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	<title>tarifaço |</title>
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	<title>tarifaço |</title>
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		<title>Tarifaço de Trump: taxas entram em vigor nesta terça-feira (24)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento aponta Brasil como maior beneficiado da nova rodada de tarifas dos EUA As tarifas globais dos Estados Unidos passam a vigorar com alíquota de 10% a partir desta terça-feira (24). O presidente Donald Trump havia prometido uma alíquota de 15%. Na manhã desta terça, no entanto, a alfândega americana comunicou que a tarifa menor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento aponta Brasil como maior beneficiado da nova rodada de tarifas dos EUA</p>



<p>As tarifas globais dos Estados Unidos passam a vigorar com alíquota de 10% a partir desta terça-feira (24). O presidente Donald Trump havia prometido uma alíquota de 15%. Na manhã desta terça, no entanto, a alfândega americana comunicou que a tarifa menor entrou em vigor.</p>



<p>A medida tem como base legal a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974 dos EUA, que autoriza o presidente a impor tarifas de até 15% por até 150 dias para corrigir desequilíbrios na balança de pagamentos ou restrições comerciais.</p>



<p>A nova rodada do tarifaço veio após a Suprema Corte dos EUA ter decidido, na sexta-feira (20), que o presidente Donald Trump violou a lei federal ao impor unilateralmente as taxas de importação, declarando ilegais e inválidas as tarifas emergenciais anunciadas nos últimos meses.</p>



<p>Inicialmente definidas em 10%, as tarifas foram elevadas por Donald Trump no sábado (21).</p>



<p>Em publicação na rede social Truth Social, o republicano afirmou que irá, &#8220;com efeito imediato, elevar a tarifa mundial de 10% sobre países, muitos dos quais vêm explorando os EUA há décadas, sem retaliação (até a minha chegada!), para o nível totalmente permitido e legalmente testado de 15%&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o Brasil é afetado pelo tarifaço de Trump?</h2>



<p>O Brasil deve sair como o maior beneficiado das tarifas de 10% impostas pelos EUA, segundo levantamento da plataforma de monitoramento Global Trade Alert.</p>



<p>Segundo a pesquisa, a nova regra deve causar uma redução de 13,6 pontos na alíquota média aplicada às exportações brasileiras que chegam em território norte-americano.</p>



<p>Antes de a Suprema Corte tornar ilegal o tarifaço, eram cobradas do Brasil tarifas médias de cerca de 26,3%, passando para 12,8% com a nova cobrança global.</p>



<p>Ademais, os principais&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/petroleo-cafe-e-aeronaves-veja-itens-mais-exportados-pelo-brasil-aos-eua/">produtos exportados aos EUA pelo agronegócio brasileiro</a>&nbsp;&#8211; como carne bovina, laranjas e suco de laranja &#8211;&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/trump-eleva-tarifa-para-15-mas-principais-produtos-do-agro-ficam-de-fora/">estarão isentos da tarifa global</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alckmin cita oportunidades</h3>



<p>O presidente em exercício Geraldo Alckmin (PSB) acredita que a nova rodada de tarifas &#8220;abre uma avenida&#8221; para um melhor comércio com do Brasil com os EUA.</p>



<p>Durante evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira (23), Alckmin reiterou que o Brasil deve ser o país mais beneficiado pela nova configuração tarifária norte-americana.</p>



<p>&#8220;Essa decisão não tem problema. Abre uma avenida em termos de ter um melhor comércio com os Estados Unidos&#8221;, considerou o presidente em exercício.</p>



<p>&#8220;Embora os Estados Unidos sejam nosso terceiro maior parceiro comercial em volume total, eles são o &#8216;primeiríssimo&#8217; em produtos industriais, em manufatura. A China compra muita&nbsp;<em>commodity</em>, mas quem compra máquina, avião e motor são os Estados Unidos&#8221;, pontuou.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Presidente dos EUA, Donald Trump  • REUTERS/Nathan Howard</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ELEIÇÃO 2026: O QUE PENSA O VEREADOR JAILDO?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rd3TTxq6VKc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p>



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		<title>Custo de vida impactou a agenda política de Trump: o que disse a imprensa internacional sobre a suspensão do tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[ASCOM/PMI]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu&#160;suspender nesta quinta-feira (20/11) o tarifaço&#160;de 40% sobre diversos produtos brasileiros. A tarifa, anunciada em abril como retaliação diante do julgamento do ex-presidente&#160;Jair Bolsonaro (PL), hoje condenado por golpe de Estado, foi retirada de produtos como carne, café, cacau, manga, açaí, dentre outros. A agência Reuters noticiou a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/ceqy158e04dt"><strong>Marina Rossi</strong></a></li>



<li><strong>Da BBC News Brasil em São Paulo</strong></li>



<li><a href="https://twitter.com/marinarossi">X,<strong>@marinarossi</strong></a></li>
</ul>



<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9939d703eno">&nbsp;suspender nesta quinta-feira (20/11) o tarifaço</a>&nbsp;de 40% sobre diversos produtos brasileiros.</p>



<p>A tarifa, anunciada em abril como retaliação diante do julgamento do ex-presidente&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cg7267qv6q0t">Jair Bolsonaro (PL)</a>, hoje condenado por golpe de Estado, foi retirada de produtos como carne, café, cacau, manga, açaí, dentre outros.</p>



<p>A agência Reuters noticiou a suspensão da tarifa, que será retroativa a partir de 13 de novembro, lembrando que o aumento dos preços dos alimentos é um dos principais fatores por trás da queda nos índices de aprovação de Trump.</p>



<p>Segundo a agência britânica, a aprovação do presidente americano caiu &#8220;para o nível mais baixo desde seu retorno ao poder, segundo uma pesquisa da Reuters/Ipsos&#8221;.</p>



<p>A Reuters também lembrou que a ordem de Trump não mencionou as ações contra as autoridades brasileiras envolvidas no processo e condenação de Bolsonaro por golpe de Estado.</p>



