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	<title>temperatura |</title>
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	<title>temperatura |</title>
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		<title>Bahia concentra 9 das 10 cidades mais frias do Nordeste; Itaberaba(16,7 ºC)está na lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 02:10:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 03/08/2025 &#8211; 20h20 Por&#160;Redação A Bahia dominou o ranking das cidades mais frias do Nordeste nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados neste domingo (3) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Das dez localidades com as menores temperaturas registradas, nove são baianas. O destaque foi Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, que marcou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 03/08/2025 &#8211; 20h20</p>



<p>Por&nbsp;Redação</p>



<p>A Bahia dominou o ranking das cidades mais frias do Nordeste nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados neste domingo (3) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Das dez localidades com as menores temperaturas registradas, nove são baianas. O destaque foi Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, que marcou 8,9 ºC no sábado (2) — a menor temperatura da região.&nbsp;</p>



<p>O município já havia liderado o ranking na sexta-feira (1º), quando os termômetros marcaram 14,8 ºC.</p>



<p>Além de Vitória da Conquista, municípios das regiões sudoeste, oeste e da Chapada Diamantina também figuram na lista, como Brumado, Itiruçu, Correntina, Irecê e Itaberaba. A única cidade fora da Bahia a aparecer no ranking foi Monteiro, na Paraíba, com 16,5 ºC.</p>



<p>Confira as 10 cidades mais frias do Nordeste:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vitória da Conquista (BA) – 8,9 ºC</li>



<li>Brumado (BA) – 12,4 ºC</li>



<li>Itiruçu (BA) – 12,5 ºC</li>



<li>Correntina (BA) – 13,4 ºC</li>



<li>Belmonte (BA) – 14,6 ºC</li>



<li>Amargosa (BA) – 14,9 ºC</li>



<li>Luís Eduardo Magalhães (BA) – 15 ºC</li>



<li>Irecê (BA) – 16,5 ºC</li>



<li>Monteiro (PB) – 16,5 ºC</li>



<li>Itaberaba (BA) – 16,7 ºC</li>
</ul>



<p>De acordo com a previsão do Inmet, até a próxima quarta-feira (6), as temperaturas na região continuarão amenas, com variações entre 24 ºC e 13 ºC.</p>



<p>Fonte: Bahia Noticias / </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O MUNDO QUE EU ENXERGO NÃO É O MESMO MUNDO QUE PERTENCE A VOCÊ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/IPA6QcbtAM0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Inventando a idéia de Temperatura: Empiria, Filosofia e o Progresso da Ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 22:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 7 de dezembro de 2024 O livro Inventando a Temperatura: Ciência e Filosofia de uma Medida Inconstante (2004), de Hasok Chang, explora a história da ciência por meio de uma análise detalhada do desenvolvimento da medição da temperatura. Chang utiliza a temperatura como um caso de estudo para abordar questões mais amplas sobre o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, 7 de dezembro de 2024</p>



<p>O livro Inventando a Temperatura: Ciência e Filosofia de uma Medida Inconstante (2004), de Hasok Chang, explora a história da ciência por meio de uma análise detalhada do desenvolvimento da medição da temperatura. Chang utiliza a temperatura como um caso de estudo para abordar questões mais amplas sobre o progresso científico, o papel das práticas experimentais e a construção do conhecimento.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="155" data-id="139769" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/12/patroci.png" alt="" class="wp-image-139769" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/12/patroci.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/12/patroci-300x45.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/12/patroci-768x116.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p>Principais ideias do livro:</p>



<p>1. História da medição da temperatura</p>



<p>Chang mostra como a noção de temperatura evoluiu ao longo do tempo, destacando as dificuldades em estabelecer um padrão universal para medi-la. Ele explora as disputas sobre a definição de “calor” e “frio” e os desafios de criar termômetros confiáveis antes que houvesse uma escala consensual.</p>



<p>• Termômetros e escalas: O autor discute o desenvolvimento das escalas Fahrenheit, Celsius e Kelvin, revelando como essas padronizações surgiram após debates e experimentos envolvendo diferentes líquidos, como álcool e mercúrio.</p>



