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	<title>Taxa Selic |</title>
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	<title>Taxa Selic |</title>
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		<title>Com quórum desfalcado, Copom decide se mantém Taxa Selic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro últimas reuniões Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro últimas reuniões</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>C</strong>om a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o de serviços, pressionados,&nbsp;<strong>o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (28) a primeira reunião do ano</strong>. Mesmo com a queda recente do dólar,&nbsp;<strong>os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano</strong>. De setembro de 2024 a junho do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro últimas reuniões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva só encaminhará as indicações dos substitutos na volta do Congresso Nacional, em fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ata da última reunião, em dezembro, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado para garantir a convergência da inflação à meta, sem indicar quando começaria a baixar os juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ata do Copom, o cenário atual continua marcado por elevada incerteza, o que exige cautela na condução da política monetária. No cenário interno, alguns preços, como o de serviços, continuam a pressionar a inflação, apesar da desaceleração da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a&nbsp;</strong><strong>taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até março.&nbsp;No entanto, as chances de uma redução ainda em janeiro aumentaram nos últimos dias com a queda recente do dólar, que voltou a ficar em torno de R$ 5,20.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O comportamento da inflação continua uma incógnita. Prévia da inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em apenas 0,2% em outubro e acumula 4,5% em 12 meses, tendo voltado para o teto da meta. O IPCA cheio de novembro só será divulgado nesta quarta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 caiu para 4,4%, contra 4,55% há quatro semanas. Isso representa inflação pouco abaixo do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meta contínua</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2026, a inflação desde fevereiro de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2026&nbsp;em 3,5%, mas a estimativa deve ser revista. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: © Shutterstock</p>



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<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO NO BRASIL: O SUS COMO REFERÊNCIA MUNDIAL NA PROTEÇÃO COLETIVA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-cdJU2tXx4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/com-quorum-desfalcado-copom-decide-se-mantem-taxa-selic/">Com quórum desfalcado, Copom decide se mantém Taxa Selic</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Setor produtivo critica cautela do BC e cobra início do corte de juros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados, Felipe Queiroz, considerou que o Banco Central mantém uma política desconectada da conjuntura nacional e internacional A manutenção da Taxa Selic – juros básicos da economia – em 15% ao ano recebeu críticas do setor produtivo. Apesar de a decisão ter sido amplamente esperada pelo mercado, entidades empresariais e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados, Felipe Queiroz, considerou que o Banco Central mantém uma política desconectada da conjuntura nacional e internacional<br><br>A manutenção da Taxa Selic – juros básicos da economia – em 15% ao ano recebeu críticas do setor produtivo. Apesar de a decisão ter sido amplamente esperada pelo mercado, entidades empresariais e sindicais veem na postura do Banco Central (BC) um entrave ao crescimento econômico num cenário de inflação em queda, desaceleração da economia e perda de fôlego do mercado de trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">CNI: decisão ignora desaceleração</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que o BC desconsiderou “evidências robustas” de que a economia já permitiria iniciar um ciclo de redução da Selic. O presidente da entidade, Ricardo Alban, afirmou que a manutenção dos juros “é excessiva e prejudicial”, intensificando a perda de ritmo da atividade, encarecendo o crédito e inibindo investimentos. Para ele, há espaço para um ajuste gradual sem comprometer a convergência da inflação para a meta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comércio</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Felipe Queiroz, considerou que o BC mantém uma política desconectada da conjuntura nacional e internacional. Ele lembrou que países como os Estados Unidos iniciaram cortes enquanto