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	<title>tratamento |</title>
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	<title>tratamento |</title>
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		<title>Bahia vai produzir quatro medicamentos para tratamento de câncer e doenças raras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Bahia irá fabricar quatro medicamentos biológicos para tratamento oncológico e de doenças raras, através da Bahiafarma (Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico). A aprovação dos projetos e o resultado da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) foram apresentados durante a reunião do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (GECEIS), realizada no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bahia irá fabricar quatro medicamentos biológicos para tratamento oncológico e de doenças raras, através da Bahiafarma (Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico). A aprovação dos projetos e o resultado da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) foram apresentados durante a reunião do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (GECEIS), realizada no Einstein Hospital Israelita, em São Paulo, da qual participou o governador Jerônimo Rodrigues.</p>



<p>“Esse investimento do Governo Federal atrai a indústria farmacêutica e fortalece a produção de medicamentos aqui na Bahia. Com isso, poderemos ampliar a oferta do SUS com produtos fabricados no nosso estado, na indústria brasileira”, afirmou o chefe do Executivo baiano.</p>



<p>Na PDP, foram aprovadas as fabricações do Bevacizumabe, indicado para tratamento de degeneração macular e neoplasias como câncer colorretal, pulmão, renal, colo do útero, epitelial de ovário e mama; do Eculizumabe, para tratamento da Hemoglobinúria Paroxística Noturna – HPN (doença rara); do Nivolumabe, indicado para pacientes com melanoma avançado e Câncer de Pulmão de Células Não Pequenas (CPCNP); e do Pertuzumabe, para tratamento de câncer de mama inicial e câncer de mama metastático.</p>



<p>A secretária da Saúde do Estado da Bahia, Roberta Santana, ressaltou a importância da aprovação dos projetos. “O biológico hoje é um desenvolvimento tecnológico. É o que tem de mais avançado de produção de medicamentos. A Bahia desponta, não só no cenário regional, como também no desenvolvimento para essa região da biotecnologia”, disse.</p>



<p>A reunião do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (GECEIS) constitui uma iniciativa para uma ação interministerial que trata de uma política pública no âmbito do Programa de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), ação do Ministério da Saúde que seleciona e financia projetos voltados ao desenvolvimento e produção de tecnologia em saúde e que é responsável por articular políticas industriais e de inovação tecnológica em saúde. A iniciativa também tem como objetivo alinhar medidas e ações que garantam o acesso da população brasileira a uma saúde efetiva e de qualidade, voltada ao desenvolvimento de tecnologias e inovações estratégicas de interesse e prioridade do SUS.</p>



<p>A aprovação anunciada nesta segunda-feira (24) marca o desfecho de um processo iniciado em 2024, quando a Bahiafarma submeteu 18 projetos ao Ministério da Saúde: 15 ao Programa de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) e três ao Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL). Essas propostas integram o esforço nacional de fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e fazem parte da estratégia de reestruturação da Fundação, que busca ampliar a descentralização produtiva e tecnológica para a região Nordeste.</p>



<p><strong>Bionovis</strong></p>



<p>Durante a tarde, o governador Jerônimo Rodrigues, a secretária Roberta Santana e a presidente da Bahiafarma, Ceuci Nunes, visitaram as instalações da Bionovis. A fábrica de biomedicamentos, pioneira no país, é a nova parceira da Bahia, após assinatura.</p>



<p>Segundo Ceuci, a conquista é fruto de muita dedicação da equipe, mas ainda há muito trabalho pela frente. “A nossa meta é consolidar a Bahiafarma como destaque no cenário farmacêutico nacional, entre os cinco maiores laboratórios públicos do Brasil”, afirmou a presidente.</p>



<p>A ideia é que a Bahiafarma torne-se uma planta reduzida da apresentada pelo presidente da Bionovis, Odnir Finotti, para produção dos quatro biomedicamentos fruto das PDPs.</p>



<p>Com Informações da Sesab</p>



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<iframe title="BATE PAPO SOBRE A SAÚDE DE IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gjoMMo2nivc?start=24&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/bahia-vai-produzir-quatro-medicamentos-para-tratamento-de-cancer-e-doencas-raras/">Bahia vai produzir quatro medicamentos para tratamento de câncer e doenças raras</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>44% das brasileiras com sintomas da menopausa não buscam tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de atingir cerca de 30 milhões de mulheres no Brasil, a menopausa é uma fase ainda negligenciada pela sociedade e, até mesmo, pela comunidade médica, segundo uma pesquisa inédita conduzida pela&#160;Ipsos&#160;a pedido da&#160;Bayer, em agosto deste ano. O questionário, aplicado a 800 mulheres de 18 a 60 anos de todas as regiões e classes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de atingir cerca de 30 milhões de mulheres no Brasil, a menopausa é uma fase ainda negligenciada pela sociedade e, até mesmo, pela comunidade médica, segundo uma pesquisa inédita conduzida pela&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ipsos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ipsos</a>&nbsp;</strong>a pedido da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/bayer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bayer</a></strong>, em agosto deste ano. O questionário, aplicado a 800 mulheres de 18 a 60 anos de todas as regiões e classes sociais, revelou que 44% das respondentes que apresentam sintomas da menopausa não realizam nenhum tipo de tratamento, mesmo diante do impacto físico e emocional que essa fase provoca.</p>



<p>O levantamento também mostrou que a menopausa é frequentemente deslegitimada, mesmo por pessoas próximas. Metade das mulheres da amostra geral afirma que seus sintomas de saúde já foram tratados como “exagero” ou “algo normal”, número que sobe para 65% entre as mulheres em pré-menopausa. A origem do problema pode ser observada entre familiares, citados por 41% das entrevistadas, e profissionais de saúde, apontados por 38%, índice que chega a 55% entre mulheres de 50 a 60 anos de idade. Segundo Ilza Monteiro, ginecologista e livre-docente da Universidade Estadual de Campinas (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/unicamp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unicamp</a></strong>), “essa naturalização do sofrimento feminino é um problema histórico. A mulher é ensinada a suportar suas dores, não a tratá-las, e isso pode ter consequências graves na saúde física e mental”.</p>



<p>Os dados ainda revelam desigualdades no acesso ao tratamento. Entre usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), a principal dificuldade está na demora para conseguir consulta com especialistas, enquanto mulheres com plano de saúde citam burocracia ou falta de cobertura. A falta de informação sobre a menopausa e suas opções terapêuticas aparece como um obstáculo em comum entre os grupos, atingindo aproximadamente uma em cada cinco mulheres (19%). “Estamos falando de uma condição biológica e previsível, que deveria ser discutida por todos. Mas, em contrapartida, temos um cenário no qual as mulheres enfrentam tabus e, consequentemente, não conhecem os sintomas, as opções de tratamento e o caminho para encarar essa fase com saúde e qualidade de vida”, afirma Ilza.</p>



