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	<title>Tragédia |</title>
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	<title>Tragédia |</title>
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		<title>A série que relembra tragédia com césio em Goiânia e a reação dos sobreviventes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 18:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[césio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emergência Radioativa, com estreia na&#160;Netflix&#160;nesta quarta-feira (18/3), já causou uma divisão entre os sobreviventes do acidente com césio-137 em&#160;Goiânia&#160;no qual a série se inspira. O caso aconteceu em 1987, um ano após o desastre de&#160;Chernobyl, quando catadores abriram um aparelho de&#160;radioterapia&#160;abandonado em busca do chumbo que o revestia e acabaram espalhando material radioativo entre moradores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pedro Martins</strong></li>



<li>Da BBC News Brasil em Londres</li>
</ul>



<p><em>Emergência Radioativa</em>, com estreia na&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62234753">Netflix</a>&nbsp;nesta quarta-feira (18/3), já causou uma divisão entre os sobreviventes do acidente com césio-137 em&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cqywjy72z5rt">Goiânia</a>&nbsp;no qual a série se inspira.</p>



<p>O caso aconteceu em 1987, um ano após o desastre de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-49256601">Chernobyl</a>, quando catadores abriram um aparelho de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy9lp9dy30vo">radioterapia</a>&nbsp;abandonado em busca do chumbo que o revestia e acabaram espalhando material radioativo entre moradores, provocando o maior acidente radiológico do mundo fora de uma usina nuclear.</p>



<p>Mesmo tendo visto apenas os comerciais, que circularam via&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c6vzyv5n3ypt">WhatsApp</a>, alguns sobreviventes dizem que a história não aconteceu da forma que é retratada nas telas e se sentem incomodados. Outros, por outro lado, não veem problema.</p>



<p>É o que afirma Sueli de Moraes, vice-presidente da Associação de Vítimas do Césio-137.</p>



<p>A divisão envolve desde a forma como o pó radioativo é representado — mais ou menos brilhante, por exemplo — até o desconforto de ver atores encarnando figuras, que, para a comunidade, existiram — ou ainda existem — de verdade.</p>



<p>&#8220;Conheço todas as vítimas e fui vítima também. Tem pessoas que não estão gostando, de certo porque não viram ainda. Chateou muita gente do grupo, que disse que não tinha nada a ver, que era mentira&#8221;, diz ela. &#8220;Eu acho que não tem nada a ver.&#8221;</p>



<p>O acidente deixou quatro mortos na ocasião, mas outras mortes foram registradas nos anos seguintes por causas difíceis de associar com certeza à radiação, embora haja indícios que apontem para essa relação — os créditos da própria série na Netflix mencionam 16 vítimas fatais. Os sobreviventes seguem monitorados.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/0567/live/986fc830-22df-11f1-934f-036468834728.jpg.webp" alt="Área externa de um ferro-velho com vários tambores metálicos amarelos espalhados pelo chão, enquanto pessoas usam roupas de proteção para manuseá-los; ao fundo, há um muro com a inscrição “O Ponto do Ferro Velho” e árvores ao redor, em uma operação de descontaminação."/><figcaption class="wp-element-caption">Cnen<br><br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="São-Paulo-virou-Goiânia">São Paulo virou Goiânia</h2>



<p>Parte do incômodo se deve ao fato de que as filmagens ocorreram em cidades da Grande&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c2dwqdkxj8yt">São Paulo</a>, como Santo André e Osasco, o que gerou críticas do Conselho Municipal de Cultura de Goiânia.</p>



<p>Moraes acrescenta que, ao mesmo tempo, o clima nesta semana é de comemoração, diante da expectativa de um reajuste de 70% na pensão vitalícia paga às vítimas pelo governo de Goiás.</p>



<p>A proposta foi anunciada pelo governador <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx20jxdez7qo">Ronaldo Caiado</a> (PSD), por meio de um projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa de Goiás.</p>



<p>O texto prevê que os moradores mais afetados pela radiação — conforme exames realizados à época do acidente — passem a receber R$ 3.242, ante os atuais R$ 1.908. Os demais receberiam R$ 1.621, em vez dos R$ 954 pagos hoje.</p>



<p>Ao todo, 603 pessoas recebem o benefício, e os valores estão congelados desde 2018. Deputados chegaram a apresentar propostas de reajuste, mas elas enfrentaram entraves políticos — uma delas, inclusive, foi vetada por Caiado sob a justificativa de falta de estudos sobre o impacto orçamentário.</p>



<p>O ator Johnny Massaro, que interpreta um físico na produção, diz que a busca foi pelo &#8220;lado humano e dramático do caso&#8221;, mas acrescenta que é difícil não pensar sobre os impactos que ela pode ter na realidade.</p>



<p>&#8220;As feridas estão abertas, porque as vítimas que ainda sofrem as consequências. É uma história que pertence a elas, mas, ao mesmo tempo, pertence ao imaginário de toda a sociedade&#8221;, ele diz. &#8220;As pessoas vão no momento de lazer, mas tem essa beleza quando o entretenimento encontra uma função social e política.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/e677/live/1886eb70-22e0-11f1-a79a-77e93010d956.jpg.webp" alt="O ator Johnny Massaro como Márcio, de expressão séria, está à entrada de um ambiente industrial danificado, segurando um aparelho de medição com sensor manual e uma caixa presa ao corpo; nas paredes metálicas ao redor, há símbolos de radiação pintados."/><figcaption class="wp-element-caption">Netflix/Divulgação<br><br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-é-ficção-e-o-que-é-realidade">O que é ficção e o que é realidade</h2>



<p>Os produtores de&nbsp;<em>Emergência Radioativa</em>, os irmãos Caio e Fabiano Gullane, dizem que, para resgatar o caso, recorreram a consultores da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), além de físicos, médicos e jornalistas que acompanharam a tragédia.</p>



<p>&#8220;A gente não conseguiu — e nem era a intenção — retratar toda a tecnicidade, mas damos diversos exemplos para mostrar que não era uma coisa simples&#8221;, diz Caio.</p>



<p>Ao serem questionados sobre o que é verdade e o que é ficção na série, os Gullane dizem que pouco precisou ser alterado. As mudanças vieram da necessidade de construir uma narrativa em que cada ação leva a uma reação, com os acontecimentos organizados em estrutura mais linear do que na vida real.</p>



