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	<title>União Europeia |</title>
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	<title>União Europeia |</title>
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		<title>Exclusão do Brasil pela União Europeia: vaidade, protecionismo e falhas internas entram no debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista aponta três fatores por trás da decisão europeia; entidades do agro defendem o sistema sanitário brasileiro e cobram esclarecimentos sobre o caso. A exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e outros produtos de origem animal para a União Europeia, a partir de setembro de 2026, abriu uma nova frente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Especialista aponta três fatores por trás da decisão europeia; entidades do agro defendem o sistema sanitário brasileiro e cobram esclarecimentos sobre o caso.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/e12363a00741f9cc7caf23469101a4aa.png" alt="Logotipo Notícias Agrícolas"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e outros produtos de origem animal para a União Europeia, a partir de setembro de 2026, abriu uma nova frente de preocupação para o agronegócio nacional. Embora a justificativa oficial esteja ligada às exigências europeias sobre o uso de antimicrobianos e rastreabilidade animal, especialistas avaliam que a decisão também foi influenciada por fatores políticos e comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o consultor, advogado e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Daniel Vargas, três palavras ajudam a compreender o movimento do bloco europeu: vaidade, protecionismo e leniência. “A&nbsp; medida vai além de uma discussão técnica e ocorre em um momento sensível da relação entre Mercosul e União Europeia”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação ganha relevância porque o mercado europeu representa uma parcela pequena do volume exportado pelo Brasil, mas concentra produtos de alto valor agregado, especialmente cortes bovinos premium destinados aos consumidores mais exigentes do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vaidade, protecionismo e leniência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão de Daniel Vargas, a primeira explicação está na forma como a União Europeia conduziu o processo. “Diante da recente aproximação comercial com o Mercosul, o bloco poderia ter buscado soluções conjuntas antes de adotar uma medida com impacto direto sobre os exportadores brasileiros”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo fator é o protecionismo. Segundo Vargas, produtores rurais de países como França, Irlanda e Polônia historicamente resistem à ampliação do comércio com o Mercosul por receio da competitividade da agropecuária brasileira. “Esses grupos participaram ativamente das discussões do acordo comercial e continuam pressionando autoridades europeias por mecanismos de proteção”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro ponto envolve o próprio Brasil. Para o consultor, houve uma percepção equivocada de que a relação construída ao longo de décadas impediria uma decisão mais dura por parte dos europeus. “Essa confiança excessiva pode ter contribuído para uma reação tardia diante das exigências regulatórias estabelecidas pelo bloco”, argumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mercado pequeno em volume, mas valioso em receita</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a União Europeia absorva menos de 4% das exportações brasileiras de carne bovina, a relevância econômica desse mercado é expressiva. “Diferentemente de outros destinos, os europeus compram cortes de maior valor agregado e remuneram melhor os fornecedores habilitados”, explica o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Vargas, existem estimativas de que alguns produtores recebam valores até 50% superiores pelos embarques destinados ao bloco europeu. “Mesmo que os impactos sobre a balança comercial brasileira sejam limitados, os prejuízos podem ser significativos para empresas e pecuaristas que atuam nesse nicho”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do aspecto financeiro, o especialista chama atenção para um efeito considerado ainda mais preocupante: o risco reputacional. “A União Europeia é reconhecida internacionalmente por estabelecer padrões de qualidade, sustentabilidade e segurança alimentar. Quando questiona a confiabilidade de um país fornecedor, a repercussão tende a ultrapassar suas fronteiras”, reforça.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Imagem da carne brasileira entra no centro da discussão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Vargas, a principal consequência da medida pode ser a mensagem transmitida ao restante do mundo. “O Brasil exporta proteína animal para mais de uma centena de países e possui histórico consolidado de atendimento aos requisitos sanitários internacionais”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consultor destaca que não há registros que associem a carne bovina brasileira exportada para a Europa a problemas sanitários em consumidores. Por isso, considera injusta qualquer interpretação que coloque em dúvida a robustez dos sistemas nacionais de controle e fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A preocupação é que outros importadores utilizem a decisão europeia como referência para ampliar exigências ou criar novas barreiras comerciais. Em um cenário de crescente disputa por mercados, questões sanitárias e ambientais passaram a ser utilizadas também como instrumentos de competitividade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Farsul vê falha de coordenação do Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) se manifestou por meio de uma nota técnica. A entidade afirma que as exigências relacionadas aos antimicrobianos eram conhecidas desde outubro de 2024 e que havia previsibilidade suficiente para a adaptação dos sistemas brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a federação, o episódio sugere menos uma mudança repentina de regras por parte da União Europeia e mais uma falha de coordenação, comprovação ou resposta tempestiva das autoridades nacionais diante de uma exigência previamente estabelecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, a entidade reconhece a importância econômica do mercado europeu. Em 2025, os produtos potencialmente atingidos pela restrição movimentaram US$ 1,848 bilhão em exportações brasileiras para o bloco, sendo mais de US$ 1 bilhão apenas em carne bovina.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SRB defende esclarecimentos e aperfeiçoamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Rural Brasileira (SRB) também demonstrou preocupação com a decisão europeia e defendeu uma análise criteriosa dos fatores que levaram à exclusão do Brasil da lista de exportadores habilitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade ressaltou que o país possui sistemas consolidados de controle sanitário e rastreabilidade, como o SISPOA e o SISBOV, além de uma produção pecuária altamente tecnificada e preparada para atender exigências internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a SRB, o foco deve estar na identificação dos pontos que precisam ser aperfeiçoados. O entendimento é que o episódio pode servir como aprendizado para fortalecer a competitividade do agronegócio brasileiro diante de um ambiente global cada vez mais exigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Michelle Jardim</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias Agrícolas</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