o Brasil conserva uma das maiores taxas reais do mundo. Segundo Queiroz, a postura atual “prejudica investimentos, consumo e agrava entraves estruturais”, além de dificultar a condução da política fiscal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tom mais moderado, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) avaliou que a manutenção era esperada e reflete um ambiente ainda delicado. Para o economista Ulisses Ruiz de Gamboa, a inflação e as expectativas continuam acima da meta, e o contexto inclui expansão fiscal, resiliência do mercado de trabalho e incertezas internacionais. Ele afirmou que o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) será decisivo para entender a sinalização dos próximos passos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Centrais sindicais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) classificou a decisão como um “descumprimento das necessidades da população e do setor produtivo”. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, disse que a Selic elevada desvia recursos do investimento produtivo para o “rentismo”. Economistas ligados à central afirmam que a inflação está controlada e que o aperto monetário já provoca queda no consumo, desaceleração do PIB e perda de dinamismo no mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Força Sindical criticou de forma contundente a decisão, classificando-a como “vergonha nacional”. Para o presidente da entidade, Miguel Torres, o Copom favorece especuladores e estrangula a economia ao insistir em juros elevados. Ele afirma que a política atual prejudica campanhas salariais, limita o consumo e impõe obstáculos ao desenvolvimento. “Estamos vivendo a era dos juros extorsivos”, afirmou em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao Minuto / Fonte: © Shutterstock</p>



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		<title>Copom decide nesta quarta se mantém Taxa Selic em 15% ao ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho e de setembro, o Copom não mexeu na taxa Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho e de setembro, o Copom não mexeu na taxa<br><br>Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o da energia, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) fez na quarta-feira (4) a penúltima reunião do ano. <strong>Os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho e de setembro, o Copom não mexeu na taxa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ata da última reunião, em setembro, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ata do Copom, a conjuntura econômica dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país têm tido “maior impacto” do que temas estruturalmente desafiadores para a formação dos preços de mercado. No cenário interno, alguns preços, como o da energia, continuam a pressionar a inflação, apesar da desaceleração da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até o fim de 2025 ou início de 2026. A divergência agora está no momento do próximo ano em que os juros começarão a cair.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O comportamento da inflação continua uma incógnita. Prévia do indicador&nbsp;oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em apenas 0,18% em outubro e acumula 4,94% em 12 meses. O preço médio dos alimentos recuou pelo quinto mês consecutivo. O IPCA referente aos 31&nbsp;dias de outubro só será divulgado no próximo dia 11.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 caiu para 4,55%, contra 4,8% há quatro semanas. Isso representa inflação levemente acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meta contínua</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%,&nbsp;e o superior é 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse modelo de aferição, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em novembro de 2025, a inflação desde dezembro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em dezembro, o procedimento se repete, com apuração a partir de janeiro de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,8%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: ©  Reprodução</p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/copom-decide-nesta-quarta-se-mantem-taxa-selic-em-15-ao-ano/">Copom decide nesta quarta se mantém Taxa Selic em 15% ao ano</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>JP Morgan Vê Brasil Acima da Média entre Países Latinos e Projeta Selic em 10,75% </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 21:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[jp morgan]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 2 de setembro de 2025 Na dança das cadeiras, Banco do Brasil saiu do portfólio da gigante de serviços financeiros, e Nubank ganhou espaço Em seu mais recente relatório de estratégia para a América Latina, o JP Morgan expressou sua visão de compra para o mercado de ações brasileiro. Segundo os analistas, a