<p>A Terapia de Reposição Hormonal (TRH), considerada o tratamento padrão ouro para o manejo dos sintomas da menopausa por entidades globais de saúde e ginecologia, é uma das alternativas mais eficazes para reduzir os sintomas desse período. Outra pesquisa conduzida pela Editora Abril, a pedido da Bayer, em setembro de 2024, com mais de 1300 mulheres, mostrou que 75% das entrevistadas que fizeram uso da TRH relataram melhora significativa na qualidade de vida. No entanto, mais da metade (53%) das mulheres questionadas pela Ipsos este ano relatou que seu médico nunca apresentou opções de reposição hormonal – enquanto 14% afirmaram que tiveram apenas um tipo de tratamento prescrito, sem discussão prévia sobre as alternativas disponíveis.</p>



<p>“É um direito da mulher saber sobre todas as opções de tratamento para os sintomas da menopausa e, para isso, a relação com o médico deve ser pautada em evidências científicas e transparência. Só assim conseguiremos combater os medos e mitos que ainda são relacionados à TRH, além de evitar complicações futuras decorrentes da falta de tratamento adequado, como osteoporose, doenças cardiovasculares e outros impactos na qualidade de vida”, reforça a ginecologista.</p>



<p>Entre aquelas que justificaram por que não fazem uso da TRH, o medo de desenvolver câncer é citado por 22%. Entre a base total de entrevistadas, quando questionadas sobre os medos e receios relacionados à TRH, o câncer também aparece (20%), além de do ganho de peso (27%) e risco cardiovascular (18%).</p>



<p>“A ideia de que a terapia de reposição hormonal aumente o risco de câncer de mama tem origem em estudos antigos ou mal interpretados, como o Women’s Health Initiative, de 2002, que associou o uso prolongado de hormônios a um pequeno aumento de risco. Para a maioria das mulheres, a TRH é segura e altamente eficaz no controle dos sintomas da menopausa. O medo muitas vezes impede que pacientes recebam um tratamento que poderia melhorar significativamente sua qualidade de vida”, explica.</p>



<p>No contexto do conhecimento médico, a pesquisa também evidenciou lacunas, especialmente sobre o uso do DIU hormonal, que pode fazer parte da TRH. A solução foi apresentada a apenas 2% das pacientes, mesmo sendo um fator essencial para a proteção endometrial – reduzindo o risco de desenvolvimento de câncer de endométrio. O DIU hormonal é disponibilizado gratuitamente pelos planos de saúde, mas apenas 30% das mulheres sabem sobre o recurso.</p>



<p><strong>Metodologia da pesquisa “Saúde Feminina, 2025”</strong></p>



<p>O estudo híbrido (online e presencial) conduzido pela Ipsos a pedido da Bayer, realizado com 800 mulheres entre 18 e 60 anos, em todas as regiões do Brasil, seguindo a metodologia ad-hoc, com margem de erro de 3,5 p.p.. A pesquisa foi aplicada entre os dias 21 e 28 de agosto de 2025.</p>



<p>Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="ENTENDENDO OS DESAFIOS SEXUAIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/OC53B-hrJ74?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Ministério anuncia compra de 2.500 tratamentos para intoxicação de metanol; país tem 127 casos suspeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2025 00:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[MInisterio da saude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>sábado, 04/10/2025 &#8211; 19h00 Por&#160;Raíssa Basílio &#124; Folhapress Neste sábado (4), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse em entrevista coletiva em Teresina (PI) que o total de notificações de casos suspeitos ou confirmados de intoxicação por metanol subiu para 127, distribuídos em 12 estados. Do total, 11 foram confirmados por exame laboratorial. Paralelamente ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>sábado, 04/10/2025 &#8211; 19h00</p>



<p>Por&nbsp;Raíssa Basílio | Folhapress</p>



<p>Neste sábado (4), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse em entrevista coletiva em Teresina (PI) que o total de notificações de casos suspeitos ou confirmados de intoxicação por metanol subiu para 127, distribuídos em 12 estados. Do total, 11 foram confirmados por exame laboratorial.</p>



<p>Paralelamente ao monitoramento dos casos, o Ministério da Saúde reforçou seu plano de tratamento. Para garantir o atendimento em toda a rede pública, a pasta adquiriu mais 12 mil ampolas de etanol farmacêutico e 2.500 tratamentos com fomepizol, um outro antídoto eficaz contra a intoxicação por metanol, que devem ser importados do Japão.<br>&nbsp;</p>



<p>A previsão é que os novos estoques cheguem ao país ao longo das próximas semanas, assegurando o tratamento para os casos suspeitos e confirmados.<br>&nbsp;</p>



<p>Até o boletim anterior, divulgado na sexta-feira (3), o Ministério da Saúde registrava 113 casos suspeitos de intoxicação por metanol em seis unidades da federação. No novo informe, o número de notificações subiu para 127, distribuídas em 12 estados e no Distrito Federal, totalizando 13 unidades da federação afetadas.<br>&nbsp;</p>



<p>A maior parte continua concentrada em São Paulo, com 104 casos —11 confirmados e 93 ainda em investigação. Há também 7 casos sob apuração em Pernambuco, 4 em Mato Grosso do Sul, 2 na Bahia, Goiás e Paraná, e 1 caso em cada um dos seguintes locais: Distrito Federal, Roraima, Minas Gerais, Mato Grosso, Espírito Santo e Piauí.<br>&nbsp;</p>



<p>Ao todo, foram 12 óbitos notificados—1 confirmado em São Paulo e 11 em investigação (8 em São Paulo, 1 em Pernambuco, 1 na Bahia e 1 em Mato Grosso do Sul).<br>&nbsp;</p>



<p>O ministro iniciou sua fala contextualizando a &#8220;situação anormal de registro de suspeitas de intoxicação pelo metanol pelo Brasil&#8221; e passou a confirmar os números atualizados. &#8220;Durante a noite eu quando cheguei aqui recebi do secretário estadual do Piauí a informação de um caso que internou suspeito ontem à noite em Parnaíba de intoxicação com metanol&#8221;, afirmou.<br>&nbsp;</p>



<p>Segundo Padilha, a diferença entre o número crescente de notificações e a estabilidade nos confirmados ocorre porque o ministério recomendou que profissionais de saúde notifiquem imediatamente diante da primeira suspeita clínica, sem esperar a confirmação laboratorial.<br>&nbsp;</p>