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		<title>Brasil pode perder até US$ 2 bilhões por ano com barreira sanitária da União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bloco europeu retirou o país da lista de exportadores autorizados após questionar garantias sobre controle de antimicrobianos e rastreabilidade da cadeia bovina brasileira. A decisão da União Europeia de deixar o Brasil fora da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para o bloco voltou a colocar em evidência os desafios sanitários [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Bloco europeu retirou o país da lista de exportadores autorizados após questionar garantias sobre controle de antimicrobianos e rastreabilidade da cadeia bovina brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da União Europeia de deixar o Brasil fora da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para o bloco voltou a colocar em evidência os desafios sanitários e de rastreabilidade da cadeia bovina brasileira. A medida foi justificada pela alegação de que o país não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na produção animal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/Portal-ipira-city.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O tema ganhou peso no setor porque o mercado europeu é considerado estratégico para a carne bovina brasileira. Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a União Europeia é atualmente o segundo principal destino da carne bovina do Brasil, atrás apenas da China. A estimativa do setor é que a restrição possa representar perdas próximas de US$ 2 bilhões por ano em exportações de carnes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do impacto econômico, a decisão amplia a pressão sobre sistemas de rastreabilidade e monitoramento sanitário da produção pecuária nacional. A discussão envolve a capacidade de identificar toda a trajetória do animal, desde a propriedade de origem até o frigorífico, além do controle sobre medicamentos veterinários utilizados ao longo do ciclo produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_1298619424.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_1298619424.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_1298619424.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_1298619424.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_1298619424.jpg?resize=600%2C338&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_1298619424.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-200457">Foto: Shutterstock</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rastreabilidade tem sido tratada por especialistas e pelo mercado internacional como um dos principais instrumentos para garantir segurança sanitária, transparência comercial e conformidade ambiental. No caso europeu, as exigências incluem não apenas critérios sanitários, mas também regras relacionadas à sustentabilidade e à origem dos produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate também expõe diferenças regulatórias entre mercados importadores e reforça o uso de barreiras técnicas como ferramenta de pressão comercial. Embora a União Europeia represente parcela menor do volume exportado pelo Brasil em comparação à China, o mercado europeu possui elevado valor agregado e costuma influenciar padrões exigidos por outros compradores internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores do setor, a avaliação é que a decisão europeia pode acelerar investimentos em monitoramento da cadeia bovina, integração de dados sanitários e sistemas digitais de certificação de origem. A adoção de protocolos mais rigorosos tende a ganhar espaço tanto para atender exigências internacionais quanto para preservar competitividade no comércio global de carnes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Uso de antimicrobianos</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_70279201.jpg?resize=300%2C176&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="176" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_70279201.jpg?resize=300%2C176&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_70279201.jpg?resize=1024%2C601&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_70279201.jpg?resize=768%2C451&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_70279201.jpg?resize=600%2C352&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_70279201.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-189100">Foto: Shutterstock</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exclusão do Brasil da lista europeia também ocorre em um momento de maior atenção internacional sobre o uso de antimicrobianos na produção animal. Organismos internacionais e mercados importadores têm ampliado a cobrança por programas de uso racional de antibióticos, diante da preocupação com resistência antimicrobiana e segurança alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo brasileiro e entidades do setor defendem que o país possui sistemas oficiais de fiscalização e controle sanitário reconhecidos internacionalmente. Ainda assim, a disputa com a União Europeia evidencia que, além da produção em escala, o mercado internacional exige cada vez mais comprovação documental, transparência e capacidade de monitoramento contínuo da cadeia produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: O Presente Rural</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EDUCAÇÃO FINANCEIRA E ACESSO AO CRÉDITO: OS DESAFIOS DO PEQUENO EMPREENDEDOR EM IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/upt0GE9cbS8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Restrição da União Europeia à carne brasileira pode pressionar crédito, custos e investimentos no agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perda de acesso a mercados premium afeta frigoríficos, produtores, logística, rastreabilidade e formação de preços ao consumidor. A possível restrição da União Europeia à carne brasileira tem impacto que vai além da perda de um mercado comprador. Na avaliação do administrador Roberto Simioni, especialista em Engenharia de Produção, Mercado de Capitais e Engenharia Econômica, mestre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Perda de acesso a mercados premium afeta frigoríficos, produtores, logística, rastreabilidade e formação de preços ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possível restrição da União Europeia à carne