<p>• Círculo vicioso da calibração: Chang aborda o problema da calibração inicial dos termômetros: como medir a temperatura sem um padrão confiável, e como estabelecer um padrão sem instrumentos precisos?</p>



<p>2. Construção social e filosófica da ciência</p>



<p>Chang argumenta que o conceito de temperatura não é apenas uma descoberta científica, mas também uma construção social e filosófica. Ele critica a ideia de que a ciência progride apenas por descobertas objetivas e sugere que o conhecimento é construído por meio de práticas colaborativas e decisões pragmáticas.</p>



<p>• Papel da experimentação: Os experimentos são apresentados não como simples verificações de hipóteses, mas como processos criativos para superar limitações técnicas e conceituais.</p>



<p>• A relação entre teoria e prática: Chang enfatiza como as práticas instrumentais (como a fabricação de termômetros) moldaram o desenvolvimento da teoria da temperatura e vice-versa.</p>



<p>3. Conceito de “pragmatismo epistemológico”</p>



<p>O autor utiliza o caso da temperatura para defender um modelo pragmático de ciência, em que o conhecimento é avaliado por sua utilidade e capacidade de resolver problemas concretos, mais do que pela correspondência perfeita com uma “realidade objetiva”.</p>



<p>• A abordagem pluralista: Chang defende que a ciência deveria aceitar múltiplas abordagens e teorias concorrentes, em vez de buscar uma única explicação dominante.</p>



<p>4. Impacto na ciência moderna</p>



<p>A análise de Chang revela como a medição da temperatura influenciou outras áreas, como a termodinâmica, a física estatística e a meteorologia. Ele mostra que a evolução desses campos dependia diretamente de avanços tecnológicos e do aperfeiçoamento das medições de temperatura.</p>



<p>5. Reflexões sobre o progresso científico</p>



<p>O livro sugere que o progresso científico é menos linear e mais contingente do que geralmente se imagina. Ele destaca como ideias erradas, debates prolongados e até mesmo “falhas” desempenharam papéis cruciais na construção do conhecimento sobre a temperatura.</p>



<p>Contribuições do livro</p>



<p>• Inventando a Temperatura é notável por combinar história da ciência, filosofia e epistemologia, oferecendo uma visão crítica e detalhada sobre como um conceito aparentemente simples, como a temperatura, foi construído.</p>



<p>• A obra desafia a visão convencional de que a ciência é apenas um acúmulo de fatos e demonstra como questões práticas e teóricas interagem de maneira dinâmica e imprevisível.</p>



<p>Chang não apenas narra a história da temperatura, mas também oferece uma nova maneira de entender o progresso científico, enfatizando a complexidade e a criatividade que estão no coração da ciência.</p>



<p>Fonte e foto: www.paulogalr.com.br</p>



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<iframe title="CHEGOU O VERÃO E AUMENTA O USO DOS HORMÔNIOS PELOS HOMENS:O QUE VOCÊ PRECISA ENTENDER?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5VB7pFE6mWk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Aumento da temperatura do oceano Índico está ligado a novos surtos de dengue no mundo, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2024 16:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
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		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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		<category><![CDATA[revista Science]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 12/05/2024 &#8211; 10h00 Por Samuel Fernandes &#124; Folhapress O aquecimento do oceano Índico pode estar relacionado ao aparecimento de novas epidemias de dengue. A alta temperatura das águas impacta diferentes regiões do mundo, proporcionando o clima ideal para o espraiamento da infecção.&#160; Essas são as conclusões de um estudo, divulgado na última quinta-feira (9) na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 12/05/2024 &#8211; 10h00</p>



<p>Por Samuel Fernandes | Folhapress</p>



<p>O aquecimento do oceano Índico pode estar relacionado ao aparecimento de novas epidemias de dengue. A alta temperatura das águas impacta diferentes regiões do mundo, proporcionando o clima ideal para o espraiamento da infecção.<br>&nbsp;</p>