<p>ESTOQUE DE ANTÍDOTOS<br>&nbsp;</p>



<p>Para o tratamento, o Ministério da Saúde já havia adquirido 4.300 ampolas de etanol farmacêutico, distribuídas em hospitais universitários federais, que podem repassar a qualquer unidade do SUS. Agora, segundo Padilha, foi feita a compra de mais 12 mil ampolas, que devem chegar ao país na próxima semana e serão destinadas aos centros de referência em toxicologia.<br>&nbsp;</p>



<p>Alexandre Padilha complementou informando que a Anvisa já havia repassado aos gestores estaduais e municipais a lista das &#8220;609 farmácias de manipulação no Brasil que tem capacidade de produzir o etanol farmacêutico&#8221;, assegurando que o produto está &#8220;garantido em toda a rede do SUS, os centros de referência de toxicologia, os pontos de referência nas criatividades estaduais, o etanol farmacêutico para ser utilizado nos casos suspeitos por recomendação médica acompanhado pelos centros de referência de toxicologia&#8221;.<br>&nbsp;</p>



<p>Além disso, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o governo adquiriu 2.500 tratamentos com fomepizol, outro antídoto eficaz contra intoxicações por metanol e que não era comercializado no Brasil. O carregamento deve chegar ainda nesta semana, também para reforçar os estoques estratégicos.<br>&nbsp;</p>



<p>O metanol é um tipo de álcool muito perigoso que, quando ingerido, se transforma no corpo em ácido fórmico, um veneno que pode causar cegueira e até a morte. Para tratar esse envenenamento, existem dois remédios antídotos principais. O primeiro é o próprio etanol (o álcool comum das bebidas), que já está disponível no Brasil.<br>&nbsp;</p>



<p>Ele funciona &#8220;atrapalhando&#8221; a transformação do metanol no veneno, forçando o corpo a eliminá-lo de forma mais segura. A desvantagem é que esse tratamento causa embriaguez como efeito colateral. O segundo antídoto é o fomepizol, que faz a mesma coisa, mas com a vantagem de ter menos efeitos colaterais.<br>&nbsp;</p>



<p>Os sintomas do envenenamento começam como uma bebedeira ou ressaca muito forte, com tontura, moleza, sonolência, náuseas e dor de cabeça. O grande perigo é que, entre 6 e 24 horas depois do consumo, o veneno pode atacar a visão, causando visão turva, sensibilidade à luz, pupilas dilatadas e até a perda da capacidade de enxergar cores. Por isso, é fundamental procurar um médico imediatamente ao primeiro sinal de suspeita.</p>



<p>Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil</p>



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<iframe title="OBESIDADE: UMA DOENÇA CRÔNICA EM CRESCIMENTO NO BRASIL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/P8e1Osf5Sms?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><br></p>



<p><a href="https://www.bahianoticias.com.br/holofote/noticia/81242-ex-deputada-manuela-davila-se-pronuncia-apos-fas-de-vale-tudo-a-confundirem-com-autora"></a></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/ministerio-anuncia-compra-de-2-500-tratamentos-para-intoxicacao-de-metanol-pais-tem-127-casos-suspeitos/">Ministério anuncia compra de 2.500 tratamentos para intoxicação de metanol; país tem 127 casos suspeitos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Epilepsia infantil: o que fazer quando as crises não param com tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Epilepsia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diagnóstico rápido e tratamento correto ajudam a proteger o desenvolvimento das crianças com epilepsia difícil de controlar A infância é uma fase de intensas descobertas, mas para algumas famílias ela pode ser marcada por um desafio inesperado: a epilepsia. Em grande parte dos casos, as crises são controladas com o uso de medicamentos. No entanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diagnóstico rápido e tratamento correto ajudam a proteger o desenvolvimento das crianças com epilepsia difícil de controlar</p>



<p>A infância é uma fase de intensas descobertas, mas para algumas famílias ela pode ser marcada por um desafio inesperado: a epilepsia. Em grande parte dos casos, as crises são controladas com o uso de medicamentos. No entanto, cerca de 20% a 30% das crianças diagnosticadas desenvolvem o que se chama de epilepsia refratária — quando as crises continuam acontecendo apesar do uso correto de duas ou mais medicações adequadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é epilepsia de difícil controle e por que inspira cuidados</h2>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cnn-sinais-vitais-mostra-os-diferentes-tipos-e-as-principais-causas-da-epilepsia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">epilepsia</a>&nbsp;refratária, também conhecida como difícil controle, é aquela que persiste mesmo após tentativas de tratamento com remédios apropriados para o tipo de crise e idade do paciente. Nessas crianças, as convulsões podem acontecer com frequência, impactando o desenvolvimento do cérebro, a aprendizagem, a interação social e até mesmo o comportamento.</p>



<p>A repetição constante das crises interfere na atividade elétrica do cérebro, que ainda está em formação. Isso pode comprometer áreas importantes da linguagem, da memória e da coordenação motora. Além disso, o estigma e o medo que cercam as crises epilépticas podem afetar a autoestima e o convívio escolar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico detalhado é fundamental</h2>



<p>A identificação da epilepsia refratária deve ser feita por uma equipe multidisciplinar, incluindo médicos especialistas e profissionais de neuroimagem. Exames como o eletroencefalograma,&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ressonancia-magnetica-entenda-riscos-efeitos-colaterais-e-contraindicacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ressonância magnética</a>&nbsp;funcional e vídeo-EEG são fundamentais para identificar com precisão a origem das crises.</p>



<p>É importante lembrar que a epilepsia não é uma doença única, mas sim um grupo de síndromes com diferentes causas e manifestações. Algumas têm origem genética; outras aparecem por malformações cerebrais, lesões, tumores ou consequências de infecções. Saber onde e como as crises começam permite traçar um caminho de tratamento mais eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamentos vão além dos remédios tradicionais</h2>



<p>Quando os medicamentos não controlam as crises, outras opções devem ser consideradas. Uma delas é a cirurgia, indicada quando há uma lesão bem definida que pode ser retirada com segurança. As taxas de sucesso podem chegar a até 70% de controle completo das crises em casos bem selecionados.</p>



<p>Outra alternativa é a estimulação do nervo vago, um procedimento que coloca um pequeno aparelho parecido com um marcapasso para enviar impulsos ao cérebro e tentar reduzir a frequência das crises.</p>



<p>Além disso, a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-cetogenica-entenda-como-funciona-beneficios-e-riscos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dieta cetogênica</a>&nbsp;— com alimentação rica em gorduras e pobre em carboidratos — pode diminuir a quantidade das crises, principalmente em crianças pequenas, segundo alguns estudos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Apoio e acompanhamento são essenciais</h2>