<p>A mais emblemática delas foi sancionada contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62q9zdlvlpo">e sua esposa, Viviane Moraes</a>. Ambos foram&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8647pq9gxpo">incluídos na Lei Global Magnitsky,</a>&nbsp;utilizada para punir terroristas e violadores dos direitos humanos. Outros ministros&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g7n84ldedo">tiveram seus vistos e de seus familiares&nbsp;</a>para os EUA revogados.</p>



<p>O jornal espanhol El País afirmou que Trump iniciou uma &#8220;revisão de sua política comercial após perceber, embora não tenha admitido publicamente, que o custo de vida está impactando sua agenda política&#8221;.</p>



<p>Segundo o periódico, &#8220;a questão da acessibilidade financeira se transformou em um elemento central do debate público após a vitória do socialista Zohran Mamdani na eleição para prefeito de Nova York&#8221;.</p>



<p>Tendo o custo de vida como principal argumento de sua campanha,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgkj5e9gj8o">Mamdani foi o primeiro prefeito</a>&nbsp;muçulmano eleito na cidade.</p>



<p>O El País diz que a Casa Branca vem estudando há semanas medidas para enfrentar o problema do custo de vida no país.</p>



<p>E afirma que Trump busca reduzir os preços dos supermercados na semana em que as famílias celebram o Dia de Ação de Graças, o feriado mais popular do país, como um símbolo de sua nova estratégia política.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/9471/live/98b90af0-c681-11f0-8595-a746e8c23e49.jpg.webp" alt=" Zohran Mamdani."/><figcaption class="wp-element-caption">Olga Fedorova/ EPA/Shutterstock<br></figcaption></figure>



<p>O jornal argentino La Nación diz que Trump suspendeu as tarifas e suavizou a guerra comercial travada contra o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>



<p>O periódico também afirma que a suspensão do tarifaço teve como objetivo &#8220;reduzir os custos para os consumidores americanos, numa tentativa da Casa Branca de reagir à sua derrota nas eleições locais no início deste mês. Foi também um reconhecimento implícito de que a política tarifária estava pressionando os preços.&#8221;</p>



<p>Já o português Público diz que Trump &#8220;se rendeu à química&#8221; que&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/shorts/mg6HGlqzdR0">ele disse ter tido com Lula</a>&nbsp;quando&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/crl592zj12zo">se encontraram na cúpula da ONU</a>, em Nova York.</p>



<p>&#8220;Química entre Trump e Lula zera tarifaço sobre centenas de produtos brasileiros</p>



<p>&#8220;Com isso&#8221;, diz o jornal, &#8220;o Brasil, que estava na liderança dos países mais punidos pelos EUA, agora, está no time das nações menos taxadas pelo governo norte-americano.&#8221;</p>



<p>O Público lembrou que o Brasil não fez concessão alguma aos Estados Unidos e que a suspensão do tarifaço tem como pano de fundo a alta da inflação dos alimentos sofrida pelos americanos.</p>



<p>Fonte: BBC Brasil / Fonte: Reuters</p>



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<iframe title="TRABALHO LEGISLATIVO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/d4GH522nyiU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/custo-de-vida-impactou-a-agenda-politica-de-trump-o-que-disse-a-imprensa-internacional-sobre-a-suspensao-do-tarifaco/">Custo de vida impactou a agenda política de Trump: o que disse a imprensa internacional sobre a suspensão do tarifaço</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Exportações para a Ásia e Europa têm forte alta e compensam queda para os EUA com tarifaço de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diversificação das exportações para a Ásia e a Europa compensou os efeitos do tarifaço dos Estados Unidos, três meses após a retaliação comercial do governo de Donald Trump. As vendas do Brasil para o exterior cresceram 9,1% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado, batendo recorde para o mês desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A diversificação das exportações para a Ásia e a Europa compensou os efeitos do tarifaço dos Estados Unidos, três meses após a retaliação comercial do governo de Donald Trump. As vendas do Brasil para o exterior cresceram 9,1% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado, batendo recorde para o mês desde o início da série histórica, em 1989.</p>



<p>O crescimento ocorreu mesmo com a forte queda de 37,9% nas vendas para os Estados Unidos. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).</p>



<p>Segundo o levantamento, as exportações somaram US$ 31,97 bilhões no mês passado, enquanto as importações atingiram US$ 25,01 bilhões, resultando em superávit comercial de US$ 6,96 bilhões.</p>



<p>A retração nas exportações para os Estados Unidos, impactadas pelo tarifaço implementado pelo governo americano, levou a uma queda de 24,1% nas vendas para a América do Norte. Essa foi a única região com redução nas exportações em outubro.</p>



<p>O principal fator do encolhimento das vendas para a América do Norte foi a queda de 82,6% nos embarques de petróleo, equivalente a perda de US$ 500 milhões. Também recuaram as vendas de celulose (43,9%), óleos combustíveis (37,7%) e aeronaves e partes (19,8%).</p>



<p>“Mesmo produtos que não foram tarifados, como óleo combustível e celulose, sofreram queda”, informou o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC, Herlon Brandão.</p>



<p><strong>Outros mercados</strong><br>O recuo nas exportações para os Estados Unidos foi compensado pelo aumento das vendas para outras regiões, especialmente a Ásia, que teve alta de 21,2%, impulsionada pela China (33,4%), Índia (55,5%), Cingapura (29,2%) e Filipinas (22,4%).</p>



<p>Entre os produtos, destacaram-se os aumentos nas exportações de soja (64,5%), óleos brutos de petróleo (43%), minério de ferro (31,7%) e carne bovina (44,7%).</p>



<p>Na Europa, as vendas cresceram 7,6%, com forte avanço de minérios de cobre (823,6%), carne bovina (73,4%) e celulose (46,8%). Já a América do Sul apresentou alta de 12,6%, puxada pelos embarques de óleos brutos de petróleo (141,1%).</p>



<p>Segundo Brandão, as exportações brasileiras para os Estados Unidos têm registrado redução constante nos últimos 3 meses. A queda foi de 16,5% em agosto, 20,3% em setembro e 37,9% em outubro.</p>



<p>“Temos observado taxas de variação negativa cada vez maiores, na comparação com o mesmo mês do ano anterior”, explicou Brandão.</p>