combinação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Terça, 2 de setembro de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na dança das cadeiras, Banco do Brasil saiu do portfólio da gigante de serviços financeiros, e Nubank ganhou espaço</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu mais recente relatório de estratégia para a América Latina, o JP Morgan expressou sua visão de compra para o mercado de ações brasileiro. Segundo os analistas, a combinação de cortes de juros e a aproximação das eleições de 2026 são fatores que podem pavimentar o caminho para um novo recorde de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente a taxa básica de juros (Selic) no Brasil está em 15%. A previsão, segundo lembra a gigante de serviços financeiros, é a de que o primeiro corte tenha início em dezembro próximo. A previsão do JP Morgan é que a flexibilização da taxa atinja cortes de 4,25 pontos, fazendo com que a Selic fique em 10,75%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tese central do J.P. Morgan é a de que o ciclo atual de flexibilização do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) é fundamentalmente diferente dos anteriores. Historicamente, os cortes do Fed ocorriam durante períodos de crise, levando a uma fuga de capital para o dólar e forçando os bancos centrais latino-americanos a aumentar suas próprias taxas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta vez, no entanto, o cenário de “pouso suave” na economia americana e a postura mais fraca do dólar permitem que países como o Brasil cortem juros e impulsione os mercados locais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entra e sai<br>O JP Morgan retirou de seu portfolio para a região o Banco do Brasil, alegando deterioração na qualidade dos ativos do agronegócio. Em seu mais recente balanço, o BB reportou queda de 60% no lucro líquido ajustado. A inadimplência do agronegócio foi um dos principais fatores que influenciaram as contas do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, o Nubank ganhou espaço. A justificativa foi o “potencial de alta das operações no Brasil e à expectativa de que a operação no México atinja o ponto de equilíbrio”. Uma das apostas do roxinho é a expansão no seu segmento de alta renda.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros mercados&nbsp;<br>A Argentina também é citada positivamente no relatório do JP Morgan. Entre as justificativas citadas estão a inflação em queda, crescimento acelerado e déficit fiscal reduzido, o que, no entendimento dos analistas, são fatores que reforçam o potencial de atratividade para investidores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao México, o momento é de estabilidade. Porém, as negociações do USMCA (o acordo comercial entre Estados Unidos, México e Canadá), previsto para início em outubro, podem trazer mudanças, segundo os analistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Chile recebeu classificação neutra, apesar do aumento dos preços do lítio.&nbsp; Isso ocorreu devido às incerteza provocadas pelas expectativas políticas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o Peru continua com recomendação de subponderação, reflexo da instabilidade política e da falta de espaço para reavaliação do mercado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Colômbia, ainda segundo os analistas, enfrenta um cenário mais desafiador, marcado pelo agravamento fiscal, rebaixamentos de rating e incertezas políticas, o que torna o mercado menos atrativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Forbes / Getty Images<br>Segundo os analistas do JP Morgan, a combinação de cortes de juros e a aproximação das eleições de 2026 são fatores que podem pavimentar o caminho para um novo recorde de mercado</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OS DIREITOS DO SERVIDOR PUBLICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JmS3y4WgfPc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/jp-morgan-ve-brasil-acima-da-media-entre-paises-latinos-e-projeta-selic-em-1075/">JP Morgan Vê Brasil Acima da Média entre Países Latinos e Projeta Selic em 10,75% </a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Juro alto impõe desafio ao agro em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 18:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CITY RURAL]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegocios]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
