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	<title>Unesp |</title>
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	<title>Unesp |</title>
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		<title>Tuberculose: composto de ferro supera antibiótico padrão do SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Unesp mostra eliminação total da bactéria nos pulmões de camundongos em 30 dias, superando a isoniazida Um composto à base de ferro encapsulado em nanopartículas lipídicas foi capaz de eliminar totalmente a tuberculose em pulmões de camundongos após 30 dias de tratamento, aponta estudo do FCFAr-Unesp (Laboratório de Pesquisas em Tuberculose da Faculdade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa da Unesp mostra eliminação total da bactéria nos pulmões de camundongos em 30 dias, superando a isoniazida</p>



<p>Um composto à base de ferro encapsulado em nanopartículas lipídicas foi capaz de eliminar totalmente a tuberculose em pulmões de camundongos após 30 dias de tratamento, aponta estudo do FCFAr-Unesp (Laboratório de Pesquisas em Tuberculose da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual Paulista), campus de Araraquara.</p>



<p>O resultado do trabalho, apoiado pela FAPESP e publicado na revista ACS Omega, sugere um possível novo caminho para terapias mais curtas, menos tóxicas e mais eficazes contra bactérias resistentes, um dos maiores desafios atuais no combate à doença.</p>



<p>Embora a tuberculose seja conhecida há séculos e tenha cura, ainda se trata da infecção bacteriana que mais mata no mundo. O tratamento padrão exige ao menos seis meses de uso diário de ao menos quatro antibióticos e pode chegar a dois anos quando há resistência ao esquema tradicional, o que dificulta a adesão e contribui para o abandono e falhas terapêuticas.Play Video</p>



<p>“A doença é curável, mas o tratamento é longo e pesado. O paciente toma vários antibióticos todos os dias e isso pode causar efeitos colaterais, afetar os rins e o fígado”, explica Fernando Rogério Pavan, orientador do estudo e coordenador da área de Pesquisa de Fármacos contra a Tuberculose da Rede-TB.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, sem tratamento, a letalidade da tuberculose pode chegar a 50%. Por outro lado, quando o esquema é seguido corretamente, cerca de 85% dos pacientes evoluem para a cura. Mas o cenário epidemiológico brasileiro reforça a importância da busca por novos fármacos contra a doença: o Ministério da Saúde registrou 84.308 novos casos de tuberculose em 2024 e 6.025 mortes em 2023, maior número em mais de duas décadas. Os dados são os mais recentes e foram divulgados em 2025.</p>



<p>Mesmo com tratamento gratuito e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), o pesquisador explica que a adesão correta é especialmente desafiadora em populações mais vulneráveis, como pessoas em situação de rua ou com dependência de álcool. “Há doentes que interrompem o uso dos antibióticos no meio do ciclo, o que leva à resistência bacteriana. Com isso, muitos pacientes chegam a não ter mais opções terapêuticas, pois a bactéria resiste a tudo que está disponível. E essa pessoa pode transmitir essa cepa resistente para outra, criando um ciclo ainda mais perigoso”, ressalta Pavan.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ideia do estudo</h2>



<p>O grupo liderado por Pavan estuda possíveis ações de moléculas contra a tuberculose há cerca de 20 anos. Desta vez, no doutorado da pesquisadora Fernanda Manaia Demarqui, a ideia foi investigar a substância ferroína – nome científico [Fe(phen)3]2+], conhecida como FEP –, composto muito antigo (existe desde a década de 1950) e tradicionalmente usado em sínteses químicas.</p>



<p>A proposta partiu do reposicionamento de fármacos, ou seja, testar substâncias já conhecidas para novos usos terapêuticos. “Nós não inventamos uma molécula nova. Pegamos uma substância antiga, barata, solúvel em água e testamos para tuberculose. Quando vimos atividade antimicrobiana, pensamos: isso pode virar uma tese”, conta o pesquisador.</p>



<p>Nos testes em laboratório, a FEP mostrou forte ação contra o bacilo da tuberculose, inclusive ampliando a ação da rifampicina e da pretomanida, dois medicamentos utilizados no tratamento da doença. Além disso, o grupo conseguiu descobrir o mecanismo de ação da substância.</p>



<p>Segundo Pavan, microscopias e sequenciamento genômico mostraram danos importantes na parede celular da bactéria, sugerindo ação semelhante a de penicilinas. “Descobrimos que ele age inibindo a síntese da parede celular. A microscopia mostra a morfologia da bactéria toda alterada e mutações em seu genoma correspondem a proteínas da parede celular”, explica Pavan.</p>