<p>Eles citam como exemplo os cintilômetros cênicos, os equipamentos usados para identificar a radiação. Os produtores foram até o Cnen gravar o ruído emitido na presença de material radioativo — um som agonizante, dizem, mas que precisava ser fiel à realidade.</p>



<p>Já ao representar as dezenas de cientistas que ajudaram no enfrentamento da contaminação, preferiram tomar certa liberdade e mostrar um núcleo bem menor de personagens. O principal deles é o físico nuclear Márcio, interpretado por Massaro.</p>



<p>Márcio nasceu em Goiânia, mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar e, por acaso, estava de volta à cidade natal para comemorar o aniversário do pai quando o acidente ocorreu — uma trajetória diferente da do físico Waldyr Muniz de Souza, que identificou a radiação ao ser acionado formalmente pelas autoridades.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/cad5/live/8dd43770-22e0-11f1-934f-036468834728.jpg.webp" alt="Paisagem aberta com solo avermelhado e vegetação ao redor, destacando dois montes cobertos por grama bem aparada, de formato arredondado, cercados por uma área isolada; ao fundo, há árvores, uma pequena construção e céu com nuvens."/><figcaption class="wp-element-caption">Cnen<br><br></figcaption></figure>



<p>Ao longo dos cinco episódios, é Márcio que traduz conceitos técnicos da física para os moradores da cidade — que acabam ocupando, de certa forma, o mesmo lugar do espectador. Para isso, diz Johnny Massaro, houve uma longa preparação.</p>



<p>&#8220;Quando fui fazer o teste, não sabia que a história era verdadeira. Tem pessoas que estudaram o caso na escola, mas tem quem nunca ouviu falar dele&#8221;, diz o ator, acrescentando que pôde ver &#8220;os toneis amarelos, radioativos, e as coisas que estavam na cidade, como placas de rua e objetos das vítimas&#8221;.</p>



<p>A maior parte das seis toneladas de materiais contaminados foi enterrada em um depósito em Abadia de Goiás, a 25 quilômetros de Goiânia, onde devem permanecer por 300 anos.</p>



<p>Algumas amostras, porém, foram preservadas para pesquisa no Ipen e no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, ligado à Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p>Não é a primeira vez que Massaro leva às telas histórias reais. No ano passado, ele protagonizou&nbsp;<em>Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente</em>, da HBO Max, sobre a crise da Aids no Brasil nos anos 1980.</p>



<p>Na série, interpretou um&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51199929">comissário de bordo que ajudava a contrabandear antirretrovirais</a>&nbsp;dos&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cdr56r2r88wt">Estados Unidos</a>&nbsp;quando os medicamentos ainda não haviam sido aprovados no&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cz74k717pw5t">Brasil</a>.</p>



<p>&#8220;Tudo o que a gente pode ouvir e ver compõe o que a gente vai levar para as telas. É claro que algumas coisas ficam no plano do consciente, você não está gravando e pensando na placa da rua com radiação que viu no laboratório, mas isso compõe tudo o que a gente entrega&#8221;, diz o ator.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Personagens-reais">Personagens reais</h2>



<p>A personagem Celeste, uma menina de seis anos que morre após ingerir o césio, é diretamente inspirada em Leide das Neves, e não na condensação de várias vítimas, como Márcio.</p>



<p>O mesmo vale para os catadores que encontraram o material e para o dono do ferro-velho que o comprou e acabou espalhando o pó pela cidade.</p>



<p>É verdade ainda que, como na série, houve protestos acalorados de moradores que não queriam que a menina fosse enterrada em Goiânia por temerem que seu corpo contaminasse o solo. Também são reais as disputas entre autoridades locais que, por motivos políticos, resistiam à ideia de que o material fosse enterrado em Goiás.</p>



<p>Os atores, no entanto, não tiveram contato com a mãe de Leide, Lourdes das Neves Ferreira, nem com outras vítimas — a maioria dos sobreviventes ainda vivem na região central de Goiânia ou no interior do estado.</p>



<p>Segundo os produtores, isso não foi necessário porque a equipe contou com pesquisadores que se basearam em entrevistas, reportagens, documentários e processos judiciais.</p>



<p>&#8220;É sempre um desafio escolher o que fica dentro e o que fica fora do roteiro, mas a gente procurou ser fiel na reconstituição dos fatos, tendo uma garantia de que, essencialmente, o que os especialistas falaram e o que aconteceu fosse contado. É um respeito pela memória das pessoas&#8221;, diz Fabiano.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/d5a1/live/fecc0c00-22e0-11f1-9c64-25f36d76b36f.jpg.webp" alt="Uma mulher segura no colo uma criança em cena de Emergência Radioativa. Elas estão em uma casa com iluminação quente, próximas uma da outra, olhando em direção à câmera com expressões sérias e tensas; ao fundo, há uma parede com uma pequena prateleira e objetos."/><figcaption class="wp-element-caption">Netflix/Divulgação<br><br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Um-alerta">Um alerta</h2>



<p>Apesar de&nbsp;<em>Emergência Radioativa</em>&nbsp;reordenar acontecimentos para conferir dramaticidade à narrativa — processo conhecido como ficcionalização —, há elementos que guardam proximidade com a realidade.</p>



<p>Eles dizem respeito, principalmente, à forma como a sociedade reage a emergências de saúde pública como essa, tendo a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/clmq8rgyyvjt">pandemia de Covid-19</a>&nbsp;que surgiu em 2020 como exemplo.</p>



<p>Não é difícil traçar os paralelos: médicos confinaram os contaminados em um estádio de futebol e depois os transferiram para um hospital onde, a princípio, não podiam nem sequer usar o banheiro, para evitar a contaminação da rede de esgoto.</p>



<p>Ainda foi necessário evacuar quarteirões inteiros, sacrificar animais de estimação e demolir casas, o que despertou a fúria dos goianos. As autoridades pediam tempo para responder às dúvidas da imprensa e da população, mas poucos estavam dispostos a esperar, tirando conclusões precipitadas.</p>



<p>Nada disso soa distante a qualquer um que tenha vivido a pandemia. &#8220;A abordagem da série tem foco no resgate histórico e no aprendizado que ficou para o Brasil e para o mundo&#8221;, diz Caio, acrescentando que as medidas adotadas em Goiânia hoje são referência para o mundo todo.</p>