		<category><![CDATA[juros alto]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de safra grande, escalada da Selic vai retardar recuperação no campo Por Rafael Walendorff — Brasília &#8211; Quinta, 13 de fevereiro de 2025 A escalada da Selic vai estender a “ressaca financeira” no campo e retardar o processo de recuperação e capitalização dos produtores, apesar dos sinais positivos para a safra 2024/25. O comportamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Apesar de safra grande, escalada da Selic vai retardar recuperação no campo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://globorural.globo.com/autores/rafael-walendorff/">Rafael Walendorff</a> — Brasília &#8211; Quinta, 13 de fevereiro de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escalada da Selic vai estender a “ressaca financeira” no campo e retardar o processo de recuperação e capitalização dos produtores, apesar dos sinais positivos para a safra 2024/25. O comportamento do clima, a volatilidade do câmbio e as canetadas do presidente norte-americano, Donald Trump, também são variáveis que podem nublar expectativas mais otimistas para o agronegócio neste ano.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" data-id="143237" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/02/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px.gif" alt="" class="wp-image-143237"/></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">O crédito rural está caro e deve continuar assim por algum tempo enquanto os níveis de endividamento e inadimplência não recuarem no setor produtivo, de acordo com executivos de bancos e analistas ouvidos pela reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O economista Francisco Faria, analista de commodities, diz que a colheita recorde de grãos e os preços futuros, em números frios, não significam, necessariamente, uma boa condição financeira no campo. Ele vislumbra melhorias no caixa dos produtores, mas sem o quadro de liquidez que havia antes, por influência da alta dos juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um ano que pode ser positivo em termos de produção e de alguma margem, mas o setor vai encarar situação desconfortável no crédito”, aponta. Regiões com possíveis quebras em função do clima, como o Rio Grande do Sul, já “machucado” por outras safras ruins, podem sofrer mais, diz. O cenário não é de tranquilidade, mas também não é generalizado, pondera Faria. Há exceções, caso do café e do boi, que devem aproveitar melhores preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator é que a soja, carro-chefe do agronegócio nacional, perdeu peso na formação do PIB com dois anos consecutivos de colheita menor e preços mais baixos, enquanto a pecuária ampliou sua participação. Em 2025, a balança está invertida, com boas perspectivas, por ora, para a colheita da oleaginosa e retração na produção de carne bovina. Essa inversão pode, em alguma proporção, mexer na composição do resultado econômico do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aposta do mercado financeiro é que a reversão do cenário de alavancagem no agronegócio, ou seja, a capacidade dos agricultores de digerirem investimentos pesados feitos em um passado recente de bonança para financiar a expansão da produção, demandará mais anos de boas colheitas, queda dos juros da economia e retorno das margens de lucro no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os produtores terão bom retorno, mas o mais alavancado terá mais dificuldade. A taxa de juros é muito punitiva e absorve parte desse retorno adicional”, afirma Roberto França, diretor de Agronegócios do Bradesco. “Para sair de onde estamos, precisamos de tempo. Serão necessárias duas ou três safras como a deste ano”, observa Carlos Aguiar, diretor de Agronegócios do Santander.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O passivo, formado na “euforia” de 2022 e agravado pela queda nos preços das commodities e as perdas com a seca no país em 2023 e 2024, gerou aumento da prorrogação de operações bancárias e uma enxurrada de recuperações judiciais no campo. O endividamento rural no sistema financeiro em outubro de 2024 foi de R$ 744,1 bilhões, cerca de 13,2% do total das operações, segundo o boletim mais recente do Banco Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Banco do Brasil, líder nos financiamentos para o setor, as prorrogações de operações de crédito rural cresceram quase 80% de dezembro de 2023 até setembro de 2024, para R$ 38,1 bilhões, segundo balanço mais recente. Esses números dão o tom do mercado. Produtores gaúchos, afetados por consecutivas safras com seca e pela enchente de 2024, querem securitização de dívidas de até R$ 60 bilhões. E, neste ano, as incertezas no campo voltaram em algumas regiões gaúchas, em decorrência da seca e calor que afetam lavouras de soja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Análises compartilhadas por economistas mostram que as taxas de inadimplência do mercado em geral, não só do agro, acompanham a previsão de juros. Ou seja, quanto maior é o preço do crédito, mais clientes ficam inadimplentes. No crédito rural, os juros livres estavam, em média, em 14,3% em novembro de 2024 no sistema financeiro contra 12,8% no mesmo mês de 2023, mostra o boletim do BC. Somados aos spreads médios dos bancos, algumas linhas já chegam na ponta perto de 19% e 20% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário pode piorar com novas altas já contratadas para a