<p>O diretor do MDIC destacou ainda que o movimento reflete não apenas os efeitos diretos das tarifas, mas também uma possível redução da demanda americana.</p>



<p>“A principal queda em termos absolutos foi no petróleo bruto, que não foi tarifado. Isso indica que há efeitos diversos influenciando a retração das exportações aos EUA”, completou.</p>



<p><em>Fonte: Equipe Comexdobrasil.</em></p>



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<iframe title="BATE PAPO SOBRE A SAÚDE DE IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gjoMMo2nivc?start=2071&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Senado aprova projeto que cria espaço fiscal para combater impactos do tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[espaço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O texto permite o realocamento de despesas e renúncias fiscais capazes de reduzir os prejuízos de produtores e exportadores brasileiros O Senado aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei Complementar que abre espaço fiscal para medidas adotadas para reduzir os impactos do tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump sobre os produtos brasileiros. O texto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O texto permite o realocamento de despesas e renúncias fiscais capazes de reduzir os prejuízos de produtores e exportadores brasileiros</p>



<p>O Senado aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei Complementar que abre espaço fiscal para medidas adotadas para reduzir os impactos do tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump sobre os produtos brasileiros. O texto permite o realocamento de despesas e renúncias fiscais capazes de reduzir os prejuízos de produtores e exportadores brasileiros em função das tarifas de 50% definidas pelos Estados Unidos. A proposta agora segue para a Câmara dos Deputados.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O projeto aprovado pelos senadores prevê que esses gastos não sejam considerados para o limite de despesas do arcabouço fiscal e para as metas de resultado primário. O crédito destinado aos exportadores também poderá ter um acréscimo de R$ 1 bilhão por meio do aumento da participação no Fundo Garantidor de Operações (FGO). Já a participação no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) pode crescer em até R$ 2 bilhões. O texto cria procedimentos excepcionais para que o governo destine R$ 30 bilhões em empréstimos e renúncias fiscais para combater os impactos do tarifaço.</p>



<p>A proposta abre espaço fiscal para medidas de compensação que gerem aumento da receita, desde que eles não ultrapassem o limite de R$ 5 bilhões no biênio 2025-2026.</p>



<p>O projeto também reorganiza o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), permitindo que exportadores recebam uma espécie de cashback em cima de tributos pagos. O percentual de devolução chegaria a 3%.</p>



<p><strong>Por Gabriel Sabóia</strong></p>



<p>Fonte: O Globo / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DIREITOS DO CONSUMIDOR QUE TODO MUNDO DEVERIA CONHECER" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/RDvIGv1Vuyo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/senado-aprova-projeto-que-cria-espaco-fiscal-para-combater-impactos-do-tarifaco/">Senado aprova projeto que cria espaço fiscal para combater impactos do tarifaço</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>BNDES aprova R$ 660 milhões de socorro a empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[660 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro dia de abertura para pedidos de crédito do programa Brasil Soberano, o BNDES recebeu 38 pedidos de empresas afetadas pelo tarifaço de Donald Trump, que totalizaram R$ 1,6 bilhão. Deste total, o banco já aprovou R$ 660 milhões. Os outros R$ 950 milhões estão em análise. Até as 18h desta quinta (18), 1.649 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro dia de abertura para pedidos de crédito do programa Brasil Soberano, o BNDES recebeu 38 pedidos de empresas afetadas pelo tarifaço de Donald Trump, que totalizaram R$ 1,6 bilhão. Deste total, o banco já aprovou R$ 660 milhões. Os outros R$ 950 milhões estão em análise.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Até as 18h desta quinta (18), 1.649 empresas acessaram o sistema do BNDES para consultas. Do total, 422 eram elegíveis, com impacto acima de 5% no faturamento bruto.</p>



<p>“O volume de recursos aprovados já no primeiro dia é resultado da agilidade e do compromisso do BNDES e das mais de 50 instituições financeiras parceiras”, disse Aloizio Mercadante, presidente do banco. “Nosso objetivo é proteger os empregos e fortalecer as empresas e a economia, inclusive estimulando a participação em novos mercados.”</p>



<p>Segundo o executivo, o banco terá R$ 40 bilhões para o auxílio. A quantia inclui R$ 30 bilhões em recursos do FGE (Fundo Garantidor de Exportações) e R$ 10 bilhões do próprio BNDES.</p>



<p>Julio Wiziack/Folhapress / Foto: X Folha de São Paulo</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CAMPANHA DE FINAL DE ANO 2025 DA CDL - IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/hU52x4QQw_M?start=2774&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>FIESC propõe redução temporária de taxas portuárias a exportadoras durante tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FIESC]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em documento enviado aos administradores da Portonave e do Porto de Itajaí, entidade destaca impacto negativo das tarifas de 50% impostas pelos EUA às exportadoras e cita corte de empregos, Num esforço para minimizar os efeitos do tarifaço dos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras, a Federação das Indústrias (FIESC), enviou ofício aos superintendentes da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em documento enviado aos administradores da Portonave e do Porto de Itajaí, entidade destaca impacto negativo das tarifas de 50% impostas pelos EUA às exportadoras e cita corte de empregos,</p>



<p>Num esforço para minimizar os efeitos do tarifaço dos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras, a Federação das Indústrias (FIESC), enviou ofício aos superintendentes da Portonave e do Porto de Itajaí sugerindo a redução de tarifas portuárias. A iniciativa é uma das medidas do desTarifaço, programa de apoio aos exportadores desenvolvido pelas entidades da FIESC.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>“O chamado “tarifaço” têm exigido redução substancial dos preços de vendas e renegociação com os clientes com o objetivo de manter este mercado, que é estratégico, e que foi conquistado e consolidado com muito esforço ao longo de anos”, argumenta o presidente da FIESC, Gilberto Seleme. “A situação exige um esforço conjunto em todas as instâncias relacionadas ao tema, para mitigar os efeitos negativos para o País e Santa Catarina”, acrescenta.</p>



<p>A FIESC destaca que, diante do momento crítico, especialmente para setores como o de madeira e móveis, a concessão de incentivos como descontos temporários nas taxas de vistoria de container (scanner) e a ampliação do prazo de “free time” podem dar um alívio aos exportadores para manter custos competitivos no mercado externo.</p>