<p>Por ser uma substância “instável” e que poderia ser degradada ainda no estômago, os pesquisadores encapsularam o composto em nanopartículas lipídicas (NLS@FEP), que funcionam como uma “embalagem” de liberação controlada. Dessa maneira, eles conseguiram melhorar sua estabilidade e seu tempo de ação no organismo. “Essa cápsula protege a substância e permite que a liberação seja gradativa, mantendo o composto ativo por mais tempo. É uma formulação simples, feita com colesterol e fosfatidilcolina, de baixo custo e fácil produção”, diz o pesquisador.</p>



<p>O passo seguinte foi testar o composto em animais. Eles foram divididos em grupos de sete camundongos infectados com a Mycobacterium tuberculosis – metade foi tratada da maneira convencional e metade recebeu o composto. Após 30 dias, o grupo observou a eliminação completa da infecção pulmonar tanto com o FEP livre quanto com o encapsulado. O desempenho superou o da isoniazida, um dos antibióticos padrão do SUS.</p>



<p>“O resultado nos surpreendeu muito positivamente porque nós torcíamos para ver alguma redução da carga bacteriana. Mas os testes mostraram que o composto eliminou tudo. Não encontramos nenhum bacilo no pulmão. No grupo tratado com o antibiótico convencional, houve redução da carga de bacilos, como era esperado”, relata.</p>



<p>Apesar dos resultados animadores, ainda não é possível falar em aplicação clínica. Será necessário realizar estudos de toxicidade, farmacocinética e ensaios mais robustos, incluindo modelos de tuberculose resistente e casos de infecção crônica. Pavan ressalta, no entanto, que o fato de o composto não ter patente pode facilitar o avanço futuro para desenvolvimento industrial. “Isso pode interessar especialmente ao setor público. Se funcionar, será possível transformar a substância em medicamento sem grandes custos.”</p>



<p>Caso novos estudos confirmem a eficácia e a segurança em humanos, a expectativa de Pavan é que o composto abra caminho para tratamentos mais curtos, com menos efeitos adversos e maior adesão, reduzindo o risco de resistência e o impacto da doença no país. “O principal nós já sabemos: funciona. Agora precisamos ajustar dose, tempo de uso, repetir testes e avançar. Mas ver eliminação total em modelo animal nos dá esperança”, conclui.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil /  • SewcreamStudio/Getty Images</p>



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<iframe title="COMO FAZER UMA BOA INTERPRETAÇÃO DAS ESCRITURAS?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/i-kywYY-vZw?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/tuberculose-composto-de-ferro-supera-antibiotico-padrao-do-sus/">Tuberculose: composto de ferro supera antibiótico padrão do SUS</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Unesp nega ter feito cálculo bilionário de créditos de carbono usado pelos Vorcaros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 12:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master. ipiracity]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cálculo usado para quantificar o volume de estoque de carbono do projeto ambiental controlado pela família de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve a sua autoria negada pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), apontada como a responsável pela metodologia. Como mostrou a Folha, o cálculo do estoque de carbono em um território em Apuí [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cálculo usado para quantificar o volume de estoque de carbono do projeto ambiental controlado pela família de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve a sua autoria negada pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), apontada como a responsável pela metodologia.</p>



<p>Como mostrou a Folha, o cálculo do estoque de carbono em um território em Apuí (AM) multiplicou o patrimônio de duas empresas que pertencem a fundos ligados ao Master. A valorização delas foi de R$ 45,5 bilhões.</p>



<p>Os fundos eram inflados com o objetivo, segundo investigadores, de desviar recursos do Master e retroalimentar uma ciranda financeira supostamente montada pelo ex-banqueiro.</p>



<p>O posicionamento da universidade pública tem papel central na trama que resultou no preço inflado desses ativos, pois foi a partir de um estudo técnico apresentado pelas empresas Global Carbon e Golden Green que a valorização foi feita de um dia para o outro. As empresas apresentaram como uma espécie de selo de qualidade o estudo da Unesp, que nega relação com a contabilidade no projeto ambiental de parentes de Vorcaro.</p>



<p>À Folha, por meio de nota encaminhada na semana passada, a Global Carbon declarou que &#8220;os inventários e os quantitativos foram elaborados pela Unesp aplicando a metodologia desenvolvida pela própria universidade&#8221;.</p>



<p>Segundo a empresa, &#8220;a própria Unesp foi responsável pela metodologia científica utilizada no cálculo de precificação (valoração econômica) desses ativos ambientais&#8221;.</p>



