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	<title>suinocultura |</title>
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	<title>suinocultura |</title>
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		<title>Suinocultura brasileira encerra 2025 em um dos melhores ciclos da história e projeta novo avanço em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Custos controlados, exportações aquecidas e consumo interno resiliente colocam o Brasil entre os protagonistas globais da carne suína A suinocultura brasileira caminha para encerrar 2025 como um dos melhores anos de sua história. O setor foi amplamente beneficiado por uma combinação rara de fatores: custos de produção favoráveis, impulsionados pelos preços mais baixos do milho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Custos controlados, exportações aquecidas e consumo interno resiliente colocam o Brasil entre os protagonistas globais da carne suína</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suinocultura brasileira caminha para encerrar 2025 como um dos melhores anos de sua história. O setor foi amplamente beneficiado por uma combinação rara de fatores: custos de produção favoráveis, impulsionados pelos preços mais baixos do milho e do farelo de soja, e demanda aquecida, tanto no mercado interno quanto no externo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com análises do Itaú BBA, a produção nacional de carne suína deve crescer cerca de 5% em 2025, enquanto as exportações avançam aproximadamente 15%, estabelecendo mais um recorde anual. Mesmo com o maior volume embarcado, o consumo doméstico também deve atingir patamar histórico, sustentando os preços ao produtor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção brasileira de carne suína deve encerrar 2025 com crescimento próximo de 5%, impulsionada pelo aumento do ritmo de abates e pela confiança do produtor diante de um cenário econômico mais favorável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a produção nacional deve atingir 5,47 milhões de toneladas, alta de 2,0% em relação a 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a expansão da oferta, os preços pagos ao produtor reagiram positivamente. Dados do Cepea mostram que, até o terceiro trimestre, as cotações ao produtor independente subiram 10,8% na comparação anual, sustentadas pela boa demanda. A remuneração do suinocultor ficou acima da observada em 2024 em praticamente todos os meses de 2025, consolidando um ambiente de maior previsibilidade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consumo doméstico também avançou. Estimativas da Conab indicam crescimento de 2,6% no consumo per capita, que deve alcançar 20 quilos por habitante, reforçando o papel do mercado interno como importante pilar de sustentação dos preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho externo segue como um dos principais pilares do ciclo positivo. Os mercados asiáticos responderam por cerca de 65% das exportações brasileiras, com destaque para Filipinas, Japão e Vietnã, que compensaram a retração das compras chinesas ao longo do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de janeiro a novembro, as exportações brasileiras de carne suína cresceram 10,8%, superando o volume de 2024 — que já havia sido um ano recorde. As Filipinas consolidaram-se como o principal destino, representando 24,5% da receita, seguidas por Japão, China e Chile.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Rabobank, a persistência dos problemas sanitários em importantes países produtores mantém o Brasil em posição estratégica, especialmente no fornecimento de carne in natura e miúdos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perspectivas para 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As projeções para 2026 seguem otimistas, mas exigem atenção. O Rabobank estima crescimento de 2% a 3% na produção e avanço de 3% a 4% nas exportações, impulsionados principalmente pela demanda externa.<br>No mercado interno, fatores conjunturais devem favorecer o consumo. A combinação de eleição presidencial, Copa do Mundo e possível alta nos preços da carne bovina tende a estimular a migração do consumidor para proteínas mais acessíveis, como a carne suína, entre o segundo semestre e o fim do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os riscos sanitários globais continuam sendo o principal ponto de atenção. A Peste Suína Africana (PSA) segue afetando rebanhos na Europa e na Ásia, enquanto a PRRSv ainda impõe desafios relevantes na América do Norte e na Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, esses riscos também geram oportunidades para o Brasil, que em 2025 conquistou o reconhecimento da OMSA como país livre de febre aftosa sem vacinação, abrindo espaço para ampliar exportações, especialmente de miúdos, para a Ásia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário geopolítico, disputas comerciais entre Estados Unidos, China e União Europeia tendem a favorecer o produto brasileiro. A expectativa de desvalorização do real em 2026 também pode reforçar a competitividade da carne suína nacional no mercado internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produção em ritmo recorde, consumo aquecido pelo biodiesel e um mercado cada vez mais disputado… mas o que isso significa, na prática, para o sebo bovino?preços tendem a se sustentar? A demanda energética vai continuar puxando o mercado em 2026? E como exportações e oferta interna entram nessa equação?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na nossa próxima reportagem especial sobre o balanço do sebo bovino, vamos analisar os números de produção — que devem bater recorde em 2025 —, o avanço do consumo pelo setor de biodiesel e os impactos dessa dinâmica sobre preços, margens e estratégia da cadeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um conteúdo essencial para entender onde o mercado esteve, onde está e quais forças vão ditar o rumo do sebo bovino no próximo ciclo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Andressa Simão | Instagram @apautadodia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias Agrícolas / Foto: Roberto Dziura/AEN</p>