<p>A Federação também pede contribuições dos terminais para identificar medidas relacionadas aos órgãos auxiliares e intervenientes do Comércio Exterior que permitam a redução dos custos das operações.</p>



<p>Os setores de madeira e móveis exportaram em 2024 cerca de US$ 1,6 bilhão. Empregam mais de 70 mil trabalhadores, congregando cerca de 6 mil estabelecimentos. O mercado norte-americano é o principal destino das exportações do setor de madeira e de móveis catarinenses, representando cerca de 50% da destinação das vendas externas.</p>



<p>Embora foque principalmente na cadeia florestal, a Federação pede para que as medidas também sejam avaliadas para outros setores, colocando-se à disposição para apresentar as justificativas.</p>



<p>No documento, a FIESC lembrou o fechamento de 581 vagas de trabalho em julho de 2025 só no setor de madeira e móveis, um dos mais impactados pelo aumento das tarifas, dada a exposição ao mercado norte-americano.</p>



<p><em>Fonte: Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC.</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="IPIRÁ UM MUNICÍPIO RICO E COM GRANDE CHANCES DE CRESCIMENTO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3iJKySuJVRM?start=654&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p>



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		<title>Exportação de produtos atingidos por tarifaço cai 22% em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vendas de itens sem sobretaxa caíram 7%, diz Amcham Brasil As exportações de produtos afetados pelo&#160;tarifaço&#160;americano&#160;caíram 22,4% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2024. Já as vendas de itens que não sofreram taxas adicionais recuaram 7,1%. A constatação está no&#160;Monitor de Comércio Brasil-EUA, boletim elaborado pela Câmara Americana de Comércio para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vendas de itens sem sobretaxa caíram 7%, diz Amcham Brasil</p>



<p><strong>As exportações de produtos afetados pelo&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tarifaco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tarifaço</a><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tarifaco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;americano</a>&nbsp;caíram 22,4% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2024. Já as vendas de itens que não sofreram taxas adicionais recuaram 7,1%.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658294&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658294&amp;o=node"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A constatação está no&nbsp;<a href="https://mkt.amcham.com.br/materiais/monitor-especial-agosto-25.pdf?_gl=1*13c2ye0*_gcl_au*NzQzMTEyODcwLjE3NTc1OTQ4OTI" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Monitor de Comércio Brasil-EUA</a>, boletim elaborado pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), entidade sem fins lucrativos que representa mais de 3,5 mil empresas envolvidas no comércio entre os dois países.</p>



<p>A análise é feita em cima de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), que já havia revelado que&nbsp;<strong>as&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/balanca-comercial-tem-saldo-positivo-de-us-61-bi-em-agosto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">exportações brasileiras</a>&nbsp;para os Estados Unidos regrediram 18,5% em agosto ante o mesmo mês de 2024.&nbsp;</strong></p>



<p>De acordo com a Amcham, os dados do mês passado indicam que as sobretaxas impostas pelos EUA provocaram uma&nbsp;<strong>queda expressiva nas exportações brasileiras e vêm contribuindo também para a desaceleração das importações</strong>.&nbsp;</p>



<p>Já em relação aos produtos não taxados, a Amcham avalia que a queda de 7,1% foi influenciada&nbsp;<strong>“sobretudo por fatores de mercado, como a menor demanda dos EUA por petróleo e derivados”</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segundo parceiro comercial</h2>



<p>Os Estados Unidos são o segundo principal parceiro comercial do Brasil,&nbsp;<strong>perdendo apenas para a China</strong>.</p>



<p><strong>No acumulado dos primeiros oito meses do ano, o comércio entre os dois países chegou a US$ 56,6 bilhões. As nossas exportações somam US$ 26,6 bilhões e apresentam alta de 1,6% ante janeiro a agosto de 2024.</strong></p>



<p>Mas o resultado isolado de agosto significou a maior queda mensal de 2025, “indicando que o tarifaço influenciou as decisões empresariais”, frisa a Amcham.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tarifaço</h2>



<p>A aplicação de taxas de até 50% para grande parte das vendas brasileiras para os Estados Unidos ficou conhecida como tarifaço.</p>



<p>O governo de Donald Trump assinou uma ordem executiva que estipulou a cobrança a partir de 6 de agosto, mas deixou cerca de 700 produtos em uma lista de exceções.&nbsp;<strong>Entre eles estão suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo motores, peças e componentes. Também ficaram de fora produtos como polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos.</strong></p>



<p><strong>Trump alega que os americanos têm déficit comercial (compram mais do que vendem) com o Brasil – o que é desmentido por números oficiais de ambos os países.</strong></p>



<p>O presidente americano também usou como justificativa o tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que considera ser perseguido. Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, em&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/voto-de-carmen-lucia-pode-formar-maioria-para-condenar-bolsonaro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">julgamento</a>&nbsp;que entrou na reta final esta semana.</p>



<p><strong>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o tarifaço de 50% incide em cerca de um terço (35,9%) das exportações brasileiras para os Estados Unidos</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">EUA com saldo positivo</h2>



<p>Os dados mostram que, diferentemente do alegado por Trump, os Estados Unidos vendem mais do que compram do Brasil. Apenas em agosto, esse déficit comercial brasileiro ficou em US$ 1,2 bilhão, alta de 188% ante mesmo mês do ano passado.</p>



<p>Já no consolidado de janeiro a agosto, o&nbsp;<strong>déficit soma R$ 3,4 bilhões</strong>.</p>



<p>O levantamento da câmara empresarial mostra que, de janeiro a julho, o déficit americano com o mundo todo é de US$ 809,3 bilhões, alta de 22,4% ante o mesmo período de 2024. Mas o Brasil está na outra ponta dessa conta como o quinto parceiro que mais tem déficit na relação com os americanos, perdendo apenas para Países Baixos, Hong Kong, Reino Unido, Emirados Árabes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Importações</h2>



<p>De acordo com a Amcham, o impacto do tarifaço também se manifesta nas importações brasileiras, “especialmente em setores mais integrados com a indústria americana, como carvão mineral, essencial para a produção da siderurgia no Brasil”, ou seja,&nbsp;<strong>materiais que as empresas brasileiras compram dos Estados Unidos para revender aos americanos incorporados em outros produtos</strong>.</p>