brasileira tem impacto que vai além da perda de um mercado comprador. Na avaliação do administrador Roberto Simioni, especialista em Engenharia de Produção, Mercado de Capitais e Engenharia Econômica, mestre em Economia e Mercados e PhD em Direito Bancário, Corporativo, Financeiro e de Valores Mobiliários, o efeito se espalha por toda a cadeia do agronegócio, com reflexos sobre crédito rural, investimentos em tecnologia, logística, renda regional e preços dos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?resize=218%2C218&amp;ssl=1" alt="" width="218" height="218" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?resize=80%2C80&amp;ssl=1 80w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?w=303&amp;ssl=1 303w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-210301">Administrador, com especialização em Engenharia de Produção, Mercado de Capitais e Engenharia Econômica, com mestrado em Economia e Mercados e PhD em Direito Bancário, Corporativo, Financeiro e de Valores Mobiliários, Roberto Simioni: “O&nbsp;bloqueio das exportações de carne bovina e de outros produtos de origem animal para a UE altera as condições de lucratividade, a estrutura de incentivos à modernização e a dinâmica de formação de preços ao longo de toda a cadeia”&nbsp;– Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carne bovina ocupa posição estratégica na estrutura produtiva nacional. Além de ser um produto final de exportação, sustenta uma rede de demanda por ração, genética, medicamentos veterinários, fertilizantes, transporte, processamento industrial e serviços financeiros. Por isso, a perda de acesso ao mercado europeu, mesmo que parcial e concentrada em cortes de maior valor agregado, reduz a margem disponível para investimentos em rastreabilidade, nutrição animal, melhoramento genético e controle sanitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Simioni, o problema central está no fato de a União Europeia ser um mercado de alta renda, capaz de remunerar melhor produtos com maior exigência técnica. “Isso gera uma subutilização de capital físico e humano especializado, com possível redução de investimentos futuros em tecnologia de rastreabilidade, automação de abate e gestão de custos, já que o retorno esperado desses investimentos cai em cenário de acesso restrito”, expõe.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Impacto sobre frigoríficos e produtores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-206430">Foto: Renan Pereira/C.Vale</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restrição cria o que Simioni define como “capacidade ociosa qualificada”. Na prática, frigoríficos que investiram em certificações, rastreabilidade e controle de resíduos antimicrobianos podem perder espaço justamente no mercado que remunera esses diferenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O efeito também chega ao produtor. Cadeias mais integradas, formadas por contratos entre pecuaristas, cooperativas e grandes frigoríficos, dependem de mercados premium para pagar melhor por animais enquadrados em padrões sanitários e de rastreabilidade mais rigorosos. “Do ponto de vista do agronegócio, o bloqueio das exportações de carne bovina e de outros produtos de origem animal para a UE altera as condições de lucratividade, a estrutura de incentivos à modernização e a dinâmica de formação de preços ao longo de toda a cadeia, desde o produtor até a indústria de processamento”, pontua Simioni.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Crédito rural pode ficar mais caro</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="180" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=768%2C460&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=590%2C354&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=600%2C359&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-154418">Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto sensível é o financiamento. O acesso ao crédito rural e às linhas de longo prazo depende da previsibilidade de receita, especialmente em cadeias exportadoras. Com menor perspectiva de entrada em mercados de alta renda, aumenta a percepção de risco das instituições financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento pode encarecer o capital e limitar investimentos em modernização pecuária, automação, bem-estar animal, rastreabilidade e gestão produtiva. A consequência é a perda de competitividade em relação a países que conseguem cumprir exigências sanitárias e manter presença regular no bloco europeu.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Regiões pecuárias ficam mais expostas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos tendem a ser desiguais no território brasileiro. Estados com forte dependência da pecuária de corte e da indústria frigorífica, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Minas Gerais e áreas do Nordeste, podem sentir os efeitos sobre emprego, renda municipal, logística e serviços ligados ao campo. “Do ponto de vista regional, o agronegócio da carne concentra efeitos fortemente desiguais sobre o interior do país, especialmente em regiões pecuaristas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Minas Gerais e partes do Nordeste”, frisa Simioni.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Exigências sanitárias também podem induzir modernização</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="179" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=1000%2C600&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=590%2C354&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=600%2C359&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-204768">Foto: Divulgação/Porto de Santos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos custos, o especialista avalia que as exigências europeias sobre antimicrobianos, rastreabilidade e controle sanitário também podem funcionar como pressão para modernizar a cadeia. O problema é que esse processo tende a favorecer empresas com maior capacidade financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segmentos mais estruturados conseguem absorver custos regulatórios, investir em tecnologia e manter padrões exigidos por mercados premium. Já produtores e frigoríficos menos capitalizados podem ficar fora desse processo, ampliando a concentração do setor. “A exigência europeia de maior controle sobre o uso de antimicrobianos na pecuária, bem como de rastreabilidade mais aprimorada, impõe custos adicionais ao produtor brasileiro, mas, ao mesmo tempo, pode funcionar como um estímulo a uma modernização de qualidade da cadeia”, salienta.