<p>&#8220;Talvez o componente mais importante da série seja mostrar pessoas que, embora pensassem diferente, tiveram que encontrar juntos uma solução para o problema. Sem isso, a tragédia poderia ter matado muito mais. Essas pessoas se respeitaram e encontraram um ponto de vista comum&#8221;, diz Fabiano.</p>



<p>Fonte: BBC Brasil / Foto: Netflix/Divulgação</p>



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<iframe title="EXPECTATIVAS PARA 2026 NO CENÁRIO POLÍTICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/TsZyXzy3u5w?start=1382&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/a-serie-que-relembra-tragedia-com-cesio-em-goiania-e-a-reacao-dos-sobreviventes/">A série que relembra tragédia com césio em Goiânia e a reação dos sobreviventes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Desabamento na Fonte Nova marca 18 anos da maior tragédia da história do Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[2007]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desabamento em 2007 deixou sete mortos e entrou para a história como um dos episódios mais tristes do futebol brasileiro A perda que tomou conta da antiga Fonte Nova em 25 de novembro de 2007 completa 18 anos na terça-feira (25). O que deveria ser um dia de celebração, o jogo que confirmaria o retorno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desabamento em 2007 deixou sete mortos e entrou para a história como um dos episódios mais tristes do futebol brasileiro</p>



<p>A perda que tomou conta da antiga Fonte Nova em 25 de novembro de 2007 completa 18 anos na terça-feira (25). O que deveria ser um dia de celebração, o jogo que confirmaria o retorno do Bahia à Série B, transformou-se em uma das maiores tragédias do futebol brasileiro, quando parte da arquibancada superior cedeu no fim da partida contra o Vila Nova.</p>



<p>A estrutura de concreto abriu um buraco, derrubando dezenas de torcedores de uma altura de cerca de 15 metros. Sete pessoas perderam a vida: Márcia Santos Cruz, Jadson Celestino Araújo Silva, Milena Vasquez Palmeira, Djalma Lima Santos, Anísio Marques Neto, Midiã Andrade Santos e Joselito Lima Jr. Mais de 30 pessoas ficaram feridas.</p>



<p>A tragédia interrompeu bruscamente a festa que começava nas arquibancadas e expôs as condições estruturais da antiga arena, que seria posteriormente interditada e demolida. O episódio marcou profundamente o clube, seus torcedores e a cidade de Salvador, tornando-se uma cicatriz permanente na memória do futebol baiano.</p>



<p>Nas redes sociais, o Bahia prestou homenagem às vítimas: “Mais um 25 de novembro. E nunca vamos esquecer. Desde 2007 temos 2 estrelas no peito e 7 brilhando no céu.”</p>



<p><strong>Fonte: Metro 1 / Foto: Reprodução/TV Bahia</strong></p>



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<iframe title="BATE PAPO SOBRE A SAÚDE DE IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gjoMMo2nivc?start=24&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Tragédia em andamento deixa incógnita sobre tamanho da ajuda federal ao RS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 11:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bases de dados do próprio estado estão fora do ar e dificultam o trabalho de pesquisadores locais que receberam a tarefa de tentar calcular o estrago para a economia gaúcha &#160;O tamanho da ajuda federal ao Rio Grande do Sul ainda é uma incógnita diante do fato de que a tragédia está em andamento. Municípios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bases de dados do próprio estado estão fora do ar e dificultam o trabalho de pesquisadores locais que receberam a tarefa de tentar calcular o estrago para a economia gaúcha</p>



<p>&nbsp;O tamanho da ajuda federal ao Rio Grande do Sul ainda é uma incógnita diante do fato de que a tragédia está em andamento. Municípios inteiros seguem debaixo d&#8217;água, inviabilizando a mensuração dos prejuízos, e a perspectiva de novas chuvas na região desperta o temor de que a crise se estenda.</p>



<p>Bases de dados do próprio estado estão fora do ar e dificultam o trabalho de pesquisadores locais que receberam a tarefa de tentar calcular o estrago para a economia gaúcha.<br>O Executivo federal também enfrenta obstáculos para mapear as necessidades diante da prioridade máxima dos órgãos locais em resgatar quem segue ilhado.</p>



<p>Uma das frentes de trabalho é estruturar a busca de famílias que não estão no Cadastro Único, mas muito provavelmente se tornarão público-alvo do Bolsa Família após perder emprego, renda e bens materiais.</p>



<p>Os desafios são variados. Faltam dados, equipamentos públicos foram inundados, e as famílias que podem vir a receber o benefício tiveram seus documentos carregados pela água.</p>



<p>Nas reuniões virtuais convocadas pelo governo federal para discutir o plano de ação nessa área, a fala dos assistentes sociais gaúchos é frequentemente interrompida pelo choro diante de uma tragédia da qual, não raro, também são vítimas.</p>



<p>A ministra Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) viajou ao Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (8) e disse que &#8220;não há limite para os gastos públicos que forem necessários&#8221; para combater a calamidade e reconstruir o estado.</p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propôs e o Congresso aprovou um decreto de calamidade para facilitar a liberação de verbas. Há a expectativa de lançamento de medidas nos próximos dias, com linhas de crédito subsidiadas para empresas e famílias, suspensão da dívida do estado com a União e repasses.</p>



<p>No Ministério da Fazenda, há uma preocupação em desenhar políticas focalizadas e demonstrar que a calamidade gaúcha não será usada como oportunidade para gastar mais e de forma generalizada –uma desconfiança que já se instalou no mercado financeiro.</p>



<p>O problema é que ninguém consegue, neste momento, estimar o tamanho do prejuízo nem qual pode ser a necessidade de ajuda da União ao estado e às prefeituras.</p>



<p>A CNM (Confederação Nacional dos Municípios) divulgou na terça-feira (7) um primeiro levantamento indicando estragos de R$ 4,6 bilhões nos setores público e privado. Um dia depois, o valor foi atualizado a R$ 6,3 bilhões e deve subir ainda mais.</p>



<p>&#8220;É muito difícil fazer qualquer afirmação neste momento [sobre estimativas]&#8221;, diz Claudio Frischtak, ex-economista do Banco Mundial e presidente da Inter.B, consultoria especializada em infraestrutura. Porém, ele propõe um exercício que pode dar uma dimensão do problema.</p>



<p>O estoque de capital em infraestrutura no Brasil equivale hoje a 36% do PIB (Produto Interno Bruto). Traçando um paralelo com a participação do Rio Grande do Sul na economia nacional e na população, ele assume que o território gaúcho reúne 5% desse estoque –ou cerca de 1,9% do PIB.</p>