<p>Em agosto, as importações brasileiras subiram 4,6%, mas em ritmo de expansão abaixo dos registrados em 18,1% (julho) e 18,8% (junho), indicando perda de dinamismo nas trocas bilaterais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A forte desaceleração no ritmo das importações brasileiras vindas dos EUA sinaliza um efeito indireto das tarifas, reflexo do alto grau de integração e de comércio intrafirma entre as duas maiores economias das Américas”, avalia o presidente da Amcham, Abrão Neto.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil / Foto: © Ari Dias/Governo do Paraná</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="UM BATE PAPO TRANSPARENTE COM A COMUNIDADE IPIRAENSE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/_nBXn828U-s?start=4416&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><br></p>
</blockquote>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/exportacao-de-produtos-atingidos-por-tarifaco-cai-22-em-agosto/">Exportação de produtos atingidos por tarifaço cai 22% em agosto</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Medidas de apoio e defesa da soberania marcam 1 mês de tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tarifaço imposto pelos Estados Unidos a exportações brasileiras completa um mês no último sábado (06). Tentativas de negociação, defesa da soberania nacional e medidas de apoio a empresas brasileiras deram o tom do cenário econômico e diplomático nesse período de 30 dias.&#160;A&#160;Agência Brasil&#160;conversou com especialistas sobre efeitos das medidas americanas de barreira ao comércio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O tarifaço imposto pelos Estados Unidos a exportações brasileiras completa um mês no último sábado (06). Tentativas de negociação, defesa da soberania nacional e medidas de apoio a empresas brasileiras deram o tom do cenário econômico e diplomático nesse período de 30 dias.<img decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=740&amp;ssl=1"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=740&amp;ssl=1">&nbsp;A&nbsp;Agência Brasil&nbsp;conversou com especialistas sobre efeitos das medidas americanas de barreira ao comércio exterior e relembra pontos-chave desse período:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Ameaças em julho</h4>



<p>Em julho, no dia 9, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que anunciava a imposição de tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras para os Estados Unidos. A correspondência foi divulgada em uma rede social pelo próprio Trump.</p>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Fertilizantes-Porto-de-Paranagua-Foto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Fertilizantes-Porto-de-Paranagua-Foto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Fertilizantes-Porto-de-Paranagua-Foto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana3.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Fertilizantes-Porto-de-Paranagua-Foto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Fertilizantes-Porto-de-Paranagua-Foto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana3.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Fertilizantes-Porto-de-Paranagua-Foto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana3.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p id="caption-attachment-180731">Fotos: Claudio Neves</p>



<p>Esse comunicado inicial previa o início do tarifaço em 1º de agosto e usava como justificativa o déficit comercial dos EUA e o tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro, quem Trump considerava ser perseguido.&nbsp;Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, em julgamento que entrou na reta final esta semana.</p>



<p>Diferentemente do que alegava&nbsp;Trump, os Estados Unidos têm superávit na relação comercial.&nbsp;Em carta de resposta, o Brasil cita que acumula com os Estados Unidos déficit comercial de quase US$ 410 bilhões nos últimos 15 anos. Isto é: importou mais do que exportou nesse período.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Concretização em agosto</h4>



<p>Autoridades e empresários brasileiros buscaram negociações com os Estados Unidos, mas,&nbsp;em 30 de julho, Trump confirmou a adoção das&nbsp;medidas de retaliação. O governo de Trump assinou uma ordem executiva que estipulou o tarifaço a partir de 6 de agosto, mas deixou cerca de 700 produtos em uma lista de exceções.&nbsp;Entre eles estão suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo motores, peças e componentes. Também ficaram de fora produtos como polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos.</p>



<p>Entre os principais beneficiados pelas exceções&nbsp;está a&nbsp;Embraer, uma das maiores fabricantes de avião do mundo, com grande parte da produção destinada aos Estados Unidos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como ficaram as tarifas</h4>



<p>Os cerca de 700 produtos da lista de exceção representam 44,6% das exportações brasileiras para os Estados Unidos e continuaram a pagar uma tarifa de até 10%, que já tinha sido definida em abril pelos EUA. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic),&nbsp;o tarifaço “cheio” incide em 35,9% das exportações brasileiras para os Estados Unidos.&nbsp;O tarifaço cheio é a cobrança de 10% definida em abril somada a outra de 40%, assim totalizando 50%.</p>



<p>Há ainda 19,5% das vendas sujeitas a tarifas específicas, adotadas pelo governo Trump com base em argumentos de segurança nacional. Entre esses produtos, estão as autopeças e automóveis de todos os países, que pagam 25% para entrar nos Estados Unidos desde maio. Aço, alumínio e cobre pagam alíquota de 50%, mas, segundo levantamento do Mdic, estão dentro dos 19,5%, porque as tarifas foram definidas com base nos argumentos de segurança nacional em fevereiro, com entrada em vigor em março.</p>



<p>De acordo com o ministério,&nbsp;64,1% das nossas exportações continuam concorrendo em condições semelhantes com produtos de outros países. Esse percentual é a soma dos 44,6% de vendas excluídas do tarifaço e dos 19,5% de exportações com tarifas específicas. Cálculos do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, revelam que&nbsp;o tarifaço de Trump afeta 3,3% das exportações brasileiras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Negociação pós-tarifaço</h4>



<p>Mesmo depois de concretizado o tarifaço, governo e empresários brasileiros seguiram em tentativas de negociações com os americanos. No dia seguinte ao início das tarifas,&nbsp;Geraldo Alckmin se reuniu, em Brasília, com o encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, principal interlocutor do governo americano no Brasil, uma vez que Trump ainda não designou um embaixador para o país, após a saída de Elizabeth Bagley, em janeiro deste ano.</p>