<p>A universidade, por sua vez, informou que nunca teve conhecimento desses estudos, tampouco contrato firmado com qualquer empresa ou instituição para prestar serviços de quantificação de estoque de carbono envolvendo a Fazenda Floresta Amazônica, localizada em Apuí (AM). Afirma ainda que nunca deu aval para que qualquer pessoa atuasse em seu nome.</p>



<p>A instituição afirmou que só teve notícia do caso a partir das reportagens publicadas pela Folha.</p>



<p>&#8220;A Unesp em nenhum momento firmou contratos ou convênios com tais empresas ou permitiu que outros o fizessem, tampouco autorizou o uso de seu nome, seja por servidores ou terceiros, para chancelar qualquer forma de prestação de serviços às empresas mencionadas nas reportagens&#8221;, declarou, em nota enviada à reportagem.</p>



<p>A Unesp afirma que há pesquisas desenvolvidas na instituição sobre o tema, mas que não identificou os requisitos legais e técnicos mínimos para que fosse feito requerimento de propriedade intelectual. Por isso, o conhecimento científico gerado a partir disso é de domínio público, não podendo ser comercializado.</p>



<p>&#8220;Se algum servidor utilizou o nome da Unesp para a prestação de serviços de consultoria sem a anuência e sem o trâmite interno de aprovação dessas atividades, a Universidade possui mecanismos internos de averiguação desse tipo de conduta, da qual teve conhecimento após a leitura do conteúdo produzido por esse jornal&#8221;, declarou.</p>



<p>O &#8220;Relatório de Quantificação de Estoques de Carbono&#8221; da Fazenda Floresta Amazônica, que traz a exposição de marca da Unesp, é assinado pelo professor Iraê Amaral Guerrini, que trabalha na universidade. Outros quatro pesquisadores assinam o levantamento.</p>



<p>A Folha questionou Iraê Amaral Guerrini sobre o assunto. O professor confirmou que houve pagamento pelo serviço que ele prestou, mas se negou a dizer o valor, sob alegação de que seria &#8220;confidencial&#8221;.</p>



<p>Questionado sobre quem fez o pagamento, primeiro disse, por meio de mensagem, que foi o dono da fazenda, Marco Antonio de Melo. Ocorre que o fazendeiro negou a informação. &#8220;Não fui eu que paguei, não&#8221;, disse à Folha.</p>



<p>Mais tarde, em outra mensagem, o professor Guerrini voltou atrás, disse que houve um mal-entendido e que nunca teve contato com Melo. Quem fez o pagamento, afirmou, foi a empresa Global Carbon.</p>



<p>Para que qualquer docente preste serviços remunerados a terceiros, segundo a Unesp, é preciso que seja feita uma solicitação de atividade remunerada concomitante, o que não foi feito. E que a única forma de a instituição ser remunerada seria por meio de um contrato de convênio com a instituição, o que não existiu.</p>



<p>Em nota, o professor Iraê Amaral Guerrini disse que sua metodologia &#8220;possui finalidade estritamente científica, não tendo sido concebida para fins comerciais, de precificação de ativos ambientais, de estruturação financeira, de certificação de créditos de carbono ou de inserção em mercados regulados ou voluntários&#8221;.</p>



<p>&#8220;Não participamos, em nenhum momento, de processos relacionados à precificação, negociação, comercialização, certificação, estruturação financeira ou captação de recursos associados a créditos de carbono ou a quaisquer ativos ambientais decorrentes desses projetos&#8221;, afirmou.</p>



<p>O estudo do professor que analisou a área da Fazenda Floresta Amazônica, terra com extensão total de 143,9 mil hectares, concluiu que há no local um estoque de 168,8 milhões de toneladas de CO₂, um volume considerado abissal por especialistas do setor. Acontece que esse critério de estoque só existe no papel e não tem referência em preços de mercado.</p>



<p>O crédito de carbono, já conhecido e negociado entre empresas, é um certificado emitido ao se comprovar uma redução de CO₂ em projetos que são auditados e registrados. Por isso, pode ser vendido para quem precisa compensar emissões &#8211; empresas que têm metas de redução na emissão de gases de efeito estufa e ficam acima da linha compram créditos de carbono.</p>



<p>Já o estoque de carbono é uma estimativa do carbono que existe numa floresta, uma fotografia, sem garantir titularidade exclusiva ou dupla contagem e, principalmente, sem comprador ou mercado com preço verificável. Por isso, o estoque em si não vale dinheiro, nem tem registro aceito e liquidez real.</p>



<p>Isso, porém, não foi levado em conta pelas transações que envolveram as operações da Global Carbon e Golden Green, que precificaram esses estoques para concluir que valiam, juntas, R$ 45,5 bilhões.</p>