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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



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		<title>Suinocultura brasileira segue em expansão e valorização do consumo interno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[expansão]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ABPA homenageia produtores no Dia do Suinocultor, celebrado em 24 de julho A suinocultura brasileira segue firme na consolidação de sua relevância no agronegócio nacional e no comércio global de proteína animal. Em reconhecimento ao papel estratégico dos produtores nesse processo, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), juntamente com toda a cadeia produtiva, celebra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">ABPA homenageia produtores no Dia do Suinocultor, celebrado em 24 de julho</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suinocultura brasileira segue firme na consolidação de sua relevância no agronegócio nacional e no comércio global de proteína animal. Em reconhecimento ao papel estratégico dos produtores nesse processo, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), juntamente com toda a cadeia produtiva, celebra nesta quinta-feira (24) o Dia do Suinocultor — data que homenageia os profissionais responsáveis pela produção da carne suína no país.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, a produção nacional de carne suína alcançou 5,305 milhões de toneladas, volume 3% superior ao registrado no ano anterior. O crescimento foi impulsionado pela demanda do mercado doméstico e pela manutenção do ritmo das exportações. O Brasil se manteve como o quarto maior produtor global e o líder entre os exportadores livres de Peste Suína Africana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consumo interno tem sido um dos principais vetores de crescimento da atividade. No ano passado, o consumo per capita da proteína suína chegou a 18 quilos por habitante/ano, consolidando uma tendência de valorização do produto nas mesas dos brasileiros. A diversificação dos canais de comercialização e a ampliação do mix de cortes têm ampliado o acesso da carne suína a novos perfis de consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comércio internacional, o setor embarcou 1,35 milhão de toneladas em 2024, com receita próxima de US$ 3 bilhões, mantendo o Brasil entre os principais players globais. As exportações foram direcionadas a mais de 100 mercados, com destaque para China, Hong Kong, Filipinas, Chile e Singapura. Para 2025, a expectativa é de ampliação da presença brasileira no Sudeste Asiático e em países da América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O desempenho da suinocultura brasileira é resultado direto do trabalho do suinocultor. Com profissionalismo, eficiência e foco na sustentabilidade, ele tem garantido o abastecimento interno, gerado empregos no campo e promovido a competitividade do Brasil no comércio global de alimentos”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ABPA parabeniza todos os suinocultores pelo seu dia e reforça o compromisso com o desenvolvimento contínuo do setor, com foco em mercados, produtividade e sanidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: ABPA</em> / Foto: Reprodução</p>



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		<title>Queda nos preços dos grãos alivia a margem na suinocultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 20:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[suinocultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o custo de produção em queda e o preço de embarque voltando a subir, o spread externo segue se recuperando, tendo sido de 51% em abril e 74% em maio. Com as quedas dos preços dos insumos da ração em maio, estimamos uma razoável melhora do spread da suinocultura. Na média, o custo da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Com o custo de produção em queda e o preço de embarque voltando a subir, o spread externo segue se recuperando, tendo sido de 51% em abril e 74% em maio.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20.jpg" alt="" class="wp-image-86871" width="837" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 837px) 100vw, 837px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com as quedas dos preços dos insumos da ração em maio, estimamos uma razoável melhora do spread da suinocultura. Na média, o custo da engorda caiu 11,8% e o animal vivo -2,7% em relação ao mês anterior, apontando o spread da atividade para 9%. O custo do quilo de suíno vivo terminado foi da ordem de R$ 5,80 enquanto o animal foi negociado a R$ 6,32/kg.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do lado da oferta de animais para abate, os dados preliminares do IBGE indicaram que, no 1º trimestre de 2023, foram abatidas 14,14 milhões de cabeças, aumento de 3,5% sobre o mesmo período do ano anterior. Já as exportações seguem apresentando bom crescimento sobre o ano anterior, ajudando no escoamento da produção. Nos cinco primeiros meses do ano, foram<br>embarcadas 429,3 mil t in natura, aumento de 14,7% sobre igual período de 2022. Somente em maio, foram exportadas 91,1 mil t da carne in natura, 14,3% acima de mai/22. Além<br>disso, o preço de exportação apresentou novo aumento, de 2,1% sobre o mês anterior, após ter subido 4,2% em abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o custo de produção em queda e o preço de embarque voltando a subir, o spread externo segue se recuperando, tendo sido de 51% em abril e 74% em maio, neste caso o melhor desde set/20. Na China, os preços de suínos vivos e a carne continuaram fracos. Com leves quedas em maio, o animal vivo foi negociado a CNY 14,5/kg, 8,5% abaixo de mai/22 enquanto a<br>carne no atacado custou CNY 19,6/kg, 5,0% inferior no mesmo comparativo. Já o rebanho de suínos, em março, caiu pelo terceiro mês consecutivo, acumulando 4,8% de queda no trimestre, o equivalente a 20,7 milhões de cabeças, de um total estimado em mar/23 de 414,8 milhões de cabeças, segundo dados da Shangai JC Intelligence.