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	<title>Trabalho analogo a escrevidao |</title>
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	<title>Trabalho analogo a escrevidao |</title>
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		<title>Apesar de parecidos, trabalho escravo e trabalho análogo à escravidão são coisas diferentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 12:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Codigo Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidao]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho analogo a escrevidao]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Maria Hemília Fonseca, professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, cada termo tem um significado e uso específico Por Filipe Capela &#8211; Terça, 25 de abril de 2023 Nos últimos meses, denúncias de trabalho escravo e trabalho análogo à escravidão ganharam espaço nos veículos de comunicação, expondo condições subumanas para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Segundo Maria Hemília Fonseca, professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, cada termo tem um significado e uso específico</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://jornal.usp.br/author/filipe/">Filipe Capela</a> &#8211; Terça, 25 de abril de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos meses, denúncias de trabalho escravo e trabalho análogo à escravidão ganharam espaço nos veículos de comunicação, expondo condições subumanas para o desenvolvimento da atividade de inúmeros trabalhadores. Segundo balanço do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mais de 2,5 mil pessoas em situação análoga à escravidão foram resgatadas no ano de 2022. Além da indignação de, ainda em 2022, pessoas se encontrarem nessas condições de trabalho e existência, surgem dúvidas sobre por que em alguns momentos se usa o termo “análogo à escravidão” e em outros apenas “escravidão”. Seria uma forma de minimizar as situações vividas por essas pessoas?&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized" id="attachment_590343"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/12/20221205_Maria-Hemilia-Fonseca.png?resize=250%2C250&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-590343" width="146" height="146"/><figcaption class="wp-element-caption">Maria Hemília Fonseca – FDRP – Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Segundo o artigo 149 do Código Penal Brasileiro, o trabalho análogo à escravidão é caracterizado pela submissão de alguém a trabalhos forçados ou a jornadas exaustivas, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou seu preposto. Diferentemente dele, a escravidão não é tipificada no Código Penal por ter sido abolida pela Constituição Federal de 1988 e, para garantir isso, a Carta Magna assegura, com base nos artigos 5 e 7, várias liberdades individuais e sociais, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante;</li>



<li>direito ao salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família;</li>



<li>direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);</li>



<li>duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e 44 semanais.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="70022" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Maria Hemília Fonseca, professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, explica as diferenças entre essas duas terminologias. “O trabalho escravo é quando a pessoa é submetida a um regime de trabalho em que ela é privada de todo e qualquer direito, seja civil, social ou trabalhista. Já o trabalho análogo à escravidão amplia essas definições, como trabalho forçado por dívida, jornadas exaustivas de trabalho, com ou sem a restrição de locomoção do trabalhador.”&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Instrumentos de fiscalização&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Radar da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), cerca de 55 mil pessoas foram resgatadas de condições de trabalho análogas à escravidão entre os anos de 1995 e 2020. Os trabalhadores resgatados são, em sua maioria, migrantes internos ou externos, que deixaram suas casas para a região de expansão agropecuária ou para grandes centros urbanos, em busca de novas oportunidades ou atraídos por falsas promessas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos números, o Brasil foi um dos pioneiros a criar uma comissão de fiscalização das condições de trabalho perante a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Desde 1995, fiscais, procuradores do trabalho e Polícia Federal atendem denúncias de condições de trabalho análogas à escravidão.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Penas previstas pela lei</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_629002"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/04/20230418_veralucia.png?resize=250%2C250&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-629002" width="158" height="158"/><figcaption class="wp-element-caption">Vera Lúcia Navarro – FFCLRP – Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Segundo Vera Lúcia Navarro, professora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, os casos de pessoas em condições de trabalho análogo à escravidão não são casos isolados, mas sim a perpetuação de condições estabelecidas há séculos. “A história dos trabalhadores brasileiros está marcada por esse tipo de situação, o País não rompeu com o seu passado escravocrata. Debater esse tema é importantíssimo.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maria Hemília completa dizendo que a Constituição prevê punições para aqueles que colocarem outro ser humano em condições de trabalho análogo à escravidão. “A pena pode ser a reclusão, de dois a oito anos de prisão, além de multas e a expropriação das terras, sejam elas rurais ou urbanas, usadas pelo criminoso, sem direito a indenização. Além de, claro, indenizações pelos danos causados ao trabalhador.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP</p>



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