Selic. O Itaú BBA projeta o índice em máxima de 15,75% neste ano. As crises nas revendas de insumos, que financiam boa parte da safra, também aumentam riscos e encarecem os financiamentos. Também deve impacto no mercado de capitais, mais exposto nas concessões. A precificação será vista nos juros livres, que são quase dois terços do Plano Safra, e nos títulos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os juros altos pressionam os custos dos produtores. Sem recursos próprios por conta de safras frustradas, eles tiveram que recorrer a um capital mais caro. Em Mato Grosso, por exemplo, o caixa pessoal do produtor perdeu espaço no funding da safra 2024/25, de 31,58% para 18,85%, e houve aumento na dependência do sistema financeiro (de 16,72% para 30,50%) e do crédito oficial (4,12% para 8,69%), segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O choque de juros foi grande em apenas um ano para uma atividade que tem demanda intensiva de capital”, diz Gustavo Freitas, diretor-executivo de Negócios do Sicredi. Mesmo assim, a supersafra de grãos que se avizinha, de 322,3 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é um sinal de que os financiamentos, mesmo mais caros, continuam a fluir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sensação, por ora, é que serão preservadas as perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária, entre 3% e 5,5% , e do Valor Bruto da Produção (VBP), para R$ 1,4 trilhão em 2025. O alerta, porém, já foi ligado para os plantios de inverno e para a temporada 2025/26, quando os juros estarão em patamares ainda mais elevados e o custo dos financiamentos será maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra preocupação é que eventuais medidas do governo Trump podem tornar o câmbio mais volátil, o que pode elevar os custos de produção no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há um freio [com juros altos], que afeta a compra de máquinas e equipamentos e o ritmo de investimentos”, diz Pedro Fernandes, diretor de Agronegócios do Itaú BBA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Fernandes, o ciclo 2025/26 pode ser “mortal” para quem não tinha uma base de capital e terra próprios, com possibilidade de devolução de áreas arrendadas e saída de pessoas da atividade. “A agricultura não quebra, muda de dono. Quebra quem dá passo maior que a perna e não cuida do fluxo de caixa. Produtores capitalizados e com bom fluxo de caixa terão estratégia de crescimento”, diz Ivan Wedekin, ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e consultor na área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Globo Rural / Para Roberto França, taxa de juros absorve parte de ganhos com a safra — Foto: Getty Images</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A ANSIEDADE E SUAS RAÍZES NO PASSADO: UMA PERSPECTIVA PSICANALISTA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DYmQVFt-4ko?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Com alta da Selic, renda fixa isenta de IR atrai atenção dos investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jul 2022 19:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro da classe, uma recomendação que tem se destacado nas conversas dos especialistas de investimento com os clientes diz respeito aos títulos isentos de IR (Imposto de Renda) para o investidor pessoa física. POR FOLHAPRESS &#8211; domingo, 3 de julho de 2022 UCAS BOMBANASÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A sequência de aumentos na taxa Selic [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Dentro da classe, uma recomendação que tem se destacado nas conversas dos especialistas de investimento com os clientes diz respeito aos títulos isentos de IR (Imposto de Renda) para o investidor pessoa física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">POR FOLHAPRESS &#8211; domingo, 3 de julho de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">UCAS BOMBANA<br>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A sequência de aumentos na taxa Selic iniciada em março de 2021 pelo BC (Banco Central), da mínima histórica de 2% para os atuais 13,25% ao ano, tem aumentado cada vez mais a atratividade dos títulos de renda fixa sob a ótica dos investidores brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro da classe, uma recomendação que tem se destacado nas conversas dos especialistas de investimento com os clientes diz respeito aos títulos isentos de IR (Imposto de Renda) para o investidor pessoa física.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com a alta da taxa básica de juros, o mercado tem oferecido aos investidores títulos emitidos por grandes empresas, sem cobrança de impostos, com retorno real, ou seja, acima da inflação, em torno de 6% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Diretor de investimentos do Santander Private Banking, Christiano Clemente afirma que os papéis de renda fixa que contam com o benefício tributário se dividem em dois grandes grupos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Um deles é formado pelas letras de crédito emitidas por instituições financeiras -LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), LCAs (Letras de Crédito Agrícola) e LIGs (Letras Imobiliárias Garantidas).