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	<title>Trigo |</title>
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	<title>Trigo |</title>
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		<title>Trigo dispara e deve encarecer pães e massas a partir de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor projeta reajuste inevitável de até 10% na farinha; quebra de safra global e dólar alto pressionam os custos de produção O bolso do consumidor brasileiro sentirá o peso da alta nas commodities agrícolas nas próximas semanas. Com a escalada do preço do trigo no mercado internacional e interno, a indústria de panificação e massas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="wp-block-heading"><em><strong>Setor projeta reajuste inevitável de até 10% na farinha; quebra de safra global e dólar alto pressionam os custos de produção</strong></em></h5>



<p>O bolso do consumidor brasileiro sentirá o peso da alta nas commodities agrícolas nas próximas semanas. Com a escalada do preço do trigo no mercado internacional e interno, a indústria de panificação e massas prepara um repasse de custos. Segundo a T&amp;F Consultoria, o reajuste no preço da farinha — principal insumo do setor — deve ocorrer já em abril, com altas estimadas entre&nbsp;<strong>5% e 10%</strong>.</p>



<p>Atualmente, a tonelada da farinha é negociada entre R$ 1.970 e R$ 2.000. O cenário é tão crítico para os moinhos que, em alguns casos, tem sido mais rentável revender o grão bruto do que processá-lo, o que torna o aumento ao consumidor final praticamente inevitável.<br></p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Por que o preço está subindo?</strong></h5>



<p>A pressão vem de uma combinação de fatores climáticos e geopolíticos que reduziram a oferta global:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Clima adverso:</strong> Cerca de 55% das lavouras de trigo de inverno nos EUA enfrentam seca severa. A produção mundial para 2026/27 está estimada em 822 milhões de toneladas, volume inferior ao recorde anterior.</li>



<li><strong>Câmbio e frete:</strong> O dólar acima de <strong>R$ 5,30</strong> encarece a importação do grão. Além disso, os custos logísticos subiram pelo menos 10% recentemente.</li>



<li><strong>Tensões geopolíticas:</strong> Conflitos no Mar Negro e no Oriente Médio seguem gerando instabilidade nas principais rotas de exportação.<br></li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Impacto no carrinho de compras</strong></h5>



<p>O&nbsp;<strong>pão francês</strong>&nbsp;deve ser o primeiro item a registrar aumento nas gôndolas e padarias, seguido por massas secas e biscoitos. No mercado interno, o trigo produzido no Paraná já atinge os R$ 1.400 por tonelada, enquanto o grão importado pode chegar a custar R$ 1.712 a tonelada, dependendo da origem.</p>



<p>Para tentar conter os danos, algumas indústrias e grandes compradores anteciparam estoques, enquanto outros buscam misturas de farinhas mais baratas para tentar suavizar o repasse final aos clientes.</p>



<p>Fonte: Money Report </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ELEIÇÕES 2026:A POLARIZAÇÃO NA POLÍTICA BRASILEIRA CONFIRMADA…." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oJYguq8dtM8?start=3726&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Congresso do Trigo bate recorde e consolida Brasil no centro do debate global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais de 630 participantes e representantes de 12 países, setor discutiu reforma tributária, inovação e novas fronteiras agrícolas para ampliar competitividade. O 32º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, realizado no Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, marcou uma edição histórica para o setor. Reunindo um recorde de mais de 630 inscritos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 630 participantes e representantes de 12 países, setor discutiu reforma tributária, inovação e novas fronteiras agrícolas para ampliar competitividade.</p>



<p>O 32º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, realizado no Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, marcou uma edição histórica para o setor. Reunindo um recorde de mais de 630 inscritos e 37 patrocinadores, o evento, organizado pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), reafirmou sua importância como o principal fórum de debate e negócios da cadeia produtiva do grão no Brasil e internacionalmente.</p>



<p>Com a presença de representantes de 12 países, incluindo Brasil, Argentina, Estados Unidos, China, Alemanha e França, o Congresso destacou sua diversidade e dimensão global. Durante os três dias, especialistas, empresários e executivos discutiram temas essenciais para os desafios e oportunidades da cadeia, como a reforma tributária, novas fronteiras agrícolas, competitividade, inovação tecnológica e as tendências do mercado, como o crescimento do segmento do pão congelado.</p>



<p>O presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo, Daniel Kümmel, destacou a expectativa em torno do evento e a relevância das discussões realizadas. Para ele, decisões estratégicas para o próximo ano da indústria moageira brasileira e mundial foram iniciadas nos painéis, onde líderes e gestores puderam aprofundar visões sobre preços, fornecimento e novas oportunidades de negócios com um network qualitativo.&nbsp;“O Congresso consolidou debates que vão orientar muitas decisões do setor nos próximos meses. As discussões sobre tributação, novas fronteiras agrícolas e oportunidades tecnológicas mostram como o mercado caminha para uma fase mais moderna e integrada”, afirmou.</p>



<p>Segundo ele, o evento também cumpriu papel essencial de integração. “Mais de 12 países participaram, gerando conexões e parcerias estratégicas que fortalecem toda a cadeia produtiva”, enfatizou.</p>