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Oriente Médio adiciona pressão de custos</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/porto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-201824"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A análise ganha outra camada com a instabilidade no Oriente Médio. Segundo Simioni, um conflito envolvendo o Irã e a região do Golfo Pérsico poderia elevar petróleo, diesel, gás natural, nafta e fertilizantes nitrogenados, insumos diretamente ligados ao custo de produção agropecuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse efeito atinge a pecuária de forma indireta, mas relevante. O encarecimento de fertilizantes pressiona milho e soja, base da alimentação animal. Ao mesmo tempo, a alta do diesel eleva o frete do gado, da ração, da carne resfriada e dos produtos industrializados. “Essa ‘pinça econômica’ esmaga a lucratividade e pode desestimular investimentos futuros em automação e bem-estar animal, forçando o setor a uma escolha difícil entre manter a modernização sob prejuízo ou regredir para modelos produtivos menos sofisticados e focados apenas em volume de commodity”, menciona.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inflação de alimentos</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Pier-de-Graneis-Liquidos-Porto-de-Paranagua-Foto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-175098"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Embora a restrição europeia pudesse, em tese, aumentar a oferta de cortes no mercado interno, Simioni avalia que esse efeito pode ser neutralizado pelo aumento dos custos de produção, embalagem, energia e transporte. “A carne torna-se mais cara na origem devido aos custos operacionais, enquanto os frigoríficos tentam desovar estoques de alto valor no mercado interno em um cenário de compressão de lucro”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto também pode alcançar outras proteínas. Se a carne bovina sobe, consumidores tendem a migrar para frango e suíno. No entanto, essas cadeias também dependem de milho, soja, fertilizantes, energia e diesel, o que limita o efeito de substituição no varejo. “O aumento dos preços da proteína bovina força um efeito de substituição para o frango e o porco; entretanto, como essas cadeias também são dependentes de grãos impactados pelos fertilizantes e do transporte movido a diesel, elas sofrem a mesma pressão de alta, gerando uma inflação generalizada de alimentos”, enfatiza.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Teste para o modelo exportador</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para Simioni, a discussão sobre a carne brasileira na União Europeia deixou de ser apenas sanitária. O episódio revela a crescente dependência entre acesso a mercados, padrões regulatórios, capacidade de compliance, crédito, custos globais e competitividade. “O resultado é um processo de seleção rigoroso e, por vezes, excludente: os grandes players integrados, com maior fôlego financeiro para internalizar custos regulatórios e absorver choques de insumos, tendem a se fortalecer, enquanto polos regionais dependentes da pecuária podem enfrentar uma redução na força de arrasto econômico”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do especialista, a questão coloca em teste a capacidade do agronegócio brasileiro de competir em cadeias globais de maior valor agregado sem perder margem, investimento e presença em mercados de alta renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: O Presente Rural</em> / Fotos: Claudio Neves</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OAB NAS ESCOLAS : COMBATE A EXPLORAÇÃO SE..AL DA CRIANÇA E ADOLESCENTE”" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/D6EGhGZTHb8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/restricao-da-uniao-europeia-a-carne-brasileira-pode-pressionar-credito-custos-e-investimentos-no-agro/">Restrição da União Europeia à carne brasileira pode pressionar crédito, custos e investimentos no agro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Alckmin: crédito de R$ 25 bilhões e Mercosul-União Europeia marcam novo momento para indústria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul-]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Linhas do BNDES financiam indústria 4.0 e bens de capital verde, com juros de 6,5% ao ano e ampliação do uso do FAT para inovação Em seminário realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, celebrou os novos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Linhas do BNDES financiam indústria 4.0 e bens de capital verde, com juros de 6,5% ao ano e ampliação do uso do FAT para inovação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seminário realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, celebrou os novos investimentos do governo federal na indústria brasileira, além daqueles que já fazem parte dos programas ligados à Nova Indústria Brasil (NIB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma grande notícia: R$ 25 bilhões de crédito para substituição de máquinas, modernização, competitividade, produtividade e eficiência energética. Isso vai fazer toda a diferença para a indústria ser mais competitiva, modernizada e ter mais produtividade”, disse Alckmin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do total mencionado pelo vice-presidente, R$ 10 bilhões foram anunciados nesta sexta-feira pelo BNDES durante o seminário. Outros R$ 15 bi integram o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2026/marco/governo-garante-mais-r-15-bilhoes-do-brasil-soberano-para-apoiar-setor-produtivo-do-pais">Plano Brasil Soberano</a>, anunciados na última terça-feira (24).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do crédito para inovação, digitalização e economia verde, Alckmin também destacou o Acordo Mercosul-União Europeia, como instrumento de ampliação de oportunidades para as empresas exportadoras e o comércio exterior brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O seminário reuniu cerca de 200 representantes do setor produtivo, exportadores e entidades de classe, e discutiu as perspectivas de comércio para as empresas brasileiras no cenário de maior abertura comercial propiciado pelo acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Fizemos, em três anos, Mercosul-Singapura, Mercosul-EFTA e o maior acordo entre blocos do mundo, Mercosul-União Europeia, que já entra em vigência agora. As oportunidades que nós teremos são extraordinárias”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em homenagem à atuação do vice-presidente à frente do MDIC, o presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou a importância de o país ter a NIB para fortalecer o desenvolvimento nacional. “Voltamos a ter, graças ao nosso ministro Alckmin e à política do presidente Lula, uma política industrial”, afirmou Alban, reforçando a necessidade de que a política seja perene e passe por aprimoramentos periódicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indústria 4.0</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O crédito de R$ 10 bilhões anunciado hoje integra o programa BNDES Mais Inovação e financia a difusão de máquinas e equipamentos da indústria 4.0, além de apoiar bens de capital voltados a projetos sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do banco, Aloizio Mercadante, destacou o alcance das medidas. “São linhas de crédito fundamentais para modernizar o parque fabril, elevar a produtividade e ampliar a competitividade da indústria. O Brasil precisa avançar na agenda de inovação e tecnologia para gerar empregos qualificados e crescer com sustentabilidade”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do total, R$ 7 bi serão destinados à linha de Indústria 4.0, com taxa média de 6,5% ao ano, combinando recursos da Taxa Referencial com funding de mercado. Outros R$ 3 bi serão direcionados à linha de bens de capital verde, também com taxa de 6,5%, a partir da integração de recursos do FAT com o Fundo Clima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Implementação do Acordo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com entrada em vigor prevista para 1º de maio de 2026, o Acordo Mercosul-União Europeia passa a contar com uma agenda estruturada de implementação. O MDIC apresentou, nesta sexta-feira, ações de divulgação, capacitação e instrumentos técnicos voltados ao setor produtivo.