<p>Mais do que controlar as crises, é preciso cuidar da criança como um todo. Apoio psicológico para a família, acompanhamento com terapeutas e educadores, e a inclusão escolar são fundamentais para o tratamento. A epilepsia refratária impõe desafios, mas com orientação especializada e diferentes abordagens é possível dar mais qualidade de vida, segurança e autonomia a essas crianças.</p>



<p>Pela complexidade, muitos pacientes demoram para receber atendimento especializado, o que aumenta a importância da conscientização sobre a epilepsia refratária. Isso facilita que a busca por neurologistas e neurocirurgiões capacitados aconteça mais cedo.</p>



<p>A jornada nem sempre é fácil, mas informação e diagnóstico precoce mudam toda a história. Pais atentos, profissionais competentes e acesso ao tratamento certo formam a base capaz de transformar a vida de uma criança com epilepsia de difícil controle.</p>



<p><em>*Texto escrito pelo neurocirurgião Cesar Cimonari de Almeida (CRM 150620 / SP &#8211; RQE 66640), membro da Brazil Health</em></p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Cerca de 20% a 30% das crianças diagnosticadas desenvolvem o que se chama de epilepsia refratária  • Freepik</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ANÁLISE POLÍTICA DOS DESTAQUES DA SEMANA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9MqrfbZoSO0?start=400&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/epilepsia-infantil-o-que-fazer-quando-as-crises-nao-param-com-tratamento/">Epilepsia infantil: o que fazer quando as crises não param com tratamento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo aponta estratégias para aumentar adesão ao tratamento de infectados pela bactéria responsável pela tuberculose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[tuberculose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tuberculose voltou a ocupar um lugar preocupante no cenário da saúde global. Em 2023, mais de 10,6 milhões de pessoas foram diagnosticadas com a doença, que hoje é novamente a principal causa de morte por um único agente infeccioso, superando inclusive outras infecções respiratórias. O Brasil está entre os 30 países considerados prioritários pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tuberculose voltou a ocupar um lugar preocupante no cenário da saúde global. Em 2023, mais de 10,6 milhões de pessoas foram diagnosticadas com a doença, que hoje é novamente a principal causa de morte por um único agente infeccioso, superando inclusive outras infecções respiratórias. O Brasil está entre os 30 países considerados prioritários pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate à enfermidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Com o objetivo de entender como aumentar a adesão ao tratamento, o&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/hospital-moinhos-de-vento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hospital Moinhos de Vento</a></strong>, por meio do Projeto TBPed – integrante do PROADI-SUS em parceria com o Ministério da Saúde –, junto com pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ufrj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFRJ</a></strong>), do Canadá e da África, desenvolveu o estudo GXT (Genexpert, Raio-X e Teste Tuberculínico). Os resultados da&nbsp;<a href="https://journals.plos.org/plosmedicine/article?id=10.1371/journal.pmed.1004666" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa</a>, voltada a contatos de pessoas com tuberculose entre 5 e 50 anos de idade, foram publicados em julho de 2025 na revista científica PLOS Medicine.</p>



<p>O Hospital Moinhos de Vento colaborou no recrutamento dos participantes brasileiros e hoje coordena a extensão do estudo para a população pediátrica. O trabalho comparou diferentes estratégias de investigação para identificar pessoas infectadas pelo Mycobacterium tuberculosis, bactéria causadora da doença, mas que ainda não apresentam sintomas.</p>



<p>Foram analisados três grupos de participantes: o grupo 1, através de consulta médica, teste tuberculínico e raio-X; o grupo 2, por meio de consulta médica, teste tuberculínico e, em caso positivo, teste molecular rápido; e o grupo 3, avaliado por consulta médica e raio-X, com indicação de tratamento para todos.</p>



<p>O resultado que apresentou a maior adesão ao tratamento ocorreu entre aqueles que passaram por mais etapas de investigação, com a realização de diferentes testes antes de iniciar a medicação. Segundo os pesquisadores, quanto mais evidências o paciente e a equipe de saúde têm sobre a presença da infecção, maior é a motivação para iniciar e concluir o tratamento.</p>



<p>Diante da relevância do tema, a pesquisa ganhou uma extensão no Brasil, por meio do Projeto TBPed, coordenado em sete centros de pesquisa nacionais. A fase brasileira investiga contatos de pessoas com tuberculose entre 3 meses e 10 anos incompletos. Esse recorte etário é estratégico, pois crianças e adolescentes têm maior risco de desenvolver a forma ativa da doença a partir da infecção latente e o tratamento precoce pode reduzir esse risco em mais de 90%, representando um impacto significativo no controle da tuberculose.</p>



<p>Para a pesquisadora do Hospital Moinhos de Vento, Márcia Polese, os resultados do estudo têm potencial para apoiar gestores públicos na formulação de estratégias mais eficazes de prevenção e tratamento da tuberculose, especialmente na infância e adolescência. “Ao entender quais estratégias realmente aumentam a adesão, conseguimos direcionar esforços para salvar vidas e conter a transmissão da doença. Esse conhecimento é essencial para o fortalecimento das políticas de saúde no Brasil e no mundo”, destaca.</p>



<p>O superintendente de Responsabilidade e Gestão de Riscos do Hospital Moinhos de Vento, Admilson Reis, destaca que, em um cenário de saúde global em que a tuberculose ressurge como uma grande preocupação, a cooperação científica e a inovação se tornam ferramentas essenciais. “No Hospital Moinhos de Vento, temos diversos exemplos de como parcerias estratégicas podem gerar resultados significativos. Por isso, acreditamos que a pesquisa de ponta é crucial para enfrentar realidades como essa e nossa missão é continuar essa jornada de descobertas para que, juntos, possamos fortalecer a prevenção e o controle de diversas doenças que atingem a população”, finaliza.</p>



<p><strong>Projeto TBPed</strong></p>



<p>O projeto tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a tuberculose e outros agentes respiratórios em crianças e adolescentes no Brasil. A iniciativa oferece cursos de ensino à distância para profissionais de saúde, abordando diagnóstico, tratamento e vigilância da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis.</p>



<p>Além disso, estão em andamento dois levantamentos coordenados pelo projeto: o Estudo TBPed, que busca identificar a prevalência da doença em menores de 15 anos, com meta de recrutar 1.848 participantes; e o Estudo GXT, que compara três estratégias de investigação para aumentar a adesão de contatos intradomiciliares de até 10 anos ao tratamento preventivo da tuberculose, com amostra prevista de 681 crianças.</p>