<p>O presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa, ressaltou o sucesso da edição em todos os aspectos, desde a substância técnica até a participação dos quase 20 países representados, o que ele considerou histórico. O dirigente destacou as apresentações desafiadoras focadas em inovação, tecnologia e o panorama do mercado, que fortaleceram o conhecimento e a competitividade do setor.&nbsp;“Foi um Congresso histórico, tanto pela troca de conhecimentos quanto pela qualidade técnica das apresentações. A inovação, a tecnologia e o olhar para o futuro foram os grandes destaques. A Abitrigo continuará trabalhando para que o setor mantenha esse ritmo de modernização e competitividade”, destacou ele.</p>



<p>Além da programação na plenária, o Congresso promoveu reuniões e encontros com representantes de países vizinhos, reforçando a integração regional na cadeia do trigo. “O ambiente propício para troca de conhecimento, relacionamento e celebração foi um dos grandes legados do encontro. Essa edição do Congresso do Trigo reforçou a importância do evento, projetando o setor para um futuro promissor e integrando as principais lideranças e players do mercado mundial do trigo”, frisou Kümmel.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Abitrigo</em> / Congresso do Trigo reúne membros de toda a cadeia para debater assuntos relevantes ao setor &#8211; Fotos: Abitrigo</p>



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<iframe title="CAPS I IPIRÁ : FOCO NA SAÚDE MENTAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ACODp1u2d2g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Brasil amplia foco no trigo argentino após Milei zerar imposto e pressiona preços locais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Roberto Samora SÃO PAULO &#8211; As compras de trigo argentino pelos moinhos brasileiros tendem a aumentar ainda mais após uma medida do governo de Javier Milei nesta semana para zerar o imposto de exportação de grãos e derivados na Argentina, o que é mais um fator de pressão aos preços pagos aos agricultores no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/0f687b0f35da9d220b6477534ce7c667.gif" alt="Logotipo Reuters"/></figure>



<p>Por Roberto Samora</p>



<p>SÃO PAULO &#8211; As compras de trigo argentino pelos moinhos brasileiros tendem a aumentar ainda mais após uma medida do governo de Javier Milei nesta semana para zerar o imposto de exportação de grãos e derivados na Argentina, o que é mais um fator de pressão aos preços pagos aos agricultores no Brasil, segundo especialistas e integrantes do setor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A Argentina, tradicionalmente o maior exportador de trigo ao Brasil, já vinha dominando o mercado brasileiro em 2025 com folga. De janeiro a agosto, o volume importado do país vizinho somou 3,66 milhões de toneladas, de um total de 4,68 milhões de toneladas de todas as origens, segundo dados do governo brasileiro.</p>



<p>O volume importado da Argentina pelo Brasil cresceu 24% ante o mesmo período do ano passado, atingindo o maior patamar anual até agosto desde 2021 (3,8 milhões de toneladas), segundo os números, com o país vizinho ampliando sua safra nos últimos anos enquanto a produção brasileira foi frustrada pelo clima no ano passado.</p>



<p>&#8220;Com a redução do imposto, a tendência é aumentar as compras da Argentina em detrimento de outros países. Para os produtores nacionais de trigo, o impacto deve ser negativo, pois os preços têm ficado próximos à paridade de importação&#8221;, disse Flávio Turra, gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), segundo maior Estado produtor de trigo do Brasil, que está em época de colheita.</p>



<p>O imposto de exportação de trigo na Argentina, antes de 9,5%, foi zerado temporariamente pelo governo Milei, em uma tentativa de aumentar a oferta doméstica de moeda estrangeira. A medida de isenção de imposto a outros produtos também tem impulsionado compras de soja argentina pela China.</p>



<p>Questionado, o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Trigo (Abitrigo), Rubens Barbosa, afirmou não ter tido informação dos moinhos sobre o impacto da isenção do imposto na exportação da Argentina, mas ele destacou que &#8220;o trigo argentino hoje é o mais barato, e estamos vendo compras crescentes do Brasil da Argentina nos últimos meses&#8221;.</p>



<p>Segundo Carlos Hugo Godinho, especialista em trigo do Departamento de Economia Rural (Deral), do governo do Paraná, o imposto zerado no país vizinho é &#8220;mais um elemento de pressão nos nossos preços internos&#8221;, que já estavam afetados pelas cotações globais em função de boa produção no mundo, pela perda de força do dólar frente ao real e com a boa safra na Argentina.</p>



<p>Os preços do trigo no Paraná recuaram mais de 9% no acumulado do mês, para R$1.275/tonelada, segundo dados do indicador do centro de estudos Cepea.</p>



<p>&#8220;Está tudo pressionando agora&#8221;, afirmou Godinho.</p>



<p>Um encarregado de compras de trigo de um grande moinho em São Paulo, que falou na condição de anonimato, disse que o mercado caiu US$2 a US$3 por tonelada na Argentina, desde o anúncio.</p>



<p>Mas que o setor está mais focado na safra nova, que deve ser grande se o clima continuar favorável, o que exige cautela diante da possibilidade de novas quedas nos preços.</p>



<p>&#8220;Estamos esperando para ver até onde vem (o preço). Agora, quem precisa, está comprando&#8221;, declarou.</p>



<p>O executivo comentou que, por outro lado, a medida argentina é um &#8220;desastre&#8221; para o agricultor brasileiro, pois adiciona mais pressão sobre o mercado justamente em momento de colheita.</p>



<p>&#8220;Afetar negócio da safra nova nacional, com certeza vai, pois o preço de paridade vai ficar mais baixo ainda&#8221;, disse Godinho.</p>



<p>O Paraná já está colhendo sua safra de trigo, com a colheita atingindo 41% da área cultivada, segundo dados do Deral.</p>