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Além de contarem com a isenção do IR, as duas primeiras têm ainda a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), associação que garante o valor aportado pelo investidor até o limite de R$ 250 mil por CPF e conglomerado financeiro, em caso de eventuais problemas que a instituição emissora venha a sofrer no meio do caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Já a LIG não tem a cobertura do FGC, mas conta com uma dupla garantia: da própria instituição financeira que emitiu os títulos e uma carteira de financiamentos imobiliários, que fica separada do patrimônio do banco. Portanto, caso o banco venha à falência, esse conjunto de créditos imobiliários tem como papel honrar o compromisso de pagamento aos investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clemente acrescenta que, além das letras financeiras, há os títulos isentos de renda fixa de caráter corporativo -CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) e debêntures incentivadas de infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nesses casos, os investimentos não têm a cobertura do FGC ou das instituições financeiras, com o investidor ficando sujeito ao risco de crédito da empresa emissora do título.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Demais aplicações de renda fixa, como CDBs (Certificados de Depósito Bancário), fundos e títulos públicos, têm a incidência do IR pela tabela regressiva, em que as alíquotas de IR diminuem com o tempo -começam em 22,5% e caem até 15%, para prazos que variam de seis meses a dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Segundo o especialista da área de private banking do Santander, a isenção fiscal, além de beneficiar o investidor de varejo, busca também fomentar setores importantes para a dinâmica econômica do país.<br>&#8220;A isenção de imposto gera um custo menor para as empresas terem acesso aos empréstimos, o que, em tese, faz com que a economia gire de maneira mais fluida&#8221;, diz Clemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>VOLUME DE EMISSÃO NO ANO SUPERA MARCAS DE 2021<br>Dados da B3 mostram que os investimentos isentos de IR têm atraído o interesse de um público crescente desde dezembro de 2020, acompanhando de perto o processo de alta da taxa Selic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esses títulos realmente chamam bastante a atenção dos investidores pessoa física, justamente por causa da isenção&#8221;, afirma Camilla Dolle, chefe de renda fixa da XP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A especialista da XP diz que o fato de as letras de crédito oferecerem ao investidor o benefício adicional da cobertura pelo FGC acaba pesando para uma demanda maior dos investidores de varejo por esses ativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Levantamento da Bolsa brasileira realizado a pedido da Folha indica que o mercado de títulos isentos registrou nos primeiros cinco meses do ano volumes bem acima dos observados em igual período do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>As LCAs emitidas de janeiro a maio somaram R$ 115,3 bilhões, ante R$ 52,4 bilhões no mesmo intervalo de 2021. Já as LCIs emitidas somaram R$ 70,7 bilhões, ante R$ 33 bilhões no ano passado, enquanto as LIGs somaram R$ 19,8 bilhões, ante R$ 8,2 bilhões em igual período de 2021.<br>&#8220;À medida que os juros sobem, naturalmente a renda fixa fica mais atrativa, e a renda variável, menos&#8221;, diz Fabio Zenaro, diretor de produto, balcão e novos negócios da B3.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ele acrescenta que, dentro do grupo de títulos isentos, aqueles voltados ao agronegócio têm se destacado ainda mais que os pares, em um cenário macroeconômico desafiador, no qual o setor agrícola vem demonstrando resiliência diante da demanda pujante em escala global.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Entre os títulos corporativos, a tendência se repete -a emissão de CRAs atingiu R$ 11,7 bilhões, de janeiro a maio, ante R$ 8,5 bilhões no mesmo intervalo do ano anterior. No caso dos CRIs, o volume foi de R$ 11,5 bilhões, ante R$ 11,3 bilhões em igual período de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os dados da B3 indicam ainda que, entre as debêntures incentivadas de infraestrutura, o estoque total, que era de R$ 136,4 bilhões em maio de 2021, saltou para R$ 192,5 bilhões, em maio deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estrategista de investimentos do Itaú Unibanco responsável por crédito privado, Vanessa Müller afirma que, pelo fato de as letras de crédito contarem com a garantia do FGC, e, em média, terem