<p>Na primeira fase do projeto (2021–2023), foram ativados 22 centros de pesquisa em nove estados brasileiros, alcançando 51% da meta de recrutamento para o Estudo TBPed. Já o Estudo GXT contou com seis centros distribuídos em quatro estados e registrou a participação de 159 crianças.</p>



<p>Para o triênio em vigência (2024-2026), está prevista a conclusão da inclusão de participantes e a ampliação da rede de centros de pesquisa, a fim de garantir a finalização dos estudos e gerar evidências que apoiem políticas públicas de prevenção e controle da tuberculose infantil. </p>



<p>Saiba mais sobre os projetos <a href="https://hospitais.proadi-sus.org.br/projeto/estudo-epidemiologico-sobre-a-prevalencia-nacional-de-agentes-respiratorios-em-criancas-e-adolescentes123" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="IPIRÁ UM MUNICÍPIO RICO E COM GRANDE CHANCES DE CRESCIMENTO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3iJKySuJVRM?start=655&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Hospital Clériston Andrade inicia realização de técnica inovadora para tratamento de megaesôfago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Clériston Andrade]]></category>
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		<category><![CDATA[megaesôfago]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro de Hemorragia Digestiva do Interior (CHDI), situado no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, realizou nesta semana dois procedimentos de Miotomia Endoscópica Peroral (POEM), técnica inovadora e minimamente invasiva indicada para o tratamento da acalásia e do megaesôfago. Embora a primeira execução no hospital tenha ocorrido durante a Jornada de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Hemorragia Digestiva do Interior (CHDI), situado no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, realizou nesta semana dois procedimentos de Miotomia Endoscópica Peroral (POEM), técnica inovadora e minimamente invasiva indicada para o tratamento da acalásia e do megaesôfago.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Embora a primeira execução no hospital tenha ocorrido durante a Jornada de Aparelho Digestivo da Bahia (JADIB), em setembro de 2023, quando o especialista mineiro Vitor Arantes realizou o procedimento como médico convidado, agora o método passa a ser incorporado de forma estruturada à rotina do serviço. O início dessa prática no HGCA representa um avanço para os pacientes do interior da Bahia, que antes precisavam ser encaminhados à capital para acesso ao tratamento.</p>



<p>A técnica POEM consiste na criação de um túnel na parede do esôfago até o estômago, permitindo o corte da musculatura que impede a passagem adequada dos alimentos. Diferente da cirurgia convencional, é menos invasiva, proporciona recuperação mais rápida e devolve qualidade de vida a pacientes que sofrem com dificuldade de alimentação, vômitos e desnutrição.</p>



<p>“Já havíamos recebido a experiência do Dr. Vitor Arantes durante a JADIB, e agora damos continuidade a esse processo, consolidando a técnica no nosso serviço. É um procedimento inovador, que amplia as possibilidades terapêuticas do tratamento da acalásia e do megaesôfago no interior do estado. A partir de agora, passa a ser oferecido regularmente no HGCA”, explicou o médico endoscopista intervencionista Victor Galvão, coordenador do CHDI/HGCA.</p>



<p>O início dessa prática no hospital contou com a presença do especialista Marcos Clarencio, do Hospital Geral Roberto Santos, considerado referência no procedimento na Bahia. “O POEM é uma técnica segura e eficaz. Sua realização em Feira de Santana fortalece a descentralização de procedimentos complexos, beneficiando diretamente os pacientes atendidos pelo SUS”, destacou.</p>



<p>Também participou o médico endoscopista Eric Marins, coordenador do ambulatório de esôfago do HGCA, que ressaltou o caráter multidisciplinar do tratamento. “Os pacientes são encaminhados ao ambulatório por meio da Central de Regulação do Estado, onde passam por exames como manometria e avaliação radiológica. Após extensa discussão da equipe, é definido o tratamento mais adequado para cada caso, que pode ser cirurgia convencional, dilatação endoscópica ou o POEM. Isso garante segurança, individualização e os melhores resultados possíveis”, pontuou.</p>



<p>“O reforço do POEM no HGCA simboliza não apenas a adoção de uma técnica inovadora, mas também a descentralização de um procedimento de alta complexidade, antes restrito a Salvador, ampliando o acesso e fortalecendo o papel do hospital como centro de inovação e ensino em saúde”, afirmou Dr. Victor acrescenta que a iniciativa só foi possível com o apoio da Diretoria do hospital, e da SESAB que tem investido na estruturação do serviço.</p>



<p>Fonte: Ascom do HGCA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COMO VENCER A ANSIEDADE E O TRANSTORNO DO PÂNICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/BCRxzfhl8Ss?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Cerca de 30% das crianças com câncer abandonam o tratamento em países em desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Cuidar de uma criança com câncer exige mais do que remédios. Exige presença, amor, estrutura e acolhimento. E isso muda tudo.” A frase de Bianca Provedel, CEO do&#160;Instituto Ronald McDonald, resume o que especialistas e organizações vêm reforçando: tratar o&#160;câncer&#160;infantojuvenil vai muito além da quimioterapia ou da internação hospitalar. Envolve toda uma rede de apoio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Cuidar de uma criança com câncer exige mais do que remédios. Exige presença, amor, estrutura e acolhimento. E isso muda tudo.” A frase de Bianca Provedel, CEO do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/instituto-ronald-mcdonald/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ronald McDonald</a></strong>, resume o que especialistas e organizações vêm reforçando: tratar o&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oncologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;</strong>infantojuvenil vai muito além da quimioterapia ou da internação hospitalar. Envolve toda uma rede de apoio, especialmente para famílias que enfrentam a doença longe de casa e em meio à vulnerabilidade social.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/opas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OPAS</a></strong>), as taxas de abandono do tratamento em países de média e baixa renda podem chegar a 30%, um número preocupante que compromete diretamente as chances de cura. No Brasil, embora não haja uma estimativa exata nacional atualizada, especialistas apontam que questões como pobreza, distância dos centros especializados, falta de transporte e suporte emocional são fatores decisivos.</p>



<p>De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil registrará quase 8 mil novos casos de câncer infantojuvenil por ano entre 2023 e 2025. A doença já é a principal causa de morte por enfermidade entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, o que reforça ainda mais a urgência de políticas públicas integradas e ações de suporte ampliado.</p>