<p>A safra tem bom potencial produtivo, disse Turra, da Ocepar.</p>



<p>&#8220;Expectativa de safra maior do que a anterior, apesar de a área plantada ter sofrido queda de cerca de 25%&#8221;, afirmou ele, lembrando que o clima foi mais favorável em 2025.</p>



<p>O desestímulo com as cotações e reduções de safras impactadas por adversidades climáticas levaram produtores a reduzir a área plantada em 2025.</p>



<p>(Por Roberto Samora)</p>



<p>Fonte e Foto: Reuters  </p>



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<iframe title="Negociações de dívidas e suas armadilhas" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/MG1UKTN2P1w?start=30&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-amplia-foco-no-trigo-argentino-apos-milei-zerar-imposto-e-pressiona-precos-locais/">Brasil amplia foco no trigo argentino após Milei zerar imposto e pressiona preços locais</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Oferta abundante derruba cotações do trigo no Brasil e no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado internacional de trigo manteve viés baixista ao longo de julho e nos primeiros dias de agosto, refletindo a ampla oferta global diante do avanço da colheita no Hemisfério Norte. No Brasil, os preços seguiram em queda, com destaque para a Argentina, que segue como principal fornecedora do cereal ao mercado doméstico. Em Chicago, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado internacional de trigo manteve viés baixista ao longo de julho e nos primeiros dias de agosto, refletindo a ampla oferta global diante do avanço da colheita no Hemisfério Norte. No Brasil, os preços seguiram em queda, com destaque para a Argentina, que segue como principal fornecedora do cereal ao mercado doméstico.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Em Chicago, o primeiro vencimento do trigo soft foi negociado em julho a US$ 5,42/bushel, praticamente estável frente ao mês anterior. Já no início de agosto, a média recuou para US$ 5,14/bushel (-1,3% entre os dias 1º e 7), influenciada pelo bom desempenho da colheita de inverno nos Estados Unidos. Para o trigo de primavera, as lavouras apresentam evolução considerada satisfatória, embora em condições inferiores às observadas no ano passado.</p>



<p>Na Rússia, a seca no Sul gera preocupações quanto à produtividade, mas outras regiões apresentam resultados sólidos. A colheita, mais tardia neste ciclo, atrasou a comercialização, mas a expectativa é de um volume exportável robusto, fator que tende a exercer pressão adicional sobre as cotações internacionais nos próximos meses.</p>



<p>No mercado interno, os preços seguem pressionados e com baixa liquidez no spot. No Rio Grande do Sul, o trigo foi negociado em julho a R$ 76,91 por saca de 60 kg, queda de 2% frente a junho. O movimento de baixa é observado desde maio, em grande parte pela paridade de importação desfavorável ao cereal brasileiro. A ampla disponibilidade argentina reforça esse quadro: o país vizinho respondeu por 84% das importações brasileiras em julho.</p>



<p>A escassez da safra “velha” e os preços pouco atrativos têm levado produtores a adotar postura cautelosa, enquanto os moinhos também demonstram retração na aquisição, alegando estoques suficientes até a próxima colheita e demanda fraca para a farinha. Nesse contexto, já começam a ser firmados alguns contratos para a safra nova, em meio à expectativa de continuidade da pressão externa sobre os preços.</p>



<p><em>Fonte: O Presente Rural com informações Itaú BBA</em> / Foto: Jaelson Lucas</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SAÚDE É LONGEVIDADE?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/m53zQz1xVyU?start=5310&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oferta-abundante-derruba-cotacoes-do-trigo-no-brasil-e-no-mundo/">Oferta abundante derruba cotações do trigo no Brasil e no mundo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo mostra como o Brasil pode reduzir em até 38% a pegada de carbono na produção de trigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 19:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CITY RURAL]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 15 de abril de 2025 Um estudo pioneiro realizado pela Embrapa revelou que o trigo produzido no Brasil tem uma pegada de carbono menor que a média mundial e indicou caminhos concretos para reduzir ainda mais as emissões de gases de efeito estufa. A análise, feita em lavouras e indústria moageira do Sudeste do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Terça, 15 de abril de 2025</p>



<p>Um estudo pioneiro realizado pela Embrapa revelou que o trigo produzido no Brasil tem uma pegada de carbono menor que a média mundial e indicou caminhos concretos para reduzir ainda mais as emissões de gases de efeito estufa. A análise, feita em lavouras e indústria moageira do Sudeste do Paraná, apontou que a adoção de práticas sustentáveis e tecnologias já disponíveis pode diminuir em até 38% o impacto ambiental da produção de trigo no País.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" data-id="148095" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/04/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt="" class="wp-image-148095"/></figure>
</figure>



<p>Publicada no <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S095965262404099X?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">periódico científico Journal of Cleaner Production</a>, a pesquisa é a primeira na América do Sul a estimar a pegada de carbono do trigo desde o cultivo até a produção de farinha. Também foi o primeiro estudo do tipo nessa cultura em ambiente subtropical. O índice médio brasileiro ficou em 0,50 kg de dióxido de carbono equivalente (CO₂eq) por quilo de trigo produzido — abaixo da média global, estimada em 0,59 kg.</p>