prazos de vencimento mais curto, entre um e dois anos, tendo como indexador na maioria dos casos o CDI, elas acabam entrando mais no radar do investidor pessoa física de varejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Entre as operações de letras de crédito em CDI, diz a especialista, é comum que as emissões saiam em um percentual em torno de 90% a 95% do CDI, que, com a isenção do IR, corresponde ao equivalente a algo como 110% a 115% do benchmark, considerados investimentos com a taxação tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No caso dos certificados e das debêntures, em que não há a proteção pelo fundo garantidor, e em que os prazos costumam ser mais extensos, com indexação majoritariamente ao IPCA, os investidores pessoa física com maior volume financeiro, dos segmentos de alta renda e private, tendem a ser mais presentes nas ofertas, diz a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Retornos de IPCA mais 6% ao ano Executivo responsável pela área de mercado de capitais do UBS BB, Samy Podlubny diz que operações recentemente estruturadas pela casa de empresas de grande porte, como um CRA da Raizen e um CRI da CSN Cimentos, saíram com taxas de retorno ao redor de IPCA mais 6% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>&#8220;Na minha visão, emprestar dinheiro para empresas desse porte e ganhar uma taxa real de 6% livre de IR é um ótimo investimento&#8221;, diz Podlubny, acrescentando que o instrumento, por si só, não é o que define o nível de retorno que o investidor vai obter com o negócio, sendo preciso levar em conta principalmente o risco de crédito da empresa que está fazendo a emissão do instrumento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O executivo do UBS BB assinala que, para empresas de menor porte e não tão conhecidas pelo público geral, a taxa real de retorno pode beirar a marca dos 10% nos títulos corporativos com isenção fiscal. Nesse caso, contudo, se faz necessária uma análise mais minuciosa a respeito da saúde financeira das operações antes de realizar o aporte, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para o investidor menos sofisticado, o ideal é que ele se atenha aos nomes mais conhecidos, das maiores empresas&#8221;, diz o especialista. Ele lembra que as emissões contam com ratings atribuídos pelas agências de classificação de risco, sendo essa uma boa métrica de avaliação para o investidor mensurar o nível de risco que deseja assumir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Podlubny afirma que, além do risco de crédito, o investidor também precisa estar atento ao prazo de vencimento das operações. Segundo ele, as emissões dos títulos, via de regra, têm um horizonte de médio e longo prazo, com prazos que podem variar de dois a cinco anos, mas que, em alguns casos, podem ser ainda mais extensos, chegando aos dez anos até o vencimento final.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Caso queira sair antes, é possível vender os papéis no chamado mercado secundário, em que os detentores dos papéis conseguem se desfazer dos títulos, com a negociação para outros agentes de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nesse caso, no entanto, o rendimento contratado no momento da aquisição não é garantido, com a possibilidade de a venda ser feita com algum ganho, ou prejuízo, em relação ao inicialmente previsto, a depender das condições de mercado no momento da venda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Aportes a partir de R$ 1.000 Para investir nos títulos isentos, é preciso ter conta em banco ou em corretoras, sendo possível aplicar diretamente por meio da seção de renda fixa dos aplicativos, ou com o assessoramento de especialistas de investimento e gerentes bancários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Confira aqui o passo a passo para abrir uma conta digital nas principais instituições financeiras do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os valores mínimos de aporte variam de acordo com a instituição financeira. No caso da Órama, Ricardo Teófilo, chefe de renda fixa da plataforma, diz que os investimentos nos títulos isentos começam a partir de R$ 1.000. Na XP e no Itaú, os aportes mínimos também são de R$ 1.000.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>&#8220;Os títulos de renda fixa isentos de IR têm apresentado retornos bem interessantes, e entendemos que seja um bom momento para investir neles&#8221;, diz o chefe de renda fixa da Órama, acrescentando que os papéis disponibilizados na plataforma passam por uma curadoria prévia dos especialistas da casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Noticias ao Minuto</p>



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<iframe title="Bate Papo com Laelson Neves - Vereador - DEM" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ir1ZR_xQ8oA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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