<p>Se metade disso tiver sofrido danos severos, o prejuízo poderia ficar entre R$ 90 bilhões e R$ 100 bilhões.</p>



<p>&#8220;É [uma conta] preliminar? É. Mas já começa a dar uma ideia do tamanho do buraco. Porque isso não inclui infraestrutura social [como escolas e hospitais]. Não inclui a infraestrutura urbana [vias dentro da cidade]. Nisso não está incluído a casa das pessoas, as fábricas. Vai ser muito mais baixo isso? Não vejo. Pode ser muito mais alto? Sim&#8221;, diz Frischtak.</p>



<p>Integrantes da equipe do ministro Fernando Haddad (Fazenda) veem as cifras com certo ceticismo e avaliam que o custo não chegará a um décimo da estimativa.</p>



<p>O economista da ASA Investments Jeferson Bittencourt, que foi secretário do Tesouro Nacional entre abril e outubro de 2021 –durante a pandemia de Covid-19–, diz que é possível traçar paralelo, apesar das naturezas distintas das tragédias.</p>



<p>&#8220;Primeiro o governo tenta conter o dano, dando liquidez. Antecipa recursos a que as pessoas já têm direito, como 13º, restituição do Imposto de Renda, abono salarial. Faz empréstimos. Depois ele percebe que tem uma questão de solvência, das prefeituras, das empresas, das famílias. Aí o governo vai tendo que transferir dinheiro novo&#8221;, diz Bittencourt.</p>



<p>O governo já começou a antecipar benefícios e liberou o saque do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). São R$ 2,9 bilhões em medidas de alívio aos trabalhadores. Na assistência, as antecipações e a injeção de verba extra devem somar outro R$ 1,3 bilhão.</p>



<p>Para Bittencourt, a principal fonte de dúvida hoje é o valor necessário para reconstruir hospitais, unidades de saúde, escolas, entre outros. &#8220;Tem muita coisa submersa&#8221;, diz. Ele cita como possibilidade um custo de R$ 20 bilhões nessa frente.</p>



<p>A suspensão da dívida do estado com a União deve custar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões. O ex-secretário ainda vê possíveis demandas de até R$ 9 bilhões para o compensar a arrecadação perdida pelo estado com a paralisação de empresas e até R$ 15 bilhões caso o governo federal decida pagar auxílios às famílias.</p>



<p>O total poderia ficar perto de R$ 50 bilhões. Bittencourt diz que o crítico neste momento é evitar que outros estados ou setores peguem carona nas flexibilizações de políticas.<br>*<br><strong>COMO DEVE SER A AJUDA AO RIO GRANDE DO SUL</strong></p>



<p><strong>Medidas em fase de elaboração:</strong></p>



<p>Linha de crédito subsidiada para famílias e empresas dos municípios gaúchos em calamidade</p>



<p>Suspensão da dívida do governo do Rio Grande do Sul com a União</p>



<p>Repasse extra de recursos em diversas frentesMedidas já anunciadas ou implementadas:</p>



<p>Decreto legislativo reconhecendo calamidade em decorrência das enchentes, para facilitar a liberação de verbas fora das regras fiscais</p>



<p>Adiamento do CNU (Concurso Nacional Unificado) e de ao menos 17 outros processos seletivos do setor público</p>



<p>Prazo maior, até 31 de agosto, para enviar declaração do Imposto de Renda</p>



<p>Saque emergencial do FGTS, limitado a R$ 6.220 por conta vinculada (conforme saldo disponível)</p>



<p>Pagamento de duas parcelas extras do seguro-desemprego<br>Antecipação do abono salarial</p>



<p>Antecipação de benefícios previdenciários do INSS, pensões e BPC (Benefício de Prestação Continuada)</p>



<p>Quebra do escalonamento do calendário do Bolsa Família (todas as famílias poderão sacar o dinheiro no primeiro dia de pagamento, 17 de maio)</p>



<p>Suspensão temporária do recolhimento de tributos federais devidos por médias e grandes empresas, do recolhimento mensal de MEIs (microempreendedores individuais) e de companhias do Simples Nacional e da contribuição dos empregadores ao FGTS (o pagamento será cobrado em meses posteriores)</p>



<p>Suspensão temporária da cobrança de dívidas com Banco Central e PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional)</p>



<p>Pausa de até três meses no financiamento habitacional com a Caixa</p>



<p>Pausa em financiamentos com bancos públicos e privados e renegociação de dívidas.</p>



<p>Fonte: Notícias ao minuto / © Getty</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dores orofaciais e o uso medicinal da cannabis" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5Vc8T3cuxAY?start=2893&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/tragedia-em-andamento-deixa-incognita-sobre-tamanho-da-ajuda-federal-ao-rs/">Tragédia em andamento deixa incógnita sobre tamanho da ajuda federal ao RS</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Cavalo Marinho I: maior tragédia marítima da Baía de Todos-os-Santos completa 6 anos com processos indenizatórios parados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 11:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[6 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cavala Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dezenove pessoas morreram e 59 ficaram feridas no naufrágio ocorrido em 2017. O&#160;naufrágio da lancha Cavalo Marinho I, considerada a maior tragédia marítima da Baía de Todos-os-Santos, completa seis anos nesta quinta-feira (24). Dezenove pessoas morreram, entre elas três crianças, e 59 ficaram feridas. Desde então, sobreviventes da tragédia e familiares esperam decisão da Justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dezenove pessoas morreram e 59 ficaram feridas no naufrágio ocorrido em 2017.</em></p>



<p>O&nbsp;naufrágio da lancha Cavalo Marinho I, considerada a maior tragédia marítima da Baía de Todos-os-Santos, completa seis anos nesta quinta-feira (24). Dezenove pessoas morreram, entre elas três crianças, e 59 ficaram feridas. Desde então, sobreviventes da tragédia e familiares esperam decisão da Justiça sobre as indenizações.</p>



<p>Além das 19 vítimas no dia do naufrágio, outra pessoa morreu em 2018, por sofrer de depressão e estresse pós-traumático – que é o distúrbio caracterizado pela dificuldade em se recuperar depois de vivenciar um acontecimento violento e/ou impactante. A família de Adailma Santana Gomes ainda luta para que ela seja reconhecida como a 20ª vítima da tragédia.</p>