<p>Para chegar a esse resultado, os pesquisadores avaliaram 61 propriedades rurais na safra 2023/2024, além de acompanhar todo o processo industrial em uma moageira paranaense. O levantamento detalhou desde o uso de fertilizantes e defensivos agrícolas até o transporte dos grãos, secagem, moagem e transformação dos grãos em farinha.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>O que é pegada de carbono?</strong> É o total de emissões de gases de efeito estufa causadas por um indivíduo, evento, organização, serviço, local ou produto, expresso em dióxido de carbono equivalente (CO2eq).</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fertilizantes nitrogenados são principais emissores de CO2</strong></h3>



<p>A pesquisa apontou os fertilizantes como o principal fator de pegada de carbono na triticultura. O maior impacto está na emissão de óxido nitroso (N₂O) gerado durante a aplicação de ureia, fertilizante capaz de emitir 40% dos gases de efeito estufa envolvidos na produção de trigo. A ureia é o principal fertilizante utilizado no trigo devido ao menor custo por unidade de nutriente dentre os adubos nitrogenados disponíveis no mercado. Segundo a pesquisa, a substituição desse fertilizante pelo nitrato de amônio com calcário (CAN) pode reduzir a emissão de carbono em 4%, minimizando significativamente os impactos ambientais.</p>



<p>A acidificação do solo, uma das categorias com maior impacto ambiental, também pode ser mitigada pela substituição da ureia pelo CAN. “Quando a ureia não é totalmente absorvida pelas plantas ou é lixiviada como nitrato, ocorrem reações que liberam íons de hidrônio, aumentando a acidez do solo. Em contrapartida, fertilizantes à base de CAN ajudam a neutralizar esse efeito devido ao seu conteúdo de cálcio”, explica a pesquisadora da <a href="http://www.embrapa.br/meio-ambiente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embrapa Meio Ambiente</a> (SP) <a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/301029/marilia-ieda-da-silveira-folegatti-matsuura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marília Folegatti</a>. Segundo ela, outras tecnologias também devem ser consideradas para reduzir a dependência de fertilizantes sintéticos e minimizar impactos ambientais, como biofertilizantes, biopesticidas, fertilizantes de liberação lenta e nanofertilizantes. Ela lembra que a pesquisa avança na produção de ureia verde e nitrato de amônio a partir de fontes de energia renováveis.</p>



<p>A pesquisadora da <a href="http://www.embrapa.br/agroindustria-tropical" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embrapa Agroindústria Tropical</a> (CE) <a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/304470/maria-clea-brito-de-figueiredo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Maria Cléa Brito de Figueiredo</a> lembra que o uso de fertilizantes nitrogenados é também o maior emissor de gases de efeito estufa em outras culturas com pegada de carbono e hídrica analisadas pela Embrapa, como as fruteiras tropicais, em especial, manga, melão e coco verde. “Além disso, a produção de fertilizantes sintéticos gera metais pesados que contribuem para a contaminação do solo, podendo afetar a qualidade dos alimentos, a saúde humana e os ecossistemas,” alerta a cientista.</p>



<p>A pesquisa também aponta que a adoção de cultivares de trigo mais produtivas pode reduzir os impactos ambientais no campo, já que ação promove maior rendimento com menos recursos, como terra e água. O estudo ressalta ainda a importância de considerar outros fatores ambientais, como biodiversidade e saúde do solo. Futuros estudos que integrem esses aspectos poderão oferecer uma visão mais abrangente sobre a sustentabilidade da produção de trigo em regiões tropicais e subtropicais.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://www.embrapa.br/documents/10180/97848192/250415_PegadaCarbonoTrigo_João_Leonardo_Pires_fertilizante+alternativo.jpg/1aa916ed-c9bf-7849-3914-090acc0c2032?t=1744604567217" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://www.embrapa.br/documents/10180/97848192/250415_PegadaCarbonoTrigo_Joa%CC%83o_Leonardo_Pires_fertilizante+alternativo.jpg/1aa916ed-c9bf-7849-3914-090acc0c2032?t=1744604567217" alt=""/></a></figure>



<p><strong>Foto:</strong> João Leonardo Pires</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade e perspectivas para a produção de trigo</strong></h3>



<p>No contexto mundial, os dados existentes indicam que a pegada de carbono na produção de trigo varia de 0,35 a 0,62 kg de CO₂ por kg de grãos, dependendo das condições climáticas e das práticas agrícolas de cada região tritícola. A média global está estimada em 0,59 kg de CO₂ para cada kg de grãos de trigo produzidos.</p>



<p>O Brasil apresenta uma posição favorável nesse contexto. Na média final, a pegada de carbono foi definida em 0,50 kg CO2 para cada kg de trigo produzido no Brasil, número inferior às registradas na China (0,55), na Itália (0,58) e na Índia (0,62). “Ainda podemos evoluir. O estudo indica que, com um conjunto de ajustes, nossos números podem nos aproximar de referências como Austrália e Alemanha, que possuem indicadores próximos a 0,35&#8243;, avalia <a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/349053/alvaro-augusto-dossa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Álvaro Dossa</a>, analista da <a href="https://www.embrapa.br/trigo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embrapa Trigo</a> (RS). De acordo com o artigo, nos cenários estudados, utilizando tecnologias já disponíveis, a pegada de carbono do trigo brasileiro pode ser reduzida em 38%.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://www.embrapa.br/documents/10180/97848192/250415_PegadaCarbonoTrigo_gráfico.png/7c8ef3f5-ce59-ffd6-e428-4e0623e071e4?t=1744603709358" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://www.embrapa.br/documents/10180/97848192/250415_PegadaCarbonoTrigo_gra%CC%81fico.png/7c8ef3f5-ce59-ffd6-e428-4e0623e071e4?t=1744603709358" alt=""/></a></figure>