<p>O estudo que embasa o montante de carbono foi realizado em 2023. Iraê Amaral Guerrini não deu um valor financeiro para isso, mas montou a fórmula para chegar a esse preço, em novo estudo feito em 2024, ao elaborar um &#8220;Relatório de Precificação das Unidades de Estoque de Carbono&#8221;.</p>



<p>O documento monta a equação para fazer a atualização do preço de cada unidade de estoque de carbono, baseada em fatores como preços de commodities de soja, carne e milho, além da variação cambial do dólar e euro.</p>



<p>À Folha, Guerrini disse que sua pesquisa foi utilizada em projetos como o Brasil Mata Viva (BMV) desde 2010, em convênio firmado entre a BMV e a AUIN (Agência de Inovação da Unesp), tendo a metodologia como propriedade intelectual da Unesp.</p>



<p>Depois disso, afirmou, houve um &#8220;convênio celebrado com a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Unesp (Proec), a Fundunesp (Fundação para o Desenvolvimento da Unesp) e a Global Carbon para a continuidade de seu uso&#8221;.</p>



<p>&#8220;A metodologia foi encaminhada à Secretaria Extraordinária do Ministério da Fazenda para avaliação técnica e eventual consideração para uso em políticas públicas ambientais, reforçando seu caráter institucional, científico e de interesse público&#8221;, afirmou.</p>



<p>A Global Carbon e a Alliance Participações, empresa que, como revelou a Folha, é controlada por Henrique Vorcaro e Nathália Vorcaro, pai e irmã de Daniel Vorcaro, declararam, por meio de nota única, que a Alliance Participações &#8220;foi procurada para participar de investimento relacionado a um projeto de créditos de carbono&#8221; e que &#8220;na condição de investidora, recebeu vasta documentação técnica&#8221;.</p>



<p>Segundo as empresas, foram repassados certificados de quantificação de ativos e relatórios de precificação emitidos pela Unesp, auditorias contábeis elaboradas por empresas de renome internacional e documentação cartorária relacionada à propriedade e posse da terra acompanhada de relatório de auditoria emitido por escritório de advocacia de renome nacional.</p>



<p>&#8220;Essa documentação indicava consistência e regularidade em relação às estimativas de valor financeiro dos créditos apresentados, bem como quanto aos aspectos fundiários, pelo que a empresa decidiu realizar o investimento&#8221;, declararam.</p>



<p>&#8220;A Alliance esclarece que: (i) nunca comercializou, direta ou indiretamente, qualquer dos ativos; (ii) nunca atuou como gestora ou administradora dos fundos e/ou do projeto, que fora desenvolvido por terceiros; (iii) na condição de investidora, reserva-se o direito de tomar as medidas legais cabíveis com o objetivo de obter o ressarcimento dos valores investidos, caso seja comprovada a inconsistência dos ativos em questão&#8221;, afirmaram.</p>



<p>PASSO A PASSO DO ESQUEMA</p>



<p>2019<br>A Fazenda Floresta Amazônica, localizada em Apuí (AM), em seus 143,9 mil hectares, passa a ser negociada para ser a origem de bilhões de reais em créditos de carbono, mesmo sendo a área uma terra pública, pertencente à União<br><br>2020<br>Com CNPJs de prateleira, têm origem as empresas Global Carbon e Golden Green, voltadas para negócios com crédito de carbono, ambas já ligadas a fundos administrados pela Reag<br><br>2021<br>A partir de auditorias embasadas em balanços financeiros das duas empresas, sem nenhum lastro em mercado ou na realidade fundiária da Fazenda Floresta Amazônica, Global Carbon e Golden Green passam a valer bilhões do dia para a noite<br><br>2023<br>A Alliance Participações, comandada por Henrique Moura Vorcaro e Natália Bueno Vorcaro Zettel, entra diretamente no negócio e compra 80% dos direitos de negócios de carbono da propriedade<br><br>2023<br>O fazendeiro Marco Antônio de Melo, suposto dono da fazenda, e José Antônio Ramos Bittencourt, intermediário no negócio, recebem como pagamento 2,5% das cotas dos fundos New Jade 2 e 7,5% das cotas do Biguaçu, ambos administrados pela Reag<br><br>2023<br>Relatório da Unesp quantifica o estoque de carbono da propriedade e diz que há 168,8 milhões de toneladas de CO₂ naquele território, usando método que nunca foi aplicado em mercado<br><br>2024<br>Baseada no método teórico da Unesp, as empresas ficam bilionárias. A Golden Green passa a valer R$ 14,6 bilhões, enquanto Global Carbon é estimada em R$ 31 bilhões.<br><br>2024<br>As transações entram na mira da Justiça, ao vir à tona a informação de que as terras da região são da União e destinadas à reforma agrária, logo não poderiam ser usadas por terceiros</p>