<p>Quando o acidente aconteceu, a Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA) ajuizou 46 ações contra a CL Transportes Marítimos – dona da embarcação Cavalo Marinho I. Desse total, 41 casos ficaram na comarca de&nbsp;Itaparica&nbsp;e as outros cinco em&nbsp;Salvador.</p>



<p>Ao decorrer dos anos, alguns sobreviventes e familiares constituíram advogados particulares e 36 processos seguiram com a Defensoria Pública, sendo 35 são da comarca de Itaparica e um de Salvador. Todos são de caráter indenizatório.</p>



<p>A maioria das ações foi conclusa desde 2019, ou seja: os autos finalizados foram enviados à Justiça. Com isso, falta apenas que o juiz determine a sentença de indenização.</p>



<p>Em nota, a DPE informou que a CL Transportes Marítimos – dona da embarcação Cavalo Marinho I, solicitou que o caso seja julgado pela União, o que modificaria a competência para a Justiça Federal.</p>



<p>O recurso da empresa teve o mérito julgado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), mas as decisões definitivas que reconhecessem a existência das atribuições da União ainda não foram tomadas.</p>



<p>Em alguns processos que foram remetidos à Justiça Federal, houve decisões que reconheceram a inexistência de interesse da União. Com isso, foram determinados os retornos dos processos à Justiça da Bahia.</p>



<p>A partir de então, com a interposição dos recursos, um imbróglio foi criado e as famílias seguem na espera da sentença que determine indenizações.</p>



<p>A TV Bahia tentou contato com a dona da embarcação Cavalo Marinho I, mas não conseguiu até a última atualização desta reportagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/3-1.jpg" alt="" class="wp-image-86854"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Responsáveis condenados</h2>



<p>Em 2020,&nbsp;duas pessoas foram condenadas por negligência, pelo Tribunal Marítimo, por serem os responsáveis diretos pela tragédia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lívio Garcia Galvão Júnior:</strong>&nbsp;proprietário da empresa responsável pela operação da embarcação;</li>



<li><strong>Henrique José Caribé Ribeiro:&nbsp;</strong>engenheiro responsável técnico pela embarcação.</li>
</ul>



<p>Lívio Garcia Galvão Júnior&nbsp;foi condenado à multa máxima no valor de R$ 10.860, a ser corrigido pelo setor de execução do Tribunal Marítimo. Já&nbsp;Henrique José Caribé Ribeiro&nbsp;foi penalizado com a interdição do exercício da função de responsável técnico em todas as Capitanias dos Portos do Brasil pelo período de cinco anos.</p>



<p>Na época do julgamento, o Tribunal Marítimo informou que a aplicação das penalidades não será retroativa e que as penas só podem ser executadas após o encerramento definitivo, na esfera administrativa. Desde o acidente, em 2017, o<strong>&nbsp;g1</strong>&nbsp;tenta contato com Lívio, mas nunca conseguiu falar.</p>



<p>Na mesma condenação, a Marinha cancelou o registro de armador da empresa CL Transportes, que deixou de operar nos terminais Náutico, em Salvador, e de&nbsp;Vera Cruz, em Mar Grande. O comandante da embarcação, Osvaldo Coelho Barreto, foi indiciado por imprudência, mas não foi considerado culpado, durante o julgamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O naufrágio</h2>



<p>A Cavalo Marinho I naufragou cerca de 15 minutos após sair do cais de Mar Grande, na cidade de Vera Cruz, no início da manhã de 24 de agosto de 2017. A embarcação tinha potencial para transportar 160 pessoas, e levava menos do que a capacidade: 120 – sendo 116 passageiros e quatro tripulantes.</p>



<p>A embarcação estava regular, no entanto, a Marinha encontrou uma série de negligências, atribuída ao proprietário da empresa e ao engenheiro. A principal delas foi a colocação de 400 kg de lastros, que são pesos usados para ajudar na capacidade de manobras, no fundo da lancha Cavalo Marinho I.</p>



<p>Os objetos que são feitos de concreto foram deixados soltos abaixo da sala de comando e deslizaram dentro da lancha, contribuindo &#8220;negativamente para a capacidade de recuperação dinâmica da embarcação&#8221;.</p>



<p>No mesmo inquérito, a Marinha identificou ainda que a embarcação passou por mudanças consideradas irregulares, que acabaram com a inserção desses lastros. Depois da colocação desse peso, um novo estudo de estabilização deveria ter sido feito.</p>



<p>Fonte: <strong>G1 Bahia </strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O &quot;Raul&quot; que me contaram" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/IhP2bbpeR5c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Resgatado em monte de lama, garoto de 2 anos perdeu a família no temporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 11:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[São Sebastião]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;As crianças e adolescentes foram as maiores vítimas da tragédia. Até agora, das 27 vítimas com identidades e idades divulgadas, 15 são crianças e adolescentes&#8221;, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro Alves. Daqui para frente, quando passar a mão na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;As crianças e adolescentes foram as maiores vítimas da tragédia. Até agora, das 27 vítimas com identidades e idades divulgadas, 15 são crianças e adolescentes&#8221;, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro Alves.</em></p>



<p><strong>D</strong>aqui para frente, quando passar a mão na cabeça, o menino de dois anos terá uma cicatriz de cerca de 10 centímetros para lembrá-lo do que ainda não entendeu, mas já sente: o dia em que sua mãe, pai e dois irmãos sumiram de sua vida. No mesmo dia, ele foi retirado de uma montanha de lama, apenas de fralda. Em meio ao entulho, seu choro baixinho guiou um bombeiro civil até o canto de ar formado por uma parede soterrada por escombros.</p>



<p>Um choro fraco, quase um lamento, fizeram voluntários e moradores da rua crerem que era o barulho de um cachorro ferido. &#8220;Ele nunca foi de chorar. Entrava e saía da minha casa o dia inteiro&#8221;, diz Lucian Soares, de 34 anos, que viu Aleffi Miguel da Conceição Costa nascer. &#8220;Hoje (sexta-feira) foi a primeira vez que ele falou alguma coisa desde domingo (dia do temporal). Pegou na mão da minha filha e a chamou para brincar com esse carrinho&#8221;, contou.</p>