<p><strong><em>Gráfico comparativo da pegada de carbono para produção de trigo: 1 kg CO2-eq para cada 1 kg de trigo produzido.</em></strong></p>



<p><strong><em>Fonte: Embrapa Trigo 2025, com base na revisão de literatura.</em></strong></p>



<p>Em escala mundial, existem registros de pegada de carbono divididos por continentes, com média estimada para a África (0,24), Ásia (0,68), Europa (0,33), América do Norte (0,42) e Oceania (0,29 mas com produção de trigo incipiente). O estudo apresentado pela Embrapa é o primeiro indicador para estimar a pegada de carbono na América do Sul.</p>



<p>Além da pegada de carbono, foram analisados os impactos do trigo e da farinha de trigo no uso da água, acidificação terrestre, eutrofização (marinha e em água doce) e toxicidade (humana e ecotoxicidade). “A produção de trigo no Brasil apresenta impactos superiores em categorias como acidificação do solo e toxicidade ecotóxica terrestre, devido às emissões de fertilizantes e pesticidas. No entanto, os resultados do estudo sugerem que, com o uso de cultivares mais eficientes e práticas sustentáveis, a produção brasileira pode se consolidar entre as mais sustentáveis do mundo”, avalia Marília Folegatti.</p>



<p>Em outras categorias ambientais, a produção brasileira apresenta vantagens em relação a outros países. O cultivo de trigo de sequeiro minimiza significativamente o consumo de água durante o crescimento do grão, reduzindo o impacto sobre os corpos hídricos. Contudo, a síntese de fertilizantes NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) ainda exerce influência no consumo de água. “A crescente demanda por alimentos e fertilizantes está levando indústrias a investirem em soluções de tratamento e reuso de água, aliviando a pressão sobre os recursos hídricos”, explica Folegatti.</p>



<p>Para a pesquisadora da <a href="https://www.embrapa.br/trigo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embrapa Trigo</a> (RS) <a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/322244/vanderlise-giongo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vanderlise Giongo</a>, estudos sobre o impacto ambiental da produção de trigo são cada vez mais necessários num cenário de aquecimento global. “Precisamos identificar, avaliar e propor modelos de produção de trigo visando à redução de impactos ambientais, geração de renda e o estabelecimento de diretrizes para o cultivo de trigo de baixo carbono”, defende Vanderlise.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong><a href="https://www.embrapa.br/documents/10180/97848192/250415_PegadaCarbonoTrigo_Diogo_Zanatta_farinha+de+trigo.jpg/8c29391e-ac05-d304-6e0d-552f4af7cfc6?t=1744604362863" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Indicadores para a produção de farinha de trigo</strong> A parceria com a Moageira Irati permitiu aos pesquisadores fazer um recorte no estudo para avaliar a pegada de carbono na farinha de trigo produzida no Brasil. Foram avaliadas todas as etapas envolvidas no processo de produção da farinha, desde a lavoura (cultivo e manejo), passando pela logística de transporte e chegada na indústria (limpeza, secagem e armazenamento), até o processo de transformação dos grãos em farinha (umidificação e moagem). A pegada de carbono na produção brasileira de farinha de trigo variou de 0,67 (a partir de grãos originados em grandes propriedades) a 0,80 (origem em pequenas propriedades).&nbsp;Número inferior as médias registradas na Espanha (0,89) e na Itália (0,95), por exemplo. Um dos fatores competitivos do Brasil em relação aos países de clima temperado, está a maior incidência de luz solar, o que permite o aproveitamento de energia fotovoltaica, recurso natural renovável que pode ser utilizado em várias etapas na indústria. De acordo com o empresário Marcelo Vosnika, diretor da&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/moageira.irati/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Moageira Irati</a>, a produção de alimentos com menor impacto ambiental é uma demanda ainda latente no consumidor, mas cada vez mais valorizada pelo mercado. “Estamos trabalhando para mostrar ao mundo como nosso modelo de produção de trigo está associado à uma agricultura resiliente e de baixo carbono. Para provar que a nossa farinha vem de uma produção sustentável, precisamos validar cientificamente os resultados deste projeto. Acredito que a iniciativa vai gerar boas oportunidades de negócios para todos os envolvidos na cadeia do trigo brasileiro”, afirma o diretor da Moageira Irati, Marcelo Vosnika. A expectativa dos pesquisadores da Embrapa envolvidos no projeto é de que os resultados do ciclo de vida do trigo sejam utilizados para avaliar outros produtos a exemplo da farinha, como na cadeia de carnes e de energia. “A primeira etapa, que é a avaliação da pegada de carbono do trigo no campo, já está pronta e pode servir de base para diversas outras cadeias que utilizam o trigo no processo industrial”, avalia Vanderlise Giongo, destacando que o objetivo da pesquisa é promover alternativas para uma agricultura ambientalmente mais sustentável: “Esperamos que os resultados desse projeto possam orientar modelos de produção sustentável, desencadeando uma nova era para o trigo brasileiro”. &nbsp; <strong>Foto:</strong> Diogo Zanatta</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong><a href="https://www.embrapa.br/documents/10180/97848192/250415_PegadaCarbonoTrigo_Luiz_Magnante_máquina_ACV_trigo.jpg/bfefbce4-cb4f-201f-0a59-192e7bafb3b5?t=1744605520889" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Como foi feita a pesquisa</strong> A pesquisa é um dos resultados do projeto “<a href="https://www.embrapa.br/trigo/busca-de-projetos/-/projeto/221384/indicadores-e-tecnologias-esg-na-moagem-de-trigo-paranaense" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Indicadores e tecnologias ESG (environment, social and governance) na moagem de trigo paranaense</a>”, iniciado em 2023, por meio da parceria da&nbsp;<a href="http://www.embrapa.br/trigo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embrapa Trigo</a>&nbsp;(RS) com a&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/moageira.irati/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Moageira Irati</a>. O estudo acompanhou 61 produtores rurais no Sudeste do Paraná, durante a safra de trigo 2023/2024, quando foram avaliados diversos indicadores de sustentabilidade, verificando o impacto da emissão de carbono antes da porteira (fertilizantes, defensivos, sementes), durante o processo de produção (semeadura, tratos culturais, colheita e transporte) e na indústria (secagem, energia, resíduos). “Coletamos todas as informações sobre entradas e saídas de insumos e dos processos do sistema de produção para avaliar o ciclo de vida do trigo até a elaboração do produto final”, conta o analista da Embrapa&nbsp;<a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/349053/alvaro-augusto-dossa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Álvaro Dossa</a>. As propriedades participantes do projeto trabalham com trigo de sequeiro em sistema de rotação de culturas e plantio direto na palha há, aproximadamente, 30 anos. O estudo considerou fatores como o tamanho das propriedades, o tipo de fertilizantes utilizados e as cultivares, entre outros, relacionando com os potenciais impactos ambientais. Com base nos dados, foi possível identificar dois tipos de produtores de trigo, em que o tamanho das propriedades era o principal fator de diferenciação. Assim, a pegada de carbono (quilo de CO2&nbsp;para cada quilo de trigo produzido) chegou a 0,58 nas pequenas propriedades e a 0,47 nas grandes propriedades. “A segmentação permitiu melhor representar a realidade da produção de trigo e farinha da região do estudo, pois não seria correto o pequeno produtor, que representa a maioria, ser agrupado com produtores grandes, empresariais, já que isso pode alterar os resultados e possíveis recomendações futuras”, explica Dossa. A metodologia utilizada na pesquisa do trigo brasileiro foi a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), que permite verificar os impactos ambientais associados a todos os estágios do ciclo de vida de um produto. A ACV segue uma padronização internacional (ISO 14040 e ISO 14044) e considera também indicadores de pegada hídrica e potencial de aquecimento global. &nbsp; <strong>Foto:</strong> Luiz Magnante</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Joseani Antunes (MTb 9.693/RS)<br>Embrapa Trigo<br><br>Contatos para a imprensa<br>trigo.imprensa@embrapa.br<br>Telefone: (54) 3316-5800</p>