<p>2025<br>As transações entram na mira da Polícia Federal, com a deflagração da Operação Carbono Oculto, que apura a suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo os fundos da Reag para o PCC</p>



<p>Fonte: Política Livre / Banco Master: esquema sob investigação envolve lavagem de dinheiro e manipulação de mercado | Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil<br><br></p>



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		<title>Feira do Livro da Unesp começa nesta quarta-feira (03)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 16:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Unesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento vai até próximo domingo e terá participação de mais de 160 autores A sexta Feira do Livro da Universidade Estadual Paulista (Unesp) começa nesta quarta-feira (3) e terá a participação de mais de 160 autores. O evento é um dos principais do setor em São Paulo e terá grandes descontos para os amantes de livros que querem fazer compras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Evento vai até próximo domingo e terá participação de mais de 160 autores</p>



<p>A sexta <strong>Feira do Livro da Universidade Estadual Paulista (Unesp)</strong> começa nesta quarta-feira (3) e terá a <strong>participação de mais de 160 <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/filme-a-paixao-segundo-g-h-tera-sessao-gratuita-e-debate-com-diretor-em-sp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autores</a>. </strong>O evento é um dos principais do setor em São Paulo e terá grandes descontos para os amantes de livros que querem fazer compras por valores mais baixos.</p>



<p>Grupos editoriais poderão expor e vender suas obras que, segundo a organização do evento, poderão chegar a ter descontos de mais de 50% do preço original.</p>



<p>O evento ocorrerá no campus da Unesp de São Paulo, ao lado do Metrô Barra Funda, na zona oeste da capital, e terá uma ampla programação cultural relacionada à literatura. O evento vai até o domingo (7).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Versão online</h2>



<p>Grupos editoriais vão poder expor e vender suas obras, mas também participar da versão virtual da feira, apresentando percentuais variados de descontos nos&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/vestibular-da-ufrgs-coloca-o-livro-o-avesso-da-pele-como-leitura-obrigatoria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">livros</a>, a partir de cada expositor.</p>



<p>A relação de títulos disponíveis na VI Feira do Livro da Unesp pode ser <a href="https://feiradolivrodaunesp.com.br/catalogo-de-livros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consultada no site do evento</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Palestras da Feira do Livro da Unesp</h2>



<p>Na conferência de abertura, programada para 9h, o sociólogo José de Souza Martins falará a obra mais recente dele: “Capitalismo e escravidão na sociedade pós-escravista”.</p>



<p>Na quinta-feira (4), às 17h, o jornalista Fernando Mitre, diretor nacional de jornalismo da Rede Bandeirantes, será o palestrante de “Nos bastidores da tevê: A democracia no centro do jogo”.</p>



<p>Na sexta-feira (5), às 16h, a historiadora e imortal da Academia Brasileira de Letras Mary Del Priore vai conduzir uma roda de conversa, com sessão de autógrafos, sobre “O castelo de papel: uma história de Isabel de Bragança, princesa imperial do Brasil, e Gastão de Orléans, Conde d’Eu”.</p>



<p>No domingo (7), às 15h, uma das últimas rodas de conversa da feira será um bate-papo virtual com o brasilianista James Green sobre seu mais recente lançamento: “Escritos de um viado vermelho”.</p>



<p>Os encontros culturais ocorrerão no Circo da Barra, instalação anexa ao prédio do Instituto de Artes (IA) da Unesp. Outros detalhes da programação cultural estão disponíveis no&nbsp;<a href="https://feiradolivrodaunesp.com.br/#home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da Feira do Livro da Unesp</a>.</p>



<p>SERVIÇO<br><strong>6ª Feira do Livro da Unesp</strong><br>Data: de 3 a 7 de abril<br>Horário: das 9h às 21h (domingo até as 18h)<br>Entrada gratuita<br>Local: campus da Unesp em São Paulo, localizado à Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271, ao lado da Estação Palmeiras–Barra Funda do Metrô (ao passar pelas catracas, saída à esquerda)<br>Programação cultural: <a href="https://feiradolivrodaunesp.com.br/programacao-cultural/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://feiradolivrodaunesp.com.br/programacao-cultural/</a><br>Versão online: das 9h do dia 3 abril até as 23h59 do domingo, 7 de abril, com descontos variados</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Fonte: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/feira-do-livro-da-unesp-comeca-nesta-quarta-feira-03/">Feira do Livro da Unesp começa nesta quarta-feira (03)</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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