<p>Foi o mesmo dia em que os corpos de seu pai, mãe e irmãos foram encontrados. Os pais do menino, Adriel Costa e Maria dos Gomes da Conceição, e seus irmãos Adryan, de 8 anos, e Mariely, de 15, além dos primos Rafael, de 24, e Keison, de dois, se foram. Da família, sobraram o tio, Benedito Gomes, e os avós, no Piauí.</p>



<p>O garoto, de olhos pretos vivíssimos, tem nariz e bochecha esfoladas e uma enorme sutura na parte de trás da cabeça. Ele se abraça aos brinquedos como se fossem sua família.</p>



<p>São Sebastião, onde o menino nasceu e perdeu os parentes, recebeu mais de 600 milímetros de chuva em 24 horas, o triplo da média esperada para todo o mês de fevereiro. De acordo com a Defesa Civil de São Paulo, são cerca de 3,5 mil desalojados e 65 mortos (número atualizado no domingo).</p>



<p>Assim que foi retirado dos escombros, o garoto foi levado para o Instituto Verdescola, no mesmo bairro, onde recebeu os primeiros socorros. &#8220;Quando ele chegou aqui, nem chorar ele chorava, só ficava nos olhando&#8221;, afirma Fernanda Carbonelli, uma das diretoras da ONG. De lá, Aleffi foi levado para um hospital em Caraguatatuba, cidade também no litoral norte.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<p><strong>Sequelas</strong></p>



<p>O garoto chegou com escoriações e um corte profundo na cabeça. &#8220;Quando o vi no hospital, achei que ele tinha algum problema de tão inchada que estava a cabeça dele. Nem abria os olhos direito&#8221;, diz</p>



<p>Leonir Silva Neto, que estava com o pai internado no mesmo hospital e, alertado pelos moradores de Vila Sahy, permaneceu com o garoto durante dois dias até a criança receber alta. &#8220;Orei para Deus salvar o Aleffi enão tem explicação. Em menos de 24 horas, (a cabeça) desinchou e estava normal. Nem parecia a mesma criança&#8221;, diz.</p>



<p>Talvez nunca mais seja. As consequências de vivenciar um trauma desse tamanho durante a primeira infância dependem do apoio que crianças como Aleffi vão receber a partir de agora.</p>



<p>&#8220;Alguns dos pontos a serem avaliados são a vulnerabilidade do indivíduo e vivência do trauma e a resposta (cuidado) que se dá a ele&#8221;, afirma o psiquiatra Daniel Zandoná, coordenador médico do PROVE Kids, ambulatório de psiquiatria infantil do programa de assistência a vítimas de violência e estresse pós-traumático da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>



<p>Mais de 1 bilhão de crianças no mundo estão &#8220;extremamente expostas&#8221; a impactos da crise climática, conforme o Unicef, braço das Nações Unidas para a infância. No Brasil, são 40 milhões nessa situação.</p>



<p>&#8220;As crianças e adolescentes foram as maiores vítimas da tragédia. Até agora, das 27 vítimas com identidades e idades divulgadas, 15 são crianças e adolescentes&#8221;, disse ao jornal&nbsp;<strong>O Estado de S. Paulo</strong>&nbsp;o secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro Alves. &#8220;Também é visível nos alojamentos que crianças e adolescentes representam 30% a 40% dos desabrigados que estão nesses espaços.&#8221;</p>



<p><strong>Futuro</strong></p>



<p>No sábado, enquanto corria atrás das certidões de óbito do cunhado e dos sobrinhos, Benedito, tio de Aleffi, sabe apenas que irá cuidar do menino. Daqui em diante, Aleffi deve ser sua responsabilidade. &#8220;Ele (o tio) não é de falar muito, é uma pessoa humilde, mas trabalhador e muito sério&#8221;, diz Luciana, vizinha e melhor amiga da mãe do garoto. &#8220;Mas ele já disse que vai criar o sobrinho, nem questionou.&#8221;</p>



<p>Segundo Castro Alves, uma parceria firmada pela prefeitura de São Sebastião e a ONG Visão Mundial está apoiando as crianças e escolas afetadas pelas chuvas. O objetivo é que o acompanhamento se estenda e possa chegar a meninos como Aleffi.</p>



<p>Na sexta-feira, quando o jornal&nbsp;<strong>O Estado de S. Paulo</strong>&nbsp;se encontrou com o garoto, ele só olhava para todos ao redor, como que curioso sobre o motivo de tanta atenção. novos brinquedos e doações &#8211; entre elas uma embalagem de leite especial para crianças com alergia à lactose, de cerca de R$ 200, que ele precisa.</p>



<p>Entre a lata sem graça e um Hulk quase de seu tamanho, abraçava o monstro-herói verde.</p>



<p>As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p>



<p>Fonte: <strong>Noticias ao Minuto</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Reeducação alimentar!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/HhmkKzeeij0?start=2862&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Chuvas no litoral paulista: número de mortos sobe para 48</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 13:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mortos]]></category>
		<category><![CDATA[SP]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operações de buscam seguem pelo quarto dia seguido; mais de 1,7 mil pessoas estão desalojados O número de mortos devido às fortes chuvas no Litoral Norte de São Paulo subiu para 48 na manhã desta 4ª feira (22.fev). Segundo dados da Defesa Civil, são 47 óbitos em São Sebastião, principal município afetado, e um em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Operações de buscam seguem pelo quarto dia seguido; mais de 1,7 mil pessoas estão desalojados</em></p>



<p>O número de mortos devido às fortes chuvas no Litoral Norte de São Paulo subiu para 48 na manhã desta 4ª feira (22.fev). Segundo dados da Defesa Civil, são 47 óbitos em São Sebastião, principal município afetado, e um em Ubatuba, sobretudo em meio a casos de deslizamentos de terra, enchentes e desabamento de residências. Segundo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), 38 pessoas estão desaparecidas.</p>



<p>O número de desalojados, por sua vez, já chega a 1.730, enquanto 766 pessoas estão desabrigadas nos municípios. Em São Sebastião, as operações de buscas foram retomadas às 22h de 3ª feira (21.fev), uma vez que novas chuvas deixaram a cidade em estado de alerta.&nbsp;</p>



<p>Dos óbitos, sete corpos já foram identificados e liberados para o sepultamento. São dois homens adultos, duas mulheres adultas e três crianças. Equipes do município com psicólogos e assistentes sociais seguem trabalhando para acolher os familiares das vítimas. A prefeitura decretou luto oficial de sete dias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<p><strong>Doações</strong></p>