<p>Essas são as conclusões de um estudo, divulgado na última quinta-feira (9) na revista Science.<br>&nbsp;</p>



<p>A dengue já era um tema de interesse dos pesquisadores que assinam o estudo, afirma Huaiyu Tian, do Centro para Mudança Global e Saúde Pública da Universidade Normal de Pequim e um dos autores do artigo. &#8220;Dada a falta de vacinas amplamente eficazes e tratamentos para a dengue, enfatizamos particularmente a modelagem e pesquisas de previsão&#8221;, afirma o pesquisador à Folha.<br>&nbsp;</p>



<p>O artigo compreendeu os números de casos anuais de dengue de 1990 a 2019 dos 46 países do Sudeste Asiático e do continente americano. Outro banco de dados foi um que contou com informações de 24 países, incluindo o Brasil, acerca do número mensal de casos de dengue entre 2014 a 2019.<br>&nbsp;</p>



<p>Essas informações foram comparadas com índices que compilam as temperaturas nos mares. Com isso, o esperado era observar se haveria alguma relação entre o aumento dessas temperaturas e o aparecimento de mais casos de dengue -e foi isso que aconteceu, especificamente com o IOBW, sigla para índice do aumento da temperatura do oceano Índico.<br>&nbsp;</p>



<p>Por exemplo, na medida em que as águas do oceano ficavam mais quentes, os casos de dengue também subiam: a incidência da doença saltava de 0 para 0,22 a cada 100 mil habitantes no hemisfério norte, enquanto passava de 0 para 0,27 no hemisfério sul.<br>&nbsp;</p>



<p>Outras pesquisas já investigaram a associação entre a dengue e temperaturas mais altas. No entanto, Tian explica que, normalmente, esses estudos focaram em modelos que medissem somente o impacto das temperaturas locais em relação à doença. No estudo em questão, os pesquisadores analisaram modelos mais abrangentes, mensurando alterações globais com potencial de impactar a temperatura local de diferentes regiões do planeta.<br>&nbsp;</p>



<p>Nesse caso, o oceano Índico é uma escolha adequada, já que as alterações climáticas nas águas influenciam a atmosfera, que, em razão do padrão de circulação do ar, faz com que as mudanças de temperatura do oceano cheguem a outras regiões.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Temperaturas mais altas no oceano Índico podem ter impactos globais e duradouros nas dinâmicas climáticas locais, promovendo condições ideais para a reprodução e propagação de mosquitos da dengue&#8221;, explica Tian.<br>&nbsp;</p>



<p>Existem duas razões para a preferência a um modelo global. Primeiro, é mais fácil e eficaz desenvolver um sistema de alerta a nível mundial contra a dengue. Segundo, a utilização de dados somente regionais diminui a capacidade preditiva de novas epidemias de dengue, o que dificulta ações que antecipam, de forma eficaz, o aumento de casos de dengue no momento em que as temperaturas das águas sobem.<br>&nbsp;</p>



<p>No caso do IOBW, por exemplo, foi possível desenvolver modelos de previsão com até nove meses de antecedência -modelos com dados locais diminuem esse período para até três meses.<br>&nbsp;</p>



<p>Regiões tropicais em alerta<br>&nbsp;</p>



<p>A análise observou que a relação entre a temperatura do oceano Índico com o aparecimento de mais casos de dengue é mais evidente nas regiões tropicais do globo, como é o caso do Brasil. O ponto acende um sinal de alerta maior para essas áreas.<br>&nbsp;</p>



<p>Outro problema é o aquecimento global. Quanto mais as temperaturas sobem ao redor do mundo, mais fácil se torna a propagação do vírus, proporcionando um cenário ideal e fácil para o surgimento de novas epidemias.<br>&nbsp;</p>



<p>Por isso, os achados da pesquisa podem ser ainda mais interessantes considerando estratégias de combate à dengue. &#8220;Ao aproveitar as conclusões do estudo a nível local, as autoridades de saúde podem antecipar e responder melhor a potenciais surtos, implementando intervenções como medidas de controle de vetores, campanhas de saúde pública e alocação de recursos para mitigar o impacto da doença nas comunidades&#8221;, resume Tian.<br>&nbsp;</p>