<p>Cristina Tordin (MTb 28.499/SP)<br>Embrapa Meio Ambiente<br><br>Contatos para a imprensa<br>meio-ambiente.imprensa@embrapa.br<br>Telefone: (19) 3311-2608</p>



<p>Ricardo Moura (MTb 1.681/CE)<br>Embrapa Agroindústria Tropical<br><br>Contatos para a imprensa<br>ricardo.moura@embrapa.br<br>Telefone: (85) 3391-7117</p>



<p>Fonte: EMBRAPA / Foto: Raoni Locatelli/A adoção de práticas sustentáveis e tecnologias já disponíveis pode diminuir em até 38% o impacto ambiental da produção de trigo no País.</p>



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<iframe title="PERIODONTIA, IMPLANTES E ODONTOLOGIA DIGITAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/lcAEN51K1Es?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-mostra-como-o-brasil-pode-reduzir-em-ate-38-a-pegada-de-carbono-na-producao-de-trigo/">Estudo mostra como o Brasil pode reduzir em até 38% a pegada de carbono na produção de trigo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Congresso do Trigo destaca desafios globais e oportunidades para o setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 11:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento debaterá assuntos relevantes para a cadeia do grão nos dias 23, 24 e 25 de outubro, na cidade de Foz do Iguaçu (PR). O 31º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, organizado pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), será realizado de quarta (23) e sexta-feira (25) em Foz do Iguaçu (PR), no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Evento debaterá assuntos relevantes para a cadeia do grão nos dias 23, 24 e 25 de outubro, na cidade de Foz do Iguaçu (PR).</p>



<p>O 31º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, organizado pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), será realizado de quarta (23) e sexta-feira (25) em Foz do Iguaçu (PR), no Hotel Bourbon Cataratas. O evento, que reúne os principais representantes do setor, abordará temas estratégicos para a cadeia produtiva do trigo, com destaque para o cenário geopolítico e econômico do Brasil e do mundo.</p>



<p>Na cerimônia de abertura, que será realizada na manhã do dia 24/10, está confirmada a presença do deputado federal Luiz Carlos Hauly, conhecido por seu papel como relator da Proposta de Reforma Tributária na Câmara dos Deputados, sendo um dos principais defensores da simplificação do sistema brasileiro, propondo a unificação de vários tributos em um imposto sobre o consumo.</p>



<p>A programação do evento será iniciada com as palestras de abertura que terão como tema “Economia e Geopolítica no Brasil e no Mundo”, conduzida por Gustavo Segré, cientista político e comentarista da Jovem Pan, e Sergio Vale, economista e comentarista da CNN Brasil, na noite do dia 23/10.</p>