<p>Apesar de haver interesses em comum entre os dois países ─ como a exploração de minerais estratégicos, citada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad ─ o Brasil tem encontrado dificuldade na negociação. Na primeira quinzena de agosto,&nbsp;Haddad informou que um encontro com o secretário de Tesouro dos EUA (equivale ao nosso ministro da Fazenda), Scott Bessent, foi cancelado.&nbsp;“Argumentaram falta de agenda. Uma situação bem inusitada”, disse à época.</p>



<p>Haddad atribuiu o cancelamento à articulação da extrema-direita americana.&nbsp;A ligação desse segmento político à extrema-direita brasileira chegou a ser investigada pela Polícia Federal (PF), que decidiu pelo&nbsp;indiciamento do ex-presidente Bolsonaro e de um dos filhos dele, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), pelos crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.</p>



<p>Eduardo mora&nbsp;nos EUA desde março e, segundo a PF, participou da articulação que culminou no tarifaço.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Postura institucional</h4>



<p><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terminal-Paranagu%C3%A1-conteineres.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terminal-Paranagu%C3%A1-conteineres.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terminal-Paranagu%C3%A1-conteineres.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terminal-Paranagu%C3%A1-conteineres.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terminal-Paranagu%C3%A1-conteineres.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/02/terminal-Paranagu%C3%A1-conteineres.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p id="caption-attachment-170975">Foto: Divulgação/Arquivo OPR</p>



<p>Apesar de não ter havido mais avanços em termos de isenção de produtos, o professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ, José Niemeyer, defende que o processo de negociação tem que continuar.</p>



<p>Ele destacou a atuação do governo brasileiro, por meio de ministérios, diplomatas e da embaixadora em Washington, Maria Luiza Viotti, na obtenção da lista de isenções. “Conseguiram chegar a bom termo e alguns dos produtos tiveram as suas tarifas diminuídas”, avalia.</p>



<p>Ele classificou o tipo de negociação exercida pelo Brasil como institucional. “O Brasil não partiu para nenhum tipo de confronto”, disse à&nbsp;Agência Brasil. Niemeyer destacou que o vice-presidente Alckmin “conseguiu chegar próximo das estruturas do Estado norte-americano e da Casa Branca para poder começar uma negociação”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Defesa da soberania</h4>



<p>Além da negociação com os Estados Unidos, o governo brasileiro tem passado uma mensagem de defesa da soberania nacional. O presidente Lula rebateu acusações de Trump de que o Brasil é um mau parceiro comercial. “Ele resolveu contar algumas mentiras sobre o Brasil, e nós estamos desmentindo”,&nbsp;disse o presidente em um evento em Recife, no último dia 14. Em reunião ministerial no dia 26, Lula orientou integrantes do governo a defenderem a soberania do país. Ele manifestou ainda que o Brasil não aceitará “desaforo, ofensas nem petulância de ninguém”. Segundo o presidente, as decisões de Donald Trump são “descabidas”, mas o governo brasileiro segue à disposição para negociar as questões comerciais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">OMC e reciprocidade</h4>



<p>O Brasil busca também uma arbitragem internacional contra o tarifaço.&nbsp;O governo acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) em 6 de agosto. Na avaliação do Ministério das Relações Exteriores, os EUA “violaram flagrantemente” compromissos assumidos com a própria OMC.</p>



<p>A OMC é uma instituição multilateral que tem como função regular o comércio internacional, negociar regras, gerir acordos comerciais e resolver disputas. Brasil e Estados Unidos são dois dos 166 países-membros da OMC, que abarca 98% do comércio mundial. No cenário interno, o país iniciou ação para aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em abril pelo presidente.</p>



<p>A nova legislação permite o Brasil aplicar contramedidas tarifárias. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) – órgão colegiado de 10 ministérios, responsável por formular, implementar e coordenar as políticas de comércio exterior – foi provocada, dando início a um processo que tem, entre suas etapas, a de notificar os Estados Unidos sobre a resposta brasileira ao tarifaço.</p>



<p>A&nbsp;Confederação Nacional da Indústria (CNI), principal representante institucional do setor, tem defendido cautela em medidas de reciprocidade e insiste em negociação. Esta semana,&nbsp;uma comitiva de industriais esteve na capital americana, Washington, em busca de acordo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Efeitos econômicos</h4>



<p>A taxação de vendas brasileiras pelos EUA faz os nossos produtos custarem mais aos compradores americanos. Como consequência,&nbsp;o Brasil perde competitividade. Dentro das fronteiras brasileiras, isso se reflete em preocupação de diversos setores, principalmente os que dependem mais de exportações para os EUA.</p>



<p>O estado do Ceará chegou a decretar situação de emergência. O estado é o com maior predominância dos Estados Unidos como destino de exportações, acima dos 44%, vendendo produtos de siderurgia, frutas, pescados, pás eólicas e outros itens. Mais de 90% da pauta exportadora do Ceará para os Estados Unidos foi afetada pelo acréscimo de 50% em taxas. Entre as medidas do governo cearense para mitigar os efeitos negativos está a compra, por parte do estado, da produção de alimentos de empresas que foram forçadas a deixar de exportar.</p>



<p><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/conteiner-Rodrigo-F%C3%A9lix-Leal-SEIL-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/conteiner-Rodrigo-F%C3%A9lix-Leal-SEIL-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/conteiner-Rodrigo-F%C3%A9lix-Leal-SEIL-1.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/conteiner-Rodrigo-F%C3%A9lix-Leal-SEIL-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/conteiner-Rodrigo-F%C3%A9lix-Leal-SEIL-1.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/conteiner-Rodrigo-F%C3%A9lix-Leal-SEIL-1.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p id="caption-attachment-164458">Foto: Rodrigo Félix Leal</p>



<p>Em Petrolina, cidade pernambucana que fica no Vale do São Francisco ─ região com volume grande de exportação de frutas tropicais, especialmente manga e uva ─ a preocupação é o destino das frutas que seguiam anteriormente para os EUA.</p>



<p>De acordo com o prefeito Simão Durando, há uma janela limite entre agosto e outubro para exportar 2,5 mil contêineres de manga e 700 contêineres de uva para os Estados Unidos. “Um terço da população de Petrolina vive diretamente da fruticultura irrigada”, disse ele&nbsp;durante um encontro no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para tratar de apoio a cidades afetadas.</p>