<br>Na página oficial do acordo, estão disponíveis textos consolidados, dados estatísticos e informações gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi lançado nesta sexta o<a href="https://www.gov.br/siscomex/pt-br/acordos-comerciais/mercosul-uniao-europeia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Manual de Desgravação Tarifária,</a>&nbsp;elaborado pela equipe técnica da Secretaria de Comércio Exterior e disponível na mesma página. O documento orienta sobre a aplicação prática dos cronogramas de redução do Imposto de Importação, além de uma&nbsp;<a href="https://www.gov.br/siscomex/pt-br/informacoes/acordos-comerciais/preferencias-tarifarias">tabela interativa de preferências tarifárias</a>, que permite a identificação dos produtos por descrição ou código tarifário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: MDIC</em> / Foto: Cadu Gomes/VPR</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ELEIÇÕES 2026:A POLARIZAÇÃO NA POLÍTICA BRASILEIRA CONFIRMADA…." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oJYguq8dtM8?start=3720&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wa.me/?text=Alckmin%3A%20cr%C3%A9dito%20de%20R%24%2025%20bilh%C3%B5es%20e%20Mercosul-Uni%C3%A3o%20Europeia%20marcam%20novo%20momento%20para%20ind%C3%BAstria%20https%3A%2F%2Fwww.diplomaciabusiness.com%2Falckmin-credito-de-r-25-bilhoes-e-mercosul-uniao-europeia-marcam-novo-momento-para-industria%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/alckmin-credito-de-r-25-bilhoes-e-mercosul-uniao-europeia-marcam-novo-momento-para-industria/">Alckmin: crédito de R$ 25 bilhões e Mercosul-União Europeia marcam novo momento para indústria</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>União Europeia reabre mercado para carne de frango e de peru do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão confirma confiança internacional no sistema de defesa agropecuária brasileiro e ocorre no mesmo dia do início da auditoria chinesa sobre influenza aviária A União Europeia anunciou a reabertura do mercado europeu para a carne de frango e de peru produzida no Brasil. As exportações estavam suspensas desde maio, após a confirmação de um foco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Decisão confirma confiança internacional no sistema de defesa agropecuária brasileiro e ocorre no mesmo dia do início da auditoria chinesa sobre influenza aviária</p>



<p class="wp-block-paragraph">A União Europeia anunciou a reabertura do mercado europeu para a carne de frango e de peru produzida no Brasil. As exportações estavam suspensas desde maio, após a confirmação de um foco isolado de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) no Rio Grande do Sul.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O regulamento europeu, publicado hoje, entra em vigor a partir de amanhã (23), mas já autoriza a entrada de produtos brasileiros com data de produção a partir de 18 de setembro. A medida foi resultado de negociações conduzidas pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, com o comissário europeu de Saúde e Bem-Estar Animal, Olivér Várhelyi, no último dia 4 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A retomada será feita de forma escalonada:</strong><br>Todo o território brasileiro, exceto o Rio Grande do Sul: liberado para exportar com data de produção a partir de 18 de setembro;<br>Rio Grande do Sul (exceto área foco): autorizado a exportar a partir de 2 de outubro;<br>Raio de 10 km em torno da granja foco: retomada em 16 de outubro.<br>Graças à rápida contenção do foco pelas autoridades brasileiras, o país recuperou em apenas 28 dias o status de livre da doença. O reconhecimento europeu reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango e evidencia a credibilidade internacional do sistema de defesa agropecuária nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a agosto de 2025, o Brasil já exportou 3,28 milhões de toneladas de carne de frango, que geraram US$ 6,15 bilhões em receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje também teve início a auditoria da China no Brasil, destinada a avaliar os controles sanitários relacionados à influenza aviária. A missão técnica é considerada etapa essencial para a retomada das exportações ao mercado chinês, último grande destino a manter restrições à carne de frango brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)</em> / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A FÉ É A DEPRESSÃO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/UemMeW7RQX8?start=2943&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/uniao-europeia-reabre-mercado-para-carne-de-frango-e-de-peru-do-brasil/">União Europeia reabre mercado para carne de frango e de peru do Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>União Europeia apresenta nesta semana acordo com Mercosul com a parte comercial separada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia deve apresentar nesta semana o rascunho do acordo União Europeia-Mercosul nove meses após a sua assinatura, com a parte comercial destacada de outros itens do tratado, para superar resistências. Salvo recuos de última hora, o documento revisado e traduzido para as 24 línguas oficiais do bloco dará início ao processo de ratificação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Europeia deve apresentar nesta semana o rascunho do acordo União Europeia-Mercosul nove meses após a sua assinatura, com a parte comercial destacada de outros itens do tratado, para superar resistências. Salvo recuos de última hora, o documento revisado e traduzido para as 24 línguas oficiais do bloco dará início ao processo de ratificação do tratado que, neste ano, ganhou ainda mais importância após Donald Trump decidir impor seu tarifaço ao planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quarta-feira (3), a intenção da Comissão é apresentar o documento ao Colégio de Comissários, órgão responsável pelo Orçamento da UE e por propor legislações. Além do acordo com os países sul-americanos, o órgão deve receber também uma proposta de livre comércio semelhante com o México.