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	<title>Tumor |</title>
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	<title>Tumor |</title>
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		<title>Tratamento contra câncer de cérebro modifica a forma como o DNA tumoral se comporta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 16:24:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao analisar um dos maiores grupos de amostras de pacientes com glioma da literatura científica, pesquisadores da USP observaram alterações em genes relacionados à agressividade do câncer após quimio e radioterapia. Descoberta pode orientar mudanças nas abordagens terapêuticas Texto: Julia Moióli*Arte: Beatriz Haddad** &#8211; Terça, 2 de julho de 2024 Estudo publicado na revista&#160;Cancer Research&#160;revela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Ao analisar um dos maiores grupos de amostras de pacientes com glioma da literatura científica, pesquisadores da USP observaram alterações em genes relacionados à agressividade do câncer após quimio e radioterapia. Descoberta pode orientar mudanças nas abordagens terapêuticas</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Texto: Julia Moióli*<br>Arte: Beatriz Haddad** &#8211; Terça, 2 de julho de 2024</h2>



<p><strong><a href="https://aacrjournals.org/cancerres/article/84/5/741/734933/The-Epigenetic-Evolution-of-Glioma-Is-Determined" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estudo publicado na revista&nbsp;<em>Cancer Research</em></a></strong>&nbsp;revela que os tratamentos comumente usados no combate ao glioma – um dos tipos mais comuns de câncer no cérebro – podem alterar a forma como o DNA tumoral se comporta e sua agressividade. Segundo os autores, a descoberta pode representar um primeiro passo para modificações na abordagem terapêutica atual.</p>



<p>Os gliomas representam cerca de 42% de todos os tumores cerebrais, incluindo os benignos, e 77% dos malignos, ou seja, aqueles agressivos e incuráveis, de acordo com dados do A. C. Camargo Cancer Center. A incidência da doença, que é rara em crianças, aumenta com a idade, sendo mais comum em pessoas entre 75 e 84 anos.</p>



<p>Uma das características mais relevantes para a classificação da agressividade e gravidade desse tipo de tumor nos pacientes são as chamadas alterações epigenômicas, ou seja, processos bioquímicos que modificam o padrão de expressão dos genes, como a metilação do DNA (adição de um grupo metil à molécula). Tal fato foi constatado anteriormente, em 2016, pelo mesmo grupo de pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP que assina o novo artigo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/20240613_imagem-do-meio-cancer-cerebral-qplw42f4htzsvjq8hvnejcng91ddfzczc748681s4c.jpg" alt="A pesquisa foi conduzida no Laboratório de Epigênomica do Câncer na FCFRP da USP - Foto: Arquivo pessoal dos pesquisadores" title="20240613_imagem-do-meio-cancer-cerebral"/><figcaption class="wp-element-caption">A pesquisa foi conduzida no Laboratório de Epigênomica do Câncer na FCFRP da USP &#8211; Foto: Arquivo pessoal dos pesquisadores</figcaption></figure>



<p>“Observamos nos pacientes com tumores de baixo grau que receberam tratamento uma alteração epigenética que deixou esses tumores parecidos com tumores de alto grau, que são muito mais agressivos; parece então haver uma associação entre o tratamento e as alterações no DNA desses pacientes”, explica Tathiane Malta, primeira autora do estudo e coordenadora do Laboratório de Epigenômica do Câncer da FCFRP da USP. “Agora, precisamos confirmar se essas alterações epigenéticas estão envolvidas na progressão para tumores mais agressivos.”</p>



<p>No estudo atual, realizado no âmbito de um Auxílio à Pesquisa Jovem Pesquisador da Fapesp, os cientistas avaliaram a evolução epigenética dos gliomas em resposta à pressão terapêutica, analisando os resultados de amostras de 132 pacientes. Os dados incluíam informações tanto sobre o tumor primário quanto sobre o recorrente após o tratamento, o que permitiu uma melhor comparação. Trata-se do maior grupo de glioma longitudinal já registrado na literatura científica.</p>



<p>Diversos aspectos relacionados a alterações no epigenoma puderam ser observados, como a maior proliferação de células tumorais, o aumento de células vasculares no tumor e mudanças no microambiente tumoral. No entanto, um se destacou: pacientes IDH1 mutantes (com melhor prognóstico inicial) que foram tratados com quimioterapia ou radioterapia apresentaram maior alteração no epigenoma tumoral.&nbsp;</p>



<p>“Vimos que esses gliomas apresentam níveis iniciais elevados de metilação do DNA, que são progressivamente reduzidos quando há recorrência da doença após a quimio ou radioterapia, e se tornam mais agressivos”, conta Malta. “Já o epigenoma dos pacientes IDH selvagem – os inicialmente mais agressivos – são mais estáveis, com níveis relativamente baixos de metilação, ou seja, nesse caso, os tumores primários são bastante parecidos com os recorrentes, inclusive porque já se encontravam em um grau máximo de agressividade.”</p>



<p>“Isso quer dizer que o tratamento, de alguma forma, modifica esse tumor, e essa mudança está associada à agressividade.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças na abordagem terapêutica</h2>



<p>De acordo com Malta, ao demonstrar que a regulação epigenética está associada com a progressão do câncer, o trabalho contribui para o melhor entendimento da biologia tumoral e, consequentemente, abre espaço para novas abordagens terapêuticas com esse direcionamento.</p>



<p>Os próximos passos para entender a implicação da descoberta e avaliar seu real impacto no tratamento dos gliomas devem incluir, em um primeiro momento, a realização de tratamentos&nbsp;<em>in vitro</em>&nbsp;em linhagens de tumores e, na sequência, em modelos&nbsp;<em>in vivo</em>&nbsp;para confirmar os resultados já obtidos.</p>