<p>Já em Franca, no interior de São Paulo, a preocupação é com a indústria de calçados, que emprega entre 12 mil e 14 mil pessoas diretamente. Algumas empresas chegam a vender 100% da produção para os EUA.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ajuda a empresas</h4>



<p>Para ajudar o setor produtivo brasileiro a enfrentar os efeitos do tarifaço,&nbsp;o governo federal lançou, no último dia 13, o Plano Brasil Soberano. Entre os principais pontos do pacote de ajuda estão linhas de crédito que somam R$ 30 bilhões. Os recursos vão financiar – a taxas de juros mais acessíveis – negócios exportadores. Empresas mais afetadas terão mais facilidade de acesso aos recursos.&nbsp;Uma medida provisória (MP) publicada na terça-feira (2) garante o crédito extraordinário.</p>



<p>Além dos empréstimos, o Plano Brasil Soberano prevê a prorrogação da suspensão de tributos para empresas exportadoras; aumento do percentual de restituição de tributos federais; e facilita compra de gêneros alimentícios por órgãos públicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Indicadores econômicos</h4>



<p>Na última quinta-feira (4), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que, no mês de agosto, o primeiro com efeitos do tarifaço,&nbsp;as exportações brasileiras para os EUA caíram 18,5% na comparação com agosto de 2024. Chamou a atenção que produtos não afetados pelo tarifaço, como minério de ferro e aviões, tiveram quedas, 100% e 84,9%, respectivamente. Para técnicos da pasta, a explicação pode estar na antecipação de exportações em julho, ou seja, empresários utilizaram o período de incerteza para enviar produtos para os Estados Unidos.</p>



<p>Levando em conta todos os países, as exportações brasileiras cresceram 3,9%, e a balança comercial ficou com saldo positivo de US$ 6,1 bilhões em agosto. Exportações para outros parceiros comerciais, como China e Argentina, aumentaram nesse período.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Análises</h4>



<p>Ouvida pela&nbsp;Agência Brasil, a economista Lia Valls Pereira, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e pesquisadora associada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), aponta que os dados sobre exportação para os Estados Unidos revelam que essa queda “já é reflexo do tarifaço”.</p>



<p>Ela concorda com a tese de que exportadores anteciparam os embarques em julho, para escapar do tarifaço, causando uma queda em agosto. Para Lia Valls, as tarifas americanas atingem setores de formas diferentes. “Alguns têm mais chances de conseguir diversificação de mercado; para outros, certamente vai ser bem mais difícil. Há produtos em que o mercado americano explica mais de 50% das exportações, como o caso do sebo bovino”, cita.</p>



<p>A economista&nbsp;acredita que é importante governos e empresários continuarem negociando e ressalta a necessidade de buscar novos mercados e outros acordos comerciais, como a União Europeia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p>O economista Matheus Dias, do Ibre/FGV, acompanha o comportamento de preços no país. Na observação dele, o tarifaço “não teve um impacto significativo na nossa inflação”.</p>



<p>A explicação, segundo ele, é a lista de quase 700 produtos que ficaram de fora da tarifa máxima de 50%.“Caso esses 700 produtos não tivessem sido isentados dessa medida tarifária, possivelmente a gente estaria vendo uma realocação mais forte dos fluxos comerciais, o que teria como consequência, direcionar para o mercado interno”.</p>



<p>Esse direcionamento causaria um excesso de oferta de produtos no Brasil, o que contribuiria para deixar preços mais baratos, baixando a inflação. “Mas não foi o que ocorreu por conta dessas isenções”, afirma. Em outros casos, diz à&nbsp;Agência Brasil, há limitação bastante setorial, como cimento, madeira e metais. “Esses setores acabaram sendo bastante afetados, mas a gente não consegue enxergar um efeito na inflação ao consumidor”.</p>



<p><em>Fonte: Agência Brasil</em> / Foto: Divulgação</p>



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		<title>SDE inicia pesquisa do impacto do tarifaço em empresas incentivadas pelo governo da Bahia</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 19:54:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[SDE]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) iniciou, na terça-feira (26), pesquisa para entender os impactos da política de comércio exterior adotada pelo governo dos Estados Unidos, conhecida por “tarifaço”, sobre atividades empresariais no estado. </p>



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<p>O questionário foi enviado às empresas incentivadas pelo Governo da Bahia, que tem a exportação como uma das suas atividades. O material deve ser devolvido até terça-feira (2).</p>



<p>De acordo com o secretário da pasta, Angelo Almeida, o formulário é simples e de rápido preenchimento. “As respostas serão fundamentais para a criação de medidas que minimizem os efeitos da política de comércio exterior adotada pelo governo dos Estados Unidos”, explicou Almeida.</p>



<p>Fonte: Band Bahia /  <em>Foto: Fabiane Pita / SDE</em></p>



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		<title>Governo Lula tenta blindar plano contra tarifaço no Congresso para evitar custo maior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta blindar o plano de contingência contra o tarifaço dos Estados Unidos de mudanças que ampliem o custo fiscal das medidas durante a tramitação da MP (medida provisória) no Congresso Nacional. Integrantes do Poder Executivo temem que o Legislativo ceda à pressão de lobbies e estenda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta blindar o plano de contingência contra o tarifaço dos Estados Unidos de mudanças que ampliem o custo fiscal das medidas durante a tramitação da MP (medida provisória) no Congresso Nacional.</p>



<p>Integrantes do Poder Executivo temem que o Legislativo ceda à pressão de lobbies e estenda os benefícios a um leque maior de empresas, alcançando inclusive aquelas menos afetadas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Setores da economia já dizem que o pacote é insuficiente, e o próprio ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou que novas medidas podem ser anunciadas, caso haja necessidade. Mas o impacto nas contas é um fator central para a equipe econômica.</p>



<p>A tentativa de evitar uma flexibilização excessiva passa, inclusive, pela escolha do relator da MP. O nome ainda não foi definido, mas, segundo um técnico do governo, o objetivo é emplacar um parlamentar “que entenda que não dá para abrir mais espaço fiscal”.</p>