<p>Além de São Sebastião, declararam estado de calamidade pública os municípios de Caraguatatuba, Guarujá, Bertioga, Ilhabela e Ubatuba.</p>



<p>Instituições, prefeituras e organizações-não governamentais (ONGs) têm recebido doações para os afetados pela tragédia. O <strong>SBT News</strong> fez uma lista com para divulgar os que estão arrecadando itens como água mineral, produtos de limpeza e higiene, alimentos não perecíveis e roupas. Veja clicando <a href="https://www.sbtnews.com.br/noticia/brasil/239929-saiba-como-ajudar-afetados-pelas-chuvas-no-litoral-de-sao-paulo"><strong>neste link</strong></a>.</p>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-77220" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/chuvas-no-litoral-paulista-numero-de-mortos-sobe-para-48/">Chuvas no litoral paulista: número de mortos sobe para 48</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Canoa com sete pessoas da mesma família vira em rio no sul da Bahia; vítimas de 10 e 14 anos morrem afogadas</title>
		<link>https://ipiracity.com/canoa-com-sete-pessoas-da-mesma-familia-vira-em-rio-no-sul-da-bahia-vitimas-de-10-e-14-anos-morrem-afogadas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=canoa-com-sete-pessoas-da-mesma-familia-vira-em-rio-no-sul-da-bahia-vitimas-de-10-e-14-anos-morrem-afogadas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 19:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Canoa]]></category>
		<category><![CDATA[Itacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
		<category><![CDATA[Vítimas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma canoa que levava sete pessoas virou na tarde de sexta-feira (20), no Rio de Contas, no trecho do povoado de Taboquinhas, no município de Itacaré, no sul da Bahia. Os ocupantes da embarcação eram de uma mesma família. De acordo com o Corpo de Bombeiros, duas meninas, de 10 e 14 anos, morreram. Outras cinco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma canoa que levava sete pessoas virou na tarde de sexta-feira (20), no Rio de Contas, no trecho do povoado de Taboquinhas, no município de Itacaré, no sul da Bahia. Os ocupantes da embarcação eram de uma mesma família. De acordo com o Corpo de Bombeiros, duas meninas, de 10 e 14 anos, morreram. Outras cinco pessoas conseguiram se salvar.</p>



<p>As duas vítimas, identificadas como Ester Souza da Paixão e Débora Souza da Paixão, ficaram desaparecidas após o acidente. O primeiro corpo foi encontrado no domingo (22) e o segundo na manhã desta segunda-feira (23).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/SITE.png" alt="" class="wp-image-72112" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/SITE.png 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/SITE-300x38.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>O Corpo de Bombeiros informou que os corpos foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). Ainda não se sabe o motivo da canoa ter virado.</p>



<p>Fonte: <strong>G1 Bahia </strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Janeiro Branco:construção de uma cultura da saúde mental na humanidade&#039;&#039;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/B9Da9ICD9Rw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Tragédia com lancha Cavalo Marinho completa cinco anos sem resolução na justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 11:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalo Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Processos de indenização ainda esperam por sentenças O acidente com a lancha Cavalo Marinho I que matou 19 pessoas durante a travessia Salvador &#8211; Mar Grande em 2017 completa cinco anos nesta quarta-feira (24). Mesmo depois de tanto tempo sobreviventes e familiares das vítimas ainda esperam na justiça por uma resolução para o caso. Na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Processos de indenização ainda esperam por sentenças</p>



<p>O acidente com a lancha Cavalo Marinho I que matou 19 pessoas durante a travessia Salvador &#8211; Mar Grande em 2017 completa cinco anos nesta quarta-feira (24). Mesmo depois de tanto tempo sobreviventes e familiares das vítimas ainda esperam na justiça por uma resolução para o caso. Na esfera judicial o caso se desenrola tanto civil quanto criminalmente e em ambos os casos não houveram encerramento dos processos.&nbsp;</p>



<p>No âmbito civil, vítimas e familiares constituem advogados para buscar indenizações pelos danos sofridos. Neste caso, os processos são individuais e em alguns é possível que tenha havido acordo entre as partes. A maioria, no entanto, aguarda julgamento. Criminalmente, o caso também é alvo de processo depois que o Ministério Público da Bahia (MP-BA) ofereceu denúncia, ainda em 2017, &nbsp;contra o marinheiro Osvaldo Coelho Barreto, comandante da embarcação na época, e o empresário Lívio Garcia Galvão Júnior, dono da CL Empreendimentos, empresa responsável pela lancha. As alegações finais já foram dadas e a Justiça aguarda apenas a sentença do juiz.&nbsp;</p>



<p>Apenas o processo realizado na esfera militar, pela marinha, foi encerrado. Em julho de 2021, &nbsp;o Tribunal Marítimo, cuja função é apurar responsabilidades referentes ao acidente, cancelou o Certificado de Registro de Armador da CL Empreendimentos. A mesma corte ainda considerou que Lívio Garcia Galvão Júnior, dono da CL, e Henrique José Caribé Ribeiro, engenheiro da embarcação, tinham conhecimento dos riscos. Já Osvaldo Coelho Barreto, comandante da embarcação, foi absolvido.&nbsp;</p>



<p>No inicio de julho as empresas envolvidas no acidente se viram envoltas em nova polêmica, quando a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) cogitou a renovação do contrato de concessão da operação do sistema de transporte marítimo do estado.&nbsp;<strong><a href="https://www.metro1.com.br/noticias/jornal-da-metropole/125680,as-vesperas-dos-5-anos-da-tragedia-vitimas-e-familiares-da-cavalo-marinho-i-ainda-aguardam-julgamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em reportagem publicada pelo Jornal da Metropole</a></strong>, no entanto, o órgão afirmou que nova licitação será realizada.&nbsp;</p>



<p>Com a demora na resolução dos conflitos aos sobreviventes resta a dificuldade em superar o trauma. A funcionária pública Jucimeire Santana, de 51 anos, usa palavras fortes para exprimir o que sente sempre que o tema é mencionado. “Eu não perdoo eles”, diz. Ela era uma das 116 pessoas que estava a bordo da lancha que virou, cerca de 10 minutos depois de deixar o Terminal de Mar Grande, na Ilha de Itaparica. “Parece que ninguém está nem aí para nada. Que só o que importa é o dinheiro”, acrescentou, em entrevista ao Jornal da Metropole, Alexandra Bonfim que perdeu a irmã, Alessandra Santos, na tragédia. Alessandra tinha 35 anos e deixou um filho, à época de um ano e seis meses. </p>