<p>“Como nesse estudo nos baseamos em uma coorte retrospectiva, com dados coletados de muitas instituições e manejos clínicos que passaram por alterações ao longo do tempo, é preciso considerar a presença de diversos vieses.”</p>



<p>O artigo&nbsp;<em>The epigenetic evolution of glioma is determined by the IDH1 mutation status and treatment regimen</em>&nbsp;pode ser lido em:&nbsp;<a href="https://aacrjournals.org/cancerres/article/84/5/741/734933/The-Epigenetic-Evolution-of-Glioma-Is-Determined">https://aacrjournals.org/cancerres/article/84/5/741/734933/The-Epigenetic-Evolution-of-Glioma-Is-Determined</a>.</p>



<p><em>*Da Agência Fapesp</em></p>



<p><em>**Estagiária sob supervisão de Moisés Dorado</em> / Os gliomas representam cerca de 42% de todos os tumores cerebrais &#8211; Imagem: Arquivo dos pesquisadores</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Rita Lee recebe diagnóstico de tumor no pulmão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 May 2021 03:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A informação foi divulgada nesta quinta-feira (20) no perfil oficial da cantora em uma rede social  POR FOLHAPRESS &#8211; Sábado, 22 de maio de 2021 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Rita Lee, 73, recebeu diagnóstico de tumor no pulmão esquerdo após passar por exames de rotina no hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A informação foi divulgada nesta quinta-feira (20) no perfil oficial da cantora em uma rede social</p>



<p> POR FOLHAPRESS &#8211; Sábado, 22 de maio de 2021</p>



<p><strong>S</strong>ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Rita Lee, 73, recebeu diagnóstico de tumor no pulmão esquerdo após passar por exames de rotina no hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (20) no perfil oficial da cantora em uma rede social.</p>



<p>&#8220;Nossa Rita submeteu-se a um check-up no hospital Israelita Albert Einsten, em São Paulo. Os exames apontaram um tumor primário no pulmão esquerdo&#8221;, diz o comunicado, que cita ainda que a artista está &#8220;bem assistida por uma junta médica&#8221;.</p>



<p>De acordo com a nota, Rita Lee é atendida pelos médicos Óren Smaletz, José Ribas M. de Campos, Carmem Silvia Valente Barbas e Ícaro Carvalho. Diz ainda que a artista está em casa e que fará os tratamentos de imunoterapia e radioterapia. &#8220;Agradecemos as orações e luz divina.&#8221;</p>



<p>Assim que o comunicado foi publicado nas redes sociais, fãs, celebridades e amigos da artista se manifestaram e desejaram que ela se recupere e pediram &#8220;energia&#8221;, &#8220;amor a deusa do rock&#8221;, &#8220;forças, Rita te amamos&#8221;, &#8220;Deus abençoe grandemente, você é muito querida&#8221; e &#8220;saúde, saúde e saúde!&#8221;.</p>



<p>Edson Celulari, Maria Fernanda Cândido, Gominho foram alguns artistas que se manifestaram. &#8220;Vai ficar boa rapidinho&#8221;, disse Alessandra Negrini. Filho mais velho de Rita Lee, Beto Lee publicou emoji de coração e escreveu: &#8220;We will survive&#8221; (nós vamos sobreviver).</p>



<p>Uma das maiores artistas do pop rock brasileiro, Rita Lee tomou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 no dia 9 de abril. &#8220;Segunda dose Coronavac. Viva o SUS [Sistema Único de Saúde]!&#8221;, disse a cantora, ao publicar a foto sendo vacinada.</p>



<p>Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, em agosto de 2020, Rita Lee disse que está sozinha no sítio, no interior de São Paulo, com um namorado que a &#8220;aguenta há 43 anos&#8221;. Ao lado de Roberto de Carvalho, aliás, também tem escrito muita música. &#8220;Roberto e eu temos uma coleção de demos inéditas e caseiras que daria para fazer três discos. Nós deixamos o palco, mas a música da dupla continua firme e forte.&#8221; ​</p>



<p>FAMOSOS E A LUTA CONTRA O CÂNCER</p>



<p>Outros famosos foram surpreendidos com o diagnóstico de câncer, enfrentaram e venceram a luta contra a doença. Alguns ainda passam pelo tratamento e outros perderam a batalha para o câncer, como a atriz Eva Wilma, 87, que morreu no dia 15 de maio em decorrência de um câncer no ovário.</p>



<p>A doença da atriz foi descoberta dias antes da morte. Ela havia sido internada em abril para tratar problemas cardíacos e renais quando recebeu o diagnóstico.</p>



<p>O produtor musical Dudu Braga, 52, filho do cantor Roberto Carlos, trava uma batalha desde o ano passado contra um câncer no peritônio. Em abril, ele voltou a ser internado em um hospital, em São Paulo.</p>



<p>A apresentadora Fátima Bernardes, 58, se afastou da apresentação do programa Encontro (Globo), em dezembro de 2020, após diagnóstico de um câncer de útero em estágio inicial. Em abril deste ano, ela anunciou a cura no programa Conversa com Bial.</p>



<p>No final de janeiro de 2020, a apresentadora Ana Maria Braga, 72, recebeu diagnóstico de câncer de pulmão. Ela já havia enfrentado a doença outras três vezes, uma delas no pulmão. Em abril do mesmo ano, ela anunciou estar curada. Informações do site Notícias ao Minuto.</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/rita-lee-recebe-diagnostico-de-tumor-no-pulmao/">Rita Lee recebe diagnóstico de tumor no pulmão</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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