<p>A MP que criou o chamado Plano Brasil Soberano prevê um aporte de R$ 4,5 bilhões em fundos garantidores, despesa que busca facilitar o acesso de companhias menores a uma linha de crédito de R$ 30 bilhões.</p>



<p>O texto ainda prevê até R$ 5 bilhões em renúncias fiscais para devolver créditos tributários a exportadores de produtos manufaturados por meio do Reintegra, com validade até dezembro de 2026.</p>



<p>O custo total das medidas é de R$ 9,5 bilhões, que ficarão fora da meta fiscal neste ano e no próximo.</p>



<p>Em entrevista ao C-Level, videocast semanal da Folha, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, reconheceu que o governo ainda pode avaliar novos aportes nos fundos, fora das regras fiscais, mas ressaltou que o diagnóstico no momento é de que o pacote já anunciado é suficiente para atender às companhias.</p>



<p>A tentativa de blindagem começou antes mesmo da divulgação do plano. Na véspera do envio da MP ao Congresso, Lula esteve com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em reuniões separadas. O petista tem o hábito de explicar as linhas gerais dos projetos mais importantes para a cúpula do Legislativo antes de apresentá-los oficialmente.</p>



<p>Além de participarem das conversas prévias sobre as medidas, Motta e Alcolumbre também compareceram à cerimônia de anúncio do plano na quarta-feira (13) —uma tentativa de Lula de demonstrar união dos Poderes contra o tarifaço.</p>



<p>Segundo um técnico da área econômica, as medidas foram alinhadas com os presidentes das duas Casas, o que o Executivo interpreta como um sinal de baixo risco de grandes alterações. Ainda assim, caso haja algo que extrapole o espaço fiscal do governo, a equipe econômica não hesitará em pedir o veto de Lula.</p>



<p>Além do custo fiscal das medidas, há uma preocupação do governo com a previsibilidade do programa para as empresas afetadas pelo tarifaço.</p>



<p>Medidas provisórias têm força de lei a partir do momento em que são publicadas pelo Executivo por até 120 dias. Só continuam valendo depois desse período se forem aprovadas pelo Congresso, que pode fazer alterações no texto. Uma mudança brusca da proposta poderia gerar incerteza e prejudicar o planejamento de companhias elegíveis aos benefícios.</p>



<p>Governistas do Congresso veem nas ações do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), uma espécie de arma política para proteger a medida provisória.</p>



<p>Eduardo está nos Estados Unidos, onde tenta jogar a opinião pública e o governo americano contra a gestão Lula e as autoridades que julgam Jair Bolsonaro. Ele credita a si, por exemplo, o fato de Donald Trump ter citado Bolsonaro na carta em que comunicou a sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros e de o governo dos EUA ter imposto sanções a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).</p>



<p>A associação do tarifaço à família Bolsonaro desgastou líderes de direita e deu munição ao grupo político de Lula, que ganhou espaço em debates nas redes sociais. Além disso, o governo ampliou sua interlocução com o empresariado interessado nas medidas de ajuda.</p>



<p>A avaliação de aliados do presidente da República ouvidos pela reportagem é de que seria politicamente custoso para o PL, principal partido de oposição, dificultar o avanço da medida provisória enquanto Eduardo trabalha por mais sanções americanas.</p>



<p>ENTENDA O PLANO DO BRASIL CONTRA O TARIFAÇO DOS EUA<br>Eixo 1 – Fortalecimento do setor produtivo</p>



<p>Linha de crédito de R$ 30 bilhões<br>Segundo o governo, os valores serão emprestados a taxas acessíveis, com prioridade para os mais afetados e as empresas de menor porte. O acesso à linha de crédito está condicionado à manutenção de emprego.</p>



<p>Fundos garantidores<br>Pequenas e médias empresas poderão recorrer a fundos garantidores para acessar o crédito. Haverá aportes de R$ 1,5 bilhão no FGCE (Fundo Garantidor do Comércio Exterior), R$ 2 bilhões no FGI (Fundo Garantidor para Investimentos) e R$ 1 bilhão no FGO (Fundo de Garantia de Operações).</p>



<p>Modernização do sistema de exportação<br>Instrumentos que protegem o exportador contra riscos como inadimplência ou cancelamento de contratos. Bancos e seguradoras poderão usar essa garantia em mais tipos de operações. Haverá ainda mecanismos de compartilhamento de risco entre governo e setor privado.</p>



<p>Diferimento de tributos federais<br>Empresas afetadas poderão adiar o pagamento de tributos federais nos próximos dois meses.</p>



<p>Reintegra<br>Grandes e médias empresas passam a contar com até 3,1% de ressarcimento, e as micro e pequenas, com até 6%. As novas condições do Reintegra valerão até dezembro de 2026 e terão impacto de até R$ 5 bilhões.</p>



<p>Regime de drawback<br>Prorroga, por um ano, o prazo para que as empresas consigam exportar suas mercadorias que tiveram insumos beneficiados pelo regime, que desonera a compra de insumos para exportação. A medida vale para as empresas que contrataram exportações para os Estados Unidos que seriam realizadas até o final deste ano.</p>



<p>Compras governamentais<br>União, estados e municípios poderão, por 180 dias, fazer compras para seus programas de alimentação (merenda escolar ou hospitais, por exemplo). A medida vale apenas para produtos afetados pelas sobretaxas unilaterais.</p>



<p>EIXO 2 – Proteção de trabalhadores brasileiros</p>



<p>Contrapartida de manutenção de empregos<br>O acesso às linhas de crédito estará condicionado à manutenção de empregos.</p>



<p>Instauração da Câmara Nacional de Acompanhamento do Emprego<br>O objetivo é monitorar o nível de emprego nas empresas e suas cadeias produtivas, fiscalizar obrigações, benefícios e acordos trabalhistas, e propor ações voltadas à preservação e manutenção dos postos de trabalho</p>



<p>EIXO 3 – Diplomacia comercial e multilateralismo<br>Prevê a abertura de novos mercados, a continuidade das negociações com governo dos EUA, além da atuação do Brasil na OMC (Organização Mundial do Comércio)</p>



<p><em>Caio Spechoto e Idiana Tomazelli/Folhapress</em> / Foto: Reprodução</p>



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