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		<title>A &#8216;crise invisível&#8217; no país onde mais crianças fogem da guerra que em qualquer outro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2025 21:27:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lyse DoucetRole, Da BBC News em Kassala (Sudão) &#8211; Domingo, 5 de janeiro de 2025 Mahmoud é um adolescente atrevido que exibe o maior dos sorrisos, apesar de ter perdido os dentes da frente em uma brincadeira de criança. Ele é um órfão sudanês abandonado duas vezes e deslocado duas vezes na grave guerra de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lyse DoucetRole, Da BBC News em Kassala (Sudão) &#8211; Domingo, 5 de janeiro de 2025</p>



<p>Mahmoud é um adolescente atrevido que exibe o maior dos sorrisos, apesar de ter perdido os dentes da frente em uma brincadeira de criança.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="332" data-id="141531" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/10-1024x332.png" alt="" class="wp-image-141531" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/10-1024x332.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/10-300x97.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/10-768x249.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/10.png 1081w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p>Ele é um órfão <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c1gdqgk75vdt">sudanês</a> abandonado duas vezes e deslocado duas vezes na grave guerra de seu país.</p>



<p>Mahmoud é uma das quase cinco milhões de crianças sudanesas que perderam quase tudo ao serem empurradas de um lugar para o outro no que é hoje a pior crise humanitária do mundo.</p>



<p>Em nenhum outro lugar do mundo há tantas crianças fugindo e tantas pessoas vivendo com uma fome tão aguda.</p>



<p>A <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c5qvpqjv4z6t">fome</a> já foi declarada em uma área do país — e muitas outras regiões subsistem à beira da inanição, sem saber de onde virá a próxima refeição.</p>



<p>&#8220;É uma crise invisível&#8221;, diz o novo chefe de assistência humanitária da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cwr9jr0y464t">ONU</a>, Tom Fletcher. &#8220;Vinte e cinco milhões de sudaneses, mais da metade do país, precisam de ajuda agora.&#8221;</p>



<p>Em uma época de muitas crises sem precedentes, em que guerras devastadoras em lugares como <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/ceq71wv10ezo#:~:text=A%20Faixa%20de%20Gaza%20%C3%A9,segundo%20autoridades%20das%20Na%C3%A7%C3%B5es%20Unidas.">Gaza</a> e <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cr50y51pqjwt">Ucrânia</a> dominam a ajuda e a atenção do mundo, Fletcher escolheu o Sudão para sua primeira missão de campo como uma forma de destacar essa situação difícil.</p>



<p>&#8220;Essa crise não é invisível para a ONU, para nossos trabalhadores humanitários na linha de frente, que arriscam e perdem suas vidas para ajudar o povo sudanês&#8221;, disse ele à BBC, enquanto viajávamos com ele em sua viagem de uma semana.</p>



<p>A maioria das pessoas de sua equipe que trabalha no local também são sudaneses que perderam suas casas, suas vidas antigas, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9wxxjpjd2po">nessa luta brutal pelo poder entre o exército e as Forças de Apoio Rápido (RSF) paramilitares</a>.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="332" data-id="141527" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/9-1024x332.png" alt="" class="wp-image-141527" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/9-1024x332.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/9-300x97.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/9-768x249.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/9.png 1081w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p>A primeira visita de campo de Fletcher o levou ao orfanato Maygoma, de Mahmoud, em Kassala, no leste do Sudão, que hoje abriga cerca de 100 crianças em uma escola de três andares, em ruínas, que virou abrigo.</p>



<p>Eles viviam com seus cuidadores na capital do país, Cartum, até que o exército e as RSF apontaram suas armas um para o outro em abril de 2023, o que afetou o orfanato enquanto o país era arrastado para um turbilhão de violência terrível, saques sistemáticos e abusos chocantes.</p>



<p>Quando os combates se espalharam pelo novo abrigo dos órfãos em Wad Madani, na região central do Sudão, os que sobreviveram fugiram para Kassala.</p>



<p>Quando pedi a Mahmoud, de 13 anos, que fizesse um pedido, ele imediatamente abriu um grande sorriso de dentes largos.</p>



<p>&#8220;Quero ser governador de um estado para poder assumir o comando e reconstruir as casas destruídas&#8221;, respondeu ele.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/6d13/live/8a7444e0-abe9-11ef-b643-a725e384ccec.jpg.webp" alt="Costas de Mahmoud, um adolescente vestindo um top amarelo e branco, ao lado de um prédio com três mulheres à distância, fora de foco"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto, Mahmoud, agora com 13 anos, foi deslocado duas vezes desde o início do conflito no Sudão em 2023</figcaption></figure>



<p>Para 11 milhões de sudaneses que foram levados de um refúgio a outro, retornar ao que restou de seus lares e reconstruir suas vidas seria o maior presente de todos.</p>



<p>Por enquanto, até mesmo encontrar comida para sobreviver é uma batalha diária.</p>



<p>E para as agências de ajuda humanitária, incluindo a ONU, fazer com que o alimento chegue até eles é uma tarefa titânica.</p>