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Europeia não confirmou a apresentação do projeto, mas ela é dada como certa pela imprensa europeia e por diplomatas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que estará em análise é a parte comercial do acordo, manobra que permitirá uma tramitação mais simples, dependente apenas de maioria qualificada. Isso significa aprovação no Conselho Europeu por ao menos 15 dos 27 ministros de países-membros representando o equivalente a 65% da população. Depois, no Parlamento Europeu, uma maioria simples seria suficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os tópicos do acordo fossem integralmente a debate, a legislação teria que passar pelos Parlamentos de cada nação da UE, algo inviável na atualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A França lidera uma pequena e barulhenta oposição ao acordo, preocupada com a repercussão do tratado em sua política interna. Os ruralistas franceses tratam o tema como questão existencial e preveem uma enxurrada de produtos sul-americanos no mercado europeu, o que Bruxelas nega que irá ocorrer —há um mecanismo de quotas em tese projetado para preservar os produtores locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com forte influência sobre os deputados, à semelhança do que ocorre no Brasil, os fazendeiros chegaram a obter da Assembleia Nacional francesa uma reprovação simbólica do acordo com o Mercosul, dias antes da assinatura do documento no Uruguai, em dezembro do ano passado. Meses depois, em abril, após encontro com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, seu colega francês, Éric Lombard, amenizou o discurso para dizer que o país continuava contra o acordo, apesar de entendê-lo necessário diante da guerra comercial iniciada pelos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Emmanuel Macron, que também vocalizou diversas vezes sua oposição ao tratado, inclusive para o governo brasileiro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, discutiu o tema na última sexta-feira (29) com Friedrich Merz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente francês recepcionava o premiê alemão em Toulon. Na entrevista coletiva que concederam juntos, falaram de segurança europeia, a defesa nuclear do continente, as negociações de paz na Ucrânia e da guerra comercial com os EUA. O assunto Mercosul passou ao largo, provavelmente pelo fato de França e Alemanha estarem em lados opostos na discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caminhando para o terceiro ano de recessão e com um começo de governo impopular em termos domésticos, Merz vem pressionando a UE e economias vizinhas a fechar o máximo de acordos possíveis. Segundo a imprensa europeia, o conservador alemão foi um dos maiores responsáveis pelo acerto ainda precário entre o bloco e Washington tido como muito concessivo aos americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos setores mais prejudicados pela agressiva política tarifária de Trump é o setor automotivo alemão, que até o ano passado despejava 445 mil veículos no mercado americano, no valor de US$ 24,8 bilhões (R$ 128,6 bilhões). Desde que tomou posse em maio, Merz tem buscado acesso a mais mercados, e o acordo com os países do Mercosul seria um raro momento positivo de sua até aqui contestada política econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da França, a Irlanda também se preocupa com a questão agrária. Outras possíveis adesões à oposição ao projeto, de Holanda, Áustria e Itália, pareciam encaminhadas até o advento do tarifaço de Trump, que embaralhou as prioridades em diversos países europeus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia de Bruxelas de juntar os acordos do Mercosul e o de livre comércio com o México serve para reforçar a argumentação em torno de uma solução pragmática. Por seu turno, o Brasil intensificou a negociação diplomática com a Europa e outros países desde a ofensiva tarifária de Trump em prol do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo UE-Mercosul, gestado há mais de duas décadas, criaria um mercado de 750 milhões, responsável por um quinto do comércio global.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>José Henrique Mariante/Folhapress</em> / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="REAVALIAÇÃO DO BPC" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rLPr935nzHE?start=848&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>União Europeia flexibiliza regras para importação de amendoim brasileiro após avanços em controle de qualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[amendoim]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[importação]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A União Europeia anunciou a flexibilização das exigências para a importação de amendoim brasileiro, reconhecendo os avanços do país na redução de substâncias tóxicas como as aflatoxinas. A decisão foi recebida com entusiasmo pelo setor agroexportador e reforça o papel crescente do Brasil no mercado global de amendoim. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A União Europeia anunciou a flexibilização das exigências para a importação de amendoim brasileiro, reconhecendo os avanços do país na redução de substâncias tóxicas como as aflatoxinas. A decisão foi recebida com entusiasmo pelo setor agroexportador e reforça o papel crescente do Brasil no mercado global de amendoim.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o resultado é fruto de melhorias nos sistemas de autocontrole implementados pelas empresas exportadoras e do rigor na fiscalização sanitária. “Temos acompanhado de perto todo o processo produtivo para garantir que os padrões de segurança alimentar sejam mantidos”, afirmou em nota o MAPA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O destaque na produção nacional vai para as regiões da Alta Mogiana e Alta Paulista, no estado de São Paulo. Nessas áreas, o cultivo do amendoim ocorre em rotação com a cana-de-açúcar, contribuindo para a saúde do solo e aumentando a produtividade agrícola como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o Brasil ocupa a 7ª posição entre os maiores produtores de amendoim do mundo, com exportações em alta. Com a abertura de mercados e a confiança internacional, especialistas apontam que o país tem potencial para subir ainda mais nesse ranking nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O reconhecimento europeu é um sinal claro de que estamos no caminho certo. O desafio agora é manter a excelência e expandir para novos mercados”, destacou Luiz Carlos Pinheiro, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Diplomacia Business / Foto: Divulgação</p>