<p>Fonte: Metro 1</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/par.jpg" alt="" class="wp-image-53194"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/tragedia-com-lancha-cavalo-marinho-completa-cinco-anos-sem-resolucao-na-justica/">Tragédia com lancha Cavalo Marinho completa cinco anos sem resolução na justiça</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Sobe para 91 número de mortos por causa das chuvas em Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 19:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Pernanbuco]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mortos confirmados na região metropolitana de Recife chegou a 91 no fim da manhã desta segunda-feira (30.mai), em decorrência das fortes chuvas. Dezenas de pessoas estão desaparecidas e pelo menos 4 mil estão desalojadas por causa dos desabamentos de terra e alagamentos.  Na tragédia, que já dura cinco dias, pelo menos 14 cidades decretaram situação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortos confirmados na região metropolitana de Recife chegou a 91 no fim da manhã desta segunda-feira (30.mai), em decorrência das fortes chuvas. Dezenas de pessoas estão desaparecidas e pelo menos 4 mil estão desalojadas por causa dos desabamentos de terra e alagamentos. </p>



<p>Na tragédia, que já dura cinco dias, pelo menos 14 cidades decretaram situação de emergência. Os governos federal e estadual liberaram recursos para os municípios para reforçar as buscas das vítimas e trabalhos de acolhimento aos desabrigados e obras futuras.</p>



<p>Enviados da Defesa Civil nacional vão permanecer no estado para auxiliar autoridades locais. O governo federal anunciou a abertura de R$ 1 bilhão em crédito extraordinário para auxiliar os municípios atingidos pelas chuvas em Pernambuco. Segundo informado pelo ministro do Desenvolvimento Regional (MDR), Daniel Ferreira, serão destinados R$ 500 milhões para assistência humanitária e serviços essenciais, e R$ 500 milhões para obras de reconstrução.</p>



<p>Os recursos serão destinados para todas as cidades que declararem situação de emergência ou estado de calamidade. Nessas situações, os moradores também terão direito às medidas de suporte à renda, como a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a pausa de até três meses para todas as linhas de crédito. Os serviços poderão ser solicitados tanto em agências bancárias como virtualmente.</p>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-10-at-22.12.35-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-49556"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/sobe-para-91-numero-de-mortos-por-causa-das-chuvas-em-pernambuco/">Sobe para 91 número de mortos por causa das chuvas em Pernambuco</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tragédia em Petrópolis tem 217 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 17:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tragédia provocada pelo temporal em Petrópolis, no estado do Rio, no último dia 15, provocou até o momento a morte de 217 pessoas, sendo 128 mulheres e 89 homens. Entre as vítimas, 42 são menores. Os corpos foram levados para o Posto Regional de Polícia Técnica e Científica (PRPTC). Segundo a Secretaria de Estado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tragédia provocada pelo temporal em Petrópolis, no estado do Rio, no último dia 15, provocou até o momento a morte de 217 pessoas, sendo 128 mulheres e 89 homens. Entre as vítimas, 42 são menores. Os corpos foram levados para o Posto Regional de Polícia Técnica e Científica (PRPTC).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1444893&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1444893&amp;o=node"></p>



<p>Segundo a Secretaria de Estado da Polícia Civil do Rio (Sepol), entre os mortos 203 corpos foram identificados e liberados. Outros sete não identificados receberam liberação mediante coleta de material genético e ordem judicial.</p>



<p>Ainda conforme a Sepol, o PRPTC recebeu 16 fragmentos de corpos, sendo que nove já foram liberados. Até o momento, há registro de 33 desaparecidos comunicados à Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).</p>



<p>“A instituição reforça que, a partir de sábado (26), a coleta de material genético de familiares de vítimas vai ocorrer exclusivamente no PRPTC, sendo desmobilizado o posto no clube Petropolitano”, informou a secretaria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Buscas</h2>



<p>O décimo primeiro dia de buscas em Petrópolis começou hoje (25) com as operações noturnas de limpeza urbana realizadas pela prefeitura. No trabalho são empregadas mais de 40 máquinas de grande porte para a remoção de entulhos e das barreiras das vias do centro da cidade e do Alto da Serra, duas das áreas mais atingidas pela tragédia. “O objetivo das operações é agilizar os serviços, causando o menor impacto possível no trânsito da cidade”, disse a prefeitura.</p>



<p>Para o prefeito Rubens Bomtempo, o trabalho noturno tem sido mais eficiente, o que permite avançar na recuperação da Cidade Imperial, como Petrópolis é conhecida.</p>



<p>“Para entrar com as carretas no centro ou no Alto da Serra durante o dia é preciso dar um nó no trânsito. Além disso, cada carreta leva umas três, quatro horas, para chegar ao aterro da Fazendinha (próximo à Rodoviária do Bingen) ou ao de Pedro do Rio. Com isso, eu consigo fazer uma ou duas viagens por dia. Trabalhando à noite, faço quatro ou cinco viagens, e sem causar transtornos no trânsito”, afirmou o diretor-presidente da Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis, Léo França.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Abrigos</h2>



<p>A prefeitura informou que, até o momento, 887 pessoas estão abrigadas nos 13 pontos de apoio instalados em escolas da rede municipal de educação e no Colégio Estadual Rui Barbosa.</p>



<p>Essas pessoas que tiveram que deixar as casas ou perderam as residências estão nas escolas Papa João Paulo II, em São Sebastião; Germano Valente e Maria Campos, no centro; Rubens de Castro Bomtempo, na Vila Felipe; Geraldo Ventura Dias, no Meio da Serra; Duque de Caxias, em Quissamã; Alto Independência, no Alto Independência; Joaquim Deister, na Floresta; São João Batista, em Duarte da Silveira; Paroquial Nossa Senhora da Glória, no Morin; Paroquial Bom Jesus e Centro de Educação Infantil (CEI) Chiquinha Rolla, no Quitandinha; e Comunidades Santo Antônio e Colégio Estadual Rui Barbosa, os dois no Alto da Serra.</p>



<p>Fonte: <strong>Agência Brasil</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg" alt="" class="wp-image-35882" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-300x188.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/tragedia-em-petropolis-tem-217-mortos/">Tragédia em Petrópolis tem 217 mortos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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