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	<title>Timidez |</title>
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		<title>“TIMIDEZ”, suspense psicológico baiano estreia no Festival do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre silêncios e fantasmas, o longa aborda cicatrizes íntimas e afetos na jornada em busca do amor O cinema brasileiro se prepara para receber&#160;TIMIDEZ, o filme que estreia no dia 4 de outubro no&#160;27º Festival do Rio, o maior festival de cinema da América Latina. O longa&#160;baiano mergulha nas nuances da intimidade, da solidão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Entre silêncios e fantasmas, o longa aborda cicatrizes íntimas e afetos na jornada em busca do amor</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cinema brasileiro se prepara para receber&nbsp;<strong>TIMIDEZ</strong>, o filme que estreia no dia 4 de outubro no&nbsp;<strong>27º Festival do Rio</strong>, o maior festival de cinema da América Latina. O longa&nbsp;baiano mergulha nas nuances da intimidade, da solidão e das marcas invisíveis do passado, acompanhando a jornada de um jovem que enfrenta fantasmas pessoais e familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Com uma narrativa intensa e sensível, TIMIDEZ promete envolver o espectador em um drama de suspense psicológico cheio de tensão, afetos e possibilidades de reinvenção. O roteiro de Susan Kalik, Cláudia Barral e Marcos Barbosa é uma adaptação do texto teatral baiano O Cego e o Louco, de Cláudia Barral, importante espetáculo baiano remontado no Brasil há 25 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;A trama acompanha&nbsp;<strong>Jonas</strong>, jovem negro que divide a casa com&nbsp;<strong>Nestor</strong>, seu irmão cego, em uma relação familiar marcada tanto pelo afeto quanto pela tensão. Carregado por memórias que o adoecem, Jonas vive isolado, nutrindo em segredo o afeto por&nbsp;<strong>Lúcia</strong>, sua vizinha. Quando ela aceita um convite para jantar, ele enfrenta um confronto inevitável: com o irmão, com seu passado e com os fantasmas que o impedem de se reconhecer digno de amor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“Timidez é um retrato íntimo dos extremos que a experiência de pessoas como Jonas, num país como o nosso, pode ser. Mas principalmente, uma reafirmação de que a celebração constante da memória afetuosa de nossas trajetórias pode ser a cura permanente. Timidez é assertivo em afirmar&nbsp;que, buscar viver em totalidade pode ser um caminho para tão sonhada liberdade “, afirma&nbsp;<strong>Dan Ferreira</strong>, protagonista do longa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>100% baiano</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong></strong>O filme reúne um elenco inteiramente negro e composto exclusivamente por atores baianos, combinando talento, identidade e representatividade. reforçando a autenticidade e a força cultural da produção. Totalmente gravado na Bahia, TIMIDEZ é protagonizado por Dan Ferreira (A Porta ao Lado; Pixinguinha; Meu Nome é Gal; Alemão 2) e Antônio Marcelo (As Balas que Não Dei ao Meu Filho; Couraça).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o público pode esperar do filme</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong></strong>Mais do que um drama familiar,&nbsp;<strong>TIMIDEZ</strong>&nbsp;propõe um mergulho na experiência de um homem negro frente às marcas invisíveis que o racismo imprime, não em sua forma explícita ou institucional, mas como cicatriz íntima, silenciosa e cotidiana. O longa explora as complexidades emocionais de um jovem negro, revelando feridas profundas, timidez e a luta pela intimidade e conexão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estética e sensibilidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong></strong>Com direção de Susan Kalik (<em>Couraça</em>; indicada ao Emmy Internacional pela série&nbsp;<em>Anderson Spider Silva</em>) e Thiago Gomes Rosa (<em>Bando, um filme de; Tudo que Move</em>), cineastas com sólida trajetória em documentários que agora estreiam na ficção, o filme aposta em uma narrativa intimista, mergulhando no psicológico dos personagens e nas marcas silenciosas do racismo e da solidão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“O que me move em&nbsp;<em>TIMIDEZ</em>&nbsp;é olhar para o que não se diz. Para os silêncios que o racismo instala dentro de nós, e como eles podem se transformar em labirintos íntimos. O filme é sobre cicatrizes invisíveis, mas que, no afeto, encontram um caminho para existir em voz alta”, afirma Susan Kalik.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“Todos nós temos nossos monstros e fantasmas. A forma como lidamos com eles nos momentos mais íntimos de conflito, e como o afeto pode se tornar o ponto de virada desses instantes, foi o que mais me impulsionou na direção deste filme. Também me instigou a possibilidade de construir um suspense psicológico que não fosse sobre o susto, mas sobre o silêncio”, completa Thiago Gomes Rosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Carol Tanajura, diretora de arte de&nbsp;<em>Timidez</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Oeste Outra Vez</em>&nbsp;(Prêmio ABC e finalista do Prêmio Grande Otelo), e Matheus da Rocha Pereira, diretor de fotografia de&nbsp;<em>Timidez</em>&nbsp;(<em>Elon Não Acredita na Morte</em>,&nbsp;<em>Trabalhar Cansa</em>), assinam a estética delicada e potente do filme. Segundo a diretora de arte, a casa dos personagens funciona como um palco onde passado, presente e futuro convivem, com cada cor traduzindo memória, presença e desejo. A coreografia da cena de dança é de Zebrinha (<em>Balé Folclórico da Bahia e Dança dos Famosos</em>), a trilha original traz canções de Jarbas Bittencourt e Gilberto Gil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>TIMIDEZ</strong>&nbsp;é uma produção da MODUPÉ PRODUTORA em coprodução com a RACCORD PRODUTORA e distribuição da 02 PLAY, realizado com investimento FSA/BRDE/ANCINE e Governo da Bahia, apoio financeiro da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundo de Cultura e Secretaria de Cultura, através da Lei Paulo Gustavo e Política Nacional Aldir Blanc.