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Boas exportações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos que a perspectiva para a suinocultura continua sendo de melhora, com os custos de produção podendo cair mais e as boas exportações exercendo o papel de enxugar excedentes no mercado interno. Com as temperaturas caindo, o mercado doméstico também entra, a partir de agora, em um momento sazonalmente mais favorável. Ainda assim, este efeito sobre os preços internos pode ser tímido, a depender da dimensão do crescimento da oferta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seguimos cautelosos com as expectativas de alta significativa dos preços do suíno no mercado doméstico. Isso se deve ao fato de que o setor não deve apresentar ajuste para baixo do ritmo de produção, sobretudo agora em que as margens estão voltando ao campo positivo, após mais de dois anos sob pressão. O USDA fez leves ajustes na perspectiva para produção global de carne suína em 2023. Para a China, a produção deverá seguir em linha com o ano anterior, na faixa de 55,5 milhões de toneladas, enquanto para os EUA e o Brasil a revisão foi levemente para baixo. Ainda assim, é esperado que os EUA produzam 1,4% a mais em 2023, num total de 12,4 milhões de t, enquanto a produção do Brasil deve crescer 1,7% sobre 2022, totalizando 4,42 milhões de toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os exportadores, o maior crescimento absoluto continua sendo do Brasil (71 mil toneladas a mais), enquanto os EUA deverão disponibilizar 19 mil toneladas a mais ao mercado externo. Chama atenção a queda de 430 mil toneladas nas exportações da União Europeia em 2023 (- 10,3% sobre 2022), que é o maior exportador mundial. A previsão anterior era de que o recuo fosse de 4,8% ou 200 mil toneladas. Já as importações chinesas deverão crescer 3,5% (75 mil toneladas), num total de 2,2 milhões de toneladas em 2023. A previsão anterior era de 50 mil toneladas amais(2,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Consultoria Agro do Itaú BBA</em></p>



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		<title>Custos e preços na suinocultura se mantiveram alinhados na parcial de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 May 2023 11:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[suinocultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na primeira quinzena de abril, os preços caíram 10%, podendo enfraquecer um pouco mais no fechamento do mês em função da sazonalidade, normalmente negativa em final de mês. Apesar da queda do custo da suinocultura, os preços do animal vivo mais fracos impediram uma melhora do spread da atividade, que segue alinhado aos custos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na primeira quinzena de abril, os preços caíram 10%, podendo enfraquecer um pouco mais no fechamento do mês em função da sazonalidade, normalmente negativa em final de mês.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-77220" width="835" height="104" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 835px) 100vw, 835px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da queda do custo da suinocultura, os preços do animal vivo mais fracos impediram uma melhora do spread da atividade, que segue alinhado aos custos de produção, conforme dados do boletim de abril da Consultoria Agro do Itaú/BBA. Os custos apontam queda de 5,4% na parcial de abril até o dia 20, próximos de R$ 6,60/kg, o que é muito semelhante ao preço médio do animal vivo, neste caso 8,1% menor que no mês anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com boa oferta doméstica, os preços do animal continuaram acomodando em abril. No mês de março, o suíno vivo no estado de São Paulo cedeu 5%, vindo de um patamar de R$ 7,35/kg no mês anterior. Já em abril (até dia 20), os preços caíram 10%, para atuais R$ 5,60/kg, podendo enfraquecer um pouco mais no fechamento do mês em função da sazonalidade, normalmente negativa em final de mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://i2.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2023/04/suinos-1.jpg?ssl=1"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-119313">Custos, preços e spread da suinocultura (Região Sul e MG)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, as exportações têm se mostrado aquecidas, principalmente para a China. Ainda que nos últimos três meses o peso da China (inclusive Hong Kong) no total embarcado tenha cedido de 64% para 48%, na média do trimestre (53%), a proporção ainda foi superior ao 1º trimestre de 2022. Com 28% de aumento no primeiro trimestre 2023/2022, o país respondeu por 71% do crescimento total obtido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os embarques de março (in natura) da ordem de 95,3 mil t, foram 17,2% maiores sobre março de 2022 enquanto no total do trimestre o crescimento foi de 15%, sem dúvida um bom início de ano, sobretudo em&nbsp; função da base de comparação elevada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://i2.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2023/04/suinos-2.jpg?ssl=1"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-119314">Fonte: Cepea, Bloomberg, Itaú BBA</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, assim como o observado nas demais carnes, os preços em dólares continuaram cedendo, impedindo uma melhora mais substancial do spread da exportação, quem tem sido favorecido pela queda do custo de produção. Ainda assim, o indicador se mostra bem melhor que no mesmo período do ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Consultoria Agro do Itaú/BBA</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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