<p>No entanto, também é preciso aprofundar as descobertas do estudo. No artigo, os autores apontam que ainda é necessário validar as conclusões da pesquisa para, só então, ter uma maior certeza da sua capacidade preditiva. A adição de outros fatores que influenciam surtos de dengue, como vacinação e medidas de controle dos vetores da doença, precisam entrar nos cálculos do modelo, por exemplo.</p>



<p>Foto: Divulgação/ Fiocruz</p>



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		<title>2023 está a caminho de ser o ano mais quente já registrado, dizem cientistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 19:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Planeta Terra pode terminar ano com 1,4ºC acima da temperatura média pré-industrial A intensificação da crise climática está levando 2023 a ser o ano mais quente já registrado na história. Segundo avaliação de cientistas da União Europeia (UE), divulgada nesta 4ª feira (8.nov), dados mostram que o planeta Terra teve o outubro com maior pico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Planeta Terra pode terminar ano com 1,4ºC acima da temperatura média pré-industrial</em></p>



<p>A intensificação da crise climática está levando 2023 a ser o ano mais quente já registrado na história. Segundo avaliação de cientistas da União Europeia (UE), divulgada nesta 4ª feira (8.nov), dados mostram que o planeta Terra teve o outubro com maior pico de calor em anos, contabilizando temperatura 1,7ºC acima do período pré-industrial (1850-1900).</p>



<p>O mesmo recorde foi alcançado em setembro deste ano, sobretudo devido à influência do fenômeno meteorológico El Niño. O temor dos cientistas é que o fenômeno continue se desenvolvendo nos próximos meses, o que deve resultar em novas temperaturas recordes. Isso significa que 2023 pode terminar com 1,4ºC acima da temperatura média pré-industrial.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Quando combinamos todos os dados, os registros globais de temperatura do ar, de temperatura da superfície do mar, de gelo marinho, todas essas indicações nos mostram que nosso clima está mudando em um ritmo muito rápido. Podemos dizer com virtual certeza que 2023 será o ano mais quente já registrado&#8221;, disse a vice-diretora do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da UE, Samantha Burgess.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-08-at-10.34.59-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-104359" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-08-at-10.34.59-1024x1024.jpeg 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-08-at-10.34.59-300x300.jpeg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-08-at-10.34.59-150x150.jpeg 150w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-08-at-10.34.59-768x768.jpeg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-08-at-10.34.59.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A avaliação foi publicada poucas semanas antes da Conferência sobre as Mudanças Climáticas (COP-28), que será realizada entre 30 de novembro e 12 de dezembro, em Dubai. O encontro reúne quase 200 países e tem como objetivo desenvolver medidas precisas para preservar o meio ambiente e impedir que a temperatura global suba mais de 2ºC.&nbsp;</p>



<p>Isso porque o Acordo de Paris estabelece metas de longo prazo para orientar as nações a reduzir substancialmente as emissões globais de gases de efeito estufa para limitar o aumento da temperatura global em 1,5ºC até 2100. A meta, no entanto, conseguirá ser cumprida apenas se os os países conseguirem reduzir as emissões significativamente até 2030.</p>



<p>Caso o objetivo não seja alcançado, cientistas alertam que o mundo terá cada vez mais eventos climáticos extremos, como chuvas fortes e ondas de calor severas, aumentando as destruições por inundações e incêndios florestais. O rápido derretimento das geleiras também aumentará o nível do mar, fazendo com que cidades costeiras desapareçam completamente.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<p>Foto: <strong>Reprodução</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A importância da longevidade," width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Oo058qVA7wo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/2023-esta-a-caminho-de-ser-o-ano-mais-quente-ja-registrado-dizem-cientistas/">2023 está a caminho de ser o ano mais quente já registrado, dizem cientistas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Salvador registrou a menor temperatura do ano na madrugada de terça-feira; termômetros marcaram 20,6°C</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 11:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informação foi divulgada pela Defesa Civil da capital baiana; rajadas de vento de 35,6km/h foram registradas A capital baiana registrou a menor temperatura do ano às 3h da madrugada desta terça-feira (4), com 20,6°C e rajadas de vento de 35,6km/h. A informação foi divulgada pela Defesa Civil de Salvador (Codesal) com base nos dados medidos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Informação foi divulgada pela Defesa Civil da capital baiana; rajadas de vento de 35,6km/h foram registradas</em></p>