<p>Segundo o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa, “a presença de especialistas como Segré e Vale demonstra o compromisso do congresso em trazer análises profundas e relevantes para que o setor possa se preparar diante das incertezas e desafios do mercado”.</p>



<p><strong>Programação direcionada para o setor</strong></p>



<p>Com uma agenda voltada para as demandas do setor tritícola, o congresso contará com painéis como “O Mercado do Trigo”, que ofertará uma visão abrangente sobre o mercado nacional e internacional do trigo. O Especialista de Mercado Trigo na Cooperativa Agrária, Roberto Sandoli Jr., apresentará as perspectivas para o mercado nacional, enquanto o Trader da IPSOY S.A. – Uruguai, Eduardo Vazquez, discutirá o cenário internacional. A moderação ficará a cargo de Edson Csipai, Consultor Privado do Mercado de Trigo, que conduzirá as discussões sobre as tendências e desafios para o setor.</p>



<p>Seguindo a programação, o painel “Tecnologias e o Futuro do Trigo na Alimentação” discutirá as inovações tecnológicas no setor do trigo, desde a produção até os alimentos derivados. Participarão do debate a gerente Global de Pesquisa de Trigo na GDM Seeds, Ivana Sabljic, que abordará as tecnologias que otimizam a produção de trigo, enquanto a Head de Marketing, P&amp;D, Qualidade e Processos na Wickbold, Luciana Rangel do Carmo, falará sobre inovações nos alimentos derivados do trigo. A moderação será conduzida pelo Senior Principal Scientist na IFF, Eduardo Pimentel, que guiará o debate sobre os impactos dessas tecnologias na cadeia produtiva.</p>



<p>Na manhã do último dia do Congresso, o tema será “O Trigo e a Mídia”, que abordará a percepção do trigo na mídia. O gerente de Novos Negócios da Buzzmonitor, Erick Garcia, analisará a visão do mercado sobre o trigo, enquanto o Pesquisador e Chefe da Unidade de Genômica Funcional e Proteômica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Gilberto Igrejas, trará uma perspectiva científica sobre o cereal. A Consultora Associada na Markestrat Group, Manami Kawaguchi, discutirá como melhorar a imagem do trigo. A moderação será feita pela Influenciadora Digital Técnica e Fundadora e Vice-Presidente da Associação Brasileira de Nutrição em Saúde Mental, Vanderli Marchiori.</p>



<p>Fechando o evento, o painel “Os Canais de Vendas dos Derivados do Trigo” terá suas discussões focadas nas estratégias de vendas. Este painel contará com o sócio da J.Pontara Consultoria, Jean Pontara, que discutirá modelos de crescimento para moinhos no food service e pequeno varejo, e com o professor de pós-graduação da Unicamp, Luiz Gaziri, que abordará a ciência por trás das vendas. A moderação será feita pelo Superintendente Geral da Abitrigo, Eduardo Assêncio. “Acreditamos que este encontro será uma oportunidade ímpar para que toda a cadeia produtiva do trigo possa estreitar relações, discutir tendências e trocar conhecimentos”, conclui Rubens Barbosa.</p>



<p><strong>Informações e inscrições</strong></p>



<p>A programação completa, bem como as informações sobre inscrições e hospedagem, pode ser acessada no site oficial do evento: https://congressoabitrigo.com.br.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Abitrigo</em> / Foto: Divulgação/Pixabay</p>



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<iframe title="O QUE ESPERAR DA CÂMARA DE VEREADORES DE IPIRÁ NO PRÓXIMO QUADRIÊNIO?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3j2b5P_xT3w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Trigo: Preço do cereal despenca no início de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 14:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As importações de trigo atingem 5,148 milhões de toneladas, superando em 23% as de todo o ano de 2023. Os preços do trigo no Rio Grande do Sul estão caindo fortemente neste começo de outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, além do avanço da colheita, a pressão sobre os valores vem da fraca demanda – muitos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As importações de trigo atingem 5,148 milhões de toneladas, superando em 23% as de todo o ano de 2023.</p>



<p>Os preços do trigo no Rio Grande do Sul estão caindo fortemente neste começo de outubro.</p>



<p>Segundo pesquisadores do Cepea, além do avanço da colheita, a pressão sobre os valores vem da fraca demanda – muitos moinhos indicam estar bem abastecidos e, por isso, acabam se mantendo afastados das compras no spot.</p>



<p>Do lado vendedor, pesquisadores do Cepea explicam que alguns produtores até cedem nas cotações, mas apenas para negócios pontuais.</p>



<p>O abastecimento de moinhos sul-rio-grandenses, por sua vez, está atrelado às importações, sobretudo da Argentina e do Uruguai.</p>



<p>Em setembro, chegaram ao Rio Grande do Sul 48,82 mil de toneladas de trigo, segundo dados da Secex.&nbsp;Para todo Brasil, as compras externas do cereal somaram 592,13 mil de toneladas em setembro, o maior volume para o mês desde 2016, ainda de acordo com a Secex.</p>



<p>Na parcial de 2024 (de janeiro a setembro), as importações de trigo atingem 5,148 milhões de toneladas, superando em 23% as de todo o ano de 2023.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Cepea</em> / Foto: Divulgação/Arquivo OPR</p>