<p>Após quatro dias de reuniões de Fletcher em Porto Sudão, o chefe do exército, general Abdel Fattah al-Burhan, anunciou na rede social X que havia dado permissão à ONU para estabelecer mais centros de abastecimento e usar mais três aeroportos regionais para prestar assistência.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="332" data-id="141526" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/8-1024x332.png" alt="" class="wp-image-141526" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/8-1024x332.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/8-300x97.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/8-768x249.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/8.png 1081w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p>Algumas das permissões já haviam sido concedidas anteriormente, mas outras representaram um passo adiante.</p>



<p>O novo anúncio também foi feito no momento em que o Programa Mundial de Alimentos (WFP, na sigla em inglês) da ONU obteve sinal verde para chegar às comunidades atingidas atrás das linhas controladas pela RSF, incluindo o campo de Zamzam, em Darfur, que abriga cerca de meio milhão de pessoas, onde a fome foi recentemente declarada.</p>



<p>&#8220;Estamos pressionando há meses para chegar a essas comunidades&#8221;, diz Alex Marianelli, que dirige as operações do WFP em Porto Sudão.</p>



<p>Atrás de nós, em um armazém do WFP, trabalhadores sudaneses cantam enquanto carregam caminhões com caixas de alimentos que vão para a pior das piores áreas.</p>



<p>Marianelli reflete que nunca trabalhou em um ambiente tão difícil e perigoso.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/56b1/live/3f29b690-abea-11ef-b643-a725e384ccec.jpg.webp" alt="Uma mulher chamada Omnia está sentada do lado de fora de uma tenda no Sudão segurando seu bebê, com uma segunda criança sentada ao lado dela"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto, Cerca de 11 milhões de pessoas foram forçadas a fugir de suas casas por causa do conflito</figcaption></figure>



<p>Na comunidade de ajuda humanitária, alguns criticam a ONU, dizendo que ela ficou de mãos atadas ao reconhecer o general Burhan como o governante de fato do Sudão.</p>



<p>&#8220;O general Burhan e suas autoridades controlam esses postos de controle e o sistema de permissões e acesso&#8221;, disse Fletcher em resposta. &#8220;Se quisermos entrar nessas áreas, precisamos lidar com eles.&#8221;</p>



<p>Ele espera que a rival RSF também coloque as pessoas em primeiro lugar.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="332" data-id="141525" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/7-1024x332.png" alt="" class="wp-image-141525" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/7-1024x332.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/7-300x97.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/7-768x249.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/7.png 1081w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p>&#8220;Irei a qualquer lugar, falarei com qualquer pessoa para conseguir essa ajuda e salvar vidas&#8221;, diz Fletcher.</p>



<p>Na guerra impiedosa do Sudão, todas as partes em conflito foram acusadas de usar a fome como arma de guerra.</p>



<p>Isso também acontece com a violência sexual, que a ONU descreve como &#8220;uma epidemia&#8221; no Sudão.</p>



<p>A visita da ONU coincidiu com os &#8220;16 dias de ativismo&#8221;, marcados globalmente como uma campanha para acabar com a violência de gênero.</p>



<p>Em Porto Sudão, o evento em um campo de desabrigados, o primeiro a ser montado quando a guerra começou, foi especialmente comovente.</p>



<p>&#8220;Temos que fazer melhor, temos que fazer melhor&#8221;, disse Fletcher, que deixou de lado seu discurso preparado quando ficou de frente para fileiras de mulheres e crianças sudanesas.</p>



<p>Perguntei a algumas das mulheres que estavam lá o que acharam de sua visita.</p>



<p>&#8220;Precisamos muito de ajuda, mas o trabalho principal deve ser feito pelos próprios sudaneses&#8221;, afirma Romissa, que trabalha para um grupo de ajuda local e conta sua própria jornada angustiante de Cartum no início da guerra.</p>



<p>&#8220;Este é o momento de o povo sudanês se unir.&#8221;</p>



<p>Os sudaneses estão tentando fazer muito com pouco.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="332" data-id="141519" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/5-1024x332.png" alt="" class="wp-image-141519" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/5-1024x332.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/5-300x97.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/5-768x249.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/5.png 1081w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p>Em um abrigo simples de dois cômodos, uma casa segura chamada Shamaa (ou vela, em português), traz um pouco de luz para a vida de mulheres solteiras vítimas de abuso e crianças órfãs.</p>



<p>A fundadora, Nour Hussein al-Sewaty, conhecida como Mama Nour, também começou a vida no orfanato de Maygoma.</p>



<p>Ela também teve que fugir de Cartum para proteger as pessoas que estavam sob seus cuidados.</p>



<p>Uma mulher que agora está abrigada com ela foi estuprada antes da guerra, depois foi sequestrada e estuprada novamente.</p>



<p>Até mesmo a formidável Mama Nour está agora no limite.</p>



<p>&#8220;Estamos muito exaustos. Precisamos de ajuda&#8221;, declara ela. &#8220;Queremos sentir o cheiro do ar fresco. Queremos sentir que ainda há pessoas no mundo que se preocupam conosco, o povo do Sudão.&#8221;</p>



<p>Fonte: ESPN / Joyce Liu / BBCLegenda da foto, Mais de cinco milhões de crianças fugiram de suas casas no Sudão</p>



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