<p><strong>Acolhimento salva vidas</strong></p>



<p>No Brasil, iniciativas como as unidades do Programa Casa Ronald McDonald, coordenadas pelo Instituto Ronald McDonald, se mostram essenciais para garantir a continuidade do tratamento e reduzir as taxas de abandono. Apenas em 2024, as 7 unidades acolheram mais de 1.200 hóspedes, oferecendo hospedagem, transporte e alimentação, incluindo quase 59 mil idas e voltas aos hospitais e mais de 500 mil refeições.</p>



<p>Essas unidades funcionam como uma segunda moradia para famílias que precisam se deslocar até outras cidades em busca de tratamento para seus filhos. Além de hospedagem e alimentação, oferecem suporte emocional, oficinas, espaços de convivência e acompanhamento constante.</p>



<p>“A jornada de uma criança com câncer afeta toda a família. Muitos pais abandonam seus empregos, mães deixam os outros filhos em suas cidades e enfrentam o medo e a incerteza longe de casa. Sem uma rede de apoio, o risco de abandono do tratamento aumenta. Acolher essas famílias é cuidar da saúde pública”, afirma Bianca Provedel.</p>



<p><strong>Cuidar de quem cuida</strong></p>



<p>Dentro das unidades do Programa Casa Ronald McDonald, os profissionais que atuam no dia a dia também enfrentam desafios emocionais intensos. São histórias de dor, luta e superação que exigem preparo psicológico e empatia.</p>



<p>“As histórias que atravessam nossos corredores não são fáceis. Lidar com a vulnerabilidade humana todos os dias exige preparo, escuta e um olhar integral. Por isso, cuidar de quem cuida também é parte da nossa missão. O acolhimento começa dentro da nossa equipe”, reforça Bianca.</p>



<p><strong>Impacto real e duradouro</strong></p>



<p>Com 26 anos de atuação no Brasil, o Instituto Ronald McDonald já investiu mais de R$ 422 milhões em programas de combate ao câncer infantojuvenil, impactando mais de 15 milhões de vidas em todo o país. As unidades do Programa Casa Ronald McDonald são uma das principais frentes de ação, ao lado dos Espaços da Família Ronald McDonald, implantados em hospitais públicos e voltados ao acolhimento durante o tratamento.</p>



<p>Confira os números de impacto das unidades do Programa Casa Ronald McDonald em 2024:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>1.292 hóspedes acolhidos</li>



<li>58.942 idas e voltas para hospitais oferecidas</li>



<li>563.189 refeições servidas</li>



<li>84,7% das famílias afirmaram que não teriam onde ficar se não fossem acolhidas</li>



<li>72,8% das famílias atendidas vivem com até 1 salário-mínimo</li>
</ul>



<p>O modelo de acolhimento segue o legado de Audrey Evans, oncopediatra americana que, nos anos 1970, iniciou a iniciativa abrindo sua própria casa para abrigar famílias. Desde então, a rede Ronald McDonald House Charities (RMHC) se espalhou por mais de 60 países.</p>



<p>“Nosso maior desejo é que nenhuma criança precise abandonar o tratamento por falta de estrutura. Que todas encontrem não só cuidados médicos, mas um lar temporário onde possam continuar acreditando na cura. E que, ao final dessa jornada, levem consigo não só cicatrizes, mas também memórias de acolhimento e dignidade”, diz Bianca que acredita que para reduzir de forma estrutural os índices de abandono e ampliar o acesso ao tratamento, é fundamental que o acolhimento seja visto como parte da estratégia de saúde pública.</p>



<p>“O Brasil precisa de políticas públicas que entendam o câncer infantojuvenil como prioridade, com estratégias específicas para garantir diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e suporte às famílias. Também precisamos de mais pessoas e empresas engajadas, com um olhar macro, que entendam que apoiar essa causa é investir no futuro do país. O Instituto Ronald McDonald existe para isso: para ser ponte, para garantir cuidado, mas também para transformar o sistema”, finaliza Bianca.</p>



<p><strong>McDia Feliz: Campanha que salva vidas</strong></p>



<p>Uma forma concreta de mudar essa história é apoiar o McDia Feliz, a maior campanha nacional pela saúde de crianças e adolescentes com câncer.</p>



<p>Neste ano, a mobilização acontece no dia 23 de agosto. Cada Big Mac vendido (R$ 20,00) será revertido em recursos para 75 projetos de 48 instituições que atuam em todas as etapas da jornada do câncer infantojuvenil.</p>



<p>Você pode ajudar comprando tíquetes antecipados pelo&nbsp;<a href="http://www.mcdiafeliz.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>, adquirindo os produtos oficiais da campanha com estampa exclusiva da estilista Lethicia Bronstein ou divulgando a causa nas redes sociais. Empresas também podem participar comprando lotes de tíquetes e promovendo ações solidárias com colaboradores e clientes.</p>



<p>Fonte: Medicia SA / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O MUNDO QUE EU ENXERGO NÃO É O MESMO MUNDO QUE PERTENCE A VOCÊ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/IPA6QcbtAM0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Ítrio-90 oferece nova alternativa para tratamento de câncer no fígado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer no fígado]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um tratamento que alia alta tecnologia e precisão para combater tumores no fígado vem ganhando espaço no Brasil e já começa a mudar a perspectiva de pacientes que não têm indicação cirúrgica. A radioembolização com Ítrio-90 utiliza microesferas radioativas que são aplicadas diretamente nos tumores, oferecendo uma abordagem localizada, com alta dose de radiação direcionada exclusivamente para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um tratamento que alia alta tecnologia e precisão para combater <strong>tumores </strong>no fígado vem ganhando espaço no Brasil e já começa a mudar a perspectiva de pacientes que não têm indicação cirúrgica. A radioembolização com Ítrio-90 utiliza microesferas radioativas que são aplicadas diretamente nos tumores, oferecendo uma abordagem localizada, com alta dose de radiação direcionada exclusivamente para o tumor, poupando o tecido do fígado saudável e sem os efeitos colaterais de uma terapia sistêmica como a quimioterapia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A técnica é indicada tanto para tumores primários do fígado, como o hepatocarcinoma e o colangiocarcinoma, quanto para metástases hepáticas, especialmente de origem colorretal ou neuroendócrina. Segundo Paulo Almeida, coordenador do serviço de Medicina Nuclear do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/real-hospital-portugues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Real Hospital Português</a></strong>, o procedimento é recomendado em casos em que a remoção cirúrgica não é viável. “É uma alternativa para esses pacientes, com possibilidade curativa ou de controle tumoral, com ganho de sobrevida e também da qualidade de vida”, afirma.</p>