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<iframe title="POR QUE AMAMOS A QUEM NOS FERE?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5TzFvb_1gn4?start=3019&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Por que direita radical avançou tanto na eleição da União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 11:26:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[direita radical]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em cúpulas anteriores de líderes da&#160;União Europeia&#160;em Bruxelas, o presidente francês,&#160;Emmanuel Macron, foi muitas vezes acusado de tentar roubar a cena. E não há dúvida de que ele conseguiu fazer isso no domingo (9/6). Embora provavelmente não da maneira que gostaria. Enquanto os votos para o Parlamento Europeu ainda estavam sendo apurados, Macron dominava as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em cúpulas anteriores de líderes da&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cqywjy51q72t">União Europeia</a>&nbsp;em Bruxelas, o presidente francês,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cg7267qgqy7t">Emmanuel Macron</a>, foi muitas vezes acusado de tentar roubar a cena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não há dúvida de que ele conseguiu fazer isso no domingo (9/6). Embora provavelmente não da maneira que gostaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os votos para o Parlamento Europeu ainda estavam sendo apurados, Macron dominava as manchetes dos jornais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua derrota nas urnas para os nacionalistas franceses de direita radical era esperada. Mas sua&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cg7267qgqy7t">decisão de dissolver o Parlamento da França</a>&nbsp;na sequência, foi um choque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele havia cogitado esta ideia no ano passado, após perder maioria no Parlamento nas últimas eleições gerais na França, mas poucos esperavam esta medida agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma grande aposta. De uma posição de fraqueza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Emmanuel Macron se descreve como um centrista e um europeu apaixonado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As eleições gerais antecipadas vão ser realizadas em dois turnos — em 30 de junho e 7 de julho —, e podem fazer com que ele tenha de governar ao lado de um primeiro-ministro francês de direita radical eurocética.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61202328">Marine Le Pen</a>, regularmente retratada como sua inimiga política, declarou no domingo que seu partido estava pronto para governar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já aconteceu na França de o presidente, que é o político mais poderoso do país, e o primeiro-ministro, serem de partidos diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se o novo primeiro-ministro for da ultradireita, será algo inédito para a França.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marine Le Pen tem trabalhado arduamente nos últimos anos para tentar aumentar o apelo do seu movimento político e&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-60584615">suavizar a imagem radical</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela e seus apoiadores esperam que este triunfo significativo na votação para o Parlamento Europeu — seu partido<em>&nbsp;Rassemblement National</em>&nbsp;(Reagrupamento Nacional) obteve mais do que o dobro do número de votos do partido&nbsp;<em>Renaissance</em>&nbsp;(Renascimento), do presidente Macron — se traduza em grandes vitórias nas eleições antecipadas dentro do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sonho dela seria que estas conquistas deixassem ela ou seu popular afilhado político prodígio, Jordan Bardella, de 28 anos, mais perto de se tornar presidente da França — algo que ela tentou (e não conseguiu alcançar) várias vezes. A próxima eleição presidencial na França está marcada para 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na eleição para o Parlamento Europeu, a direita radical e a direita nacionalista avançaram em muitas partes da União Europeia, à medida que os eleitores estão preocupados com a questão da&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c340q430vwnt">migração</a>, a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cjgn7g82yjjt">inflação</a>&nbsp;e o custo das reformas&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c5qvpqj1dy4t">ambientais</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não está claro se vão realmente ser capazes de influenciar a futura política do bloco europeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos assentos no Parlamento Europeu — onde as leis do bloco são debatidas, modificadas, aprovadas ou rejeitadas — permanecem firmemente nas mãos dos partidos de centro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para afetar a política da União Europeia, os partidos de direita radical de todo o bloco vão precisar se unir, para ganhar influência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E isso é um desafio. Eles têm prioridades nacionais diferentes, e algumas diferenças profundas, como&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1vv0k3vlk2o">até que ponto apoiar a Ucrânia contra a Rússia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma questão que afeta a vida de todos os cidadãos da União Europeia, e que a direita radical já influenciou, é a reforma ambiental, com um custo estimado de trilhões de euros. Trata-se de uma prioridade para a União Europeia, que há muito tempo tem a ambição de querer ser líder mundial na ação climática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas os partidos verdes perderam 20 assentos na votação para o Parlamento Europeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cw9d293jd5wt">crise do custo de vida</a>, os contribuintes da União Europeia estão cada vez mais nervosos e até mesmo resistentes às novas regras ambientais, que fazem pressão para adquirirem um novo sistema de aquecimento para suas casas ou um carro menos poluente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agricultores de toda a União Europeia organizara protestos em massa contra as regras ambientais que consideram injustas e desastrosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A direita radical em toda a Europa usou claramente este descontentamento para se apresentar como a voz do povo, enfrentando as &#8220;elites no comando&#8221; em Bruxelas e no governo nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado: sob pressão antes da votação para o Parlamento Europeu, uma série de regulamentações ambientais do bloco foram diluídas ou revogadas, incluindo uma relativa às regras sobre pesticidas. Este enfraquecimento dos objetivos ecológicos pode muito bem ser uma indicação do que está por vir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma reflexão final: ao tentar fazer previsões sólidas sobre o tipo de poder que a direita nacionalista vai exercer, ou não, na União Europeia no futuro, os rótulos muitas vezes não são muito úteis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns nacionalistas de direita radical estão se tornando mais convencionais com o objetivo de atrair mais eleitores, enquanto um número cada vez maior de políticos de centro-direita tem adotado a linguagem da direita radical em questões polêmicas, como migração e meio ambiente, numa tentativa de manter seus apoiadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No geral, o bloco de centro-direita conquistou o maior número de assentos, e obteve o maior número de conquistas no Parlamento Europeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode não ver esta manchete com tanta frequência nos jornais. É menos atraente do que um debate sobre os avanços da direita radical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / REUTERS</p>