<p>A capital baiana registrou a menor temperatura do ano às 3h da madrugada desta terça-feira (4), com 20,6°C e rajadas de vento de 35,6km/h. A informação foi divulgada pela Defesa Civil de Salvador (Codesal) com base nos dados medidos pela estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).</p>



<p>Na segunda-feira (3) foi registrada uma rajada de vento de 41,4km, às 18h. Segundo o meteorologista Giuliano Carlos do Nascimento, do Centro de Monitoramento de Alerta e Alarme da Codesal (Cemadec), as rajadas ocorrem em função de um sistema de alta pressão que está sobre o Oceano Atlântico Sul e a influência da passagem de uma frente fria.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20.jpg" alt="" class="wp-image-86871" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>A previsão para esta quarta-feira (05) é de céu parcialmente nublado com chuvas fracas, por vezes moderadas a qualquer hora do dia. Segundo Giuliano Carlos, os ventos fortes devem continuar atuando ao longo da semana em Salvador.</p>



<p>Fonte: <strong>Metro1</strong></p>



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<iframe title="Política ipiraense: uma projeção para 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-Vr3zX0IBIE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Oceanos registram mês de maio mais quente da história, diz serviço europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 13:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em relação à temperatura do planeta, o mês de maio foi o segundo mais quente O Programa de Observação da Terra da União Europeia, Copernicus, divulgou nesta 4ª feira (07), um dado que merece atenção: a superfície dos oceanos teve o mês de maio mais quente já registrado pelo serviço europeu. Em nota, vice-diretora do Copernicus, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em relação à temperatura do planeta, o mês de maio foi o segundo mais quente</em></p>



<p>O Programa de Observação da Terra da União Europeia, Copernicus, divulgou nesta 4ª feira (07), um dado que merece atenção: a superfície dos oceanos teve o mês de maio mais quente já registrado pelo serviço europeu.</p>



<p>Em nota, vice-diretora do Copernicus, Samantha Burgess, disse que as temperaturas da superfície do oceano &#8220;estão atingindo níveis recordes&#8221;. Em relação à temperatura do planeta, o mês de maio foi o segundo mais quente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-88785" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1-1024x683.jpg 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1-300x200.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1-768x512.jpg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Dhon-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Organização Meteorológica Mundial, agência especializada no tema da ONU, disse que&nbsp;após três anos consecutivos de um clima influenciado pelo La Niña com padrões de chuvas em diferentes partes do mundo, há riscos&nbsp;do fenômeno El Niño retornar. Enquanto o primeiro representa o esfriamento, o segundo associa-se a um aumento das temperaturas.</p>



<p>Junto com o aquecimento global, a volta desse fenômeno poderia fazer do período de 2023-2027 o mais quente já registrado, diz a Organização.</p>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Escola aberta: uma escola em movimento" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JfVKsN3Po-w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Mundo deve exceder limite climático de 1,5ºC até 2027, alertam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 11:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temperatura mais quente deverá aumentar incêndios florestais e derretimento da geleiras As temperaturas globais devem atingir níveis recordes nos próximos cinco anos. Segundo análise da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgada nesta 4ª feira (17.mai), os efeitos provocados por gases de efeito estufa em conjunto com o evento climático El Niño aumentaram em 66% a chance [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Temperatura mais quente deverá aumentar incêndios florestais e derretimento da geleiras</em></p>



