços abre o apetite de grandes companhias por startups</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Aportes em startups nacionais quadruplicaram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 11:52:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da Transactional Track Record (TTR) que englobam grandes operações, não apenas de startups, mostram que os fundos de venture capital já aportaram R$ 15,2 bilhões (o equivalente a US$ 3 bilhões) em empresas de tecnologia no Brasil no período entre janeiro e maio deste ano, com 115 transações POR ESTADAO CONTEUDO &#8211; Sexta, 4 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Dados da Transactional Track Record (TTR) que englobam grandes operações, não apenas de startups, mostram que os fundos de venture capital já aportaram R$ 15,2 bilhões (o equivalente a US$ 3 bilhões) em empresas de tecnologia no Brasil no período entre janeiro e maio deste ano, com 115 transações</p>



<p class="wp-block-paragraph">POR ESTADAO CONTEUDO &#8211; Sexta, 4 de junho de 2021</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>N</strong>os cinco primeiros meses de 2021, as startups brasileiras receberam US$ 3,2 bilhões em investimentos, volume que representa 90% do total investido em todo o ano de 2020, de US$ 3,54 bilhões. Até maio, foram 261 aportes, segundo dados divulgados no relatório Inside Venture Capital, elaborado pelo Distrito, empresa de inovação aberta. As fintechs atraíram a maior parte dos investimentos, embora outros setores venham ganhando importância nessa conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Gustavo Gierun, cofundador e sócio da Distrito, os números sinalizam um ano forte para o setor, porque os fundos ainda têm capital para investir. &#8220;O Brasil caminha para algo entre US$ 4,5 bilhões e US$ 5 bilhões (em aportes) ao longo de 2021&#8221;, diz. Ele lembra que entre janeiro e maio de 2020 foram 203 transações e US$ 835 milhões em investimentos em startups no País. Ou seja: o volume saltou quase quatro vezes neste intervalo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da Transactional Track Record (TTR) que englobam grandes operações, não apenas de startups, mostram que os fundos de venture capital já aportaram R$ 15,2 bilhões (o equivalente a US$ 3 bilhões) em empresas de tecnologia no Brasil no período entre janeiro e maio deste ano, com 115 transações. Entre elas estão um aporte de US$ 400 milhões recebido pelo Nubank em janeiro, e outro, de US$ 525 milhões, recebido pela Loft entre março e abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Flávio Málaga, sócio e professor de finanças da Finted Tech School, a alta dos investimentos em venture capital que ajuda a elevar o financiamento a startups reflete a atual dinâmica macroeconômica do Brasil e do mundo, de juros baixos e muita liquidez no mercado. &#8220;Os investidores estão em busca de projetos e a indústria de fundos de venture capital está aí para suprir essa demanda. São bem atrativos pela maior rentabilidade&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fintechs</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório da Distrito aponta que as fintechs ainda são as preferidas para aportes, com 57 investimentos neste ano e um volume de US$ 1,158 bilhão. Em seguida, as startups do ramo imobiliário somam US$ 825 milhões em investimentos em quatro projetos. Dois deles ocorreram no mês de maio. Mas outros setores devem ganhar importância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Gierun, as empresas inovadoras ligadas ao varejo e ao ramo da saúde vêm &#8220;crescendo com consistência, uma promessa para os próximos períodos&#8221;. Até aqui, recebem menos recursos que as fintechs, mas estão no &#8220;top 5&#8221; dos investimentos: as chamadas retail techs (varejo) e as healthtechs (saúde) acumulam investimentos de US$ 632 milhões e US$ 88,8 milhões neste ano, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações são do jornal&nbsp;<strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/aportes-em-startups-nacionais-quadruplicaram/">Aportes em startups nacionais quadruplicaram</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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