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<iframe title="Longevidade saudável" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/yssal1jK2y8?start=3712&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Acordo comercial com União Europeia é prioridade do Mercosul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 16:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro encontro de chanceleres dessa nova gestão ocorreu na quarta-feira (24), em Assunção, capital do Paraguai, e contou com a participação da chanceler da Bolívia, Celinda Sosa, país que busca a adesão ao bloco Na presidência pro tempore do Mercosul, o Paraguai apresentou suas prioridades durante os 6 meses que ficará à frente do bloco. Entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O primeiro encontro de chanceleres dessa nova gestão ocorreu na quarta-feira (24), em Assunção, capital do Paraguai, e contou com a participação da chanceler da Bolívia, Celinda Sosa, país que busca a adesão ao bloco</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na presidência <em>pro tempore</em> do Mercosul, o Paraguai apresentou suas prioridades durante os 6 meses que ficará à frente do bloco. Entre elas, está a de avançar nas negociações para consolidar o acordo comercial com a União Europeia e a promoção de negociações com os Emirados Árabes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro encontro de chanceleres dessa nova gestão ocorreu na quarta-feira (24), em Assunção, capital do Paraguai, e contou com a participação da chanceler da Bolívia, Celinda Sosa, país que busca a adesão ao bloco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, foi manifestado o compromisso de Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai para prestarem apoio técnico no processo de incorporação da Bolívia ao bloco, “conforme o disposto no Protocolo de Adesão e da regulamentação vinculada ao processo de incorporação dos Estados Partes ao Mercosul”, informaram os chanceleres em comunicado conjunto.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6.jpg" alt="" class="wp-image-86857" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O comunicado destacou, entre as prioridades, o fortalecimento do processo de integração e o desenvolvimento da integração física e das negociações externas, “com vistas a alcançar resultados e ações concretas em benefício do bloco regional”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Citou que, com relação às negociações externas, buscarão concluir os “aspectos pendentes” das negociações com a União Europeia e a assinatura de um “acordo equilibrado para ambas as partes com a maior brevidade possível”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento informa que os ministros concordam sobre o papel da logística e do transporte multimodal para a competitividade do comércio exterior do bloco. Nesse sentido, destacaram “a importância do Acordo de Santa Cruz de la Sierra, que consolida a Hidrovia Paraguai-Paraná como eixo de desenvolvimento e integração regional”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram da reunião os chanceleres do Brasil, Mauro Vieira; do Paraguai, Rubén Ramírez Lezcano; da Argentina, Diana Mondino; e do Uruguai, Omar Paganini, além de Celinda Sosa, da Bolívia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao minuto</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SAMU: Serviço de Urgência e Emergência" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/m0MAlwp-Mks?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Agricultores europeus veem possível adesão da Ucrânia à UE como uma ameaça, diz mídia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 12:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultores europeus]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As negociações sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia (UE) suscitaram sérias preocupações entre os principais fornecedores europeus, que temem que, uma vez aderida ao bloco, perturbe completamente o ambiente agrícola e alimentar entre os membros mais antigos, informou o diário francês l’Opinion. Segundo a mídia, os agricultores da velha Europa agrícola temem fortes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As negociações sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia (UE) suscitaram sérias preocupações entre os principais fornecedores europeus, que temem que, uma vez aderida ao bloco, perturbe completamente o ambiente agrícola e alimentar entre os membros mais antigos, informou o diário francês l’Opinion.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a mídia, os agricultores da velha Europa agrícola temem fortes alterações no clima competitivo intraeuropeu. A Ucrânia já é o segundo maior fornecedor de produtos orgânicos para a UE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que também preocupa a Europa é a provável necessidade de reconstruir e modernizar a agricultura ucraniana quando o conflito terminar. Estes esforços vão exigir grandes investimentos financeiros, impulsionando a produção agrícola da Ucrânia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12.jpg" alt="" class="wp-image-86863" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A possível inclusão de uma nova nação na UE levará as autoridades a redistribuir fundos que permanecem relativamente fixos. Ainda mais porque a Ucrânia possui extensas áreas agrícolas, muito mais do que outras potências agrícolas europeias, como a França e a Polônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conselheiro presidencial ucraniano, Mikhail Podolyak, disse anteriormente que a Ucrânia está pronta para enfrentar o desafio e enfrentar conflitos econômicos dentro da UE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 28 de fevereiro de 2022, a Ucrânia solicitou a adesão à UE. Em 17 de junho de 2022, a Comissão Europeia recomendou que o Conselho Europeu concedesse à Ucrânia o estatuto de candidata à sua adesão ao bloco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 23 de junho de 2022, o Parlamento Europeu adotou pela primeira vez uma resolução relevante e, mais tarde naquele dia, concedeu o estatuto de candidato. A Ucrânia é agora um dos oito atuais países candidatos à UE, juntamente com a Albânia, Bósnia e Herzegovina, Moldávia, Montenegro, Macedônia do Norte, Sérvia e Turquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Diplomacia business / Foto: AP Photo / Efrem Lukatsky</p>



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