<p>As temperaturas globais devem atingir níveis recordes nos próximos cinco anos. Segundo análise da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgada nesta 4ª feira (17.mai), os efeitos provocados por gases de efeito estufa em conjunto com o evento climático El Niño aumentaram em 66% a chance da <strong>temperatura global</strong> atingir e ultrapassar o limite de 1,5°C, estipulado no Acordo de Paris, até 2027.</p>



<p>Com o cenário, há uma probabilidade de 98% de que pelo menos um dos próximos cinco anos seja o mais quente já registrado. Isso deve resultar no aumento dos incêndios florestais, no avanço do derretimento das geleiras e, consequentemente, no aumento do nível do mar. Outro ponto deve ser a diminuição dos recifes de corais, que, com a temperatura em 1,5ºC, já podem perder 70% dos grupos.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Espera-se que um El Niño de aquecimento se desenvolva nos próximos meses. Isso se combinará com a mudança climática induzida pelo homem para empurrar as temperaturas globais para um território desconhecido, o que terá repercussões de longo alcance para a saúde, segurança alimentar, gestão da água e meio ambiente. Precisamos estar preparados&#8221;, alertou o secretário-geral da OMM, Prof. Petteri Taalas.</p>



<p>A chance da temperatura global ultrapassar o limite de 1,5°C vem aumentando progressivamente desde 2015, quando a probabilidade estava perto de zero. Para os anos entre 2017 e 2021, as chances aumentaram 10%, mas com médias ainda em 1,28ºC em relação aos níveis pré-industriais. Agora, espera-se que a temperatura seja 1,1ºC e 1.8ºC mais alta do que nos anos de 1850 e 1900.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<p>Em novembro deste ano, os líderes dos países irão se reunir em Dubai para a Cúpula Climática das Nações Unidas (COP-28). No encontro, será avaliado o progresso do Acordo de Paris, que estabelece metas para diminuir as emissões de gases de efeito estufa e conter a crise climática até 2030. A referência acontece porque o ano é a última chance do mundo ter alguma possibilidade de conter o aquecimento a 1,5ºC até 2100.</p>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A Câmara e a população" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EOCPWAsdwn0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mundo-deve-exceder-limite-climatico-de-15oc-ate-2027-alertam-especialistas/">Mundo deve exceder limite climático de 1,5ºC até 2027, alertam especialistas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cidades no interior do estado chegam a até 10° C no começo do inverno de 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 21:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O inverno teve início no último dia 21 e já é possível sentir o clima característico da estação mais fria do ano na Bahia. Em Salvador, capital baiana, as baixas temperaturas não são uma característica muito forte no inverno, mas algumas cidades no interior do estado, no entanto, atingem temperaturas que podem chegar até a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O inverno teve início no último dia 21 e já é possível sentir o clima característico da estação mais fria do ano na Bahia. Em Salvador, capital baiana, as baixas temperaturas não são uma característica muito forte no inverno, mas algumas cidades no interior do estado, no entanto, atingem temperaturas que podem chegar até a 10° C.</p>



<p>Entre as cidades mais frias estão aquelas que se localizam nas mesorregiões do sul, centro-sul e extremo oeste baiano. Segundo levantamento do Instituto do Meio ambiente e Recursos hídricos (Inema) com base no banco de dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), dentre os municípios que apresentaram a média diária de temperatura mais baixa do estado nos últimos cinco dias encontram-se Piatã, Lençóis, Barreiras, Correntina, Canavieiras, Guaratinga e Santa Rita de Cássia (Ibipetuba). Sendo esta última, o município que atingiu a temperatura mais baixa dos últimos dias chegando à marca de 10,0 °C na segunda-feira, dia 26.</p>



<p>O meteorologista do Inema, Mauro Bernasconi, explica que dentre essas regiões com as menores temperaturas, estão aquelas em que as condições atmosféricas favorecem mais para que os registros de mínimas temperaturas sejam baixos, e aponta três variáveis que podem explicar o fenômeno: baixa umidade relativa, altitude do relevo e cobertura de nuvens.</p>