<p>O tratamento envolve avaliação clínica e exames de imagem para confirmar que a doença está localizada exclusiva ou predominantemente no fígado. A partir disso, é feito um planejamento de dosimetria para definir, de forma personalizada, a quantidade ideal de radiação a ser administrada. “Esse planejamento é fundamental para atingir o tumor com precisão e preservar o máximo possível do tecido hepático saudável”, explica o médico.</p>



<p>Combinando os recursos da Medicina Nuclear e da Radiologia Intervencionista, a radioembolização com Ítrio-90 pode ser utilizada de forma complementar à quimioterapia e, em alguns casos, com intenção curativa. Os resultados costumam ser observados entre três e seis meses após o procedimento.</p>



<p>Ainda restrito a poucos centros no Brasil, o tratamento já está sendo realizado em Recife, no Real Hospital Português, onde 11 pacientes passaram pelo procedimento com boa resposta. A instituição conta com o equipamento mais moderno do país para exames de imagem e planejamento de dosimetria, a Starguide, o único em toda a América Latina, que permite maior precisão no cálculo da dose de radiação. “O uso dessa tecnologia de ponta ajuda a garantir segurança e eficácia em cada etapa do tratamento”, completa Paulo Almeida.</p>



<p>Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="COMO OBTER HÁBITOS SAUDÁVEIS E UMA QUALIDADE DE VIDA DE EXCELÊNCIA?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4W_Ytpw46Ug?start=1472&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Unesp recebe R$ 14 milhões para tratamento contra a tuberculose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dispositivo semelhante a uma bombinha de asma pode, no futuro, mudar a forma como a tuberculose é tratada no Brasil. A proposta, que é coordenada por um grupo de pesquisadores da&#160;Faculdade de Ciências Farmacêuticas&#160;(FCF) da&#160;Unesp, em Araraquara, acaba de receber um investimento de cerca de R$ 14 milhões da&#160;Financiadora de Estudos e Projetos&#160;(FINEP), com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dispositivo semelhante a uma bombinha de asma pode, no futuro, mudar a forma como a tuberculose é tratada no Brasil. A proposta, que é coordenada por um grupo de pesquisadores da&nbsp;Faculdade de Ciências Farmacêuticas&nbsp;(FCF) da&nbsp;<a href="https://medicinasa.com.br/tag/unesp/"><strong>Unesp</strong></a>, em Araraquara, acaba de receber um investimento de cerca de R$ 14 milhões da&nbsp;Financiadora de Estudos e Projetos&nbsp;(<a href="https://medicinasa.com.br/tag/finep/"><strong>FINEP</strong></a>), com apoio do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é desenvolver, nos próximos três anos, um medicamento inalável mais potente e eficaz, com potencial de substituir a terapia oral utilizada atualmente. Hoje, um paciente com tuberculose precisa ingerir até 12 comprimidos por dia, durante seis, 12 ou até 24 meses, o que acaba resultando muitas vezes em baixa adesão ao tratamento. No novo modelo, os fármacos seriam veiculados por meio de micropartículas que atingiriam diretamente os pulmões, local onde a bactéria causadora da tuberculose se instala e se protege dentro de estruturas chamadas granulomas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>“Há pelo menos duas décadas não há novidades significativas no mercado de medicamentos para&nbsp;<a href="https://medicinasa.com.br/tag/tuberculose/"><strong>tuberculose</strong></a>. Por isso, este projeto pode representar um salto terapêutico importante, especialmente se conseguirmos atingir as estruturas infectadas com doses menores, mais eficazes e com menos efeitos colaterais”, destaca&nbsp;Fernando Rogério Pavan, professor que coordena a proposta junto com&nbsp;Andréia Bagliotti Meneguin,&nbsp;Leonardo Miziara Barboza Ferreira,&nbsp;Lucas Amaral Machado&nbsp;e&nbsp;Marlus Chorilli, todos docentes da FCF.</p>



<p>A ideia inovadora e sem precedentes de tratar a tuberculose por via inalatória foi determinante para que o projeto se destacasse em um edital altamente competitivo. Submetido no âmbito do&nbsp; programa “Mais Inovação Brasil Saúde – ICT” da FINEP no final de 2023, o projeto conquistou a nona colocação entre mais de 200 propostas avaliadas em todo o país.</p>



<p><strong>Uma doença antiga, mas ainda letal</strong><br>Segundo a&nbsp;Organização Mundial da Saúde&nbsp;(OMS), a tuberculose voltou a ser a doença infecciosa que mais mata no mundo. Só em 2023, foram 10,8 milhões de novos casos. No Brasil, o índice de infecção é quase seis vezes superior à meta estipulada pela OMS.</p>



<p>De acordo com Pavan, parte do problema está no próprio regime terapêutico. “É um tratamento muito exigente, principalmente para pessoas em situação de rua, indígenas, detentos ou qualquer indivíduo com baixa estrutura de apoio. Isso contribui para o abandono e para o surgimento de bactérias mais resistentes”, alerta.</p>



<p>Nesses casos, o tempo de tratamento sobe para, no mínimo, dois anos, e a chance de cura&nbsp; diminui para cerca de 50%.</p>



<p><strong>Abordagem nanotecnológica</strong><br>Chamado de INOVA TB, o projeto propõe uma nova estratégia para o tratamento da tuberculose: aproveitar os fármacos já utilizados contra a doença em um sistema que combina partículas em escala nanométrica e micrométrica com funções específicas.</p>



<p>“Precisamos dessa tecnologia porque os remédios convencionais têm dificuldade de penetrar no interior dos granulomas, que são estruturas localizadas no pulmão e que servem de “esconderijo” para as bactérias. O nosso objetivo é aumentar a quantidade de medicamento que consegue atingir essas áreas”, explica&nbsp; Andréia Bagliotti Meneguin, docente do FCF.</p>



<p>O diferencial da proposta está no uso de nanopartículas feitas de compostos naturais produzidos pelos próprios pulmões (surfactantes pulmonares) capazes de transportar os medicamentos até o foco da infecção. Essas nanopartículas são encapsuladas dentro de estruturas maiores, em escala micrométrica. “Elas precisam ter um tamanho ideal: pequenas o suficiente para serem inaladas, mas grandes o bastante para não serem eliminadas logo na expiração”, detalha a professora.</p>



<p>Segundo os pesquisadores, a administração dos medicamentos com a ajuda de substâncias naturais vindas dos pulmões torna a proposta ainda mais promissora: “Todo remédio tem, além do princípio ativo, outros componentes chamados excipientes. Eles ajudam na produção, estabilidade e na absorção do medicamento, mas, muitas vezes, são sintéticos e não interagem bem com o organismo. Isso pode causar reações adversas e reduzir a eficiência do tratamento”, afirma o professor&nbsp;Lucas Amaral Machado&nbsp;da FCF.</p>