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<iframe title="A influência africana na culinária da Bahia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/eKoGF1P9HqU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/trigo-preco-do-cereal-despenca-no-inicio-de-outubro/">Trigo: Preço do cereal despenca no início de outubro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Avanço da colheita e demanda fraca pressionam cotações do trigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 11:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parte dos moinhos reduziu a moagem do cereal, tendo em vista os estoques elevados e também a baixa liquidez no mercado de farinhas de trigo. Os preços do trigo estão em queda no mercado doméstico. Segundo pesquisadores do Cepea, à medida que a colheita da nova safra (2024/25) avança no Brasil, um maior número de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parte dos moinhos reduziu a moagem do cereal, tendo em vista os estoques elevados e também a baixa liquidez no mercado de farinhas de trigo.</p>



<p>Os preços do trigo estão em queda no mercado doméstico. Segundo pesquisadores do Cepea, à medida que a colheita da nova safra (2024/25) avança no Brasil, um maior número de lotes tem sido ofertado no spot nacional.</p>



<p>Do lado da demanda, colaboradores do Cepea indicam que parte dos moinhos reduziu a moagem do cereal, tendo em vista os estoques elevados e também a baixa liquidez no mercado de farinhas de trigo.</p>



<p>Em setembro, a média mensal do trigo negociado no Paraná foi de R$ 1.482,91/tonelada, recuo de 3,6% frente à de agosto/24, mas expressiva alta de 39,1% em relação à de setembro/23, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI).</p>



<p>No Rio Grande do Sul, a média foi de R$ 1.365,13/t, queda de 4,5% no comparativo mensal, porém, avanço de 18,6% no anual, conforme levantamentos do Cepea</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Cepea</em> / Foto: Divulgação/Pixabay</p>



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<iframe title="LÉO ARAÚJO CANDIDATO A VEREADOR - AGIR, é o convidado do BATE PAPO NA CITY" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/I1G7OPLQy0Q?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/avanco-da-colheita-e-demanda-fraca-pressionam-cotacoes-do-trigo/">Avanço da colheita e demanda fraca pressionam cotações do trigo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Perspectivas entre agentes diferem e preços do trigo variam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 11:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Preços]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Variações são influenciadas por desvalorizações externas, flutuações do dólar e o desenvolvimento da nova safra. Os preços do trigo vêm registrando variações distintas dentre as regiões e as modalidades (mercados de balcão e de lotes) acompanhadas pelo Cepea. Segundo pesquisadores deste Centro, isso se deve às diferentes perspectivas entre compradores e vendedores, que, por sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Variações são influenciadas por desvalorizações externas, flutuações do dólar e o desenvolvimento da nova safra.</p>



<p>Os preços do trigo vêm registrando variações distintas dentre as regiões e as modalidades (mercados de balcão e de lotes) acompanhadas pelo Cepea.</p>



<p>Segundo pesquisadores deste Centro, isso se deve às diferentes perspectivas entre compradores e vendedores, que, por sua vez, estão atentos às recentes desvalorizações externas, às flutuações do dólar e ao desenvolvimento das lavouras da nova safra.</p>



<p>Dados divulgados pela Conab apontam expressiva redução na área com a cultura no Brasil.</p>



<p>A indisponibilidade de sementes de qualidade, o risco de perda por chuvas e geadas, a baixa rentabilidade e danos registrados na temporada anterior desestimularam triticultores –3,069 milhões de hectares devem ser destinadas ao cereal, área 11,6% menor que em 2023.</p>



<p>Entretanto, a produtividade pode dar um salto de 25,1% em relação ao ano anterior, indo para 2.917 kg/ha.</p>



<p>Caso confirmado, a produção pode chegar a quase 9 milhões de toneladas, 10,6% acima da temporada finalizada em 2023.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Cepea</em> / Foto: Gisele Barão</p>



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<iframe title="Político:o representante legal escolhido pelo povo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/aZt0iM8KjfI?start=3150&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Cenário externo eleva preços do trigo no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2024 12:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário externo]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mercado internacional, agentes estão atentos ao clima desfavorável em importantes regiões produtoras da Rússia, país que, vale lembrar, é o maior exportador mundial de trigo. Esse cenário traz preocupações quanto à oferta global do cereal. Os preços do trigo estão subindo com certa força nos mercados externos e interno. Pesquisadores do Cepea indicam que, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mercado internacional, agentes estão atentos ao clima desfavorável em importantes regiões produtoras da Rússia, país que, vale lembrar, é o maior exportador mundial de trigo. Esse cenário traz preocupações quanto à oferta global do cereal.</p>



<p>Os preços do trigo estão subindo com certa força nos mercados externos e interno.</p>



<p>Pesquisadores do Cepea indicam que, no mercado internacional, agentes estão atentos ao clima desfavorável em importantes regiões produtoras da Rússia, país que, vale lembrar, é o maior exportador mundial de trigo. Esse cenário traz preocupações quanto à oferta global do cereal.</p>



<p>Atentos a esse contexto, triticultores brasileiros consultados pelo Cepea procuraram segurar as vendas, especialmente de lotes de trigo de melhor qualidade, aguardando ofertas de valores maiores.</p>



<p>Pesquisadores do Cepea ressaltam que, neste período de entressafra, o volume em estoque é menor e isso fortalece a posição vendedora.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Cepea</em> / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="Segunda do forró com Villaça no Bate Papo na City" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/uB_X1w5bnR4?start=43&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/cenario-externo-eleva-precos-do-trigo-no-brasil/">Cenário externo eleva preços do trigo no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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