<p>Segundo ele, a baixa umidade relativa “impossibilita a formação de nuvens baixas e consequentemente, com o céu sem cobertura de nuvens, a radiação do solo tende a se perder para o espaço”. Já na ausência de cobertura de nuvens, Mauro afirma que “a atmosfera se aquece de baixo para cima, devido ao ar ser péssimo condutor de calor, sendo assim, o solo se aquece com os primeiros raios solares do dia e posteriormente o solo por condução aquece a atmosfera, nesse processo sem cobertura de nuvens, existe uma amplitude de temperatura elevada calor durante o dia e frio durante a noite”.</p>



<p>“O alto-relevo tende a fazer com que as temperaturas mínimas sejam mais baixas: dentre o equacionamento atmosférico existe uma taxa chamada lapse rate que dimensiona o quanto de temperatura decairá com o aumento de altitude em relação ao nível médio do mar. Essa taxa é baseada na primeira lei da termodinâmica e demostra que a atmosfera decai 0,6 °C/100 m, sendo assim, regiões com altitude elevadas terão uma mínima mais baixa que regiões próximas ao oceano. Um exemplo na Bahia é a cidade de Piatã com 1280 m de altitude, essa cidade em condições idênticas de atmosfera e pressão que Salvador deverá apresentar uma mínima de 7,68 °C mais baixa que Salvador.” completa o meteorologista.</p>



<p>Sobre a expectativa para os próximos dias dessa estação, esclarece ainda que “o prognóstico de temperaturas mostra uma tendência de temperaturas normais ou levemente acima da média para esse inverno, no entanto, eventos de curtos períodos com temperaturas baixas são esperados dependendo das passagens de frentes frias ou dias seguidos de chuvas, forte cobertura de nuvens e ventos com perda de radiação do solo”.</p>



<p>Fonte:TRBN</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/cidades-no-interior-do-estado-chegam-a-ate-10-c-no-comeco-do-inverno-de-2021/">Cidades no interior do estado chegam a até 10° C no começo do inverno de 2021</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Massa polar chega ao Brasil; temperaturas devem cair na Bahia, mas não em Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 20:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[massa]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Bahia Notícia &#8211; Meteorologistas preveem que uma massa de ar frio possa causar chuvas, granizo, e baixa de temperatura histórica e até neve nos próximos dias do Sul ao Norte do país. Os especialistas informam que a massa polar vai provocar uma onda de frio na maior parte dos estados, inclusive no Norte e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Bahia Notícia &#8211; Meteorologistas preveem que uma massa de ar frio possa causar chuvas, granizo, e baixa de temperatura histórica e até neve nos próximos dias do Sul ao Norte do país. Os especialistas informam que a massa polar vai provocar uma onda de frio na maior parte dos estados, inclusive no Norte e Nordeste, como Amazonas e Bahia. Esta é a terceira vez que o fenômeno ocorre no Brasil este ano, mas a primeira com tamanha intensidade e abrangência.</p>



<p>A Defesa Civil de Salvador informou que a capital baiana não deve sofrer quedas significativas de temperatura. Segundo o subcoordenador do Centro de Monitoramento da Defesa Civil de Salvador (Cemadec), Ricardo Rodrigues, com base nas análises realizadas pelo órgão, &#8220;os modelos de previsão de tempo para a Bahia, estão indicando que, a massa de ar frio vinda da região Sudeste do Brasil, deverá ocasionar quedas de temperatura na região sul do Estado&#8221;.</p>



<p>A previsão indicam que a massa de ar frio resultará em fortes chuvas na maior parte do país. Há ainda a possibilidade de nevar no Sul.<br>A previsão é que partir de sexta-feira também haverá condições de geada de uma maneira mais ampla nos estados do Sul e Sudeste, mas com o avanço do sistema em direção ao Norte ele enfraquece, mesmo assim a queda de temperatura será sentida na região Nordeste, inclusive a Bahia.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/massa-polar-chega-ao-brasil-temperaturas-devem-cair-na-bahia-mas-nao-em-salvador/">Massa polar chega ao Brasil; temperaturas devem cair na Bahia, mas não em Salvador</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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