<p>Além disso, como a nova tecnologia idealizada pelos docentes trabalha em escala nanométrica, ou seja, mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo, ela permite um nível de precisão que os tratamentos tradicionais não conseguem alcançar. Dessa forma, a equipe da FCF pretende usar a nanotecnologia para tornar o tratamento da tuberculose mais direto, eficaz e seguro, algo que pode representar um avanço significativo na forma como combatemos uma das doenças infecciosas mais persistentes do mundo.</p>



<p><strong>Começo de uma longa jornada</strong><br>Apesar de estar na etapa inicial, a pesquisa tem fases bem delimitadas, que envolvem estudos físico-químicos, avaliação da atividade antimicrobiana em laboratório e testes em modelos animais. Somente após essa etapa será possível analisar a viabilidade clínica e considerar o início de ensaios em humanos.</p>



<p>“Por ora, temos uma hipótese sólida cuja comprovação científica virá com os experimentos”, explica o professor Lucas.</p>



<p>Além de abrir novas possibilidades terapêuticas, o projeto contribuirá para o fortalecimento da infraestrutura da FCF já que os recursos da FINEP serão destinados à aquisição de equipamentos de ponta, como um tomógrafo de alta resolução para pequenos animais, que estará disponível para toda a comunidade acadêmica.</p>



<p>De acordo com o professor&nbsp;Leonardo Miziara Barboza Ferreira&nbsp;da FCF, a expectativa é de que a tecnologia desenvolvida possa futuramente ser aplicada a outras doenças com relevância em saúde pública, como Covid-19, pneumonias, asma e outras condições crônicas.</p>



<p>O projeto também terá impacto direto na formação de recursos humanos, com a previsão de bolsas de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado. “Mesmo que o produto final leve tempo para se concretizar, o legado científico e formativo será imediato. E, caso a hipótese se confirme, o Brasil poderá contar com uma solução nacional, acessível e de impacto real no SUS”, conclui Ferreira.</p>



<p>Fonte: Medicina S/A / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DOENÇA HEPÁTICA METABÓLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vAYKQtrpgqM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Pesquisa identifica precocemente falência em tratamento da hanseníase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Hanseníase]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo realizado com 80 pacientes atendidos no Centro de Referência Nacional em Hanseníase e Dermatologia Sanitária (CREDESH), vinculado ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), combinou fatores que permitiram criar um modelo capaz de prever, com mais de 95% de precisão, a falência do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo realizado com 80 pacientes atendidos no Centro de Referência Nacional em Hanseníase e Dermatologia Sanitária (CREDESH), vinculado ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), combinou fatores que permitiram criar um modelo capaz de prever, com mais de 95% de precisão, a falência do tratamento da hanseníase, possibilitando um acompanhamento personalizado e mais eficaz, com intervenções precoces.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A doença afeta mais de 200 mil pessoas por ano em todo o mundo, e a descoberta dos pesquisadores no HC-UFU/Ebserh pode ser crucial para reduzir o número de recaídas e minimizar os danos causados pela patologia.</p>



<p>O grande destaque da pesquisa é o uso de marcadores de exames de pele, sorológicos e moleculares para prever com alta precisão quais pacientes têm risco de falência terapêutica. Com isso, é possível intervir de forma mais rápida e eficaz, evitando a reincidência da doença e garantindo tratamentos mais seguros.</p>



<p><strong>Descobertas que podem transformar a vida dos pacientes</strong></p>



<p>Bruno Dornellas, médico patologista que fez o estudo, explica que “a proposta de identificar precocemente a falência do tratamento da hanseníase é algo essencial para evitar o reaparecimento da doença e acompanhar mais de perto quem tem mais chances de ter a doença novamente”. Ele ainda comenta que atualmente, “o acompanhamento após o tratamento da hanseníase é realizado principalmente por observação clínica e agora, é possível saber quais pacientes têm mais risco de ter a voltar a precisar do tratamento, propor um acompanhamento com intervalos menores entre as consultas e garantir mais saúde e qualidade de vida a cada um deles”.</p>



<p>O pesquisador comenta que este estudo pode ajudar não somente pacientes no Brasil, mas em todo o mundo, por não precisar de tecnologias, somente uma alteração na rotina já realizada em todas as partes do mundo, “o que torna essa descoberta um marco na ciência e que pode beneficiar os pacientes e familiares de quem sofre com a doença”, comenta. “Além disso, as novas abordagens podem ser impactantes em regiões com recursos limitados, onde a observação clínica sozinha muitas vezes não é suficiente pois o estudo oferece uma maneira de personalizar os cuidados, mesmo em contextos com infraestrutura de saúde mais restrita”, explica.</p>



<p><strong>Um marco para a ciência brasileira</strong></p>



<p>O estudo, orientado por Isabela Maria Bernardes Goulart, rendeu o artigo intitulado “Role of histopathological, serological and molecular findings for the early diagnosis of treatment failure in leprosy” com tradução livre para “O papel dos achados histopatológicos, sorológicos e moleculares para o diagnóstico precoce da falha terapêutica na hanseníase” e conquistou este ano ao Brasil, pela primeira vez, o Dr. L. Clarke, Jr. and Elaine F. Stout Award, um dos prêmios mais respeitados na área de patologia médica, instituído em 2015. Isso marca um grande avanço para a ciência brasileira, destacando a relevância e a qualidade da pesquisa realizada no CREDESH e em instituições como o HC-UFU/Ebserh.</p>



<p>Gustavo Antonio Raimondi, da Gerência de Ensino e Pesquisa do HC-UFU/Ebserh, diz que “ao considerarmos o hospital como uma instituição de ensino, pesquisa, assistência e extensão universitária, compreendemos sua missão, que está atrelada à formação de excelência de futuros profissionais de saúde e com os resultados das pesquisas, é possível aprimorar os processos, fluxos, práticas e demais ações cotidianas que resultam no aperfeiçoamento do cuidado em saúde ofertado à população”.</p>



<p>Sobre o reconhecimento internacional, o profissional diz que “a premiação de práticas científicas, como esta realizada por Bruno Donelas, a Profa. Isabela Goulart e equipe, exemplifica e divulga a excelência das ações de pesquisa que são realizadas em nosso hospital”, salienta.</p>



<p>Desde o ano de 2022, o HC-UFU/Ebserh implementou o Rede Pesquisa, com 565 pesquisas inscritas, exemplificando o potencial da instituição.</p>



<p>Fonte: Medicina S/A / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DOENÇA HEPÁTICA METABÓLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vAYKQtrpgqM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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