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SINOPSE</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Jonas divide a casa com Nestor, seu irmão cego, que é ao mesmo tempo amparo e prisão. Sob o silêncio de memórias que o adoecem, Jonas alimenta em segredo o afeto por Lúcia, sua vizinha. Mas nesta noite Lúcia virá para o jantar, e Jonas precisará enfrentar a sombra de sua timidez, confrontando os fantasmas que o impedem de se reconhecer digno de amor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FESTIVAL DO RIO – LANÇAMENTO “TIMIDEZ”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>05/10| 16:15</strong>&nbsp;– Estação NET Rio (Sessão + bate papo)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>06/10| 18:00</strong>&nbsp;– Cine Carioca José Wilker</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ingressos:</strong>&nbsp;<a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/36c02363-0199-48e9-f094-08ddfba20da9/https%253a%252f%252fwww.ingresso.com%252ffilme%252ftimidez/9ff3aa88-2fcb-4fc0-870b-46d1e32e8e7f/agenda@aldeianago.com.br/True" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://www.ingresso.com/filme/timidez</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SOBRE A MODUPÉ PRODUTORA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A MODUPÉ PRODUTORA é uma produtora audiovisual baiana, vocacionada, focada na criação, desenvolvimento de obras audiovisuais de ficção e documentário, principalmente em questões raciais, LGBTQIAPN+ e mulheridades, com foco em temáticas e estéticas com relevante potencial artístico, político e social. Em seu portfólio, 04 longas-metragens documentais já lançados e 01 longa-metragem de ficção, além de 10 curtas-metragens, dezenas de filmes promocionais e mais de 30 espetáculos teatrais, acumulando mais de 60 prêmios diversos.&nbsp;</p>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SOBRE A RACCORD PRODUÇÕES</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundada em 1993, a Raccord Produções já lançou mais de 23 produções no mercado brasileiro (longas, curtas e séries). Liderada por Clélia Bessa, tem se dedicado a novas plataformas, fortalecendo suas parcerias com a Globo Filmes, Disney, Downtown Filmes, Paris Filmes, O2 Play, entre outras. Viajou o mundo com o longa ‘Madalena’, dirigido por Madiano Marcheti, e realizou a produção infantil de maior orçamento da história brasileira até então, o longa “Pluft, O Fantasminha”, que recebeu os prêmios de “Melhor Longa-Metragem Infantil” e “Melhores Efeitos Visuais” da Academia Brasileira de Cinema. O filme foi dirigido por Rosane Svartman, autora indicada ao Emmy Internacional e considerada um dos maiores nomes da dramaturgia contemporânea,&nbsp;e trouxe a magia do teatro para o cinema com um efeito fantasmagórico gravado debaixo d’água, em 3D. Em 2024, lançou a primeira série animada infantil com vozes da multiartista brasileira Elisa Lucinda, “Vovó Tatá”, uma coprodução com a Gloob, além do longa documental “O Nascimento de H. Teixeira” e a ficção “Câncer com Ascendente em Virgem”, dirigido por Rosane Svartman e finalista do Prêmio Grande Otelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Personagens | Elenco:</strong>&nbsp;Dan Ferreira (Jonas) | Antônio Marcelo (Nestor) | Evana Jeyssan (Lúcia) | Jane Santa Cruz (Tereza) |&nbsp;João Pedro Costa (Jonas – criança) | Zion Marley (Nestor – jovem) |Lilica Rocha (Ana Flor) |Ridson Reis (Porteiro)&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção:</strong>&nbsp;Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produção:</strong>&nbsp;Clélia Bessa e Marcos Pieri</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Roteiro:</strong>&nbsp;Susan Kalik, Cláudia Barral e Marcos Barbosa</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Baseado na peça teatral:</strong>&nbsp;O Cego e o Louco, de Cláudia Barral</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção de fotografia:</strong>&nbsp;Matheus da Rocha Pereira</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção de arte:</strong>&nbsp;Carol Tanajura</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção musical e trilha original:</strong>&nbsp;Jarbas Bittencourt</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Montagem:</strong>&nbsp;Lucílio Jota e Quito Ribeiro, EDT.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coreografia de dança:</strong>&nbsp;José Carlos Arandiba “Zebrinha”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Figurino:</strong>&nbsp;Lena Santana</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caracterização:</strong>&nbsp;Jade Alves</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1º assistente de direção:</strong>&nbsp;Rodrigo Luna</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Som direto:</strong>&nbsp;Napoleão Cunha</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edição de som e mixagem:</strong>&nbsp;Bernardo Uzeda</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Colorista sênior:</strong>&nbsp;Paulo M. Andrade, ABC (in memoriam)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direção de produção:&nbsp;</strong>Alessandra Pastore</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produção executiva:</strong>&nbsp;Paula Alves</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produção de finalização:</strong>&nbsp;Gabriela Capanema</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produção associada:</strong>&nbsp;Susan Kalik, Dan Ferreira, Rosane Svartman e Thiago Gomes Rosa</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Distribuição:</strong>&nbsp;O2 Play</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cartaz:&nbsp;</strong>@darwinmarinho</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Foto:&nbsp;</strong>@adeloyaoficial</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Aldeia Nagô / Foto: Divulgação</p>



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